Quarta-feira, 30 de Novembro de 2022

Fiat Ritmo de circuito - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Fiat Ritmo de circuito - Um olhar sobre as minhas miniaturas

729ª – Fat Ritmo Cougar transformado

Fiat Ritmo Hörmann Gr 2 serie 1

Modelo real

Ver um Fiat Ritmo, era sempre uma sensação especial e ao mesmo tempo uma desilusão nunca tinha quatro portas mas la vinha e era invariavelmente transformado

O Fiat Ritmo 75 depois de ser homologado no grupo 2 fez a estreia  na Volta à Itália de 1978, com o objectivo de preparar o carro para o Rali de Monte Carlo de 1979.e  conduzido por pilotos da F1, como Riccardo Patrese e Jody Scheckter. Patrese venceu o Grupo 2 com três equipas participaram em Fiat Ritmo Abarth amplamente divulgado pelo Auto Sprint

Com o nº 291 Patrese / Sodano / Pozzetto foi 5º da geral e 1º Gr2., Nº 290 Pasetti / Ceccato / Barban foi 21º o nº 292 Scheckter / Verini / Mannucc em 27º.

O carro passou a ser utilizado pela equipa oficial no Rali de Monte Carlo de 1979. O piloto foi o italiano Attilio Bettega e um outro Ritmo foi entregue ao sueco Per Eklund.

As versões grupo 2 do Fiat Ritmo Alitalia, Olio Fiat ou Fiat eram conhecidas do Mundial de Ralis mas a apresentação na revista Alemã Sport Auto de um muito engraçado Ritmo que entretanto me seduziu  

O preparador Hormann Tuning interessou pela Fiat dos anos 80, disponibilizando kits de carroceria como o também fazia para outras marcas. Os kits de desempenho estavam aprovados para estrada ou pista.

Hörmann Tuning chegou a rodar alguns Ritmo no grupo 2, onde mesmo as versões 1100 serão engajadas na pista com preparativos mais ou menos selvagens.

Para o público em geral, serão oferecidos kits de carroceria com extensões de asa proeminentes para imitar as versões de pista, aros Ronal super largos, a imperdível grade de 4 faróis... As versões Abarth 125 e depois 130 TC serão usadas para promover esses vários kits .

Modificação na miniatura

Para-lamas da roda dianteira e traseira Gr 2

Spoiler do para-choque dianteiro

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Miniatura

Abre as portas,

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de resina de acordo com as originais.

Fabricante Solido

Série Cougar

Referencia nº 1303 preço

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País - França

Anos de fabrico  a

 


publicado por dinis às 19:25
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Terça-feira, 29 de Novembro de 2022

Lion Peugeot 1908 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Lion Peugeot 1908 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

728ª - Lion Peugeot 1908 double phaeton Rami JMR

Lion Peugeot Double Phaëton Type VA 1908

O Peugeot oferecido no Natal pelo meu Padrinho em que fez o Presépio gigante na sala de jantar com o meu pai, e que apareceu no baú que se encontrava no seu quarto, onde guardava as relíquias da sua campanha de Africa naquele Verão de 1986.

O Lion Peugeot Phaéton é um modelo de automóvel de 1907

Os três filhos de Eugène Peugeot de "Peugeot Frères" então fabricante de ferramentas, moedores de café, bicicletas e motocicletas em 1905 Robert (1871-1927), Pierre (1873-1945) e Jules Peugeot (1882-1959), lançaram um automóvel da marca "Lion-Peugeot" para complementar com os modelos "Automobile Peugeot" de seu tio Armand Peugeot (Peugeot Type 69 .)

Peugeot Frère" e "Automobile Peugeot" fundiram-se novamente na Peugeot em fevereiro de 1910 após a morte de Eugène Peugeot. Robert Peugeot tornou-se então o chefe da família e dirigiu o grupo Peugeot.

