Quarta-feira, 18 de Maio de 2022

Ferrari 275P Le Mans  #20 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Ferrari 275P Le Mans  #20 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

573ª – Ferrari 250/ 275 P Modelos 3J

24 Heures du Mans 1964 - Ferrari 275P #20 - Pilotes : Jean Guichet / Nino Vaccarella 1º

O 250P foi fabricado em 1963 e o desenvolvimento começou na segunda metade do ano de 1962 dos quais foram produzidos 4 (Chassis nº, 0810, 0812, 0814, 0816), e foi Campeão dos Construtores de 1963 e venceu obteve a 7ª e 8ª vitória da Ferrari na prova Francesa  

Ferrari 250P #21 Vencedor Le Mans 1963- Ludovico Scarfiotti /Lorenzo Bandini

Ferrari 275P Le Mans 1964 #20 Nino Vaccaeella Jean Ghichet

 Modelo real

O Ferrari 275 P #0816 venceu as 24 Horas de Le Mans em 1964, também foi o vencedor da prova em 1963… algo que se descobriu só agora apos numa venda privada depois de 48 anos na coleção do francês Pierre Bardinon, que nunca se quis desfazer do carro.

Na semana do Automóvel de Monterey, nos EUA, soube-se este Ferrari 275 P, terá sido o único carro com o emblema Cavallino Rampante no capot, a vencer, não uma, mas duas vezes as 24 Horas de Le Mans.

Sabia-se que o Ferrari 275 P, chassis n.º 0816, foi o vencedor das 24 Horas de Le Mans de 1964, mas agora ficamos a saber que este mesmo chassi, venceu, afinal, também no ano anterior.

A Ferrari terá inscrito em 1963, apenas um carro, com o chassi n.º 0814, mas que um despiste, em Nürburgring, impossibilitou a sua recuperação a tempo da corrida francesa.

Apresentaram-se à partida com outro 275 P, chassi n.º 0816 e que obteve a sua primeira vitória em Le Mans Ludovico Scarfiotti /Lorenzo Bandini.

No ano seguinte, 1964, o Ferrari 275P volta a Le Mans e com o #23 Nino Vaccaeella e Jean Ghichet obtiveram a vitória com o mesmo carro do ano passado, foi a última vitória de Maranello, na corrida francesa, como construtor oficial, em 1965, a vitória foi para um Ferrari 250 LM, privado einscrito pela equipa NART, o Ferrari 275 P n.º 0816 venceu ainda, em 1964, as 12 Horas de Sebring.

Modificação na miniatura

A miniatura é a mesma e não segui as instruções do folheto em cortar o modelo na capot, por cima das rodas traseiras e aumentar 3mm. Somente foi alterado o 0 do 20 para 1 e já está 21 o que não deixa de ser engraçado depois da historia agora conhecida.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de resina de acordo com as originais.

Fabricante  modelos 3J

Série

Referencia nº 11130H0 a preço antigo

Material – bloco único de resina com elementos emmetal

Apresentado em caixa de cartão.

País - França

Anos de fabrico  a


publicado por dinis às 21:21
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Domingo, 10 de Abril de 2022

Ferrari 312 T2 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Ferrari 312 T2 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

535ª – Ferrari 312 T2 Yaxon

Ferrari 312 T12 Niki Lauda 1976

 Modelo real

O primeiro carro da Ferrari a usar o Nº 1 foi o Ferrari 312T2 foi apresentado na pista privada de Fiorano depois de Niki Lauda ter ganho o Campeonato Mundial da Fórmula 1 e o Título de Construtores no ano anterior e Clay Regazzoni ter ficado em 5º e agora tem o nº2.

Um updated do 312T e uma aerodinâmica revista com várias modificações, o na nova carenagem o 312T trocava a caixa-de-ar atrás do cockpit pelas entradas de ar dinâmicas em forma de NACA agora incorporadas nos painéis laterais do cockpit, alimentando o ar em cada banco de cilindros do motor V12, com 2.560 mm, a distância entre eixos era 42 mm maior que a do 312T.

