Quinta-feira, 25 de Abril de 2024

Bugatti 57C coupé longo - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Bugatti 57C coupé longo - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1180ª – Bugatti Atalante 57C Solido Transformado

Livro Jacques Conway Hugh e Greilsamer. Bugatti.

Bugatti 57C coupé Atalante de 1938 (chassis nº 57624, motor nº 448)

Modelo real

O Bugatti 57C coupé Atalante de 1938 com o chassis nº 57624, motor nº 448, era azul e preto, saiu da fábrica em dezembro de 1937 e ficou pronto em 28/01/1938.

Ele será exibido no Salão Automóvel de Genebra do mesmo ano, era azul e preto.

O motor é um 8 cilindros em linha de 3287 cc, duplo comando de válvulas no cabeçote e desenvolve, graças ao seu compressor, cerca de 160 CV. Com sua leve carroceria de alumínio, pode ir até 200 km/h!

Dos 685 Bugatti Type 57 construídos entre 1934 e 1939, apenas 34 cupês Atalantes foram fabricados no chassi 57 (com ou sem compressor) e 17 no chassi 57S (rebaixado).

A sua história é perfeitamente clara, teve a traseira modificada após um acidente e problemas na biela no final da década de 1950...

Recebeu o seu compressor em 1952, na fábrica da Bugatti que ainda existia.

 Participou até em ralis amadores no circuito de Le Mans.

Era azul e preto, e pintado de vermelho desde uma restauração em 1963.

Dos 685 Bugatti Type 57 construídos entre 1934 e 1939, apenas 34 cupês Atalantes foram fabricados no chassi 57 (com ou sem compressor) e 17 no chassi 57S (rebaixado).

O Bugatti 57C coupé Atalante de 1938 com o chassis nº 57624, motor nº 448, foi vendida durante o último salão Rétromobile (2018) pela Artcurial.

Modificação na miniatura

Depois de cortada a miniatura foi alargada e colada tendo a união sido feita com lata e tapado com barro plástico.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Solido

Série Age d´or

Referencia nº 88 579 preço

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País - França

Anos de fabrico  a


publicado por dinis às 22:29
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Domingo, 7 de Abril de 2024

Bugatti Preto - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Bugatti Preto - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1166ª – Bugatti 57 S Coupé 1934 Brumm

T57S Atlantic no.2 Número do Chassis: 57453 número do motor 2SC  "La Voiture Noire" Jeam Bugatti ainda desaparecido.

Matrícula 9129NV2 1244 W5

E a intrigante matrícula colocada na miniatura da Brumm FXR933

O primeiro entretanto comprado

844ª – Bugatti T57SC 1938 Rio

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/bugatti-57-atlantic-um-olhar-sobre-as-1643380

849ª – Bugatti 57 S Coupé Nera Brumm

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/bugatti-57-ralph-lauren-um-olhar-1646308

azul EXK-6 Richard Pope no dia 31 de Março de 1938

1148ª –  Bugatti Atlantic 57 SC Coupé  azul Brumm

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/bugatti-atlantic-57-sc-um-olhar-sobre-1849110

Modelo real

O piloto grego Nico E. Embiricos, a 10 de março de 1936, encomendou um Bugatti Type 57S Coupé Aero com chassis nº 57375 e motor nº 3S, foi concluído a 24 de agosto de 1936 e enviado para sua residência em Londres, que uma vez recebido, foi enviado para Corsica Coachworks para a levar   uma carroceria conversível de corrida de dois lugares e terminado em 4 de setembro de 1936.

A carroceria Coupé Aero foi enviada de volta para a oficina Bugatti, onde acabou por ser montada no chassi nº 57453 com motor nº 2SC, já equipado com o superalimentador de especificação "C" direto da fábrica, o nº 57453, concluído em 3 de outubro de 1936.

