Suzuki GSV-R 2002 Kenny Roberts Jr.2002 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1406ª –Suzuki GSV-R 2002 Kenny Roberts Jr.2002 RBA
Kenny Roberts Jr, “As nossas ideias estão a esgotar-se “
Modelo real
A Suzuki foi a última das grandes marcas a anunciar que iria competir em 2002 com uma mota a 4T. A Honda e a Yamaha foram as duas primeiras grandes a desenvolver as sua 4T, ao passo que a Aprilia e a Suzuki, só o anunciaram mais tarde a intenção de patticiparem em Moto GP com uma mota de 4T.
Enquanto a Honda apostava num motor de Cinco cilindros em V e a Yamaha num tetra cilíndrico em linha, a Suzuki confiava num quatro cilindros, mas em V.
A primeira versão da GSV-R de 2002 denominada internamente na Suzuki Racing como XRE0,
A Suzuki começou a trabalhar na XREO em Fevereiro de 2000, isto é a primeira prova do campeonato , e provavelmente as seguintes a Suzuki de Roberts e Gibernau não estaria tão rodada como a Yamaha de Biaggi ou a Honda de Rossi.
Poucos pormenores se conheciam sobre o motor XREO como por exemplo que o angulo era de 60ª e que tinha 16 válvulas, com dupla arvore de cames, ao passo que a distribuição se fazia através de um conjunto de engrenagens. Carter húmido, uma arvore de cames e a transmissão aparentemente sibe o bloco do cilindro traseiro. continuou a usar o antigo chassi RGV500 Gamma
Quando as coisas não cerrem bem há sempre alguém que tem de pagar as favas. . No G.P. da Africa do Sul estrearam-se uns pneus exclusivamente para esta Suzuki. Mas como se tratasse da Fórmula 1, Kenny Roberts Jr. teve de ir as boxes trocar de pneus porque estes estavam completamente nas lonas… e isso aconteceu è sexta volta! Kenny trocou os dois pneus, uma situação algo incrível ainda por cima para uma equipa da linha da frente como a Suzuki. O desastre foi de tal ordem que no Grande premio seguinte a Suzuki regressou a Michelin,
A XRE0 conseguiu seu primeiro pódio, um segundo lugar, na etapa de abertura em Suzuka e conseguiu um terceiro lugar no Rio no mesmo ano.. O melhor piloto da XRE0 no final do Campeonato de MotoGP de 2002 foi Kenny Roberts Jr., em nono lugar geral.




Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, RBA Collectibles,
Série Grandes Motas de Competição
Escala 1/24
Referencia nº 43 preço
Material – metal e plástico
Apresentado em caixa acrílica e expositor plástico.
País – Portugal, feito na China
Yamaha YZR 500 Shinya Nakano - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1388ª –Yamaha YZR 500 cc 2001 Shinya Nakano RBA
1217ª – Yamaha YZR 500 cc 2001 Planeta De Agostini Altaya
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/yamaha-yzr-500-cc-2001-um-olhar-sobre-1922012
1254ª – Yamaha YZR 2000 Olivier Jacque Planeta De Agostini Altaya
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/yamaha-tech3-um-olhar-sobre-as-minhas-1938498
Yamaha 2001 YZR 500 No. 56 - Gauloises GO!
GOIIIIIII substituiu Gauloise na publicidade da miniatura
Modelo real
Em 1998, Shinya Nakano dominou o All Japan Road Race Championship numa YZR250 e, no ano seguinte, correu no World GP. Em 1999 e 2000, correu na GP250 ao lado do companheiro de equipe Olivier Jacque.
Em 2000, ele permaneceu no topo do ranking até à corrida final, onde foi derrotado por Jacque e, consequentemente, caiu para a segunda posição.
Integrado na Tech3, uma equipe de motociclismo que compete no Campeonato Mundial de MotoGP que na temporada de 2001, mudou para a classe principal, novamente com Yamaha, Jacque e Nakano na YZR500, embora seu status tenha mudado para o de equipe satélite até o presente.
