Peugeot 504 - Um olhar sobre as minhas miniatura
1595ª Peugeot 504 Lagos 1977 –Táxis do Mundo Planeta De Agostini Altaya
Era preto, mas não era táxi, mas era o terror das escolas e um brincalhão nas discotecas.
Modelo real
Este grande modelo da Peugeot, tipo berlina, foi o maior da família Peugeot, na década de 70, e utilizou-se como Táxi tanto na Europa, como na América, concluída a sua produção na europeia em 1983, continuou a fabricar-se em alguns países, como a Nigéria , durante mais de duas décadas.
O modelo continuou a contribuir para a fabricação das carrocerias, chassis, motores e transmissões do modelo lançado em 1968 e muito utilizado nos países africanos.
Em 1975, a Peugeot foi para a Nigéria para fabricar o 504, um carro diferente de qualquer outro: espaçoso , especialmente a carrinha, prático com a furgoneta e praticamente indestrutível e confiável, alem disso fácil de modificar tanto no motor e a, tração traseira, permitia serem carregados como mulas de carga, os 504 que cruzavam a África.
Na época, um Boeing decolava diariamente de Lyon e pousava em Lagos, na Nigéria abarrotado de peças de reposição. Uma verdadeira ponte aérea, concebida para atender à crescente demanda por este veículo robusto e prestigioso, que era a sensação na África.
As duas fábricas nigerianas eram insuficientes para atender às necessidades do continente africano e foi fabricado novamente graças à CDK, na República Centro-Africana, Egito, Zimbábue, Quênia, Tunísia e Marrocos. Em 2005, somente na Nigéria permanecia em produção. com os 4x4 japoneses a assumirem a liderança do mercado
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, Planeta de Agostini, Altaya
Série Táxis do mundo
Referencia nº 57 preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de cartão e envolto em blister transparente para exposição
País – Portugal, feito na China
Peugeot 404 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1574ª Peugeot 404 Rally Safari 1968 Nowicki – Clif–Rally Car Collection Altaya
Peugeot 404 Rally Safari 1968 Nowicki – Clif
Um velho conhecido que nunca pensei que fosse tão valente.
1540ª – Peugeot 404 1962 Os Nossos Queridos Carros Altaya
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/peugeot-404-um-olhar-sobre-as-minhas-2153879
Modelo real
A chave dos êxitos da Peugeot em Africa encontra-se no trabelho realizado pelo concessionário de Nairobi.
Zbigniew Nike Nowiki deunas vistas em 1961, ao ganhar aa sua classe com um Peugeot 404 e no ano seguinte com outro 404 obteve a segunda posição da geral, atras de Tommy Fjas tad e do seu bravo Volkswagen 1200.
Em 1963, uma das mais memoráveis do Rally Safári devidos as condições climatéricas duríssimas. . A chova começou a cair seis semanas mais cedo do que o habitual e transformou a prova numa verdadeira armadilha. Dos 84 carros que alinharam a patuda, apenas setes conseguiram terminar o Rali.
A pistas tornaram-se lamaçais intransponíveis nos quais, os veiculas ficavam inevitavelmente atolados. . A partir dai os sete insubmersíveis, com Nowicki á cabeça na sua primeira vitoria.
A supremacia na prova continuou com Bert Shkand ao ganhar em 1966 e no ano seguinte.
Da lista de inscritos que estiveram na partida constavam 92 automóveis de 20 marcas.
A prova foi uma replica da de 1963 e Nowicki mostrou-se imbatível na lama ao longo das duas etapas que totalizaram pouco mais de 3000 Km . Joginder no Datsum H 130 , foi o primeiro a liderar a prova, mas não conseguiu superar a pressão do 404 de Nowicki, que obteve a vitoria final embora Peter Huth, num Ford Cortina Lotus tivesse chegado a meta vinte minutos antes do queniano de origem polaca. Contudo o sistema de penalizações colocou no pódio Nowicki e a sua co--pilota Paddy Cliff e o Cortina Lotus mk1 em segundo .
O terceiro foi Triumph 2000 de Mandeville Viscount 'Kim' - Allison Stuart
Bert Shankland também nom Peugeot 404, que chegou a ocupar o 3º lugar acabou, mas acabou por embater numa arvore, para depois ficar atolado num enorme charco e perdeu as hipóteses de se bater pela vitoria e abandonou
O outro Peugeot 404 4º Armstrong Mike P. - Paveley Derek foi 4º
5º Singh Joginder - Smith Beverley no Datsun Cederic
O 6º Ulyate Robin - Wood Mike Ford Cortina GT
A sétima e última das posições coube a duas mulheres, Lucile Carwel e Geraldine Davies , com um Datsun 130
Os carros são praticamente de serie preparados pelo importador mas dizia-a- see que os carros eram enviados de frança onde os carros e motores e caixa estava em melhor estado e que o diferencial traseiro actuva com o se fosse de deslizamento limitado , ajudava a motricidade na lam.
