Lancia Astura Pininfarina 1934 Carros Clássicos - Um olhar sobre as minhas miniaturas
Lancia Astura Pininfarina 1934
Modelo real
Vincenzo Lancia decidiu, disponibilizar dois carros, um relativamente simples e econômico, o Artena, e o outro, chamado Astura, um sedam potente e luxuoso, mas vendido a um preço muito inferior ao Dilambda, que ainda figurava no catálogo da marca.
A Lancia abandonou o alfabeto grego e adotou nomes de localidades para seus carros, numa abordagem nacionalista. Astura era o nome de um castelo em Nettuno, no sul de Roma, e Artena «o nome de uma cidade a leste da capital italiana. ´
Os modelos Artena e Astura eram semelhantes e compartilhavam a mesma estrutura de chassis, á primeira vista, este último pode parecer menos moderno em design do que seus antecessores.
Estreado em 1931, o Lancia Astura manteve a reputação da marca em inovação, desempenho e qualidade. O modelo apresentava suspensão dianteira independente com colunas deslizantes autolubrificantes e era impulsionado pelo famoso motor V8 de ângulo estreito da Lancia. A terceira série do Astura chegou em 1933 com um motor ampliado, com potência de 82 cavalos, e, pela primeira vez, foi oferecida em duas opções de distância entre eixos: 908 unidades foram construídas como modelos Tipo 233L "Lungo", com distância entre eixos de 131 polegadas, e 328 foram construídas na especificação "Corto", Tipo 233C, com distância entre eixos de 122 polegadas.
Os chassis eram frequentemente revestidos com carrocerias conservadoras. Os que procuravam algo mais exclusivo contratavam os serviços de um carroceiro especializado, e quando se tratava de criar carrocerias requintadas para a avançada plataforma do Astura, ninguém fazia isso melhor do que a Carrozzeria Pinin Farina e o estilista Mario Revelli di Beaumont. O design visto neste chassi, número 33-5301, viria a ser conhecido como "Tipo Bocca", em referência a Vittorio Bocca, um importante concessionário Lancia do norte da Itália na época. Diz-se que ele encomendou vários carros neste estilo: três com chassis de longa distância entre eixos e três com chassis de curta distância entre eixos.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO,
Série Carros Clássicos
Referencia nº 19 preço 9€99
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição
País –China
Lancia Lybra - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1644ª Lancia Lybra – – Carros inesquecíveis Salvat Les Jouets Solido
Lancia Lybra – o italiano mais britânico
Ou seja, o carro da Lena
Modelo real
O final da década de 1990 foi um período sombrio para o grupo italiano Fiat. Os prejuízos aumentavam e a administração do grupo, liderada pelo financista ítalo-americano Sr. Fresco, ex-número dois da General Electric, estava determinada a se desfazer da divisão automotiva.
"Se o seu carro não é Lancia, lance-o fora e compre um Lancia." está na memória de mais de uma geração de portugueses.
Integrada no Grupo Fiat, a Lancia sobreviveu, quando o Grupo Fiat clarificou a sua relação em relação às várias marcas, com relevo para as mais representativas. À Alfa Romeo cabe a representação desportiva, à Fiat a vocação generalista, à Lancia o luxo e a distinção.
A Alfa Romeo também tem modelos de luxo, a Fiat vende automóveis desportivos e a Lancia até comercializa um pequeno utilitário, o Y.
A Lancia, para substituir o Lancia Dedra, lançou o novo Lybra. Baseado na mesma plataforma do Fiat Bravo, Brava e Marea,.
A Lancia quer recuperar a imagem de elegância e distinção que em tempos conquistou junto dos consumidores europeus. O Lybra é o primeiro passo na caminhada da marca italiana para o futuro.
O Lancia Lybra foge à uniformização que ultimamente atingiu modelos de várias marcas, procurando antes destacar-se pela diferença. As linhas são suaves, equilibradas, mas também impressivas, destacando-se no conjunto a grande grelha frontal, os faróis redondos e os piscas pequenos e circulares.
