Quinta-feira, 21 de Outubro de 2021

Ferrari 312 PB - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Ferrari 312 PB - Um olhar sobre as minhas miniaturas

366ª – Ferrari 008 Norev  

Um ferrari Campeão do mundo, vencedor de Le Mans 1973, mas, com o Nº3 e lista amarela não encontrei qualquer referência…

Modelo real

O Ferrari 312 P foi um protótipo lançado em 1971 pela Ferrari para o Grupo 6,

Os Protótipos de Grupo 6 passaram a serem designados por Sports Cars de Grupo 5 com limitação a três litros, para os concorrentes nos eventos do Campeonato Mundial de Marcas entre 1972 e 1975.

Assim, os Sports Cars de Grupo 5 competiriam no Campeonato do Mundo de Marcas em 1970 e 1971, ao lado dos protótipos de Grupo 6 de três litros, a partir deste ano apenas dois após a implementação das novas regras, a FIA e o consequente afastamento os Porsche 917 e Ferrari 512 que já eram privados.

Para 1972 o Ferrari 312 P foi redesenhado por Mauro Forghieri como um carro do Grupo 5 ficou conhecido como PB ara se distinguir do modelo anterior.

O sucesso foi imediato ao venceu todas as corridas do Campeonato Mundial para Construtores em que participou.

Os testes para as 24 Horas de Le Mans demostram à  Ferrari que o motor baseado no seu F1 não vai durar as 24 horas.

Em 73 voltou a Le Mans onde a equipa Arturo Merzario e Carlos Pace alcançaram o 2º lugar, enquanto a equipa Jack Icky / Brian Redman e Carlos Reutmann/Tim Scenkem abandonam.

No final da temporada de 1973, a Ferrari abandonou para se concentrar novamente na F1

Modificação na miniatura

As rodas são do Ferrari da Solido

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Miniatura

Abre as portas.

Interior detalhado

Sem suspensão.

Fabricante Norev

Série Luxe Metal 

Referencia nº 192 835

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está cravada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.

País - França

Anos de fabrico 1973 a


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Quarta-feira, 15 de Setembro de 2021

Ferrari 512 S Spyder 1970 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Ferrari 512 S Spyder 1970 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

331ª – Ferrari 512S Spyder Solido Transformado

Em dia de chuva num carro aberto

Modelo real

Ferrari 512 S Spyder chassis 1012

A Ferrari construir 25 exemplares de seus novos 512 S para Grupo 5 em 1970, para participar no Campeonato Internacional de Marcas, equipados com motores de cinco litros de 12 cilindros ("512") com quatro válvulas por cilindro.

Montado em apenas três meses pela equipe chefiada por Mauro Forghieri, o 512 S m spaceframe tubular foi desenvolvido a partir do P4 e do 612, enquanto a carroceria foi projetada por Giacomo Caliri e feita de policarbonato.

Nas 24 Horas Daytona 1970, foi a estreia do modelo Ferrari 512 S. a 1 /02/1970

1004 Jacky Ickx (B)/Peter Schetty (CH) Ferrari s.p.a. (I)

1014 Dan Gurney (USA)/Chuck Parsons (USA) North American Racing Team (USA)

1028 Nino Vaccarella (I)/Ignazio Giunti (I) Ferrari s.p.a. (I)

1032 Corrado Manfredini (I)/Gianpiero Moretti (I) Squadra Picchio-Rosso (I)

A estreia foi nas 12 Horas de Sebring, onde a Ferrari apresentou a variante mais leve do Spyder. 35kg a menos do que os derivados Berlinetta vistos em Daytona, as máquinas recém-atualizadas chegaram com aerodinâmica aprimorada, chassi reforçado e um sistema de injeção de combustível revisado que rendeu 40bhp extras.

A equipa da Scuderia Ferrari era também composta quatro carros em Sebring. 1012 foi atribuído a Jacky Ickx e Peter Schetty, que se qualificou em quarto lugar. O 1028 Nino Vaccarella (I)/Ignazio Giunti (I)

O chassis 1012 em Brands Hatch 1000km foi para Chris Amon e Arturo Merzario onde Amon obteve a pole position. O dia da corrida amanheceu cinzento e húmido, a corrida começou em condições de muita chuva e na volta inicial Amon perdeu o primário lugar e oscilou a terceira e a sexta posições.

