Terça-feira, 20 de Julho de 2021

Porsche Carrera RSR - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Porsche Carrera RSR - Um olhar sobre as minhas miniaturas

262ª – Porsche Carrera RS Solido

E assim foi no Natal de 1975.

Ainda bem que acredito no Menino Jesus.

Um carro visto no Circuito Internacional de Vila Real em 1973 pelas mãos do americano nascido em New York, John Rulon Miller

Porsche Carrera RSR de Claude Ballot-Lena no Tour Auto de 1973.

Modelo real

Depois da FIA excluir o Porsche 917 do Campeonato Mundial ao limitar a cilindrada a três litros, a Porsche voltou-se novamente para ao 911 S.

Durante o seu desenvolvimento, a equipa do engenheiro Norbert Singer descobriram no túnel de vento, que um simples aileron aumentaria a aderência do eixo traseiro.

O seis cilindros de 2,4 litros com 190 cv, ia de 0 a 100 km/h em 7,8 s e chegava aos 228 km/h mas não era suficientemente potente, para isso Hans Mezger, aumentou o motor para 2,7 litros, com os cilindros a adotaram a tecnologia desenvolvida no 917, um revestimento interno em liga de níquel e carbeto de silício, mais tarde conhecido como Nikasil. Com injeção mecânica Bosch, o resultado final foi de 210 cv a 6.300 rpm e 26 mkgf a 5.100 rpm

Rodas maiores e outras mudanças, como os guarda -lamas alargados e o atraente spoiler traseiro que rapidamente recebeu o nome "Ducktail"

Os testes dinâmicos mostraram que o Carrera RS era um devorador de curvas.

Depois de eliminarem tudo o que fosse dispensável num carro de corrida, tais como, carpete, bancos traseiros e até o emblema no capô, substituído por um autocolante, o RS para homologação pesava 960 kg graças também a chapas e vidros mais finos, além de itens de fibra de vidro e alumínio.

A Porsche construiu o Carrera RS 2.7 para atender aos requisitos de homologação da classe do Grupo 4 de corridas, e para isso precisava construir 500 exemplares, mas acabou construindo 1.580, dos quais aproximadamente 1.300 eram “Touring”.

No Tour de France de a 22de Setembro de 1973 um dos mais belos Porsche Carrera RSR do GR 4 pilotado por Claude Ballot-Léna (F)/Jean-Claude Morénas (F) ainda disputou a liderança mas, não terminou por avaria.

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Miniatura

Abre as portas.

Motor e interior detalhado

Com suspensão.

As rodas têm pneus de borracha

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Solido

Série

Referencia nº24 5/74

Material – zamac

Material da placa de base – zamac

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.

País - França

Anos de fabrico  a

 


publicado por dinis às 21:48
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BMW 3.0 de circuito e não de Rallye - Um olhar sobre as minhas miniaturas

BMW 3.0 de circuito e não de Rallye - Um olhar sobre as minhas miniaturas

261ª – BMW 3000 Rallye Solido

Dois modelos de grande interesse… um oferece o Pai o outro a Mãe.

Quando? No Natal de 1975.

O BMW 3.0 CSL Pilotado nas 24 horas de Le Mans em 1973 por Dieter Quester (A)/Toine Hezemans (NL) e se classificou em 11º e vencer o grupo TS, Turismo Especial.

 Modelo real

Nos anos 70 algumas mudanças nas regras agradou à BMW mas, o Capri da Ford com um peso mais leve dominava a série, e venceram os campeonatos de 1971 e 1972.

O ponto de partida para o CSL foi uma atualização do 2800CS.

O 3.0 CSL cujas letras significavam Coupe Sport Leichtbau , e a BMW produziu 1096 exemplares de estrada um pouco mais do que o mínimo de homologação de 1000 carros necessário para correr.

Além do motor maior de 206 cavalos, o 3.0 CSL era construído em aço mais fino, ele vinha com capô de alumínio, tampa do deck e portas, sem amortecimento de som, sem acabamento, sem para-choque dianteiro, para-choque traseiro de fibra de vidro e janelas de acrílico.

Todas estas características eram de um carro que qualquer um poderia entrar no stand de Marca e comprar, não uma criação única feita para uma equipe profissional.

