Sábado, 14 de Junho de 2014

O paddock - Jardim da Carreira parte 2

O paddock - Jardim da Carreira parte 2
Nos dias das provas íamos durante a manhã para o Jardim, ver os bólides que iam entrando e saindo por aquele enorme portão.
Muitas horas foram ali passadas e hoje vividas e relembradas.

 

2


publicado por dinis às 13:16
link do post | comentar | favorito
Sexta-feira, 13 de Junho de 2014

Jardim da Carreira

Jardim da Carreira

 

No antigo paddock do Circuito de Vila Real realizou-se, esta tarde, uma exposição de automóveis clássicos a lembrar as corridas de Vila Real.

 

 

Obrigado Custódio pelas fotos.


publicado por dinis às 23:58
link do post | comentar | favorito
Sábado, 14 de Dezembro de 2013

Jantar de Natal do Nama

Jantar de Natal do Nama

Hoje, 14 de Dezembro, lá estava o Fiat para anuncia o jantar de Natal do Nama.

No ambiente acolhedor do restaurante O Mateus, um excelente espaço de eventos, decorreu o jantar Natalício do Nama, numa sala muito agradável com muita cordialidade no atendimento. Foi o início de uma noite muita animada, com uma vasta ementa, de variedade e qualidade á nossa disposição. 

O jantar decorreu com a animação habitual do costume, com muitas piadas, histórias e gargalhadas à mistura e constituiu mais uma oportunidade de convívio entre todos aqueles que gostam de automóveis.

 

E como estávamos numa de memórias, um amigo da infância, recordou uma das nossas brincadeiras.

Um pequeno triciclo, era então a atracção da miudagem da aldeia, e o meu quintal era onde eu podia brincar. Mas, como pedalar custava, era nas descidas que eu mais gostava de andar e sempre que podia, era para lá que dava uma escapadela. A rampa mais utilizada foi a que fica entre a minha casa e a do António, e que segundo ele, me empurrou por várias vezes, para também poder dar umas voltinhas comigo e saborearmos aquele trigo com marmelada que a minha mãe nos dava. Como sabia bem…. aquele pão, depois  daquelas voltinhas  ….

 No final do jantar, acordes da viola e da guitarra ajudaram aos convivas a recordar e a entoar várias canções populares.

Exacto momento em que alguém dizia “Quando quiserem tirar uma foto com eles a sorrir digam-lhes: pensem em sexo. E  não é que resultou… vai-se saber porquê!....

 

Um agradável convívio, cheio de animação e boa disposição.


publicado por dinis às 23:41
link do post | comentar | favorito
Domingo, 17 de Novembro de 2013

S. Martinho “Clássico” nas Barraquinhas Jalotas parte 6

S. Martinho “Clássico” nas Barraquinhas Jalotas parte 6

 

Por aqui, na já empedrada rua principal de Campo de Jales e por baixo da casa onde também tinham um café, o primeiro da aldeia, ficava a oficina do Sr. Aires, pai do Carlos e do Agripino, onde consertavam as bicicletas dos mineiros e tinham outras para alugar.

Era aquela roda 28, a que eu mais gostava, por ser igual à que eu andava na minha rua, em Vila Real. 

Muitas voltas à aldeia por lá dei, e por vezes, fugindo um pouco à ordem estabelecida, íamos visitar as outras aldeias da redondeza.

Voltei a encontrar os Chinos, também conhecidos por Porquinhos-da-índia, desaparecidos misteriosamente na minha meninice, muito apreciados pelos lavradores por não permitirem a existência de ratos no seu habitat, embora não se alimentem deles!!!.

 

 

 

 

 

 

 

Chegou a hora da partida e de deixar o subsolo dourado de Jales encontrado pelos romanos, provavelmente os seus primeiros exploradores, numa mina de ouro e da qual tenho uma muito vaga ideia, que me foi mostrada e descrita pelo meu pai, na minha juventude, sentados no parque infantil, ou na pedra que existia mesmo ao lado da casa que servia de banco e mesa, durante os longos verões, sem a existência da TV mas na companhia diária de o Comercio do Porto.

 

Por aqui subiam os camiões das empresas que faziam o transporte do minério, para S. João da Madeira, Transportes Guimarães e Viúva de Amândio Ferreira, cuja sonoridade dos potentes camiões, ainda se encontra gravada a vencer a subida que se prolongava até ao cimo da serra, em busca do repouso em Vila Real, para no dia seguinte, seguirem viagem.

