Terça-feira, 23 de Janeiro de 2024

Citroën DS 19 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Citroën DS 19 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1091ª –   Citroen DS 19 cabriolet 1961 Rio    

Citroën DS 19 Décapotable – O primeiro Chapron

Modelo real

Henri Chapron carroçou vários Morris, Léon Bollée, Hispano-Suiza, Bugatti, Delage, e mais tarde, Delahaye, Talbot, Packard, Buick, Cadillac, Graham Paige. Após a Segunda Guerra Mundial, continuou o seu trabalhar na Delahaye, Hotchkiss, Salmson mas, à medida que mais e mais carros eram construídos em linhas de montagem, muitas empresas de carroçarias tiveram de fechar.

A Chapron, colaborou com a Citroën, no fabrico de várias peças de chapa para os protótipos Citroën DS, apresentado no Salão Automóvel de Paris em Outubro de 1955,

Henri Chapron imagina uma versão descapotável do DS 19, e para a primeira unidade utiliza um chassi da versão Break com maior distância entre eixos, simplesmente porque já possuía vários reforços necessários, que eram necessários nas regiões mais baixas.

O primeiro cabriolet Henri Chapron apresentado no Salão do Automóvel de Paris em 1958, era pintado em dois tons.

Dois anos de colaboração, levou a Citroën  e Henri  equacionarem um Cabriolet de Série, construído com algumas modificações como reforços adicionais, alongamento das portas dianteiras e, juntos, etapa por etapa, eles revisaram a construção do cabriolet para minimizar seu custo.

A Citroën enviou as primeiras plataformas DS 19 a Henri Chapron para que este construísse o Cabriolet de Série no final de 1960. O Daily Variety de 20 de julho de 1961 observou que Cary Grant havia “telefonado para a Citroën para encomendar um carro novo para uso no filme “That Touch of Mink”. A fábrica teria enviado seu modelo de exibição conversível para o estúdio sem hesitação e o carro teve destaque no filme, conquistando publicidade importante para o modelo.

Chapron construiu 389 exemplares e a própria Citroën entregou 1.365 exemplares. Chapron iniciou a produção em 1958 e construiu o último em 1973. A Citroën fabricou o seu próprio no período 1960-1971.

Um bocado de tinta saiu, um acidente normal de quando se abriam as portas de certas miniaturas aconteceu depois de fotografado.

Modificação na miniatura

Os decalques e os frisos laterais ainda estão por colocar.

Um bocado de tinta saiu, um acidente normal de quando se abriam as portas de certas miniaturas aconteceu depois de fotografado e ainda não retocado.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Rio

Série

Referencia nº86 preço

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País – Itália

Anos de fabrico  a

 

 

 

 

 

 

 

 


publicado por dinis às 18:59
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Quarta-feira, 27 de Dezembro de 2023

Citroen Xantia - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Citroen Xantia - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1064ª – Citroen Xantia Burago

"Xantia" provem de "Xanthos", que em grego significa amarelo ou dourado

Modelo real o grupo PSA cntinua a desenvolver dus gamas paralelas e concorrentes. O novo Peugeot 406terá três carroçarias coma o Citroen Xantia.

O Citroen o Xantia, foi apresentado à imprensa em dezembro de 1992 foi desenhado por Daniel Abramson do Centro de Estilo de Bertone. e lançado a 4 de março de 1993, como um automóvel da gama média para substituir o Citroën BX.

a tradicional suspensão hidropneumática estreada no mítico ID/DS e proporcionando elevados níveis de conforto e eficácia.

A evolução da tecnologia de suspensões estreada no XM, continuava no Xantia era agora denominada de Hydractive, onde a Citroën prescindia dos amortecedores e molas de uma suspensão convencional e no seu lugar encontrávamos um sistema composto por esferas de gás e líquido, que nas versões mais equipadas tinha, inclusivamente, controlo eletrónico, que analisava o ângulo do volante, acelerador, travagem, velocidade e deslocamentos da carroçaria, para determinar qual devia ser a rigidez das suspensões.

O gás, comprimível, era o elemento elástico do sistema e o fluído, incomprimível, fornecia a sustentação a este sistema Hydractive II. Era esta solução que providenciava níveis de conforto referenciais e aptidões dinâmicas acima da média, adicionando propriedades autonivelantes ao modelo francês.

