Sexta-feira, 9 de Dezembro de 2022

Ferrari Marzotto- Um olhar sobre as minhas miniaturas

Ferrari Marzotto- Um olhar sobre as minhas miniaturas

738ª - Ferrari 212 (2560) "Uovo"Reggiani JRK

Ferrari 212 Export Berlinetta Fontana 1951"Uovo"#0024MB

O anúncio publicado no Auto Sport do Bazar Brochado a 6 de Agosto de 1986 e a cobrança lá veio ele.

Giannino Marzotto um dos herdeiros da família Marzotto, empresários da indústria têxtil e amigo de Enzo Ferrari, era o segundo de quatro filhos, Paolo, Giannino, Umberto e Vittorio que fundaram a “Scuderia Marzotto” em Valdano, Vicenza, para participar em competições principalmente com Ferrari. Mas que frequentemente os modificava com base nas especificações de Giannino,

Modelo real

O 212 Export Berlinetta Fontana, conhecido como "Uovo", é uma carroçaria desenhada por Giovanni Marzotto e realizado pela carroceira Pádua Fontana sobre projeto de Franco Reggiani, conhecido designer e escultor.

Giovanni Marzotto era irmão de Giannino Marzoto, 2º no Circuito do Porto e que na semana seguinte entregou o Ferrari a Giovani Bracco, para vencer em Vila Real em 1951, enquanto ele também inscrito num Ferreri 212 Export Vignale Barchetta e o nº12 12, não partiu.

Giovanni Marzotto nas suas memórias, conta.

“Por volta de Novembro de 1950 resolvi comprar dois chassis do novo modelo 2560cc de 12 cilindros [que seria o 212 Export], com carburador e potência de 157CV na bancada de testes do Cavaliere Bazzi. pouco menos de seis milhões de liras para nós dois! Diverti-me o fato de ter construído um Spyder e um Coupé únicos, inspirados nas minhas ideias, um para as montanhas e outro para as corridas planas, para mim, meu irmão Vittorio e, por que não? para alguns amigos".

 “As ideias no início eram bem claras, uma carroceria bem baixa, onde tudo era curvo e recuado, muito aerodinâmica: um ovo seria nossa referência. ou absorvendo torções causadas pela irregularidade da estrada".

“As ideias no início eram bem claras, uma carroceria bem baixa, onde tudo era curvo e recuado, muito aerodinâmica: um ovo seria nossa referência. ou absorvendo torções causadas pela irregularidade da estrada".

"O chassi da Ferrari foi sobreposto a uma estrutura de tubos interligados unidos por 'Peraluman', um tipo especial de chapa de alumínio duro difícil de trabalhar, mas muito leve e rígida."

"Testamos nossos dois carros nas montanhas de nossa região e partimos para Maranello para apresentá-los ao Commendatore. Vittorio tinha que pilotar o Coupé Uovo, ganhando assim experiência para a Mille Miglia no final de abril, enquanto eu pilotaria aquela "aranha" estranha e muito leve "da minha imaginação, da técnica de Franco Reggiani e dos carroceiros de Pádua".

Modificação na miniatura

É um kit bem elaborado com peças fotodecoupé que foi pintado na cor inicial

As rodas muito belas eram bastante difíceis de colar mesmo seguindo as instruções.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de raios muitíssimo finos de acordo com as originais.

Fabricante JRK

Série Kit

Referencia nº 1 preço

Material – resina

Material da placa de base – resina

A base está colada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão.

País – Portugal

Anos de fabrico  a


publicado por dinis às 19:16
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Domingo, 27 de Novembro de 2022

Colani Ferrari - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Colani Ferrari - Um olhar sobre as minhas miniaturas

726ª – Colani Ferrari Daytona Solido transformado

Colani Ferrari Daytona

Um modelo de um designer fabuloso Luigi Colani

Modelo real

Lutz Colani nascido 2 de agosto de 1928 em Berlim, estudou pintura e escultura na Universidade das Artes de Berlim, antes de se mudar para Paris, onde as suas ilustrações fizeram a capa da revista L'Automobile de Dezembro de 1952.

Colani projeta carros únicos e conceituais, para seu próprio prazer sem pretensão de chegar as lojas e principalmente para uso próprio.

