Sábado, 7 de Março de 2026

Minerva Type AL40CV 1930 Carros Clássicos - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Minerva Type AL40CV 1930 Carros Clássicos - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1706ª Minerva Type AL40CV 1930  – Carros Clássicos Altaya

O meu padrinho falava-me num Minerva dos Bombeiros Voluntários da Cruz Verde que eu nunca vi. E que poderá ter a mesma matrícula do AB 66- 70, do Graham Brothers de 1931,

A primeira volta de 2014 por Vila Real.

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/tag/b+v+vila+real+%E2%80%93+cruz+verde

Modelo real

O logotipo da Minerva tem o perfil da deusa romana de mesmo nome.

No início do século XX, a Minerva seria venerada por muitos,e não escapou aos olhares Sylvain de Jon um holandês, mas estabelecido em Antuérpia, na Bélgica e começou fabricando bicicletas. Em 1902, de Jong iniciou a produção de automóveis. Utilizando a licença de Jong começou a utilizar o motor com válvulas encamisadas em seus projetos e passou a produzir automóveis de luxo.

A ascensão das economias na década de 1920, as ideias de de Jong para automóveis de luxo acompanharam essa tendência. E m em mente o que seria considerado o automóvel de luxo definitivo quando essas mesmas economias começassem a entrar em colapso. Sem se deixar abalar, de Jong prosseguiu com seu notável Al, produzidos apenas cerca de 50 exemplares do AL, sabe-se que apenas oito ainda existem

Para o publicitar Prosper Plasman concvida o piloto da Chenard & Walker poa pilotar o novo 22CV. Ocapot foi selado em Ostende , no dis 28 de Novenbro , e com três passageiros partiram na madrugada, ás 0,50  e um tempo medonho as 18H45 , o 22cv  no dia seguinte as 12,45 estava em Marselha.

 A tempo de chegar ao Salão do Cinquentenário, tendo impressionado o Rei Alberto de visita quando afirmou. “E muito elegante terdes regressado com os Guarda lamas intactos depois de semelhante raid

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante IXO,

Série Carros Clássicos

Matrícula

Referencia nº 30 preço 9€99

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição

País –China

 

 

 


publicado por Manuel Dinis às 18:22
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Quarta-feira, 4 de Março de 2026

Porsche 911 GT1 Dream cars - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Porsche 911 GT1 Dream cars - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1703 ª Porsche 911 GT1 –Dream cars   Altaya

Porsche 911 GT1 Straßenversion 1998

O único Porsche 911 GT1-98 na versão de estrada construído para homologação do novo modelo de competição em 1998, entre eles, o vencedor de Le Mans desse mesmo ano

Depois do

1322ª – Porsche 911 GT1 1995 Colecção Porsche  Planeta De Agostini

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/porsche-911-gt1-1995-straenversion-1991197

1318ª – Porsche GTI 1998 vencedor das 24 horas de Le Mans 100 Anos de Desporto Automóvel Planeta De Agostini Altaya

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/porsche-gti-1998-um-olhar-sobre-as-1989240

Modelo real

A Porsche já teria feito 30 exemplares do 911 GT1 de 1997, a custavam 1,5 milhão de marcos alemães, ou seja, dez vezes mais caros que o 911 Carrera padrão.

A segunda versão de estrada do 911GT1 o exemplar para 1998 foi projetada em CAD a ser inteiramente em fibra de carbono. Os detalhes do conjunto motopropulsor eram praticamente os mesmos dos anos anteriores, utilizando um motor boxer de seis cilindros biturbo para produzir cerca de 600 cv, e reduzir o peso para 950 kg.

Os regulamentos da FIA exigiam que o carro de homologação fosse quase exatamente igual ao carro de corrida. A Porsche começou produzindo sua versão de rua e, em seguida, fez pequenas alterações conforme necessário nas versões de corrida.

Matriculado como BB-GT198, o primeiro GT1 ’98 foi a única versão de rua, construído para atender aos regulamentos europeus, como os padrões de colisão, emissões e ruído. Com um interior mais completo, a versão de rua era quase 180 kg mais pesada que a versão de corrida.1 Ela também tinha rodas de diâmetro menor, provavelmente para aumentar a flexibilidade da suspensão.