Os técnicos italianos desenvolveram este automóvel a partir da plataforma estreada pelo Alfa 156, utilizaram mecânicas já conhecidas de outros modelos do grupo, basearam-se no "concept" Dialogos, apresentado no Salão do Automóvel de Turim em 1998, realizado pelo chefe de design da Lancia, Michael Robinson, e sua equipe no Centro Stile, incumbidos de resgatar a essência da marca e a impulsionaria para os anos 2000.
As linhas principais do "design", aliam-se ao comportamento dinâmico e até o ambiente a bordo do Lybra, a considerar cada ocupante como o ponto central do automóvel, como seu antecessor, estava disponível como sedan foi comercializada no Outono de 1999. e a carrinha em abril de 2000.
Equipado com motores modernos e econômicos, foi prejudicado pela falta de recursos financeiros da marca para manter sua posição de liderança entre os concorrentes. Ao contrário do Alfa Romeo 156, não recebeu nenhuma reestilização e seus motores sofreram poucas alterações ao longo dos anos.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante Solido Salvat
Série Carros inesquecíveis Salvat - Les Jouets Solido
Referencia nº 79 preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em Blister plástico transparente
País – França
Lancia 037 Evo Safari - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1533ª – Lancia 037 Evo M.Alen-I Kivimaki Rally Safari 1984 Rally Car Collection Altaya
Lancia 037 Rally Evo #17 M. Alen-I. Kivimaki Safari Rally 1984
O Lancia Rally Tipo 151, também conhecido como Lancia Rally 037, Lancia 037 foi o último carro com tração traseira a vencer o WRC.
605ª – Lancia 037 Rally Vitesse
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/lancia-037-rallye-um-olhar-sobre-as-1470102
650ª – Lancia 037 Vitesse
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/lancia-037-panasonic-um-olhar-sobre-1510038
794ª – Lancia 037 Rally Vitesse
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/lancia-037-rally-vila-real-um-olhar-1608602
799ª – Lancia 037 Evo2 Vitesse
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/1611151.html
891ª – Lancia 037 Pioner Vitesse
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/lancia-037-um-olhar-sobre-as-minhas-1680240
1387ª – Lancia 037 Martini Racing 1983 Vencedor do Raly de Monte Carlo - 100 Anos de Desporto Automóvel Planeta De Agostini Altaya
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/1983-lancia-037-rally-group-b-um-2029463
Modelo real
No Rallye Monte Carlo os Lancia foram 5º (Bettega/Perissinot); 6º (Biasion/Siviero); 8º (Alén/Kivimäki); Abandono (Andruet/Cresto, excluído)
No Rali de Portugal – Vinho do Porto , 2º (Alén/Kivimäki); 3º Bettega/Perissinot); 4º (Biasion/Siviero); Abandono (Toivonen/Piironen, acidente); Abandono (Rodrigues/Cotter, voluntário) a Lancia previa que era muito difícil de bater os Audi a mostrarem que o título de 1983, que perderam para o Lancia 037 apenas por dois pontos, foi uma exceção.
No Safari os 529Km do percurso com 105 controlos, é a penalização por atraso nestes controlos que estabelece a classificação porque não existem troços cronometrados como nas provas europeias, foram dominadas por Waldegard,à frente de RaunoAatonen, o último dos finlandeses voadores, no activo que com 46 anos e 21 participações nesta prova, quase alcançava a tão desejada vitoria. Hannu Mikkola no Audi Quatro, foi terceiro a frente de um Allen que esteve quase a assumir a liderança no primeiro dia, mas partiu o cabo do acelerador e teve de aciona-lo com a mão ao longo de 150Km, até que o pode mudar.
A chuva tão decisiva noutras edições, mal se fez sentir e o Safári de 1984 ficou para a história como a edição em que se bateram recordes de velocidade. Waldegard admitiu que numa das zonas rápidas de Mombaça, alcançou 240Km/h.