Parou de chover e a pista a secar já nos momentos finais e quando Amon / Merzario preparavam-se para terminar em terceiro. Amon foi forçado a abastecer, e consequentemente cair para a quinta posição no final

21/03/1970 WSC Sebring 12 horas (J. Ickx / P. Schetty) DNF (# 20)

12/04/1970 WSC Brands Hatch 1000km (C. Amon / A. Merzario) 5ª, 4ª classe S5.0 (# 2)

31/05/1970 WSC Nurburgring 1000 km (J. Surtees / P. Schetty / J. Ickx) DNS (# 56)

Modificação na miniatura

Cortada a parte traseira e o tejadilho da miniatura, retiradas as entradas de ar e as precianas que cobriam o motor e feita uma nova entrada de ar.  

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Miniatura

Abre as portas,

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas têm pneus de borracha de acordo com as originais.

Fabricante Solido

Série 100

Referencia nº182

Material – zamac

Material da placa de base – metal

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.

País - França

 

 


publicado por dinis às 23:28
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Quinta-feira, 2 de Setembro de 2021

Ferrari Dino Berlinetta Speciale. - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Ferrari Dino Berlinetta Speciale. - Um olhar sobre as minhas miniaturas

317ª – Ferrari Dino Berlinetta Politoys

O percursor do Dino de estrada.

 Modelo real

Dino Berlinetta Speciale

Os desenhos de Aldo Brovarone originaram o Dino Berlinetta Speciale construído sobre um Dino 206S de competição #0840, em menos de seis meses e o último Ferrari a receber a contribuição do fundador da casa de design, Battista Pinin Farina, antes da sua morte em 1966 e um dos primeiros a ser supervisionado pelo seu filho Sergio, o seu sucessor na empresa.

Apresentado no Salão Automóvel de Paris, em Outubro de 1965, o protótipo do motor central surpreendeu e convenceu Enzo Ferrari no modelo para homenagear o seu filho Alfredino 'Dino' .

“O carro foi pintado no tradicional vermelho Ferrari, cor que também apareceu na cabine. O painel era preto e os bancos creme não eram ajustáveis, ao contrário dos pedais. As janelas laterais eram operadas manualmente com maçanetas. O portão de câmbio era típico da Ferrari com uma alavanca curta encimada por uma maçaneta redonda de alumínio polido. A caixa de fusíveis foi posicionada sob o painel do lado do passageiro. Havia uma roda de três raios com aro de couro e outra instrumentação esparsa, com apenas os mostradores necessários. Um grande conta-rotações centralmente posicionado era flanqueado por um medidor de pressão de óleo e um respiradouro, e havia um medidor de temperatura da água inserido à direita. Não havia aquecimento ou sistema de degelo no carro. O único limpador de pára-brisa curto não era extremamente prático.”

A Pininfarina berlinetta, com motor V6 traseiro, foi a precursor do que viria a ser os Ferrari Dino 206 e 246 GT, e esse protótipo já apresenta várias características que o modelo de produção teria, as linhas da carroçaria como as entradas de ar laterais côncavas.

Sergio Pininfarina doou o protótipo ao museu de La Sarthe com a promessa de nunca vender o carro, mas não aconteceu e o ACO baseado em que o carro não tem relação comas 24 Horas de Le Mans, colocou-o a venda.

Modificação na miniatura

Estive à espera de um modelo em Vermelho mas nunca o encontrei.

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Miniatura

Abrindo as portas e o capô. Volante e alavanca das mudanças cromados.

Roda sobressalente dentro do capô.

Reprodução do motor

Duas ponteiras de escape cromadas.

Volante e rodas dianteiras moveis e posteriormente já eram fixas.

Quatro faróis dianteiros de strass cobertos por uma faixa de plástico transparente. Luzes traseiras de plástico.

