Terça-feira, 16 de Abril de 2024

Williams Renault FW17 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Williams Renault FW17 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1174ª – Williams Renault FW17 1995 Onyx Semanário 

Williams Renault FW17 1995 Hill Grande Prémio de Portugal 1972 2º

Leia o Semanário ao volante de um F1

Modelo real

Naquela época, os dois maiores candidatos ao título tinham o mesmo motor, era nos seus chassis, que procuravam a supremacia.

Os Williams, era radicalmente diferente dos anos anteriores, para conseguir superar o desenho e as capacidades do seu rival, Michael Schumacher.

O FW17 foi o primeiro design da equipe desde 1991, uma vez que os dois carros anteriores foram evoluções do FW14, devido ao novo técnico regulamentos para a temporada de 1995.

O Williams FW17 foi desenhado por Adrian Newey e apresentava o nariz levantado na frente, um chassis redesenhado, feito de fibra de carbono, com um motor Renault V10 de 3 litros, caixa semi-automática de seis velocidades feita pela Williams.

Para a qualificação do Grande Prémio de Portugal, em Setembro, a Williams trouxe a "evolução B" para a pista, com a nova traseira, difusor uma caixa de velocidades melhorada.

Na corrida o Williams FW17B, não foi utilizado.

Na prova Damon Hill foi 3º e David Coulthard o vencedor a conseguir a sua primeira vitória da sua carreira naquele fim de semana,

Alguns show car do Williams FW17 de 1995, foi construídos pela equipe Williams para seus patrocinadores Rothmans/Winfield utilizados para atividades de promoção.

Muitas peças originais do carro como  o chão, Pranchas, Rodas OZ Pneus (viagem), Discos de freio (dianteiros), Pinças de freio,Assento, Volante, Painel, Cintos, Remos, Tampa do motor.

Mas, atenção, este carro não pode ser transformado num carro de corrida, é apenas um show car.

A equipe, perdeu em ambos os títulos pora Michael Schumacher e a Benetton. O FW17 alcançou 12 pole positions, mas Schumacher costumava ser mais competitivo no dia da corrida. A Benetton tomou melhores decisões estratégicas durante as corridas e Schumacher conseguiu vencer nove corridas contra o total combinado de cinco de Hill e Coulthard.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Onyx

Série Colecção Semanário

Referencia nº237 preço

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País – Portugal, feito na China

Anos de fabrico  a

 


publicado por dinis às 18:11
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Segunda-feira, 15 de Abril de 2024

Ferrari 412 T2 1995 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Ferrari 412 T2 1995 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1173ª – Ferrari 412 T2 1995 Onyx Semanário

A primeira Coleção de Press em Portugal e que eu conheço foi a do Jornal Semanário e colocadas segundo a sua referência

Leia o Semanário ao volante de um F1

Como ia frequentemente adquirir a revista Modelismo e ver outras revistas e jornais de automobilismo  na Papelaria da Guia a D. Dulce guardou-me um exemplar das miniaturas do Jornal Semanário que um cliente não quis, e com eram baratas trouxe outra para o Emanuel.

Uma colecção para o Pai, outra para o Filho.

Modelo real

Michael Schumacher conquistou o seu segundo Campeonato Mundial Fórmula 1 em 1995 pela Benetton, enquanto Luca di Montezemolo, se  preparou para o Campeonato de Fórmula 1 e para isso chamou designer de carros de F1, John Barnard, em 1992, Jean Todt para ser Diretor desportivo em 1993, antes de fabricar os melhores motores para a Scuderia, incluindo o ex-designer da Honda, Osamo Goto, e o designer de chassis da Minardi, Gustav Brunner. O principal engenheiro de corrida da McLaren, Giorgio Ascaelli, e o aerodinamicista da Benetton, Willem Toet.

A Ferrari entrou na temporada de Fórmula 1 de 1995 com o 412 T2 de fibra de carbono, projetado pelos gurus do chassis da F1, John Barnard e Gustav Brunner, e movido pelo novíssimo e final motor V12 Ferrari F1, o Tipo 044 de 3,0 litros. O motor V12 foi posicionado mais à frente graças a uma célula de combustível menor de 140 litros sob os novos regulamentos e montado em uma caixa de câmbio Ferrari semiautomática transversal de seis velocidades.