1.#5Waldegård Björn - Thorszelius HansToyota Celica Twincam Turbo 2:02:00
e em 6º Preston Jr./Lyall
No final da temporada, o título de pilotos coube ao Sueco Stig Blomqvist e com o Quatro, a Audi venceu o título de marcas, a Lancia ficou em segundo no Mundial de Marcas a 12 pontos da Audi.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante
Série Rally CarColection
Referencia nº 35 preço 9€99
Certificado de Edição Limitada AA1971
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de cartão e envolto em blister transparente para exposição
País – China
Lancia Fulvia HF - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1503ª – Lancia Fulvia HF Klallstrom-G Haggben RAC Rally 1969 Collection Altaya
#12 Harry Källström - GunnHäggbom Lancia Fulvia Coupé 1,6 HF Gr. 4
1488ª – Lancia Fulvia 1972 Vencedor do Rally de Monte Carlo 100 Anos de Desporto Automóvel Planeta De Agostini Altaya
Sandro Munari e Mario Mannucci Vencedor do Rally de Monte Carlo Lancia Fulvia 1972
50ª – Lancia Fulvia FM Mercury
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/lancia-fulvia-fm-1-6-um-olhar-sobre-1108816
Agora o terceiro exemplar
Modelo real
O Lancia Fulvia Coupé saiu da mão do designer Piero Castagnero, inspirado nos contornos das lanchas Riva, o então gerente do Centro de Estilo Lancia projetou um elegante coupé desportivo 2+2 com um interior brilhante, janelas amplas e para-brisa e janela traseira muito mais inclinados em comparação com a versão sedam.
A equipe era liderada por Cesare Fiorio, piloto e filho de Sandro, então chefe de relações públicas da marca. O jovem e promissor gerente viria a planejar grandes sucessos para Lancia, Fiat e Abarth em campeonatos de rali e endurance nos anos seguintes, antes de ser nomeado diretor esportivo da equipe Ferrari de Fórmula 1 em 1989.
Desde que se estreou em ralis em 1965 com o Fulvia coupé HF com motor de 1215cc par uma potencia de 88cv recebeu uma carroçaria mais leve, portas e capot de alumínio, vidros de pexiglass e a ausência de para choques. Leo Cella obteve a primeira vitoria em San Remo de 1965.
O auge foi em San Remo em 1969 quando os Fulvia dominaram o pódio, com Harry Kallstrom como vencedor acompanhado por Rauno Aaltonen em segundo e Barbassio em terceiro
O Rali de Inglaterra em 1969, disputou-se com condições meteorológicas extremas. A metereóloga não previu um súbito agravamento do estado do tempo, com tempestades de neve e um frio intenso que marcaram a prova desde o primeoro dia. A neve acabou por se transformar em lama e em quase todo e etapas.
A dureza do clima afectou as equipas e o desenlace da prova. Os pilotos nórdicos, mais habituados as intempéries, controlaram a primeira parte do rali. , com tres suecos a frente da geral. Bjorn Waldegaard e o seu Porsche foi o primeiro líder com a vantagem que chegou a ser de 5 minutos sobre o Fulvia de Kallstrom e o Saab de Tom Trana.
O rali entrou no Pais de Gales com as estradas praticamente impraticáveis, verdadeiros lamaçais que provocaram um aumento dos abandonos. Um deles foi Waldgaarde, assim Ksllstrom passou para a frente da geral. E acabou por vencer a frente de Carl Orrenius em Saab 96 V4 e de Tony Fall, também em Fulvia.. Foi a primeira de uma marca italiana nesta prova., acontecimento que se repetitória no ano seguinte com o próprio Kallstrom a frente dos Opel de Ove Erikson e Lillebror.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante
Série Rally CarColection
Referencia nº 30 preço 9€99
Certificado de Edição Limitada AA2180
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de cartão e envolto em blister transparente para exposição
País – China
Lancia Fulvia 1972 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1488ª – Lancia Fulvia 1972 Vencedor do Rally de Monte Carlo 100 Anos de Desporto Automóvel Planeta De Agostini Altaya
Sandro Munari e Mario Mannucci Vencedor do Rally de Monte Carlo Lancia Fulvia 1972
Lancia Fulvia Coupé 1,6 HF Gr. 4
50ª – Lancia Fulvia FM Mercury
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/lancia-fulvia-fm-1-6-um-olhar-sobre-1108816
E não é que o Lancia Fulvia Mebetoys Nº 9 foi mesmo esquecido
Nos treinos a equipa Miguel Correia /Artur Santos e o Lancia Fulvia H F não se qualificou para o Circuito de Vila Real em 1970
Modelo real
A equipa Lancia inscreveu-se no Rally de Monte Carlo com os Lancia Fulvia Coupé 1.6 HF, na versão "fanalone", e preparando-se para enfrentar rivais mais potentes e avançados.
