Terça-feira, 16 de Abril de 2024

Williams Renault FW17 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Williams Renault FW17 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1174ª – Williams Renault FW17 1995 Onyx Semanário 

Williams Renault FW17 1995 Hill Grande Prémio de Portugal 1972 2º

Modelo real

Naquela época, os dois maiores candidatos ao título tinham o mesmo motor, era nos seus chassis, que procuravam a supremacia.

Os Williams, era radicalmente diferente dos anos anteriores, para conseguir superar o desenho e as capacidades do seu rival, Michael Schumacher.

O FW17 foi o primeiro design da equipe desde 1991, uma vez que os dois carros anteriores foram evoluções do FW14, devido ao novo técnico regulamentos para a temporada de 1995.

O Williams FW17 foi desenhado por Adrian Newey e apresentava o nariz levantado na frente, um chassis redesenhado, feito de fibra de carbono, com um motor Renault V10 de 3 litros, caixa semi-automática de seis velocidades feita pela Williams.

Para a qualificação do Grande Prémio de Portugal, em Setembro, a Williams trouxe a "evolução B" para a pista, com a nova traseira, difusor uma caixa de velocidades melhorada.

Na corrida o Williams FW17B, não foi utilizado.

Na prova Damon Hill foi 3º e David Coulthard o vencedor a conseguir a sua primeira vitória da sua carreira naquele fim de semana,

Alguns show car do Williams FW17 de 1995, foi construídos pela equipe Williams para seus patrocinadores Rothmans/Winfield utilizados para atividades de promoção.

Muitas peças originais do carro como  o chão, Pranchas, Rodas OZ Pneus (viagem), Discos de freio (dianteiros), Pinças de freio,Assento, Volante, Painel, Cintos, Remos, Tampa do motor.

Mas, atenção, este carro não pode ser transformado num carro de corrida, é apenas um show car.

A equipe, perdeu em ambos os títulos pora Michael Schumacher e a Benetton. O FW17 alcançou 12 pole positions, mas Schumacher costumava ser mais competitivo no dia da corrida. A Benetton tomou melhores decisões estratégicas durante as corridas e Schumacher conseguiu vencer nove corridas contra o total combinado de cinco de Hill e Coulthard.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Onyx

Série Colecção Semanário

Referencia nº237 preço

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País – Portugal, feito na China

Anos de fabrico  a

 


publicado por dinis às 18:11
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Segunda-feira, 15 de Abril de 2024

Ferrari 412 T2 1995 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Ferrari 412 T2 1995 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1173ª – Ferrari 412 T2 1995 Onyx Semanário

A primeira Coleção de Press em Portugal e que eu conheço foi a do Jornal Semanário e colocadas segundo a sua referência

Como ia frequentemente adquirir a revista Modelismo e ver outras revistas e jornais de automobilismo  na Papelaria da Guia a D. Dulce guardou-me um exemplar das miniaturas do Jornal Semanário que um cliente não quis, e com eram baratas trouxe outra para o Emanuel.

Uma colecção para o Pai, outra para o Filho.

Modelo real

Michael Schumacher conquistou o seu segundo Campeonato Mundial Fórmula 1 em 1995 pela Benetton, enquanto Luca di Montezemolo, se  preparou para o Campeonato de Fórmula 1 e para isso chamou designer de carros de F1, John Barnard, em 1992, Jean Todt para ser Diretor desportivo em 1993, antes de fabricar os melhores motores para a Scuderia, incluindo o ex-designer da Honda, Osamo Goto, e o designer de chassis da Minardi, Gustav Brunner. O principal engenheiro de corrida da McLaren, Giorgio Ascaelli, e o aerodinamicista da Benetton, Willem Toet.

A Ferrari entrou na temporada de Fórmula 1 de 1995 com o 412 T2 de fibra de carbono, projetado pelos gurus do chassis da F1, John Barnard e Gustav Brunner, e movido pelo novíssimo e final motor V12 Ferrari F1, o Tipo 044 de 3,0 litros. O motor V12 foi posicionado mais à frente graças a uma célula de combustível menor de 140 litros sob os novos regulamentos e montado em uma caixa de câmbio Ferrari semiautomática transversal de seis velocidades.