Foram quatro os carros usados ​​pela BMW Motorsport durante o Campeonato Europeu de Carros de Turismo de 1973, este carro estreou nas mãos de Dieter Quester e Toine Hezemans em Monza, onde não conseguiu terminar. Quester e Hezemans foram segundos lugar nas 6 Horas de Nürburgring e para a vitória absoluta nas 24 Horas de Spa. No final do ano, a dupla austríaca / holandesa também venceu a corrida de 6 Horas em Paul Ricard, o que foi suficiente para Hezemans se sagrar campeão.

Além do ETCC, o carro também foi pilotado por Quester e Hezemans nos 1000 km de Nürburgring e nas 24 Horas de Le Mans, onde ficou em segundo e primeiro na classe, respectivamente.

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Miniatura

Abre as portas.

Os bancos são rebatíveis.

Motor e interior detalhado na versão turismo

Cm suspensão.

As rodas têm pneus de borracha

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Solido

Série

Referencia nº 15

Material – zamac

Material da placa de base – zamac

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.

País – França

Anos de fabrico  a

 


publicado por dinis às 20:24
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Segunda-feira, 19 de Julho de 2021

Mercedes Auto Union com reboque  - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Mercedes Auto Union com reboque  - Um olhar sobre as minhas miniaturas

260ª – Mercedes Auto Union Solido

A 25 de Novembro coincidência ou não um Jeep tão útil no exército, agora na versão civil

Ao fim do dia 25 de Novembro de 1975, as forças afetas ao VI Governo Provisório neutralizaram as unidades militares contestatárias, e o fim de uma época negra terminou.

As armas distribuídas aos civis não chegaram a sair dos caixotes e as restantes unidades militares não se movimentaram e terem evitado a guerra civil.

 Modelo real

Auto Union M DKW Munga foi produzido entre 1954 a 1968

Desenvolvido no início dos anos 1950 como uma alternativa da Alemanha Ocidental ao Jeep do Exército dos EUA depois de vários fabricantes de automóveis, incluindo Borgward e Porsche, que produziram o Jagdwagen muito semelhante, para projetar um veículo militar pequeno e ágil.

O Auto Union DKW Munga 4 foi apresentado em 1954 é alimentado por um motor de dois tempos, 900 cc de 3 cilindros e uma caixa manual de 4 velocidades,

A transmissão era permanente nas quatro rodas.

O todo terreno “DKW Munga” foi construído para a DKW pela Auto Union em Ingolstadt para o exército alemão. A produção foi iniciada em outubro de 1956 e encerrada em dezembro de 1968. Nesse período, foram fabricadas 46.750 unidades. Sua enorme robustez, aliada a um peso muito contido, fizeram com que ganhasse a simpatia do exército alemão, que o utilizava para inúmeras funções.

Em 1959 a Auto Union inaugurou a sua fábrica em Ingolstadt, onde hoje é sede da Audi. Segundo dados da época, mais de 340 milhões de marcos alemães foram investidos pela Daimler-Benz na Auto Union.

Mas, num breve período da história uma união entre a marca da estrela e a fabricante que usa as quatro argolas como símbolo apensar numa nova marca e talvez a pensar no confortável G Wagem apresentado em 1979.

Bronco era o seu nome, o primeiro a usa-lo nos Estados Unidos, ainda a Ford não pensava no seu Bronco.

Apenas seis anos antes da estreia do Jeep DKW, uma parte da Auto Union que se tornaria uma parte da Volkswagen em 1968, fez planos para oferecer seu próprio 4x4 com o nome Bronco nos Estados Unidos, por meio das concessionárias Mercedes-Benz.

A partir de 1963, a Daimler- Benz ajudou na modernização e desenvolvimento dos produtos da Auto Union, que passaram a ser Audi.

O Munga, é um acrônimo de Mehrzweck Universal Geländewagen mit Allradantrieb, ou "carro off-road universal multifuncional com tração nas quatro rodas”. No Brasil ficou conhecido como Candango.e fabricado pela ultima fabrica da DKW Vemag.

A influência da equipe de Kraus ficou para a história e modelos como o Audi 100 e o Mercedes-Benz W 119, e o seu novo motor 4 cilindros ambos de porte médio, guardam várias semelhanças entre si e comprovam que, se hoje são concorrentes, Audi e Mercedes-Benz.

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Miniatura

Abre as portas, porta-malas e levanta o capô para ver o motor.

Os bancos são rebatíveis.

Motor e interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas têm pneus de borracha

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

As rodas são de plásticos iguais aos modelos desta época no fabricante.

