Quarta-feira, 4 de Agosto de 2021

Ford Escort  - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Ford Escort  - Um olhar sobre as minhas miniaturas

288ª – Ford Escort Mebetoys

A primeira apresentação de um modelo automóvel em que estive presente foi a do Ford Escort no novíssimo Stande da Ford de A. Camilo Fernandes na Rua Dr. Roque da Silveira mais conhecida por Rua Direita e onde antes era o Quartel dos Bombeiros Voluntários da Cruz Branca e mais tarde o Café Pic Nic um dos locais de encontro da minha juventude.

Aí foi-me oferecido uma construção em cartão do carro apresentado e que podia ser colorido a nossa escolha.

 Modelo real

O Escort foi apresentado na Irlanda e em Janeiro mostrado no salão de Bruxelas de 1967 a gama Escort destinado a substituir o Anglia que já acusava bem os seus oito anos. O Escort é um modelo inglês estudada em Dagenham e será contruída em Genk na Bélgica onde já foram construídos modelos alemães.

O Escort foi um automóvel criado pela secção da Ford Anglo-Germânica e apresentado na Europa como o primeiro automóvel de passageiros a ser desenvolvido pela fusão Ford of Europe em que a Transit foi o primeiro modelo.

A produção começou na fábrica de Halewood na Inglaterra durante os meses finais de 1967, e para os mercados com volante à esquerda durante setembro de 1968 na fábrica da Ford em Genk e que inicialmente, diferiam ligeiramente das construídas no Reino Unido. A suspensão dianteira e a caixa de direção foram configuradas de forma diferente e os freios foram equipados com circuitos hidráulicos duplos; também as rodas instaladas nas Escorts construídas com Genk tinham aros mais largos.´

No início de 1970, a produção em Glenk foi transferida para uma nova fábrica nos arredores de Saarlouis, na Alemanha Ocidental.

O MK1 foi produzida de 1968 a 1974, na Europa, com carroceria arredondada remetendo ao estilo da época.

Tração traseira e estava equipado com motores 1.100 nas versões normal e super e o mesmo acontecendo para o 1300

Escort GT 1300 e Escort Twin Cam 1556cc

Broadspeed depois de ter melhorado o Anglia volta-se agora para o Broadspeed Escort com a carroçaria alargada na frente, desprovida de para-choques e pintada nas cores Vermelho e branco.

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Miniatura

Abre as portas.

Motor e interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plásticos iguais aos modelos desta época no fabricante.

Fabricante Mebetoys

Série Europa

Referencia nº A 55

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.

País - Itália

Anos de fabrico  a

 

 

 


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Terça-feira, 3 de Agosto de 2021

Autobianch A 112 Abarth - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Autobianch A 112 Abarth - Um olhar sobre as minhas miniaturas

287ª – Autobianchi A 112 Abarth Mebetoys

O primeiro exemplar do Autobianchi A 112 Abatth vi-o nas corridas de Vila Real e ao lado dele fiquei.

Durante o ano de1976 foi a contracapa da Revista Motor, agora mais pequena na sua segunda série que semanalmente me acompanhava.

Era o Max Factor de Armando Santos concorrente no Grupo 1 - Até 1300 cc/ Classe 1 na classe até 1000 cc.

No Estoril utilizou o nº 24 e em Vila do Conde foi o nº 183 quando o vi pela primeira vez e adorei.

A notícia do acidente mortal nos treinos do imigrante Francisco Neto que todos os anos vinha a Vila do Conde, marcou a prova.

Os treinos estavam marcados para as ultimas voltas da tarde de Sábado devido a insegurança da pista invadida por pessoas e outras viaturas acabaram por ser feitos com os faróis ligados sem cronometragem oficial a serem repetidos no Domingo. 

Na corrida o despique entre os Autobianchi Mota Veiga, Armando Santos e Aurélio Santos Almeida onde também participou Vitor Seixas foi oi interessante onde foram respectivamente 8º, 9«,12« e 13º.