Modelo real

Em 1900, a Peugeot era o maior produtor de automóveis da Europa, tendo construído mais de mil veículos na Europa.A produção foi concentrada em duas fábricas em Andicourn e Lille As instalações originais em Valenrigney foram mantidas para outros produtos da empresa, como outros produtos, como bicicletas e máquinas de café

Após o fim do monocilíndrico béhé Peugeot em 1905, não havia carros pequenos e de preço modesto na linha Peugeot, e dois remédios para isso a fábrica de Valentigney, que pertencia à Peugeot Freres, em vez da Societé des Automobiles Peugeot começou a fazer pequenos carros monocilíndricos em 1906. Para distingui-los dos produtos de Andincourt e Lille. eles adotaram o nome de Lion Peugeot . O Leão era o símbolo da cidade mais próxima de Belfort e usados ​​como marca pela família Peugeot desde 1858.

O primeiro Lion Peugeot, o Type VA tinha um motor monocilíndrico com três velocidades, oferecia um dois lugares e um quatro lugares Phacton.

Cerca de mil foram fabricados entre 1906 e 1908, e mais tarde o Lion teve motores V gêmeos e V quatro. Eles nunca foram grandes, sendo o maior o 1888 cc. tipo VD de 1913 1915

Monocilíndrico vertical 100X100

Válvulas laterais 785cc

Potência máxima 6 cv a 1400 rpm

Manual de três velocidades

O Lion Peugeot Type VA voiaturette foi o primeiro quadriciclo a sair da fábrica de Valentigney de Robert Peugeot após o fracasso dos quadriciclos.

Modificação na miniatura

Pintados os bancos da frente de preto

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Rami JRK

Série

Referencia nº preço

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País – França

Anos de fabrico  a

 


publicado por dinis às 18:39
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Segunda-feira, 28 de Novembro de 2022

Porsche 924 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Porsche 924 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

727ª – Porsche 924 Solido

Porsche - 924 GTS LB-ZL 366 Rally Montecarlo 1979 J.Barth - R.Kussmaul

Um turbo que não era turbo

Modelo real

Em Abril de 1978 já tinham sido construídos 50.000 Porsche 924 e no final do ano foi apresentado o 924 Turbo, conhecido internamente de 931, que se distinguia do Normal pelas entradas de ar laterais no capot,.

Jürgen Barth trabalhava para a Porsche como piloto de corridas, chefe desportivo para clientes, piloto de rally, mecânico em conjunto com Roland Kußmaul e o colega Helmut Ristl e gerente de vendas da concessionária Würzburg Porsche Spindler, Alex Janda, compraram dois 924 Turbo do teste de fábrica, que prepararam para rally.

Para participar no Rallye Monte-Carlo de 1979, o carro teve de alterar as especificações uma vez que ainda não havia os 1.000 carros de estrada necessários para ser homologado como Turbo produzidos até 31 de Dezembro de 1978.

Os mecânicos tiveram de colocar um motor aspirado enquanto as restantes modificações do turbo, como travões, chassis e caixa de cinco velocidades, foram deixadas no carro.

Um autocolante Heico largo e o sinal de rali a 90 graus do local normal taparam as aberturas de ar de resfriamento para as verificações técnicas.

O Gr 4 de Juergen Barth, Roland Kussmaul iniciaram o Rali de Monta Carlo no único Porsche 924 Turbo, sem turbo, portanto com menos de cerca de 50 cavalos, certamente que não tiveram a prova que esperavam mas, terminar em 20º no geral e em 4º na classe GT4, que foi considerada um grande sucesso

O turbo foi homologado foi uma semana depois do Monte e agora com as especificações Turbo foi então utilizado no Safari, mas problemas de chassis impediram-no de ter sucesso. a apenas 300 km do final do evento de 6.000 km, um componente no transaxle falhou. Menos de três semanas depois, uma peça atualizada que provavelmente não teria falhado foi incluída em todos os carros de produção.

Modificação na miniatura

Alargados os guarda-lamas da frente foi pintado e decorado  

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Miniatura

Abre as portas.

Os bancos são rebatíveis.