Fabricante Solido

Série Les Militaires

Referencia nº 5/66

Material – zamac

Material da placa de base – zamac

A base está cravada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.

País - França

Anos de fabrico  a

 


publicado por dinis às 22:42
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Segunda-feira, 12 de Julho de 2021

Renault 17 TS - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Renault 17 TS - Um olhar sobre as minhas miniaturas

255ª – Renault 17 TS Solido

Berlina que virou a coupé

 Modelo real

Enquanto o nome de Renault 15 designava o (Coach) esta palavra designa uma berlina de duas portas na terminologia clássica do automobilismo  a designação de R 17 aplicava-se ao coupé, e exteriormente distinguia-se pela quase inexistência dos vidros laterais traseiros que se tornaram mais pequenos durante o restiling enquanto o volume do habitáculo é rigorosamente o mesmo.

Disponível em versão fechado ou cabriolet, neste caso o tecto move-se por um comando electrico.  

Os faróis são duplos e o motor provem do Renault 15TS de 1565cc  e 102 cv  SAE enquanto no 17TS o motor é idêntico mas com 120 cv SAE provenientes do Renault 12 Gordini do qual recebeu as características rodas. A travagem é assegurada por quatro discos sendo os da frente ventilados.

Injecção indirecta eletrónica e caixa de cinco velocidades electronica.

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Miniatura

Abre as portas.

Interior detalhado

Com suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Solido

Série 100

Referencia nº 196 4/72

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.

País - França

Anos de fabrico 1972 a

 


publicado por dinis às 22:26
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Domingo, 11 de Julho de 2021

Citroen Maserati - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Citroen Maserati - Um olhar sobre as minhas miniaturas

254ª – Citroen Maserati Solido

Um Citroen com motor Maserati.

Modelo real

A 11 de Março de 1970 foi apresentada  o Ctroen SM um modelo de excepção  e luxuosa e desportiva, um coupé de quatro lugares.

A SM é o o fruto dos acordos entre a Citroen e a Maserati  em 1968. O motor foi concebido em Modena sob a designação C114 e produzido pela Maserati a uma media de 30 exemplares por dia contra 3 do V8. Em 1970 1860 motores saíram da fábrica mas somente 868 foram vendidos.

Toda a estrutura do modelo é francês e a particularidade mais interessante da SM é sem dúvida a direcção que se revelou muito positiva em matéria de segurança e de uma precisão rápida as mais diversas solicitações.

Entretanto a SM pode receber sob opção as rodas RR muito leves em resina reforçada e já vistas nos veículos participantes no Rali de Marrocos. 

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Miniatura

Abre as portas.

Interior detalhado

Com suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Solido

Série 100

Referencia nº184 12/70

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.

País - França

Anos de fabrico 1970 a

 


publicado por dinis às 23:37
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Sexta-feira, 9 de Julho de 2021

Alpine Renault A 310 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Alpine Renault A 310 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

252ª – Alpine Renault A 310 Solido

Um modelo de Rallycross que afinal era amarelo.

Modelo real

A Alpine, em Dieppe fazia os Renault mais rápidos até ser uma subsidiária da Renault atingindo a notoriedade com o Alpine A110 quando venceu o Rally de Monte Carlo e o Campeonato Mundial de Rally de 1973

A 8 de Março de 1971 a Alpine levanta o véu de um modelo inteiramente novo e o último projeto aprovado pelo fundador da marca Jean Rédélé e esperado já há muito tempo.

Apresentado no Salão Automóvel de Genebra de 1971 é um coupé 2+2 desenhado por Marcel. Beligond do centro de estilo da Renault. A frente é caracterizada pelo grupo ótico da Cibié, composto por seis faróis de iodo. A traseira estilo Miura do protótipo tinha persianas no para-brisa traseiro foi substituído por um vidro clássico por necessidade de homologação A carroçaria é realizada em polyester estratificado sob em chassis de viga central. O motor provém do Renault 16 TS e 17 TS

O primeiro modelo do A310 foi construído entre 1971-1976, era maior, mais pesado e não mais poderoso do que seu antecessor e considerado muito burgues.

Enquanto muitos componentes do A310 eram provenientes de peças da Renault como esperado, a cremalheira da direção é do Peugeot 504, enquanto os indicadores de direção são unidades Simca 1301.