O avançado sistema de suspensão hidropneumática estava disponível em todas as versões, proporcionava um o conforto único, segurança e prazer de condução, proporcionado pela tecnologia Hydractive II, um sistema de suspensão hidropneumática controlado eletronicamente, teve na sua expressão máxima na versão Activa aperfeiçoada em 1994, onde foram adicionadas mais duas esferas que atuavam sobre as barras estabilizadoras, com o Xantia ganhar muito em estabilidade, com o novo sistema anti-rolamento SC-CAR, que lhe permitia manter-se completamente plano. Disponível nas versões SX e VSX e nas motorizações 1.6i, 1.8i 16v, 2.0i 16V, 2.0i Turbo c.t. (Constante Tourque) e também nas versões topo de gama com os motores 3.0i V6 24V.

Dotado de uma tecnologia de ponta para 1993, tem um a caixa de velocidades automático considerado inteligente, que reduz as marchas sem que necessariamente o motorista pise no freio, mas conforme as condições de piso, declives, etc. Também se adapta ao modo de dirigir do motorista nas condições "normal" ou "desportiva", além de uma opção "neve" para pisos nevados.

Produzido entre 1993 e 2002 – o Xantia também também foi produzido na China em 1996 e 1997 e no Irão até 2010 – o Xantia tornou-se num automóvel emblemático da história da Citroën. Quando a produção terminou na Europa em 2002, a empresa iraniana SAIPA continuou a sua produção no Irão até setembro de 2010.

 

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico e rápidas.

Fabricante Burago

Série

Referencia nº 4165 preço

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está junta à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.

País - itália

Anos de fabrico  a

 

 


publicado por dinis às 22:14
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Sexta-feira, 8 de Dezembro de 2023

Citroen 2CV /Bimoteur - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Citroen 2CV /Bimoteur - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1047ª – Citroen 2CV Sahara 4x4 1960 Vitesse  

Citroen 2CV Sahara 4x4/Bimoteur open 1960

Se um falhasse, o outro podia leva-lo até ao destino.

Modelo real

A colocação de dois motores no Citroen 2CV já havia sido feito por alguns concessionários da Citroën dos anos 50.

Mas os primeiros protótipos da Citroen foram mostrados à imprensa em Ermenonville a 7 de março de 58, o carro pesava 640 kgs e consumia entre 9 a 11 litros de gasolina, e estava equipado com pneus Michelin X 155 x 400, com 0,7 de bar de pressão.

A homologação só foi obtida em Outubro de 1960, com a produção a começar oficialmente em Dezembro de 1960, com a designação de 2 CV AZ 4/4, a ser produzido pela Panhard, que desde 1955 produzia o 2CV AZU.

Nascia assim o Citroën 2CV Sahara, o primeiro e único automóvel de dois motores em produção e vendido nos concessionários até hoje, para ser utilizado nas colônias francesas na África e Ilhas do Pacífico e a Citroën demonstrar o seu interesse na investigação petrolífera no Sahara.

O Citroën 2CV Sahara AZ 4x4 bimotor de tração nas quatro rodas Não é o primeiro carro com dois motores conhecido, mas a forma como concretizou essa ideia é ainda mais desconcertante. Se grande parte da capacidade de tração do 2CV provinha do facto que a tração dianteira é extremamente eficaz por concentrar o peso do motor em cima do eixo de tração, porquê gastar dinheiro em engenharia para levar uma transmissão até lá atrás? Lefebvre tinha uma solução melhor.

Colocando um motor inteiro sobre o eixo traseiro, completo com a sua própria caixa de velocidades, imediatamente criava um 4x4 com o dobro da potência do 2CV original. Lefebvre inverteu o motor traseiro, colocado em posição simétrica oposta ao dianteiro (em referência ao centro do 2CV. o 2CV mantinha o habitáculo inalterado, ficando sem o espaço apenas na bagageira.