Placa preta MI-A72.

Cores vermelho pastel brilhante com interior preto, vermelho escuro metálico com interior preto, azul metálico com interior marrom e azul francês com interior marrom. As primeiras saídas (com caixa preta do primeiro ou segundo tipo) as rodas viram. As últimas séries , caixa amarela e preta ou caixa de plástico possuem rodas fixas.  A primeira série, as rodas viram, e a segunda série, não. A diferença é na base e apenas na frente, com e o parafuso deslocado para um pouco par a frente.

As últimas séries, com caixa de plástico transparente, são menos refinadas.

Abre as portas e levanta o capô para ver o motor.

Motor e interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de metal de acordo com as originais.

Fabricante Politoys

Série

Referencia nº 536

Material – zamac

Material da placa de base – metal

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e posteriormente com vitrine plástica.

País – Itália

Anos de fabrico 1967 a

 

 


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Sábado, 28 de Agosto de 2021

Dino - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Dino - Um olhar sobre as minhas miniaturas

312ª – Ferrari 246 GTS Norev

Dino a homenagem de Enzo Ferrari para com o seu filho.

O motor V6 Dino foi usado no Dino Ferrari, Fiat Dino e Lancia Stratos.

Também pode ver em

144ª – Dino 206 Sport Corgi Toys

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/tag/miniatura+0144+dino+206+sport+corgi+toys

109ª – Dino Ferrari Berlinetta Pininfarina Politoys

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/dino-ferrari-berlinetta-pininfarina-1172780

Modelo real

Em 1965, Enzo Ferrari cria a marca Dino para construir uma barquete para o campeonato de montanha, para homenagear o trabalho desenvolvido pelo seu filho, conhecido por Alfredino.

Os Dino foram produzidos pela Fiat com motor á frente e transmissão clássica, e pela Ferrari em coupé com o motor atrás e transversal.

A barqueta Dino de competição apareceu em Janeiro de 1965 com um motor de 1600 cm3 e posteriormente com um motor de 2000cc

No Salão de Paris de 1965, Pininfarina apresenta o Dino berlinetta equipada da mecânica do Dino 206S a prefigurar o modelo de dois lugares.

O Dino 206 GT foi projetado por Aldo Brovarone e Leonardo Fioravanti na Pininfarina e construído por Scaglietti.

A carroceria é em alumínio leve, suspensão totalmente independente e travões a disco o Dino 206 GT produzido entre 1967 e 1969, com um motor V6 de 2.0 litros com 180 CV de potência

O 206 GT foi o primeiro carro vendido pela Ferrari a usar uma ignição eletrônica, Dinoplex C desenvolvido pela Magneti Marelli para o motor Dino V6.

Entretanto a Ferrari foi adquirida pela Fiat e o motor Dino do 206 GT foi montado no carro com o mesmo nome fabricado pela Fiat.

Entre 1967-1969, foram construídos e apenas com volante à esquerda. 152 exemplares, O Dino tem um logótipo próprio e os clientes da Ferrari não entenderam a ausência do logotipo da Ferrari, na carroceria

Em 1969 o novo Ferrari 246 GT foi apresentado no Salão do Automóvel de Turim era era agora feito de aço para economizar custos e com uma maior distância entre eixos 53 mm do que o 206, 2.340 mm. A altura do 246 era a mesma do 206 1.120 mm.

O motor Dino V6 foi aumentado para 2.418 cc, DOHC, 2 válvulas por cilindro, taxa de compressão de 9,0: 1, bloco de ferro com cabeçotes de liga e estava disponível em coupé GT e uma versão americana.

No Salão de Geneve de 1972 é apresentado o Spyder GTS aberto, um modelo Targa com uma capota removível semelhante ao Porsche

A produção do Dino 246 foi no total de 2.295 coupés GT e 1.274 GTS, construído após a revisão da Série III de 1972 a 1974, para uma produção total de 3.569 carros.

Modificação na miniatura

As rodas são da Mebetoys

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Miniatura

Abre as portas.

Interior detalhado

Sem suspensão.