Em 2001, na classe mais alta do GP e Shinya Nakano recebeu uma mota muito completiva para 2001 uma Yamaha YZR500.
Regularmente entre os primeiros cinco lugares, conseguindo um brilhante lugar no pódio no grande premio da Alemanha, em Sachsenring.
Shinya Nakano foi o segundo melhor homem da Yamaha na temporada, a seguir a Biaggi e a sua YZR 500 foi muito regular e não apresentou falhas.
No entanto o conjunto Rossi -NSR foi arrasador e não deu hipóteses a ninguém.
O japonês do team Tech 3 adaptou-se perfeitamente e ao contrário de Checa e Biaggi, que se fartaram de criticar a suspensão.
Para a temporada de 2001 a Yamaha procurou melhorar a entrega de potencia e experimentaram sucessivas combinações com novos cilindros desenvolvidos por Harald Bartol , chefe técnico da DRD, assim como diferentes carburadores.
O Team Tech 3 utilizava suspensões Kayaba, ao contrário os outros teams da Yamaha que optaram pela Ohlins..
Aerodinamicamente, o trabalho foi profundo, sendo de destacar a nova carenagem e o novo assento pontiagudo.
Nakano foi sempre fiel ao seu dorsal, o n 56 e em 2001, um 3º lugar no GP da Alemanha e outros sucessos elevaram sua classificação para o 5º lugar.
A Yamaha YZR 500cc pilotada por Shinya Nakano em 2001, o ano em que dizemos adeus ao pit lane completo de 500 cc e 2 tempos.





Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, RBA Collectibles,
Série Grandes Motas de Competição
Escala 1/24
Referencia nº 40 preço
Material – metal e plástico
Apresentado em caixa acrílica e expositor plástico.
País – Portugal, feito na China
Honda VTR 1000 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1364ª – Honda VTR 1000 - Costes Charpentier- Cimbert 2000 RBA
Modelo real
A Honda VTR 1000 proporcionou aquele tão difícil “ chegar, ver e vencer” quando na primeira prova do Mundial de Resistência a bicilindrica da casa da asa dourada conquistou a vitoria em Le Mans. a única máquina equipada com motor bicilíndrico a vencer as 24 Horas Motos
Na 23ª edição das 24 Heures Motos em 2000, a Honda 1000 VTR SP1 tinha sob sua carenagem, um motor V2 de dois cilindros em oposição ao tradicional de quatro cilindros. Com provas dadas no Campeonato Mundial de Superbike, a equipe Honda France inscrição. o #111 para William Costes, Sébastien Charpentier e Sébastien Gimbert.
Bem antes das 24 Horas de Motos, os mecânicos da equipe Honda França "Recebemos a moto lá em partes e a montamos", lembra Bernard Rigoni, gerente da equipe Honda França na época.
Nos testes pré-Mans, semanas antes do evento, o VTR impressiona. “Era carbono bruto e eu realmente me senti como o piloto de fábrica que sempre sonhei ser”, lembra o piloto Sébastien Gimbert. Para Bernard Rigoni, “era uma verdadeira máquina de fábrica, um monstro tecnológico para a época. Tenho uma lembrança inesquecível disso.”
Antes de começar a corrida, os membros da equipe Honda França estão animados com o desafio. “Era uma bicicleta novinha em folha. Tivemos que esperar 24 horas, então decidimos diminuir a velocidade do motor por questões de confiabilidade. "Não estávamos na posição de favoritos, mas sim na de um bom azarão", explica Bernard Rigoni.
Apesar da chuva e das inúmeras mudanças de aderência, a Honda #111 venceu a Suzuki e a Yamaha no final de uma corrida realmente emocionante. Uma verdadeira obra de arte realizada pela equipe Honda França. “Parecia tão louco entrar e reivindicar a vitória que todos ficaram surpresos que o VTR venceu uma corrida de 24 horas. Das minhas três vitórias nas 24 Horas de Motos, esta é a mais significativa. Aprendi tudo naquela noite. Foi um grande ponto de virada na minha carreira. Eu estava correndo em um Grande Prêmio, queria acreditar nos meus sonhos, mas estava com dificuldades. “Nunca poderei agradecer o suficiente à Honda França por me permitir pilotar esta moto”, confidencia Sébastien Gimbert.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, RBA Collectibles,
Série Grandes Motas de Competição
Escala 1/24
Referencia nº 36 preço
Material – metal e plástico
Apresentado em caixa acrílica e expositor plástico.
