Renault 4 cv 1950 - Um olhar sobre as minhas miniatura
Havia no final das boxes do Circuito Internacional de Vila Real uma pequena oficina e de um dos carros que mais me recardo era um Renault 4 CV que teimosamente não queria pegar e por isso era frequentemente visto a ser empurrado até iniciar a marcha.
858ª – Renault 4CV Heller
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/renault-4-cv-berline-joaninha-1063-em-1652403
1263 ª – Renault 4 CV - Carros inesquecíveis Salvat Les Jouets Solido
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/1950061.html
O Renault de Ilídio Pinto nos Encontros de Clássicos Alem Corgo
Modelo real
A fábrica da Renault em Boulogne Billancourt, no centro de Paris, estava sob o comando dos alemães na França ocupada, desde 26 de junho de 1940, ali não se fabricavam automóveis, mas sim eram montados tanques, caminhões e jipes de guerra. Os engenheiros Fernand Picard, Charles-Edmond Serre e Jean-Auguste Riolfo, pensavam num carro pequeno, barato e muito econômico.
Três protótipos foram construídos, eram pequenos e com motor traseiro.
Em Setembro de 1946, o Renault 4CV de Potência fiscal, era apresentado aos jornalistas, e ao público no l° Salão de Paris, e do Mundo, do pós-guerra, só no fim de 1947 é que deixava as linhas de montagens para ser vendido nas concessionárias.
Todos na cor amarelo areia, cor esta que era usada nos veículos militares, e estava com um stock altíssimo que não foi utilizado nos veículos militares alemães do Afrika Korps.
As linhas redondas cativaram o publico, tinha quatro portas, e media 3,6 metros e pesava 600 quilos.
O pequeno motor, de ferro fundido e cabeçote em alumínio, de quatro cilindros em linha, longitudinal, refrigerado a água, era posicionado na traseira, tinha 747 cm³ e desenvolvia 17 cavalos a 4.100 rpm. As válvulas eram no cabeçote acionadas por balancins. A alimentação era feita por um carburador, em posição invertida, da marca Solex, de corpo simples. A taxa de compressão era de 6,7:1. A caixa de velocidades tinha três velocidades em que a primeira não era sincronizada. A tração era traseira e a velocidade máxima era de 95 km/h. Para o por a trabalhar podia-se usar uma manivela conectada à ponta do virabrequim, que, quando girava, produzia a faísca necessária para dar início à combustão e ao funcionamento do motor
Em 1950, o mercado francês é reiniciado: os bilhetes de racionamento são coisa do passado, a venda de gasolina não é mais controlada, as pessoas podem se deslocar para onde quiserem dentro do país e as matérias-primas estão mais amplamente disponíveis
O Renault 4CV é o rei das estradas, respondendo por 9 em cada 10 vendas da Renault no mercado doméstico este ano.
“Os cavalos puxam a carroça, não o empurram”, disse Enzo Ferrari em 1949. mas foi uma Ferrari 250 P o primeiro carro da marca italiana com motor traseiro a vencer, em 1963. Mas o primeiro do gênero a largar na corrida de Le Mans, foi de Renault 4 CV, preparado e inscrito por um piloto particular, Camille Hardy, contra o conselho da empresa Renault que considerou este carro inadequado. Infelizmente, ela não completou a prova devido a problemas no motor.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, Altaya
Série Os Nossos Queridos Carros
Referencia nº 8 preço 9€99
Matrícula portuguesa
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição
País –China
Renault Twingo 1993 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1512ª – Renault Twingo 1993 - Carros inesquecíveis Salvat Les Jouets Solido
Um charme surpreendente
O carro da minha prima Angelina e um ainda hoje visto na entrada da Ponte de Ferro, à qual depois da inauguração o povo compôs a seguinte quadra alusiva à Ponte Conselheiro António d'Azevedo. "Já temos a luz eléctrica, / marcos postais e estação; / a ponte está quase pronta / e os automóveis virão".
1104ª – Renault Twingo Decouvrable Rouge Corale Vitesse
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/renault-twingo-um-olhar-sobre-as-1821487
Twingo, um nome que em todas as línguas transmite a ideia de juventude, vontade de viver alegria.