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas têm pneus de borracha

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Solido

Série

Referencia nº 1051-02/80 preço

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País - França

Anos de fabrico  a

 

 

 

 

 


publicado por dinis às 19:37
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Domingo, 27 de Novembro de 2022

Colani Ferrari - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Colani Ferrari - Um olhar sobre as minhas miniaturas

726ª – Colani Ferrari Daytona Solido transformado

Colani Ferrari Daytona

Um modelo de um designer fabuloso Luigi Colani

Modelo real

Lutz Colani nascido 2 de agosto de 1928 em Berlim, estudou pintura e escultura na Universidade das Artes de Berlim, antes de se mudar para Paris, onde as suas ilustrações fizeram a capa da revista L'Automobile de Dezembro de 1952.

Colani projeta carros únicos e conceituais, para seu próprio prazer sem pretensão de chegar as lojas e principalmente para uso próprio.

Carros produzidos em pequena série eram ocasionais, como o Colani GT, um pequeno roadster feito sobre a plataforma dos Volkswagen arrefecidos a ar, apresentado em 1958, do qual teve cerca de 260 exemplares fabricados.

Altera o primeiro nome para Luigi Colani e tornou-se num um designer industrial e aerodinamicista a projetar e a redesenhar veículos de todos os tipos desde o início dos anos 50.

Fiel à sua filosofia biodinâmica de design, procurando demonstrar como poderia ser aplicada aos automóveis. Colani projecta carros em projetos únicos, sem pretensão de chegar as lojas, onde a maioria era para uso próprio.

Em 1974, no auge da sua criação pega no Ferrari 365 Daytona e ousa retocar a obra do designer Leonardo Fioraventi para a Pininfarina, do qual aproveitou o cockpit do Daytona e de o alargar, elabora uma frente ainda mais baixa, muito aerodinâmica com uma grande entrada de ar totalmente funcional no capôt e duas saídas de ar laterais onde aplicou o seu estilo "bio-design" no seu Ferrari Daytona, onde encontramos o seu estilístico característico aliadas às suas pesquisas aerodinâmicas.

Luigi Colani tinha conhecimento que seus projetos eram polêmicos, e não agradavam a todos, mas este apresentado em vermelho inicialmente e posteriormente modificado e pintado em cinzento poderá ser o mais consensual.

Modificação na miniatura

Refeita a frente e depois de alargadas as vias traseiras foi pintado

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Miniatura

Abre as portas.

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são adaptadas de acordo com as originais.

Fabricante  Solido

Série

Referencia nº preço

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País - França

Anos de fabrico  a

 


publicado por dinis às 17:45
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Sábado, 26 de Novembro de 2022

Talbot Pacific - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Talbot Pacific - Um olhar sobre as minhas miniaturas

725ª – Talbot Pacific 1930 Eligor

Talbot H 78 Pacific Limousine Conduit Interieure / lugares  1930

Talbot na França e na Grã-Bretanha

Modelo real

Em 1920, a Clément-Talbot juntou-se á Darracq francesa controlada pelos britânicos localizada perto de Paris, e á Sunbeam, com sede em Wolverhampton, para formar o grupo Sunbeam-Talbot-Darracq (STD).

O Talbot-Darracq de fabricação francesa passaram a Talbot depois de 1922, com o Talbot britânico e o Sunbeam a serem carros completamente diferentes. Havia agora dois Talbot completamente diferentes de cada lado do Canal da Mancha.

No Salão de Paris de 1929, a Talbot juntou ao 6 cilindros, um novo motor de 8 cilindros, para se posicionar novamente na categoria de topo de gama, um nicho de mercado que tinha abandonado seis anos antes. Três motores de seis cilindros com 1.999 cc, 2.504 cc e 2.866 cc , todos com válvulas no cabeçote e chassis com distâncias entre eixos de 127 polegadas, 124 polegadas e 134 polegadas, respectivamente. As rodas eram de aço. O motor de oito cilindros de 3.820 cc também tinha válvulas no cabeçote e montado em um chassis de distância entre eixos de 143 polegadas com um comprimento total de 189 polegadas - equipado com rodas de arame. Curiosamente, todos os modelos de seis cilindros usavam freios mecânicos, mas os de oito cilindros eram servos a vácuo (operados por ar comprimido). Da mesma forma, carburadores Solex simples estavam nos modelos de seis cilindros com Solex duplo nos oitos. Todos os quatro modelos foram equipados com bobina e ignição por bateria, ficaram conhecidos como Pacífic, em homenagem às famosas locomotivas a vapor.