A versão de rua mantém todos os componentes do carro de corrida, incluindo a suspensão de duplo braço oscilante, a caixa de velocidades sequencial de seis velocidades, os freios a disco ventilados e uma versão de 544 cv do motor turboalimentado. Ao design, inicialmente concebido por Anthony Hatter e posteriormente refinado por Norbert Singer no túnel de vento, a Porsche juntou um banco para o passageiro.

A Porsche produziu cinco exemplares do GT1 '98, incluindo o único carro de rua e com esses carros, a Porsche venceu as 24 Horas de Le Mans em 1998.

O carro prateado e o branco estão no Museu da Porsche e são utilizados especialmente.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante IXO, Altaya

Série carros Dream cars  

Referencia nº 19 preço 9€99

Matrícula BB GT198

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição

País – China

 


publicado por Manuel Dinis às 18:42
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Terça-feira, 3 de Março de 2026

Ferrari F 355 Berlinetta - Ferrari Colection - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Ferrari F 355 Berlinetta - Ferrari Colection - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1702ª Ferrari F 355 Berlinetta –Ferrari Colection RBA Fabri

Ferrari F 355 Berlinetta Argento

A lembra o Ferrari do Doutor Montes

Modelo real

A carroceria, desenhada pela Pininfarina, tem acabamento em cinza titânio, faróis escamoteáveis, entradas de ar laterais, tampa do motor ventilada, spoiler traseiro integrado, grade traseira estilo Challenger e quatro saídas de escape.

O Ferrari F355 é uma evolução do Ferrari 348, sendo substituído pelo Ferrari 360. Os modelos de entrada da marca, o F355 é um cupê V8 de motor central e dois lugares. Uma das principais diferenças entre o V8 do 348 e do F355 foi o aumento do deslocamento de 3.4 a 3.5 litros, além do aumento no número de válvulas, passando para cinco ao total (três de admissão e duas de exaustão). E é este um dos motivos do nome "355", nos quais os dois primeiros dígitos se referem a capacidade cúbica, em litros, do motor. E o último dígito faz referência ao uso das cinco válvulas por cilindro.

Com 3496 cc, a Ferrari se viu obrigada a aumentar o diâmetro e curso para 85 x 75 mm, respectivamente. Como seus predecessores e descendentes, o F355 é um carro razoavelmente comum, com 11.273 unidades produzidas em 5 anos.

No lançamento, dois modelos estavam disponíveis: o coupé Berlinetta, e o targa GTS. A versão conversível "Spider" foi introduzida em 1995. Em 1997, o câmbio com borboletas atrás do volante como o da Fórmula 1 foi introduzido com a Ferrari 355 F1, que adicionam £6,000 (no mercado britânico) ao preço.

Caracterizado por ser o último Ferrari com o uso dos faróis retráteis, o F355 possui um design harmonioso e nos carros lançados em 1994 o volante era o de três raios. Porém, a partir do ano seguinte, um modelo de 4 raios passou a ser adotado para daí em diante, enquanto os modelos equipados com a caixa F1 perderam o "F" na denominação do carro, passando a ser então chamados apenas de 355 F1. O motivo dessa mudança, segundo a Ferrari, era o fato de que o nome ficaria redundante, além de que soaria de forma estranha.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante

Ferrari  Colection

Referencia nº 25 preço 10€99

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição

País –China

 


publicado por Manuel Dinis às 18:54
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Segunda-feira, 2 de Março de 2026

Hispano Suiza J12 - Carros Clássicos - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Hispano Suiza J12 - Carros Clássicos - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1701ª Hispano Suiza J12 Fernandez & Darrin 1933  – Carros Clássicos Altaya

1934 Hispano-Suiza J12 Coupe de Ville by Fernandez and Darrin

O Hispano-Suiza "Espanhol-Suíço", é um automóvel francês nascido do gênio do engenheiro suíço Marc Birkigt e que foi originalmente produzido em Barcelona, ​​Espanha, no entanto, foram os Hispano-Suizas fabricados na França que se tornaram mais lendários.