Zbigniew Nike Nowiki , um queniano de origem polaca que consegui vencer duas edições do Safári em 1963 e 1968.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante
Série Rally CarColection
Referencia nº 42 preço 9€99
Certificado de Edição Limitada AA2584
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de cartão e envolto em blister transparente para exposição
País – China
Peugeot 504 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1567ª Peugeot 504 JPNicolas -J Lefebre Rally Safari 1976 – Rally Car Collection Altaya
Não fui á partida do Figueira das Foz -Lisboa mas estive no Clássicos a ver o o European Le Mans Series, Portimão no telemóvel com
Os carros inscritos no Rali Safari , estavam sujeitos a regulamentos muito rigorosos, e os Peugeot sofreram apenas pequenas modificações, como a adição de um escudo protetor sob o motor ou um tanque de combustível adicional no porta-malas. A mecânica permaneceu original.
Modelo real
A partir de 1970, os 504 foram testados nas pistas do East African Safari. Eles se beneficiaram de uma preparação um pouco mais extensa, mas permaneceram muito semelhantes aos carros de produção.
Foi somente em 1975 que Ove Anderson, copilotado por Arne Hertz, venceu novamente.
Em 1976 a Peugeot marcou presença no Rally Safari. com uma equipa muito forte, formada pelo tanzaniano Bert Shankland , pelo francês Jean- Pierre Nocolas e pelos finlandeses Simo Lapinen, Timo Makinen e Hannu Micola,
Das equipas que alinharam a prtida so 24 conseguiram concluir a primeira etapa, de 2203Km e que foi ganha por Shekar Meta ao volante de um Datsun, seguido de Singh que já tinha ganho em 1965, com o seu irmão como co-piloto.
Na segunda etapa, de traçado montanhoso e sensivelmente mais curto que o anterior, 875Km, Singh alcançou a liderança, depois de mais abandonos, entre eles o de Sandro Munari e do seu Lancia., ambos com o motor partido. No último dia Singh limitou-se a poupar a mecânica, bem apoiado pelos seus compatriotas Ulyate e Cowan, que o acompanharam no pódio.
Nicolas não consegui fazer frente ao domínio dos Mitsubishi Lancer, que ocuparam o pódio com o queniano Joghinder Singh e o seu compatriota Robin Ulyate e o britânico Andrew Cowan. Shankand ficou em quarto, seguido por Lapinen , ao passo que Nicolas não foi além do nono lugar. Maquinen e Mikola foram forçados a abandonar.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante
Série Rally CarColection
Referencia nº 41 preço 9€99
Certificado de Edição Limitada AA0479
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de cartão e envolto em blister transparente para exposição
País – China
Peugeot 605 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1557ª – Peugeot 605 – Carros inesquecíveis Salvat Les Jouets Solido
Peugeot 605 – Na senda do luxo
946ª – Peugeot 605 Solido
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/peugeot-605-um-olhar-sobre-as-minhas-1723425
A miniatura é igual a anterior
Modelo real
Três anos após terminar o Peugeot 505, a Peugeot reinvestiu neste segmento com o 605, que compartilhava a sua plataforma com o Citroën XM, que o precedeu por alguns meses. A PSA fez investimentos significativos nestes dois novos modelos, demonstrando suas ambições no segmento premium.
No Salão do Automóvel de Frankfurt de 1989, a Peugeot apresentou o 605. um sedan tradicional de três volumes. inspirado no bem-sucedido 405, lançado dois anos antes.
