Terça-feira, 25 de Janeiro de 2022

Ferrari 712 Can Am - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Ferrari 712 Can Am - Um olhar sobre as minhas miniaturas

463ª – Ferrari 712 Can Am Modelos 3J

Ferrari 712 Can Am Watkins Glen 1971

Modelo real

O Ferrari 712 representa a quarta tentativa da Ferrari nas provas da Can Am, procurando bater-se de igual para igual com os então quase invencíveis Mc Laren, os quais dominavam esta prova desde 1967.

O 712 surge na Can-Am de 1971 e disputa apenas uma prova, a de Watkins Glenn, onde obteve o 4º lugar., logo atras dos dois Mc Laren e do Porsche do malogrado Jo Sifert.

Tratava-se dum modelo concebido a partir de um chassis dum 512S (#10910), mantendo as suspensões originais.  A carroçaria é nova e o motor que o equipa era o mais potente jamais feito pela Ferrari.

No final da época o carro foi vendido a NART, o importador Ferrari na América.

Poucas modificações apresenta para a primeira prova mas, na segunda aparição em Riverside as alterações introduzidas são profundas as principais inovações são as derivas verticais ao longo de toda a carroçaria, bem ao estilo Mc Laren . Embora em Riverside esta nova versão tenha obtido um lugar honroso, o 4º lugar da geral, com Jean Pierre Jarrier  mas nunca mais voltou a correr.     

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de resina de acordo com as originais.

Fabricante Modelos 3J

Série

Referencia nº 8

Material – resina

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.

País - Portugal

Anos de fabrico  a

 


publicado por dinis às 19:10
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Segunda-feira, 24 de Janeiro de 2022

De Tomaso Pantera Prototype - Um olhar sobre as minhas miniaturas

De Tomaso Pantera Prototype - Um olhar sobre as minhas miniaturas

462ª – De Tomaso Pantera Prototype Norev

DE TOMASO Pantera GT 4 n°15

Um GT4 a parecer um silhueta

Um aileron traseiro no De Tomaso Pantera e uns decalques a Norev tem mais um modelo a venda.

O De Tomaso  Pantera GT5,  agora com um aileron traseiro spoiler frontal, guarda-lamas alargados e, claro, mais potência: 350 cv a 6.000 rpm,

De 0 a 96 km/h bastavam 5,5 segundos.

Modelo real

Em 1981 a revista Popular Mechanics comparava a versão GTS a outros 15 grandes carros esporte e o declarava vencedor por larga margem. Em aceleração rivalizava com BMW M1 (de US$ 115 mil), Countach (US$ 116 mil) e Ferrari 512 BB (US$ 100 mil), mas custava bem menos, US$ 60 mil. 

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Miniatura

levanta a mala e o capô traseiro para ver o motor.

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico rapidas.

Fabricante  Norev

Série Metal

Referencia nº P 870

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está cravada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.

País - Inglaterra

Anos de fabrico  a

 

 

 


publicado por dinis às 18:35
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Jaguar XJ 12 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Jaguar XJ 12 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

461ª – Jaguar XJ12 Solido

Um modelo vendido por marcas como a Jaguar, Daimler e Vanden Plas.

 Modelo real

O XJ6 foi revelado a 26 de Setembro de 1968 no Royal Lancaster Hotel em London’s Bayswater Road com um conjunto de 9 XJ, e um preço de inferior a um Mercedes equivalente, para substituir os modelos 240 e 340, estava muito na continuidade de um estilo muito próprio da Jaguar, que em 1966 se associou à BMC para formar a British Motor Holdingpara e em 1968 englobar a British – Leyland.

O projeto denominava-se XJ4, mas a versão de produção, tornou-o no XJ6, para seis cilindros, com opção de motores XK de 2,8 litros ou 4,2 litros. A carroceria era nova em todos os aspectos e era o ápice do elegante design Jaguar que Sir William Lyons havia refinado ao longo de tantos anos. O novo carro era notável por sua suspensão que o engenheiro-chefe Bob Knight havia desenvolvido para alcançar novos padrões de manuseio e aderência à estrada, juntamente com um notável conforto para os passageiros.