O design de Fernandez da década de 30 apresentava quatro versões diferentes com um design semelhante, que também estavam disponíveis para o Renault Nervastalla de 8 cilindros.

Berline, limusine, coupé de ville e "Conduite interieure Aérodynamiques", mas a mais extraordinária de todas foi, sem dúvida, o "Coupé Chauffeur limousine" da Carrosserie Fernandez & Darrin, sediada em Boulogne-sur-Seine, Paris, fundada por um fabricante de carrocerias americano que se associou a um banqueiro e fabricante de móveis argentino que já possuía um showroom na avenida Champs-Élysées, em Paris.

Modelo real

O chassis 14018-1936 Hispano-Suiza Type 68 J12, descrito de acordo com a Sociedade Hispano-Suiza, o chassis número 14018 foi originalmente equipado com esta maravilhosa carroceria aberta pela Saoutchik e entregue ao seu primeiro proprietário em 30 de dezembro de 1936. fabricada originalmente em Bois Colombe, França. O motor é um V12 de 9424 cc com válvulas no cabeçote e ângulo de 60 graus, com mais de 220 cavalos de potência, e uma distância entre eixos de 147 polegadas. A carroceria Fernandez & Darrin define uma elegância simples, onde os painéis da carroceria são relativamente planos e desprovidos de curvas e molduras complexas, mas as linhas gerais são muito graciosas, desde a linha contínua do para-lama/estribo até o simples recorte da seção traseira da carroceria atrás das portas. Outras características distintivas incluem calotas pintadas, grandes faróis Marchal, lanterna traseira oval Scintilla, farol auxiliar lateral, ornamento de cegonha Hispano-Suiza no capot, para-brisa em V discreto, delicadas luzes nos para-lamas, e para-choques dianteiro e traseiro descomplicados.

A ignição era fornecida por dois magnetos Scintilla e muitas peças auxiliares eram fundidas em alumínio com tolerâncias muito baixas

Pouco se sabe sobre a história inicial, mas em outubro de 1954, Herbert Moller, da Flórida, vendeu o carro para Vernon Jarvis, de Illinois. O carro foi adquirido pelo atual colecionador em 1986.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante IXO,

Série Carros Clássicos

Matrícula 4938-RH5

Referencia nº 29 preço 9€99

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição

País –China

 


publicado por Manuel Dinis às 17:35
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Domingo, 1 de Março de 2026

1700ª Ford Fiesta 1972 – Os Nossos Queridos Carros Altaya

Ford Fiesta 1976 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1700ª Ford Fiesta 1972 – Os Nossos Queridos Carros Altaya

Ford Fiesta 1976 e as vendas em 1977 em Inglaterra

O carro que o Rui trouxe de Inglaterra.

E agora vi que o Ford Fiesta Grupo 2 ainda não foi publicado

432ª – Ford Fiesta 1978 Solido

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/ford-fiesta-1978-um-olhar-sobre-as-1353879

A primeira geração (1976–1983)

O Ford Fiesta está intimamente ligado á instalação da multinacional americana na Península Ibérica. Foi o primeiro modelo produzido na fábrica de Almussafes, perto de Valencia, e num exclisivo mundial durante alguns anos antes das instalações inglesa e alemã reforçarem a sua produção para satisfazer a procura cada vez, maior dos mercados europeus.

Modelo real

O Fiesta, originalmente desenvolvido com o nome de "Bobcat", e o projeto aprovado por Henry Ford II em 1972.

Era o carro mais pequeno feito pela marca, menor que o Ford Escort. O projeto final foi desenvolvido pelo designer Tom Tjaarda e o projeto foi aprovado para produção no outono de 1973, com colaboração dos centros de engenharia da Ford na Itália e Inglaterra. a Ford construiu uma fábrica em Valência na Espanha e ampliou suas fábricas na França e Reino Unido. A montagem final era feita na Espanha.