A versão SV topo de linha ainda apresenta amortecimento controlado, ainda raro na época. No lançamento em 1990, quatro versões a gasolina foram oferecidas: dois quatro cilindros (2,0 l, 115 cv, nível de acabamento SL, e 2,0 l, 130 cv, nível de acabamento SRi) e dois V6s (3,0 l, 170 cv, níveis de acabamento SR e SV, e 3,0 l, 24 válvulas, 200 cv, nível de acabamento SV24). Mais tarde naquele ano, o motor diesel chegou, um 2,1 l, turboalimentado, com 110 cv, nos níveis de acabamento SR e SV. Uma transmissão automática de quatro velocidades estava disponível no SRi e no V6.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante Solido Salvat
Série Carros inesquecíveis Salvat - Les Jouets Solido
Referencia nº 66 Nº 74 – 1516-05-90 preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em Blister plástico transparente
País – França
Peugeot 404 - Um olhar sobre as minhas miniatura
1540ª – Peugeot 404 1962 Os Nossos Queridos Carros Altaya
Peugeot 404
O Peugeot 404 era um modelo pelo qual eu passava todos os dias, estacionado na rua Serpa Pinto, e pertencia ao Santoalha enquanto outro estava, na Avenida Carvalho Araújo para ser alugado é que pertencia ao Bragança, a viver na minha primeira rua, e outro. que não saia da garagem e pertencia a outro Bragança do quiosque., e que quando ele estava estacionado ao lado do quiosque, era sinal de tinha ido ao Porto e trazia miniaturas novas.
Modelo real
O Peugeot 404 é um grande carro familiar produzido pela Peugeot de 1960 a 1975. Uma variante de carroceria de caminhão foi comercializada até 1988. Denominado por Pininfarina , o 404 foi oferecido inicialmente como sedan , carrinha e picape
O 404 foi equipado com um motor a gasolina de 1,6 litros , com um carburador Solex ou injeção mecânica de combustível Kugelfischer ou um motor diesel de 1,9 litros como opções
Popular como um táxi , o 404 gozava de uma reputação de durabilidade e valor.
A produção francesa da Peugeot de 1.847.568 404s terminou em 1975. Um total de 2.885.374 unidades foram produzidas em todo o mundo no final da produção.
O 404 foi testado, em forma de propriedade familiar, pela revista Motor, A qualidade de construção foi elogiada e o interior descrito como "silenciosamente de bom gosto".
A história daquela 404 cujo dono, um criador de porcos, com os inevitáveis bigode e boné sebentos, decidiu montar uma engenhoca, com uma botija de gás butano na caixa aberta e uma ligação marafada até ao motor. Tudo correu bem até que, um dia, estava ele na tasca a emborcar uns copos de três, com a furgoneta parada à porta, e passou uma daquelas patrulhas da GNR, que andavam a pé, de aldeia em aldeia, um de cada lado da estrada. O espanto de um dos guardas, ao perceber o silvo do gás que se escapava de um tubo que saía da caixa de carga, levou-o a investigar. Até pode ser que seja um mito… rural, pois não estou bem a ver como seria possível fazer uma coisa destas sem aquilo explodir. Mas que há artistas para tudo, lá isso há! Aliás, também devem fazer parte desse mito os copos de carrascão que pagaram a cumplicidade da patrulha…
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, Altaya
Série Os Nossos Queridos Carros
Referencia nº 7 preço 9€99
Matrícula portuguesa CE-59-33
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição
País – Portugal, feito na China
Peugeot 205 Turbo 1.6 E2 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1472ª – Peugeot 205 Turbo 1.6 E2 T Salonen-S Harjanne Rally Car Collection Altaya
Peugeot 205 Turbo 16 Evo 2 Timo Salonen / Seppo Harjanne Mil Lagos 1986
886ª – Peugeot T205 Evo 2 Monte Carlo 86 Vitesse
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/peugeot-205-t16-evo-2-um-olhar-sobre-1675141
Modelo real
A segunda evolução do 205, o 205 Turbo 16 Evo 2, teve a estrutura traseira transformada em tubular, reduzindo o peso do carro para 910 kg setenta a menos que o modelo anterior. A suspensão estava disponível com amortecedores com controle de temperatura, acionados pelo copiloto. O turbo KKK foi substituído por um turbo Garrett T31 com intercooler água/ar de 2,6 bar (37,0 psi), proporcionando uma potência de 550 cv (542 cv; 405 kW) a 7.600 rpm e um torque máximo de 50 kgfm (490 Nm; 362 lb-ft) a 5.500 rpm. [2] Tudo isso permitiu que o carro acelerasse de 0 a 100 km/h (62 mph) em dois segundos.
Externamente, eram visíveis dois novos para-lamas dianteiros e uma grande asa traseira.
A estreia foi no Rali da Córsega de 1985, pilotado por Bruno Saby, onde conseguiu terminar em segundo lugar.
Para 1986, a Peugeot manteve Salonen e contratou Juha Kankkunen para substituir Vatanen, além das participações ocasionais de Saby e Stig Blomqvist.