A estreia foi na Corrida dos Campeões em Brands Hatch em Março de 1976 e no Campeonato Mundial a 2 de Maio no Grande Prêmio da Espanha, onde Lauda foi o mais rápido e na corrida foi 2º e Regazzoni o 11º.

O 312T2 continuava a senda do que o 312T. Lauda liderava confortavelmente o campeonato mundial depois de mais 3 vitórias, Bélgica, Mónaco e Inglaterra, depois da desclassificação de James Hunt por uma irregularidade.

No Grande Prêmio da Alemanha a 1 de Agosto, em Nürburgring os carros já estavam alinhados para a partida e os directores desportivos interrogavam-se sobre a decisão a tomar.

A chuva não parava e todos optaram por substitui-los por pneus de chuva.excepto Jochen Mass manteve os pneus no Mc Laren, e adivinhou.

Apos a partida Niky Lauda sofre um grande acidente causado por uma suspeita de falha na suspensão traseira. Quase morreu queimado, mas milagrosamente voltou a correr apenas 6 semanas depois. Lauda perdeu o título por apenas um ponto para James Hunt, mas a superioridade do 312T2 ajudou a Ferrari a conquistar seu segundo título consecutivo de construtores.

Modificação na miniatura

Kit em metal muito duro.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas têm pneus de borracha de acordo com as originais.

Fabricante Yaxon

Série

Referencia nº

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado também em caixa de cartão com janela de visualização.

País – Itália

Anos de fabrico  a

 


publicado por dinis às 19:58
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Sexta-feira, 28 de Janeiro de 2022

Ferrari 250 P 1963 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Ferrari 250 P 1963 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

466ª – Ferrari 250 P 1963 Modelos 3J

Em 1963, Lorenzo Bandini e Ludovico Scarfiotti a única equipe 100% italiana a vencer as 24 Horas de Le Mans ao volante de uma Ferrari.

O 250P foi fabricado em 1963, o desenvolvimento começou na segunda metade do ano 62, e produzido no total 4 (Chassis nº, 0810, 0812, 0814, 0816), venceu as 12 horas de Sebring, Le Mans 24 horas (0814), tornou-se Campeão dos Construtores de 1963.

Ferrari 250P #21 Vencedor Le Mans 1963-Scarfiotti/Bandini

Ferrari 250P Le Mans 1963 #23 Surtees/Mairesse

 Modelo real

Aparecido em 1953, o Ferrari 250P veio confirmar-se como um carro ganhador dentro da linha das grandes tradições da fabrica de Maranelo..

Era então a época aurea do cavalinho rompante (inclusive) que ganhavam consecutivamente o Campeonato Mundial de Marcas. E as tradicionas 24 horas de Le Mans.

O domínio da Ferrari era total

O 250 P era equipado com um motor V12 de 3 litros e a sua estreia efectuou-se em sebring, em março de 1963 e com pleno êxito.

Em Le Mans foram inscritos três 250P para Scarfiotti/Bandini nº21, Parkes/Magliori n22 e Surtes/Mairesse. O domínio foi total, Scarfiotti obtém o primeiro lugar Parkes e Maglioli o terceiro e um GTO classifica-se em2º ganhando a classe de Gt. Nos lugares seguintes classificam-se mais dois carros e a Ferrari conquista os cinco primeiros lugares na geral.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de resina de acordo com as originais.

Modelos 3J

Série

Referencia nº

Material – resina

Apresentado em caixa de cartão.

País - Portugal

Anos de fabrico  a

 

 

 

 


publicado por dinis às 19:34
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Terça-feira, 25 de Janeiro de 2022

Ferrari 712 Can Am - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Ferrari 712 Can Am - Um olhar sobre as minhas miniaturas

463ª – Ferrari 712 Can Am Modelos 3J

Ferrari 712 Can Am Watkins Glen 1971

Modelo real

O Ferrari 712 representa a quarta tentativa da Ferrari nas provas da Can Am, procurando bater-se de igual para igual com os então quase invencíveis Mc Laren, os quais dominavam esta prova desde 1967.