No inverno, Jean Bugatti, tratou de o vender principalmente a alguns amigos muito selecionados, como o piloto de corridas William Grover- Williams e sua esposa, Yvonne. Posteriormente, foi fotografado para o catálogo promocional da empresa em 1937 e também exibido nos salões de automóveis de Nice e Lyon na Primavera de 1937. Continuou a ser orgulhosamente dirigido por Jean Bugatti até ao final de Julho, quando o ofereceu ao piloto da Bugatti, Robert Benoist, após vencer as 24 Horas de Le Mans de 1937. Amigo muito próximo dos Grover-Williams, Benoist usava o carro ao lado deles. Na primavera de 1940, os três fugiram para a Inglaterra antes que os alemães tomassem conta da França e o carro fosse devolvido à fábrica. Dirigido com frequência, o nº 57453 nunca teve um proprietário registrado mas encontra-se numa lista de carros que seriam enviados de comboio  para a Rue Alfred Daney em Bordeaux em 18 de fevereiro de 1941, durante o êxodo francês, sendo registrado "1244 W5" e com chassi nº 57454.

A Bugatti construiu um Bugatti Type 57 SC Atlantic em 1936 com o mesmo número 57473… alguns afirmem que seria 57453 e não 57473… É aqui que chegamos a “La Voiture Noire”…

Jean Bugatti, morreu a 11 de agosto de 1939 aos 30 anos em um acidente de carro, muitas vezes considerou o modelo Atlantic e mais notavelmente o nº 57453, como sua criação mais inovadora e valiosa.

O pai Ettore Bugatti, perdeu suas faculdades mentais e faleceu em 1947, apenas dois anos após o fim da guerra.

No Salão Automóvel de Genebra de 2019, comemorando os 110 anos de Jean Bugatti e da marca, a Bugatti apresentou o modelo único "La Voiture Noire", que foi vendido a um anônimo por US $ 19 milhões. o veículo é o último Grand Tourer, e uma representação moderna do nº 57453 que igualmente se encontrava a seu lado.

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Miniatura

 Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Brumm

Série Oro

Referencia nº 88  preço 2395$00

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País – Itália

Anos de fabrico  a

 


publicado por dinis às 19:27
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Quarta-feira, 20 de Março de 2024

Bugatti Atlantic 57 SC - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Bugatti Atlantic 57 SC - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1148ª – Bugatti Atlantic 57 SC Coupé  Brumm

Bugatti Atlantic 57 C Type 57S Atlantic Nº.4 Chassis número 57591, Motor número 39S azul Matricula EXK -6

844ª – Bugatti T57SC 1938 Rio

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/bugatti-57-atlantic-um-olhar-sobre-as-1643380

849ª – Bugatti 57 S Coupé Nera Brumm

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/bugatti-57-ralph-lauren-um-olhar-1646308

O protótipo original do SC Atlantic chamava-se Bugatti Aérolithe, rodava em um chassi Bugatti 57 encurtado e tinha uma carroceria leve feita de uma liga de magnésio/alumínio chamada Elektron.

O Elektron não pode ser soldado, razão pela qual o Aérolithe tinha uma costura rebitada pronunciada na linha central. Embora o 57 SC Atlantic posterior fosse feito de uma liga de alumínio mais tradicional, a costura rebitada distinta foi mantida no lugar.

Modelo real

O chassis nº 57591 foi encomendado pelo Sr. Richard Pope no dia 31 de Março de 1938, e recebido, acabado de sair de fábrica em Junho do mesmo ano.  O carro é ligeiramente mais alto que os outros, para que pudesse caber convenientemente dentro do habitáculo. ou usar o chapéu, que os cavalheiros ingleses daquela época orgulhosamente envergavam, dentro do seu Bugatti, por isso este Atlantic apresenta uma altura de habitáculo superior aos seus congéneres de cerca de 12mm. saiu de fábrica com a cor “azul safira”, e as rodas traseiras estavam descobertas e os raios eram azuis.

O Sr. Pope foi o feliz proprietário do Bugatti Type 57 SC Atlantic durante cerca de 30 anos até que o vendeu a Barrie Price.