Carros produzidos em pequena série eram ocasionais, como o Colani GT, um pequeno roadster feito sobre a plataforma dos Volkswagen arrefecidos a ar, apresentado em 1958, do qual teve cerca de 260 exemplares fabricados.

Altera o primeiro nome para Luigi Colani e tornou-se num um designer industrial e aerodinamicista a projetar e a redesenhar veículos de todos os tipos desde o início dos anos 50.

Fiel à sua filosofia biodinâmica de design, procurando demonstrar como poderia ser aplicada aos automóveis. Colani projecta carros em projetos únicos, sem pretensão de chegar as lojas, onde a maioria era para uso próprio.

Em 1974, no auge da sua criação pega no Ferrari 365 Daytona e ousa retocar a obra do designer Leonardo Fioraventi para a Pininfarina, do qual aproveitou o cockpit do Daytona e de o alargar, elabora uma frente ainda mais baixa, muito aerodinâmica com uma grande entrada de ar totalmente funcional no capôt e duas saídas de ar laterais onde aplicou o seu estilo "bio-design" no seu Ferrari Daytona, onde encontramos o seu estilístico característico aliadas às suas pesquisas aerodinâmicas.

Luigi Colani tinha conhecimento que seus projetos eram polêmicos, e não agradavam a todos, mas este apresentado em vermelho inicialmente e posteriormente modificado e pintado em cinzento poderá ser o mais consensual.

Modificação na miniatura

Refeita a frente e depois de alargadas as vias traseiras foi pintado

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Miniatura

Abre as portas.

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são adaptadas de acordo com as originais.

Fabricante  Solido

Série

Referencia nº preço

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País - França

Anos de fabrico  a

 


publicado por dinis às 17:45
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Quarta-feira, 9 de Novembro de 2022

Ferrari 275 GTB 4 descapotável - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Ferrari 275 GTB 4 descapotável - Um olhar sobre as minhas miniaturas

708ª – Ferrari 275 GTB 4 spyder Box

 Ferrari 275 GTS/4 1967 NART Spyder

Modelo real

O luxuoso cabriolet Ferrari 275 GTS e o Grande Turismo o 275 GTB/4, quando foram lançados, delimitavam os americanos que queriam um conversível com o melhor de ambos os carros. Chinetti queria um sucessor ao seu 250 California Spider e na apresentação do 275 GTB/4 Salão Automóvel de Paris, em Outubro de 1964, procurou convencer Enzo Ferrari a construir uma versão descapotável para ele, o NART Spyder'.

Inicialmente, a Chinetti encomendou 25 carros que foram executados pelo experiente artesão nas oficinas de Sergio Scaglietti. Embora o chassi do 275 dependesse do corpo para rigidez, nenhum reforço adicional foi introduzido ao NART Spyder.

o 10709 foi entregue à Luigi Chinetti Motors em Nova York e Eddie recebeu a entrega em Março de 1968 e seguiu para as corridas de resistência em Sebring pouco depois. Ele retornaria duas ou três vezes, sempre com Eddie Jr., que disse: “Devemos ter quebrado o recorde de velocidade terrestre entre Lexington e Sebring em mais de uma ocasião”.

Eddie Smith tinha apenas US$ 15 no bolso aos 18 anos, quando deixou o orfanato em que cresceu apos a mosrte dos seus pais,  num autocarro foi para Lexington, Carolina do Norte. Em 1937, conseguiu um emprego como lanterninha no cinema local, ganhando US$ 9 por semana , US$ 5 dos quais eram dedicados a hospedagem e alimentação. Quinze anos depois, ele fundou a National Wholesale, um serviço de pedidos pelo correio especializado em roupas femininas. os negócios prosperavam e Eddie começou a comprar Ferraris.

A primeira Ferrari de Eddie foi uma 250GT Spider de curta distância entre eixos, que ele seguiu com uma 275GTB.. Eddie recebeu o oitavo NART Spider em março de 1968 por um preço em que as memórias e os relatórios e  se acredita estar entre US$ 8.000 e US$ 14.500. manteve por vários anos, muitas vezes dirigindo até Sebring para a corrida de 12 horas com seu filho, Eddie Jr. ; você está arruinando minha média.”

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Modificação na miniatura

Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

As rodas são de plástico Whizzwheels.

Fabricante  Box

Série

Referencia nº 8419 preço

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria onde sobressaem os longos canos de escape.