Também a “cabra”, nome pela qual era conhecida a sirene que se ouvia em todo o lado e indicava o início ou o fim dos trabalhos á superfície, enquanto o trabalho na mina era contínuo e dividido em três turnos, meia-noite, 8 horas e 14 horas.

 

O tanque do compressor ainda cá está, mas sem a beleza de outrora principalmente quando ocorria a refrigeração e a água jorrava em jacto pelos imensos buraquinhos dos dois tubos.

  

As instalações dos anos 30, eram as primeiras e únicas edificações que encontrávamos junto da estrada principal, agora sem vestígios, no cruzamento para Campo de Jales. A velha casa, o tanque muito alto, e um enorme sardão verde que no alto do telhado nos desafiava habitualmente.

O mesmo aconteceu ao primeiro poço e elevador, situado para os lados do cruzamento para a Vreia, já desactivado naquela época e a funcionar como respiro da mina, eram visitados frequentemente, na companhia do meu Pai, assim como todo o complexo mineiro das quais se destacavam aquelas grandes máquinas da lavaria e também o barulhento compressor.

Mas, uma das visitas mais agradáveis era a que fazíamos à barragem, lá para os lados de Raiz do Monte, que abastecia o complexo industrial, e as casas do aldeamento. A viagem era dura, pela  estrada ia-se bem, mas o caminho, ui, se áquilo se podia chamar caminho, era rude, cansativo e o que me valia era a mão do meu Pai, mas o que eu mais gostava, era ir às “carrachilas”.

Das primitivas instalações de Campo de Jales, já nada resta, das novas pouco ou quase nada ficou daquilo que foi a sua época dourada. 

Jales está irreconhecível, mais bonita, mas sem o encanto de outrora, o seu património mineiro, sempre na esperança de que apareça algum investidor capaz de explorar a riqueza e a potencialidade que aquele subsolo esconde e tem para oferecer aquela terra e às suas gentes.

Um vídeo de Rui Vieira a bordo do Mercedes Benz de 1936 a passagem por Vales 

https://www.facebook.com/photo.php?v=10201455022835273&set=vb.1166566600&type=2&theater


publicado por dinis às 23:10
link do post | comentar | favorito
Sexta-feira, 15 de Novembro de 2013

S. Martinho “Clássico” nas Barraquinhas Jalotas parte 5

S. Martinho “Clássico” nas Barraquinhas Jalotas 

 

Na antiga rua, outrora poeirenta, desciam os mineiros depois de um turno de trabalho, já lhe faltavam os carris que atravessavam o caminho e ligavam a serração, da qual já nem restos existem, à carpintaria. Carris esses, por onde as vagonetas eram puxadas por mulas e mais modernamente por máquinas eléctricas que transportavam a madeira de pinho para escorar as galerias, até ao poço de Santa Barbara. A madeira de pinho usada pra escorar as galerias , torna-se quase eterna para estes lugares, como todos sabem e principalmente os lisboetas em que parte da sua cidade se encontra edificada.

Uma rua nova, símbolo do progresso, perto do local onde existiu um grande buraco, que de um dia para o outro se abriu motivado pelo aluimento de terras, formou um poço sem fundo, que por lá existiu durante muitos anos e que segundo se dizia, terminava ao lado da primeira mina.

   

Do lado esquerdo, encontrei o saudoso Bairro da Companhia, já com poucas casas em madeira da época.


Um pouco mais abaixo, e junto da primeira entrada para as habitações, um velho caminho como o de outrora, que circundava a velha Garagem, onde por vezes era guardado o sumptuoso Rolls Royce dos “patrões”, onde mais a trás se encontrava o um velho compressor e umas instalações eléctricas, que segundo o meu Pai, ainda poderiam ser usadas em caso de necessidade. Tudo isto desapareceu, também o velho tanque de refrigeração, já fora de uso, e que constituíam os restos da primeira fase do início da mina. Mas, do outro lado, como a querer manter a força da natureza, ainda por lá se encontram os velhos castanheiros, agora acompanhados de alguns pinheiros.

No cruzamento, o velho campo de futebol, ainda utilizado, o largo e arredores serviam para as brincadeiras da pequenada, principalmente nos dias de festa.

Era o local de encontro e de passagem entre as duas aldeias. Junto, um conjunto de edifícios disposto em U, era onde se encontrava o refeitório destinado aos trabalhadores da empresa.