O 712 surge na Can-Am de 1971 e disputa apenas uma prova, a de Watkins Glenn, onde obteve o 4º lugar., logo atras dos dois Mc Laren e do Porsche do malogrado Jo Sifert.

Tratava-se dum modelo concebido a partir de um chassis dum 512S (#10910), mantendo as suspensões originais.  A carroçaria é nova e o motor que o equipa era o mais potente jamais feito pela Ferrari.

No final da época o carro foi vendido a NART, o importador Ferrari na América.

Poucas modificações apresenta para a primeira prova mas, na segunda aparição em Riverside as alterações introduzidas são profundas as principais inovações são as derivas verticais ao longo de toda a carroçaria, bem ao estilo Mc Laren . Embora em Riverside esta nova versão tenha obtido um lugar honroso, o 4º lugar da geral, com Jean Pierre Jarrier  mas nunca mais voltou a correr.     

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de resina de acordo com as originais.

Fabricante Modelos 3J

Série

Referencia nº 8

Material – resina

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.

País - Portugal

Anos de fabrico  a

 


publicado por dinis às 19:10
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Segunda-feira, 13 de Dezembro de 2021

Ferrari BB - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Ferrari BB - Um olhar sobre as minhas miniaturas

 Um Ferrari de Grande Turismo com motor central, em homenagem à Brigitte Bardot.

420ª – Ferrari BB Solido  

Modelo real

Para substituir o 365 GTB / 4, mais conhecido por conhecido Daytona, foi presentado no Salão de Turin em 1971, a Berlinetta Boxer mas que somente entrou em produção em 1973.

Desenhado por Pininfarina foi a primeira vez que a Ferrari comercializou uma viatura com motor central em seu nome.

O motor é um 12 cilindros mas sim um V12 a 180º de 4390c.c. duas árvores de cames á cabeça, quatro carburadores triplos e caixa de cinco velocidades central isso marcou uma grande mudança para a Ferrari porque a empresa mudou um layout de motor horizontalmente oposto para seu novo carro principal, daí o nome Berlinetta Boxer

A mudança para um 12-flat foi para alinhar os carros de produção com o que a equipe de Fórmula 1 da Scuderia estava fazendo (eles tinham 12s-flat desde 1970). Em termos práticos, os motores dos carros de corrida e de estrada eram de designs totalmente diferentes, mas a empresa poderia dizer que ambos eram de 12 cilindros.

Mais tarde Leonardo Fioravanti, designer da Pininfarina, em declarações à revista inglesa The Road Rat, contou como o BB acabou por conter uma discreta homenagem à icónica atriz francesa Brigitte Bardot.

O 365 GT4 BB foi atualizado como 512 BB em 1976, a lembrar o Ferrari 512. O nome 512 referia-se ao motor de 5 litros e 12 cilindros do carro; um desvio da prática estabelecida da Ferrari de nomear carros de estrada de 12 cilindros (como 365 BB) o motor foi ampliado para 4943 cc, com uma taxa de compressão aumentada de 9,2: 1. A potência caiu ligeiramente para 360 PS (265 kW; 355 HP), enquanto uma embreagem de placa dupla controlou o torque adicionado e facilitou o esforço do pedal. A lubrificação por cárter seco evitou a falta de óleo em curvas fechadas. O chassis permaneceu inalterado, mas os pneus traseiros mais largos (no lugar do 365 do mesmo tamanho nas quatro curvas) significaram que a pista traseira cresceu 63 mm.

Externamente era visível um novo spoiler frontal, incorporado no para-choque. Um duto NACA na lateral fornecia refrigeração para o sistema de exaustão. Na parte traseira havia agora luzes traseiras duplas e tubos de escape de cada lado, em vez de unidades triplas como no 365 GT4 BB.

Foram produzidos 929 modelos de 512 BB.