Durante a propriedade deste último, voltou a ser pedida uma mudança na pintura, que, infelizmente removeu quaisquer vestígios da cor original.

Em 1988 o Sr. Price decide então vender o Atlantic ao Sr. Ralph Lauren, que encomenda de imediato um restauro à Paul Russell, em Boston.

O estilista Ralph Lauren é o actual proprietário do último Atlantic produzido, com número de chassi 57 591 pintado de preto, para substituir o azul.

O carro ainda traz a placa EXK6 de registro original no Reino Unido

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Brumm

Série Oro

Referencia nº 87  preço 2395$00

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País – Itália

Anos de fabrico  a


publicado por dinis às 18:36
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Segunda-feira, 18 de Março de 2024

Bugatti T35  - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Bugatti T35  - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1146ª – Bugatti T35 Brumm

O desenho e a miniatura

Alfredo Marinho Júnior Bugatti 35 C 2º Vila Real 1933

Modelo real

Em 2000 fiz uma serie de desenhos das corridas de Vila Real e o Bugatti Type 35 o principal carro de corrida da Bugatti na década de 1930. Também o foi em Vila Real numa prova somente com quatro participantes

A ideia de registar em desenho os automóveis do Circuito de Vila Real dos quais não tinha ou conhecia alguma foto ou imagem, continuava de cada vez que surgiam novos elementos. Mas, só no início do século é que os comecei a desenhar e colorir, após a visualização de um documentário de João Hitzemann, na altura representante da Agfa em Portugal sobre as corridas de 1931 a 1936.

As imagens inéditas foram exibidas na tertúlia “História ao Café” por António Menéres depois de terem sido convertidas para vídeo nos estúdios da Tobís, redescobertas há anos, em 16 milímetros.

A novidade para o IIIº circuito de Vila Real foi a alteração ao traçado, junto ao Banco de Portugal. A partida foi como nos anos anteriores foi na Avenida Almeida Lucena, seguindo os concorrentes para a Timpeira, Mateus, descendo para Estação do Caminho-de-ferro, Ponte Metálica entrando no novo traçado, a rua Cândido dos Reis e a da Boavista perfazendo 7 200 metros, mais 50 metros que o anterior, num total de vinte e cinco voltas, totalizando 180 km. As com 36 curvas do percurso têm um tempo máximo de três horas e meia a serem percorridos.

A dureza da prova e o facto de o piso ainda não se encontrar alcatroado, foi uma das razões apontadas para um tão baixo número de concorrentes. No dia da prova apenas compareceram cinco concorrentes: Nº 1 - Mário Gonçalves - Austin Seven Ulster Nº 2 - Artur Barbosa - Plymouth PA Nº 3 - António Herédia - MG Midget J2  Nº 4 -Alfredo Marinho Júnior - Bugatti 35 C Nº 5 - Vasco Sameiro - Alfa Romeo 8 C Monza.

Depois de ter obtido a volta mais rápida Alfredo Marinho Júnior no Bugatti T 35 C, à média 85,971k/h, em 4m 59s no ano anterior, voltou a 18 Junho de 1933 mas desta vez foi o mais sápido foi Vasco Sameiro em Alfa Romeo 6C Monza dominou com a Volta mais rápida foi de á média de 86,842 k/h em 4m 59s 2/10 que também terminou em 1º

O 2º Alfredo Marinho Júnior4Bugatti 35 C Corrida em 2h 14m  1s 4/10              80,426 3º Artur Barbosa 2 Plymouth  P A Convertível Sport13m 15s  74,421 4ºMário Gonçalves 1Austin Super SportSport 2h 12m 23s1/10              71,682 e o bandono de  António Guedes Herédia 3 no M G Midget M  Type

A Alfredo Marinho Junior 5 Bugatti 35 C com as cores nacionais Vermelha e Branca nº 12252 é agora de Jorge de Monte Real, Conde de Monte Real, Jorge de Melo e Faro 7º em 1936  e   Manuel de Oliveira em 1937