Fabricante Norev

Série Jet car metal

Referencia nº 824

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está carvada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.

País - França

Anos de fabrico 1972 a


publicado por dinis às 23:25
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Quinta-feira, 26 de Agosto de 2021

Ferrari 365 GTB4 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Ferrari 365 GTB4 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

310ª – Ferrari 365 GTB/4 Solido

A prenda de Natal do meu Pai

O já raríssimo Ferrari 365 GTB4/ Daytona do vencedor do Tour de France em 1972 da Solido

As portas nunca foram abertas para não estragar os decalques.

 Modelo real

 O Ferrari Daytona foi apresentado no Salão de Paris em 1968 para substituir o 275 GTB/4

A primeira versão de corrida do 365GTB / 4 foi preparada em 1969 com carroceria de alumínio para o N.A.R.T.

Nas 24 horas de Le Mans                 Ferrari 365 GTB/4 #12547 pilotados por Sam Posey Bob Grossman não alinharam, pois o carro bateu nos treinos.

As tentativas de Jacques Foucteau (F)/Patrice Compain (F) vai a Le Mans  nº 31 e de Robert Mieusset (F) e o North American Racing Teamcom o nº 32 não foram admitidos

Os pilotos privados mostraram interesse numa versão de competição, particularmente Luigi Chinetti e sua equipe de corrida norte-americana nas três tentativas da NART nas 24 Horas de Le Mans, resultando em uma 5ª colocação geral em 1971.

A Ferrari constrói em três séries de cinco exemplares num total de 15 Daytona Competizione em 1970-1, 1972 e 1973. Todos com uma carroceria leve usando painéis de alumínio e fibra de vidro, com janelas de plexiglas. O motor permaneceu inalterado em relação ao carro de estrada no primeiro lote de carros de competição, mas ajustado (para 400 cv (298 kW; 406 cv) em 1972 e depois para cerca de 450 cv (336 kW; 456 cv) em 1973.

Dez exemplares também foram modificados e conhecidos como Independent Competizione, elevando para 25 exemplares, o seu total.

Os resultados começam a surgir com o quarto lugar geral no Tour de France de 1971, o quinto lugar geral e o primeiro na classe nas 24 Horas de Le Mans de 1972, o primeiro e o segundo lugar no geral no Tour de France de 1972, mais duas vitórias na classe em Le Mans em 1973 e 1974, e nas 24 Horas de Daytona uma 2ª vitória geral e de classe na corrida de 1973 e outra vitória de classe lá em 1975.

Nas 24 Horas de Daytona em 1979, mais de uma década depois de ser lançado o Daytona Competizione agora pilotado por John Morton e Tony Adamowicz levando a velha Ferrari 365GTB4, levando-a a um fantástico segundo lugar geral.    

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Miniatura

Abre as portas,

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Solido

Série

Referencia nº 16 11/73

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.

País - França

Anos de fabrico 1973 a

 

 

 


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Sexta-feira, 6 de Agosto de 2021

Ferrari Testa Rossa - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Ferrari Testa Rossa - Um olhar sobre as minhas miniaturas

290ª – Ferrari 500 TRC 1956 Solido

A terceira miniatura da Solido

Um modelo antigo equipado com as novíssimas rodas Modelos 3j e agora uma relíquia estragada.

 Modelo real

Ferrari 500 TRC Spider Scaglietti

A saída da Mercedes-Benz das corridas proporcionou ao 860 Monza e ao novo 290 MM na época de 1956 a vitória no campeonato mundial de carros de sport de volta a Modena e renovado nos dois anos seguintes. 

500 TR

Como o 750 foi lançado em 1954, o 500 Mondial foi substituído por outro carro de dois litros, o 500 TR. A carroçaria uma obra da Carrozzeria Scaglietti foi o primeiro carro a levar o famoso nome Testa Rossa, a versão mais recente dos quatro cilindros de Lampredi apresentava os cabeçotes do cilindro vermelhos. o 500 TR diferia do Mondial em muitos detalhes. Entre as mais importantes estava uma suspensão de mola helicoidal, uma mudança radical para a Ferrari.

