Lotus Seven - Dream cars - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1698ª Lotus Seven – Dream cars Altaya
No Domingo de Carnaval de 2014 decorreu o 54º Encontro de Clássicos Além Corgo 2014 o Carterham Super Sevem Roadsport SV 2007 de André Araújo, veio relembrar os Lotus Sevem e o Trofeu Carterham que animou o Nacional de Velocidade de 2007 e as corridas de Vila-realenses.
Na juventude o amarelinho do Cenoura era um ícone vila-realenses, semelhante ao da Matchbox mas desde que apareceram em Vial Real já no seculo XXI os desfiles do Club Lotus, as corridas dos Caterham Super Seven By Kia as corridas eram fantásticas bem com o velho Lotus Sevem mais antigo que correu em Vila Real, sem esquecer o Donkervoort, ou o Westfield em Vila Real com Marcos Oliveira / Marco Osorio 2022
Modelo real
O Lotus Seven foi um automóvel desportivo pequeno, leve, de dois lugares, com capota aberta e rodas abertas, produzido pela Lotus Cars entre 1957 e 1972
O Lotus Seven foi projetado com as corridas em mente, e a leveza era a principal preocupação de Chapman. Assim como os carros de corrida da época, ele foi construído em torno de uma estrutura tubular com laterais altas para permitir uma estrutura mais rígida (braço de alavanca mais longo). As versões de rua da Série II e posteriores tinham estruturas mais simples do que a Série I, mais voltada para as corridas.
De aspecto estranho mas rebelde o Lotus foi utilizado nas primeiras 12 edições de "O Prisioneiro" começavam com McGoohan dirigindo o Lotus, e o KAR 120 era um Lotus Super Seven Série II de demonstração, equipado com um motor Cosworth de 1,5 litro. A primeira cena de abertura foi filmada em agosto de 1966 no Autódromo de Poddington, em Northampton. Nela, vemos o nº 6 atravessando a Ponte de Westminster e, como ele é um sujeito pouco ortodoxo demais para ter encomendado seu Seven com piscas, faz um sinal de conversão à direita para o estacionamento da Rua Abington. Sua casa fica no nº 1 da Rua Buckingham, onde ele é seguido por um carro funerário de aparência sinistra…
Em agosto de 1967, o Lotus foi necessário para algumas cenas da 13ª temporada. Como o S2 de demonstração original havia sido vendido para um cliente na Austrália, outro carro, de placa LCK 88D, foi alugado de um motorista de Borehamwood chamado Frank Rycroft para o filme "Não Me Abandone, Oh, Meu Querido". Naquela época, McGoohan estava envolvido com o filme Ice Station Zebra, então o enredo de O 13º Prisioneiro girou em torno da transferência da mente do Número 6 para outro corpo; cenas do renomado ator Nigel Stock foram combinadas com imagens de arquivo. Além disso, um Standard Seven com motor 100E – observe os tambores de freio dianteiros e a placa ligeiramente diferente montada sobre a grade – teve que ser rapidamente modificado para seu papel crucial no último ato de Fall Out.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, Altaya
Série carros Dream cars
Referencia nº 18 preço 9€99
Matrícula KAR 120C
Approved and Licencied Producto f Caterham car Sales &Coachworks and Group Lotus pi.
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição
País – China
Lotus Exige S2 2004- Um olhar sobre as minhas miniaturas
1683ª Lotus Exige –Dream cars Altaya
Lotus Exige S2 2004
Nos ecrãs do Circuito de Vila Real todos vimos Francisco Gonçalves a vencer em Vila Real a primeira corrida do Campeonato de Portugal SuperLegends em 2024, depois do Lotus Elise perder uma roda e ficar parado na reta da meta a quatro minutos do fim da prova, forçando uma bandeira vermelha que lhe deu a vitória na corrida
No ano seguinte voltou a vencer a primeira corrida do programa do SuperLegends, a colorir a celebração dos 100 anos de Vila Real como cidade.
Modelo real
O Lotus Elise lançado em setembro de 1996 é um roadster de dois lugares com motor central traseiro e tração traseira, possui uma carroceria de fibra de vidro sobre um chassis de alumínio extrudado colado, que proporciona uma plataforma rígida para a suspensão, mantendo o peso e os custos de produção ao mínimo. O Elise recebeu o nome de Elisa Artioli, neta de Romano Artioli, presidente da Lotus e da Bugatti, a dona da marca.