O Citroën 2CV Sahara apresentava um chassi especial, suspensão reforçada, rodas mais largas, um par de tanques de combustível debaixo dos bancos dianteiros e inúmeras modificações que lhe permitiam enfrentar terrenos e climas adversos. Em 1962, após a independência da Argélia, a Citroën abandonou a denominação Sahara e o carro passou a denominar-se oficialmente 2CV 4x4. Acredita-se que foram montadas um total de 695 unidades.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Vitesse

Série La collection

Referencia nº 037 C preço 2955$00

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País – Portugal

Anos de fabrico  a

 


publicado por dinis às 23:06
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Quinta-feira, 23 de Novembro de 2023

Citroen 2cv Azlp Malle Bombée - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Citroen 2cv Azlp Malle Bombée - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1032ª – Citroen 2CV 1957 open roof Vitesse

Citroen 2CV AZLP 1957

Modelo real

Um dos carros mais reconhecidos em todo o mundo, era mesmo, um carro do povo. Equipamento não existia pois do carro faziam parte o chassis, suspensão, bancos em pano, volante e motor.

No 2CV a mala era coberta no início por uma lona que chega a placa de matrícula, preso na parte inferior da carroceria das portas traseiras, originou o aparecimento de acessórios conhecidos por "Portes de Malle". " um pequeno aumento da mala muito mais cómoda, fechada como uma porta, foram propostas por Pecazaux, Guilleman Record, Blondin Neuilly, E.R, SMARTS :

A Citroën viu nestes acessórios, um espaço para apresentar no mercado francês o mesmo aumento no 2CV AZLP, com o P de Porta mala, disponibilizado a partir de setembro de 1957.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Vitesse

Série La colection

Referencia nº 525 1 preço

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País - Portugal /China

Anos de fabrico  a

 


publicado por dinis às 17:56
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Quinta-feira, 31 de Agosto de 2023

Citroen 15 CV 1952 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Citroen 15 CV 1952 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

951ª – Citroen 15 CV 1952 Solido

Para passeio e provas automobilísticas

Modelo real

André Citroën construiu alguns Citroen 22 com motor V8. e expô-los nos Salão do Automóvel de Paris e Bruxelas em Outubro e Dezembro de 1934. O V8 de 100 cv foi feito a partir de dois blocos de 11 CV, o 22 era suposto atingir velocidades de 140 km/h

Em 21 de dezembro de 1934, a empresa foi oficialmente declarada falida e André Citroën morreu, a 3 de Julho de 1935e a Michelin ter pago as dívidas da Citroën, avançou com a produção do Traction Avant. o seu automóvel de sonho.e  cancela o Citroen 22 equipado então com um motor V8 e programa um seis em linha.

O novo motor de 2,9 litros de 6 cilindros. era basicamente o 4 cilindro do 11. com mais dois cilindros extras. Obrigou a um nariz visivelmente mais longo que o do 11, embora os custos com ferramentas fossem mantidos sob controle usando as asas dianteiras e os faróis do 11. O 15-Six era um carro mais pesado, com bancos de veludo e um pouco mais de cromados. Poderia atingir mais de 130 km/h, embora nessas velocidades engolisse cerca de 20 litros de gasolina a cada a cada 100 km

O primeiro lote de carros, todos sedans pretos, vendido a clientes selecionados e testados em campo por executivos da Citroën ou da Michelin entre maio-junho de 1938, com um 15-Six lançado oficialmente em Outubro de 1938, o último salão de Paris, antes da guerra, utilizavam as atraentes rodas Michelin Pilote. E as cores do Six eram de cor creme (os 11 Normale / Longue tinham vermelhos e os 7/11 Légère eram amarelos brilhantes). A grade do 15-Six foi então pintada de preto e seus faróis foram totalmente cromados. apenas cerca de três foram fabricados no final de 1939 e talvez mais alguns em 1946-47. O carro de “Madame Michelin” de 1939, é o único com uma história totalmente rastreável, então pode ser o único roadster 15-Six genuíno. em existência.

no final de 1952, ou seja 18 anos após o início de sua produção, toda a linha Traction Avant recebeu um porta-malas maior, novos interiores, piscas dianteiros e traseiros, limpadores de pára-brisa montados na capota e outras pequenas mudanças.

João de Lacerda comprou então um exemplar para utilizar em viagens e participações em provas automobilísticas, entre elas o XXI Rally de Monte Carlo em 1951. Volta no ano seguinte com Jaime Azarujinha, com outro Citroën “Arrastadeira”. Dos 328 automóveis presentes à partida, apenas 163 chegaram ao final e entre os 15 sem penalização, um brilhante 13º lugar absoluto, sendo o melhor de todos os carros da marca à chegada. Repetiria a prova por mais duas ocasiões, em 1953 e 1954, com o mesmo Citroën.

