Sexta-feira, 15 de Outubro de 2021

Citroen Maserati - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Citroen Maserati - Um olhar sobre as minhas miniaturas

360ª – Citroen Maserati Solido

Um Citroen com motor Maserati.

Modelo real

A 11 de Março de 1970 foi apresentada  o Ctroen SM um modelo de excepção  e luxuosa e desportiva, um coupé de quatro lugares.

A SM é o o fruto dos acordos entre a Citroen e a Maserati  em 1968. O motor foi concebido em Modena sob a designação C114 e produzido pela Maserati a uma media de 30 exemplares por dia contra 3 do V8. Em 1970 1860 motores saíram da fábrica mas somente 868 foram vendidos.

Toda a estrutura do modelo é francês e a particularidade mais interessante da SM é sem dúvida a direcção que se revelou muito positiva em matéria de segurança e de uma precisão rápida as mais diversas solicitações.

Entretanto a SM pode receber sob opção as rodas RR muito leves em resina reforçada e já vistas nos veículos participantes no Rali de Marrocos. 

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Miniatura

Abre as portas.

Interior detalhado

Com suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Solido

Série 100

Referencia nº184 12/70

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.

País - França

Anos de fabrico 1970 a

 


publicado por dinis às 23:37
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Quinta-feira, 23 de Setembro de 2021

Delage D8 120 Carrosserie Chapron - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Delage D8 120 Carrosserie Chapron - Um olhar sobre as minhas miniaturas

339ª –  Delage D 8 120 1939

Carrosserie Chapron

Modelo real

Pierre Louis Delâge, num dos pioneiros do automóvel, em criança, perdeu a visão de um olho mas, formou-se em engenharia e trabalhar para a Renault

Em 1905 abriu uma fábrica de montagem num celeiro reformado em Levallois, nos arredores de Paris..

Antes da guerra trabalhava quase exclusivamente para milionários mas cada vez mais tinha dificuldades em encontrar clientes para os seus automóveis lindamente projetadas, extremamente caros.

A falência foi inevitável em 1935 e adquirida pela rival Delahaye, que o afastou definitivamente.

Para os modelos D8-100 e D8-120 que se seguiram em 1936, um novo motor de oito cilindros exclusivo da Delage foi desenvolvido. Essas máquinas top estava agora equipadas  com chassis originários da Delahaye.

Utilizando o motor de corrida de seis cilindros em linha de Delahaye como base, o engenheiro Jean François criou um novo motor de oito cilindros em linha. Com uma cilindrada de pouco mais de 4,3 litros, era equipado com válvulas suspensas e um único carburador produzia cerca de 105 cv, que combinava com o motor D8 original da Delage, lançado na virada da década. Outra influência Delahaye foi o uso da caixa de câmbio Cotal semiautomática com quatro marchas para a frente.

Como a maioria dos carros de luxo da época, o novo D8 estava disponível apenas com chassis, o cliente poderia escolhia o seu construtor para a carroçaria. Chapron foi a escolha natural para um design mais discreto, enquanto nomes como Pourtout e Letourneur & Marchand forneceram os corpos mais extravagantes. Surpreendentemente, poucos D8s foram enviados à Figoni & Falaschi para o trabalho em metal.

Em 1938, a gama D8 foi alargada com o D8-120 S e o D8-100 B. Estes apresentavam uma versão de 4,7 litros de oito cilindros, que produzia cerca de 120 CV no D8-120 S.

Cerca de 100 exemplares no total foram construídos no momento em que a guerra estourou.

Com a declaração de guerra em 1939 e a invasão do norte da França, em 1940 pelos Alemães, a produção de automóveis parou.

A produção da Delage foi retomada em 1946 apenas para os modelos D6 baseados em Delahaye.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Solido

Série L `Age d’Or

Referencia nº 31 12/75 posteriormente 4031

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.