Este foi o último carro de Fórmula 1 a ser equipado com motor V12 e seria o último carro V12 de Fórmula 1 a vencer um Grande Prêmio, no Grande Prêmio do Canadá de 1995, com Jean Alesi dirigindo com tranquilidade, controlou a vantagem para Barrichello e conquistou a sonhada primeira vitória, no dia do aniversário, para delírio dos ferraristas presentes no circuito Gilles Villeneuve e também do público local, com o famoso número 27 com o qual o ídolo canadense se consagrou pilotando pela equipe italiana.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Onyx

Série Colecção Semanário in Pole Position

Referencia nº 237 preço

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País – Portugal, feito na China

Anos de fabrico  a

 


publicado por dinis às 18:27
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Terça-feira, 2 de Abril de 2024

Ferrari 275 GTB/C - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Ferrari 275 GTB/C - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1151ª – Ferrari 275 GTB/C Best Model   

Paul Vestey / Carlos Gaspar, Ferrari 275 GTB/C. 1000 kms: Nurburgring Paul Vestey / Carlos Gaspar

Os presentes no Circuito de Vila Real em1966, viram Aquiles de Brito no Ferrari 275 GTB e  em 1969, outro Ferrari, o 275 GTB (#9035) com o registo WMT 18G pilotado por Anthony Beeson e Nigel Moores, a abandonar ao fim de 33 voltas cumpridas, devido ao rompimento do depósito de gasolina.

Modelo real

Paul Vestey participou em várias provas de automobilismo na Europa e vamos encontrar o Terceiro Barão de Vestey em Inglaterra, Sir Paul Vestey e estreou-se em Vila Real com Porsche.

Como ele conta “comprei um Lotus Elite, que achei o design mais legal. E, na verdade, foi muito bom, fora o cheiro de resina e as vibrações intensas em todos os momentos.

De seguida comprei um Jaguar E-type e corri com ele por 18 meses.

Conheci Ronnie Hoare porque comprei dele um 250 GT 'SWB' com carroceria de aço para a estrada, aos 21 anos, que então troquei parte pelo 275 GTB Competizione da ex-Maranello Concessionaires, acabado de vencer sua classe em Le Mans e fomos direto para Paris para a corrida de 1.000 km. Parecia uma boa ideia naquela época, porque não havia muitos participantes na classe GT e você tinha boas chances de terminar e ganhar um bom prêmio em dinheiro.

O Ferrari 275 GTB Competizione #09035 foi entregue a 14 de Junho de 1966 à Maranello Concessionaires, GB, em liga leve, volante á direita.  Vermelho com faixa azul.

A primeira prova foi a 05 de junho nos 1000km Nuerburgring com Roy Pike / Piere Courage #99 e a 18 e 19 de junho a mesma equipa foi 8ª e 1º GT3.0 24h Le Mans

Entretanto Paul Vestey comprou á Maranello Concessionaires o Ferrari 275 GTB Competizione #09035, logo após a vitória na classe em Le Mans em 1966.

A estreia de Vestley é a 16 Outubro em dupla com Carlos Gaspar #38 é 6ª ao fim de 113 voltas onde foi 6º e 3º dos GT

No ano seguinte, compartilhou as pistas da Europa com Carlos Gaspar, pintado de azul escuro e uma listra branco

A 25 de abril de 1967 nos 1000km Monza Paul Vestey / Carlos Gaspar #53 é 14º.

A 30 abril e 01maio nos 1000km de SPA Francorchamps Paul Vestey / Carlos Gaspar #63 não partiu

28 de maio nos1000km Nürburgring Paul Vestey / Carlos Gaspar #92 não terminaram.

A última prova foi a 28 de julho Mugello Paul Vestey #101 foi 29º., e passa a competir com uma Ferrari 250 LM  

Em Julho de 1969 Paul Vestley vem a Vila Real com Peter Sadler no Porsche 911T e vê o carro agora com Anthony Beeson e Nigel Moores, a fazer o 27º tempo nos treinos e desistiu na corrida enquanto o Porsche é 10º .