O K-Jetronic CIS da Bosch com injeção de combustível introduzido em 1981 foi o último da série. O motor com injeção de combustível produziu emissões mais limpas e ofereceu um melhor equilíbrio entre desempenho e dirigibilidade.

O Ferrari BB não se enquadrava nos regulamentos de segurança e emissões dos Estados Unidos ou Canadá. Enzo Ferrari acreditava que as regulamentações ambientais e de segurança emergentes e o limite de velocidade nacional de 55 MPH sugeriam que os carros de oito cilindros da empresa seriam suficientes no mercado americano.

Foram produzidos 1007 Ferrari 512 BBi produzidos.

No total foram feitos 2.323 exemplares entre 1973 e 1983

Modificação na miniatura

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Miniatura

 Levanta a mala e o capô para ver o motor.

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Solido

Série Gam 1

Referencia nº 44 - 10/76

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.

País - França

Anos de fabrico  a

 


publicado por dinis às 19:51
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Quinta-feira, 21 de Outubro de 2021

Ferrari 312 PB - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Ferrari 312 PB - Um olhar sobre as minhas miniaturas

366ª – Ferrari 008 Norev  

Um ferrari Campeão do mundo, vencedor de Le Mans 1973, mas, com o Nº3 e lista amarela não encontrei qualquer referência…

Modelo real

O Ferrari 312 P foi um protótipo lançado em 1971 pela Ferrari para o Grupo 6,

Os Protótipos de Grupo 6 passaram a serem designados por Sports Cars de Grupo 5 com limitação a três litros, para os concorrentes nos eventos do Campeonato Mundial de Marcas entre 1972 e 1975.

Assim, os Sports Cars de Grupo 5 competiriam no Campeonato do Mundo de Marcas em 1970 e 1971, ao lado dos protótipos de Grupo 6 de três litros, a partir deste ano apenas dois após a implementação das novas regras, a FIA e o consequente afastamento os Porsche 917 e Ferrari 512 que já eram privados.

Para 1972 o Ferrari 312 P foi redesenhado por Mauro Forghieri como um carro do Grupo 5 ficou conhecido como PB ara se distinguir do modelo anterior.

O sucesso foi imediato ao venceu todas as corridas do Campeonato Mundial para Construtores em que participou.

Os testes para as 24 Horas de Le Mans demostram à  Ferrari que o motor baseado no seu F1 não vai durar as 24 horas.

Em 73 voltou a Le Mans onde a equipa Arturo Merzario e Carlos Pace alcançaram o 2º lugar, enquanto a equipa Jack Icky / Brian Redman e Carlos Reutmann/Tim Scenkem abandonam.

No final da temporada de 1973, a Ferrari abandonou para se concentrar novamente na F1

Modificação na miniatura

As rodas são do Ferrari da Solido

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Miniatura

Abre as portas.

Interior detalhado

Sem suspensão.

Fabricante Norev

Série Luxe Metal 

Referencia nº 192 835

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está cravada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.

País - França

Anos de fabrico 1973 a


publicado por dinis às 23:30
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Quarta-feira, 15 de Setembro de 2021

Ferrari 512 S Spyder 1970 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Ferrari 512 S Spyder 1970 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

331ª – Ferrari 512S Spyder Solido Transformado

Em dia de chuva num carro aberto

Modelo real

Ferrari 512 S Spyder chassis 1012

A Ferrari construir 25 exemplares de seus novos 512 S para Grupo 5 em 1970, para participar no Campeonato Internacional de Marcas, equipados com motores de cinco litros de 12 cilindros ("512") com quatro válvulas por cilindro.

Montado em apenas três meses pela equipe chefiada por Mauro Forghieri, o 512 S m spaceframe tubular foi desenvolvido a partir do P4 e do 612, enquanto a carroceria foi projetada por Giacomo Caliri e feita de policarbonato.