O único carro com motor de quatro cilindros disponibilizado aos clientes em 1956 foi o novo 500 TR na versão de dois litros, Desenvolvido sob a orientação do novo engenheiro-chefe da Ferrari, Vittorio Jano, o último modelo de dois litros apresentava uma estrutura tubular de aço simples. Triângulos duplos foram usados ​​na frente, enquanto um eixo traseiro sólido substituiu a configuração DeDion mais pesada e muito mais complicada usada nos carros anteriores, bem como uma transmissão sincronizada com uma embraiagem de dois discos.

O motor 'Tipo 131' apresentava dois carburadores Weber, ignição de faísca dupla e sistema de cárter seco. Produzia formidáveis ​​180 cv, dez a mais do que o motor do 500 Mondial. Essa potência foi transferida para as rodas traseiras por meio de uma caixa de câmbio robusta de cinco marchas para um pe O 500 TR pesava apenas 680 kg so  de apenas 680 kg

Um 500 TRC foi o 7º geral e a vitória na classe nas 24 Horas de Le Mans em 1957 e uma vitória na classe em 1958 no Targa Florio e um dos participantes no Grande Prêmio de Cuba de 1958 pela Scuderia Cuba Livre

19 unidades foram produzidas em1956 e 1957

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Modificação na miniatura

As novíssimas rodas Modelos 3J

Miniatura

Com bancos. e interior

Sem suspensão.

Fabricante Solido

Série 100

Referencia nº

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.

País - França

Anos de fabrico  a

 


publicado por dinis às 23:22
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Sábado, 31 de Julho de 2021

Ferrari Modulo - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Ferrari Modulo - Um olhar sobre as minhas miniaturas

O acesso ao interior é por uma única abertura que desliza para a frente, semelhante ao Stratos Zero da Bertone e ao Isetta

284ª – Ferrari Modulo Auto Pilen

Já correu como Ferrari 512 S, já foi a Can Am, já foi um dream car e agora circula em New York com Jim Glickenhaus

Modelo real

De volta para o Futuro

O Ferrari Modulo é um protótipo experimental de um único volume, extremamente especial, de um carro futurista rompendo com a linguagem estilística tradicional e representando a atmosfera do início dos anos setenta

A obra-prima de Pininfarina o Ferrari Modulo foi apresentado no Salão Automóvel de Genebra de 1970, pela Pininfarina que utilizou a base de um modelo de competição precisamente o chassis e mecânica do Ferrari 512S com o número 27 um chassi originalmente construído como reserva para os 25 carros de corrida homologados 512S e 612 Can Am e kits de montagem, sobre um desenho de Paolo Martin, que utiliza novamente um chassis de competição Ferrari

Protótipo experimental único

“O Módulo é caracterizado por duas conchas corporais sobrepostas, separadas por um recorte retilíneo na linha da cintura. A montagem frontal, o dossel e o porta-malas eram unidos em uma única curva em arco, o amplo para-brisa era ladeado por vigas truncadas que iluminavam consideravelmente a extensa superfície do conjunto frontal. A progressão estilística das janelas laterais repetiu-se na impressão na parte inferior do módulo, em chapa. A montagem traseira chamou a atenção pela carenagem em torno das rodas, que se une à carroceria, criando um motivo cilíndrico de particular originalidade. O acesso ao habitáculo faz-se deslizando toda a cúpula, incluindo o pára-brisas, sobre guias especiais. O interior da cabine era simples, com dois assentos de formato anatômico e altamente alongados, envolventes, proporcionando uma posição correta de direção e uma ancoragem perfeita do motorista e do passageiro. Característica interessante é representada pela adoção de dois elementos giratórios esféricos que funcionam como aerador orientável e como suporte para os controles principais.”

Desde a compra do Modulo à Pininfarina durante a falência em 2014, que Jim Glickenhaus sonhava tornar o Módulo num carro de estrada real e utilizável, completo com um Ferrari V 12 em funcionamento. O ambicioso projeto teve seus obstáculos, incluindo quando o carro pegou fogo no Mônaco.