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País - Itália

Anos de fabrico  a

 


publicado por dinis às 19:10
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Segunda-feira, 31 de Outubro de 2022

Ferrari 500 F2 de escape libre - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Ferrari 500 F2 de escape libre - Um olhar sobre as minhas miniaturas

699ª – Ferrari 500 F2 180Hp 1952 Brumm

"Versão especial com extremidades de canos de escape livres HP 180 c.c. 1984 veloc. su circuito media 117,08 k/h" designação do catalogo.

1952 e 1953 anos em que um F2 ganhou o campeonato de F1

Quando um Brumm substitui um Modelos 3J embora com decalques foi substituído pela miniatura da Brumm

Mas de acordo com o nº 5, Ascari G.P Great Britain 1953 os escapes não coincidem e o nº traseiros não têm fundo.

O cano de escape cortado foi usado no GP da Alemanha em 1952 por Ascari e Farina.

Mais tarde a Brumm apresentaria um modelo com os números do GP Grande Bretanha 1952.

Conclusão nem para representar a réplica existente no Jan Mclaren Museum Collection servepois não tem escape livre..

Na caixa podia ler-se
“Um dos mais brilhantes “Gra Premio” feito pela oficina de Maranelo . Começando em 51 no Grande Premio de Modena. Em 52 e 53 venceu o Campeonato Mundial de Construtores com a Ascari. O motor de 4 cilindros mostram resultados espectaculares que potenciam (180cv) por robustez. A distribuição de pesos, corretíssima, é favorecida pelo posicionamento da caixa de velocidades no bloco com a ponte traseira”.

No folheto:

Modelos 3J Ferrari 500F.2 1953

“ Com o advento da Formula 2 -2 litros em 1952 a Ferrari lança o seu modelo 500, que se iria mostrar quase imbatível durante 1952 e 1953, permitindo a Alberto Ascari conquistar nesses anos o título Mundial de Construtores. Assim, e nas 15 provas a contar para o campeonato, a Ferrari coleciona 14 vitoriosas, 11 segundos lugares e 7 terceiros, acumulando por 8 vezes os dois primeiros lugares das classificações. Nestas provas oficiais disputadas apenas perdeu em Monza a favor da Maserati de Fangio em 1953, apos luta empolgante com farina, que ficou a 1,5 segundos do vencedor.

No total das vitórias Ascari só à sua conta, obteve 11, sendo as restantes alcançadas por Taruffi, Hawthorn e Farina. O modelo apresentado é o de 1953, mais curto que o do ano anterior.

Modelo real

Brumm 1/43 Ferrari 500 F2 N.5 Ascari G.P Great Britain 1953

A Fórmula 1, nascida em 1950, já estava em crise técnica no final de 1951, apos as saídas de Alfa Romeo e BRM no final de campeonato e a Ferrari a ser o único construtor a vencer, a FIA incluiu bólides de F2 com motores 2.0 aspirados aliciando os construtores inglesas para o início do campeonato de 1952

A Ferrari já tinha um motor de 4 cilindros em linha projetado por Aurelio Lampredi nas versões 2.5 e 2 litro, mas teve de elaborar uma nova carroçaria instalado numa estrutura tubular em escada de aço com suspensão dianteira independente e traseira De Dion, em torno da qual foi moldada uma versão reduzida da carroçaria do 4,5 litros.

Testado pela primeira vez no verão de 1951, o novo motor de 4 cilindros de 1985cc, produzia 165 cv

No Grande Premio da Suíça a Gordini por intermedio de Robert Manzon intrometeu-se entre os Ferrari mas foi Piero Taruffi o vencedor no Ferrarri 500.

Um nariz especial, mais longo e aerodinâmico também foi projetado para circuitos rápidos.