A 21 de Janeiro, iniciou-se o percurso de concentração que contava com mais de 300 inscritos com partidas de Atenas, Almeria, Varsóvia Frankfurt, Oslo, incluindo também Monte Carlo, encontraram neve e o asfalto húmido com lama.
As condições atmosféricas adversas foram um constante e no ultimo dia, a etapa do Col de Turini, foi realizada em 28 de janeiro, a chuva, o vento e a neve, fustigaram os concorrentes que procuravam vencer a etapa.
Nas curvas fechadas e geladas da estrada de Turini, o "Fulvietta" pilotado por Munari/Mannucci provou ser imbatível graças à sua impressionante relação peso-potência e à maior manobrabilidade garantida pela tração dianteira.
Sandro Munari e o seu copiloto, Mario Mannucci, venceram o Rally de Monte Carlo durante aquela noite no Col de Turini, com o Lancia Fulvia 1.6 Coupé HF com 10m50s de avanço para Gérard Larrousse (Porsche 911 S 2.4) e 14m40s para Rauno Aaltonen (Datsun 240Z)
A equipe da Lancia também teve Lampinen/Andreasson, na quarta posição e entre eles, e em 5.#7 Jean-François Piot - Porter JimFord no Escort RS 1600 MKI enauanto Sergio Barbasio, foi sexto, tendo ao lado o navegador Pierino Sodano.
No final Cesare Fiorio afirmou “Quando ganhámos o Monte Carlo de 72, sabíamos que o tínhamos conseguido porque havia neve. Em condições normais, era difícil andar à frente dos nossos adversários, mas, devido às condições em que a prova se realizou e porque tínhamos bons pilotos e uma boa equipa, conseguimos fazer frente aos Porsche e aos Alpine em todas as classificativas.
Se a 31 de dezembro de 71, a Lancia fecha a linha de produção do Fulvia mandando para parte dos seus operários. Mas, apos vitória a marca retomou a produção do Fulvia chamando de novo os operários que haviam ficado sem emprego, e um mês depois, no Salão do Automóvel de Genebra, revela o novo Fulvia Coupé Monte-Carlo em homenagem HF 1.6 "Fanalone".
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, Planeta de Agostini, Altaya
Série 100 Anos de Desporto Automóvel
Referencia nº 46 preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico preto, sob cartão e envolto em blister transparente para exposição
País – Portugal, feito na China
Lancia Delta S4 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1467ª – Lancia Delta S4 RAC 1985 Toivonen – Wilson Rally Car Collection Altaya
Lancia Delta S4 RAC 1985 Toivonen – Wilson Martini Racing
739ª – Lancia Delta S 4 Trofeu
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/lancia-delta-s-4-um-olhar-sobre-as-1628181
Modelo real
O Lancia Delta S4 foi o substituto do 037 Rally, de tracção traseira após a chegada da tracção integral.
Para homologar o Delta S4 para o Grupo B foram feitos 200 modelos de estrada. entretanto a Lancia teve uma autorização especial para correr com a versão Evoluzione onde não era elegível para pontuar.
O Lancia Delta S4 no Grupo B foi aprovada pela FIA em 1º de novembro, a tempo de seu primeiro evento no Campeonato Mundial de Rali, o Rally RAC de 1985 de 24 a 28 de novembro, a última prova do campeonato.
Dois Deltas foram inscritos, o chassi 202 para Henri Toivonen / Neil Wilson e o chassi 207 para Markku Alen / Ilkka Kivimaki, com 430 cv de potência para terra, como no Rali do Algarve algumas semanas antes.
Os dois Lancia foram os mais rápidos, vencendo seis das sete etapas iniciais, apesar de seus superchargers não oferecerem a potência necessária.
Alen liderava Toivonen por 19 segundos e Timo Salonen, da Peugeot , a 18 segundos atrás, em terceiro.
Os problemas com o supercharger e o sistema elétrico levou Alen para terceiro e Toivonen para quinto.