O sonho de há seis anos foi agora realizado e o Ferrari Modulo é agora um carro de estrada.

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Miniatura

Abre a porta e levanta o capô para ver o motor.

Motor e interior detalhado

Com suspensão.

As rodas são de plásticos iguais aos modelos desta época no fabricante.

Fabricante Auto Pilen

Série

Referencia nº M 327

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.

País – Espanha

Anos de fabrico  a

 

 

 

 


publicado por dinis às 23:18
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Quarta-feira, 7 de Julho de 2021

Ferrari 550 Squalo em Kit metálico - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Ferrari 550 Squalo em Kit metálico - Um olhar sobre as minhas miniaturas

260ª – Ferrari 550 Squalo 3J

O meu primeiro Kit e também o primeiro Modelos 3J em Vila real

Estávamos no Verão quente de 1975 as importações eram muito condicionadas. Em modelismo, havia os John Day, os G.P. Models da revista (Grand Prix Models), D.G. Models, Auto Replicas, e FDS e os Kits da Autódromo Estoril Modelos fabricados por John Day e de divulgação muito restrita.

Mas, foi este Ferrari 550 Squalo da Modelos 3J, o meu primeiro Kit em Metal.

Feio em “white metal” ou metal branco estão a ser muito utilizados em modelismo. Esta liga é composta por uma mistura de chumbo e ferro e se torna numa liga bastante mais mole para ser trabalhada convenientemente.

Já tinha lido e saboreado o artigo de Santos Carvalho no Jornal Motor e posteriormente o artigo de Jorge Curvelo em Lazeres de 12 de Julho de 1975 onde nos informava dos planos da 3J, a primeira marca Portuguesa de Kits em Metal e posteriormente em resina para os próximos meses.

O modelo apresentado era o Ferrari 555 squalo e eu fiquei encantado com o vencedor do Grande Premio de Espanha.

O anúncio da revista Auto Mundo, levou-me a pedir o modelo para o mini Shopping da AUTOMUNDO na Avenida Praia da Vitória,20, 3º D., acompanhado da Importância de 130$00 (120$00 + 10$00, correio registado) em cheque ou vale de correio.

João Campeão de Freitas, começa então a construir modelos artesanais para modelismo na escala 1:43, juntamente com mais dois modelistas, cria a marca de Modelos 3J – João Campeão de Freitas, Jorge Henrique e Jorge Campeão de Freitas.

Os modelos eram feitos numa oficina improvisada no quintal.

 Modelo real

Como dizia a folha de instruções, uma folha de papel A4 fotocopiado.

O Ferrari 555 Squalo é uma evolução que apareceu no Grande Premio de Monza em 1953, onde foi guiado por Maglioli Alteraçoes mecânicas, como sejam a passagem do motor de de 4 cilindros de 2 para 2,5litros na cilindrada e pequenas transformações na carroceria transformaram o modelo 553 no 555 que correu durante a temporada de 1954. Mais tarde, com a evolução do 555 Squalo, apareceu o Super-Squalo.

Todos estes carros tivera uma característica interessante, que consistia num entre-eixo curto e o uso de depósitos laterais, o que dava ao carro um aspecto bastante maciço.

A carreira desportiva deste modelo não foi dos mais brilhantes: ganha o Grande Prémio de Espanha, guiado por Hawthorn e o daly Express trophy, guido por Gonzalez. Exceptuando estas duas vitórias, apenas obtém mais alguns lugares secundários.

O modelo representado é guiado por Hawthorn no Grande Prémio de França, não se classificou. Pode-se reproduzir facilmente o modelo vitorioso em Espanha, bastando para isso substituir o círculo branco com o Nº6 a preto pelo nº 38 a branco e sem qualquer círculo.

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Miniatura

Só vinham os números 6 com a folha de instruções e tive de recorrer aos decalques da Solido.

Os números são da folha B de decalques da Solido

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas têm pneus de acordo com as originais.