Mesmo assim o Alpine A310 exigia muita mão-de-obra, para uma produção artesanal de pequena escala uma unidade levava 130 horas para ser construído do início ao fim.

Em 1976, o A310 foi reestilizado por Robert Opron e equipado com o mais potente e recentemente desenvolvido motor V6 PRV de 90 graus de 2664 cc, usado em alguns Renaults, Volvos e Peugeot e recebeu também um spoiler traseiro de plástico preto,

Começando com o ano modelo 1981 (no final de 1980), a suspensão traseira foi compartilhada com o motor central Renault 5 Turbo. Ao invés das rodas anteriores de três lug, o A310 também recebeu as ligas usadas para o 5 Turbo, embora sem os elementos pintados.

Nos modelos 1983 e 1984 o A310 foi equipado de um "Pack GT" inspirado nos carros de corrida A310 do Grupo 4, alargamentos de roda e spoilers maiores dianteiros e traseiros dos quais foram feitos 27 exemplares.

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Miniatura

Abre as portas, e levanta o capô para ver o motor.

Os bancos são rebatíveis.

Motor e interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas têm pneus de borracha

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

As rodas são de plásticos iguais aos modelos desta época no fabricante.

Fabricante Solido

Série 100

Referencia nº 192 1 1972

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e posteriormente em vitrine plástica.

País - França

Anos de fabrico  a


publicado por dinis às 23:06
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Domingo, 4 de Julho de 2021

Peugeot 104 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Peugeot 104 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

247ª – Peugeot 104 Solido

Modelo real

O Peugeot 104 foi projetado por Paolo Martin e produzido pela Peugeot entre 1972 e 1988.

É uma berlina compacta como um fastback embora a traseira curta e inclinada que sugeria um hatchback, foi a primeira viatura de pequenas dimensões criada pela Peugeot e o primeiro modelo produzido em Mulhouse e também o primeiro novo Peugeot introduzido desde 1955 a não estar disponível em diesel.

O motor transversal de 4 cilindros em linha e 954c.c. montado inclinado para trás, num um ângulo de 72 graus, denominado PSA X, uma liga totalmente de alumínio, came suspenso acionado por corrente, com caixa de câmbio no cárter, compartilhando óleo do motor, desenvolvido em conjunto com a Renault em cooperação técnica iniciada em 1966.

Foi produzido pela Peugeot entre 1972 e 1988

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Miniatura

Abre as portas da frente.

Interior detalhado

Com suspensão.

As rodas têm pneus de borracha

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Solido

Série

Referencia nº 12 11/72

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.

País - França

Anos de fabrico 1972 a


publicado por dinis às 22:54
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Quarta-feira, 30 de Junho de 2021

Hispano Suiza H6B 1926 Solido - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Hispano Suiza H6B 1926 Solido - Um olhar sobre as minhas miniaturas

243ª – Hispano Suiza H6B 1926 Solido

Hispano Suiza H6B 1926 torpedo semi decouvrable  

Modelos luxuosos fabricados em Espanha, França e Argentina

Modelo real

Na primeira edição do Salão do Automóvel de Barcelona, ​​1919, a Hispano Suiza lançou o H6, fabricado nas instalações parisienses da marca (Bois Colombes), o H6 deu origem ao H6B e ao H6C, para rivalizar com com a Rolls Royce, com versões feitas em Barcelona com os nomes T49 e T56. Assim, em 1924 teve início em Barcelona a fabricação do T49, uma versão simplificada e reduzida do H6, com motor de 6 cilindros e a mesma configuração, mas com cabeçote removível. O T48, com 4 cilindros e 48 CV, surgiu também em Barcelona em 1924.

Em 1925, Carlos Ballester obteve a permissão de representar a Hispano-Suiza na Argentina, num acordo consistia de uma fase em que o chassi era importado, seguido de uma produção completa na Argentina. A Hispano Argentina Fábrica de Automóviles (HAFDASA) foi então criada, para a produção de motores e automóveis da Hispano-Suiza e também a produção de peças para outros fabricantes de automóveis.

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Miniatura

Motor e interior detalhado

Com suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Solido

Série Série L ´Âge d´Or época de 1925 a 1935

Referencia nº 145 77 66 2º série

Material – zamac

Material da placa de base – pzamac

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.