 Modelo real

A Fiat apresentou o Autobianchi A112 no Salão Automóvel de Turim de 1969, pela mão de Dante Giacosa, seguindo a nova orientação da Fiat como uma resposta aos novos Mini mas, maior, mais sofisticado e mais luxuoso do que o seu concorrente britânico,

Produzido entre Setembro de 1971 e 1985, o Autobianchi A112 Abarth é um modelo desportivo tinha como principal objetivo fazer frente ao Mini Cooper e à sua versão italiana, o Innocenti Mini Cooper.

O último escorpião de Carlo Abarth distinguia-se do A 112 normal pela sua grelha frontal para-choques e jantes desportivas melhora aa performance do motor de quatro cilindros em posição transversal, aumentando a capacidade de 903 para 982cc e modificando diversos componentes preformantes, um carburador de corpo duplo e nova linha de escape. O motor mostrava agora binários mais elevados a baixas rotações, ao invés de máxima potência, desenvolvendo 58cv de potência às 6600 rotações por minuto. Apesar da limitada potência, um peso de apenas 690 kg representava um potencial considerável, apresentava uma velocidade máxima superior a 150 km/h e 13 segundos para atingir 100 km/h.

Inicialmente equipado em 1971 com um motor de 1.0 l e 58 cv, o A112 Abarth conheceu várias versões, destacando-se as equipadas com caixa manual de cinco velocidades ou com um 1.0 l de 70 cv.

Modificação na miniatura

Uma miniatura pacientemente pintada com a ilusão de os decalques aparecessem no mercado perante agressiva publicidade.

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Miniatura

O A112 Abarth foi produzido a partir de 1972, para a "Série Europa", com as típicas caixas blister com base de cartão e cúpula de celuloide. Dois anos depois, em 1974, saiu a versão com rodas rápidas.

O modelo é derivado da versão normal, com aplicação de adesivo preto no capô. O escorpião signo zodiacal de Carlo Abarth e o logótipo da marca e a inscrição "AUTOBIANCHI ABARTH".

Abre as portas.

Os bancos são rebatíveis.

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas têm pneus de borracha

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

As rodas são de plásticos iguais aos modelos desta época no fabricante.

Fabricante Mebetoys

Pat. App. Nº

Série Europa

Referencia nº A 58

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está segura à carroçaria pelos para choques

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.

País – Itália

Anos de fabrico  a

 


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Segunda-feira, 2 de Agosto de 2021

Lancia Beta Berlina  - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Lancia Beta Berlina  - Um olhar sobre as minhas miniaturas

286ª – Lancia Beta 1800 Berlina Polistil

Um carro de apoio a equipa da Alitalia

Modelo real

Em Outubro de 1972 foi apresentado o Lancia Beta um carro de luxo de nível básico produzido pela Lancia de 1972 a 1984. Foi o primeiro novo modelo apresentado pela Lancia depois de ter sido adquirida pela Fiat em 1969. Estava disponível em versão 1600, a berlina de quatro portas com um estilo 'fastback' e a aparência de um hatchback, e motores do Fiat 132,  de 1400, 1600 e 1800 , montados transversalmente, caixa de cinco velocidades  e muito material de origem Fiat. Em 1974 foi lançada a versão 1.8ES com vidros elétricos, rodas de liga leve e teto solar.

No Salão do Automóvel de Turim, em Novembro de 1974, um motor 1300 juntou-se à gama, mas, no Outono de 1975, os motores 1600 e 1800 foram substituídos por novos 1600 e 2000 s. Os 2,0 litros melhoraram o torque no mesmo ano a Lancia voltou ao mercado americano com o Beta. Versões automáticas foram introduzidas em 1978. Em 1981, o 2.0 tornou-se disponível com injeção eletrônica. A produção da Berlina terminou em 1981

O Lancia Beta esteve disponível com várias carrocerias, ou seja, o fastback de 4 portas (Beta berlina), quatro portas e mala (Beta Trevi), coupé de 2 portas (Beta Coupé), Targa de 2 portas (Beta Spider), um 3 portas (Beta HPE) e um desportivo com motor central Lancia Beta Montecarlo.

Modificação na miniatura

Pintada com as cores da Alitalia

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Miniatura

Abre as portas da frente,

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plásticos iguais aos modelos desta época no fabricante.