Um novo modelo surgiu em 2000, muito semelhante, o Lotus Exige, é uma versão coupé do Elise, dotado de um motor Rover K Series de 1,8 L, quatro cilindros em linha, naturalmente aspirado, na versão VHPD (Very High Performance Derivative). produzia 177 cv (132 kW; 179 PS) a 7.800 rpm. e uma versão para pista com 190 cv (142 kW; 193 PS). O carro tinha uma caixa de câmbio manual de cinco velocidades e uma velocidade máxima declarada de 219 km/h (136 mph). A aceleração de 0 a 97 km/h (60 mph) era feita em 4,7 segundos e de 0 a 100 km/h (62 mph) em 4,9 segundos.
A Série 1 do Elise termina em 2000 e a 9 de outubro do mesmo ano, é anunciado o Elise Série 2, um Série 1 redesenhado, utilizando uma versão ligeiramente modificada do chassis da Série 1 para atender às novas normas e construídos em conjunto com o Opel Speedster e Vauxhall VX220, na mesma linha de produçãoem Hethel. Ambos os carros compartilhavam muitas peças, embora tivessem transmissões e motores diferentes.
Em 2004, foi lançado o Exige Série 2, dotado de um motor Toyota/Yamaha DOHC de 1,8 L e 16 válvulas, naturalmente aspirado, com potência de 190 hp (142 kW; 193 PS) e designação Toyota 2ZZ-GE. Comparado ao Elise o Série 2, possui um splitter dianteiro, teto rígido de fibra de vidro com entrada de ar, cobertura do motor traseiro e spoiler traseiro. O único propósito dessas adições aerodinâmicas ao Elise básico é gerar mais downforce (quase 45 kg (100 lb) de downforce a 161 km/h (100 mph) no Exige, contra 5,9 kg (13 lb) a 161 km/h (100 mph) no Elise)
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, Altaya
Série carros Dream cars
Referencia nº 15 preço 9€99
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição
País – Portugal, feito na China
Lotus 72 D 1972 Emerson Fittipaldi - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1228ª – Lotus 72 D 1972 Emerson Fittipaldi RBA
Lotus 72 D 1972 Emerson Fittipaldi Monza 1, vencedor e campeão do mundo
Modelo real
Os modelos da Lotus 49C, 72A e 72B competiram em 1970, com Emerson a estrear-se no GP da Grã-Bretanha, em Brands Hatch, nas cores vermelho e dourado do Gold Leaf Racing Team .
A equipe de Colin Chapman usa o 72 desde 1970, sempre a evoluir a cada temporada.com o Lotus Ford Cosworth 72D na terceira evolução do carro que ganhou o mundo em 1970, agora com a pintura preta e dourada.
A carroceria com perfil afilado do Lotus 72D tinha o bico bastante baixo e plano, os radiadores montados nas laterais, e generoso aerofólio na traseira. Na prática, tinha boa velocidade em retas e maior estabilidade em curvas. Esta carroceria deu à Lotus 20 vitórias, com os modelos 72C (cinco vezes), 72D (sete) e 72E (oito)..
A entrada de ar para o motor montado acima da cabeça do piloto tornou-se mais alta, tornando o motor Cosworth mais potente, e a asa traseira maior proporcionou maior eficiência aerodinâmica.
O carro criado por Colin Chapman, fundador da Lotus e pelo designer Maurice Philippe, o Lotus 72D, fez a sua primeira aparição no GP de Mônaco de 1971, com Emerson Fittipaldi largando da 17ª posição no grid e terminando em quinto lugar.
O Grande Prêmio da Itália de Fórmula 1 realizado em Monza em 10 de setembro em 1972, foi a décima etapa da temporada, nela a vitória de Emerson Fittipaldi garantiu ao brasileiro o título de campeão mundial e garantiu para a Lotus-Ford o título de construtores.
Quarenta anos mais tarde lembra Fittipaldi e depois de o ter voltado a pilotar, lembra.
“Foi com esse carro que venci minha primeira corrida na F-1, há 40 anos, nos EUA, e também o meu primeiro título, em 1972”,
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, RBA Collectibles,
Série Grand Prix – Mitos da Fórmula 1
Referencia nº 32 preço 1595$00
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base plástica coberta por caixa acrílica transparente
País – Portugal, feito na China
Lotus 78 1979 Carlos Reutmann - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1221ª –Lotus 78 1979 RBA
Lotus 78 1979 Carlos Reutmann
Modelo real
O Lotus 79 esteou-se no Grande Prêmio da Bélgica de 1978 e competiu na temporada de 1979. Teve como designers Colin Chapman, Geoff Aldridge, Martin Ogilvie e Peter Wright.