Modificação na miniatura

Retirados os guarda lamas e pintado de vermelho ainda lhe falta o branco e os números de corrida.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Eligor

Série

Referencia nº preço

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País – França

Anos de fabrico  a

 


publicado por dinis às 19:31
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Terça-feira, 5 de Março de 2024

Bugatti EB 110 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Bugatti EB 110 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1133ª – Bugatti EB 110 1991 Revell

Bugatti EB 110 GT 1991 a minha primeira e única miniatura da Revel na 1/43

Modelo real

Após a morte de Ettore Bugatti em 1947, a Bugatti fechou as portas em 1951 e em 1987 a marca que pertencia à empresa francesa Messier-Bugatti, quando foi comprada por Romano Artioli, para voltar a produzir automóveis,

Artiolli captou recursos do governo francês, da Aerospatiale, da fábrica de pneus Michelin, da petrolífera Elf e até da própria Messier-Bugatti. e construiu uma fábrica moderna em Modena, na Itália, com a nacionalidade da Bugatti a mudar repentinamente de francesa para italiana.

O Bugatti EB110 foi projetado por Paolo Stanzani, o autor do supercarro mais exótico dos anos 70 Lamborghini Countach. ambos os carros desenhados por Marcello Gandini,

O chassis foi desenvolvido pela Aérospatiale, com  o Bugatti EB 110 foi apresentado em 15 de setembro de 1991 simultaneamente em Versailles e em frente ao Grande Arche de La Défense, em Paris, França, exatamente 110 anos após o nascimento de Ettore Bugatti, criador da marca.

No EB110 tudo era de última geração, o primeiro chassi tubular de fibra de carbono do mundo, fechado com painéis de alumínio. O chassis tinha uma elevada rigidez torcional de 19.000 Nm/grau, permitindo assim que as soleiras das portas fossem mais baixas para facilitar o acesso à cabine. O carro media 4.400 mm de comprimento e 1.940 mm de largura, visivelmente mais estreito que o Lamborghini Diablo e um tamanho menor que seu arquirrival Jaguar XJ220.

A ergonomia era muito boa para o padrão dos supercarros, boa visibilidade, pedais bem posicionados acabamentos em madeira, bancos elétricos de couro, ar-condicionado e vidros elétricos, com as famosas portas Gandini do tipo tesoura para sair, possuía ainda um vidro que proporciona uma visão do motor V12 aos ocupantes e curiosos que o abordavam.

O motor é um V12 60º, de quatro cames, 5 válvulas por cilindro (3 entradas 2 saídas) e um total de 4 turboalimentadores. Com 3.499 cc, deslocava o mesmo que o XJ220, mas enquanto o Jaguar empregava 6 cilindros para abrigar essa capacidade. Cada câmara de combustão media 81 mm de diâmetro e 56,6 mm de curso. O curso muito curto contribuiu para a sua notável revabilidade (linha vermelha às 8200 rpm), assim como as bielas leves de titânio. 5 válvulas por cilindro garantiam respiração rápida, antes da Ferrari F355 adotar esse recurso. No EB110GT, quatro turboalimentadores IHI comprimiam 1,05 bar nas câmaras de combustão e produziam 561 cavalos de potência a 8.000 rpm e 450 lbft de torque a 3.750 rpm. A potência foi entregue a uma caixa de câmbio de 6 velocidades construída pelo próprio e canalizada para todas as rodas por um sistema de tração nas quatro rodas com acoplamento viscoso, 27% na frente e 73% na traseira.

O EB 110 foi o único modelo produzido antes da passagem de testemunho para o Grupo VW, em 1998. Só 139 unidades do supercarro foram produzidas.

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Miniatura

Abre as portas, levanta a mala e o capô para ver o motor.