Este foi o último carro de Fórmula 1 a ser equipado com motor V12 e seria o último carro V12 de Fórmula 1 a vencer um Grande Prêmio, no Grande Prêmio do Canadá de 1995, com Jean Alesi dirigindo com tranquilidade, controlou a vantagem para Barrichello e conquistou a sonhada primeira vitória, no dia do aniversário, para delírio dos ferraristas presentes no circuito Gilles Villeneuve e também do público local, com o famoso número 27 com o qual o ídolo canadense se consagrou pilotando pela equipe italiana.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Onyx

Série Colecção Semanário in Pole Position

Referencia nº 237 preço

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País – Portugal, feito na China

Anos de fabrico  a

 


publicado por dinis às 18:27
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Domingo, 14 de Abril de 2024

Alfa Romeo 155 V6 TI DTM 1994 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Alfa Romeo 155 V6 TI DTM 1994 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1172ª – Alfa Romeo 155 V6TI DTM 1994 A.NANNINI Minichamps

Alfa Romeo 155 V6 TI DTM '94 A Nannini #2

Modelo real

O Alfa 155 elaborado pela Alfa Corse a equipe de corrida de fábrica, para 1993 e como todos os carros DTM, o 155 TI foi construído de acordo com as especificações da Classe 1 da FIA. O motor era um V6 de 2,5 litros capaz de algumas rotações insanas. A linha vermelha para o carro foi em torno de 12.000 rpm, produzia 420 cv e 215 lbft de torque. Com seu chassis leve de fibra de carbono e AWD, tudo isso resultou em um impressionante carro de corrida.

Após a extraordinária vitória de Nicola Larini no DTM de 1993, sobre o rival Mercedes-Benz Classe C e conquistar o campeonato de fabricantes.

Para a 1994 a Alfa Romeo continuou a desenvolver o 155 V6 TI agora com os regulamentos alterados.

O motor foi iluminado e abaixado; o carro foi rebaixado em 60 mm e modificado na aerodinâmica. introduzidos o ABS e a suspensão ativa controlada eletronicamente, desenvolvidas em colaboração com a TAG Electronics.

Dois 155 oficiais da Alfa Corse foram confiados a Larini e Nannini, enquanto outros três foram administrados pela Schubel Engineering para a França,

Na penúltima prova, um incidente em Alemannenring, em Singen, Alemanha.

Durante a primeira corrida, Nannini foi tocado por outro 155 TI na pista foi aos pneus e encerrou a corrida.

Na segunda corrida, Naninni utilizou o carro do companheiro de equipe Giorgio Francia. Nannini largou em último, mas rapidamente subiu no campo. Entre tirar as rodas do 155 e um pouco de sorte com a quebra de outros carros, Nannini se viu em quarto lugar em pouco tempo.

Em quarto lugar e enquanto negociava o gancho apertado de 180 graus, o 155 de Nannini foi tocado por Roland Asch no Mercedes AMG.

Depois de voltar à pista, Nannini vai aos boxes e ganha um jogo de pneus novos. Subir de volta na hierarquia não estava em sua mente; ele estava em busca de vingança. Depois de mais algumas voltas, Nannini alcançou Asch e posicionou seu carro diretamente atrás dele.

Depois veio uma curva de 90 graus no Alemannenring e enquanto Asch desacelerou para a curva, Nannini não o fez e manteve o pé no pedal. O Alfa bateu na traseira do AMG, fazendo com que ambos os carros desviassem para a área de ultrapassagem.

Com os dois pilotos fora da disputa, o companheiro de equipe de Asch, Klaus Ludwig, conquistou o campeonato de 1994.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Minichamps

Série Pauls Model Art

Referencia nº preço 7500$00

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País – Alemanha

Anos de fabrico  a

 


publicado por dinis às 18:11
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Sexta-feira, 12 de Abril de 2024

Mercedes Benz AMG C 180 DTM 94 R. Asch - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Mercedes Benz AMG C 180 DTM 94 R. Asch - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1171ª – Mercedes Benz AMG C 180 DTM 94 Roland. Asch Minichamps

Mercedes Benz AMG C180 DTM 1994 Team AMG "Tabac-Sonax" #3 Roland Ash

957ª – Mercedes Benz 190  2.3 16 S  Solido

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/mercedes-benz-190-16-s-um-olhar-sobre-1730427

1023ª – Mercedes Benz - 190 16s 1987 Veren

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/mercedes-benz-190-e-2-3-16v-um-olhar-1771810

1167ª – Mercedes C C 190 Evo1 AMG Koning Pilsener Thiim 1990 Minichamps

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/mercedes-benz-190e-2-5-16-evo-1-um-1860299

Modelo real

Os carros tipo silhueta aumentaram em 1994, por causa do novo regulamento no DTM, embora a parecerem carros de turismo, tinham o motor e suspensão com muito pouco em comum com os carros de turismo de produção.