O Lotus 79 foi desenvolvido para complementar e posteriormente substituir outro carro da Lotus: o modelo 78. Assim como seu antecessor, usava um monocoque de alumínio e o mesmo motor, além do efeito de superfície, mas diferia dele em muitos outros níveis. Em primeiro lugar, não usava um corpo de favo de mel, que era muito leve, mas altamente emergencial. O layout dos tanques de combustível também foi alterado, o que acabou tendo um efeito positivo no equilíbrio do centro de gravidade do carro. Em última análise, foi criado um carro de sucesso que era menos confiável que seu antecessor. Ele contribuiu para Mario Andretti ganhar o título mundial em 1978.
Em 1979 0 fracasso do MK 80, Colin Chapman teve de recorrer ao vencedor do ano anterior ,
Carlos Reutemann Lotus 79 #2 foi o segundo argentino GP Fórmula 1 1979
Em 1979, passou para a Lotus,.mas a equipe inglesa não repetiu o desempenho da temporada anterior e Reutemann terminou o ano em sétimo lugar, mesmo assim melhor que Andretti, seu companheiro de equipe, o 12º.
Reutemann tornou-se num dos poucos pilotos de pista a conseguir pontuar nos ralis (outros foram os finlandeses Leo Kinnunen e Kimi Raikkonen), ao ser terceiro classificado nas edições de 1980 e 85 do Rali da Argentina.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, RBA Collectibles,
Série Grand Prix – Mitos da Fórmula 1
Referencia nº 29 preço 1595$00
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base plástica coberta por caixa acrílica transparente
País – Portugal, feito na China
Lotus 72 C 1970 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1216ª – Lotus 72 C 1970 RBA
Lotus 72 C 1970 Jochen Rindt #5 Fórmula 1 Campeão mundial 1970
Modelo real
O vermelho, branco e dourado do patrocinador de longa data Gold Leaf na sua última versão
O Lotus 56, mais conhecido por “carro turbina” para a Indy 500 de 1968. Colin Chapman e Maurice Phillipe pegaram a ideia estabelecida em 1967 de colocar uma turbina de avião no carro, o STP-Paxton.
Ao mesmo tempo desenvolvia o projeto 63 para 1969, um carro para a F1 com tração integral.
O Lotus 63 permaneceu no desenvolvimento de pneus e da aerodinâmica, com a tração total para segundo plano.
John Miles o piloto que venceu em Vila Real estava no seu desenvolvimento quando a Lotus voltou ao antigo 49
Na sua quarta temporada, no Mónaco Jochen Ridnt vence no Lotus 49 numa vitoria herdada, após o erro de Jack Brabham na última volta.
Mas a versão B apareceu na Bélgica. uma nova revisão da aerodinâmica e uma suspensão inteiramente revisada para os pneus Firestone, o 72 aparecia na Holanda em sua versão C.
O austríaco Jochen Rindt, venceu 4 provas em sequência na Holanda, França, Grã-Bretanha e Alemanha ,
O piloto austríaco sofreu um acidente fatal na curva Parabolica em Monza depois que um dos eixos dos freios dianteiros internos falhou. Rindt, no entanto, havia acumulado pontos suficientes em corridas anteriores para ser coroado postumamente campeão mundial no final da temporada, 5 pontos sobre o 2º colocado, Jack Brabham
Emerson Fittipaldi levou o Lotus 72 à vitória, tal como Graham Hill o fez após o acidente fatal de Jim Clark.
Lotus 72 tem o nº 6 em França em Clermont- Ferrand foi vencedor com o nº 6
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, RBA Collectibles,
Série Grand Prix – Mitos da Fórmula 1
Referencia nº 27 preço 1595$00
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.
País – Portugal, feito na China
Lotus 33 1965 Climax - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1211ª – Lotus 33 1965 RBA
Lotus 33 1965 Climax 1965 Jim Clark 1º Alemanha
Depois da Exposição das minhas miniatura no Museu de Arqueologia e Numismática de Vila Real, ai estão novamente as minhas miniaturas na Exposição digital de Miniaturas Manuel Dinis
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/tag/expo+digital+miniaturas+manuel+dinis
Modelo real
O Lotus 33 foi a última evolução do Lotus 25.que embora fossem parecidos, nenhum elemento era intercambiável. Era mais rígido e a sua construção mais simples. O Lotus 25 B proporcionando-lhe melhorias em relação ao 35, entre elas as referentes as suspensões, aerodinâmica e refrigeração.
O carro venceu no primeiro grande prêmio de 1965, na África do Sul, e Jim Clark o Campeão do mundo de 1963, também em Lotus, ainda venceria ainda mais 4 corridas com esse carro para conquistar o título da temporada de 1965.