País - França

Anos de fabrico  a

 


publicado por dinis às 22:48
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Segunda-feira, 20 de Setembro de 2021

Porsche 917/10 Interserie - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Porsche 917/10 Interserie - Um olhar sobre as minhas miniaturas

336ª – Porsche 917/10 Can Am Interserie Solido  

Chassis 917/10-015, vencedor em Imola e Nurburgring com o mesmo número, dois.

O Willi Kauhsen Racing Team inscreveu o seu patrão Willibert " Willi " Kauhsen nas provas da Interserie em 1973 e no Eifelrennen em Nurburgring e em Imola foi o vencedor.

Modelo real

O Porsche 917 correu mas provas de Endurance de 1969 até 1971, vencendo as 24 Horas de Le Mans 1970 e 1971, Mas, as regras foram alteradas pela FIA e os motores de 5 litros irem para outras provas.

Entretanto o Porsche 917 PA participa na CanAm.

A versão europeia da série CanAm era o campeonato alemão denominado Interserie e a partir de 1970, já havia um interesse da Porsche, onde os carros abertos do Grupo 7 competiam mas, em 1970, um Porsche 917 K venceu a competição com Jurgen Neuhaus.

Os 917/10 corriam no campeonato americano Can-Am onde as regras eram poucas, o carro teria que ser um carro de dois lugares, aberto e 4 rodas.

O Porsche 917 / 10K turbo alimentado com 850 hp (630 kW) inscrito pela Penske Racing venceu a série em 1972 com George Follmer, após um acidente em teste de Mark Donohue.

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Miniatura

Levanta o capô para ver o motor.

Motor e interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Solido

Série Gam

Referencia nº 7/ e 18B

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.

País - França

Anos de fabrico  a

 


publicado por dinis às 23:17
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Quarta-feira, 15 de Setembro de 2021

Ferrari 512 S Spyder 1970 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Ferrari 512 S Spyder 1970 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

331ª – Ferrari 512S Spyder Solido Transformado

Em dia de chuva num carro aberto

Modelo real

Ferrari 512 S Spyder chassis 1012

A Ferrari construir 25 exemplares de seus novos 512 S para Grupo 5 em 1970, para participar no Campeonato Internacional de Marcas, equipados com motores de cinco litros de 12 cilindros ("512") com quatro válvulas por cilindro.

Montado em apenas três meses pela equipe chefiada por Mauro Forghieri, o 512 S m spaceframe tubular foi desenvolvido a partir do P4 e do 612, enquanto a carroceria foi projetada por Giacomo Caliri e feita de policarbonato.

Nas 24 Horas Daytona 1970, foi a estreia do modelo Ferrari 512 S. a 1 /02/1970

1004 Jacky Ickx (B)/Peter Schetty (CH) Ferrari s.p.a. (I)

1014 Dan Gurney (USA)/Chuck Parsons (USA) North American Racing Team (USA)

1028 Nino Vaccarella (I)/Ignazio Giunti (I) Ferrari s.p.a. (I)

1032 Corrado Manfredini (I)/Gianpiero Moretti (I) Squadra Picchio-Rosso (I)

A estreia foi nas 12 Horas de Sebring, onde a Ferrari apresentou a variante mais leve do Spyder. 35kg a menos do que os derivados Berlinetta vistos em Daytona, as máquinas recém-atualizadas chegaram com aerodinâmica aprimorada, chassi reforçado e um sistema de injeção de combustível revisado que rendeu 40bhp extras.

A equipa da Scuderia Ferrari era também composta quatro carros em Sebring. 1012 foi atribuído a Jacky Ickx e Peter Schetty, que se qualificou em quarto lugar. O 1028 Nino Vaccarella (I)/Ignazio Giunti (I)

O chassis 1012 em Brands Hatch 1000km foi para Chris Amon e Arturo Merzario onde Amon obteve a pole position. O dia da corrida amanheceu cinzento e húmido, a corrida começou em condições de muita chuva e na volta inicial Amon perdeu o primário lugar e oscilou a terceira e a sexta posições.