Um XJ6 4,2 litros com volante à direita, nos primeiros dois anos, foi o transporte pessoal de Sir William Lyons, presidente da Jaguar Cars Limited.

A 11 de Julho de 1972 recebeu um motor de 12 cilindros em V de 5343cc, mantendo a mesma linha da carroceria, tornou-se numa das berlinas mais brilhantes da sua categoria, com um design bonito, gracioso e completamente único de uma forma que poucos outros sedans não conseguiram igualar antes ou depois.

Os sistemas de arrefecimento e refrigeração foram adaptados para o modelo receber um capot diferente. A grelha frontal é decorada com barras verticais e o emblema V12. 

Uma versão de luxo foi comercializada pela Daimler, sob o controle da Jaguar desde 1961, como Daimler Sovereign, continuando o nome da versão iniciada na Daimler do Jaguar 420.

A primeira serie do XJ foi produzida durante de 24 anos, com dois grandes facelifts em 1973 e 1979.

Uma variante mais longa, com mais dois lugares foi proposta com os dois motores.

A série 2 foi produzida de 1973 a 1979

Em Outubro de 1973, a serie 2 recebeu uma nova grelha e os para-choques mais altos de acordo com as normas Norte Americanas.

O Jaguar XJ6 C exibido no Salão Automóvel de Londres em outubro de 1973, é um elegante coupé com o mesmo volume da berlina mas somente com duas portas com uma carroceria hardtop sem pilares chamada XJ-C mas somente começaram a surgir nos showrooms da Jaguar cerca de dois anos depois

Os modelos disponíveis também eram de seis e doze cilindros, e foram construídos entre 1975 e 1978 dos quais foram 6.505 para o seis cilindros e 1.873 para o de doze.

Em 1977, a transmissão automática usada no motor de 12 cilindros foi alterada para a transmissão Turbo-Hydramatic 400 de três velocidades da General Motors, no lugar da Borg-Warner, de fabricação britânica.

A gama de modelos no Reino Unido em 1978 era composta pelo Jaguar XJ 3.4, XJ 4.2, XJ 5.3, Daimler Sovereign 4.2, Double-Six 5.3, Daimler Vanden Plas 4.2 e Double-Six Vanden Plas 5.3

Um total de 91.227 modelos da Série II foram produzidos, dos quais 14.226 foram equipados com o motor V12.

Um número reduzido de versões do Daimler do XJ-C foram entretanto construídas, enquanto o protótipo do Daimler Vanden Plas XJ-C nunca entrou em produção,

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O Jaguar da Solido a “navegar sobre o L`Automobile nº 302 de Janeiro de 1979 com as fotos do protótipo de Serie 3

Miniatura

Abres as portas.

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Solido

Série

Referencia nº 96 – 7/79

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.

País - França

Anos de fabrico  a

 


publicado por dinis às 01:28
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Sábado, 22 de Janeiro de 2022

Citroen LN - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Citroen LN - Um olhar sobre as minhas miniaturas

460ª – Citroen LN Solido

Citroen ou Peugeot?

 Modelo real

Citroën LN (1976–1978)

O novo modelo da Citroen, o LN foi lançado no Salão de Paris em 1976 e colocado à venda em Julho, com a carroceria do Peugeot 104 Z, a versão curta do Peugeot 104, o LN, foi montado numa fábrica da Citroën e equipado com um motor Citroën.

A Peugeot tinha adquirido recentemente a Citroen e o LN contrastava fortemente com as garantias de que as duas marcas manteriam sua individualidade. O LN foi o primeiro "novo" Citroën, mas os puristas da Citroën não gostaram, pois além do motor, o carro era puro Peugeot. O LN tinha a carroceria do 104 Coupé e o motor do Citroën. O Citroen LNA era um Peugeot 104.

O Citroën LN (Hélène) e o Citroën LNA (Hélèna) continva a tradição de designar modelos da Citroen numa homenagem a deusas, evidenciada pela primeira vez no DS, que significa 'deusa' em francês.