O motor de corrida, por regulamento, tinha que compartilhar o mesmo ângulo entre bancadas e o mesmo espaçamento entre a linha de centro dos cilindros de um motor de produção, podendo ter dois cilindros removidos em relação ao bloco de série, por isso o V-8 poderia ser transformado num V-6.

A Mercedes adaptou o projeto W202 do primeiro Classe C, apresentado em 1993, removeu a sessão dianteira do carro de rua e substituiu- a por um subchassi tubular, o novo modelo de pista teria um alojamento diferenciado para o motor, bem mais baixo e recuado.

O motor escolhido por Bernd Ramler, responsável pelos motores de corrida da AMG e Erhard Melcher, engenheiro e um dos criadores da AMG, foi um novo V-6, baseado no V-8 dos carros maiores da marca. Este V-8, conhecido como modelo M119, tinha 4,2 litros de cilindrada e um ângulo entre bancadas de 90°.

A Mercedes disponibilizou quatro carros para a equipe oficial AMG e dois á da Zakspeed, uma equipe particular, com o apoio total da fábrica. Nº 4 Bernd Schneider, Nº3 Roland Asch, N7 Klaus Ludwig e Nº8 Ellen Lohr defenderiam a AMG-Mercedes Team, enquanto que Kurt Thiim e Jörg van Ommen correriam pela Zakspeed.

A temporada do Deutsche Tourenwagen Meisterschaft de 1994 foi a décima primeira temporada do principal campeonato alemão de carros de turismo e também a nona temporada sob o nome de Deutsche Tourenwagen Meisterschaft. A época teve dez provas. com duas corridas cada e mais duas provas realizadas fora da Alemanha, mas que não contaram para o campeonato.

Roland Ash foi 2º nas duas provas em Zolder e no Alemannenring, circuito no Sul da Alemanha, quando Alessandro Nannini, no Alfa Romeo, corria à frente de Asch, ao aproximar-se de um carro da frente, Nannini travou momentaneamente as rodas traseiras na entrada do gancho, recupera o controle e tomou a linha de corrida para a curva. Asch bateu na lateral de Nannini, girando-o e danificando seu carro. Depois de entrar nos boxes, Nannini voltou atrás de Asch e intencionalmente o empurrou para fora da pista em vingança. Como resultado disso, o companheiro de equipe de Asch na Mercedes, Klaus Ludwig, venceu o campeonato, apesar das doze vitórias da Alfa Romeo e oito da Mercedes, a Alfa perdeu o campeonato pela falta de constância e regularidade. Jörg van Ommen foi 2º, e só depois vieram os dois pilotos principais da Alfa.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Minichamps

Série

Referencia nº preço 7500$00

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País – Alemanha

Anos de fabrico  a

 


publicado por dinis às 18:38
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Quinta-feira, 11 de Abril de 2024

Renault 5 Maxi Turbo - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Renault 5 Maxi Turbo - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1170ª – Renault 5 Maxi Turbo Solido Renault

Renault 5 Maxi Turbo Tour de Corse 1985 Jean Ragnotti/Pierre Thimonier

817ª – Renault 5 Turbo Solido

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/renault-5-turbo-um-olhar-sobre-as-1618310

854ª – Renault 5 Maxi Turbo Solido

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/renault-5-maxi-opal-um-olhar-sobre-as-1644957

877ª – Renault 5 Turbo 2 Heler transformado

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/renault-turbo-cabrolet-um-olhar-sobre-1664301

918ª – Renault 5 Turbo Solido

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/renault-5-turbo-um-olhar-sobre-as-1699700

Modelo real

O Renault 5 preto, guiado por Guy Fréquelin, revelado à comunicação social, na pista de Lédenon, em novembro de 1978, um mês após o lançamento do protótipo exposto no Salão Automóvel de Paris, seguiram-se outras evoluções.

Em 1984, o Renault 5 Turbo (822) deu origem ao Renault 5 Turbo (8221), já a pensar numa versão ainda mais exclusiva, o mítico Renault 5 Maxi Turbo que, surgiu em 1985, e do qual foram apenas produzidas 20 unidades de competição.