Parou de chover e a pista a secar já nos momentos finais e quando Amon / Merzario preparavam-se para terminar em terceiro. Amon foi forçado a abastecer, e consequentemente cair para a quinta posição no final

21/03/1970 WSC Sebring 12 horas (J. Ickx / P. Schetty) DNF (# 20)

12/04/1970 WSC Brands Hatch 1000km (C. Amon / A. Merzario) 5ª, 4ª classe S5.0 (# 2)

31/05/1970 WSC Nurburgring 1000 km (J. Surtees / P. Schetty / J. Ickx) DNS (# 56)

Modificação na miniatura

Cortada a parte traseira e o tejadilho da miniatura, retiradas as entradas de ar e as precianas que cobriam o motor e feita uma nova entrada de ar.  

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Miniatura

Abre as portas,

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas têm pneus de borracha de acordo com as originais.

Fabricante Solido

Série 100

Referencia nº182

Material – zamac

Material da placa de base – metal

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.

País - França

 

 


publicado por dinis às 23:28
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Segunda-feira, 13 de Setembro de 2021

VW Porsche 914 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

VW Porsche 914 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

327ª –  Porsche 914 6 Solido

Ele lá estava no Vigia e quando o via, dizia cã para mim

Vou aguardar pelo alargado que fica melhor…

Até que um dia lá veio para casa.

Agora é que vi que o modelo utilizado foi o vermelho como se pode ver no interior… e o branco para onde iria …

E já agora o meu arquivo em folhas quadriculadas A5

 Modelo real

24 Horas de Le Mans 1970

Porsche 914/6 Guy Chasseuil.- Caude Ballot-Lena

6º da geral e 1º do Gr 4 Grande Turismo Especial

No final dos anos 60, a Porsche precisava de um carro para atrair novos clientes, enquanto a Volkswagen procurava apimentar sua gama com um novo modelo desportivo.

Para isso foi criada a VW Porsche Vertriebgesellschaft MbH pela Volkswagen e a Porsche com 50%  esta sociedade estava encarregada de distribuir as viaturas produzidas pelas duas fabricante. A carroçaria era foita na Karmann.  

O 914 foi apresentado no Salão de Frankfort em 1969. O carro vinha como uma versão Volkswagen com motor flat-quatro (914-4) ou como um Porsche com um flat-seis (914-6). Sua distribuição era compartilhada entre as marcas, dependendo do mercado-alvo.

O 914-6 foi inscrito pela primeira vez nas 24 Horas de Le Mans em 1970 pela Sonauto, o importador francês da Porsche.dirigido por Claude Ballot-Léna e Guy Chasseuil, terminou em sexto em uma corrida devastada por condições climáticas atrozes que viram apenas sete carros classificados enquanto os outros nove carros completaram as 24 Horas, não cobriram quilometragem suficiente para a classificação.

Um Kit denominado 914/6 Le Mans Sonauto  foi criado um Kit em que os pistões, arvore de cames e alimentação foram mudados. Os travões foram revistos e montado uma barra frente.

A potência atingiu 150 Ch Din às 6500 rpm e uma velocidade de 215 Km/h proposto a um preço de 44.000F.

Modificação na miniatura

Alargamento dos guarda-lamas com barro plástico.

As rodas foram substituídas pelas do Carrera RS da Solido depois de adaptadas e que ficaram melhor do que as dos 3J.

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Miniatura

Abre as portas e o porta-malas traseiro.

Interior detalhado

Sem suspensão.

Fabricante Solido

Série

Referencia nº 199 e 18 em Le Mans

O último modelo da serie 100

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.

País - França

Anos de fabrico  a

 


publicado por dinis às 23:30
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Sexta-feira, 10 de Setembro de 2021

Opel Manta - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Opel Manta - Um olhar sobre as minhas miniaturas

325ª – Opel Manta Solido

Um dos últimos da serie 100 da Solido

Um Opel Manta alargado para fazer o de Manuel Gomes Pereira no Circuito de Vila de Real de 1972, mas que lhe faltam os alargamentos pela indecisão de fazer um Transeurope Engineering.