 

O refeitório era periodicamente transformado em sala de cinema, quando a furgoneta do cinema ambulante visitava o aldeamento. Um projector rústico, montado na hora, um lençol esticado na parede a fazer de tela e um filme desactualizado, longos momentos de espera e no meio de uma grande algazarra, iam gritando “começa, está na hora" até que chegava o silêncio total com o início das primeiras imagens. Era a alegria de todos, naquela noite.

Por altura do natal também se fazia ali a distribuição das prendas no Natal e por vezes incluía um filme para a pequenada.

Aquele conjunto de imóveis, era onde se localizava a oficina eléctrica, reparava principalmente os motores utilizados para retirar a água da mina, estes armazéns continuam na mesma, embora adaptados à nova realidade.

 

Mais à frente, na curva, estava a cantina, com todo o tipo de produtos disponíveis, desde a roupa para a mina, a produtos de primeira necessidade, vendidos a crédito a todos os trabalhadores, também desapareceu, bem como todo o complexo mineiro foi destruído e vendido, como dizia um antigo trabalhador:

“Venderam e levaram tudo e na casa do compressor até uma discoteca já lá funcionou”.

Mensalmente, junto da porta e na rampa, também se via uma longa fila de mineiros, a antever o dia de pagamentos.

Efectivamente, já não há nem restos da lavandaria. O segundo elevador já desapareceu bem como muitas das oficinas de apoio ao bem equipado complexo industrial, alguns edifícios ainda resistem como que a querer desafiar os homens e a oferecer uma segunda vida .

Restam no centro, agora Bairro do Branquinho, as casas onde funcionavam os escritórios, com destaque para o laboratório, onde fui muitas vezes buscar uns vasinhos pequenos e umas tigelas, muito uteis nas nossas brincadeiras

 

O edifício enfermaria onde se encontrava permanentemente o médico e o enfermeiro, em baixo, o bairro operário dos mineiros “Sainça” por lá ainda se encontram, mas sem o bulício e a alegria de outrora, com as mulheres a chamar pelos filhos, ou a limpar ou lavar a roupa no seu tanque comunitário.

O parque infantil era a delícia da pequenada e os baloiços, escorrera e cavalinhos, feitos nas oficinas locais eram a nossa alegria.

Também já la vão as típicas vedações de madeira e por vezes com arbustos.

As Minas de Jales, foi um complexo industrial com mais de um milhar de postos de trabalho, com sede em Lisboa e S. João da Madeira onde era feita a selecção dos componentes. Estava dotada permanentemente de um médico, uma enfermaria com um enfermeiro e de um Posto da PSP.

Na estrada nacional circulava diariamente um autocarro público que efectuava diariamente uma carreira entre Vila Pouca e o Pópulo. Existia ainda ao serviço dos trabalhadores das minas, havia também um autocarro particular que os transportava para as suas aldeias de origem, todos os dias, excepto ao Domingo, dia de descanso.   

A “aldeia do mineiro” como era também conhecida foi nos seus tempos áureos uma aldeia próspera e muito conhecida, contribuindo para o desenvolvimento das aldeias vizinhas.

As minas de Jales, fechadas em 1992, foram as últimas em Portugal de onde se extraiu ouro.


publicado por dinis às 23:16
link do post | comentar | favorito
Quinta-feira, 14 de Novembro de 2013

S. Martinho “Clássico” nas Barraquinhas Jalotas parte 4

S. Martinho “Clássico” nas Barraquinhas Jalotas parte 4

 

Recordações de infância…

 

 

Momentos de emoção, vividos neste dia, e neste local de uma saudosa e já longínqua infância, da qual guardo os bons momentos que aqui vivi e passei.

Este bocado de planalto, parecia o cimo de uma serra, quebrado apenas pelo Jardim á volta da casa, diariamente regado pelo meu Pai, uma pequena horta, e ao lado, um campo de centeio particular com um pequeno caminho que eu utilizava para ir andar de bicicleta, brincar ou ver a feira.     

Descer á mina, era para mim muito ariscado, trabalhar no fundo da mina era impensável, mas subir ao cimo do elevador, foi sempre um grande desejo, embora considerasse a lubrificação das andorinhas, (rodas onde os cabos passavam) uma das intervenções mais ariscadas a que assisti.

Fotos com alguns anos de diferença…

Alguns dos momentos no Posto da PSP 

A família completa

Da esquerda para a direita um Polícia do qual não me lembro o nome, a minha Irmã, o meu Pai, e eu, um Polícia chamado Arnaldo.

Em cima, a minha Mãe, e os familiares do Sr. Arnaldo.  

Eu e o meu pai, com umas visitas ao Posto. 