A gama Citroen tinha o Visa, o CX mas ainda incluía o Ami e a Dyane, Mehari, bem como o venerável 2CV que ainda continuaria em produção e com montagem em Portugal.

O LN (Hélène) estava equipado com o econômico motor a gasolina de dois cilindros de 602 cc do Citroën 2CV. Os níveis de equipamentos eram baixos, mas os principais argumentos de venda do LN eram seu baixo preço e custos de operação.

Os níveis de equipamento eram mínimos, mas o LN vendeu bem graças ao seu baixo preço e idênticos custos de funcionamento.

O Citroën LN foi fabricado entre 1976 e 1978 e o sucessor Citroën LNA de 1978 a 1986.

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Miniatura

Abres as portas, levanta a mala.

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante  Solido

Série

Referencia nº 72 – 3/78

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.

País - França

Anos de fabrico  a

 


publicado por dinis às 20:24
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Sexta-feira, 21 de Janeiro de 2022

Aston Martin DB5 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Aston Martin DB5 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

459ª – Aston Martin DB5 Corgi Toys Transformada

Era o Aston Martin de James Bond mas, passou a um normalíssimo DB 5 que também podia ser Vantage.

 Modelo real

O Aston Martin DB5 lançado em 1963, para substituir o DB4, uma continuação do projecto da Carrozzeria Touring e a sua carroçaria Superleggera construída em liga de magnésio.

O motor de seis cilindros em linha todo em alumínio, dupla árvore de cames à cabeça, três carburadores SU e 3.995 cc de cilindrada, que desenvolvia potência entre os 282 e os 330cv, na versão Vantage.

Uma caixa manual de quatro velocidades e pouco tempo depois,uma caixa de cinco velocidades manuais da ZF,alem de poder ser encomendado com uma caixa automática de três velocidades da BorgWarner.

É um Coupê de 2 portas e 2+2 lugares, também disponível em descapotável de 2 portas, o Vantage, mais potente e uma Shooting brake de 3 portas baseadas numa ideia do protótipo do DB5 shooting break produzido pela fábrica de David Brown, para um um ávido caçador e proprietário de cães. E que talvez 11 a 12 cupês foram modificados para a Aston Martin pelo construtor de carrocerias independente, Harold Radford

Em produção entre 1963ª 1965  num total de 1.059 unidades.

Modificação na miniatura

Um velho modelo Aston Martin de James Bond ao qual lhe retirei o que ainda restava.

Ainda há vestígios a utilização de gesso, talvez por falta de barro plástico, para tapar os buracos da s metralhadoras e completar o para-choques da frente

O tecto de vinil foi conseguido com um bocado de papel higiénico e depois pintado. 

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas têm pneus de borracha de acordo com as originais.

Fabricante Corgi Toys

Série

Referencia nº 218

Material – zamac

Material da placa de base – metal

A base está cravada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão.

País – Inglaterra

Anos de fabrico  a


publicado por dinis às 18:43
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Quinta-feira, 20 de Janeiro de 2022

Renault 5 Le Car Van - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Renault 5 Le Car Van - Um olhar sobre as minhas miniaturas

458ª – Renault 5 Le Car Van Auto Pilen transformada

Modelo real

A Heuliez criada em 1920 por Adolphe Heuliez, que começou fazendo carroças puxadas por cavalos, apresentou em 1979 uma das carrinhas mais pequenas do mundo, como um exercício estilo, o Renault 5 Le Car Van, aproveitada pela Renault numa tentativa de conquistar o mercado nos Estados Unidos, quando em 1976 em cooperação da AMC (American Motors Corporation) lançou a comercialização de seu Renault 5 nos Estados Unidos sob o nome AMC "Le Car"

A Renault tornar-se-ia na maior acionista da AMC em 1980 e aumentaria a sua participação até aos 49%.

A principal alteração e a mais visível foi na traseira do Renault 5, quando retirou os vidros laterais traseiros e os substituiu por um painel de poliéster injetado com vigia escurecida com moldura em alumínio, e a porta traseira envidraçada por uma porta inteiriça em poliéster, com vigia rectangular do mesmo tipo como nos dos painéis laterais.