Modelo real
Em 1989 a Renault decidiu conceber um pequeno automóvel, prático, económico e confortável e que não fosse um concorrente do Clio, prestes a ser comercializado.
A estratégia passava por criar um automóvel extremamente compacto, com um design inovador, atraente e que tivesse um preço acessível. E, para atingir este objectivo, havia apenas uma solução: simplificar e eliminar o supérfluo.
Em contra-ciclo com a cada vez maior diversidade da oferta, o Twingo chegou com uma oferta única: uma única versão, um único motor (1.2 l 55 cv), um único nível de equipamento e quatro cores (azul marinho, vermelho coral, verde coentro, amarelo indiano). E, no lançamento, apenas duas opções estavam disponíveis: ar condicionado e tecto de abrir em tela.
Pequeno por fora, grande e modulável por dentro
A estrutura de monovolume do Twingo permitia otimizar ao máximo o volume do habitáculo: aquando do lançamento, o Twingo era claramente líder do segmento em altura, largura e no espaço para os joelhos, graças, também, ao inovador banco traseiro deslizante.
Os bancos do Twingo podiam ser completamente rebatidos e formar uma « cama » com dois lugares, prestação única no panorama automóvel da altura.
Uma original encomenda…
"O anúncio da Renault falava sobre inventar a vida que acompanhava o Twingo", contou Jean Dulon. "Levei esse slogan ao pé da letra e sugeri que a Renault inventasse a aventura que o acompanhava: unir o infinitamente pequeno, o Twingo, e o infinitamente grande, a Austrália."
Um Renault Clio ao qual foi adaptado uma grade anti canguru, proporcionou ao jornalista Jean Dulon, ao longo de dois meses, uma aventura de 25.000 km pela Austrália em seu pequeno carro urbano. sem postos de gasolina por centenas de quilômetros, entre Queensland a Cape York.
No final desta aventura, Jean Dulon contatou John Moriarty, designer da Balarinji, uma empresa australiana líder em design, fundada por John e Ros Moriarty em 1983 e Frank Lee, artista de aerografia, para criar uma decoração em estilo aborígene para este Twingo. O carro aparece num documentário e num anúncio cujo slogan era: "O Twingo é como um bumerangue: você o joga para longe e ele sempre volta."
Com 240 000 km virou até peça do Musée National de Canberra.
O lançamento do Twingo Easy de caixa manual sem embraiagem, levou a ser adorado pelas senhoras e por quem tinha a carta à pouco tempo, e não gostav ade mudar de velocidade...
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante Solido Salvat
Série Carros inesquecíveis Salvat - Les Jouets Solido
Referencia nº 59 nº45 preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em Blister plástico transparente
País – França
Mercedes-Benz 200 1962 Bruxelas - Um olhar sobre as minhas miniatura
1465ª – Mercedes-Benz 200 1962 Bruxelas Táxis do Mundo Planeta De Agostini Altaya
Modelo real
Nos anos em que se forjou a actual União Europeia, o Merendes-Benz 200D foi o rei dos táxis da sua capital administrativa.
Os Mercedes-Benz nas suas versões Diesel e a Gasolina produziram ao longo de três series sucessivas denominados W 110, W114/115 e W 123 entre 1961 e 1985, durante esses vinte e cinco anos este modelo, a par de outros, Mercedes de nomenclatura similar os 220 e os 240 desempenhou o serviço de táxis em muitas cidades do mundo inteiro. Desde o Sudoeste Asiático, caso de Singapura, até ao Medio Oriente, caso de Israel, e passando pelo Egipto, os Mercedes das décadas de 1960 e 1970 estiveram entre os automóveis mais apreciados pela segurança e desempenho mecânico e gozarem, alem disso, de um grande prestígio por causa da sua elegância e conforto.
Em Bruxelas, a capital administrativa da Comunidade Europeia, estes táxis elegantes foram, naqueles anos de formação dessa comunidade3, condignamente utilizados como veículos oficiais dos altos dignatários dos vários governos do Velho Continente que assistiram a reuniões do mais alto nível.
O mercedes-Benz 200 substituiu o 190, , mas os dois veículos eram praticamente iguais, tirando algumas melhorias mecânicas. Só se distinguiam, à primeira vista, por pequenos pormenores, como os piscas dianteiros situados debaixo dos faróis, em vez da aresta das carroceria e aros cromados nos defletores.