O segundo lugar de Salonen no Monte Carlo e quatro abandonos consecutivos os Mil Lagos eram a prova a vencer como no ano passado, e dar à Peugeot o seu primeiro título no WRC
Markku Alen no Lancia Delta S4 foi o primeiro a liderar depois de vencer as dez especiais da primeira etapa. Na segunda Salonen passou para o ataque, ganhou os 12 troços e arrebatou o segundo lugar ao seu companheiro, ficando a apenas 19” de Alen, que com grande dificuldade aguentou num piso que a chuva deixou muito escorregadio, e no qual Salonen, além de o conhecer na perfeição, se mostrou muito mais seguro. A Peugeot jogava no Mil Lagos o título de marcas e Kankkunen estava muito perto do de pilotos. A última etapa foi decisiva e Alen não aguentou a pressão a que o Peugeot o submeteram, que só procurava uma falha no líder da prova., falha essa que ocorreu no 35º troço, quando o piloto da Lancia perdeu mais de três minutos, devido a uma saída de estrada. A partir dessa altura, os Peugeot correram para manter a posição face a reação de Alen, que teve de se contentar com o terceiro lugar e ver como Kankkunen reduziu cinco pontos para a geral no Mundial de Pilotos que acabaria por vencer. Nesse ano Salonen acabou em terceiro depois de vencer o último rali do ano, o RAC
Quatro títulos para o 205, dois de pilotos e dois de Marcas e o de pilotos com Salonen (1985) e Kankkunen (1986).
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Miniatura
Mil lagos no fasciculo
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante
Série Rally CarColection
Referencia nº 24 preço 9€99
Certificado de Edição Limitada AA1817
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de cartão e envolto em blister transparente para exposição
País – China
Peugeot 203 Lyon - Um olhar sobre as minhas miniatura
1450ª – Peugeot 203 Lyon 1955 Táxis do Mundo Planeta De Agostini Altaya
O logotipo do leão rampante é desde 1851, símbolo do aço de primeira qualidade que distingue os produtos fabricados pela Peugeot Freres, com a marca foi registada legalmente em 1858
Modelo real
O Peugeot 203 saiu para o publico em outubro de 1948 depois de ter sido apresentado no Salão Automóvel de Paris. e a versão berlina com quatro portas foi a adotada pelos taxistas de veiros países.
O design de linhas arredondadas, inspirava-se nos modelos norte americanos e rompia com a habitual linha afusada dos 402, antes da Guerra.
O Peugeot 203 foi um dos táxis mais comos em França. Na década de 50. Amplo e confortável foi utilizado na segunda cidade francesa mais populosa os Peugeot 203 foram pintados num insólito cinzento-aço.
A matrícula acaba no 69, o indicativo de que corresponde ao departamento de Rhone da qual a cidade de Lion é a capital.
As portas suicidas, abrem no sentido contrário as de traz.
O Taxímetro está situado no exterior, junto a janelinha do cobrador.







Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, Planeta de Agostini, Altaya
Série Táxis do mundo
Referencia nº 33 preço Fim da colecção
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de cartão e envolto em blister transparente para exposição
País – Portugal, feito na China
Peugeot 905 1992 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1393ª – Peugeot 905 1992 Vencedor da 24 Horas de Le mans 100 Anos de Desporto Automóvel Planeta De Agostini Altaya
Peugeot 905 Evo 1 B - Y. Dalmas-D. Warwick- M. Brundle. 1º
Derek Warwick- Yannick Dalmas - Mark Blundell
1087ª – Peugeot 905 Vitesse
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/peugeot-905-um-olhar-sobre-as-minhas-1811818
Modelo real
Peugeot 905 projetado por Andre De Cortanze, e a supervisão do Diretor Desportivo Jean Todt, que, após seu sucesso no rali, desejava empreender a aventura de resistência de vencer Le Mans.
A saída da Jaguar do WSC no final de 1991, os Jaguar XJR-14 continuaram a competir, agora como Mazda e com motores V10 Judd, mas sem evoluções não estavam à altura da nova versão do Peugeot, o 905 Evo 1B, que assim permaneceu - assim como as duas fabricantes japonesas, Toyota e Mazda.
A 13 de junho deste ano, 59 estavam na lista de inscritos para a 60ª edição das 24 Horas de Le Mans, mas para a corrida em 20 de junho de 1992, o grid continha apenas... metade desse número depois que a Jaguar e a Mercedes saíram.