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Revel

Série

Referencia nº preço

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País – França

País – Portugal, feito na China

Anos de fabrico  a


publicado por dinis às 18:05
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Sábado, 20 de Janeiro de 2024

Bugatti Grand Prix - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Bugatti Grand Prix - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1088ª – Bugatti 35 B sport 1927 Eligor  

O Bugatti 35B Henrique Lehrfeld 2º carro sem roda suplente

625ª - Bugatti – 35B sport 1928 Eligor

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/bugatti-35b-1928-le-pur-sang-um-1496209

E a Elizabeth Junek no Bugatti T35

1013ª – Bugatti 35B course Eligor

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/elizabeth-junek-bugatti-t35-um-olhar-1765800

Modelo real

O químico alemão Theodor Lehrfeld, veio para Portugal tornando-se industrial de adubos, enquanto o seu filho Henrique Lehrfeld, era o representante da Opel nos anos 20.  Para promover a marca, modifica num modelo para provas em Portugal, utiliza um Opel 10 hp na Rampa de Santarém a 8 de Julho de 1925 onde foi primeiro classificado a media de 99 quilómetros à hora

Quando as provas de automóveis em Portugal eram provas de montanha e quilómetros de arranque, Henrique Lehrfeld agita o mundo automobilístico português em Abril de 1930 ao trazer para Lisboa um Bugatti de Grande Premio semelhante àqueles que dominavam a generalidades das competições europeias daquela época.

No III Quilometro de Arranque do Campo Grande compareceu com um Bugatti T 35C chassis 4930, com um motor de 8 Cilindros de 2l com compressor para vencer a corrida, mas de seguida vende o Bugatti azul a Adalberto Mendonça Marques, um dos sócios da Sociedade de Luso-Brasileira.

Em seguida, adquire um potente Bugatti 35B, o único que veio para Portugal, com que participo no 1º quilometro arranque em Setúbal onde vai defrontar o seu anterior Bugatti 35C. com Adalberto Marques que foi o mais rápido, embora só com uma passagem, o que não estava no regulamento.

A sua actividade em 1931 divide-se entre Paris e outras provas pelo que não vem a Vila Real.

O Bugatti azul também não comparece em 1932 apesar de inscrito com a desculpa de não ter sido convidado. Mas ao que parece estava avariado.

No ano seguinte também não vem a Vila Real, ao único circuito realizado em Portugal e em 1934 a Bugatti de Henrique Lehrfeld vem a Vila Real para ser pilotada por António Guedes Herédia  e obter uma vitoria á media de 85,740 Km/h.

O Brasil atraía e para a corrida da Gávea a 2 de Junho 1935, os Bugatti são pintados de Branco a carroçaria e de Vermelho o chassis, para terminar em 2º.

Em 1937 vem finalmente a Vila Real onde é 6º com o nº 4, já um um carro bastante antiquado e cansado.

A sua frente ficou Jorge de Monte -Real 35C e Ribeiro ferreira num 51.

O Bugatti T 35B encontra-se no Museu do Caramulo e volta novamente a Vila Real em 2004

Modificação na miniatura

A miniatura foi pintada nas cores nacionais.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Eligor

Série

Referencia nº 1025 preço

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País – França

Anos de fabrico  a

 


publicado por dinis às 18:25
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Quarta-feira, 10 de Janeiro de 2024

Bugatti T32 tank - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Bugatti T32 tank - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1078ª – Bugatti T 32 Tank Auto Replicas    

Bugatti Type 32 Prototype como estava na colecção Schlumpf.

Um carro misterioso visto na História do Automóvel, vendida em fascículos nos anos setenta e completadas pelo livro The Schlumpf Automobile Colection adquirido  quando visitei a colecção.

Modelo real

O Bugatti T32 de 1923, também conhecido como Tanque, era uma mudança radical no design dos carros competição operado por Ettore Bugatti, a o reconhecimento da importância da aerodinâmica.