O lançamento dos Mercedes em versão diesel apoiou-se numa campanha publicitaria que destacava o baixo consumo e a resistência do veículo mediante um teste realizado com um automóvel da marca que percorreu a Euro.
As legendas que aparecem nos dois lados do táxi indicam que pertence à empresa Auto Taxis Van Brussel Orange Taxis, de Bruxelas, caracterizada pela cor amarela dos veículos. Na parte traseira, á altura das rodas, tem uma pequena bandeirola que faz publicidade a marca Campari
Na frente o número de Licença e a matrícula
Alem de estarem pintados de amarelo, decoram ambos os lados duas faixas finas, uma vermelha e outra verde. O nº 191 sobre um fundo azul, junto a roda da frente, corresponde ao número de ordem do veículo dentro da frota da companhia.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, Planeta de Agostini, Altaya
Série Táxis do mundo
Referencia nº 36 preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de cartão e envolto em blister transparente para exposição
País – Portugal, feito na China
Mercedes-Benz W196 sport - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1185ª – Mercedes 194 - 1954 RBA
M. Fangio Mercedes-Benz W196 #18 vencedora italiano GP Fórmula 1 e novamente Campeão
Mercedes-Benz W196 de 1954 e 1955
Grand Prix – Mitos da Fórmula 1
Depois de ter visto uma foto da prova referente ao ano seguinte e com o mesmo número, fui comprar outro exemplar só que ele tem pelo menos uma abertura lateral no capot e depois de ver bem os números estão sobre o tradicional fundo branco. Não lhe toquei e anos mais tarde foi apresentado no fasciculo nº21 na serie Formula 1 - The car colection
A miniatura passou para a prateleira da Mercedes-Benz
328ª – Mercedes Benz W 196 Streamlined Modelos 3J
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/mercedes-benz-w-196-streamlined-um-1288848
782ª – Mercedes Benz W 196 Brumm
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/mercedes-benz-w-196-sem-carenagem-um-1553070
1182ª – Mercedes 194 - 1954 RBA
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/mercedes-f1-com-carrocaria-de-sport-um-1876231
Na primeira prova do Mercedes W196 no Grande Prêmio da França de 1954, no circuito Reims-Gueux, Juan Manuel Fangio venceu seguido de Kling, e os dois cruzaram a linha de chegada em formação, com apenas 0s1 os separando. Foi apenas uma amostra do poderio da Mercedes.
No GP da Itália de 1955 os Mercedes-Benz tipo Sport voltaram novamente no Autódromo Nazionale Monza. bem como dois carros de rodas abertas. Fangio #18 e Moss #16 tinham os streamliners enquanto Kling #20 e Taruffi #14 dirigiam os carros de rodas abertas.
Mercedes controlaram os treinos e ocuparam a primeira fila do grid na ordem habitual de Fangio, Moss e Kling; Taruffi foi o 9º mais rápido.
A 11 de setembro de 1955, na partida Moss assumiu a liderança. Atrás dele estavam Fangio, Taruffi vindo da quarta linha do grid e Kling. Quando o campo terminou a primeira volta, Fangio liderou o trem da Mercedes e pouco mudou nas voltas seguintes, exceto Kling ultrapassando Taruffi. As voltas foram contadas enquanto os carros passavam pelas curvas da Villa Reale até que Moss chegou aos boxes na volta 19 para pedir a substituição de seu pára-brisa quebrado. A mudança demorou apenas 39 segundos, mas num exemplo do esforço de Neubauer para maximizar as respostas a quaisquer eventualidades, na próxima vez que Moss entrou no seu Streamliner, ele tinha um novo botão no painel; ele ejetou o pára-brisa para que pudesse ser removido ainda mais rapidamente e uma tela substituta simplesmente presa no lugar. A mudança de tela não foi um grande problema por si só, mas ao cobrar para recuperar seu lugar na cauda de Fangio, o streamliner # 16 de Moss quebrou o motor e o tirou da corrida, não antes de ele marcar a volta mais rápida da corrida em Porém, 2m46,9s. Kling estava fazendo uma boa corrida em segundo lugar quando o eixo de transmissão de seu carro se soltou, embora alguns relatos afirmem que foi um problema na caixa de câmbio que o tirou da corrida. Tudo isso deixou Neubauer estendendo a placa “regular” do RG para Fangio, e um surpreso Piero Taruffi, indicando que eles deveriam manter a posição e proteger seus carros até o fim.