Posteriormente, recomprou-o na América na década de 1980., no Texas na década de 1980. O homem virou-se para mim e disse “Eu tenho um carro Pierre Courage”. Ele não tinha ideia do que era, então comprei por um bom preço. Parecia bastante monótono, mas não precisava de muito trabalho. Excepcionalmente para estas Competições GTB, não houve grandes danos. A velha parece ter resistido. É incrível pensar que corremos com todos os confortos. Houve um momento agradável em Mugello quando quebrei a suspensão traseira e parei, logo depois David Piper parou em um Porsche 906 manco. Peguei meus cigarros, ele puxou seu cachimbo e nós os acendemos com o charuto isqueiro no carro.

A inda se encontra na sua posse com um ex-John Willment AC Cobra '39 PH', o primeiro Jaguar E-type a vencer uma corrida, uma Ferrari 250 GT California Spider modificada por seu proprietário original para se parecer com um Testa Rossa e, o coroamento joia, uma Ferrari 250 GTO.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas têm pneus de borracha

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Best

Série

Referencia nº 9133 preço 4450$00

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País – Itália

Anos de fabrico  a

 


publicado por dinis às 21:59
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Terça-feira, 19 de Março de 2024

Dino Ferrari - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Dino Ferrari - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1147ª – Ferrari Dino 246GT Giro D´Itália 1975 Vitesse    

Ferrari Dino 246GT  Giro Itália 1975 36º nº 358 De Gregori / Pasquini

Depois do 317ª – Ferrari Dino Berlinetta Politoys

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/1281711.html

312ª – Ferrari 246 GTS Norev

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/dino-um-olhar-sobre-as-minhas-1278691

Modelo real

O Giro d' Italia em Automobilismo em 1975, começou em Torino no sábado, a 12 de outubro de 1975, e termina novamente em Torino na sexta-feira, 17 de outubro. A competição inclui uma série de etapas nas várias pistas italianas, Monza, Imola, Misano, Vallelunga e várias provas de subida ao longo do percurso de ligação.

Os mais sofisticados protótipos alinhara à partida onde se destacavam o novo Abarth SE 031, derivado do 131 Miriafiori e equipado com o motor V6  e o Alfa Romeo Sradale uma carroçaria semelhante Alfa Romeo T 33  visto no Campeonato de Mundial de Marcas, mas agora fechado,  dotado de um motor V8 do Alfa Montreal.  A  Lancia tinha 3 Stratos de especificação do Grupo 5 além dos Porsche Carrera , De Tomaso Pantera e outros.

Um total de 91 carros participaram do Giro d'Italia deste ano, incluindo os Grupos de 1 a 4 e os protótipos, onde vamos encontrar um Dino Ferrari nº 358 para  De Gregori / Pasquini.

O Lancia Stratos Malboro de Carlo Facetti tomou o comando da prova no circuito de Monza.   

Os problemas do 33 Stradale com Androuet/Carlotto em Monza começam com o motor a não conseguir funcionar regularmente e a continuam nas etapas seguintes em Imola e Misano, porém o grande potencial do carro permite-lhe assumir a liderança da corrida.

Apesar dos problemas de motor, o carro da Autodelta conseguiu prevalecer sobre o Fiat 031 de Pianta-Scabini e o Lancia Strato HF turbo de Munari-Manucci.

Mas os problemas com o motor aumentaram com um vazamento de óleo que se tornou cada vez mais ameaçador, até o V8 do Alfa emitir uma nuvem de fumo azulado e durante a etapa de Vallelunga o V8 cedeu e o 33 Stradale foi forçado a abandonar.

Os circuitos fechados e vias públicas eram os lugares ideais para os Porsche 911 Carrera a mostrarem o seu alto desempenho.

O RS e De Tomaso Pantera ocuparam os primeiros lugares, seguindo o protótipo SE031.

Na Lancia Corse, R. Pinto retirou-se devido a problemas na caixa de velocidades e S. Munari terminou em 6º.