 Modelo real

Um novo Opel Manta apresentado pela Opel no Salão de Paris, é um coupé de quatro lugares, é a resposta da GM ao Capri da Ford.

O Manta A lançado em Setembro de 1970, dois meses antes do então novo Opel Ascona no qual foi baseado.

Os faróis traseiros redondos distintos, bastante semelhantes aos do Opel GT, foi buscar o nome ao Manta Ray de 1961, que também influenciou o Chevrolet Corvette C3 de 1968 o que não admira pois a Chevrolet e Opel tinham a General Motors como sua empresa mãe.

No mercado do Reino Unido, o primeiro Manta foi vendido apenas como Opel e não havia nenhum Manta com a marca Vauxhall

O Manta era normalmente equipado com um motor 1.6, 1.9 litros e 1.2 litros.

Nos Estados Unidos foi distribuído pela Buick não havendo interesse por parte da GM em criar uma rede distribuição.

Transeurope Engineering

Um TE2800 pintado de vermelho e branco ocupou um lugar de destaque no stand da Opel no Salão Automóvel Internacional de Bruxelas de 1974.

O TE2800 foi projetado por George Gallion, o autor do Opel Gt e sua equipe no Opel Design Center em Rüsselsheim.

O TE2800 foi vendido por $ 19.980 DM. a Transeurop vendeu apenas 79 TE2800. Um dos problemas era a própria Opel ao não autorizar a marca no carro.

Um total de 30 carros foram vendidos na Alemanha através da Steinmetz do final de 73 a 74. Irmscher vendeu os carros restantes em 1975. O restante do TE2800 foi vendido para clientes na Bélgica, França, Holanda, Suíça, com cinco enviados para a África do Sul.

Modificação na miniatura

Os alargamentos foram feitos em barro plástico

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Miniatura

Abre as portas,

Motor e interior detalhado

Com suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Solido

Série 100

Referencia nº 188 5/71

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.

País - França

 


publicado por dinis às 22:30
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Quinta-feira, 9 de Setembro de 2021

Alpine Renault A 441 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Alpine Renault A 441 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

324ª –  Alpine Renault A 441 2l V6 Solido

A Solido mostrava-nos na capa do catálogo de 1975 o Alpine vencedor em Hockenheim, a 24 de Agosto de 1974, a prova do campeonato Europeu de 2 litros a pilotado por Alain Serpaggi depois de partir em 3º.

Modelo Real

O Alpine Renault A440 surgiu em 1973 e estava equipado com um motor Gordini V6, com 285 HP, mas não consegui superar o Lola T 292 de Chris Craft, campeões naquele ano.

No ano seguinte o piloto e engenheiro André de Cortanz evolui o Alpine A440 para criar o A441, alonga o carro e também a distância entre eixos. O motor foi desenvolvidos pela Renault e a Alpine com recurso a ligas leves e magnésio na sua construção e equipado com uma caixa de câmbio Hewland FG400 com uma potência de 285 cv por 9.800 rotações por minuto. Curiosamente o peso, é igual entre os dois carros 575 kg. O A441 teve novas suspensões a remediar os problemas de subviragem do Alpine A440.

O investimento da Renault proporcionou a entrada de pilotos como Gérard Larrousse, Alain Serpaggi, Alain Cudini e Jean-Pierre Jabouille que alcançaram sete vitórias e a Alpine Renault a campeã entre os construtores.

Serpaggi venceu na última temporada do Europeu, já que os carros 2 litros passaram em 1975 a fazer parte das grelhas no World Sportscar Championship.

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Miniatura

Levanta o capô para ver o motor.

Motor e interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Solido

Série

Referencia nº 20  9/75

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.

País - França

Anos de fabrico 1975 a

 


publicado por dinis às 20:02
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Quinta-feira, 26 de Agosto de 2021

Ferrari 365 GTB4 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Ferrari 365 GTB4 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

310ª – Ferrari 365 GTB/4 Solido

A prenda de Natal do meu Pai

O já raríssimo Ferrari 365 GTB4/ Daytona do vencedor do Tour de France em 1972 da Solido

As portas nunca foram abertas para não estragar os decalques.