Fabricante Modelos 3J

Série Metal

Referencia nº 1

Material – zamac

Material da placa de base – zamac

A base está colada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão.

País - Portugal

Anos de fabrico 1975 a

 

 

 


publicado por dinis às 23:20
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Segunda-feira, 26 de Abril de 2021

Ferrari 250 Gt Lusso Berlinetta - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Ferrari 250 Gt Lusso Berlinetta - Um olhar sobre as minhas miniaturas

189ª – Ferrari 250 GT Lusso Politoys

Uma bela miniatura

 Modelo real

A carroçaria do Ferrari 250 Gt Lusso  Berlinetta  foi projetada por Pininfarina, montada por Scaglietti.

Apresentado no Salão de Paris de 1962 e produzido até 1964 com muito poucas modificações.

 O Ferrari 250 GT Lusso estava equipado com um motor V12 2953 cc de bloco curto projetado por Colombo que utilizava três carburadores Weber 36DCS duplos que gerava 250 HP a 7.000 rpm..

Battista Pininfarina utilizou-o com carro pessoal, bem como o actor Steve McQueen que também foi um dos proprietários.

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Miniatura

Modelo de alta qualidade de uma Ferrari 250 GT Lusso feito na Itália apresenta uma bela pintura azul, capô de abertura porta-malas, e portas abertas com interior vermelho, faróis de joias, grade da Ferrari com o emblema do cavalo empinado, pneus de borracha realistas e réplicas de rodas de arame com cubos desmontados.

A qualidade deste raro modelo diecast vintage rivaliza com o melhor produzido por concorrentes de época na França, Itália e e outros lugares, como Solido, Mercury, Dinky, Corgi e Mebetoys,

Reprodução do motor em prata e muito simplificada na primeira série, ou cromada e muito mais detalhada na segunda série. Suspensões. Rodas apenas com raios gravados (1ª série) ou com raios verdadeiros (2ª série). Faróis dianteiros de strass. Luzes traseiras pintadas.

Abre as portas, porta-malas e capô com roda suplente.

Os bancos são rebatíveis.

Motor e interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas têm pneus de borracha

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Politoys

Série M

Referencia nº 504

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e posteriormente em expositor de plástico transparente.

País – Itália

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Sexta-feira, 23 de Abril de 2021

Ferrari 512S/M na Can Am  - Um olhar sobre as minhas miniaturas

 

Ferrari 512S/M na Can Am  - Um olhar sobre as minhas miniaturas

186ª – Ferrari 512 M Herbert Mueller Can-am

Na época estávamos convencidos que era o que tinha corrido em Vila Real mas, afinal, é o segundo Ferrari 512 S/M chassis 1036 de Herbert Mueller agora na versão Can Am.

Modelo real

Ferrari – 512M Team Herbert Mueller Racing Ch.1036

O Chassis 1036 foi um 512 S Berlinetta usado pela Scuderia Ferrari como carro de teste e reserva.

Em 1970 na  Ecurie Francorchamps, era um chassi apenas com carroceria e no mesmo ano a Solar Productions, Inc. utilizou-o no filme "Le Mans" nas cores da Scuderia Filipinetti com nº 15.

 Em 1971, foi vendido para Herbert Mueller Racing e como muitos outros foi convertido para especificações "M" no ano seguinte,

Em 1974 foi convertido para a Interserie e CanAm Spyder por Edi Wyss, competiu com motor de 5, 5,7 e 7 litros

Foi pilotado por Charly Wietzes, Herbert Mueller em Mosport (11º), Road Atlanta (4º), Watkins Glen (dns), Mid-Ohio (18º), Road America (6º OA), em 1975 Helmut Kelleners correu na Interserie.

Modificação na miniatura

Retirado o tejadilho depois de ter tapado os faróis, feito o aileron traseiro.

IMG_20211106_192558.jpg

IMG_20211106_193157.jpg

IMG_20211106_194403.jpg

IMG_20211106_200238.jpg

 

Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Solido

Série 100

Referencia nº 197- 7/72

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.

País - França

Anos de fabrico  a


publicado por dinis às 22:47
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