Fabricante Politoys

Série

Referencia nº E 41

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.

País -

Anos de fabrico  a


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Domingo, 1 de Agosto de 2021

Citroen 2CV Pop Cross - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Citroen 2CV Pop Cross - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Pop Cross, um desporto para todos

285ª – Citroen2CV Pop Cros Auto Pilen Transformada

Eram provas muito interessantes. Os carros andavam pouco, mas a graciosidade com que descreviam as curvas ou tentavam ultrapassar, proporcionavam imagens hilariantes inesquecíveis. O pior era o pó, não havia nada que refrescasse o inúmero púbico presente

Modelo real

A versão mais recente com 3 janelas laterais que conta com a versão normal e uma de Pop Cross com o coelhinho da Playboy servem para fazer a miniatura da Auto Mundo pilotada por Mira Amaral e baseada na capa da mesma revista nº 23 de 1 a 15/10/1975 e na Rubrica Lazeres

Modificação na miniatura

Depois de desmontada e retirados os vidros e despojado de interiores, foi feito o rol bar colocado o banco e o volante.

Os guarda-lamas foram limados de acordo com os regulamentos.

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Miniatura

Levanta o capô para ver o motor.

Sem suspensão.

As rodas têm pneus de borracha de acordo com as originais.

Fabricante Auto Pilen

Referencia nº 511 - 2/74

Material – zamac

Material da placa de base – zamac

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em vitrine plástica transparente sobre uma base.

País – Espanha

Anos de fabrico 1974 a

 

 


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Sábado, 31 de Julho de 2021

Ferrari Modulo - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Ferrari Modulo - Um olhar sobre as minhas miniaturas

O acesso ao interior é por uma única abertura que desliza para a frente, semelhante ao Stratos Zero da Bertone e ao Isetta

284ª – Ferrari Modulo Auto Pilen

Já correu como Ferrari 512 S, já foi a Can Am, já foi um dream car e agora circula em New York com Jim Glickenhaus

Modelo real

De volta para o Futuro

O Ferrari Modulo é um protótipo experimental de um único volume, extremamente especial, de um carro futurista rompendo com a linguagem estilística tradicional e representando a atmosfera do início dos anos setenta

A obra-prima de Pininfarina o Ferrari Modulo foi apresentado no Salão Automóvel de Genebra de 1970, pela Pininfarina que utilizou a base de um modelo de competição precisamente o chassis e mecânica do Ferrari 512S com o número 27 um chassi originalmente construído como reserva para os 25 carros de corrida homologados 512S e 612 Can Am e kits de montagem, sobre um desenho de Paolo Martin, que utiliza novamente um chassis de competição Ferrari

Protótipo experimental único

“O Módulo é caracterizado por duas conchas corporais sobrepostas, separadas por um recorte retilíneo na linha da cintura. A montagem frontal, o dossel e o porta-malas eram unidos em uma única curva em arco, o amplo para-brisa era ladeado por vigas truncadas que iluminavam consideravelmente a extensa superfície do conjunto frontal. A progressão estilística das janelas laterais repetiu-se na impressão na parte inferior do módulo, em chapa. A montagem traseira chamou a atenção pela carenagem em torno das rodas, que se une à carroceria, criando um motivo cilíndrico de particular originalidade. O acesso ao habitáculo faz-se deslizando toda a cúpula, incluindo o pára-brisas, sobre guias especiais. O interior da cabine era simples, com dois assentos de formato anatômico e altamente alongados, envolventes, proporcionando uma posição correta de direção e uma ancoragem perfeita do motorista e do passageiro. Característica interessante é representada pela adoção de dois elementos giratórios esféricos que funcionam como aerador orientável e como suporte para os controles principais.”

Desde a compra do Modulo à Pininfarina durante a falência em 2014, que Jim Glickenhaus sonhava tornar o Módulo num carro de estrada real e utilizável, completo com um Ferrari V 12 em funcionamento. O ambicioso projeto teve seus obstáculos, incluindo quando o carro pegou fogo no Mônaco.