País – Portugal, feito na China
Honda VTR 1000 SP-1 2000 Colin Edwards - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1324ª –Honda VTR 1000 SP-1 2000 Colin Edwards RBA
Colin Edwards Honda VTR 1000 SP-1 2000
Em 2000, Colin Edwards o tornado de Texas vence o campeonato de pilotos do WorldSBK numa Honda RC51 (também conhecida como VTR1000) no seu primeiro ano de produção.
Modelo real
Depois de várias anos no Mundial de Superdikes com uma moto V-4 os responsáveis da Honda Racing Corporation apostaram forte na em 2000 com uma V-2
“Ouvimos em 1998 que eles a estavam construindo”, disse ele, “Fomos testá-la na Austrália, em Phillip Island e Eastern Creek em – eu acho – fevereiro de 1999. Passou um ano inteiro antes mesmo de eles lançarem a moto. . Andei dois dias no gêmeo em Philip Island. A moto estava muito lenta; ele estava em um modo de produção naquela época e não tinha nenhum kit digno de nota. Mas nossos tempos de volta ficaram cerca de três quartos de segundo atrás do RC45, quero dizer, e estávamos cerca de 20-25 km/h mais lentos na reta. Sabíamos que era lento só porque eles não tinham tempo para desenvolvê-lo. Sabíamos que poderíamos obter mais potência com isso, mas naquela época tínhamos apenas começado a brincar com abastecimento e mapeamento.”
“A primeira corrida, na África do Sul, ganhei. Haga estava ali comigo; e Fogarty. Na segunda corrida, Haga apenas ultrapassou – por segundos. Ele se foi e eu estava andando pra caramba. Foi simplesmente estranho; por que ele não fez isso na primeira corrida? Uma mudança de configuração, tanto faz, não sei? Mas foi um pouco anormal, pensei na época.
Colin Edwards e a Honda V-Twin conquistaram o seu primeiro título mundial de SBK, que impressionou toda a gente, mesmo que tivesse sido necessária toda a energia e a melhor inspiração do fabricante, dos parceiros técnicos, da equipa e do piloto para garantir esse resultado.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, RBA Collectibles,
Série Grandes Motos de Competição
Escala 1/24
Referencia nº 29 preço
Material – metal e plástico
Apresentado em caixa acrílica e expositor plástico.
País – Portugal, feito na China
Ducati 996 R - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1319ª – Ducati 996 R 2001 Troy Bayliss RBA
Ducati 996 R 2001 Troy Bayliss
O piloto australiano Troy Bayliss chegou a Ducati para substituir Carl Fogarty na equipa Ducati-Infostrada e a Ducati funcionou na perfeição em 2001 e conquistar o titulo de Superbikes.
A 996R era quase perfeita, mas a 996 Foi era ainda mais . Era a sua evolução natural representando a evolução máxima dos dois cilindros e das quatro válvulas qualidades que até a altura tinham valido a Ducatti oito títulos múndias de pilotos e nove de construtores.
Modelo real
E porque não uma replica actual da vencedora do campeonato do Mundo
21 tem sido um número mágico para a Ducati desde que Troy Bayliss o esculpiu com as suas vitórias na história do motociclismo. Precisamente em 2021, vinte anos depois de vencer o Campeonato do Mundo de Superbike de 2001, a Ducati presta homenagem à lendária carreira do piloto australiano ao dedicar-lhe uma moto especial, produzida em série numerada, que celebra o primeiro dos três títulos mundiais de SBK. vencida por Bayliss: a Ducati Panigale V2 Bayliss 1º Campeonato 20º Aniversário.