Nas 24 Horas Daytona 1970, foi a estreia do modelo Ferrari 512 S. a 1 /02/1970

1004 Jacky Ickx (B)/Peter Schetty (CH) Ferrari s.p.a. (I)

1014 Dan Gurney (USA)/Chuck Parsons (USA) North American Racing Team (USA)

1028 Nino Vaccarella (I)/Ignazio Giunti (I) Ferrari s.p.a. (I)

1032 Corrado Manfredini (I)/Gianpiero Moretti (I) Squadra Picchio-Rosso (I)

A estreia foi nas 12 Horas de Sebring, onde a Ferrari apresentou a variante mais leve do Spyder. 35kg a menos do que os derivados Berlinetta vistos em Daytona, as máquinas recém-atualizadas chegaram com aerodinâmica aprimorada, chassi reforçado e um sistema de injeção de combustível revisado que rendeu 40bhp extras.

A equipa da Scuderia Ferrari era também composta quatro carros em Sebring. 1012 foi atribuído a Jacky Ickx e Peter Schetty, que se qualificou em quarto lugar. O 1028 Nino Vaccarella (I)/Ignazio Giunti (I)

O chassis 1012 em Brands Hatch 1000km foi para Chris Amon e Arturo Merzario onde Amon obteve a pole position. O dia da corrida amanheceu cinzento e húmido, a corrida começou em condições de muita chuva e na volta inicial Amon perdeu o primário lugar e oscilou a terceira e a sexta posições.

Parou de chover e a pista a secar já nos momentos finais e quando Amon / Merzario preparavam-se para terminar em terceiro. Amon foi forçado a abastecer, e consequentemente cair para a quinta posição no final

21/03/1970 WSC Sebring 12 horas (J. Ickx / P. Schetty) DNF (# 20)

12/04/1970 WSC Brands Hatch 1000km (C. Amon / A. Merzario) 5ª, 4ª classe S5.0 (# 2)

31/05/1970 WSC Nurburgring 1000 km (J. Surtees / P. Schetty / J. Ickx) DNS (# 56)

Modificação na miniatura

Cortada a parte traseira e o tejadilho da miniatura, retiradas as entradas de ar e as precianas que cobriam o motor e feita uma nova entrada de ar.  

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Miniatura

Abre as portas,

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas têm pneus de borracha de acordo com as originais.

Fabricante Solido

Série 100

Referencia nº182

Material – zamac

Material da placa de base – metal

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.

País - França

 

 


publicado por dinis às 23:28
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Quinta-feira, 2 de Setembro de 2021

Ferrari Dino Berlinetta Speciale. - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Ferrari Dino Berlinetta Speciale. - Um olhar sobre as minhas miniaturas

317ª – Ferrari Dino Berlinetta Politoys

O percursor do Dino de estrada.

 Modelo real

Dino Berlinetta Speciale

Os desenhos de Aldo Brovarone originaram o Dino Berlinetta Speciale construído sobre um Dino 206S de competição #0840, em menos de seis meses e o último Ferrari a receber a contribuição do fundador da casa de design, Battista Pinin Farina, antes da sua morte em 1966 e um dos primeiros a ser supervisionado pelo seu filho Sergio, o seu sucessor na empresa.

Apresentado no Salão Automóvel de Paris, em Outubro de 1965, o protótipo do motor central surpreendeu e convenceu Enzo Ferrari no modelo para homenagear o seu filho Alfredino 'Dino' .

“O carro foi pintado no tradicional vermelho Ferrari, cor que também apareceu na cabine. O painel era preto e os bancos creme não eram ajustáveis, ao contrário dos pedais. As janelas laterais eram operadas manualmente com maçanetas. O portão de câmbio era típico da Ferrari com uma alavanca curta encimada por uma maçaneta redonda de alumínio polido. A caixa de fusíveis foi posicionada sob o painel do lado do passageiro. Havia uma roda de três raios com aro de couro e outra instrumentação esparsa, com apenas os mostradores necessários. Um grande conta-rotações centralmente posicionado era flanqueado por um medidor de pressão de óleo e um respiradouro, e havia um medidor de temperatura da água inserido à direita. Não havia aquecimento ou sistema de degelo no carro. O único limpador de pára-brisa curto não era extremamente prático.”