 Modelo real

 O Ferrari Daytona foi apresentado no Salão de Paris em 1968 para substituir o 275 GTB/4

A primeira versão de corrida do 365GTB / 4 foi preparada em 1969 com carroceria de alumínio para o N.A.R.T.

Nas 24 horas de Le Mans                 Ferrari 365 GTB/4 #12547 pilotados por Sam Posey Bob Grossman não alinharam, pois o carro bateu nos treinos.

As tentativas de Jacques Foucteau (F)/Patrice Compain (F) vai a Le Mans  nº 31 e de Robert Mieusset (F) e o North American Racing Teamcom o nº 32 não foram admitidos

Os pilotos privados mostraram interesse numa versão de competição, particularmente Luigi Chinetti e sua equipe de corrida norte-americana nas três tentativas da NART nas 24 Horas de Le Mans, resultando em uma 5ª colocação geral em 1971.

A Ferrari constrói em três séries de cinco exemplares num total de 15 Daytona Competizione em 1970-1, 1972 e 1973. Todos com uma carroceria leve usando painéis de alumínio e fibra de vidro, com janelas de plexiglas. O motor permaneceu inalterado em relação ao carro de estrada no primeiro lote de carros de competição, mas ajustado (para 400 cv (298 kW; 406 cv) em 1972 e depois para cerca de 450 cv (336 kW; 456 cv) em 1973.

Dez exemplares também foram modificados e conhecidos como Independent Competizione, elevando para 25 exemplares, o seu total.

Os resultados começam a surgir com o quarto lugar geral no Tour de France de 1971, o quinto lugar geral e o primeiro na classe nas 24 Horas de Le Mans de 1972, o primeiro e o segundo lugar no geral no Tour de France de 1972, mais duas vitórias na classe em Le Mans em 1973 e 1974, e nas 24 Horas de Daytona uma 2ª vitória geral e de classe na corrida de 1973 e outra vitória de classe lá em 1975.

Nas 24 Horas de Daytona em 1979, mais de uma década depois de ser lançado o Daytona Competizione agora pilotado por John Morton e Tony Adamowicz levando a velha Ferrari 365GTB4, levando-a a um fantástico segundo lugar geral.    

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Miniatura

Abre as portas,

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Solido

Série

Referencia nº 16 11/73

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.

País - França

Anos de fabrico 1973 a

 

 

 


publicado por dinis às 23:43
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Quarta-feira, 25 de Agosto de 2021

Lancia Stratos - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Lancia Stratos - Um olhar sobre as minhas miniaturas

309ª - Lancia Stratos – Solido

 A prenda de Natal da minha Mãe, em 1976.

Lancia Stratos HF de 1973 com Sandro Munari  Mario Mannucci

Modelo real

Em 1973, a maioria dos clientes da Lancia ainda corriam com o Fulvia e os carros da fábrica entregues ao Jolly Club, Grifone e Tre Gazzelle .

Os novos adversários eram carros como o Alpine-Renault A110 e os Porsche 911, era necessário que a Ferrari, cedesse o motor transversal 2.9 V8 que usava no 308, para o seu carro de ralis.

Cesare Fiorio a liderar a Lancia na competição, desde que fundou a HF Squadra Corse estava empenhado mas a construção dos carros também estava a ser demorado alem da Ferrari não conseguir produzir tantos motores para o Stratos e para o Ferrari Dino

 O carro, com o motor Ferrari, conseguia ir dos 0 aos 100 km/h em menos de 7 segundos e tinha uma velocidade máxima de cerca de 230 km/h, que no início dos anos 70 era algo de supersónico. O Stratos foi produzido de 1973 até julho de 1974 depois de todas as 500 unidades terem sido feitas,

A primeira prova foi o Tour de Corse em 1972, onde o Stratos de grupo 4 com Sandro Munari ao volante e Mario Mannucci, e a equipe liderada por Gian Paolo Dallara abandonaram. Em Espanha, na Costa del Sol, e no Lyon-Charbonnières, a suspensão traseira não resistiu pela potência gerada pelo motor da Ferrari.