O Jim Clark no Lotus 33 Climax, no GP da Alemanha de 1965 em Nurburgring, quando na qualificação onde superou a marca de 1964 de John Surtees em quinze segundos: enquanto que John assinalara 8'38"400 com a Ferrari, Clark baixou para incríveis 8'22"700.
Na corrida, o escocês não deu chances aos rivais, fazendo um "Grand Chelem" (Pole, Melhor Volta, todas voltas lideradas e vitória), chegando quinze segundos a frente de Graham Hill (BRM) e vinte um de Dan Gurney (Brabham Climax). Foi a sua sexta vitória na temporada, a quinta consecutiva, que serviu para lhe assegurar o segundo título mundial. E ainda faltavam mais três corridas para o fim do campeonato...
Clark somou 54 pontos ou seja mais 14 a mais que Graham Hill, assinalou seis vitórias, seis poles, seis melhores voltas e seis pódios. E ainda, as lendária 500 Milhas de Indianápolis para Clark, Lotus e Colin Chapman, uma das melhores simbioses entre piloto/ carro/ equipe da história da Fórmula 1 e Motorsport.
O carro foi guiado, também por Mike Spence, Pedro Rodríguez de la Vega e Graham Hill.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, RBA Collectibles,
Série Grand Prix – Mitos da Fórmula 1
Referencia nº 23 preço 1595$00
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.
País – Portugal, feito na China
Lotus Type 49B 1968 F1- Um olhar sobre as minhas miniaturas
1205ª – Lotus Type 49B 1968 RBA
O nº 5 somente foi utilizado por Hill na Africa do Sul mas o modelo era ainda verde.
Grand Prix – Mitos da Fórmula 1
Modelo real
O Lotus 49 foi o primeiro monolugarda F1 a ter o motor Ford Cosworth DFV V8 . em 1969 a Lotus contou com Jim Clark e Graham Hill que já dispunham de uma evolução do chassis, a versão 49B.
Jim Clark venceu a sua ultima prova na Formila 1 em Kyalam, seguido de Graham Hil aisda com as cores verdes.
Com as novas cores do Gold Leaf Team Lotus Hill triunfou nos dois grandes prémios seguintes Espanha e no Mónaco, ma estreia do 49B naquele que foi a sua primeira participação com um aileron..
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, RBA Collectibles,
Série Grand Prix – Mitos da Fórmula 1
Referencia nº 17 preço 1595$00
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base plástica coberta por caixa acrílica transparente
País – Portugal, feito na China
Lotus Climax 25 F1- Um olhar sobre as minhas miniaturas
1197ª – Lotus Climax 25 1963 RBA
Lotus 25 Climax Grande Bretanha 1º Jim Clark
Grand Prix – Mitos da Fórmula 1
Modelo real
O Lotus 25 projetado por Colin Chapman para a temporada de Fórmula 1 de 1962 tinha um design revolucionário, o primeiro chassis monocoque totalmente reforçado a aparecer na Fórmula 1.
O Lancia Lambda foi o primeiro carro de Turismo com as suas componentes mecânicas montadas num chassis deste tipo no ano de 1924.
No Racing Car Show em 1962, a Lotus apresentou o MK24, muito atractivo e com o piloto quase deitado, movido pelo V8 Coventry Climax., vendeu bem e em Maio, apareceu o Mk25, 30 kg mais leve reservado ao Team Lotus . A obsessão de Chapman com o peso obrigaloia, frequentemente , a colocar lastros nos seus carros para cumprir os regulamentos… e a causa de numerosos acidentes pela rotura de peças nos limites.
No GP da Grande Bretanha realizado a 20 de Julho em Silverstone, o Lotus 25 de Jim Clark foi o mais rápido e vence o seu quarto GP consecutivo agora com o nº4
Clark se ganho o seu primeiro Campeonato Mundial, ao vencer 7 corridas, Bélgica, França, Holanda, Grã-Bretanha, Itália, África do Sul e México. A Lotus também venceu seu primeiro campeonato de construtores. Após o GP dos Estados Unidos, um 25 foi levado ao Indianapolis Motor Speedway para avaliação, onde também testaram a ignição eletrônica Lucas para a Ford. Os resultados foram encorajadores o suficiente para Colin Chapman montar seu desafio bem-sucedido nas 500 Milhas de Indianápolis.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, RBA Collectibles,
Série Grand Prix – Mitos da Fórmula 1
Referencia nº 11 preço 1595$00
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base plástica coberta por caixa acrílica transparente
País – Portugal, feito na China
Lotus 78 F1- Um olhar sobre as minhas miniaturas
1188ª - Lotus MK 78 Ford – 1978 RBA
Lotus Mk 78 Ford 1978 Mario Andretti tem o nº 5 e Peterson o nº 6
A versão da Yaxon
565ª – Lotus MK3 Yaxon
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/lotus-78-formula-1-john-player-special-1444177
e agora a da colecção
Grand Prix – Mitos da Fórmula 1
Modelo real
O carro asa
Colin Chapman inovador, idealizou o chassis monolugar com o Mk25, em 1962, o motor integrado no Mk 49, em 1967, a carroçaria cónica desta vez no Mk 72no ano de 1970 e em 1977 o carro asa com o Mk 78.