A Pininfarina berlinetta, com motor V6 traseiro, foi a precursor do que viria a ser os Ferrari Dino 206 e 246 GT, e esse protótipo já apresenta várias características que o modelo de produção teria, as linhas da carroçaria como as entradas de ar laterais côncavas.

Sergio Pininfarina doou o protótipo ao museu de La Sarthe com a promessa de nunca vender o carro, mas não aconteceu e o ACO baseado em que o carro não tem relação comas 24 Horas de Le Mans, colocou-o a venda.

Modificação na miniatura

Estive à espera de um modelo em Vermelho mas nunca o encontrei.

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Miniatura

Abrindo as portas e o capô. Volante e alavanca das mudanças cromados.

Roda sobressalente dentro do capô.

Reprodução do motor

Duas ponteiras de escape cromadas.

Volante e rodas dianteiras moveis e posteriormente já eram fixas.

Quatro faróis dianteiros de strass cobertos por uma faixa de plástico transparente. Luzes traseiras de plástico.

Placa preta MI-A72.

Cores vermelho pastel brilhante com interior preto, vermelho escuro metálico com interior preto, azul metálico com interior marrom e azul francês com interior marrom. As primeiras saídas (com caixa preta do primeiro ou segundo tipo) as rodas viram. As últimas séries , caixa amarela e preta ou caixa de plástico possuem rodas fixas.  A primeira série, as rodas viram, e a segunda série, não. A diferença é na base e apenas na frente, com e o parafuso deslocado para um pouco par a frente.

As últimas séries, com caixa de plástico transparente, são menos refinadas.

Abre as portas e levanta o capô para ver o motor.

Motor e interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de metal de acordo com as originais.

Fabricante Politoys

Série

Referencia nº 536

Material – zamac

Material da placa de base – metal

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e posteriormente com vitrine plástica.

País – Itália

Anos de fabrico 1967 a

 

 


publicado por dinis às 22:57
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Sábado, 28 de Agosto de 2021

Dino - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Dino - Um olhar sobre as minhas miniaturas

312ª – Ferrari 246 GTS Norev

Dino a homenagem de Enzo Ferrari para com o seu filho.

O motor V6 Dino foi usado no Dino Ferrari, Fiat Dino e Lancia Stratos.

Também pode ver em

144ª – Dino 206 Sport Corgi Toys

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/tag/miniatura+0144+dino+206+sport+corgi+toys

109ª – Dino Ferrari Berlinetta Pininfarina Politoys

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/dino-ferrari-berlinetta-pininfarina-1172780

Modelo real

Em 1965, Enzo Ferrari cria a marca Dino para construir uma barquete para o campeonato de montanha, para homenagear o trabalho desenvolvido pelo seu filho, conhecido por Alfredino.

Os Dino foram produzidos pela Fiat com motor á frente e transmissão clássica, e pela Ferrari em coupé com o motor atrás e transversal.

A barqueta Dino de competição apareceu em Janeiro de 1965 com um motor de 1600 cm3 e posteriormente com um motor de 2000cc

No Salão de Paris de 1965, Pininfarina apresenta o Dino berlinetta equipada da mecânica do Dino 206S a prefigurar o modelo de dois lugares.

O Dino 206 GT foi projetado por Aldo Brovarone e Leonardo Fioravanti na Pininfarina e construído por Scaglietti.

A carroceria é em alumínio leve, suspensão totalmente independente e travões a disco o Dino 206 GT produzido entre 1967 e 1969, com um motor V6 de 2.0 litros com 180 CV de potência

O 206 GT foi o primeiro carro vendido pela Ferrari a usar uma ignição eletrônica, Dinoplex C desenvolvido pela Magneti Marelli para o motor Dino V6.

Entretanto a Ferrari foi adquirida pela Fiat e o motor Dino do 206 GT foi montado no carro com o mesmo nome fabricado pela Fiat.