O sonho de há seis anos foi agora realizado e o Ferrari Modulo é agora um carro de estrada.

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Miniatura

Abre a porta e levanta o capô para ver o motor.

Motor e interior detalhado

Com suspensão.

As rodas são de plásticos iguais aos modelos desta época no fabricante.

Fabricante Auto Pilen

Série

Referencia nº M 327

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.

País – Espanha

Anos de fabrico  a

 

 

 

 


publicado por dinis às 23:18
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Sexta-feira, 30 de Julho de 2021

Duesenberg J Convertible - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Duesenberg J Convertible - Um olhar sobre as minhas miniaturas

283ª – Duesenberg Model J coupé Solido

Um cabriolet muito longo

Modelo real

Duesenberg Model J Convertible Coupe by Murphy

Na era da carroceria customizada, as criações da Walter M. Murphy Company no chassi do Modelo J da Duesenberg definiriam o estilo californiano. Linhas claras, nítidas e limpas, desprovidas de ostentação inútil, mas exagerando o peso poderoso do Duesenberg, fizeram da carroceria Murphy uma das favoritas dos compradores do Modelo J, bem como da fábrica, que incluía uma variedade de ofertas do construtor em seu catálogo.

Entre os estilos catalogados de fábrica estava o coupé conversível com uma capota que desaparecia. Esconder a pilha de tecidos e laços de madeira sob uma tampa de metal permitiu uma linha ininterrupta, que fluía do famoso radiador Duesenberg, de volta pelas portas e descia pelo convés traseiro, formando uma extensão clara e lisa de metal ininterrupto que foi delineado em um mínimo de cromo. As janelas desapareceram perfeitamente sob as venezianas cromadas quando baixadas, dando ao elegante carro de dois passageiros a aura de um verdadeiro roadster.

Acredita-se que este projeto foi instalado em chassis modelo J 27. Esses carros passaram a representar o "carro a motor mais poderoso do mundo" aos olhos de muitos entusiastas e, hoje, são os Duesenbergs mais procurados do mercado. Simplificando, todo colecionador que quer um Duesenberg, quer um Murphy Convertible Coupe com um top que desaparece.

Com o objetivo de tornar o carro o melhor que poderia ser, ele foi convertido para a especificação SJ final, utilizando um supercompressor de carburador único montado a partir de componentes meticulosamente idênticos aos que seriam usados ​​pela fábrica.

O motor com assentos de válvula e rolamentos endurecidos e, com o supercompressor, era bom para os 320 cavalos de potência cotados de fábrica. Exalando através do extraordinariamente raro e belo escapamento lateral Monel, instalado no famoso Mudd Coupe e Torpedo Phaeton com corpo Brunn, o resultado é melhor em todos os detalhes do que as modificações SJ feitas por filiais de fábrica na década de 1930.

320 bhp, 420 cu. pol. DOHC motor de oito cilindros em linha com supercompressor centrífugo, transmissão manual de três velocidades, eixos dianteiros e traseiros do tipo feixe com molas de lâmina semi-elípticas e freios a tambor hidráulico nas quatro rodas com assistência a vácuo.

Distância entre eixos: 142,5 pol.

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Miniatura

Abre as portas e levanta o capô para ver o motor.

Motor e interior detalhado

Com suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Solido

Série L´age d`or

Referencia nº 155

Material – zamac

Material da placa de base – zamac

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.

País - França

Anos de fabrico 1975 a

 

 

 

 

 

 

 


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Quinta-feira, 29 de Julho de 2021

Stratos HF Zero - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Stratos HF Zero - Um olhar sobre as minhas miniaturas

282ª – Lancia 1600 HF Stratos Bertone  Politoys

Stratos HF Zero, o início.

Modelo real

Stratos Zero de 1970 Gandini á frente na Bertone

O Stratos HF Zero é um protótipo de 1970 e um prenúncio de um modelo a ser lançado no futuro, com um desenho futurista e/ou irreverente evocando a velocidade.

Não faltam são argumentos para fundamentar este interessante concept car. E isso certamente é verdade para o Stratos Zero de Bertone, um conceito que, mais do que qualquer outro, inaugurou a era dos carros angulosos e em forma de cunha que caracterizou os anos 1970 e 1980.