O Abarth SE031 escapou por pouco e conquistou a vitória, salvando a face da Abarth, com o  2º e 3º lugares a ficarem para  a Porsche e em ultimo lugar lá está o Ferrari Dino 246 GT com o nº 358 pilotado por  De Gregori / Pasquini 1:56:52.800 no Gr.3+2.0 em 36º.       

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Vitesse

Série Limited Edition 0334/5000

Referencia nº L 052 preço 3290$00 

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País – Portugal, feito na China

Anos de fabrico  a

 


publicado por dinis às 18:26
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Domingo, 17 de Março de 2024

Ferrari 750 Monza - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Ferrari 750 Monza - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1145ª – Ferrari 750 Monza Goodwood 1955 Best   

Ferrari 750 Monza Chassi 0496M 9h Goodwood 1955 - Hawthorn / de Portago #6

Modelo real

O 750 Monza foi um dos muitos protótipos esportivos utilizados pela Ferrari em meados da década de 1950. Uma das principais linhas derivou mecanicamente do 625 Fórmula 1 em 1952: por um lado foram desenvolvidos o 625 TF e o 625 LM; por outro lado, a família de 700S, 735 Monza e 750 Monza foi gerada e apresentada em 1954.

O Marquês de Portago passou a competir apenas com Ferrari, em Novembro de 1954 na Carrera Panamericana, com uma Ferrari 735 S inscrita pela Scuderia España. O carro teve que ser reparado e atualizado para as especificações do 750 das especificações originais do 735, após um acidente nos treinos durante o Tourist Trophy em Dundrod.

O gosto do Marquês de Portago não terá agradado ao pessoal da Ferrari quando usou tinta de casa para pintar seu carro de preto à mão. Fon e seu colega argentino Roberto Mieres dirigiram junto o reconhecimento do percurso da corrida, mas na corrida, os dois homens pilotaram sozinhos, Marquês de Portago, a Ferrari preta, e Mieres, um Osca MT4 1500cc,

O Marquês de Portago com a Ferrari 750 Monza preta correu nas primeiras Bahamas Speed Weeks em dezembro de 1954. O motor do carro foi reconstruído em Nassau por dois mecânicos da Ferrari, Giannino Parravicini e Enzo Monari, e lhe permitiu sair-se bem nas corridas, com três vitoria na classe e muma vitórias à geral

Para a época de 1955 «, a Ferrari vendeu-lhe uma Ferrari 625, mas as suas saídas na Fórmula 1 foram restritas a corridas fora do campeonato.

Para as outras provas utilizava o Ferrari 750 Monza Chassi 0496M concluído no início de 1955,e vendido como novo ao espanhol Marquês Alfonso de Portago. a estreia foi a 20.8.1955 em Sebring

Alfonso de Portago tornou-se membro da Scuderia Ferrari. Enzo Ferrari, que era bastante nobre, ter um Marquês (de Portago) e um Conde (Wolfgang von Trips) em sua equipe ao mesmo tempo deve ter parecido um grande golpe.

Fon foi 8º no Grande Prêmio de Pau, mas no dia 7 de maio danificou o carro no Troféu Internacional de Silverstone, quebrando a perna. recuperou em apenas três meses, voltando novamente para as 9 Horas de Goodwood, onde compartilhou o seu Ferrari 750 Monza com Mike Hawthorn

Durante os treinos foi o mais rápido com 1:36.200 e assim ocupar o primeiro lugar na grelha de partida.

Na prova não terminou com problemas na caixa.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Best

Série

Referencia nº 9045 preço

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País – Itália

Anos de fabrico  a


publicado por dinis às 19:52
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Quarta-feira, 13 de Março de 2024

Ferrari 166 MM spyder stradale - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Ferrari 166 MM spyder stradale - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1141ª – Ferrari 166 MM spyder stradale Art Model

Ferrari 166 MM Barchetta Touring1948

Clemente Biondetti veio a Vila Real em 1952 em Ferrari 166 MM Barchetta Touring e  o primeiro modelo da Ferrari a entrar em Portugal.

Modelo real

O primeiro Barchetta da Ferrari foi o chassi 0002M, estreado no Salão de Turin em Setembro de 1948.carroçado por Touring Superleggera em forma de barchetta, foi para os Estados Unidos, sendo propriedade de Tommy Lee em Los Angeles e agora faz parte da coleção Robert M. Lee em Reno.