Um design muito mais agressivo, apêndices de maiores dimensões conferiam-lhe outra carga aerodinâmica, e um motor revisto com a cilindrada aumentada para 1.526 cm3, capaz de "disparar" 350 cv de potência.

Mais potência, mais binário e um enorme trabalho efetuado também na perda de peso, que permitiu que este bólide não ultrapassasse os 905 kg, foram fatores importantes, que ajudavam, não só nas suas impressionantes performances, como no equilíbrio dinâmico. Para isso também contribuíam um sistema de travagem potente e eficiente, direção mais direta e a montagem de novos amortecedores.

O mais poderoso Renault 5 Turbo de sempre, mas também o mais fácil de conduzir, dada a redução do tempo de resposta do turbo, efetuada pelos técnicos da marca, tornou-se mais "dócil" e também mais competitivo.

O Renault 5 Maxi Turbo estreou-se em 1985 onde os protótipos do Grupo B participaram no Tour De Corse, marcada pelo acidente de Attilio Battega quando bateu com o Lancia 037 numa árvore, do lado do motorista, matando-o instantaneamente, enquanto o  co-piloto, Maurizio Perissinot, sobreviveu ileso.

Outras desistências também incluíram Ari Vatanen, Walter Rohrl e Didier Auriol num outro Renault Maxi 5 Turbo.

O vencedor foi Jean Ragnotti e o co-piloto Pierre Thimonier ao volante de um Renault Maxi 5 Turbo.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Solido

Série Boutique Renault

Referencia nº preço 1907$00

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País – França

Anos de fabrico  a

 


publicado por dinis às 19:24
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Quarta-feira, 10 de Abril de 2024

BMW 502 Coupé - Um olhar sobre as minhas miniaturas

BMW 502 Coupé - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1169ª – BMW 502 Coupé Detail Cars

BMW 502 Coupé  tecto de abrir1954-

Modelo real

A BMW lançou a versão cupê 502 no Salão Automóvel de Genebra de 1954, com o objetivo de criar uma variante mais desportiva do modelo 501 anterior.

Apesar de partilhar o chassis e a carroçaria com o 501, deste novo modelo coupé foi inicialmente equipado com um inovador motor V8 2.6L construído com componentes leves que debitava 100 cv. O motor foi acoplado a uma caixa manual de 4 velocidades. Mais tarde, uma variante 3.2L desta unidade V8 foi introduzida como opção, estabelecendo um novo padrão de saída de 190 km/h. O motor do 502 foi o primeiro motor V8 do pós-guerra.

O chassis do carro era mais robusto e oferecia melhores classificações em termos de colisão frontal/lateral, enquanto o depósito de combustível estava posicionado de forma a minimizar o perigo de explosão em caso de acidente. Outras diferenças em relação ao modelo 501 foram os acabamentos exteriores cromados e o design interior, bem como o óbvio formato cupê de 2 portas, recursos padrão como bancos dianteiros individuais e faróis de neblina.

O BMW 502 registrou vendas baixas devido ao aumento do preço, que era cerca de quatro vezes o salário médio na Alemanha. Tanto o 501 como o 502 foram apelidados de “Anjo Barroco” devido ao seu design fluido.

Os modelos cupê e cabriolet foram projetados por Baur, um respeitado construtor de carrocerias que já conhecia os padrões da BMW ao lidar com os conversíveis BMW desde 1930.

Os modelos 501 e 502 foram descontinuados em 1958, sendo renomeados como BMW 2.6, respectivamente BMW 2.6 Luxus.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Detail Cars

Série

Referencia nº 240 preço 3995$00

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País – Alemanha

Anos de fabrico  a


publicado por dinis às 18:49
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Terça-feira, 9 de Abril de 2024

Porsche 911 GT2 Irmãos Breyner - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Porsche 911 GT2 Irmãos Breyner - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1168ª – Porsche GT2 “Jumbo Le Mans 1997 Vitesse

Porsche 911 GT2 #73 #0460002 - Roock Racing 11º 24H Le Mans 1997 - Manuel Mello- Breyner/ Pedro Mello-Breyner/ Tomaz Mello-Breyner

Modelo real

O primeiro piloto português em Le Mans foi Carlos Manuel Reis, em 1960, acompanhado por Raymond Quilico num Stanguellini Bialbero 740, que desistiu com problemas de motor.