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Modelo real
Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, RBA Collectibles,
Série Grand Prix – Mitos da Fórmula 1
Referencia nº 2 preço 1595$00
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base plástica coberta por caixa acrílica transparente
País – Portugal, feito na China
Ford V8 1935 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1120ª –Ford 1935 conduite interieure US Army 48 Rextoys
Depois do Coupé da Polícia
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/ford-v-8-1935-police-rextoys-um-olhar-1761112
Ford 48 V8 1935 Touring Sedan Fordor US Army
O Ford V8 modelo 1935 na versão berlina do comando do Exército dos EU na cor verde as marcações do 29th Inf. H.Co. U.S.A. e no capot do motor nas laterais W1825 regimento de infantaria do Exército Americano.
Modelo real
Na atualização do Ford Model 40A V8 a Ford Motor Company apresentou o Modelo 48 o principal produto da Ford criado em 1935, onde o preço, praticidade e design fez com que a Ford superasse a Chevrolet .
O Ford Modelo 48 apresentava um design mais aerodinâmico com uma nova grade, para-lamas contornados e um para-brisas inclinado, que dava ao carro uma aparência moderna e elegante.
O Ford 1935 tinha uma faixa de preço de aproximadamente US$ 500 a US$ 700, dependendo do estilo de carroceria e das opções escolhidas. que estava disponível em vários estilos de carroceria, incluindo cupês, sedãs, conversíveis e peruas.
O famoso V8 de cabeça chata 221 CID, com 65 cv no seu lançamento em 1932 e aumentado para 75 cv em 1933-34, foi atualizado para 85 cv, potência que permaneceu por anos.
O motor Flathead V8 do Ford 1935 produzia 85 cavalos de potência, um número impressionante para a época, permitindo ao carro atingir altas velocidades a ponto de o tornou popular entre os hot rodders devido ao seu motor V8, de fácil modificação, usados como stock cars nos primeiros anos do pós-guerra e mais tarde foram reconstruídos como hot rods.
Provando o valor do Ford 1935
O Ford de Ed de fato superou todos os outros carros naquele dia, atingindo uma impressionante velocidade máxima de 160 km/h. A única diferença notável entre o carro de Ed e outros Fords era a “traseira Texas”, uma proporção mais baixa em comparação com as traseiras padrão 4:11 na maioria dos Fords. Essa velocidade é agora uma prova do incrível desempenho do carro.
A Ford foi a marca mais popular da América em 1935 com 820.253 exemplares vendido, enquanto as vendas da Chevrolet caíram para 548.215.
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Miniatura
Modificação na miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante
Série
Referencia nº preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.
País – Suíça feito em França
Anos de fabrico a
Triumph TR 3S - Um olhar sobre as minhas miniaturas
24 Horas de Le Mans 1959 Ninian Sanderson /Claude Dubois, em Triumph TR3 S,
Modelo real
O Triumph TR2 em 1957, foi substituído pelo TR3, reconhecível por uma grade de design diferente, bem como por um motor mais potente (95 cavalos de potência). O TR3A posterior beneficiou de melhorias adicionais, incluindo a opção de um motor de 2138 cc.
Em Abril de 1959 a Standard-Triumph apresentou o TR3S para as 24 horas em Le Mans, projetado e construído quase a nível de protótipo, com uma carroceria toda em fibra de vidro e um novo motor, construído em séries muito pequenas, que teve a cabeça de eixo duplo e base completamente redesenhada em relação ao do TR3.