O objectivo eram as provas de longa distância, como as Mille Miglia , de onde deriva a sigla “MM” e em homenagem à vitória do seu antecessor “166 Sport” na corrida, o Ferrari 166 MM também designado de Barchetta, pois a forma da sua carroçaria evoca-nos um pequeno barco (barchetta em italiano).

Para a edição de 1949, os carros foram pintados com os horários de largada como números de corrida. O carro 0008M recebeu o número 624 porque saiu de Brescia às 6h24. Isso também tornou mais fácil para os espectadores acompanharem o andamento da corrida.

O Ferrari 166 MM Barchetta (0008M) foi pilotada pelos italianos Clemente Biondetti e Ettore Salani. Biondetti obteve sua quarta vitória na Mille Miglia em 1949, tornando-o o piloto de maior sucesso até agora na história da competição. Ele também venceu as corridas de 1938, 1947 e 1948.

A 26 de junho de 1949 o carro 0008M também venceu as 24 Horas de Le Mans não foi organizada durante 10 anos por causa da Segunda Guerra Mundial.

Clemente Biondetti veio a Vila Real em 1952, onde foi 3º

Bob Lee, foi o proprietário das duas famosas 166 Barchettas ressaltou que o 0002M, o modelo Tommy Lee, era “a versão deluxe, o carro esportivo, enquanto o carro Chinetti é a versão simplificada”. contou uma história surpreendente sobre como a Ferrari Chinetti quase não venceu em Le Mans. a verdade, quase não correu.

Na noite anterior à corrida, Enzo Ferrari estava preocupado com a possibilidade de Barchetta registrar uma não finalização, então ligou para Chinetti e pediu-lhe que retirasse a inscrição. Chinetti garantiu à Ferrari que trabalhou dia e noite para consertar tudo no carro e garantiu que terminaria a corrida.

Lee destacou que o 0008M terminou em primeiro lugar na frente dos carros cujos motores tinham três vezes a cilindrada do pequeno V-12 do Barchetta de 60 graus de 1995 cc original de Gioacchino Colombo, fornecendo 166 cc por cilindro e dando ao carro o famoso nome “166”. O único comando no cabeçote é encimado por um trio de carburadores Weber e combinado com uma transmissão de cinco marchas. Os freios a tambor atrás das rodas de arame Borrani finalizam um pacote que pesa cerca de 1.430 libras.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas têm pneus de borracha e Jantes raiadas.

Fabricante Art Model

Série Ferrari Story

Referencia nº 005 preço

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País – Itália

Anos de fabrico  a


publicado por dinis às 18:25
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Segunda-feira, 11 de Março de 2024

Ferrari 330 P4  - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Ferrari 330 P4  - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1139ª – Ferrari 330P4 412P Brumm

Ferrari 330P4 412P  o último 412P chassis 0854

Depois dos

1057ª – Ferrari 330 P4 1967 Brumm  

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/ferrari-330-p3p4-412-um-olhar-sobre-1793156

1070ª – Ferrari 330 P3 1966 Brumm  

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/ferrari-330-p3-um-olhar-sobre-as-1801862

1092ª – Ferrari 330-P3 HP 120 1966 Brumm

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/ferrari-p3-spider-um-olhar-sobre-as-1814513

o último Ferrari 412 P4 0854

1121ª – Ferrari 330P4 Spyder Le mans 1967 Amon Vaccarella

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/ferrari-330p4-spyder-um-olhar-sobre-1831883

que posteriormente veio a Vila Real na versão fechada e por isso voltei a comprar outro.

Uma vez que já tinha, o da Mercury

41ª – Ferrari 330 P4 Mercury

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/ferrari-330-p4-um-olhar-sobre-as-1099180

237ª – Ferrari P3/P4 Mercury transformado

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/ferrari-330-p3-um-olhar-sobre-as-1340948

Modelo real

Quatro Ferrari 412 P foram criados para a temporada de 1967, dois foram montados a partir de um par de 330 P3s 1966 de fábrica, chassi 0844 para NART e chassi 0848 para Scuderia Filipinetti. Os outros dois 412 P eram novos, o primeiro o chassi 0850 para Ecurie Francorchamps e segundo e último 412P chassi 0854 foi para a Concessionárias Maranello em Inglaterra, terminado em vermelho com a marcante faixa azul da equipe britânica, entregue no fim de semana de testes de Le Mans de 1967 (8 e 9 de abril), mas o carro não competiu.