Agora a química vencedora entre a Ducati e a “Baylisstic” reacende-se com a criação desta moto comemorativa, cujo nome foi escolhido diretamente pelo piloto, que também contribuiu ativamente para a criação do conceito gráfico.
Produzida em série numerada, a moto é caracterizada pela pintura comemorativa especial que lembra a da Ducati 996 R do primeiro título Mundial de Superbike conquistado pelo piloto australiano em 2001.
Equipada com componentes Öhlins e embelezada com detalhes que realçam a sua desportividade, a Panigale V2 Bayliss 1st Championship 20th Anniversary está destinada a entrar nos corações dos fãs de Troy em todo o mundo
O vídeo de apresentação da moto, filmado no Museu Ducati, na pista e na casa de Bayliss na Austrália, está disponível no canal Ducati no YouTube e no site Ducati.com
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, RBA Collectibles,
Série Grandes Motos de Competição
Escala 1/24
Referencia nº 28 preço
Material – metal e plástico
Apresentado em caixa acrílica e expositor plástico.
País – Portugal, feito na China
C-Guyot- S. Scarnato- N. Dussauge - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1294ª –Suzuki GSX-R 1000 cc C-Guyot- S. Scarnato- N. Dussauge 2001 RBA
Honda GSX-R, C-Guyot- S. Scarnato- N. Dussauge, 2001 24 Horas de Le Mans 2001 vencedores
Modelo real
Segundo Christophe Guyot “ E uma mota com grande potencial e que se deixa levar “.
No final das 24 Horas de Le Mans de 2001ª Tournay Distribution agradeceu a todas as equipas que utilizaram as cores dos nossos produtos durante as 24 Horas de Le Mans de 2001.
Acesso especial para os concorrentes que cruzaram a linha de meta, mas também para os infelizes que, sobrecarregados de preocupações, tiveram de desistir. A resistência durante mais de 24 horas continua a ser um teste implacável para mecânicos e homens. Estamos orgulhosos da escolha das nossas marcas pelas equipas. Assim puderam testar, validar e demonstrar o desempenho dos nossos produtos. Aos nossos olhos, a corrida continua a ser um verdadeiro banco de testes e é por isso que continuaremos os nossos esforços de apoio e desenvolvimento para os próximos eventos.
As 24 Horas de Le Mans continuam a ser um grande sucesso popular e perante quase cem mil espectadores, as equipas da Micron, nove das cinquenta equipas à partida, contribuíram largamente para a notoriedade e imagem dos nossos produtos:
Equipa GMT 94: foi a vencedora do evento e da nova categoria Superproduction, com os pilotos: C Guyot - S Scarnato - N Dussauge numa Suzuki GSXR1000 equipada com sistema Micron Beta Titan.
O facto de serem motos muito p+olivalentes possibilitou a equipa do GMT 94 Guyot Motorcicle Team adaptarem-se perfeitamente a maquina e vencerem além de Le mans , as 6Horas de Nurburgring e ficarem em segundos no nas 24 Horas de Liege atras dos seus colegas da Suzuki Castrol.
As quatro primeiras motas no mundial foram Suzuki
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, RBA Collectibles,
Série Grandes Motos de Competição
Escala 1/24
Referencia nº 23 preço 6€50
Material – metal e plástico
Apresentado em caixa acrílica e expositor plástico.
País – Portugal, feito na China
Gilera 125 2001 Manuel Poggialli - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1268ª – Gilera 125 2001 Manuel Poggialli RBA
Passados 40 anos a Gilera volta a conquistar o mundial
Modelo real
A grande dominadora nos anos 50 foi a Gilera época em que consegui seis títulos mundiais e cinco de marcas. Umberto Masetti, Geoff Duke e Liberati conduziram a Gilera a umas dais mais brilhantes etapas deste a sua criação em 1909
Em 1969 passou para o grupo Piagio regressando sem grandes resultados no inicio dos anos 90.
Em 2001 da Derbi comprar parte do Grupo PIagio, a marca dos dois aros volta ao mundial, mas desta vez em 125.