No Grande Prêmio da França de 1923, realizado no Circuito de Touraine, Tours, França, na segunda-feira de 2 de Julho de 1923,para o qual as Usines Bugatti levaram quatro exemplares do T32 para a sua estreia em competição. A inovação da Bugatti completava-se no chassis suspenso, nos travões hidráulicos dianteiros e a exclusiva da transmissão transaxle de três velocidades e marcha marca atras.

A aerodinâmica carroceria de alumínio sobressaia entre os carros de corrida presentes, mas o Bugatti T32 era como a versão de rodas cobertas do T30 do qual acoplava muitas das características do chassis e motor do T30, talvez a razão de terem sido inscritos com Bugatti T30.

Nos treinos, Rene Thomas em Delage foi o mais rápido, Ernest Friderich com nº6, o 6º tempo, em 10º Pierre de Vizcaya com o nº 1, enquanto o 15º tempo foi para Bertrand de Cystria e o 19º tempo e último lugar. para Pierre Marco nº16.

A curta distância entre eixos e o leve peso do Type 32 faziam com que ele levantasse em alta velocidade, o que os tornava pouco competitivos e instáveis.

Na prova, Pierre de Vizcaya abandonou por acidente logo após o início da corrida. Pierre Marco ao fim de apenas três voltas e o terceiro Bertrand de Cystria depois de doze voltas percorridas.

Ao fim de 35 voltas, vencedor foi Henry Segrave nº 12 Sunbeam Motor Co, em 6h 35m 19.600s, seguido de Albert Divo 7 Sunbeam Motor Co Sunbeam 6h 54m 25.800s

Ernest Friderich foi o único Usine Bugatti classificado, com o terceiro lugar, depois de percorrer uma distância de quase 800 km em 7 horas e 22,4 segundos.

O carro tinha um motor de 8 cilindros, 1.991 cc (diâmetro: 60 mm, curso: 88 mm) produzindo cerca de 90 cv. O formato da carroceria de alumínio foi baseado na teoria de que um metro quadrado de área frontal equivale a 5 cv. A teoria pode ter sido boa, mas eles esqueceram o possível fator de sustentação. E a 185 mph, os carros chegaram ao ponto em que “saíram do chão”.

O Type 32 Ernest Friderich. Número de registro 4876 JI e número de chassis 4059. após a corrida de 1923, foi vendido. a Elizabeth Junek, da República Tcheca, depois de já ter participado em eventos anteriores com o carro.

Um artigo no The Automobile em 1983, “metade do carro era originalmente do 'Tanque', outro quarto era original de Molsheim e um quarto era de peças de reprodução”.

O carro foi restaurado entre 1993-1994 e Jean-Philippe Müller Gerhard Schütz escreveram um livro detalhado sobre o Bugatti 32, onde acompanharam a restauração do último T 32 na oficina de Mulhouse, ou o que restou dos cinco Type 32 construídos, exposto no Musée National de l’Automobile de Mulhouse em França.

Modificação na miniatura

É um kit metálico bastante trabalhoso que necessita de muito trabalho.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de metal e borracha de acordo com as originais.

Fabricante Auto Replicas

Série

Referencia nº V4 preço

Material – zamac

Material da placa de base – metal

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão.

País - França

Anos de fabrico  a

 


publicado por dinis às 17:02
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Terça-feira, 5 de Dezembro de 2023

Bugatti “Brescia” Hp 40 1921 modifie Version France - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Bugatti “Brescia” Hp 40 1921 modifie Version France - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1044ª – Bugatti “Brescia” Hp 40 1921 Brumm  

Bugatti “Brescia” Hp 40 1921 7 Pierre Marco 

O Bugatti T 13 em preto

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/bugatti-t-13-brescia-um-olhar-sobre-1486778

agora em azul # 7 Pierre Marco 

Bugatti “Brescia” Hp 40 1921 modifie Version France

O Grande Prêmio da Itália foi pela primeira vez disputado em 4 de setembro de 1921 em Montichiari, na província de Bréscia, em um circuito feito de vias públicas.