Por lá passaram muitos amigos relembro como hoje com saudade o  Sr. Avelino, Domingos, Ginjeira, entre outros.


publicado por dinis às 23:57
link do post | comentar | favorito
Terça-feira, 12 de Novembro de 2013

S. Martinho “Clássico” nas Barraquinhas Jalotas parte 3

S. Martinho “Clássico” nas Barraquinhas Jalotas~

 

Depois da visita as barraquinhas, onde um vinho generoso e umas natas, um caldo verde ou de feijocas, serviu para auxiliar a visita ao Poço de Santa Barbara.   

 A visita ao elevador de Santa Bárbara, era aguardada com muita emoção.

O elevador de Santa Bárbara e as suas duas jaulas, desciam a 620 metros de profundidade, é uma das poucas estruturas que resta deste magnífico complexo mineiro, um dos mais importantes de Portugal.

 

 

Nas duas aberturas, sem qualquer vidro, era por onde passavam os cabos de aço que movimentavam as duas gaiolas. 

 

 

 

A casa das máquinas do elevador está fechada, mas, era, através de grossos cabos muito bem oleados que se enrolavam em duas gigantescas carrilhas, movidas por um potente motor, ligadas entre si, para fazerem o efeito de roldana e aproveitar o efeito da gravidade, onde se enroscavam os dois longos cabos, em dois sentidos, isto é, um em cima, subia e trazia para a superfície a gaiola, enquanto o outro, descia em simultâneo ao para o fundo da mina.

 Um sistema de toques de campainha e um serviço telefónico privado, indicava ao operador do elevador a paragem, a subida ou a descida do elevador.

Era por aqui, que diariamente desciam para o trabalho os mineiros, as mulas e todo o material necessário à extracção de tão preciosos metais.

Neste elevador, desceu e subiu o nosso amável guia, Jorge Mendes, durante muitos anos enquanto trabalhou nestas minas e agora um dos principais responsáveis pela existência, preservação e divulgação deste carismático Monumento Nacional.

O minério era trazido para a superfície através de um outro poço existente no lado oposto, na parte baixa, junto do Branquinho e da Lavaria, que o que o moía, lavava, preparava e embalava em bidons para seguir em camiões que paravam em Vila Real, antes de rumarem no dia seguinte a S. João da Madeira, onde era feita a separação final.

Neste imenso descampado de então, eram colocados os vários resíduos retirados da mina que depois voltavam novamente para dentro, para atupir os buracos feitos na mina para a extracção do minério, ou servia como depósito a veículos e máquinas avariadas, vagonas e até automóveis. Um pouco mais ao lado a serralharia para afiar as brocas e soldar o mais diverso material principalmente o circulante e fabricar quando necessário novas peças. Junto, possuía um complexo sistema de carris por onde circulavam as vagonetas, que tudo transportavam no seu vai e  vem diário. Parece que ainda agora ouço o chocar das vagonetas entre si ou o seu enbate para parar. Ao lado ainda lá está a casa de apoio à parte alta de Jales, então composta pelo Posto da Policia, mais a cima o Bairro Novo, no lado esquerdo, entre outros, o Compressor e a Central Eléctrica, pronta a funcionar em caso de emergência ou simplesmente a falta de electricidade.

A convite de Jorge Mendes fomos recebidos em sua casa que nos presenteou com pedras extraídas da mina onde se podia ver os vários matérias de que era composta. 

Outrora este campo era o acesso ao elevador, era amplo e sempre muito movimentado…   

 


publicado por dinis às 23:56
link do post | comentar | favorito
Domingo, 10 de Novembro de 2013

S. Martinho “Clássico” nas Barraquinhas Jalotas

S. Martinho “Clássico” nas Barraquinhas Jalotas

Na véspera do S. Martinho,

“Reza a lenda de São Martinho que certo dia, um soldado romano chamado Martinho, estava a caminho da sua terra natal. O tempo estava muito frio e Martinho encontrou um mendigo cheio de frio a pedir esmola. Martinho rasgou a sua capa em duas e deu metade ao mendigo. De repente o frio parou e o tempo aqueceu. Este acontecimento acredita-se que tenha sido a recompensa por Martinho ter sido bom para com o mendigo”.

Como é tradição e reza a lenda, na véspera e no dia de S, Martinho, o tempo melhora e o Sol aparece e foi o que aconteceu hoje.

Aproveitando este bom tempo, os clássicos juntaram-se para participar no S. Martinho nas Barraquinhas Jalotas, em Campo de Jales.

 

 

 

Como há mais de 50 anos, prontos a ir para Jales, agora sem os nossos pais e irmâ. 