País - França

Anos de fabrico 1966 a

 


publicado por dinis às 22:10
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Sábado, 26 de Junho de 2021

Porsche Carrera 6 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Porsche Carrera 6 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

239ª – Porsche Carrera 6 Solido

Um dos carros de corrida associados a Vila Real é o Porsche Carrera 6 mas, o nº 31 era em Le Mans, um cauda longa e branco.

Modelo real

O neto de Ferdinand Porsche, Piëch aos 28 anos assumiu a responsabilidade pelo desenvolvimento dos carros de corrida da Porsche.

O projecto intensamente desenvolvido em túnel de vento, na procura de uma aerodinâmica ideal para o Carrera 6, permitiu-lhe alcançar um coeficiente de arrasto de 0,35.

Como era um Grupo 4 da FIA, o Carrera 6 foi equipado com rodas de 15 polegadas, o que fazia sentido para uma máquina que podia também andar na estrada.

A estreia deu-se nas 24 Horas de Daytona de 1966, onde foi 6º e venceu sua classe Sports 2000. o mesmo aconteceu nas 12 Horas de Sebring e nos 1000 km de Monza, Spa e Nürburgring.

No Targa Florio, o Carrera 6 de Willy Mairesse (B)/Herbert Müller (CH) venceu a geral, sendo 2º Guichet / Baghetti no Ferrari 206S Dino.

Nas 24 Horas de Le Mans, os Ford GT40 MkII movidos pelos poderosos V8 de 6982cc, atingiram a meta em 1, 2, e 3, mas os Porsche Carrera 6 cauda longa, chegaram a seguir. 4º com Jo Sifert/Colin Daves ao volante do nº30, Hans Herrmann foi 5º com o nº 31, 6º Udo Schuetz/Peter de Klerk no nº 32 e  o sétimo e 1º do Grupo S, Gunter Klass/ Rolf/Stommelen, todos eles movidos pelos flat-6 de 2.0 litros. Enquanto os Porsche Carrera 6 nº 33 de Peter Greg/Sten Axelsson abandonou e o de Robert Buchet Gerhard e o nº 34 teve um acidente.

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Miniatura

Abre as portas.

interior detalhado

Com suspensão.

As rodas têm pneus de borracha de acordo com as originais.

Fabricante Solido

Série 100

Referencia nº 151 5 1967

Material – zamac

Material da placa de base – zamac

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.

País - França

Anos de fabrico 1967 a

A Dalia Solido também produziu o modelo em Espanha.

 

 

 

 

 


publicado por dinis às 23:54
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Quarta-feira, 23 de Junho de 2021

Lola T 280 de “Nicha” Cabral em Le Mans 1972 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Lola T 280 de “Nicha” Cabral em Le Mans 1972 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

234ª – Lola T 280 M.A.Cabral Solido

O Lola T280 n° 7 nas 24 horas de Le Mans 1972

Uma das mais famosas miniaturas do Lola é sem dúvida o n ° 7 de Le Mans em 1972 e representa o Lola T 280 e que Mário Araújo Cabral não chegou a conduzir em Le Mans. 

Um dos nossos melhores pilotos e, certamente, o mais conhecido a nível internacional na época era Mário de Araújo “Nicha” Cabral, um "bon vivant", em que as corridas eram para ele um divertimento...

Modelo real

Uma decoração inédita em estilo de um queijo, o patrocinador Switzerland, nome da organização dos produtores suíços de queijo, envolvia os Lola T 280 DFV da Ecurie Lola Switzerland. O número 7, chassis HU1, é para o Barão belga Hughes de Fierlandt, Mário Araújo Cabral e o nosso bem conhecido príncipe espanhol Jorge de Bagration.

O nº 7 partiria na 9ª posição, com um tempo de 3'54 "5 obtido na qualificação e 5 segundos mais rápido que o outro Lola o nº 8 de Jo Bonnier, Gerard Larrousse e Gijs van Lennep

Hughes de Fierlandt ainda esteve na liderança na primeira hora e no reabastecimento o volante é para Jorge de Bagration, Araújo Cabral como não conduzia à noite, vai para a roulotte descansar, onde é acordado por Bagration a contar-lhe o que passara com o acidente fatal do colega e chefe de equipa Jo Bonnier.

Um mês depois, a equipa Bonnier vem a Vila Real mas, sem o apoio dos queijos suíços.  

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Miniatura

Abre as portas.

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Solido

Série

Referencia nº 15

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.

País - França

Anos de fabrico  a

 


publicado por dinis às 15:14
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