A sua estreou foi nos 1000km Spa  a 1º de maio, onde Richard Attwood e Lucien Bianchi se classificaram em sétimo.

A seguir foram as 24 Horas de Le Mans (10 e 11 de junho). Para este evento, Attwood foi acompanhado por Piers Courage e que abandonou.

Nas 6 horas de Brands Hatch a Ferrari teve que pontuar bem para garantir o Campeonato Mundial de mais de dois litros de 1967 da Porsche. Attwood foi codirigido na Brands por David Piper. Eles se classificaram em décimo e terminaram em sétimo no geral.

Depois de Le Mans, a FIA anunciou que um limite de motor de três litros para protótipos seria introduzido em 1968. Isso significava que carros como o 412 P teriam um número drasticamente reduzido de eventos para competir.

A Concessionárias Maranello vendeu o 0854 durante no outono de 1967, ao seu habitual cliente David Piper para substituir seu antigo 365 P2 (chassi 0836). Antes de 0836, Piper havia feito campanhas variadas com 250 GTO e 250 LM.

David Piper repintou em verde, sua marca registrada, e volta a Vila Real depois do lugar em 1958 com o Lotus 11 voltou em 1968, com o Ferrari que há duas semanas triunfou na 200 Milhas de Nuremberg.

Foi 2º classificado depois de Mke de Udy em Lola Chevrolet, agora na 2º vitoria em Vila Real 

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Brumm

Série Oro

Referencia nº161 preço 1515$00

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País – Itália

Anos de fabrico  a


publicado por dinis às 19:01
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Quinta-feira, 22 de Fevereiro de 2024

Ferrari 330P4 Spyder - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Ferrari 330P4 Spyder - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1121ª – Ferrari 330P4 Spyder Le mans 1967 Amon Vaccarella

Ferrari 330 P3/4 #0846 - Ferrari V12/60° 3v 3980 cc

Após a vitoria da Ford em Le Mans de 1966, a Ferrari apresenta o novo 330P4 em 1967, a corrida de estreia foi as 24 horas de Daytona, 330P4 venceu a corrida com as duas primeiras posições frente aos poderosos Ford e Chaparral.

1057ª – Ferrari 330 P4 1967 Brumm   

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/ferrari-330-p3p4-412-um-olhar-sobre-1793156

1070ª – Ferrari 330 P3 1966 Brumm   

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/ferrari-330-p3-um-olhar-sobre-as-1801862

1092ª – Ferrari 330-P3 HP 120 1966 Brumm

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/ferrari-p3-spider-um-olhar-sobre-as-1814513

Modelo real

Em 1966, no circuito de La Sarthe, o nº 20 em Le Mans era o do Ferrari 330 P3 de Lodovico Scarfiotti/ Mike Parkes e que abandonou á 9 hora por acidente e no ano seguinte o nº 20 pertenceu a Amon Vaccarella um Ferrari P4 spyder que abandonou uma hora mais cedo.

Para as 24 Hours du Le Mans de 1967 na 35º prova foram nos dias 10 e 11 de junho 1967 em Le Mans, França no autódromo francês, Circuit de la Sarthe, um grupo de quatro Ferrari 330 P4 esteve na partida.

Pelo número de inscrição temos o Ferrari 330 P4 Coupé chassis 0860 nº19 para Gunther Klass / Peter Sutcliffe

O Ferrari 330 P4 Spyder Nº20 ou Ferrari 330 P3/4 #0846 para Chris Amon / Nino Vaccarella.