O Talbot de 8 cilindros era frágil mecanicamente e dizia-se que estava mais à vontade no Concours d'Élégance do que na estrada. O fabricante tentou remediar essa desvantagem diminuindo a velocidade e a potência do motor a partir de 1931.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Eligor

Série

Referencia nº 1936 preço

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País - França

Anos de fabrico  a

 


publicado por dinis às 19:04
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Sexta-feira, 25 de Novembro de 2022

Alfa Romeo Bt 45 C - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Alfa Romeo Bt 45 C - Um olhar sobre as minhas miniaturas

724ª – Brabham Alfa Romeo BT 45 C Polistil

Brabham Alfa Romeo BT 45 C 1978 Niki Lauda,

Modelo real

Brabham Alfa Romeo BT 45 C

O acordo bem lucrativo de Bernie Ecclestone permitiu à Brabham a usar os potentes, pesados e gastadores motores Alfa Romeo de 12 cilindros tipo 115-12 de 12 cilindros com 500 hp (373 kW) e 340 N⋅m (251 lb⋅ft) de torque foi o BT 45, numa monocoque de alumínio, travões a disco ventilados Girling. A suspensão dianteira consistia em braços duplos com barras de tração, molas helicoidais e barras estabilizadoras, enquanto a traseira usava molas helicoidais e barras estabilizadoras.

Para 1978 e enquanto se aguardava o desenvolvimento do BT46, foi criada uma versão C do BT45 Gordon Murray e Carlo Chiti o designer de Motores da Alfa Romeo fizeram ligeiras alterações equiparam-no com um enorme radiador na frente e renomeado de BT45 C.

Para o lugar de Stuck, a Brabham contratou Niki Lauda, que se juntou o John Watson.

Unicamente nas duas primeiras etapas do campeonato de 1078, o Brabham Alfa -Romeo BT46C foi utilizado.

Na Argentina Niki Lauda foi 2º e Watson, abandonou depois de ter sido depois de ter sido 4º nos treinos, e no Brasil, Niki Lauda foi 3º e John Watson 8º,

O Brabham Alfa Romeo BT 45 C foi e pode ser visto no filme “Um Momento, uma Vida” onde Al Pacino utiliza nas filmagens utilizou o fato de Jose Carlos Pace.

Bobby Deerfield ou seja Al Pacino) é um famoso corredor de automóveis que se apaixona-se perdidamente por uma bela garota Lillian Morelli drama começa no momento em que ele descobre que a jovem sofre de uma doença terminal.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Polistil

Série

Referencia nº CE 106  preço

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está cravada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País – Itália

Anos de fabrico  a

 

 


publicado por dinis às 18:32
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Quinta-feira, 24 de Novembro de 2022

Austin Healey Spa-Sofia-Liège - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Austin Healey Spa-Sofia-Liège - Um olhar sobre as minhas miniaturas

723ª – Austin Healey 3000 Rally SPA-Sofia_liege 1964 Vitesse

Rauno Aaltonen -Ambrose - Spa-Sofia-Liège 1º

Austin Healey 3000 MKIII 1964 Número de Registro. BMO 93B, Chassis HBJ8/27573,  Motor AEC 1457 RS 20877.

Modelo real

O desenvolvimento do Big Healey pela BMC começou em 1958 com o modelo 100/6 de 2,6 litros, estreado no Rally de Monte Carlo daquele ano, conduzido por Tommy Wisdom e em 1959 o novo modelo 3000 de 2,9 litros assumiu o seu legado

O desenvolvimento foi facilitado pela transferência da produção de Austin-Healey para a fábrica da MG em Abingdon em 1957 o departamento de competição da BMC assumiu a responsabilidade pelos carros de rally.com Marcus Chambers a chefiar.