Várias equipes compraram um carro á marca italiana

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante  Brumm

Série Oro

Referencia nº35 preço

Material – zamac

Material da placa de base – zamac

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País - Itália

Anos de fabrico  a

 

 


publicado por dinis às 19:09
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Quinta-feira, 27 de Outubro de 2022

Ferrari 250 GT Califórnia  - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Ferrari 250 GT Califórnia  - Um olhar sobre as minhas miniaturas

695ª – Ferrari 250 GT California Vitesse

1960 #20 250 GT California Spyder Competizione Chassis #: 2015 GT Jo Schlesser / Bill Sturgis

Modelo real

Ferrari 250 SWB Califórnia Spyder Competizione

As primeiras nove versões de competição do Spyder California foram feitas no chassi longo, e três na forma de distância entre eixos curta “Paso Corto” segundo a ideia dos distribuidores da Ferrari os norte-americanos Jon von Neumann e Luigi Chinetti, para a Ferrari a criar um descapotável de alto desempenho com o nome de seu melhor mercado.

Baseado no 250 Tour de France, o chassi foi preparado e enviado para a Carrozzeria Scaglietti, em Modena. A carroçaria de aço substituída pelo alumínio, actualizadas as especificação do motor e instado um depósito de combustível de enchimento rápido no porta-malas.

Luigi Chinetti preparou um dos primeiros Spyders, o chassis 1085GT, para participar em Sebring em 1959, onde foi conduzido por Richie Ginther e Howard Hively, para terminar em nono lugar geral e primeiro lugar na classe GT9.

No início, as modificações do motor incluíam árvores de cames de corrida de maior elevação e carburadores Weber 40DCL/3 alimentados por pilhas de velocidade. Este motor, conhecido como 128F e produziu 262 cavalos de potência a 7.300. A maioria dos carros apresentava este motor, ou uma versão similar com velas de ignição externas conhecidas como Tipo 168. Apenas um carro, chassi 2015GT, apresentava o motor 168B com cabeçotes de alta compressão e válvulas maiores que podiam produzir 280 cv a 7.000 rpm.

O Ferrari 250 GT Califórnia inscrito pela NART vem a 24 Horas de Le Mans em 1959 conduzido por Bob Grossman e Fernand Tavano terminam em 5º da geral   

Depois que a Ferrari produziu nove modelos LWB no quadro Tipo 508 D do Tour de France, o modelo foi alterado para refletir a especificação do modelo SWB. Mais três modelos foram feitos no chassi Tipo 539 com faróis cobertos.

Um desses carros posteriores, chassis 2015GT, foi preparado para o LeMans de 1960 e foi construído com a especificação final com o motor de competição Tipo 168B.

Em 1960 foi inscrito pela NART, para Bill Sturgis e Jo Schlesser que tiveram de abandonaram á 22 hora com problemas no motor. Enquanto a Ferrari termina em primeiro e segundo e conquistar o campeonato mundial, batendo a Porsche por apenas quatro pontos.

Recentemente foi restaurado com a decoração de Le Mans de 1960, bem como o seu protótipo.

Modificação na miniatura

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Vitesse

Série Retro Vitesse

Referencia nº 141 preço

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País - Portugal

Anos de fabrico  a

 

 

 

 

 


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Segunda-feira, 19 de Setembro de 2022

Ferrari Testa Rossa 1984 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Ferrari Testa Rossa 1984 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

659ª – Ferrari Testa Rossa  F Project

Enquanto um Ferrari e um Lamborgini mostravam toda a sua classe nas ruas de Vila Real, eu vim ver o meu Ferrari

Modelo real

Ferrari Testa Rosa o sucessor do Ferrari Berlinetta Boxer que em italiano significa, cabeça vermelha ou cabelos vermelhos, o carro de produção mais rápido do mundo

Tomando para um super modelo de produção, o nome de uma prestigiosa viatura de competição nascida em 1956 com um motor de 2 litros o 500TR o Testa Rossa floresce entre 19557 e 1960 em forma d do 250TR com um V12 de 3 litros com que deu a Ferrari dois Campeonatos do Mundo em 1958 e 1960, anos em que também vence as 24 horas de Le Mans.     

O novo Testa Rossa, reapareceu em 1984 como um super carro projetado por Pininfarina

O primeiro protótipo foi construído em 1982 ao que lhe seguiram 30 protótipos, ao que parece 12 completos e os outros apenas para retirada e teste de peças.

Em 1984, a Ferrari apresentou com exclusividade o Testarossa, no autódromo de Ímola e para imprensa e convidados decorreu na véspera da abertura Salão de Paris de 1984, no clube noturno Lido, na Avenida Champs Elysées.