O  Ferrari 330 P4 Coupé chassis no. 0858 nº21 para Ludovico Scarfiotti / Mike Parkes

O nº23 Ferrari 330 P3/P4 412 P #0854 para Richard Attwood Piers Courage

O Ferrari 330 P4 #0856 -nº 24 para Willy Mairesse/ Berlys

O vencedor foi Dan Gurney/A. J. Foyt Ford GT40 Mk.IV Ford 7.0L V8 com 388 voltas e em segundo com menos quatro voltas o  o Ferrari nº 21 da Ferrari SEFAC        de Ludovico Scarfiotti Mike Parkes Ferrari 330 P4 Ferrari 4.0L V12 384, seguido do nº 24                     Equipe Nationale Belge com Willy Mairesse / Jean Blaton no Ferrari 330 P4 motor Ferrari 4.0L V12 e 377 voltas percorridas.

O nº 20 da Ferrari SEFAC com  Chris Amon/Nino Vaccarella Ferrari 330 P3 Spyder e um motor Ferrari 4.0L V12 abandonou na 105 volta na 8 hora com principio de incendio na 105 volta

O nº 20 foi o cartas de 1968.

Modificação na miniatura

De quatro exemplares do Ferrari, a Brumm não fez o 2 e 3º classificado da prova.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Brumm

Série Le Mans

Referencia nº 160 preço1515$00

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País – Italia

Anos de fabrico  a

 


publicado por dinis às 19:10
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Sábado, 10 de Fevereiro de 2024

Ferrari 125 S - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Ferrari 125 S - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1109ª – Ferrari 125S 1947 Brumm

Ferrari 125 S, chassis 02C, Circuito di Pescara 1947, Cortese, #21,

Modelo real

A Primeira Ferrari: A Saga do 125 C/125 S

Ferrari 125 S 1947

Após a Segunda Guerra Mundial, Enzo Ferrari reconstruiu a sua oficina em Maranello, destruída pelas bombas aliadas.

Os testes de estrada sem carroceria foram lançados pelo próprio Enzo em 12 de março de 1947. O 12 cilindros com tripla carburação para o 125 C ,o “C” significa Corsa ou corrida  e 125 para o deslocamento de cada cilindro, sua potência era de 118 cavalos. a 6.800 rpm em uma taxa de compressão elevada de 7,5:1 para 9,5:1, o que exigia combustível especial. Sua linha vermelha de 7.000 r.p.m. era muito alto para aquela época e uma caixa de velocidades de cinco marchas, outra novidade.

O desenho era simples, mas elegante, com dois diminutos para-brisas individuais, para condutor e passageiro. O Ferrari 125S e a primeiro de todos os Ferrari.

A 11 de maio de 1947.pilotado por Franco Cortese, não completou a primeira corrida no circuito de Piacenza.

Duas semanas mais tarde, a 25.5.1947 Franco Cortese com o nº 56, venceu o Grande Prêmio de Roma, dando início ao maior mito do automobilismo mundial: a Scuderia Ferrari.

A cidade de Pescara em Itália, banhada pelo Mar Adriático, iniciou em 1924, a Coppa Acerbo, vencida por Enzo Ferrari, que na época pilotava pela Alfa Romeo. Em 1934, um acidente que tirou a vida do jovem Guy Moll, acabado de ser contratado por Enzo Ferrari que fundou sua própria equipe em 1929, depois de deixar a Alfa Romeo.

A corrida tinha início e o seu fim em Pescara e ligando as duas vilas nos arredores à cidade, o circuito é composto, essencialmente, de duas retas e um trecho sinuoso que formava um triângulo de 25,579 km de extensão. além do perímetro urbano, era disputada em ruas estreitas e irregulares, com boa parte das vias do interior da Itália naquela época, e a recta principal, a da boxes com nada menos que 6 km de extensão. O circuito de Nurbeugring, Nordschleife tem 22,8 km. considerado o Inferno Verde. ´

Depois da 2º Guerra Mundial a corrida foi rebatizada, em 1947, como Gran Premio di Pescara e para reduzir a velocidade, foi instalada talvez pela primeira vez uma chicane artificial na entrada da reta dos boxes  

Cortese, um veterano que já corria há 20 anos participou com o Ferrari 125 S, chassis 02C, #21, participou no XXIII Circuito di Pescara, Coppa Acerbo realizado a 15.8.1947 num percurso de 25.800 kms fez a volta mais rápida a 126,810Km/h para terminar em 2º depois de Vincenzo Auricchi em Stanguellini S1100.