A aparência era muito semelhante ao TR3, mas o Departamento de Competição alongou o chassis em mais de 15 cm e alargado cerca de 6 cm para acomodar a nova base com consequente uma maior distância entre eixos e quatro freios a disco com barras estabilizadoras foram instalados aumentou, tanto no eixo dianteiro quanto no traseiro. Nesta configuração, o TR3S presente nas 24 Horas de Le Mans pesava cerca de 920 kg. O motor twin cam foi capaz de fornecer uma potência de cerca de 148 cv. Isso permitiu que o TR3S atingisse 218 km/h nas longas retas de Le Mans, melhorando o desempenho do antigo modelo TR2 que três anos antes fez o seu melhor tempo da volta foi 4'46"20 com média de 170km/h, Na prova de 1959 os três Truimph TR3S e com as placas XHP 938, XHP 939 e XHP 940. Nenhum dos três Triumph chegaram à linha de chegada, devido a problemas com superaquecimento e lubrificação. Esta foi a primeira e única corrida do TR3S uma vez que a Standard-Triumph já tinha um novo projeto em mente para 1960 e, portanto, todos os três foram desmontados, recuperando apenas o chassis e o motor.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas têm pneus de borracha de acordo com as originais.
Fabricante Vitesse
Série retro Vitesse
Referencia nº L 005 preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.
País – Portugal
Anos de fabrico a
Bugatti T 59 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
Para o nº 3 não encontrei correspondência com qualquer prova, esteve na exposição miniaturas Vila Real 1990 acivr Associação Comercial e Industrial de Vila Real
Como dizia na caixa
“ O Tipo 59 nasce contemporaneamente com o tipo “57” utiliza como base o mesmo motor como base. O primeiro exemplar em Setembro 1933 no Grande Premio de Espana estava e equipado com um compressor”
Modelo real
A temporada de 1933 foi a última época com as regras da Fórmula Libre. O AIACR anunciou uma nova fórmula baseada no peso de 750 kg que entraria em vigor a partir de 1934, com razões desconhecidas a levaram os Campeonatos Europeus a ser suspensos.
A Automóbiles Ettore Bugatti participava em 1933 com os Bugatti Tipo 51 2.3L Tipo 54, 5.0 e Tipo 59, 2.8L S8.
O projeto da Bugatti para a nova fórmula era o Type 59 e deveria estar pronto para o Grande Prêmio da França. é predominantemente o trabalho de seu filho Jean, é considerado um dos designs de corrida mais elegantes.
O Bugatti T59 surgiu em 1933 e é a evolução da serie de corrida T35 – T51 – T54. Ele usou uma versão ampliada de 3,3 L (3257 cc / 198 in³) do motor de carro de turismo do Type 57 em linha, no chassis Type 54 modificado. O motor foi rebaixado para um melhor centro de gravidade e a estrutura foi mais leve com uma série de furos feitos no chassis.
Mas, o de dois lugares onde o segundo lugar podia ser coberto, e no lugar do segundo assento, poderia ser colocado um tanque de gasolina adicional, onde o seu motor de 2,8 litros e 8 cilindros com came no cabeçote foi a última tentativa da Bugatti de produzir uma série de carros de corrida capazes de vencer grandes prêmios e também esperar que fosse possível vendê-los com lucro, algo que não havia acontecido com o Type 54. Curiosamente, o 59 viu a luz do dia antes do início da produção do 57, onde o motor era o único ponto comum entre os dois carros. que realmente apareceu antes do modelo 57 touring, cujo lançamento foi adiado pela necessidade de vender os exemplares existentes do T 49 e T 46.
A sua estreia ocorreu na última grande corrida da temporada, o VIII Gran Premio de España realizado a 24 Setembro de 1933, em Lasarte, num circuito com o perímetro de 17.750 km percorrido durante 30 voltas e com um total de 532.500 km a classificação foi a seguinte:
1 38 Louis Chiron Alfa-Romeo B (8C-2600)
2 10 Luigi Fagioli Alfa-Romeo B (8C-2600)
3 8 Marcel Lehoux Bugatti T51 4h12m50
4 18 Achille Varzi Bugatti T59 4h14m14
5 30 Jean-Pierre Wimille Alfa-Romeo 8C-
6 26 René Dreyfus Bugatti T59 4h18m46, 29 laps
7 22 Philippe Étancelin Alfa-Romeo 8C-2300
Abandonaram nº 28 Emil Frankl Bugatti T35B21 acidente
e Nº 34 Benoit Falchetto Bugatti T51 13 não terminou
Não chegaram nº4 "Williams"Bugatti T59
Nº 14 Ignacio Palacio Bugatti T35
Nº 20 Pierre Bussienne Bugatti T51 Did Not Arrive
A Bugatti conseguiu um primeiro lugar na Bélgica em SPA, pilotado por Dreyfus
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Modificação na miniatura
Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante Brumm
Série R 42
Referencia nº preço 1420$00
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.