Em 1969 encontramos a inscrição do Scodec-Diva Martin Valkyrie por Alain de Cadenet, para “Nicha” Cabral e Anthony Beeson mas, não foi aceite. M.A.Cabral voltou a estar inscrito em 1970, desta vez ao lado do suíço André Wicky, mas mais uma vez não participou na prova. Somente em 1972, na Ecurie Bonnier, juntamente com Gérard Larrousse e Hughes de Fierlant ao volante de um Lola T280-Ford, entanto, um desacordo com Jo Bonnier “Nicha” acabaria por nunca pilotar durante a prova, já que o carro para o qual ele estava destinado desistiu ainda durante as primeiras horas com problemas de embraiagem e, no outro Lola, Jo Bonnier sofreu um acidente fatal durante a madrugada.

Pilotos que mostraram o seu valor em Vila Real, Manuel, o mais velho Tomaz era o irmão do meio e Pedro, o mais novo. eram presenças notadas principalmente no Circuito de Vila Real, onde todos participaram, protagonizam uma estreia, na prova de La Sarthe, com uma equipa exclusivamente composta por três irmãos, em 1996 a Le Mans com o nº76 Porsche 911 GT2 do Team Jumbo Pão de Açúcar,  mas falham a pré-qualificação , com o 61º tempo.

Os irmãos voltam novamente no ano seguinte, a 14 e 15 de junho 1997 a Le Mans, agora ao volante de um Porsche 911 GT2 da Roock Racing.

Nos treinos Pedro foi o maia rápido  o que lhes permitiu  ocupar na grelha de partida o 42º  com 4:10.479, ou seja o 45º mais rápido

Na primeira vez que uma equipa de três irmãos disputou a prova, fazendo uma prestação bastante boa, Na 6ª hora já eram 25º, a singular prestação familiar culminaria com um e um 11º lugar na final e um 3º da categoria LM GT2 a 66 voltas do vencedor.

No fim de semana de 8 de outubro, na 7ª edição do Estoril Classics no Autódromo do Estoril podemos ver o Porsche 911 GT2 dos irmãos Mello Breyner ,hoje propriedade de Günther Schindler, o histórico 911 português marcou presença neste “Estoril Classics” mantendo os mesmos patrocinadores nacionais, Schindler levou o seu 911 ao 8º lugar na Corrida 1, e uma 4ª posição na segundo corrida.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Vitesse

Série Limited Editions

Referencia nº 1590/ 1900 preço5500$00

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País – Portugal, fabricado na China

Anos de fabrico  a

 


publicado por dinis às 19:51
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Segunda-feira, 8 de Abril de 2024

Mercedes-Benz 190E 2.5-16 Evo 1- Um olhar sobre as minhas miniaturas

Mercedes-Benz 190E 2.5-16 Evo 1- Um olhar sobre as minhas miniaturas

1167ª – Mercedes C C 190 Evo1 AMG Koning Pilsener Thiim 1990 Minichamps  

Mercedes-Benz 190E 2.5-16 Evo 1, Team AMG-Mercedes "Konig Pilsner", #6 Kurt Thiim, DTM 1990

Modelo real

Modificação na miniatura

O Mercedes-Benz 190E 2.5-16 Evolution 1 foi apresentado oficialmente no Salão Automóvel de Genebra, em Março de 1989, como um carro de estrada. alguns meses, 502 carros de estrada Evo1 foram produzidos e o primeiro DTM Evolution fez sua estreia no circuito em 14 de maio de 1989, em Mainz-Finthen.

O Mercedes 190E 2.5 16v Evo, nasceu para fazer frente ao BMW M3 E30 Sport Evolution.

O carro tinha o novo motor 2,5-16V e a Mercedes também desenvolveu novas peças de fibra de carbono como a tampa do porta-malas, etc. Este desenvolvimento foi necessário, pois a BMW fez bons progressos com o M3 cujo motor podia acelerar até 10.000 rpm. Mas a Mercedes reagiu com um motor que tinha mais torque em rotações mais baixas devido a uma maior cilindrada. Mas a maior mudança foi, claro, o manuseio com rastos e aros mais largos. As melhorias apareceram. Ao testar o Evo1, os recordes de voltas caíram um após o outro.

Em 1990 foi o primeiro em que os turbos não eram mais permitidos, portanto a Ford abandonou o DTM. Mas a Audi entrou no campeonato com o Audi V8 com motor V8 de 3,6 litros e 4WD.