O Big Healey manteve o chassi e carroceria separados mas para rally esses dois componentes foram soldados para formar uma estrutura de força e rigidez muito maiores. Os painéis da carroceria, asas, portas e capot foram fabricados em alumínio em vez de aço e a partir de 1960 a tampa do porta-malas foi moldada em fibra de vidro, ganhando uma bossa distinta para acomodar rodas sobressalentes duplas. Para proteger a parte inferior da carroceria, as placas de protecção eram invariavelmente empregadas. colocados de nariz para cima para evitar o aterramento e destruição do cárter.

Os primeiros 3000 ainda usavam motores  com a cabeça do cilindro de ferro fundido da versão de produção, carburadores duplos SU e sistema de exaustão completo, desenvolvendo cerca de 160 cv. A adoção de um sistema de escape de saída lateral curta foi uma das primeiras modificações, seguida por SUs triplos, coletores de escape tubulares fabricados, cabeçotes de cilindro de alumínio e carburadores Weber triplos. Estas duas últimas modificações chegaram em 1962, e nesta especificação final a potência máxima subiu para cerca de 210 cv.

O primeiro grande sucesso do Big Healey foi em 1960, quando Pat Moss, Ann Wisdom, terminaram em segundo no Rali Alpine, fez história ao vencer a extenuante Liège-Rome-Liège (Marathon de la Route), a ser a primeira vez que uma mulher ganhou um grande rali internacional.

Os Big Healeys venciam regulares da classe mas a crescente evolução do Mini Cooper, limitaram as vitórias. As últimas vitórias foram em 1964, quando Paddy Hopkirk venceu o Rally Alpino da Áustria e Rauno Aaltonen a última Maratona de la Route realizada em vias públicas, que nesta ocasião seguiu uma rota Spa-Sofia-Liège.

O 'BMO 93B' é um dos três carros construídos para a época de 1964 com os 'ARX 92B' e 'BRX 852B')

Ele tinha uma transmissão manual de quatro velocidades com overdrive Laycock de Normanville e uma suspensão dianteira independente com molas helicoidais e suspensão do eixo traseiro vivo. Os freios a disco Girling mais potentes foram uma melhoria bem-vinda. Os freios a tambor traseiros foram mantidos.

“ A alavanca lateral é longa e de longo alcance mas é fácil de manobrar, contrastando com o aperto firme exigido pela alavanca pesada, mas precisa do BMO. Em ambos os carros, as engrenagens retas “Tulipa” (rally) exigem o uso de overdrive entre a 3ª e a 4ª; a sequência sendo: 3º, 3º overdrive, 4º, 4º overdrive. É mais fácil no BMO, com o interruptor de overdrive na alavanca de câmbio, enquanto no SMO, está no painel – às vezes gostaríamos de ter 3 mãos!”

Modificação na miniatura

Foram colocados os vários elementos que o modelo montado tinha para aplicar

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Vitesse

Série Retro Vitesse

Referencia nº 170 preço

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País - França

Anos de fabrico  a

 

 

 


publicado por dinis às 19:01
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Quarta-feira, 23 de Novembro de 2022

Peugeot 504 4x4 Dangel Dakar- Um olhar sobre as minhas miniaturas

Peugeot 504 4x4 Dangel Dakar- Um olhar sobre as minhas miniaturas

722ª – Peugeot 504 Ambulance Solido Transformada

Peugeot 504 pick-up 4x4 Dangel Dakar 1982

Modelo real

A tecnologia que Henri Dangel começou a aplicar em 1979 em Sochaux em veículos Peugeot levou a um ano depois, a empresa criada a mudar-se para Sentheim, no Alto Reno, para projetar e produzir 4x4s a partir de veículos de produção. O primeiro carro transformado foi o Peugeot 504 com a produção de station wagons e versões Pick-up 4x4.

As suas qualidades levou a que 12 concorrentes a escolheram para o Paris Dakar de 1982.