País – Itália
Anos de fabrico a
Última construção própria - Um olhar sobre as minhas miniaturas
Ultima miniature construída integralmente por min ainda no cimo das escadas em Vila Real.
Martin BM 8 1971 Edward Negus
Mercury FUC # - Ford Cosworth FVC L4 4v DOHC 1800 cc Gr.6 pilotado por Alan Flower e verde-escuro
Gropa CMC ou Dulon Porsche LD 11P
Modelo real
É natural a minha ligação entre os carros que eu tive como brinquedos e os kits de modelos quando criança e adolescente.
Eram todos carros que eu nunca tinha visto na vida real, mas mesmo assim eu sabia que eram especiais pois principalmente os que correram no Circuito Internacional de Vila Real. Tal como o Martin BM 7/8 pilotado por Edward Negus e que terminou em 5º lugar, construído por Brian Martin, piloto de corrida, que construiu e dirigia os seus próprios carros desportivos, era estudante de engenharia na Ford Motor Company e mais tarde engenheiro utilizava uma garagem fechada perto de Green Lane, Goodmayes, e mais tarde uma oficina perto de Rush Green Road, Dagenham
ou o ou o misterioso
Mercury FUC # - Ford Cosworth FVC L4 4v DOHC 1800 cc Gr.6 pilotado por Alan Flower e que terminou em 10º lugar.
Modificação na miniatura
Modelo construído integramente por min usando como base a miniatura de um Matra Sinca MS670 da Solido
Pintado com cores diversas para o aperfeiçoar
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Miniatura
Fabricante construção própria
Série
Material – zamac e barro plástico e lata
País - Portugal
Anos de fabrico a
Mazda 727C Le Mans 1984- Um olhar sobre as minhas miniaturas
Le Mans 1984 nº 87 - Mazda 727C #002 (Mooncraft) - - Mazda 13B Racing 2R 1308 cc Rotary C2 Mazdaspeed Co. Ltd. (J) Jean-Michel Martin (B)/David Kennedy (IRL)/Philippe Martin (B)
Modelo real
Em 1981 a Mazda vai a Le Mans na classe IMSA-GTU, com os RX-7 253s de 'cauda longa' e motor 13B para voltarem novamente em 1982, e terminarem em 14º lugar geral.
Entretanto a equipe Mazda Auto Tokyo de Takayoshi Ohashi passou Mazdaspeed e como subsidiária da Mazda, idealizou um carro especificamente para Le Mans, para competir na nova classe Júnior do Grupo C.
O Mazda 717C pesava 800 kg e era movido por um motor rotativo 13B de 310 cv, enquanto as saliências das rodas traseiras cobertas ajudavam a reduzir o arrasto, dando-lhe um escorregadio coeficiente de arrasto de 0,27 cd.
A estreia foi em 1983 nos 1000 Km Silverstone onde abandonou mas, nas 24 horas de Le Mans, 0 Mazda 717 C foi pilotado por Terada/Yorino/Katayama foi o primeiro protótipo a cruzar a linha de chegada na classe Júnior do Grupo C, em 12º lugar geral. e Soper/Weaver/Allam a terminaram a corrida em 18º lugar.
A Mazda desenvolveu ainda mais o design do Grupo C2 ao apresentar o 727C, utilizando o mesmo chassi construído pela Mooncraft e motor 13B de rotor duplo, agora com as rodas traseiras abertas, era uma versão atualizada do Mazda 717C de 1983
Dois carros foram inscritos para Le Mans o 86 - Mazda 727C #001 (Mooncraft) - Mazda 13B Racing 2R 1308 cc Rotary C2 Pierre Dieudonné (B)Yojiro Terada (J)/Takashi Yorino (J) nos treinos terem obtido o 32º lugar com 3:47.600
O nº 87 - Mazda 727C #002 (Mooncraft) - Mazdaspeed Co. Ltd. Mazda 13B Racing 2R 1308 cc Rotary C2 Jean-Michel Martin (B)/David Kennedy (IRL)/Philippe Martin (B) quando obtiveram o 42º lugar com 3:58.430.