A roda sobressalente foi colocada na tampa traseira e coberta com uma tampa com a inscrição “Car Van” inspirado nas vans americanas que estavam na moda. Disponível nas versões TS, automáticas, mas também para empresas. Isso ofereceu uma ampla escolha de 2 a 4 lugares.

A carroceria principal é preta mas também foi disponibilizada em branco ou nas cores padrão da Renault onde se destaca uma faixa de arco-íris nas laterais e na traseira. A parte inferior do corpo e o capô também trazem a inscrição identificando o modelo. O compartimento traseiro, é um verdadeiro pequeno salão acolchoado totalmente coberto com carpete ocre de alta qualidade, sem o banco traseiro.

O interior também foi modificado embora idêntico ao do R 5 de série, pode beneficiar, como opção, de bancos reestofados em vermelho persa, tapete vermelho no chão e nos painéis das portas.

A modificação inicialmente baseada no modelo "R5 TS" e, a partir de 1980, nos modelos "R5 Automatic" e "R5 Alpine".e rodas de alumínio Amyl.

A Heuliez podia levar muito mais longe o luxo dos acessórios para encomendar.

A Heuliez também produziu uma versão para empresas " do Car Van, chamada Van Cargo sem a roda sobressalente externa, rodas comuns e um compartimento traseiro sem a carpete.

O cliente deveria fornecer um Renault 5 e pagar o custo de conversão de 12.500 francos, ou 40% do preço do carro.

O Car Van TS custava 47500F.

O modelo foi produzido entre 1979 e 1983 com cerca de 450 unidades construídas.

Modificação na miniatura

Retirados os vidros traseiros foram tapados com um bocado de lata e cobertos com barro plastídio.

O modelo foi pintado e acrescentado com um cano de escape duplo.

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Miniatura

Abres as portas, levanta a mala .

Os bancos são rebatíveis.

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

As rodas são de plástico Whizzwheels.

Fabricante  Auto Pilen

Série

Referencia nº 349

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.

País - Espanha

Anos de fabrico  a


publicado por dinis às 20:00
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Quarta-feira, 19 de Janeiro de 2022

 Lincoln Continental - Um olhar sobre as minhas miniaturas

 Lincoln Continental - Um olhar sobre as minhas miniaturas

457ª – Lincoln Continental Tekno

Uma relíquia encontrada no Bazar perto do Salão de Chá nas Pedras Salgadas durante uma das nossas idas aos bailes.

Ainda te lembras Beto e das aventuras no Taunus do teu Pai.  

Modelo real

A quarta geração

Edsel, o filho único do casal Henry e Clara Jane Bryant Ford teve papel decisivo na aquisição em 1922 da firma criada por H.M. Leland, o fundador da Cadillac, a Lincoln Motor Company.

O seu envolvimento no desenvolvimento de um carro de estilo europeu foi determinam-te na Lincoln que durante vários anos produziu carros de luxo cada vez maiores com barbatanas e cromados e requinte para conquistar Nelson Rockefeller, Frank Sinatra, John F. Kennedy e até Elvis Presley, um dos mais notórios clientes da rival Cadillac. 

O Continental abandonou a denominação Mark em 1961, adotando um desenho recto, limpo e minimalista de quatro portas, nas versões sedan e conversível, continuava baseado no chassis Thunderbird agora de 1961, mas com duas portas adicionais, conforme exigido pelo presidente da Ford, Robert S. McNamara. O estilista veterano Elwood Engel produziu um dos projetos mais influentes da década de 1960, por salvar a linha Continental.

O novo e mais pequeno Continental era um sedã hardtop de quatro portas e um conversível de quatro portas com uma distância entre eixos de 123 polegadas, mais de 30 centímetros mais curto que o enorme Continental de 1960 onde ambos os modelos apresentariam portas traseiras “suicidas”, facilitando muito a entrada e saída dos passageiros do banco traseiro

O novo design foi homenageado pelo Industrial Design Institute com uma medalha especial de bronze.