O Hatchback,de 3 portas, o Fiesta, tinha um motor OHV Ford Kent, apelidado de "Valencia" e desenvolvido especialmente para o novo carro. Para cortar custos e acelerar o processo de desenvolvimento, a cadeia cinemática do Fiesta foi testada em modelos Fiat 127. Apesar de não ser o primeiro veículo da Ford a ter tração dianteira (o Ford Taunus produzido na Alemanha em 1960 foi o primeiro), o Fiesta é creditado como sendo o primeiro veículo da marca com essa característica que alcançou sucesso.[11] As vendas no Reino Unido começaram em 1977 e a versão mais básica do veículo podia ser encontrada a partir de £1.856.

Fiesta "festa" em espanhol, pertencia a General Motors quando o veículo foi projetado, era utilizado na  Oldsmobile, no entanto, foi gratuitamente cedido à Ford. anos de especulação  sobre o novo Ford, levou a uma sucessão de vazamentos de informações cuidadosamente planejadas começou a acontecer no final de 1975. Em junho de 1976, o Fiesta foi exposto no evento das 24 Horas de Le Mans e foi colocado à venda na França e Alemanha em setembro do mesmo ano. No Reino Unido, com volante à direita só começaram a aparecer em janeiro de 1977.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante IXO, Altaya

Série Os Nossos Queridos Carros  

Referencia nº 34 preço 9€99

Matrícula portuguesa

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição

País –China


publicado por Manuel Dinis às 16:56
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Sábado, 28 de Fevereiro de 2026

Subaru Impreza - Os Nossos Campeões de Ralis   - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Subaru Impreza - Os Nossos Campeões de Ralis   - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1699ª Subaru Impreza Carlos Sainz-Luis Moya Rali de Portugal 1995 - Os Nossos Campeões de Ralis Planeta De Agostini Altaya

Subaru Impreza Carlos Sainz-Luis Moya Rali de Portugal 1995 Vencedor

Modelo real

O Rale de Portugal de 1995, foi disputado entre  os dias 8 e 11 de Março, teve a falta da equipa da Mitsubishi e o favoritismo passou para a Subaru, Toyota e a Ford.

Na primeira etapa, Juka Kankkunen impos a potência do Toyota Celica GT Four , assumindo o comando até a última classificativa, onde o piso escorregadio permitiu a Carlos Sainz chegar ao primeiro lugar á chegada da Povoa do Varzim. 

No caminho ficou Francois Delecour depois de um capotanço., o piloto mais inconformado da Ford.

 Na segunda etapa disputada na Minho, no caminho para Viseu foi a recuperação de Juha Kankkunen que voltou a ultrapassar Carlos Sainz que nunca deixou de o pressionar.

Colin McRae no segundo Subaru chegou ao terceiro lugar, recuperando do atraso do dia anterior.

Na passagem por Arganil, a etapa que saiu de Viseu a caminho da Figueira da Foz voltou a ser decisiva. Os trocos enlameados, levaram Juha a ter mais dificuldade em fazer valer a potência do Toyota Célica, o que permitiu a Carlos Sainz recuperar algum tempo e voltar ao comando da prova., embalando para a vitoria, não antes de ter sofrido um susto quando uma rotura nos travões condicionou o andamento na última classificativa.

A chegada a Figueira da Foz, 12 segundos separavam o primeiro do segundo classificado.

Carlos Sainz não cabia de felicidade enquanto finlandês a desilusão. Na pesagem dos carros durante as verificações técnicas, o Subaru Impreza de Carlos Sainz pesava menos 60Kg dos que o Toyota de Juha Kankkunen. Rapidamente se percebeu que a diferença se explicava pela ausência do pneu suplente no carro do espanhol.

Cada uma das equipas havia feito a sua interpretação da letra dos regulamentos e o Subaru Impreza acabou por ser declarado legal.

1º #5 Sainz Carlos - Moya Luis Subaru Impreza 555

2º. #2 Kankkunen Juha - Grist Nicky Toyota Celica GT-Four

3º #4 McRae Colin - Ringer Derek Subaru Impreza 555

4.#3 Schwarz Armin - Wicha Klaus Toyota Celica GT-Four

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante IXO, Planeta DeAgostini Altaya

Os Nossos Campeões de Ralis  

Referencia 9 preço 10€99

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição

País –China


publicado por Manuel Dinis às 19:29
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Sexta-feira, 27 de Fevereiro de 2026

Lotus Seven - Dream cars - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Lotus Seven - Dream cars - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1698ª Lotus Seven – Dream cars   Altaya

No Domingo de Carnaval de 2014 decorreu o 54º Encontro de Clássicos Além Corgo 2014 o Carterham Super Sevem Roadsport SV 2007 de André Araújo, veio relembrar os Lotus Sevem e o Trofeu Carterham que animou o Nacional de Velocidade de 2007 e as corridas de Vila-realenses.