Modelo real

Para o circuito de Voiturettes do Grande Prêmio da Itália de 1921, a Bugatti preparou cinco carros com a mais recente evolução do motor multiválvulas.

A equipa da Bugatti está presente com 4 carros, com o # 13 Ernest Friderich    # 3 Pierre de Vizcaya      # 10 Michele Baccoli    # 7 Pierre Marco      DNS Pedro Monés Maury, um carro de substituição de Monés Maury.

A corrida começa com o Type 13 de Friderich na liderança, seguido de perto pelo SB de Silvani e outros três Bugatti. Na volta 10 o líder sofreu um furo ao cair para a quarta posição e seu companheiro de equipa De Vizcaya assumiu a liderança, com Marco em terceiro e Baccoli em quinto.

De Vizcaya, perseguido por Friderich, acertou em cheio e ultrapassou os 120 km/h, aumentando sua vantagem para dois minutos. Mas le Patron controla toda a situação, sua estratégia é deixar De Vizcaya desempenhar o papel de lebre e reservar Friderich para o ataque final. Baccoli também não quer arriscar e tira o pé do acelerador para facilitar a recuperação do alsaciano, que é lançado após a liderança. Uma vez na frente, ele não abrirá mão da liderança até o final, terminando em pouco menos de 3 horas a uma velocidade média de 118 km/h, recorde para a categoria.

De Vizcaya é o segundo com 1 minuto e 18 segundos; 6 minutos depois entra Baccioli e 3m depois entra Marco, completando a vitória esmagadora.

A equipe Bugatti e ganha também um apelido a um dos seus modelos ficar a ser conhecido de Brescia.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Brumm

Série Oro

Referencia nº R 39 preço

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País – Itália

Anos de fabrico  a

 


publicado por dinis às 19:25
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Domingo, 26 de Novembro de 2023

Bugatti T 41 Royale - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Bugatti T 41 Royale - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1035ª – Bugatti T 41 Royale Solido     

Muitas vezes Jean Bugatti ainda pensei em fazer o Binder mas… acabei por o dar ao meu filho que o guardou. Anos mais tarde devolveu-mo com uma sugestão, e uma capota em cartolina.

Provavelmente uma simples capota, abrigava por vezes o chofer das intempéries.

Fez a capota e entregou-mo.

Obrigado, é mais um.

131ª – Bugatti 41 Royale 1930 Solido

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/bugatti-royale-coupe-napoleon-um-1094005

510ª – Bugatti Royale T 41 T 41 1927 Rio

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/bugatti-royale-t-41-um-olhar-sobre-as-1406472

591ª – Bugatti 41 Royale 1930  Solido

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/bugatti-type-41-ou-royale-um-olhar-1459221

697ª - Bugatti Royale type 41 Torpédo 1926 châssis N° 41100 Mini Racing

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/bugatti-royale-prototipo-um-olhar-1545342

731ª - Bugatti Royale mod. 41 1929 Mini Racing

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/bugatti-royale-coupe-um-olhar-sobre-1564606

774ª – Bugatti Royale mod. 41 1929 Rio

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/bugatti-royale-um-olhar-sobre-as-1531459

806ª – Bugatti Royale Kellner Coupe Aurora Models

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/bugatti-royale-41-kellner-um-olhar-1622336

823ª - Bugatti Royale Coach Mini Racing

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/bugatti-royale-type-41-weyman-1929-um-1570849

939ª – Bugatti Royale Mod 411928 Rio

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/bugatti-royale-um-olhar-sobre-as-1719463

960ª – Bugatti Royale Solido

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/bugatti-royale-um-olhar-sobre-as-1731867

988ª – Bugatti 41 Royale 1927-33 Rio

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/bugatti-royale-berline-um-olhar-sobre-1748628

Modelo real

Modificação na miniatura

A capota em cartolina foi, entretanto, substituída por um bocado de uma de um Rolls Royce Phanton III de 1939 da Solido

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Miniatura

Abre as portas, levanta o capô para ver o motor.