Os dois Citroën 15-Six de João de Lacerda não puderam ser recuperados, pelo que adquiriu um modelo semelhante em França, recuperado em Portugal, com a ajuda de Jacques Touzet e de Antero Marques Paiva.

A famosa matrícula HF-16-83, voltou a ser atribuída ao “novo” Citroën 15-Six, que se encontra  no Museu do Caramulo.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Solido

Série Age d´or

Referencia nº 4103 preço

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País - França

Anos de fabrico  a


publicado por dinis às 23:51
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Terça-feira, 22 de Agosto de 2023

Citroen dois cavalos - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Citroen dois cavalos - Um olhar sobre as minhas miniaturas

942ª – Citroen 2CV 1948 Closed roof Vitesse

Um catálogo em formato peque vinha com a miniatura e eu agora a começar a guardar somente as caixas acrílicas, enquanto continuava a desfazer-me dos invólucros  de cartão.

Modelo real

Naquela quinta-feira, 7 de outubro de 1948, a Citroën apresentou o 2cv à imprensa a particulares no Salão Automóvel de Paris. O 2cv surpreende e choca mais do que seduz. Além das suspensões incrivelmente macias, o mais novo em espinha surpreende pela sua linha, muito típica de antes da guerra com pára-lamas marcados e faróis não integrados numa época em que a moda era a linha de pontões, com os faróis integrados nos pára-lamas com o estilo dos automóveis americanos da época. Aliás, saiba que o outro grande Citroën da época, o Traction Avant, também começa a sofrer com a falta de modernidade estética…

O sucesso chega rapidamente ao ponto de encontro e a partir de 1952 é preciso esperar 5 anos para ter o seu 2cv. Em Levallois, onde é produzido o 2cv, depois de um arranque difícil, a corrente funciona a todo vapor e ainda assim não é suficiente para evitar listas de espera.

Do lado técnico, o 2cv Tipo A tem suspensão de braço e acima de tudo está equipado com batedores de inércia que mantêm a roda plana no solo aconteça o que acontecer.

O novo motor boxer de dois cilindros refrigerado a ar com cilindrada de 375 cc, desenvolvendo 6,6 kW (9 cv).

Com apenas 1 farol traseiro e limpa pára-brisas com acionamento por cabo do velocímetro (a velocidade de limpeza depende da velocidade de condução

Nos protótipos, a transmissão tinha uma marcha à ré e três marchas à frente, na série foi adicionado um overdrive, que era marcado com “S” no padrão de mudança e só podia ser trocado a partir da 3ª marcha.

Foi possível iniciar todos os modelos com manivela.

O  Citroën 2CV tinha uma potência de 9 cv e a sua velocidade máxima rondava os 70 km/h. Isso dificilmente permite que o carro atinja 65 km/h, desde que seja conduzido em uma estrada plana e sem vento contrário. No entanto, esta baixa potência beneficia o consumo de cerca de 6 l/100 km, um valor irrisório para a época.

Este primeiro 2cv evoluirá muito pouco esteticamente. Os primeiros anos foram de facto dedicados ao desenvolvimento do 2cv e ao aumento da produção. Única evolução estética, as divisas inseridas em oval foram abandonadas em junho de 1952 por divisas sem oval.

Um dia comecei a deixar as miniaturas protegidas do pó … assim voltou para a caixa o seu túmulo.

E hoje surgiu ns bancas a segunda edição dos Veículos Militares da Altaya

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Vitesse

Série

Referencia nº 520 -1 preço

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País - Portugal

Anos de fabrico  a

 

 

 


publicado por dinis às 19:41
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Terça-feira, 30 de Maio de 2023

Citroen Mehari - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Citroen Mehari - Um olhar sobre as minhas miniaturas

892ª – Citroen Mehari Norev

Um dos anúncios de venda que ainda andam nos nossos ouvidos.

“Sem capota, com capota ele é jeep é camião Mehari Citroën, Dá Boleia, alegria com mais imaginação, Mehari, Citroën, (…)

Modelo real

O Citroën Méhari tem por base a mecânica do 2CV, ama carroçaria em plástico sobre um chassi tubular e resulta num automóvel muito simples, e faz dele um veículo todo o terreno é muito leve.