Um design completo em forma de cunha, as jantes típicas de cinco raios e os faróis pop-up, as enormes entradas de ar nas laterais, para refrigerar os radiadores, iniciavam nas portas e terminavam no guarda-lamas traseiro. Utiliza uma suspensão do tipo duplo A nas rodas dianteiras e traseiras.

No capítulo mecânico, o Testarossa contava com um V12 boxer aspirado com 4.942 cc, e uma potência entre 340 a 390 cv, muito semelhante ao do 512i BB, com uma idêntica taxa de compressão e curso de pistões, mas ao contrário do 512i BB tinha quatro válvulas por cilindro e tampas das válvulas pintadas em cor vermelha. O motor era alimentado por um sistema de injecção de combustível mecânico, o Bosch K-Jetronic e uma caixa manual de cinco velocidades para uma velocidade muito próxima dos 300Km/h e um preço de 770000 Francos.

O interior era muito luxuoso para a Ferrari, possuía ar-condicionado, bancos revestidos em couro com várias regulações, painel completo com muitos instrumentos e óptima visualização. Sistema de áudio não era oferecido, nem como opcional.

Actualmente 2021 o Testarossa da Officine Fioravanti está pronto depois de atualizado é capaz de atingir uns impressionantes 323 km/h de velocidade máxima.

Modificação na miniatura

É um kit em resina colorida.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são em resina de acordo com as originais.

Fabricante F Project

Série Kit

Referencia nº preço 1300$00

Material – resina

Material da placa de base – resina

A base está colada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão.

País -Portugal

Anos de fabrico  1984 a


publicado por dinis às 22:31
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Quarta-feira, 7 de Setembro de 2022

Ferrari 500 F2 Equipe Brumm- Um olhar sobre as minhas miniaturas

Ferrari 500 F2 Equipe Brumm- Um olhar sobre as minhas miniaturas

647ª – Ferrari 500 F2 Brumm

Já tinha o modelo da 3J mas resolvi adquirir o da Brumm e como o catálogo apresentava a Equipe Brumm não hesitei?!

No catálogo podia ler-se

Para recriar a atmosfera do "Grand Prix" para reviver o entusiasmo dos atletas, mergulhar na atmosfera exclusiva e emocionante dos boxes, completar os dioramas, reinventar coleções.

Aqui estão nossos pequenos Super B: ternos perfeitos e articulados em todas as posições e atitudes desejadas. Eles são os primeiros da série, outros seguirão para apresentar a história de ontem e as notícias de hoje.

Aqui estão nossos pequenos SuperBs: ternos perfeitos e articulados em todas as posições e atitudes desejadas. Eles são os primeiros da série, outros seguirão para apresentar a história de ontem e as notícias de hoje.

A foto do catálogo apresentava um Alfa Romeo 158 Alfetta 1950 Farina e um Ferrari 500 F2 com um nº25 que eu pensava que era de uma corrida qualquer, pois ele venceu quase todas, mas que agora não encontro qual a prova.

E na caixa podia ler-se
“Um dos mais brilhantes “Gra Premio” feito pela oficina de Maranelo . Começando em 51 no Grande Premio de Modena. Em 52 e 53 venceu o Campeonato Mundial de Construtores com a Ascari. O motor de 4 cilindros mostram resultados espectaculares que potenciam (180cv) por robustez. A distribuição de pesos, corretíssima, é favorecida pelo posicionamento da caixa de velocidades no bloco com a ponte traseira”.

Modelo real

O Ferrari Tipo 500 foi um carro de Fórmula 2 projetado por Aurelio Lampredi para a Scuderia Ferrari em 1952 e 1953, quando o Campeonato Mundial com as regulamentações da Fórmula 2. Foi pilotado por Alberto Ascari e outros pilotos que o usaram em amarelo e cm vermelho com uma faixa triangular branca.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Brumm

Série Oro

Referencia nº38 preço

Material – zamac

Material da placa de base – metal

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País - Itália

Anos de fabrico  a


publicado por dinis às 19:32
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Sexta-feira, 29 de Julho de 2022

Ferrari Daytona - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Ferrari Daytona - Um olhar sobre as minhas miniaturas

617ª – Ferrari Daytona Solido

Ferrari 365 GTB/4 Daytona

Um dia, um amigo,, que penso ser o Hernâni que já não via há muito tempo e que não voltei a ver mais, de visita a Vila Real, diz-me:

Tenho um carro que tu não tens?