No fatídico dia 22 de Novembro de 1963, JFK, num Lincoln Continental azul em Dallas, acompanhado pela Primeira Dama Jacqueline Kennedy e o governador do Texas John Connalty. Quamdo em Dealey Plaza, vários tiros disparados, matando John F. Kennedy e ferindo o governador.

Ia a passar pela Pastelaria Rosas quando vi na televisão as imagens do atentado imediatamente atravessei a rua Serpa Pinto para no Excelsior para saber as notícias.

A série IV foi fabricada entre 1961 e 1969.

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Miniatura

Esta tarde quando fotografei o Lincoln perdi a roda suplente. 

Interior em peça única

Sem suspensão.

As rodas têm pneus de borracha de acordo com as originais.

Fabricante Tekno

Série

Referencia nº 829

Material – zamac

Material da placa de base – metal

A base está cravada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão.

País - Dinamarca

Anos de fabrico  a


publicado por dinis às 18:17
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Terça-feira, 18 de Janeiro de 2022

Maserati A6 GCS - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Maserati A6 GCS - Um olhar sobre as minhas miniaturas

456ª – Maserati A6 GCS Modelos 3J

A primeira corrida que vi tinha cinco Maserati e entre eles dois A6 GCS, sabia que eram vermelhos, mas como eram só conhecia uma foto do da Maria Teresa e tinha melão, o dilema agora era: com “melão” sem “melão”.

Como o de Le Mans tinha melão para esta miniatura, retirei-o, tal como o modelo das Mille Miglia de 1954 e pilotado por L. Musso/Zecco e ainda está assim hoje.

Modelo real

O modelo da Maria Teresa de Filippis a primeira senhora a correr em Vila Real em 1958 sabia que tinha melão baseado numa foto da revista Mundo Motorizado.

O Maserati A6 GCS Bialbero de Manuel Nogueira Pinto que utilizou na prova e na qual o seu Pai José Nogueira Pinto, utilizou o Osca 1500, eu não tinha uma única foto.

O Maserati A6GCS equipe de fábrica da Maserati durante a temporada de 1954, nas mãos do famoso piloto da Maserati e da Ferrari, Luigi Musso. O carro viu vários pódios e primeiros lugares na classe com a Maserati, inclusive na Targa Florio, Imola, e mais notavelmente alcançando o 3º lugar geral na Mille Miglia de 1954. Após a temporada de 1954, o chassi no. O 2078 foi vendido para Ricardo Grandio, um piloto argentino, que o utilizou das temporadas de 1955 e 1956, terminando em 3º na geral nos 1000 km de Buenos Aires. Depois de passar por uma série de proprietários sul-americanos, o Maserati voltou á Europa no início dos anos 1980, onde o industrial italiano o levou novamente às Mille Miglia de 1987 a 1992, e mais uma vez em 1995.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são em resina de acordo com as originais.

Fabricante Modelos 3J

Série

Referencia nº 9

Material – Resina

Fabricado em resina num bloco único.

Apresentado em caixa de cartão.

País - Portugal

Anos de fabrico  a

 


publicado por dinis às 20:03
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Segunda-feira, 17 de Janeiro de 2022

Fiat 128 Coupé - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Fiat 128 Coupé - Um olhar sobre as minhas miniaturas

455ª – Fiat 128 coupé Mebetoys

Um Fiat para se intrometer com o Alfa Romeo Giulia GTA 1300 Junior

 Modelo real

O glorioso Fiat 1100 foi substituído pelo 128 em Abril de 1969 e pouco depois foi apresentado um coupé derivado da berlina no 53º Salão de Turin em 1971.

 O 128 Coupé, também conhecido por 128 Sport, é um coupé de 2 portas e 4 lugares baseado no chassis do 128. O coupê tinha uma distância entre eixos 23 cm mais curta e esteiras 20 mm mais largas na frente e 45 mm mais estreitas na traseira

Disponível em quatro variantes com dois motores diferentes, o 1100 do sedam 128 e 1300 do 128 Rally estreado no Salão Automóvel de Genebra em 1971 mas, com mais alguns cavalos suplementares

No acabamento o modelo base, o S tinha faróis dianteiros retangulares únicos e rodas e tampões do sedam. O mais caro o SL Sport Lusso apresentava faróis redondos quádruplos, semelhantes ao 124 coupé, uma grelha específica, rodas desportivas de aço sem tampões, acabamento cromado da janela, maçanetas e tampa de combustível e faixas decorativas pretas ao longo das soleiras e no painel traseiro. No interior, volante revestido de couro sintético, estofamento de couro perfurado, conta-rotações e indicador da temperatura e forro de teto preto.