Depois de ter vários automóveis no Dakar o Peugeot Talbot Racing Team faz uma nova aventura automóvel ao proporcionar a uma equipa amadora a participação no Paris Dakar ao volante de uma pick – up Dangel 4X4 e para isso contou com a colaboração da Esso e de Auto Loisires e do Moulin Rouge.  1500 responderam ao apelo dos quais foram selecionados 60 candidaturas. Os seus conhecimentos mecânicos, a capacidade de condução em todo o terreno e a sua motivação foram determinantes para encontrar os 12 funalistas.

A equipa Marty./Cazalot de Tolouse especialistas na competição de carros antigos foram os mais rápidos nas dunas de Mer de Sable em Ermenonville .

Depois de se familiarizarem no Peuget preparado pela fabrica, dotada de um motor que desenvolvia 130 cv. foi inscrita uma segunda viatura servindo de assistência rápida para Claude Michel o director do Peugeot Talbot Racing Teame e Xavier Cholet assistidos por outros dois para o transporte do material de assistência.

A ambição era chegar a Dakar e a equipa amadora ocupou durante 2/3 da prova em segundo lugar da geral. Em Gao no Mali após de mais de 4000 Km de travessia deserto do Saara tiveram problemas na caixa de velocidades. Resolvido o problema um outro surge na pista que leva a Mopti o Peugeot de assistência rápida imobiliza-se também com problemas na caixa de velocidades, que levou a mais atrasos na equipa.

Mas os problemas continuaram e o único Peugeot em pista na ligação a Nioro tiveram de esperar pelos camiões da assistência que demoraram muito tempo com a caixa recuperada.

Na etapa seguinte era necessário sobreviver o Peugeot Dangel consegue chegar no 49 lugar deste terrível rali para homens e maquinas

Modificação na miniatura

A carinha da Solido foi cotada e refeita para depois ser pintada e suja com areia que veio da Praia da Vieira

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Solido

Série

Referencia nº 23 preço

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País - França

Anos de fabrico  a

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


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Terça-feira, 22 de Novembro de 2022

Alfa Romeo 159 Alfetta - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Alfa Romeo 159 Alfetta - Um olhar sobre as minhas miniaturas

721ª – Alfa Romeo 159 1951 Brumm

Alfa Romeo 159 F1 Alfetta  em 1951 nº2 Nino Farina venceu na Bélgica e foi 5º no GP da Europa mas falta lhe o 2 a meio.

No catálogo

“Versione poteziata dellla 158 vinse com Fangio e Farina “Hp 425- c.c. 1500”

Com o Nº2 Nino Farina foi o vencedor no GP da Europa participou em França onde foi 7º, e foi Campeão seguido de Fangio, com o 158, mas em 1951, e com o 159 e o nº2 Nino Farina venceu na Bélgica e foi 5º no GP da Europa mas falta lhe o 2 e os talvez os flaps laterais a meio que encontramos no Museu Alfa Romeo e provavelmente as listas que circundam a grelha.

Como nos informava a caixa

“ O Alfa Romeo 159 de 1951 vence o Campeonato Mundial de Formula 1, com Fangio e Farina, renovando assim o sucesso do 158, que triunfava com as suas versões a partir de 1938.

O 159, apelidado de Alfetta como o 158, é a versão mais recente dos monolugares da Casa Portello. No seu motor pode dizer que toda a técnica adquirida em quarenta anos de competição desportiva está condensada”

Modelo real

Em 1950, o Alfa Romeo 158 venceu todas as corridas do então calendário de Fórmula 1, e assim Giuseppe ‘Nino’ Farina ao volante conquistar o primeiro título de piloto do Campeonato Mundial de F1 seguido de Juan Manuel Fangio.

No final da temporada de 1950, foi produzida uma versão mais atualizada conhecida como 159, estreada por Fangio e Farina no GP de Itália e serem utilizadas na temporada de 1951.