Anda a minha casa vê-lo

É era verdade.

Lá estava o Ferrari Daytona que eu não tinha e na sua caixa original.

Leva-o e guarda-o como recordação

Obrigado

 

 Modelo real

Quando o Ferrari 275 GTB 4 terminou a sua produção o Daytona procurou ocupar o seu lugar. O novo Coupé como o precedente é uma associação entre Pinifarina e Scagliettti e uma mecânica derivada da modelo anterior.

O Ferrari Daytona, oficialmente designado Ferrari 365 GTB/4, como era comum nos Ferrari da altura, onde os três algarismos 365 se referiam à cilindrada do motor, e o algarismo 4 era o número de árvore de cames do seu V12. GTB é o acrónimo para Grand Turismo Berlinetta é um coupé de dois lugares produzido entre 1968 a 1973. Apresentado no Salão do Automóvel de Paris em 1968 apresentava o 275 Colombo V12 aumentado para para 4.390 cc e logo apelidada de “Daytona”. a  lembrai o pódio da Ferrari nas 24 Horas de Daytona no ano anterior.

O designer da Pininfarina, Leonardo Fioravanti, também responsável pelo 365 GTB/4 refletia o movimento dos designs arredondados da Ferrari para um visual mais contemporâneo e afiado numa resposta da Ferrari ao radical Lamborghini Miura de motor transversal em posição central traseira.

Os primeiros Daytona apresentavam faróis fixos atrás de uma tampa de vidro acrílico. Mas o novo regulamento de segurança dos EUA a proibir os faróis atrás das tampas resultou em faróis duplos retráteis em 1971.

O número total de Daytonas é de 1.406 ao longo da vida útil do modelo, incluindo  os 156 coupés com volante à direita no Reino Unido, 122 spyders de fábrica, dos quais 7 são com volante à direita e os 15 carros de competição. Todos as carroçaras exceto o primeiro protótipo Pininfarina, foram produzidos pelo construtor italiano Scaglietti,.

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Miniatura

Abre as portas, levanta o capô para ver o motor.

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de metal de acordo com as originais e têm pneus de borracha.

Fabricante Solido

Série

Referencia nº 165 preço

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País – França

Anos de fabrico  a

 

 

 


publicado por dinis às 18:23
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Segunda-feira, 13 de Junho de 2022

Ferrari T3 1978 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Ferrari T3 1978 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

599ª – Ferrari 312 T3 Yaxon   

Ferrari - F1 312 T3 1978 Nº 11 Carlos Reutmann o vencedor de dois Grandes Prémios nos Estados Unidos em 1978.

Modelo real

O 312 T3 de 1978 foi o terceiro de cinco evoluções da Ferrari na Fórmula 1 com motor boxer e caixa de velocidades transversal, assinada pelo engenheiro italiano Mauro Forghieri.

A denominação era assim explicada: 3 (três litros), 12 (motor de 12 cilindros) T (de câmbio transversal).

Um novo chassi foi criado, mantendo o motor e apelidado de 312 T3. O chassi 033, seria o segundo chassis construído, pilotado por Carlos Reutemann e ao longo da temporada de 1978.pela primeira vez usou pneus Michelin em vez de Goodyear. Conduzido por Carlos Reutemann e o novo piloto Gilles Villeneuve, o 312 T3 teve um desempenho muito bom durante a temporada, embora tenha que se curvar à ascensão do Lotus de efeito solo.

A primeira saída os 312T3 foi na Africa do Sul e resultou numa saída de estrada de Reutmann e num abandono de Villeneuve, mas, nos Estados Unidos foram os mais rápidos e a vitória sorriu a Carlos Reutemann e foi 3º lugar no Grande Prêmio da Bélgica. No Grande Prêmio da Inglaterra, Reutemann travaria com Niki Lauda, agora em Brabham Alfa Romeo em uma grande luta e acabaria levando 033 à vitória.

Carlos Reutemann vence nos Estados Unidos Watkins Glen  e no último Grande Prêmio da temporada em  Montreal no Canadá, Gilles Villeneuve obtém a sua primeira vitória.