A carroçaria é em plástico ABS (acrilonitrilo, butadieno, estireno), composta por 11 peças laváveis a jacto de água mediante um projeto de Roland de la Poype, da SEAB, empresa especializada em plásticos. Que o passou a produzir a carroçaria e o chassis para a Citroen montar o resto, um volante, o painel do 2CV com velocímetro e indicador de gasolina e pouco mais e aí estava um veículo jovem, mas caro. Era a variante do Dyane e do protótipo Citroen 2CV Sahara

A Méhari foi apresentada a 16 de Maio de 1968, no auge do movimento de contestação estudantil francês que a Citroën o apresentou no Campo de Golfe de Deauville, com uma carroceria de plástico ABS, moldado em alta temperatura. já saía na cor desejada, dispensando a pintura.

No primeiro ano de fabricação foi montado em pequenas séries pela Sociedade de Estudos e Aplicações do Plástico (SEAP) em Bezons ( Val-d'Oise ), e as peças mecânicas provenientes da Citroen, com o Méhari a ser construído principalmente na Bélgica, mas também em Espanha e Portugal

No Uruguai foi montado pela Nordex somente com tração dianteira, usando componentes mecânicos provenientes da Citroën Argentina e uma carroceria de plástico reforçado com fibra de vidro, mais fácil de ser produzida no Uruguai com moldes simples ao invés de ser moldada por injeção como era o caso do modelo francês.

Em 1978 surge uma nova versão, com alterações a nível da mecânica e da carroçaria, e um ano mais tarde é apresentada uma versão 4x4, que surpreende pelas qualidades de todo-o-terreno, tilizada no Paris-Dakar de 1980, por uma dezena de Méhari 4×4 levou as equipas de assistência médica durante o seu percurso.

O Citroen Méhari teve na fábrica de Mangualde cerca de  20.000 exemplares de 1968 a 1987 entre elas as edições especiais Plage, de 1983, comercializada em Portugal e Espanha em amarelo, e a série Azur, lançada no mesmo ano em Itália, França e Portugal, limitada a 700 unidades

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Miniatura

Levanta o capô para ver o motor.

Interior detalhado

As rodas são de plástico e rápidas.

Fabricante Norev

Série Plástico

Referencia nº 137 preço

Material – plástico

Material da placa de base – plástico

A base está junta à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País - Portugal

Anos de fabrico  a

 

 

 


publicado por dinis às 19:15
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Segunda-feira, 27 de Março de 2023

Citroen CX Rali - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Citroen CX Rali - Um olhar sobre as minhas miniaturas

831ª Citroen CX 2400 Solido

Citroen CX 2200 Jean Deschaseaux – Jean Plassard Marrocos 1978

Modelo real

Após a competição em provas de terra em França o Citroen CX motivou-se para o Rali de Monte Carlo. Em Africa o CX venceu o Rali do Senegal em 1977.

Quando o CX é lançado, a Citroën prepara-o para ralis e disputa algumas provas do campeonato do mundo, mas o ponto alto da carreira deste modelo, o último a ter alguma ligação técnica ao primeiro DS, seria a vitória no rali do Senegal de 1977, com os cinco CX inscritos a terminarem nos cinco primeiros lugares voltou em 1978 e 1979 e no ano seguinte venceu também em Marrocos.

Escolher o Rali de Marrocos para experimentar um novo modelo é uma aposta difícil. Terminar, simplesmente alinhar no Rali de Marrocos com carros que já se provaram, são vários. Percorrer  4083 km em três etapas, incluindo 1639 km em velocidade pura especial em pistas mais corridas de carros.

o Citroen CX que partiu de Àbdjan chegou a Nice após 9264km na pista africana, foi um sucesso geral uma aventura ligando a Cotte dÝvoire - Cote d'Azur foi uma aventura apaixonante mas não foi um rali de demolição como Marrocos rali ou marcas internacionais em conflito com seus menos

O Citroen CX 2200 era de serie, dispunha de um motor normal de apenas 2175 cc desenvolvendo 110hp DIN a 5500 rpm.

ainda não pode beneficiar integralmente da sua característica de veículo de série, caracterizado por uma insolação e alguns reforços para facilitar a circulação nas vias, mas sem qualquer modificação mecânica, ainda não tinam sido produzidos os  5000 exemplares, teve de passar para a categoria de Turismo Especial