Rapidamente os responsáveis pegam numa das rapidíssimas Derbi , trocam-lhe os plásticos e decoram-na com o logotipo da Gilera.
A Gilera é tal como a Derbi uma máquina que saída das mãos de Harald Bartol que soube conjugar um motor rapidíssimo com uma ciclística brilhante.
O motor é um monocilíndrico de 125cc refrigerado a agua com uma combinação quadrada, 54X54 mm no diâmetro e curso, um carburador Keihin de 39mm a embraiagem é a seco e a caixa de velocidades dispõe de uma relação de seis velocidades adaptáveis consoante as exigências do traçado.
Manuel Poggiali mostra desde o início que queria ir além das expectativas iniciais... e acabou conquistando o título. 3 vitórias, 11 pódios e 2 poles levaram-no a superar o seu antigo companheiro de equipa Ui e o jovem Toni Elías, tem no final do ano um novo titulo no mundial para a marca. No ano seguinte acompanhado por Gramigni.
Poggiali tenta repetir o título, e esteve perto disso, mas o francês Arnaud Vincent venceu-o.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, RBA Collectibles,
Série Grandes Motos de Competição
Escala 1/24
Referencia nº 16 preço 6€50
Material – metal e plástico
Apresentado em caixa acrílica e expositor plástico.
País – Portugal, feito na China
Yamaha Tech3 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1254ª – Yamaha YZR 2000 Olivier Jacque Planeta De Agostini Altaya
YZR250 de Chesterfield
A Yamaha Tech3 com o laquelle Olivier Jacque obteve o título de 250cc em 2000.
A Yamaha YZR 2000 de Olivier Jacque tinha à época as cores da Chesterfield e tinha a publicidade substituída por D lllllllllllll.
Modelo real
Yamaha YZR250. Olivier Jacque e Shinya Nakano da equipe Tech3 Em 2000, Olivier Jacque é segundo no Estoril
Categoria de 250 cc em MotoGP de 2000. A luta entre os companheiros de equipa Shinya Nakano e Olivier Jacques começou a aquecer. Os dois subiram juntos ao pódio dez vezes, incluindo quatro resultados nos dois primeiros lugares.
Após quinze provas, tudo se vai decidir no último GP da temporada na Austrália. Dois pontos separam Olivier (254 pts) de Shinya (252 pts). O cálculo é muito simples, se Olivier Jacque terminar antes de Shinya e este lugar for importante, ele é o campeão. Mais se Shinya termina terceiro a frente de OJ, o título é para ele.
Nakano realizou a "pôle position" com 1'33713. Jacque está a com o segundo tempo com um cronômetro de 1'34182.
Na partida Nakano vai para primeiro seguindo por Katoh e Jacque. OJ passa rapidamente Katoh e coloca-se na rota de Shinya.
Durante essas passagens, Olivier cuida da saída da dupla esquerda que precedeu a longa distância da chegada e suporta à altivez de Shinya.
“Volontairement Jacque vient de répéter que qu'il veut réaliser dans le dernier tour. Nakano entre em tête no double gauche, Jacque juste derrière acélère un peu plus tot que lui dans le deuxième gauche et recolle au dosseret du japonais, prend l’aspiration et déboîte son coéquipier “ na linha de chegada. Olivier Jacque é campeão do Mundo por 14 milésimas de segundo.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, Planeta De Agostini Altaya ,
Série Grandes Motos de Competição
Escala 1/24
Referencia nº 12 preço
Material – zamac e plástico
Apresentado em caixa acrílica e expositor plástico.
País – Portugal, feito na China
Aprilia RS3 990 2002 Regis Laconi - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1246 ª – Aprilia RS3 990 2002 Planeta De Agostini Altaya
A Aprilia RS3 990 2002 Regis Laconi tinha à época as cores da MS e tinha a publicidade substituída por RS3
Regis Laconi correu com esta Aprilia em MotoGP em 2002 ficando em 19ºlugar.