Para as 24Horas de Le Mans, 1992 a sua segunda participação em Le Mans, a Peugeot é a como favorita no campeonato mundial, contra Mazda e Toyota.
Philippe Alliot, o Peugeot n°2 conquistou a pole position da corrida.
Na partida estiveram presentes 30 carros, sendo que o ALD não partiu.
A chuva apareceu no sábado e trouxe algumas reviravoltas inesperadas. Primeiro, o Peugeot n°31 e o Toyota n°7 colidiram e perderam um tempo precioso. Os motoristas devem manter a concentração a mais de 300 km/h na chuva.
A noite parecia calma, mas a manhã de domingo causou suor frio na equipe francesa. O Peugeot nº 2 saiu da pista e perdeu terreno na corrida do pódio.
Os problemas de transmissão da Mazda, o número 2 voltou.com uma vantagem confortável, o Peugeot nº 1 segue seu caminho em um ritmo alto, mas constante. A Peugeot Talbot Sport está no controle e o carro número 1 manteve o primeiro lugar até o final. A Peugeot venceu as 24 Horas de Le Mans de 1992 e ainda colocou o Peugeot nº 2 no terceiro degrau do pódio.
O trio Yannick Dalmas, Derek Warwick e Mark Blundell, subiu ao degrau mais alto do pódio com o Peugeot 905.
Em segundo lugar ficou o Toyota TS010 de Masanori Sekiya, Pierre-Henry Raphanel e Kenneth Acheson com uma diferença de seis voltas, enquanto em terceiro lugar ficou o Peugeot 905 n.2 de Mauro Baldi, Philippe Alliot e Jean-Pierre Jabouille, com uma diferença de sete voltas do trio vencedor e que garantiu a pole position com um tempo recorde graças ao 905 utilizável apenas para os testes. Em 1992, a Peugeot também venceu o Campeonato de Protótipos Dsportivos.





Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, Planeta de Agostini, Altaya
Série 100 Anos de Desporto Automóvel
Referencia nº 29 preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico preto, sob cartão e envolto em blister transparente para exposição
País – Portugal, feito na China
Peugeot 206 WRC M. Campos -C Magalhães - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1368ª – Peugeot 206 WRC M. Campos -C Magalhães Rally Mille Miglia 2003 Rally Car Collection Altaya
Peugeot 206 WRC M. Campos -C Magalhães Rally Mille Miglia 2003
A primeira miniatura de um carro pilotado por portugueses numa miniatura de quiosque e como habitualmente sem a publicidade SG, a marca que eu fumava.
1281ª – Peugeot 206 WRC 2000 Campeão de Rally da Córsega 100 Anos de Desporto Automóvel Planeta De Agostini Altaya
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/peugeot-206-wrc-2000-um-olhar-sobre-1961231
1347ª – Peugeot 206 R. Burns – R. Reid Rally de Monte Carlo 2003 WRC - Rally Car Collection Altaya
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/peugeot-206-wrc-um-olhar-sobre-as-2004421
Modelo real
Peugeot Total Silver Team SG
Miguel Campos foi iconidao para conduzir o segundo Peugeot 206 WRC da equipa Peugeot Esso Silver Team em 2001. A estreia ocorreu na Madeira, apos uma sessão de testes foi em Montejunto onde Miguel Campos e Carlos Magalhães conheceram o seu novo carro.
O Campeonato da Europa de 2003 começou com as Mille Miglia e Bruno Thiry era o favorito com o Peugeot 206 WRC , enquanto Miguel Campos , Renato Travaglia actual Campeão da Europa e vencedor das dus ultimas edições. . Franco Cunico, seis vezes vencedor da prova partia como favorito no Grupo N. O piloto de Famalicão, na primeira especial para apresentar os pilotos foi penalizado com com tres minutos por um erro de no percurso e só realizou duas voltas em vez das três. Contudo isso não o impediu de começar a conseguir “scratchs e no final do segundo dia já tinha subido do fundo da classificação para o quarto lugar, fruto de uma recuperação que o obrigou a andar nos limites durante grande parte da prova.