A Mercedes foi a clara favorita nesta temporada. No início em Zolder tiveram que começar com o ‘antigo’ 2.3-16 em vez do novo Evo1 devido a problemas com fornecedores. Como a Mercedes não tinha um piloto de desempenho constante, o melhor piloto passou a ser Kurt Thiim piloto da Mercedes-Benz e que se juntou à equipe AMG em 1988,

Kurt Thiim a presentou a nova versão Evo do Mercedes W201, tirando bom desempenho do carro a 31/3/1990 e 1/4/1990 em Zolder na Bélgica.

Kurt Thiim foi o vencedor da primeira e das segunda corrifa  no 6AMG Motorenbau GmbH Mercedes 190 E 2.5-16 Evo Kurt Thiim, DK2488   L418 laps, 32.33,2011.44,25          

No final do campeonato Thiim foi 3º, com a clara vantagem da Audi com seu sistema Quattro nocauteou a BMW e a Mercedes.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas têm pneus de borracha

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Minichamps

Série Paul´s Model Art

Referencia nº 3001 preço 4900$00

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País – Made in China

Anos de fabrico  a


publicado por dinis às 19:23
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Domingo, 7 de Abril de 2024

Bugatti Preto - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Bugatti Preto - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1166ª – Bugatti 57 S Coupé 1934 Brumm

T57S Atlantic no.2 Número do Chassis: 57453 número do motor 2SC  "La Voiture Noire" Jeam Bugatti ainda desaparecido.

Matrícula 9129NV2 1244 W5

E a intrigante matrícula colocada na miniatura da Brumm FXR933

O primeiro entretanto comprado

844ª – Bugatti T57SC 1938 Rio

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/bugatti-57-atlantic-um-olhar-sobre-as-1643380

849ª – Bugatti 57 S Coupé Nera Brumm

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/bugatti-57-ralph-lauren-um-olhar-1646308

azul EXK-6 Richard Pope no dia 31 de Março de 1938

1148ª –  Bugatti Atlantic 57 SC Coupé  azul Brumm

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/bugatti-atlantic-57-sc-um-olhar-sobre-1849110

Modelo real

O piloto grego Nico E. Embiricos, a 10 de março de 1936, encomendou um Bugatti Type 57S Coupé Aero com chassis nº 57375 e motor nº 3S, foi concluído a 24 de agosto de 1936 e enviado para sua residência em Londres, que uma vez recebido, foi enviado para Corsica Coachworks para a levar   uma carroceria conversível de corrida de dois lugares e terminado em 4 de setembro de 1936.

A carroceria Coupé Aero foi enviada de volta para a oficina Bugatti, onde acabou por ser montada no chassi nº 57453 com motor nº 2SC, já equipado com o superalimentador de especificação "C" direto da fábrica, o nº 57453, concluído em 3 de outubro de 1936.

No inverno, Jean Bugatti, tratou de o vender principalmente a alguns amigos muito selecionados, como o piloto de corridas William Grover- Williams e sua esposa, Yvonne. Posteriormente, foi fotografado para o catálogo promocional da empresa em 1937 e também exibido nos salões de automóveis de Nice e Lyon na Primavera de 1937. Continuou a ser orgulhosamente dirigido por Jean Bugatti até ao final de Julho, quando o ofereceu ao piloto da Bugatti, Robert Benoist, após vencer as 24 Horas de Le Mans de 1937. Amigo muito próximo dos Grover-Williams, Benoist usava o carro ao lado deles. Na primavera de 1940, os três fugiram para a Inglaterra antes que os alemães tomassem conta da França e o carro fosse devolvido à fábrica. Dirigido com frequência, o nº 57453 nunca teve um proprietário registrado mas encontra-se numa lista de carros que seriam enviados de comboio  para a Rue Alfred Daney em Bordeaux em 18 de fevereiro de 1941, durante o êxodo francês, sendo registrado "1244 W5" e com chassi nº 57454.

A Bugatti construiu um Bugatti Type 57 SC Atlantic em 1936 com o mesmo número 57473… alguns afirmem que seria 57453 e não 57473… É aqui que chegamos a “La Voiture Noire”…

Jean Bugatti, morreu a 11 de agosto de 1939 aos 30 anos em um acidente de carro, muitas vezes considerou o modelo Atlantic e mais notavelmente o nº 57453, como sua criação mais inovadora e valiosa.

O pai Ettore Bugatti, perdeu suas faculdades mentais e faleceu em 1947, apenas dois anos após o fim da guerra.