A grande rivalidade de design entre Bertone e Pininfarina atingiu o ponto mais alto, com ambas as empresas aparentemente determinadas a fazer de tudo para superar uma à outra. Bertone talvez tenha aberto as hostilidades com o Marzal e com o primeiro supercarro em forma de cunha, o poderoso Alfa Romeo Carabo. A Italdesign entrou na briga com o Bizzarrini Manta e o Alfa Romeo Iguana. A Pininfarina respondeu usando todo o seu poder de fogo da Ferrari com o impressionante P5, o 512S berlinetta e o Módulo.

Apresentado a 28 de Outubro de 1970 no Salão Automóvel de Turim, era um contraponto ao Ferrari 512S Modulo da Pininfarina.

Ambos os carros têm uma qualidade escultural quase abstrata, mas o Stratos parece mais dinâmico comparado ao Módulo um tanto estático. Também é ainda mais baixo, com apenas 33 centímetros de altura.

Estava equipado de um V-4 de 1584 cc que produz 115 cavalos a 6200 rpm, retirado diretamente dow um Lancia Fulvia acidentado. A traseira do carro possui uma grade através da qual os mecanismos são claramente visíveis; o compartimento do motor é coberto por um capô triangular que se abre para a direita.

Em cada lado do carro, há duas pequenas janelas empilhadas uma em cima da outra, e a entrada e a saída são facilitadas pela abertura do grande para-brisa emoldurado. A coluna de direção pode ser movida para frente para permitir mais espaço para entrar no veículo. Simultaneamente, um mecanismo hidráulico abriu o amplo pára-brisa de Perspex, que servia como única porta do carro. Os ocupantes podiam ver diretamente à frente e acima - e pouco mais.

Nuccio Bertone conduziu o Stratos na via pública de e para os escritórios de Lancia, deslumbrando todos os que viram o cupê incrivelmente baixo e maravilhando-se com ele e quando entrou nos portões da fábrica da Lancia passando por baixo da barreira durante o dia.

Sob o título “Extrapolações”, a Swiss Automobil Revue escreveu na época: “Ideias audaciosas, mesmo aparentemente abstrusas, podem ter resultados positivos, apenas antecipados.”

Marcello Gandini  numa entrevista concedida a Giancarlo Perini em 1977, disse: “O primeiro Stratos foi desenhado tão livremente como o Autobianchi Runabout e atingiu o objetivo para o qual se pretendia: estabelecer uma ponte entre Lancia e Bertone. Depois de estabelecer a ponte, Lancia pediu-nos que tivéssemos uma ideia para um novo carro desportivo que iria aos ralis nos campeonatos mundiais. ”

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Miniatura

O cockpit e o capô traseiro podem ser abertos. Bancos e volante pretos. Painel preto. Reprodução do motor Chrome. Vidro azul. Rodas tipo estrela rápidas. Parte traseira da caixa pintada de preto, rebitada. Conjunto de chaves de desmontagem na base de plástico amarelo-laranja. É encontrada apenas na cor vermelha laranja. Decalque "Lancia" no nariz.

Abre a portas e levanta o capô para ver o motor.

Motor e interior detalhado

Com suspensão.

As rodas são de plásticos iguais aos modelos desta época no fabricante.

Fabricante Politoys

Série

Referencia nº M 23

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está cravada à carroçaria

Apresentado em vitrine plástica .

País - itália

Anos de fabrico 1971 a


publicado por dinis às 23:26
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Terça-feira, 27 de Julho de 2021

Land Rover Pickup 2 portas - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Land Rover Pickup 2 portas - Um olhar sobre as minhas miniaturas

280ª – Land Rover 109 WB Dinky Toys

Um jeep civil destinado ao uso na estrada e em qualquer outro lugar.

Modelo real

O Land Rover Série III 109 e poderá ser considerado como um SUV moderno com este agradável aumento de potência, um servo de freio reforçado, de forma que desacelerar é tão fácil, senão melhor, do que seu carro comum. Este é um verdadeiro lobo em pele de cordeiro.