Os construtores que participam do Rallye de Marrocos repartem-se por vários carros para distribuir os riscosmas, a Citroen alinha apenas com um carro confiado a Jean Deschaseaux – Jean Plassard, era um fenômeno de pilotagem nas pistas marroquinas. Nascido no Sul, mas a viver há muito tempo por lá e adquiriu um conhecimento grande da pista que torna este senhor esguio e obstinado, apto a ser o mais rápido sem nunca trabalhar demais ou correr o risco de quebrar o carro, o que, em Marrocos, é uma qualidade essencial foi o único carro que Marlene Cotton entregou para a prova.

Pela assistência que lhe ofereceu ao todo e para todas as três equipas de dois mecânicos Três carros e seis homens, ou seja 10 a 20 vezes por mês que é a concordância! na verdade, o Citroen tinha cerca de 1/10 do sexo principal.

No final em Casabalca chegaram 19 participantes dos 95 que estiveram na partida.

O Citroen CX Jean Deschaseaux – Jean Plassard foi 4º com 21h 44´45´´ com os dois Peugeot à frente com Nicolas-Gamet no 504 Gr IV o primeiro e Lampinen Aho também em 504  seguido de foram os primeiros  seguidos do Lancia Stratus de Munari- Maiga.

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Miniatura

Abre as portas.

Os bancos são rebatíveis.

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante. Solido

Série

Referencia nº  preço

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País - França

Anos de fabrico  a

 


publicado por dinis às 20:15
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Quarta-feira, 11 de Janeiro de 2023

Citroën Traction avant decouvable. - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Citroën Traction avant decouvable. - Um olhar sobre as minhas miniaturas

767ª – Citroen 11 CV 1939 Heller

Um Kit do que dava para fazer de um dia para o outro

O Citroën Traction avant  reproduzido pela Heller é um 11CV  composto por 29 peças e peças em material plástico injetado, contrastando com o da escala: 1/8 um Citroen 15 six., composto por 1005 peças e peças em material plástico injetado.

Modelo real

O Citroen Traction Avant é um automóvel de passageiros francês do período entre guerras, da Segunda Guerra Mundial e do período pós-guerra. As primeiras carros deste carro apareceram em 1934, e a produção em série foi realizada de forma intermitente em 1934-1957.

A Citroën não fabricou conversíveis. Todos foram projetados a partir de sedãns, recortados, reforçados para compensar a contribuição de rigidez normalmente fornecida pelo teto.

Entre os vários construtores de carrocerias encontramos Mersch, A.E.A.T e EDM em França, Phlups e Forest na Bélgica.

Teisseire, titular da patente para transformar sedans de produção em sedans conversíveis, desenvolveu esta actividade. em muitos modelos de veículos, incluindo os da Citroën, que passaram pelas suas oficinas para diversas e variadas transformações. originalmente especializada na transformação de vidros laterais móveis que podem ser transformados em pára-brisas traseiros levou a  A.E.A.T. a efectuar a produção do DS 19 conversível mas com mais segurança com o tecto  transparente para os carros da administração e Presidência muito apreciado pelo General de Gaulle,..

Em 1935, Ansart et Teisseire especializou-se em transformar os Traction Avant em conversíveis com um sistema patenteado "La Décapotable" e estofamento de couro com tapetes combinando, A A.E.A.T. teve como  actividade principal, a transformação da Traction em viaturas de Gendarmerie. Quando em 1937, os Antigos Estabelecimentos Ansart e Teisseire também ofereceram um baú de luxo, denominado “Clássico”, adaptável ao Traction Avant, e  utilizados na construção de carros de polícia para colocar todo o equipamento de rádio essencial.

Os conversíveis podiam ser feitos a partir de 11 ou 15. Os carros eram comprados novos no Quai de Javel e entregues diretamente aos Anciens Établissements Ansart et Teisseire (A.E.A.T.). Para que o Traction recupere sua lendária aderência à estrada, depois de cortar o teto, o eixo dianteiro teve que ser refeito, e foi uma triangulação de velocidade que os encaixou. Este é reconhecível graças às suas barras ajustáveis. Para enrijecer os carros “escalados”, foram adicionados reforços de carvalho à estrutura e um aro central adicional conectava os dois lados ao topo dos pilares das portas. Os carros saíram algumas semanas depois como conversíveis.