Na juventude o amarelinho do Cenoura era um ícone vila-realenses, semelhante ao da Matchbox mas desde que apareceram em Vial Real já no seculo XXI os desfiles do Club Lotus, as corridas dos Caterham Super Seven By Kia as corridas eram fantásticas bem com o velho Lotus Sevem mais antigo que correu em Vila Real, sem esquecer o   Donkervoort, ou o Westfield em Vila Real com Marcos Oliveira / Marco Osorio 2022

Modelo real

O Lotus Seven foi um automóvel desportivo pequeno, leve, de dois lugares, com capota aberta e rodas abertas, produzido pela Lotus Cars entre 1957 e 1972

O Lotus Seven foi projetado com as corridas em mente, e a leveza era a principal preocupação de Chapman. Assim como os carros de corrida da época, ele foi construído em torno de uma estrutura tubular com laterais altas para permitir uma estrutura mais rígida (braço de alavanca mais longo). As versões de rua da Série II e posteriores tinham estruturas mais simples do que a Série I, mais voltada para as corridas.

De aspecto estranho mas rebelde o Lotus  foi utilizado nas primeiras 12 edições de "O Prisioneiro" começavam com McGoohan dirigindo o Lotus, e o KAR 120 era um Lotus Super Seven Série II de demonstração, equipado com um motor Cosworth de 1,5 litro. A primeira cena de abertura foi filmada em agosto de 1966 no Autódromo de Poddington, em Northampton. Nela, vemos o nº 6 atravessando a Ponte de Westminster e, como ele é um sujeito pouco ortodoxo demais para ter encomendado seu Seven com piscas, faz um sinal de conversão à direita para o estacionamento da Rua Abington. Sua casa fica no nº 1 da Rua Buckingham, onde ele é seguido por um carro funerário de aparência sinistra…

Em agosto de 1967, o Lotus foi necessário para algumas cenas da 13ª temporada. Como o S2 de demonstração original havia sido vendido para um cliente na Austrália, outro carro, de placa LCK 88D, foi alugado de um motorista de Borehamwood chamado Frank Rycroft para o filme "Não Me Abandone, Oh, Meu Querido". Naquela época, McGoohan estava envolvido com o filme Ice Station Zebra, então o enredo de O 13º Prisioneiro girou em torno da transferência da mente do Número 6 para outro corpo; cenas do renomado ator Nigel Stock foram combinadas com imagens de arquivo. Além disso, um Standard Seven com motor 100E – observe os tambores de freio dianteiros e a placa ligeiramente diferente montada sobre a grade – teve que ser rapidamente modificado para seu papel crucial no último ato de Fall Out.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante IXO, Altaya

Série carros Dream cars  

Referencia nº 18 preço 9€99

Matrícula KAR 120C

Approved and Licencied Producto f Caterham car Sales &Coachworks and Group Lotus pi.

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição

País – China

 


publicado por Manuel Dinis às 16:30
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Quinta-feira, 26 de Fevereiro de 2026

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Ferrari 550 Barchetta  - Ferrari Colection - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1697ª Ferrari 550 Barchetta  –Ferrari Colection RBA Fabri

Ferrari 550 Barchetta Pininfarina 2001

1585ª Ferrari 575M  Maranello –Ferrari Colection RBA Fabri

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/ferrari-575m-maranello-ferrari-2183857

A palavra "barchetta" foi escrita pela primeira vez por Giovanni Canestrini, editor do jornal La Gazzetta dello Sport, para descrever o novo Ferrari 166MM apresentado no Salão do Automóvel de Turim de 1948, a partir dai Barchetta, ou "barquinho" passou a ser utilizado pelos italianos para os carros esportivos de dois lugares sem teto.