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Solido

Série: Age d´or

Referencia nº 4036 preço

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País – França

Anos de fabrico  a


publicado por dinis às 19:18
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Terça-feira, 21 de Novembro de 2023

Bugatti 57 S Atalante Cabriolet - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Bugatti 57 S Atalante Cabriolet - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1030ª – Bugatti 57 S Atalante Solido transformado

Harrah’s Bugatti T57C # 57775 Número do motor: 74C

Uma miniatura baseada num calendário de bolso e a mudança nas Férias Grandes para Entre Caminhos, iniciada durante o Verão.

Modelo real

O Bugatti Type 57SC Atalante Coupé 1937

O primeiro Type 57S estreou no Salão Automóvel de Londres de 1935 com carroceria fastback Aérolithe

O Bugatti Type 57SC Atalante é o primeiro de quatro construídos no verão de 1937 com faróis aerodinâmicos. Tinha acabamento em preto com estofamento em pele de porco. A carroceria, com o farol baixo colocado entre o radiador e os para-lamas dianteiros, é idêntica à do carro mostrado no Salão Automóvel de Paris de 1937.

Testado em estrada em 4 de junho de 1937, o carro foi concluído e saiu da carroceria da Bugatti em Molsheim com a carroceria Atalante em 23 de julho do mesmo ano.

O seu primeiro proprietário utilizou o Atalante até ao início da guerra. Colin Doane, oficial da Força Aérea dos EUA, trouxe-o para os Estados Unidos.

Em 1961 vendeu- o em 1951 a William Harrah, que restaurou o carro e o devolveu à configuração original, recriando as pequenas janelas traseiras originais e removendo alguns dos enfeites cromados que haviam sido adicionados.

Além de pintar o Bugatti em suas cores atuais Patrol Cream e Lemon Oxide, um supercharger foi instalado, elevando-o às especificações definitivas do Type 57SC. Concluído em 1976, ganhou o prêmio máximo, o Best of Show no 26º Pebble Beach Concours d'Elegance.

Os destaques técnicos incluem um motor de cárter seco de oito cilindros em linha supercharged DOHC de 200 cv e 3.257 cc, caixa manual de quatro velocidades, eixo dianteiro oco com molas de lâmina semi-elípticas, eixo traseiro dinâmico com molas de lâmina quarto-elípticas invertidas e braço de torque, e freios a tambor mecânicos nas quatro rodas operados por cabo.

A Harrah’s Automobile Collection, foi criada por William Fisk Harrah (1911 – 1978), fundador da Harrah’s Hotel and Casinos, e que chegou a ter 1.400 veículos. Alguns atualmente compõem o National Automobile Museum, em Reno, Nevada (EUA); outros foram leiloados ou vendidos nos anos 1980.

JB Nethercutt venceu o Pebble Beach Concours de 1959 e o vender a Bill Harrah. Um dos carros comprados de volta por J.B. após a morte de Bill Harrah, ainda está na coleção Nethercutt

1956 1930 Bugatti Type 37 Grand Prix – Dr. Milton R. Roth

1959 1939 Bugatti Type 57C Gangloff Atalante Coupe – J.B. Nethercutt

1964 1932 Bugatti Type 50 Coupe Profile – William Harrah

1966 1931 Bugatti Type 41 Royale Binder Coupe de Ville – William Harrah

1976 1937 Bugatti Type 57SC Atalante Coupe – William Harrah

1985 1939 Bugatti Type 57 Saoutchik Cabriolet – Jack Becronis

1990 1938 Bugatti Type 57SC Atlantic – Ralph Lauren

1998 1938 Bugatti Type 57SC Corsica Roadster – John Mozart

2003 1936 Bugatti Type 57SC Atlantic – Peter D. Williamson

Modificação na miniatura

Depois de cobertas as rodas foi o modelo pintado de acordo com o Calendário de bolso da época.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Solido

Série Age d´or

Referencia nº 88- 5/79 preço

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País – França

Anos de fabrico  a

 


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