Os esforços de Miguel campos foram igualmente compensados com a desistência de Bruno Thry.o seu principal adversário . A liderança parssou para Luca Pedersoli com o 306 que tinha sido de Travaglia , que no final da segunda etapa tinha pouco mais de 50 segundos sobre Campos. O rali ia decidir-se no último dia. Miguel Campos com um mau começo, quando um erro numa curva da primeira especial embateu nu rail de segurança danificando o para choques., e que provocou um pequeno furo numa roda e perder 28 preciosos segundos. Teve a oportunidade de reparar a transmissão danificada e seguiu, obtendo os melhores tempos nas ultimas especiais, para acabar por chegar a vitoria com 22 preciosos segundos. De vantagem sobre Pedersoli e ganhando os primeiros 200 pontos do campeonato. Completou o pódio. Giandomenico Basso com o seu Fiat Punto. Assim a Peugeot consegui colocar no pódio três carros diferente, já que os 206 e 306 Maxi de Miguel campos e Pedersoli , respetivamente , se juntou o terceiro lugar super 1600 de Renato Travagia num 206 , que perdeu um minuto na penúltima especial por causa de um furo.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, Altaya
Série Rally CarColection
Referencia nº 6 preço 9€99
Certificado de Edição Limitada
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de cartão e envolto em blister transparente para exposição
País – China
Peugeot 205 Turbo 16 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1363ª – Peugeot 205 Turbo 16 – 1985 Vencedor do Rally de Monte Carlo Anos de Desporto Automóvel Planeta De Agostini Altaya
Peugeot Talbot Sport
Monte Carlo Rally, Monaco. 26 January-1 February 1985.
Ari Vatanen/Terry Harryman, Peugeot 205 Turbo 16, vencedor
Por vezes as paredes podiam ajudar a guiar o carro, as humanas. Não
816ª - Peugeot 205 Turbo Paris Dakar Heller
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/peugeot-205-heller-1987-um-olhar-sobre-1625980
886ª – Peugeot T205 Evo 2 Monte Carlo 86 Vitesse
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/peugeot-205-t16-evo-2-um-olhar-sobre-1675141
911ª – Peugeot 205 T 16 Vitesse
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/peugeot-205-t16-um-olhar-sobre-as-1696134
1275ª – Peugeot 205 GTI - Carros inesquecíveis Salvat Les Jouets Solido
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/peugeot-205-gti-um-olhar-sobre-as-1957321
Modelo real
Meu Rally de Monte Carlo de 1985 foi como uma "mini vida". Uma montanha-russa.
A Peugeot estava perdendo muito dinheiro e suas expectativas eram altas para este evento em casa.
No fundo, eu sabia que a luta pela vitória seria entre Walter Rohrl e eu.
Durante o reconhecimento, meu primo, que foi meu primeiro copiloto, Martti, morreu na Finlândia.
Devido à minha lesão nas costas, passei cinco dias no hospital de Vals-les-Bains no meio do reconhecimento! (Hoje em dia, todo o reconhecimento dura apenas dois dias.)
Na segunda etapa, St Bonnet-le-Froid, bati na parede de espectadores. Uma pessoa quebrou a perna, felizmente nada mais sério. 🙏 Ele veio até mim alguns anos depois e disse que estava orgulhoso dos parafusos em seus ossos! Tivemos que trocar o para-brisa e o radiador depois da etapa.
Ataquei o melhor que pude, mas o 4 vezes vencedor de Monte Carlo (com quatro carros diferentes) Walter Rohrl estava se afastando.
A 7ª etapa foi de 45 km de Burzet, mistura de asfalto, gelo, neve e neblina.
Pensei, dirigi perfeitamente, mas Walter nos venceu por 6 segundos. Não é muito em 45 km, mas parecia um ano-luz. Eu disse ao copiloto Terry que não poderia dirigir mais rápido, Walter venceria seu 5º Rally de Monte Carlo.
De alguma forma, na próxima etapa St-Nazaire-le-Desert, fiquei ultraconfiante com 'asas nas costas' e venci Walter em 23 km por 27 segundos! Provavelmente a melhor etapa especial da minha vida. Eu estava em lágrimas de alegria. Dali em diante, fui elevado a um nível mais alto, o que só pode acontecer algumas vezes na vida - se é que alguma vez!
Na metade do caminho em Gap, estávamos liderando por mais de 3 minutos - mas assumimos o controle 4 minutos antes. Com 8 minutos de penalidade, estávamos agora mais de 4 minutos atrás de Walter e Christian Geistdörfer. Miraculosamente, finalmente vencemos o rali. O rali da minha vida.
🔥🔥🔥
Ari Vatanen
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, Planeta de Agostini, Altaya
Série 100 Anos de Desporto Automóvel
Referencia nº 23 preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico preto, sob cartão e envolto em blister transparente para exposição
País – Portugal, feito na China
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