Os faróis movidos para os guarda-lamas nos modelos IIA de produção 1968/ 1969 para diante para cumprir os regulamentos de iluminação australianos e americanos continuaram na série III.

A tradicional grade de metal, foi substituída por uma de plástico.

A série III continuou com as mesmas opções de carroceria da série anterior, incluindo.

O motor de 2,25 litros teve sua compressão aumentada de 7: 1 para 8: 1, aumentando ligeiramente a potência

A introdução do High Capacity Pick Up no chassis de 109 polegadas (2.800 mm) uma vez que este compartimento de carga que oferecia mais 25% de capacidade que a pick-up normal. O HCPU vinha com suspensão reforçada e era muito popular entre empresas de serviços públicos e empreiteiros.

A série III acabou por se tornar na série mais comum, com 440.000 unidades construídas de 1971 a 1985 e a saída da linha de produção em 1976 do 1.000.000º Land Rover

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Miniatura

Abre as portas e levanta o capô para ver o motor.

Motor e interior detalhado

Com suspensão.

As rodas têm pneus de borracha de acordo com as originais. São também rodas rápidas

Fabricante Dinky Toys

Pat. App. Nº 46371/69

Série

Referencia nº 344

Material – zamac

Material da placa de base – zamac

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.

País - Inglaterra 

Anos de fabrico  a

 


publicado por dinis às 22:58
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Segunda-feira, 26 de Julho de 2021

Mercedes Benz Formula 1 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Mercedes Benz Formula 1 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

279ª – Mercedes Benz W 196 Mercury

Uma relíquia encontrada…

 Modelo real

Fórmula 1 1954

O Mercedes-Benz W196 foi o modelo utilizado pela Mercedes- Benz, para disputar os campeonatos de Fórmula 1 de 1954 e 1955.

O Mercedes-Benz W 196 R projetado para a temporada de 1954 estava de acordo com a nova regulamentação de Grande Prêmio decretada pelo órgão regulador do desporto, a CSI (Commission Sportive Internationale): uma capacidade de 750 cc com ou 2500 cc sem supercharger, a escolha da mistura de gás, uma distância de corrida de 300 quilômetros ou um mínimo de três horas.

A versão simplificada foi concluída primeiro porque a corrida de Reims que deu início à temporada permitia velocidades muito altas. Depois disso, houve também uma versão com rodas expostas.

Esta obra-prima de prata, da qual foram construídas 14 unidades incluindo um protótipo, não deu hipótese aos seus adversários nos dois anos seguintes. Aerodinâmico e original era prático e visualmente atraente. A partir do Grande Prêmio da Alemanha em Nürburgring no início de Agosto de 1954 em diante, no entanto, uma versão de roda aberta (monoposto) também fez parte do line-up. Sua estrutura tubular era leve e robusta, sua suspensão com barras de torção e um novo eixo giratório de junta única na parte traseira, assim como os gigantescos freios a tambor Duplex, com refrigeração turbo e centralmente dispostos, eram excepcionalmente bons. O motor em linha de oito cilindros com injeção direta e controle de válvula desmodrômica (1954: 256 hp (188 kW) a 8260 rpm, 1955: 290 hp (213 kW) a 8500 rpm) foi instalado na estrutura espacial em um ângulo de 53 graus para a direita para abaixar o centro de gravidade e reduzir a área frontal. Além do mais, os preparativos meticulosos para cada corrida individual remontam à gloriosa década de 1930 e, ao mesmo tempo, antecipam a abordagem moderna da Fórmula Um.

Duas versões: carro monolugar e streamliner

As duas versões do W 196 R eram intercambiáveis ​​sem esforço. O chassi número dez, por exemplo, um dia brilhando com sua antiga glória em sua carroceria de alumínio totalmente novo, foi inscrito com as rodas abertas no Grande Prêmio da Argentina de 1955 (conduzido por Hans Herrmann, Karl Kling e Moss para o quarto lugar) e no Grande Prêmio da Holanda Prêmio (com Moss ao volante, terminando como vice-campeão), e totalmente aerodinâmico novamente realizado testes em Monza. Qual deles foi usado dependeu das peculiaridades do circuito, da estratégia escolhida e dos gostos e desgostos do respectivo piloto.