Os Mazda 727Cs tinhas do seu lado os Lola chassis C2 também movidos pelo mesmo rotor duplo 13B dos 727C, os Lola-Mazda eram apoiadas pela BF Goodrich que experimentava os novos pneus radiais experimentais do patrocinador.
Por vezes, a multidão foi presenteada com a visão e o som de um quarteto de carros rotativos correndo juntos e no fim da prova os quatro motores Mazda tiveram bandeira quadriculada, com o número 68, o Lola-Mazda a cruzar a meta em 10º lugar geral e a conquista da vitória na classe C2.
O Mazda 727C com o nº87 foi o melhor classificado ao ser quarto e na geral 15º a 68 voltas do vencedor, à média de 165,129km/h e o nº 86, o sexto no Grupo C2.
Em 1985 foi substituído pelo Mazda 737C também de rotor duplo na classe do Grupo C2. O carro número 85 tinha uma linha de pilotos totalmente japonesa e ficou em terceiro na classe.
Modificação na miniatura
É um Kit da Provence Moulage muito completo e bem acabado.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de resina de acordo com as originais.
Fabricante Provence Moulage
Série Kit
Referencia nº preço 5100$00
Material – resina
Material da placa de base – resina
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em caixa de cartão.
País - França
Anos de fabrico a
Jaguar SS 100 1937 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
Sem munca ter visto nenhum SS Jaguar, o da Solido pareceu-me muito mais real que o da Matchbox
A miniatura é de numa época em que se dizia que era verde…tal como a primeira réplica da Solido,
Modelo real
Jaguar SS 100 1938 Casimiro de Oliveira #26 Vila Real 1937
Casimiro de Oliveira já tinha participado em !7 de Junho de 1934 ao volante de um Standard com a carroçaria Swallow mas não foi alem do 6º lugar.
Em 1937 as corridas realizaram-se também em dois fins-de-semana seguidos. A prova de Sport é no primeiro no fim de semana de 20 de Junho contou com a presença do Príncipe Max Zu Schaumburg-Lipe em Adler , a estreia do SS Jaguar SS e da estrela nacional, o Edford de Eduardo Ferreirinha.
Na volta inicial Eduardo Ferreirinha passa em primeiro seguido de Alfredo Rego , Casimiro de Oliveira , Adolfo Ferreirinha, Schaumburg, Soares Mendes, Mário Teixeira, Fernando Palhinhas e Oliveira Monteiro.
Na 8ºa volta Ferreirinha vai a box para resolver o problema com a caixa de velocidades e Casimiro de Oliveira sobe ao primeiro lugar.
O Príncipe de Lipe passa para a frente e o Edford faz a melhor volta á media de 96,644 e na 19º volta a bater o record á media de 98,181.
O Príncipe vai a box para reabastecer e o Jaguar fica em primeiro e triunfa no que foi reconhecido pela marca como a sua primeira vitória internacional num circuito.
O SS100 foi um carro desportivo britânico de 2 lugares construído entre 1936 e 1940 pela SS Cars Ltd de Coventry, Inglaterra.
O chassis com uma distância entre eixos 2,640 m baseado no sedam de 2,5 litros, visto pela primeira vez no SS 90 de 1935, separado com longarinas de secção e travessas em X ao contro, com carroçaria em alumínio.
O motor foi um desenvolvimento do Standard de 2,5 litros convertida de válvula lateral para válvula á cabeça com uma nova cabeça de cilindro projetada por William Heynes e Harry Weslake.
Motor de 6 cilindros cilindrada 2663cm3 onde a potência foi aumentada de 104 cv ás 430rpm Os carburadores dois carburadores SU foram aparafusados diretamente na cabeça do cilindro. Transmissão as rodas traseira com caixa de quatro velocidades em que a primeira não sincronizada, marchas atras e tavões de tambor nas 4 rodas.
O carro completo pesava 1170 kg.
Em 1937 o carro de 2½ litros custava £395
Modificação na miniatura
Pintado o nº à mão.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante Solido
Série
Referencia nº40002 – 03/81 preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em caixa de cartão, o Kit e o normal em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.
País - França
Anos de fabrico a
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