 Modelo real

O Ferrari 550 Maranello, lançado em 1996, marcou o retorno aos carros GT com motor V12 dianteiro, um formato que a marca havia abandonado desde o 365 GTB/4 ‘Daytona’.

Com o intuito de comemorar o 70º aniversário da Pininfarina , a Ferrari, apresentou o Ferrari 550 Barchetta Pininfarina

Ao contrário do Daytona Spider, o Barchetta era um verdadeiro roadster, equipado com uma capota de lona, cuja robustez era somente para uso em baixa velocidade e ser armada com muito cuidado e paciência.

O 550 Barchetta de 2000 combina um motor V12 naturalmente aspirado e a clássica posição de motor dianteiro e tração traseira uma configuração que quase sempre garante bons momentos ao volante em qualquer carro desportivo.

O primeiro dos dez carros da pré serie foi acabado em julho de 2000 e apresentado a um grupo restrito de clientes na casa do presidente Luca Cordero de Montezemolo e os outros nove construídos para provas de homologação, salões do automóvel e outras necessidades comerciais

No lançamento do Ferrari 550 Barchetta o então campeão do mundo Michael Shumacker protagonizou sessões  fotográficas nos circuitos privados do Cavallinho em Fioriano e em Mugello.

O Barchetta foi apresentado pela primeira vez no Salão do Automóvel de Paris de 2000 e apresentava um para-brisa mais curto e com inclinação mais acentuada, rodas de liga leve de duas peças, tampa do tanque de combustível em alumínio e um porta-malas redesenhado, que era, inclusive, maior que o do cupê. Além disso, todos os 550 Barchetta foram equipados com bancos de competição, que eram opcionais no coupê.

O chassis reforçado, ausência de uma capota de lona convencional, permitiu mante o peso em 1690 kg. a aceleração de 0 a 100 km/h foi de 4,3 segundos, mas, devido à aerodinâmica menos eficiente, a velocidade máxima caiu de 320 km/h para 298 km/h.

Um ano para a edição limitada de 448 carros numerados foi construída, com o último a sair da fábrica em dezembro de 2001.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante

Ferrari  Colection

Referencia nº 24 preço 10€99

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição

País –China

 


publicado por Manuel Dinis às 17:22
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Quarta-feira, 25 de Fevereiro de 2026

Cord 812 Phaeton cabriolet 1937 - Carros Clássicos - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Cord 812 Phaeton cabriolet 1937 - Carros Clássicos - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1696ª Cord 812 Phaeton cabriolet  1937  – Carros Clássicos Altaya

Cord 812 Phaeton cabriolet 1937

Os carros também podiam ser equipados com magníficos escapamentos externos, conferindo ao carro seu visual mais icônico.

213ª – Cord 1937 Dugu

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/cord-812-1937-um-olhar-sobre-as-1218674

Modelo real

O Cord 810, e posteriormente o Cord 812, é um automóvel de luxo produzido pela divisão Cord Automobile da Auburn Automobile Company em 1936 e 1937.

O Cord 810 foi o primeiro carro de produção a apresentar faróis escamoteáveis, no novo e radical design frontal, ao substituiu completamente a tradicional grade do radiador por aletas horizontais que contornavam as laterais, o que rendeu ao carro o apelido de "nariz de caixão".

No final de 1935, o Salão do Automóvel de Nova Iorque, o Novo Cord 810, causou sensação, entre os visitantes que se juntavam á volta do elegante 810 de tração dianteira que alguns subiram em outros carros em exposição apenas para o conseguir ver.

As inúmeras e pioneiras conquistas encontradas no design do Cord, são famosas dobradiças de porta ocultas, capot monobloco com dobradiças em forma de jacaré, soalho rebaixado e construção parcialmente monobloco.

O Cabriolet de dois lugares e o Phaeton de quatro lugares, estiveram entre os primeiros com teto retrátil, e o Phaeton foi um dos primeiros carros conversíveis de quatro lugares com janelas traseiras laterais, eliminando o ponto cego que prejudicava a visibilidade nos antigos descapotáveis em lona.