Resolvido o problema, a prova do Campeonato Europeu em Espanha, o Rally Firestone a 8 de Abril de 1973, o Lancia Stratos consegue a sua primeira vitória. A 15 de Maio termina em 2º na Targa Florio e a 23 de Setembro o Stratos vence o Tour de France Auto - a sua primeira grande vitória.

Para correr no Grupo 5, eram necessários 500 exemplares para ser homologado mas a fábrica de Chivasso somente em Outubro começou com a produção do Stratos. Mas isso não foi suficiente e, um ano mais tarde, quando a FIA foi inspecionar os alegados 500 exemplares do carro para proceder à sua homologação, viu que a maioria eram somente carroçarias.

À letra do regulamento da FIA, a “intenção de competir”, foi a defesa de Cesare Fiorio, ao estarem de acordo com as suas intenções de colocar em competição todos aqueles esqueletos de Stratos e muito dificilmente poderem ser usadas outro tipo qualquer de carro!.

O certo é que ele foi homologado.

Modificação na miniatura

Pintado de branco o que faltava e colocado os decalque de acordo com as instruções da caixa.

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Miniatura

Levanta os faróis.

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Solido

Série

Referencia nº 27 10 1974

Material – zamac

Material da placa de base – metal

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.

País -

Anos de fabrico 1974 a

 

 


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Quinta-feira, 19 de Agosto de 2021

Fiat X1/9- Um olhar sobre as minhas miniaturas

Fiat X1/9- Um olhar sobre as minhas miniaturas

303ª – Fiat X1/9 Solido

Um Fiat de meter no bolso mas que não era para todas as bolsas

 Modelo real

O Fiat X1 / 9 no qual se encontram semelhanças com Autobianchi A112 Runabout de 1969 muito vanguardista e chama a atenção de Gianni Agnelli, e vê nele o descendente de 850 Spider, também da Bertone.

Lançado no final de Novembro de 1972 após o fecho do Salão Automóvel de Turim para não ofuscar o Fiat 126.

O carro é um pequeno desportivo de dois lugares de arestas vivas e formato de cunha, faróis retráteis, um spoiler dianteiro integrado e um teto rígido removível conhecido como targa, bem ao estilo do Porsche 914, com a capota rígida removível a ser guardada no porta-malas da frente.

O motor está no centro traseiro tal como nos super desportivos e é um Fiat SOHC desenhado por Aurelio Lampredi, a transmissão do Fiat 128 de tração dianteira. Inicialmente apenas com o motor 1.2 de 75 cv, suficientes para arrancar do zero aos 100 km/h em 12,6 segundos e chegar aos 170 km/h. Em 1978 chegaria o motor 1.5.

O tanque de combustível e a roda sobressalente estão à frente do motor, atrás do banco do motorista e do passageiro, otimizando a proporção do peso do carro em sua distância entre eixos para um manuseio mais equilibrado e áreas de carga dianteiras e traseiras.

Em 1982 a Bertone assumiu ela própria o projeto e vende-o com a sua marca e distribuído pela Fiat.

Mecanicamente, nada muda mas a Bertone o torna um pouco mais luxuoso e vem em várias edições limitadas: IN em 1982 (duas séries), VS (quatro séries), Gran Finale, este último celebrando a descontinuação do X1 / 9 em 1989.

No Brasil chegou a ser construído a partir de 1979 como Dardo, e equipado com mecânica Fiat 147.

Entre 1972 e 1982, a Fiat fabricou 140.500 unidades, enquanto a Bertone fabricou 19.500 unidades entre 1982 e 1989 num total de 160.000 unidades do X1/9.

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Miniatura

Abre as portas.

Os bancos são rebatíveis.

Motor e interior detalhado

Com suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Solido

Série

Referencia nº 33 7/74

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.

País - Itália

Anos de fabrico 1974 a

 

 

 

 


publicado por dinis às 22:53
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