Modelo real
O Aprilia RS Cube, muitas vezes chamado de RS3 ou RS3 Cube, devido à forma como seu nome é escrito: RS3, é um protótipo da empresa Noale que participou de 2002 a 2004 no Campeonato Mundial de MotoGP.
No Salão Automóvel de Bolonha na EICMA em dezembro de 2001 foi pelo presidente da Aprilia, Ivano Beggio, em conjunto com o chefe do departamento corse da Aprilia Racing, Jan Witteveen.
O Cube é movido por um motor de 3 cc, 990 tempos e 3 cilindros em linha e foi desenvolvido com entidades derivadas da F4 via Cosworth, trazendo muitos recursos nunca antes vistos no desenvolvimento de motocicletas, como válvulas de retorno de ar. , controle de tração e também ride-by-wire.
Pela primeira vez em 24 de janeiro de 2002, é testada pelo piloto de testes Marcellino Lucchi, no circuito de Jerez de la Frontera, enquanto a RS Cube fez sua estreia no MotoGP de 2002, pilotado pelo francês Régis Laconi, nos planos da Aprilia como um ano de aprendizagem e desenvolvimento sem ambições particulares de classificação.
A estreia foi no Japão tsomente com um oitavo lugar que continuará a ser o melhor resultado da temporada, posteriormente igualado em Mugello, mas nas corridas seguintes a moto italiana mostrou imediatamente as suas muitas falhas apesar da grande potência libertada pelo seu motor de três cilindros, que sempre o colocou no topo dos rankings de velocidade, bem como as escolhas técnicas sofisticadas, o RS Cube foi afligido por graves problemas de chassis (derivados do RSW-2 500 há duas temporadas[4]) que o tornaram uma moto hiper-reactiva, difícil de domar a dianteira e de agarrar-se à corda nas curvas, limitando severamente a sua manobrabilidade. O RS Cube terminou muitas corridas em últimos lugares ou até se aposentou, com o próprio Laconi sofrendo inúmeras dores nas pernas devido ao estilo de direção difícil de adotar.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, Planeta De Agostini Altaya ,
Série Grandes Motos de Competição
Escala 1/24
Referencia nº 10 preço 6€50
Material – zamac e plástico
Apresentado em caixa acrílica e expositor plástico.
País – Portugal, feito na China
Valentino Rossi Honda RC 211V 2002 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1241ª – Honda RC 211V 2002 Valentino Rossi Planeta De Agostini Altaya
Honda RC 211V 2002 Valentino Rossi
Modelo real
O projeto foi inspirado em modelos anteriores de GP e em modelos de série, demonstrando que na Honda a tecnologia não se desenvolve em compartimentos estanques
A primeira Honda de MotoGP foi a RC211V, estava dotada de um motor de cinco cilindros em V a 75,5º, com uma potência de 220 cv às 15.500 rpm, mas que em determinadas configurações podia atingir os 235 cv. A velocidade máxima era superior a 330 km/h. A injeção eletrónica veio para ficar, embora alguns fabricantes se tivessem iniciado em MotoGP ainda com motores com carburador.
Em 2002, uma nova era começou na categoria principal, com a introdução de máquinas de 1000 cc de quatro tempos e a Honda estreando a RC211V com Valentino Rossi dentro da Repsol Honda Team. Perdendo os dois primeiros apenas uma vez naquela temporada, Rossi novamente levou o título e consolidou a combinação do #46 e da RC211V como uma força na categoria principal. Em sua temporada de estreia, a nova RC211V, com seu layout de motor V5 dominante, venceu 14 das 16 corridas e esteve no pódio em cada evento.
O rendimento da RC211V nas duas primeiras temporadas foi inquestionável: das 32 corridas realizadas, a Honda venceu 29. Nesses dois anos Rossi foi campeão, enquanto a Honda somou mais dois títulos de construtores.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, Planeta De Agostini Altaya ,
Série Grandes Motos de Competição
Escala 1/24
Referencia nº 9 preço
Material – zamac e plástico
Apresentado em caixa acrílica e expositor plástico.
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