Entre 1967-1969, foram construídos e apenas com volante à esquerda. 152 exemplares, O Dino tem um logótipo próprio e os clientes da Ferrari não entenderam a ausência do logotipo da Ferrari, na carroceria

Em 1969 o novo Ferrari 246 GT foi apresentado no Salão do Automóvel de Turim era era agora feito de aço para economizar custos e com uma maior distância entre eixos 53 mm do que o 206, 2.340 mm. A altura do 246 era a mesma do 206 1.120 mm.

O motor Dino V6 foi aumentado para 2.418 cc, DOHC, 2 válvulas por cilindro, taxa de compressão de 9,0: 1, bloco de ferro com cabeçotes de liga e estava disponível em coupé GT e uma versão americana.

No Salão de Geneve de 1972 é apresentado o Spyder GTS aberto, um modelo Targa com uma capota removível semelhante ao Porsche

A produção do Dino 246 foi no total de 2.295 coupés GT e 1.274 GTS, construído após a revisão da Série III de 1972 a 1974, para uma produção total de 3.569 carros.

Modificação na miniatura

As rodas são da Mebetoys

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Miniatura

Abre as portas.

Interior detalhado

Sem suspensão.

Fabricante Norev

Série Jet car metal

Referencia nº 824

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está carvada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.

País - França

Anos de fabrico 1972 a


publicado por dinis às 23:25
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Quinta-feira, 26 de Agosto de 2021

Ferrari 365 GTB4 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Ferrari 365 GTB4 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

310ª – Ferrari 365 GTB/4 Solido

A prenda de Natal do meu Pai

O já raríssimo Ferrari 365 GTB4/ Daytona do vencedor do Tour de France em 1972 da Solido

As portas nunca foram abertas para não estragar os decalques.

 Modelo real

 O Ferrari Daytona foi apresentado no Salão de Paris em 1968 para substituir o 275 GTB/4

A primeira versão de corrida do 365GTB / 4 foi preparada em 1969 com carroceria de alumínio para o N.A.R.T.

Nas 24 horas de Le Mans                 Ferrari 365 GTB/4 #12547 pilotados por Sam Posey Bob Grossman não alinharam, pois o carro bateu nos treinos.

As tentativas de Jacques Foucteau (F)/Patrice Compain (F) vai a Le Mans  nº 31 e de Robert Mieusset (F) e o North American Racing Teamcom o nº 32 não foram admitidos

Os pilotos privados mostraram interesse numa versão de competição, particularmente Luigi Chinetti e sua equipe de corrida norte-americana nas três tentativas da NART nas 24 Horas de Le Mans, resultando em uma 5ª colocação geral em 1971.

A Ferrari constrói em três séries de cinco exemplares num total de 15 Daytona Competizione em 1970-1, 1972 e 1973. Todos com uma carroceria leve usando painéis de alumínio e fibra de vidro, com janelas de plexiglas. O motor permaneceu inalterado em relação ao carro de estrada no primeiro lote de carros de competição, mas ajustado (para 400 cv (298 kW; 406 cv) em 1972 e depois para cerca de 450 cv (336 kW; 456 cv) em 1973.

Dez exemplares também foram modificados e conhecidos como Independent Competizione, elevando para 25 exemplares, o seu total.

Os resultados começam a surgir com o quarto lugar geral no Tour de France de 1971, o quinto lugar geral e o primeiro na classe nas 24 Horas de Le Mans de 1972, o primeiro e o segundo lugar no geral no Tour de France de 1972, mais duas vitórias na classe em Le Mans em 1973 e 1974, e nas 24 Horas de Daytona uma 2ª vitória geral e de classe na corrida de 1973 e outra vitória de classe lá em 1975.

Nas 24 Horas de Daytona em 1979, mais de uma década depois de ser lançado o Daytona Competizione agora pilotado por John Morton e Tony Adamowicz levando a velha Ferrari 365GTB4, levando-a a um fantástico segundo lugar geral.    

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Miniatura

Abre as portas,

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Solido

Série

Referencia nº 16 11/73

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.

País - França

Anos de fabrico 1973 a

 

 

 


publicado por dinis às 23:43
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