As entregas começaram em 1936, mas a Grande Depressão finalmente atingiu o império de E.L. Cord e 1937 seria o último ano de produção do modelo.

Durante esse período, os carros agora designados 812 estiveram disponíveis pela primeira e única vez com um supercharger opcional, que aumentava a potência para quase 200 cavalos.

O supercharger opcional do 812, que vinha acompanhado de uma ordem de ignição modificada, taxa de compressão reduzida, um comando de válvulas com perfil mais agressivo e um carburador Stromberg AA-25 exclusivo e maior.

A exaustão era feita por um escapamento lateral funcional, uma característica marcante dos automóveis superalimentados da Cord Corporation.

No auge da Depressão, poucos se podiam a este luxo. luxo.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante IXO,

Série Carros Clássicos

Matrícula KS

VS 452Y

Referencia nº 28  preço 9€99

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição

País –China

 

 

 

 

 

 


publicado por Manuel Dinis às 18:35
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Terça-feira, 24 de Fevereiro de 2026

Volvo PV 544 1965  - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Volvo PV 544 1965  - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1695ª Volvo PV 544 1965   – Os Nossos Queridos Carros  Altaya

20 de Outubro de 1965: O último Volvo 544

Volvo PV544 1965, o último ano da sua produção.

Em frente ao Café Clássico e defronte do meu primeiro trabalho, a Aginrep, estacionava um Volvo vermelho do pai do Jorge, que também gosta de miniaturas e actualmente encontramos um amarelo participa em inúmeras provas desportivas de estrada também no Circuito de Vila Real . o famoso "atafulho", o Volvo PV544 de Carlos Faustino.

 28ª – Volvo PV 544 Tekno

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/volvo-pv-544-um-olhar-sobre-as-minhas-1088412

1630ª Volvo PV 544 Singh- Singh Rallly Safari 1965 –Rally Car  Collection Altaya

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/volvo-pv-544-um-olhar-sobre-as-minhas-2204386

Modelo real

De aspeto elegante e desportivo, foi desenhada por Helmer Petterson, parecia um Coupé, de linhas inspirada no Ford, mais parecia um Peugeot 203 de duas portas, muitos o achavam fora de moda e antiquado desde o ano do lançamento, é conhecido por Volvo Marreco, devido à forma em curva da traseira da carroçaria. estes carros eram muito robustos, resistentes, com uma boa qualidade de construção e relativamente rápidos.

O modelo era espartano e austero, mas já dispunha de cintos de segurança nos bancos da frente, embora como opcionais  

Em 1958, o PV544 apresentava algumas diferenças em relação ao PV444 que incluíam a um para-brisa curvo de peça única para substituir os dois painéis de vidro plano, lanternas traseiras maiores e um velocímetro tipo fita. A transmissão manual de três velocidades do 444 também foi substituída por uma unidade de quatro velocidades no 544. O interior foi modificado para acomodar cinco pessoas em vez de quatro, aumentando a largura do banco traseiro e utilizando encostos mais finos nos bancos dianteiros.

A em 1962, o motor B16 foi substituído pelo novo motor B18 da Volvo, inicialmente desenvolvido para o carro desportivo P1800, lançado no ano anterior. Este motor de 1,8 L tinha cinco mancais principais. Novamente, foram oferecidas versões com carburador simples e duplo, designadas B18A e B18D, respetivamente. . Ainda em 1962, a Volvo mudou seus sistemas elétricos de 6 para 12 volts. Em 1963, a Volvo começou a produzir o 544 em sua nova fábrica canadense em Dartmouth/Halifax, a primeira fábrica da Volvo localizada fora da Suécia.

Quando o último PV 544 deixou a linha de montagem estavam presentes Gustaf Larson, o engenheiro co-fundador da Volvo, em parceria com o investidor Assar Gabrielsson, mas também Nils Wickstrom, um icónico piloto de testes da marca sueca.

A Duett, permitiu que a Volvo continuasse a produção até 1969.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante IXO, Altaya

Série Os Nossos Queridos Carros  

Referencia nº 33 preço 9€99

Matrícula portuguesa FE-12-10

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição

País –China

 


publicado por Manuel Dinis às 19:22
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