A Audi e a Peugeot tiveram problemas e os Lancia voltaram à liderança, seguidos pelo MG Metro 6R4 de Tony Pond.
Alen na Floresta de Kielder, continuou a ampliar sua liderança, enquanto Toivonen capotou na etapa de Kilburn, e recolocado imediatamente pelos espectadores para prosseguir.
Alen foi a uma vala e perdeu cinco minutos, caiu para terceiro, atrás de Pond, o que levou Toivonen à liderança.
O Lancia Delta S4, com o número de chassis 202, foi o vencedor do RAC Rally em 1985, conduzido por Henri Toivonen e navegado por Neil Wilson, segurou a vitória por 56 segundos, enquanto seu companheiro de equipe, Alen, recuperou e terminou em segundo, fruto de uma escolha de pneus errados para o Metro de Pond.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante
Série Rally CarColection
Referencia nº 23 preço 9€99
Certificado de Edição Limitada AA1186
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de cartão e envolto em blister transparente para exposição
País – China
Lancia Stratos - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1413ª – Lancia Stratos - Carros inesquecíveis Salvat Les Jouets Solido
Lancia Stratos, um mito em acção
Bernard Darniche, Alain Mahé com o mesmo múmero nas portas nos
Lancia Stratos HF Team Chardonnet vencedor Rallye Monte Carlo 1979
Lancia Stratos HF Equipe Chardonnet - Tour de Corse 1979
Depois dos
282ª – Lancia 1600 HF Stratos Bertone Politoys
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/stratos-hf-zero-um-olhar-sobre-as-1260711
302 Lancia Stratos Norev
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/lancia-stratos-um-olhar-sobre-as-1273525
309ª - Lancia Stratos – Solido
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/lancia-stratos-um-olhar-sobre-as-1277094
612ª – Lancia Stratos Solido transformado
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/lancia-stratos-hf-safari-um-olhar-1474864
564ª – Lancia Stratos Solido
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/lancia-stratos-hf-de-velocidade-um-1443716
622ª – Lancia Stratos Solido Transformado
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/lancia-stratos-prototipo-um-olhar-1494709
889ª – Lancia Stratos Soldo
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/lancia-stratos-um-olhar-sobre-as-1677756
100 Anos do Desporto Automóvel
1277ª – Lancia Stratos 1977 Rally de Monte Carlo Planeta De Agostini Altaya
Carros inesquecíveis
E agora Carros inesquecíveis
Modelo real
A nova era nos ralis iniciou-se com o Lancia Stratos o primeiro carro projectado de propósito para rali. Deixou de ser produzido em 1975, tendo-se fabricado apenas 492 das 500 unidades necessárias para a sua homologação em Grupo 4.
A 18 de Dezembrode 1978, a Fiat anunciou que o Stratos era retirado das corridas para ser substituído pelo Fiat 131 Abarth.
André 'Doudou' Chardonnet, piloto de circuito e piloto de rali, era o importador da Lancia na França e dono de uma equipe privada.
Os dois Fords iam à frente dos Fiat, Darniche bem mais atrás do que seria de se esperar, no Stratos mais lento que ele já havia dirigido. Ele estava inexplicavelmente sem potência e os mecânicos não conseguiram encontrar a causa.
Mikkola assumiu a liderança na primeira etapa e a manteve durante a maior parte da segunda, apesar de ter que trocar duas vezes bombas de água com vazamento, mas a duas etapas do final ele sofreu um furo e seu companheiro de equipe Waldegard avançou.
Na última noite a Ford começou com Waldegard mantendo uma liderança de mais de quatro minutos sobre o Fiat de Alen, e Darniche quase mais dois minutos e meio atrás em sexto lugar.
Os Ford foram mais rápidos nas partes nevadas, mas perderam por terem menos aderência no asfalto seco. Além disso, Darniche finalmente encontrou a potência que lhe escapara até então, presumivelmente por uma substituição completa do conjunto do carburador, e ele fez o melhor tempo em todas as dez etapas naquela noite.