 

 

 

 Saída do “paddock” do Circuito de Vila Real...

 

 

 e passagem pela meta.

A aguardar por aqueles que se perdem a admirar a paisagem…

 

 

À nossa espera, um grupo de clássicos… 

 

À chegada a Campo de Jales, um centenário castanheiro a oferecer aquelas que irão ser assadas…  

 

Ruas de Jales, que na minha infância percorri a toda a velocidade a pé ou de bicicleta… recordações. 

 


publicado por dinis às 23:03
link do post | comentar | favorito

.mais sobre mim

.pesquisar

 

.Novembro 2019

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2

3
4
5
6
7
8
9

11
12
14
15
16

17
18
19
20
21
22
23

24
25
26
27
28
29
30


.Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

.posts recentes

. O paddock - Jardim da Car...

. Jardim da Carreira

. Jantar de Natal do Nama

. S. Martinho “Clássico” na...

. S. Martinho “Clássico” na...

. S. Martinho “Clássico” na...

. S. Martinho “Clássico” na...

. S. Martinho “Clássico” na...

.arquivos

. Novembro 2019

. Outubro 2019

. Setembro 2019

. Agosto 2019

. Julho 2019

. Junho 2019

. Maio 2019

. Abril 2019

. Março 2019

. Fevereiro 2019

. Janeiro 2019

. Dezembro 2018

. Novembro 2018

. Outubro 2018

. Setembro 2018

. Agosto 2018

. Julho 2018

. Junho 2018

. Maio 2018

. Abril 2018

. Março 2018

. Fevereiro 2018

. Janeiro 2018

. Dezembro 2017

. Novembro 2017

. Outubro 2017

. Setembro 2017

. Agosto 2017

. Julho 2017

. Junho 2017

. Maio 2017

. Abril 2017

. Março 2017

. Fevereiro 2017

. Janeiro 2017

. Dezembro 2016

. Novembro 2016

. Outubro 2016

. Setembro 2016

. Agosto 2016

. Julho 2016

. Junho 2016

. Maio 2016

. Abril 2016

. Março 2016

. Fevereiro 2016

. Janeiro 2016

. Dezembro 2015

. Novembro 2015

. Outubro 2015

. Setembro 2015

. Agosto 2015

. Julho 2015

. Junho 2015

. Maio 2015

. Abril 2015

. Março 2015

. Fevereiro 2015

. Janeiro 2015

. Dezembro 2014

. Novembro 2014

. Outubro 2014

. Setembro 2014

. Agosto 2014

. Julho 2014

. Junho 2014

. Maio 2014

. Abril 2014

. Março 2014

. Fevereiro 2014

. Janeiro 2014

. Dezembro 2013

. Novembro 2013

. Outubro 2013

. Setembro 2013

. Agosto 2013

. Julho 2013

. Junho 2013

. Maio 2013

. Abril 2013

. Março 2013

. Fevereiro 2013

. Janeiro 2013

. Dezembro 2012

. Novembro 2012

. Outubro 2012

. Setembro 2012

. Agosto 2012

. Julho 2012

. Junho 2012

. Maio 2012

. Abril 2012

. Março 2012

. Fevereiro 2012

. Janeiro 2012

. Dezembro 2011

. Novembro 2011

. Outubro 2011

. Setembro 2011

. Agosto 2011

. Julho 2011

. Junho 2011

. Maio 2011

. Abril 2011

. Março 2011

. Fevereiro 2011

. Janeiro 2011

. Dezembro 2010

. Novembro 2010

. Outubro 2010

. Setembro 2010

. Agosto 2010

. Julho 2010

. Junho 2010

. Maio 2010

. Abril 2010

. Março 2010

. Fevereiro 2010

. Janeiro 2010

. Dezembro 2009

. Novembro 2009

. Outubro 2009

. Setembro 2009

. Agosto 2009

. Julho 2009

. Junho 2009

. Maio 2009

. Abril 2009

. Março 2009

. Janeiro 2009

. Dezembro 2008

. Novembro 2008

. Outubro 2008

. Setembro 2008

. Agosto 2008

. Julho 2008

. Junho 2008

. Maio 2008

. Abril 2008

. Março 2008

. Fevereiro 2008

. Janeiro 2008

. Dezembro 2007

. Outubro 2007

. Setembro 2007

. Agosto 2007

. Julho 2007

. Junho 2007

. Maio 2007

. Março 2007

. Fevereiro 2007

.tags

. todas as tags

SAPO Blogs
RSS