O histórico do W 196 R era realmente impressionante: nove vitórias e voltas mais rápidas, bem como oito poles position nas doze corridas do Grande Prêmio em que participou e, claro, os títulos de campeão mundial do Argentino Juan-Manuel Fangio em 1954 e 1955.

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Miniatura

Sem suspensão.

As rodas têm pneus de borracha de acordo com as originais.

Fabricante Mercuri

Série

Referencia nº55

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está cravada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão.

País - Itália

Anos de fabrico  a

 

 

 

 


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Domingo, 25 de Julho de 2021

Crayford Mini - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Crayford Mini - Um olhar sobre as minhas miniaturas

278ª – Crayford Mini Sprint Corgi Toys transformado

Naquele tempo foi quase uma visão para alguns. Um Mini com duas loiras de mini-saia passearam-se pela Avenida Carvalho Araújo num descapotável.

Um concurso da Heinz envolveu 57 Crayford Wolseley Hornets em prêmios.

 Modelo real

A visão de um Mini diferente surgiu quando dois amigos David McMullan e Jeffery Smith em 1961 começaram transformar um Mini usado em cabriolet.

O primeiro protótipo AFO 887 Mini Cabrio surgiu no final de 1961. As transformações foram importantes porque todas as soldaduras internas eram reforçadas por chapas metálicas, assim como todas as partes ao longo da via de transmissão e contornos das portas. O resultado é surpreendentemente rígido e de qualidade excepcional.

O Mini Sprint foi oficialmente colocado à venda a 3 de Junho de 1963.

O trabalho diário na Trojan Lambretta era completado com o trabalho noturno, até que em 1965 o BMC Mini Crayford conversível foi aprovado British Motor Company e criado o MK1 Mini conversível.

Jeff e David decidem criar a Crayford Auto Developments uma pequena empresa de uma atividade muito específica de remoção de tetos de carros comuns. O veículo que mais contribuiu para a reputação e publicidade de Crayford é, obviamente, o Mini.

Oferece uma diversão fantástica ao ar livre e é um mini incrivelmente atraente que faz as pessoas sorrirem onde quer que você vá.

A obra de conversão custou à volta de £ 150, e como pode ser visto no folheto, a empresa oferecia dois tipos diferentes: um com as janelas laterais traseiras, e outro dispensando-as.

A Heinz Foods of Wembley num inédito concurso em 1966 “Greatest Glow on Earth” ofereceu 57 Wolseley Hornet que nunca estariam disponíveis ao público.

Somente em 1993 e nos últimos anos da Rover o Mini Cabriolet foi introduzido oficialmente, o Mini Cabriolet a custar quase o dobro do valor pedido pelo modelo fechado!

A carroçaria reforçada estruturalmente e disponível em apenas duas cores, Caribbean Blue com capota cinza e Nightfire Red com capota em cor idêntica, o Mini Cabriolet original possuía as mesmas especificações mecânicas do Cooper 1.3i, um interior mais luxuoso, rodas Revolution de 12” e aplicações metalizadas.

Apenas 15 desses Crayford Minis são conhecidos pelo clube. Ao todo, aproximadamente 800 Minis foram convertidos por Crayford. Dos 57 Wolseley Hornet, 41 carros sobrevivem e cerca de metade deles ainda estão em condições de andar.

Modificação na miniatura

A carroçaria foi cortada e limado com muito cuidado e o interior foi feito com bancos dos Modelos 3 j á frente, , atrás já não me lembro. 

IMG_20210725_211432.jpg

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IMG_20210725_190702.jpg

Miniatura

Sem suspensão.

As rodas são de plásticos iguais aos modelos desta época no fabricante.

Fabricante Corgi Toys

Pat. App. Nº 3396/69

Série

Referencia nº 249

Material – zamac

Material da placa de base – zamac

A base está cravada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.

País - Inglaterra

Anos de fabrico 1969 a


publicado por dinis às 22:07
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