Faltavam duas etapas, a liderança de Waldegard era de um minuto e meio, demais para até mesmo Darniche compensar na distância disponível. Mas um dos grandes mistérios de Monte (e há muitos deles) surgiu novamente. Contornando uma curva para a esquerda no limite de aderência, Waldegard foi confrontado por uma pedra colocada estrategicamente à esquerda do centro da estrada. Ele deu um pequeno puxão extra e conseguiu evitar a obstrução, mas isso o deixou fora da linha e ele foi incapaz de perder uma segunda pedra alguns metros mais adiante, desta vez à direita do centro da estrada. O carro bateu na pedra, subiu nela e parou. Muito espertamente, os dois suecos saltaram e libertaram o carro, mas perderam pelo menos meio minuto no processo e, quando a etapa terminou, Darniche estava apenas 15 segundos atrás deles.
Darniche havia, escolhido pneus levemente cravejados para a última etapa e foi consideravelmente mais lento como resultado. Seu tempo foi apenas 21 segundos a menos que o de Waldegard e ele venceu o rali por apenas seis segundos. Refletindo sobre isso, Waldegard se perguntou se, se tivesse feito tudo, poderia ter melhorado seu tempo em seis segundos ou até mais. Mas ele nunca saberá a resposta para isso, e o Monte de 1979
O francês Bernard Darniche venceu o Tour de Corse em 1979 e 1981 ao volante de um Lancia Stratos da Team Chardonnet, famoso pela sua pintura "bleu de France"
No Rali de Portugal Darniche Bernard - Mahé Alain Lancia Stratos HF abandonou na pec PEC8 e o n #2






Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante Solido Salvat
Série Carros inesquecíveis Salvat - Les Jouets Solido
Referencia nº 41 preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em Blister plástico transparente
País – França
Lancia Stratos San Remo 1978 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1398ª – Lancia Stratos M. Alen I. Kivimaki Rally de San Remo 1978 WRC Rally Car Collection Altaya
Lancia Stratos M. Alen I. Kivimaki Rally de San Remo 1978
Depois dos
282ª – Lancia 1600 HF Stratos Bertone Politoys
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/stratos-hf-zero-um-olhar-sobre-as-1260711
302 Lancia Stratos Norev
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/lancia-stratos-um-olhar-sobre-as-1273525
309ª - Lancia Stratos – Solido
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/lancia-stratos-um-olhar-sobre-as-1277094
612ª – Lancia Stratos Solido transformado
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/lancia-stratos-hf-safari-um-olhar-1474864
564ª – Lancia Stratos Solido
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/lancia-stratos-hf-de-velocidade-um-1443716
622ª – Lancia Stratos Solido Transformado
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/lancia-stratos-prototipo-um-olhar-1494709
889ª – Lancia Stratos Soldo
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/lancia-stratos-um-olhar-sobre-as-1677756
agora o dos 100 Anos do Desporto Automóvel
1277ª – Lancia Stratos 1977 Rally de Monte Carlo Planeta De Agostini Altaya
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/lancia-stratos-1977-rally-de-monte-1958765
Agora o da RallyCar Colection
Modelo real
O primeiro carro projectado de propósito para este tipo da competição, o Lancia Stratos, ganhou os campeonatos mundiais de 1974, 1975 e 1976 com o piloto Sandro Munari, com o grupo Fiat de privilegiar o Fiat 131 Abarth no Campeonato Mundial de Rally. O Stratos ganhou o Rali de Monte Carlo em 1979 com a equipe privada Chardonnet. Sem o apoio da Fiat, e apesar dos novos regulamentos que restringiam a potência do motor, o carro permaneceu um concorrente sério e capaz de vencer viaturas de fábrica quando conduzido por um piloto experiente. O ponto final da carreira do Lancia Stratos ao nível internacional ocorreu apenas em 1981, no Ralli da Córsega, com uma vitória de Bernard Darniche.
Apos um fraco início de temporada, os Fiat começaram a controlar o campeonato a sério a partir da vitoria de Markku Alen no Rali de Portugal
Markko Alen trocou um Fiat 131 por este Stratos mo Rali de San Remo e obteve novo triunfo.