No entanto, a forte concorrência da Lotus com seus carros de efeito solo e pilotados por Mario Andretti 1º e Ronnie Peterson 2º  fez com que Reutemann, da Ferrari, terminasse em terceiro em pontos e nos construtores a Ferrari em 2º

O carro ainda foi utilizado na Argentina na estreia oficial de Jody Scheckter e no Brasil, para cederia o lugar ao novo 312T4.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de metal de acordo com as originais.

Fabricante Yaxon

Série Kit

Referencia nº preço

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão para o Kit e com janela de visualização e expositor plástico.

País - Italia

Anos de fabrico  a


publicado por dinis às 17:59
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Terça-feira, 7 de Junho de 2022

AAV- Auto Avio Costruzioni - Um olhar sobre as minhas miniaturas

AAV- Auto Avio Costruzioni - Um olhar sobre as minhas miniaturas

593ª – Ferrari 815 Sport Brumm  

AAV Auto Avio Costruzioni 815

Auto Avio Construzioni tipo 815 spider Touring

No catálogo: “Foi a primeira viatura realizada por Ferrari em Maranello quando ainda se chamava Auto-Avio Costruzioni 8 Cilindros c.c. 1500 velocidade media em circuito Km/h 200”

Modelo real

Nos anos 20 e 30, Enzo Ferrari tinha na Scuderia Ferrari a divisão desportiva oficial da Alfa Romeo e quando saiu, Enzo Ferrari não poderia competir, mas e se seu nome não estivesse no fabricante ou no seu produto. Em Setembro de 1939 fundou a Auto Avio Costruzioni (AAC) e abriu as portas na sede existente, a antiga base da Scuderia em 11 Viale Trento e Trieste em Modena, para fornecer serviços de design, fabricação e reparação de carros.

Para o primeiro “Grande Premio Brescia della Mille Miglia” em 1940 o prêmio pela vitória em cada uma das cinco classes era de 10.000 liras e a Fiat com um prêmio de 5.000 liras para a vitória na classe de um Fiat ou baseado em Fiat.

A Ferrari utiliza um Fiat 508 C no qual reforçou o chassis, mas deixou intocados os travões, o eixo traseiro, a direção e a suspensão dianteira independente Dubonnet. A transmissão de quatro velocidades recebeu novas relações mais adequadas.

A construção “Superleggera” de Touring constava de uma rede de tubos sobre os quais o material estava bem encaixado, numa liga de magnésio com alumínio chamada Itallumag 35. A carroceria pesava 119 libras e o carro 1.177 seco. A distância entre eixos é de 2,42 metros e a tração é traseira. Rodas de raios Borrani com cubos Rudge e pneus Pirelli Stella Bianca 5,50 x 15.

O motor baseado no quatro cilindros 1100 do 508 C Balilla era basicamente dois motores, juntos lado a lado, mas com um bloco de alumínio especialmente projetado e construído pela Fonderia Calzoni em Bolonha, um virabrequim de cinco rolamentos e um eixo de cames projetado e construído pela AAC com uma única árvore de cames no cabeçote, duas válvulas por cilindro e um sistema de lubrificação por cárter semi-seco. Quatro carburadores Weber 30DR2 foram especificados para uma potência total de 75 hp a 5500 rpm.

Dois carros foram construídos, um tinha uma cauda mais longa e pelo menos um tinha um pequeno cavalo empinado e as iniciais AAC em cima de grade.

Em 28 de abril de 1940, os dois Auto Avio Costruzioni 815 iniciaram a corrida, Ascari, tinha o número 66 e o 815 de cauda longa de Rangoni, o número 65. Albert Ascari liderou na primeira volta, mas abandonou antes terminar a volta, Rangoni então assumiu a liderança mas problemas no motor obrigaram-no a abandonar também.

Um acidente levou Rangoni a entregar o carro a um ferro-velho. Em 1958 o seu irmão Rolando Rangoni, encontrou o carro mas quando o tentou recuperar depois de obter a confirmação da Ferrari de que era realmente o chassi 020, já tinha sido abatido.

O chassi 021 foi vendido para Enrico Beltracchini, que pilotou o carro em 1947 antes de vender o carro para um museu ainda está na coleção de Righini no Anzola dell'Emilia, perto de Modena.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante  Brumm

Série Revival

Referencia nº 66 preço

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusado à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País – Itália

Anos de fabrico  a


publicado por dinis às 19:43
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