No Salão Automóvel de Genebra de 2019, comemorando os 110 anos de Jean Bugatti e da marca, a Bugatti apresentou o modelo único "La Voiture Noire", que foi vendido a um anônimo por US $ 19 milhões. o veículo é o último Grand Tourer, e uma representação moderna do nº 57453 que igualmente se encontrava a seu lado.

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Miniatura

 Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Brumm

Série Oro

Referencia nº 88  preço 2395$00

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País – Itália

Anos de fabrico  a

 


publicado por dinis às 19:27
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Sábado, 6 de Abril de 2024

Mercedes Benz 300 SL Spyder - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Mercedes Benz 300 SL Spyder - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1165ª – Mercedes Benz 300 SL Nurburgring 1952 H. Lang #21 Max Model

Mercedes-Benz 300 SL Spyder #007/52 - Nurburgring 1952 Hermann Lang#21

37ª – Mercedes Benz 300 Sl Radar

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/mercedes-benz-300-sl-um-olhar-sobre-1095611

52ª Mercedes Benz 300 SL – Tekno

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/mercedes-benz-300sl-gullwing-um-olhar-1799329

o futuro

740ª – Mercedes Benz 300 SLR MRF

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/o-mercedes-do-maestro-e-do-futuro-1571873

888ª – Mercedes Benz 300 SL Solido

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/mercedes-benz-300-sl-um-olhar-sobre-as-1677191

1067ª – Mercedes 300SL Gullwing 54 Bang

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/mercedes-benz-300sl-gullwing-um-olhar-1799329

Modelo real

O Mercedes-Benz 300 SL Racing Sports Car foi o primeiro carro de competição da marca, após a 2ª Guerra Mundial, o “SL” (Sport Leicht, Super Leve), tinha a carroçaria em alumínio produzida na fábrica de Sindelfingen com um centro de gravidade de 1.225 milímetros de altura.

As portas “Gullwing” conhecidas por Asa de Gaivota davam um toque desportivo e não facilitavam a entrada e saída dos pilotos.

A estrutura do chassis de alumínio e magnésio, concebida por Rudolf Uhlenhaut para a competição, foi  feita a pensar na velocidade e forças de torsão a que o modelo seria submetido pesava apenas 50 quilos.

O seis cilindros em linha de 3 litros, em ferro fundido, utilizado no aristocrático Mercedes-Benz 300 (W186), foi a base para os engenheiros depois de alterarem a sua disposição, inclinanram-no até aos 50°, aplicaram uma árvore de cames de alta elevação, três carburadores Solex e assim aumentaram a potência para os 125 kW (170 cv) às 5200 rpm.

A produção do Mercedes-Benz 300 SL Racing Sports Car foi de apenas 10 unidades, tendo nove recebido a carroçaria “Gullwing” (fechada) e apenas uma a carroçaria Spyder (aberta). Pelo menos três “Gullwing” foram mais tarde transformados em Spyder.

Um triunfo e um segundo lugar, nas 24 Horas de Le Mans com Lang/Riess e Helfich/Nieermayer, foi o seu momento de gloria.

A 3.8.1952, quatro Mercedes 300 SL foram inscritos na corrida de suporte do G.P. da Alemanha, disputada no circuito de Nürburgring, o XV Grosser Preis von Deutschland, marcaram a estreia da versão Spyder dos vencedores de Le Mans.

Durante a prova, os 300 SL brilharam ao longo dos 22.810 km e ao fim de 10 voltas conquistando as quatro primeiras posições. O vencedor, foi Hermann Lang após 1h46m e 09.200s de corrida, e percorridos os 228.100 km a uma média de 129.000 K/h, também fez a volta mais rápida em 10:26.300 à media de 131.500 seguido de Karl Kling, 3º Fritz Riess e 4º Theo Helfrich,

No final da temporada na Carrera PanAmericana, no México, 300 SL conquistou outra vitória por 1e o 2º lugar.

O único spyder presente, com o nº 6 o Mercedes-Benz 300 SL Spyder #0009/52 pilotado por John Fitch (USA)/Eugen Geiger (D) foi desqualificado.

Para 1953 foi desenvolvida uma versão mais leve, elegante e potente, mas este carro foi usado apenas em testes.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Max Models

Série Danhausen Model Car

Referencia nº 3330 preço 5500$00

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País - Alemanha

Anos de fabrico  a


publicado por dinis às 18:16
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