No rali de San Remo a Fiat e a Lancia partiram como grandes favoritos devido a ausência dos Ford de Waldegaard e Nicolas por problemas técnicos. A verdade é que só tiveram hipótese de vencer os três Fiat 131 Abarth de Munari, Rorhl e Adriartico Vudafieri, o campeão italiano desse ano. Com um Lancia e cuja participação no San Remo foi um premio pelo seu trabalho.
O primeiro líder foi Sandro Munari, a frente do colega de equipa Walter Rohrl. Os dois no primeiro dia terminaram com Verini e Alen a mais de um minuto. A chuva torrencial dificultou ainda mais a prova e Munari despistou-se na ultima especial da segunda etapa de 64 Km , onde houve vários abandonos . O novo líder, Rohrl, estava numa posição comoda, afastado de Vudafieri que realizara uma boa recuperação e de Verini que começou a ceder. Alen mantinha-se no quarto lugar até que Rorhl sofreu uma saída e não pode continuar em prova.. Vudafieri assumiu a liderança, com Alen no segundo lugar a mais de quatro minutos. Porem, o italiano teve a mesma sorte dos seus antecessores e foi um Markku Alen muito cauteloso, para garantir um lugar no pódio e poder ganhar a taça FIA, acabou por conquistar a vitoria, Verini, o segundo, obteve os pontos necessários para a Fiat vencer o seu segundo título de marca.
1.#4Alén Markku - Kivimäki Ilkka Lancia Stratos HF
2.#1Verini Maurizio - Bernacchini Arnaldo Fiat 131 Abarth
3.#10 Vincent Francis - Lux Willy Porsche 911 Carrera RS 3.0
4.#24"Bip-Bip" - Perissutti Mirko Porsche 911 Carrera
5.#9 Pregliasco Mauro - Reisoli VittorioAlfa Romeo Alfetta GT




Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante
Série Rally CarColection
Referencia nº 11 preço 9€99
Certificado de Edição Limitada AA1288
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de cartão e envolto em blister transparente para exposição
País – China
1983 Lancia 037 Rally Group B - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1387ª – Lancia 037 Martini Racing 1983 Vencedor do Raly de Monte Carlo - 100 Anos de Desporto Automóvel Planeta De Agostini Altaya
Walter Röhrl - Christian Geistdörfer Lancia Rally 037 Martini Racing, vencedor do Rally Monte Carlo 1983
A loucura dos anos 80, os carros do Grupo B.
605ª – Lancia 037 Rally Vitesse
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/lancia-037-rallye-um-olhar-sobre-as-1470102
650ª – Lancia 037 Vitesse
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/lancia-037-panasonic-um-olhar-sobre-1510038
794ª – Lancia 037 Rally Vitesse
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/lancia-037-rally-vila-real-um-olhar-1608602
799ª – Lancia 037 Evo2 Vitesse
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/1611151.html
891ª – Lancia 037 Pioner Vitesse
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/lancia-037-um-olhar-sobre-as-minhas-1680240
Modelo real
Em 1983, os carros de competição foram divididos em dois grupos, o A e o B.
O Audi Quattro e o Lancia 037 Rally no Mundial de Ralis, são os protagonistas, com a luta a começar no Rali de Monte Carlo 1983, a primeira prova de da época, como é tradição.
A Lancia inscreve 3 equipes oficiais do Martini Racing Team para Alen-Kivimaki nº4, Rohrl-Geistdorfer nº 1, saído da OPEL, e Andruet-Biche nº7. Um quarto "037" para Serpaggi-Neri nº 33, todos ao volante de Lancia Rally 037.
Os Audi Quatro A1 oficiais foram para Stig Blomqvist - Björn Cederberg e Hannu Mikkola - Arne Hertz. Michèle Mouton - Fabrizia Pons.
Durante a prova, Cesare Fiorio, e os batedores, sinalizaram os perigos, para diminuir a desvantagem para os Audi Quattro de tração total de Stig Blomqvist e o Hannu Mikkola.
A prova típica de inverno, foi este ano, realizada em estradas totalmente sem neve, algo que não acontece com frequência em Monte Carlo o que levou os Audi Quatro a perder a vantagem da tração total, em estradas em que ela não era assim tão evidente.