Franco Cortese no Ferrari 125 S fez as 20 voltas em 4:33:50.400 e percorreu os 516.000 kma media de 113.058Km/h,onde ainda foi 1º na categoria Sport 2.0 a media de 126.810Km/h O 3º foi Bonetto     num Maserati também com 20 voltas. e Beltracchini no Auto Avio Construzioni Tipo 815, não terminou.

Modificação na miniatura

Miniatura dotada de um sistema de transmissão eixo traseiro e suspensão.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Brumm

Série Oro

Referencia nº 183 preço

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País – Itália

Anos de fabrico  a


publicado por dinis às 17:24
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Quinta-feira, 8 de Fevereiro de 2024

Lancia Ferrari D50 um carro modificado pela Ferrari  - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Lancia Ferrari D50 um carro modificado pela Ferrari  - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1107ª – Lancia Ferrari D50 1955 Brumm

O Ferrari F1 Lancia D50 N 1 no British GP pilotado por Juan Manuel Fangio

Na Alemanha volta a ter o nº1 e vencer a prova e o campeonato de 1956.mas não têm o nariz metalizado

Modelo real

A Lancia já há muito que não participava em competições oficialmente quando Gianni Lancia, filho do fundador da marca Vicenzo Lancia resolveu voltar às corridas.

As vitorias n0 Targa Florio e nas Mille Miglia. entusiasmam   Gianni a entregar ao engenheiro Vittorio Jano a tarefa de projetar e construir um Formula Um, o Lancia D50 para a Scuderia Lancia em 1954, o carro usava muitos recursos inovadores.

O motor dianteiro de 2,5 litros, 8 cilindros, 90º V, 250CV/8100 rpm, era alimentado por uma mistura de gasolina de avião, benzeno e álcool. na parte dianteira do carro e tinha função de sustentação, tornando-se parte estrutural do chassi, economizou espaço e peso de estrutura de sustentação do grupo motor-caixa de velocidades, a possibilitar à Jano fazer um carro com baixo centro de gravidade passando o eixo cardã ao lado do piloto, para compensar a inércia.

O Lancia D50 ficou pronto a tempo de ser estreado na última prova da temporada de 1954, Alberto Ascari no GP de Mônaco de 1955 quando o líder da prova, após falha no motor do Mercedes de Stirling Moss, perdeu o controle na chicane do Porto e mergulha do mar, com carro e tudo.

Ascari nadou até a um barco de apoio e foi resgatado com apenas uma fratura no nariz. Quatro dias depois, o piloto da Lancia sofreu um acidente em testes no autódromo de Monza, e morreu.

Dificuldades financeiras, levam a Lancia a entregar os ativos da Scuderia Lancia à Scuderia Ferrari.

A Ferrari continuou a desenvolver o carro, nota-se algumas modificações como a barra estabilizadora na suspensão dianteira e os tanques junto à carroçaria.

O carro foi rebatizado como "Lancia-Ferrari D50" e posteriormente para "Ferrari D50".

A hierarquia era Juan Manuel Fangio, Peter Collins, Mike Hawthorn, o italiano Luigi Musso e o espanhol Alfonso de Portago. Fangio venceu na Argentina, numa condução partilhada por Musso, enquanto Collins triunfou na Bélgica e em França. Fangio reagiu com vitórias em Silerstone e Nurburgring, e quer o argentino, quer o britânico, eram os favoritos ao título na ronda final, em Monza, para o GP da Europa a  a 2 de Setembro, as indicações de Ferrari a Luigi Musso era ceder o seu carro, em casode problemas com algum dos seus companheiros de equipa, mas quando Fangio parou, pouco depois, Collins para nas boxes e entregou o carro a Fangio, dizendo que "ele teria mais chances de ser campeão". acabou na segunda posição, conseguindo os pontos suficientes para o quarto campeonato, terceiro seguido.    

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Brumm

Série Oro

Referencia nº 76 preço

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País - Itália

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publicado por dinis às 17:50
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