O Lotus 78 teria sido pensado em Ibiza, em Agosto de 1975 durante as férias de Colin Chapman quando pensou sobre a sustentação das asas do avião que não se sustenta, mas sim a parte superior delas ao criar uma depressão que o suga, uma necessidade contraria nos ailerons do carro.
A asa de avião invertida, seria o segredo, que uma vez descoberto, tornou tudo o resto circunscrito a esta ideia e os engenheiros Ralp Bellamey, Martin Ogilvie e Peter Wright desenvolveram e aplicaram na carroçaria.
Em 1977, o modelo 78 já incorporava o conceito de "carro-asa", com um perfil de asa invertida nas laterais a permitir que o fluxo de ar sugasse o carro para baixo, aumentando consideravelmente a aderência a utilizava o efeito solo, trazendo grande estabilidade em comparação com os carros de outras equipes,
A primeira vitória foi de Andretti em Long Beach a que se seguiu Espanha, Gunnar Nilsson na Bélgica, Mario Andretti volta a vencer em França e em Monza.. no final do campeonato é 3º.
Para 1978, a Lotus manteve o carro nas primeiras provas e Andretti e Ronnie Peterson, que correu no Circuito Internacional de Vila Real que voltara à equipa, aceitando a condição de segundo piloto de Andretti.
A primeira vitória da temporada foi de Andretti na Argentina, Ronnie Peterson na Africa do Sul, em Zolder na Bélgica a primeira dobradinha, com o americano no novo 79 seguido do sueco no 78, seguida de nova dobradinha em Espanha agora com o 79.
Na Suécia, Gordon Murray, utilizou um dispositivo aerodinâmico ventilador na traseira do Brabham para conseguir o efeito de sucção, mas é Niki Lauda a vencer, O Brabham BT46B foi vetado porque o ventilador atirava sujeira para os carros que vinham atrás, ficando Chapman e a Lotus mais descansadas.
Em Monza, os pilotos da Lotus são os mais rápidos, a três provas do fim, com Peterson a ter de utilizar um modelo 78. Na partida, uma carambola envolve James Hunt, Riccardo Patrese e Peterson a bater de frente no guarda rail, teve as pernas seriamente feridas. Mas, um fragmento de osso entra na corrente sanguínea do sueco, que morreu por embolia na madrugada de 11 de setembro de 1978.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, RBA Collectibles,
Série Grand Prix – Mitos da Fórmula 1
Referencia nº 5 preço 1595$00
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base plástica coberta por caixa acrílica transparente
País – Portugal, feito na China
Lotus 11 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1029ª – Lotus 11 Modelos 3J
Um dos muitos Kits ainda por fazer cerca de 220, como podes ver pai ,ainda cá está o Livro das corridas e o Livro da BP, bem guardadinho depois dos trabalhos para ver a minha primeira Corrida de automóveis. Obrigado. Um abraço onde quer que estejas
415ª – Lotus 11 Le Mans Modelos 3J
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/lotus-11-um-olhar-sobre-as-minhas-1344251
429ª – Lotus 11 Modelos 3J
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/lotus-11-em-vila-real-um-olhar-sobre-1351360
e agora o modelo do Lotus de John Campbell-Jones do qual nunca vi uma foto, na prova de Sport no Circuito Internacional de Vila Real em 1958 e que se classificou em
4º - 20 John Campbell-Jones Lotus 11 34 v 1:50:30,65 127,840
Seguido de 40 David Piper Lotus 11 33 v 1:47:30,25 127,540 em 5º lugar, em que o vencedor foi Stirling Moss o vencedor do Grande premio de Portugal no penúltimo fim de semana de Agosto.
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Modelo real
Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de resina de acordo com as originais.
Fabricante Modelos 3J
Série
Referencia nº8 preço
Material – bloco de resina e peças em metal
Apresentado em caixa de cartão.
País – Portugal
Anos de fabrico a
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