O Audi Quattro com tração nas quatro rodas enquanto o Lancia 037, ainda tem a tração anterior e agora é enormemente vantajoso.
Andruet - Biche foram a surpresa, apesar de atrasado por uma falha no compressor
Os mecânicos da Lancia acompanharam sempre o desgaste dos pneus traseiros dos Rally 037, substituindo-os mal começavam a dar sinais de fraqueza, aplicando os conhecimentos adquiridos na F1.
O uso de pneus cravejados apenas nas rodas traseiras com os mecânicos da equipe Lancia a rapidamente fazerem as trocas de pneus. Para evitar as oscilações durante as transferências de massas, curva e contracurva, foram usadas com sucesso: a Y14, particularmente boa para uso durante o frio intenso da noite e a PA86, mais dura que a anterior e boa para as especiais diurnas.
O Lancia 037 venceu o Rali de Monte Carlo, numa dobradinha da Lancia, com Röhrl na frente de Alen seguidos dos Audi Quatro de Blomqvist e em quarto Mikkola. Andruet foi 8º.






Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, Planeta de Agostini, Altaya
Série 100 Anos de Desporto Automóvel
Referencia nº 28 preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico preto, sob cartão e envolto em blister transparente para exposição
País – Portugal, feito na China
Lancia Super Delta HF Integrale - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1356ª – Lancia Super Delta HF Integrale J. Kankkunen- J. Piironen Rally de Portugal 1992 WRC Rally Car Collection Altaya
Lancia Super Delta HF Integrale J. Kankkunen- J. Piironen Rally de Portugal 1992
Modelo real
O Lancia Delta desenhado por Guigaro, em 1979, quando utilizaram uma evolução do Fiat Ritmo sobre o qual foi montaram um motor Turbo de transmissão integral proporcionou a Kankkunen ser o piloto mais galardoado com três títulos no Mundial.
Em 1991, a Lancia revalidou os títulos de Pilotos e de Construtores criar a última evolução do Lancia Delta Integrale, conhecida como ‘Superdelta’, ou ‘Deltona’, quando alargou os eixos dianteiro e traseiro e melhorou a suspensão, tornando o carro mais estável. Na carroçaria, um ‘spoiler’ ajustável no tejadilho, novas entradas de ar na frente e as cavas das rodas eram mais proeminentes, tornando o carro mais musculado e visualmente impressionante. As jantes tinham medidas definidas pelas regras da FIA, mas cresceram das 16 para as 17”. O motor era o mesmo, mas com maior potência. O objetivo era simples e único: voltar a vencer, quer nos Pilotos, que entre os Construtores,
Apresentado no Rali de Monte Carlo de 1992 para o vencer, por intermedio de Didier Auriol,
Na terceira prova do Mundial, a 26ª edição do Rallye de Portugal – Vinho do Porto realizada de 3 a 7 de março. a Lância Martini Racing inscreveu Juha Kankkunen/Juha Piironen ,Didier Auriol/Bernard Occelli e Andrea Aghini/Sauro Farnocchia
As cinco marcas presentes iniciaram o rali, com a abertura da prova na terça feira de Carnaval
Didier Auriol liderou até abandonar muito cedo, passando Kankkunen para a frente e ser atacado por Carlos Sainz. Só que este teve problemas com o turbo do Toyota Celica4WD na Pampilhosa e atrasou-se, acabando mesmo por ser passado, na luta pelo último lugar do pódio, por Miki Biasion, num Ford Sierra Cosworth 4×4.
No final os pilotos da marca com mais vitorias em Portugal foi a seguinte
1º Juha Kankkunen/Juha Piironen e os abandonos com problema no motor de Didier Auriol/Bernard Occelli e por acidente, Andrea Aghini/Sauro Farnocchia
No final da temporada somente o título de Construtores foi renovado, com Didier Auriol sem perceber como é que apos ter vencido seis provas do Mundial, o terminou em terceiro atrás do Campeão Carlos Sainz e do seu colega de equipa Juha Kankkunen.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, Altaya
Série Rally CarColection
Certificado de Edição Limitada
Referencia nº 4 preço 9€99
Certificado de Edição Limitada AA3301
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de cartão e envolto em blister transparente para exposição
País – China
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