Com efeito no 21º Grande Prêmio da Itália, realizado em Monza a 3 de Setembro de 1950, três concorrentes, ao volante de um "Alfetta" os imbatíveis Farina, Fangio e Fagioli, os três famosos "F" da Fórmula 1. Os dois primeiros pilotavam o novo 159, o carro com o qual Fangio havia conquistado a pole position. Durante a corrida ele não teve tanta sorte. Farina venceu, à frente de Fagioli e Fangio, seguidos por Sanesi e Taruffi também em Alfa Romeo.

O carro tem um chassis em escada com travessas de aço. Tracção traseira com caixa de quatro velocidades no eixo traseiro, em um bloco com o diferencial. Suspensão dianteira independente, mola de lâmina transversal única e amortecedores hidráulicos, eixo traseiro De Dion, que foi a única diferença notável em relação ao 158.

O Alfa romeo 159 somou c 5 vitórias em 8 corridas, 2 com J. M. Fangio , uma com  N. Farina e Fagioli com outra, em conjunto com Fangio no GP de França e Europa.

Em 1951, vencedor e segundos do campeonato foi o inverso do ano anterior com Fangio em primeiro seguido de Giuseppe ‘Nino’ farina e a  Alfa Romeo a abandonar a Fórmula 1 como a vencedora invicta e a Ferrari a começar para fazer o nome e perante os novos regulamentos a ter de construir um novo carro a ser usado em apenas dois anos. E assim a Mãe liberta-se do Filho.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Brumm

Série Revival

Referencia nº 43 preço

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País - Itália

Anos de fabrico  a


publicado por dinis às 18:58
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Segunda-feira, 21 de Novembro de 2022

Porsche 936 Monza  - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Porsche 936 Monza  - Um olhar sobre as minhas miniaturas

720ª – Porsche 936 /76 Modelos 3J

Porsche 936 #002 - Porsche 911/78 F6 2142 cc Single-Turbo Jochen Mass (D)/Jacky Ickx (B) 1º nas 4 horas de Monza 1976

Modelo real

O segundo chassis 936 #002 apareceu nas 4 Horas de Monza com a decoração de fundo branco e já com as derivas verticais e a asa levantadas, inscrito pela equipa Martini Racing, o Porsche 936 foi desenvolvido segundo os regulamentos do Grupo 6 e o motor era o mesmo do 935, com 2.1L de cilindrada, de seis cilindros opostos, com um turbo para debitar 540 cv.

A primeira sessão de treinos foi dominada pelos Alpine A 442, mas Jochen Mass foi o mais rápido na segunda sessãocom uma vantagem de 0,04s sobre o Alpine de Jean-Pierre Jabouille (F)/Jacques Laffite (F).

A prova foi comandada por Mass e no final da primei volta seguiam-no Jabouille, Pescarolo, Joest, o nosso conhecido de Vila Real, Martin Raymond ,Casoni, Merzario o primeiro dos 2litros.

Jabouille vai a Box e Pescarolo ocupa o seu lugar seguido de Joest  e Merzario á frente dos 3litros.    

Meia hora de prova e Jabouille volta a box para não mais sair.

O reabastecimento para os melhores classificados começou entre as voltas 44º e 50ª quando o interesse foi retomado quando Jarrier, depois de substituir Pescarolo tenta aquando da troca de Mass por Icks, ocupar a primeira posição,  o que o leva a reagir de imediato.  Joest/ Craus manteve o terceiro lugar. Os nossos conhecidos Edwards / Lepps na 100ª volta e 2horas 30m de corrida abandonam por o radiador furado,   

Quase a terminar a prova Joest ia perdendo o lugar depois de uma saída sem consequências.

Jochen Mass /Jacky Ickx foram os primeiros vencedores de um modelo que no final foi o vencedor do Campeonato Mundial de Carros de Sport de 1976 e foi o vencedor de Le Mans.

Modificação na miniatura

Kit de resina em bloco único com peças de metal.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de resina de acordo com as originais.

Fabricante Modelo 3J

Série Especial

Referencia nº 1 nº 040 preço

Material – resina e metal

Apresentado em caixa de cartão.

País - Portugal

Anos de fabrico  a

 

 


publicado por dinis às 18:07
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