Foi produzido entre 1971 e 1975 e substituído pelo 128 3 Portas, uma atualização estilo  hatchback do coupé 128, que continuava a coabitar com o  X1/9 de motor central.

De acordo com o Anexo "J", introduzido em 1970, o Fiat 128 foi homologado no Gr. 1, Turismo com preparação muito limitada, quanto no Gr. 2, o chamado Turismo Especial, que fazendo parte das regras do antigo Gr. 5, permitia amplas margens de intervenção para a preparação do motor e a homologação de peças opcionais sujeitas à produção de um mínimo de 100 peças por ano.

Participou no Campeonato Europeu de Turismo por intermedio da Scuderia Filipinetti com algumas vitórias á classe

Em 1973 acaba a Filipinetti com o falecimento do Conde.

Em Portugal foi pilotado por Fernando Soares e Paulo Lagoa que nos deliciaram no Circuito de Vila Real.

Um exemplar nacional vindo de Angola foi vendido em 2015 a Jerry Seinfild, comediante que no seu programa, leva convidados a tomar café a bordo de um automóvel Clássico.

Modificação na miniatura

As rodas foram substituídas

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Miniatura

Abres as portas,

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico e rápidas e foram substituídas por outras das quais não me lembro a origem.

Fabricante Mebetoys

Série Europa

Referencia nº A 77

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.

País – Itália

Anos de fabrico  a

 

 

 

 


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Domingo, 16 de Janeiro de 2022

Triumph TR2 Le Mans - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Triumph TR2 Le Mans - Um olhar sobre as minhas miniaturas

454ª – Triumph TR2 Le Mans Modelos 3J

À chegada a Le Mans!!!

Modelo real

O que se aprendia com a folha de instruções dos Modelos 3J

“ O aparecimento e criação do Triumph TR2 deveu-se principalmente a Sir John Black, director então da Standard- Triumph, o qual sempre desejaria construir um carro que fosse simultaneamente de Turismo e de competição. O novo modelo destinava-se também a coupar o vasio existente no mercado entre o MG TD e o Jaguar XK120. Concebido como um carro de sport, e utilizando o chassis do antigo Flying Nine/Tem de 1936, devidamente actualizado, e as suspensões do Mayflower, o protótipo do novo modelo é apresentado no Motor Show de 1952 com um motor do Vanguard mais trabalhado. É quase imediatamente seguir á exposição que Ken Richardson surge ligado ao projecto do TR2 a convite de Ted Grisham e Sir John Black. A sua participação foi considerada fundamental para o aperfeiçoamento do modelo. 

Um novo chassis é desenhado e construído, as suspensões e o motor são melhoradas, a carroceria ligeiramente alterada. O novo carro ultrapassa agora as 100 milhas por hora e o motor debitava 90hp.

Em 1953 é feita uma tentativa para bater o record de 120 milhas/hora estabelecido pouco antes na autoestrada Ostend-Bruxelas por Sheila Van Damm num Sumbeam, Alpine. Conduzindo um TR2 com uma carroceria normal,mas ligeiramente mais aerodinâmica, Ken Richardson bate o record no mesmo local e passa-o para 124, 095 milhas por hora.

Para as 24 Horas de Le Mans de 1955 a fábrica preparou cuidadosamente a sua participação, três equipas de fábrica são inscritas e aparecem em La Sarte com a intenção de tentar classificar os três carros no final e se possível, obter uma vitória na classe.  

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas têm pneus de borracha

As rodas são de resina de acordo com as originais.

Fabricante Modelos 3J

Série

Referencia nº 7

Material – resina

Apresentado em caixa de cartão.

País - Portugal

Anos de fabrico  a

 


publicado por dinis às 18:58
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