42 Traction Avant teriam sido fabricados pela A.E.A.T. entre 1935 e 1957 e destacaram entre os seus concorrentes pela qualidade de acabamento muito superior. Quando em 1950, um Traction 15 Six conversível A.E.A.T. recebeu o Grand Prix d'Honneur no Concours d'Élégance d'Enghien.

Modificação na miniatura

A parte branca foi feita com a ajuda de papel higiénico

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Heller

Série

Referencia nº 159 preço

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País - França

Anos de fabrico  a


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Quinta-feira, 5 de Janeiro de 2023

Citroen 11 Paris Dakar 1980 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Citroen 11 Paris Dakar 1980 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

760ª – Citroen 11 CV L 1939 Heller

Citroën Traction de 1951 Jean-Claude Avoyne e Bertrand Leclerq, readaptada para o Paris Dakar 1/01 a 23/01/1980

Ó Manel, como já não posso ir para a discoteca, vou levar um Kit para me entreter…

Claro, o Armindo não estava lá…  

Bons tempos quando á noite ia para a Ritmin sem deixar de passar no Manel que tinha o Bazar Pinóquio no Centro Comercial D. Dinis.

Tinham chegado uns kits da Helller e lá veio o Citroen e como na caixa dizia: uma versão duas decorações pensei que la dentro estavam os decalques para fazer o do Paris Dakar.

Modelo real

No início do Dakar a prova concebida por Thierry Sabine levava todo o tipo de veículos para a prova do deserto, o que o próprio impulsionava.

Jean-Claude Avoyne mecânico de Yvelines da garagem de Île-de-France decidiu reparar um velha Traction (Citroën), para competir.

O modelo "L" para Light era perfeito para o Rally, economizaríamos apenas 50 kg em comparação com a versão "Normal" de 1.120 kg, e retire alguns acessórios do interior.

O sosso patrocinador principal a Heller financiou-nos até 40.000 francos, com um pagamento de 1/2 na partida e 1/2 na chegada (se o carro voltar para a França).

Em suma, temos após a preparação do carro um orçamento mais do que apertado.

Solução, sem hotel em Dakar, sem passagem de avião e sem barco para a devolução do carro, subiremos com o carro via Mauritânia!!!

A façanha de Jean-Claude que preparou este 51 Traction com motor DS. Passou por quase todos os lugares para surpresa de muitos, em parte graças aos seus pneus 16.

Na verdade, foi a caixa que caiu entre Niono e Timbuktu. Jean-Claude reparou com os meios disponíveis, conseguiu terminar a etapa e descer para Ouagadougou... em 2º!!!!! Lá ele encontrou um naufrágio da Traction com uma caixa em boas condições e conseguiu se juntar ao Dakar para o final do rali!

Enquanto a linha de chegada está à vista, ficamos sem gasolina em Dakar (problema, além de um fifrelin no bolso).

JCA fica com o carro e eu pego um táxi para chegar ao final, peço a um participante que me pague o táxi e a gasolina para terminar (graças a ele).

“Atravessamos a meta tarde, exaustos, arruinados e com a certeza de que o carro nunca mais poderá voltar à estrada.

Vamos acabar desabrigados em Dakar!! quando o Sr Granja e sua tripulação do Range 193 nos oferecem para dividir o quarto no hotel em Dakar (e certamente a refeição porque não comemos nada há alguns dias). Para nos adiantar o preço de nossos bilhetes de avião para o retorno.

Finalmente, o senhor Thierry Sabine aceita que coloquemos o carro no barco para trazê-lo de volta à França.

Obrigado novamente a eles porque sem a ajuda deles, nossa aventura africana poderia (certamente) ter terminado mal.

Bertrand Leclerq

Modificação na miniatura

Depois de fazer a gaiola de segurança, coloquei as rodas da Ribeirinho.

As rodas são da Ribeirinho

IMG_20220609_195135.jpg

IMG_20220609_195210.jpg

IMG_20220609_195243.jpg

IMG_20220609_195346.jpg

Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

Fabricante  Heller

Série Kit

Referencia nº 159 preço

Material – plástico

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão.

País - França

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