Alpine Renault A 110 1973 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1617ª – Alpine A 110 Thérier – Jaubert Rally de Portugal 1973 Rally Car Collection Altaya
Alpine A 110 Thérier – Jaubert Rally de Portugal 1973
O Alpine Renault A110 1800, de Jean-Luc Thérier e Jacques Jaubert, foi o vencedor do Rally Internacional TAP de 1973, na estreia do nosso maior rallye, no mundial da especialidade.
Miniatura
O Alpine A 110 surgiu no Salão de Paris e teve como base a última novidade do Renault, o R8 Gordini, aperfeiçoado até receber em 1970 um motor de 1296 cc que debitava 85cv.as modificações foram continuas atém 1973 receber o motor 1796 cc para uma potência de 175cv nos 700kg do carro. Para o primeiro Mundial de Marcas a Alpine inscreve, Therier, Nicolas, Darniche e Andersson, Andruet e Piot como pilotos.
A primeira vitoria no mundial de Marcas foi no Rali de Portugal, a frente de seu colega de equipa Jean-Pierre Nicolas que bateu por mais de seis minutos.
No final, se o mundial de Pilotos já existisse em 1973, Therier teria sido o campeão pelas vitorias em Portugal, Sam Remo e Acrópole.
Entre 13 e 18. 3. 1973, realizou-se o Rali de Portugal com 397.50 km e uma distância total, com ligações 2820.40 km e que teve a seguinte Classificação
1º.#5 Jean-Luc - Jaubert Jacques Alpine-Renault A110 1800
2º. #1 Nicolas Jean-Pierre - Vial Michel Alpine-Renault A110 1800
3º. #20 Francisco - Bernardo José Citroën DS 21
4º. #15 Netto Luís - Coentro Manuel Fiat 124 Sport Spider 1600
Torralta Fiat
5º. #19 Nunes Américo - Morais António Porsche 911 Carrera RS
6º. #14 Borges António - Lemos António Alpine-Renault A110 1800
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante
Série Rally CarColection
Referencia nº 48 preço 9€99
Certificado de Edição Limitada AA2937
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de cartão e envolto em blister transparente para exposição
País – China
Alpine Renault A 310 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1506ª – Alpine Renault A 310 - Carros inesquecíveis Salvat Les Jouets Solido
Alpine A 310 1973 - o anti -Porsche
A mesma miniatura fabricada anos depois
262ª – Alpine Renault A 310 Solido
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/1249135.html
agora o
Alpine Renault A 310 VF injection 1973
Modelo real
O A310 foi projetado para continuar com as mesmas qualidades dinâmicas de seu antecessor. coberto por um corpo feito de fibra de vidro e uma distribuição de pesos que, sem ser perfeita, não era desequilibrada para colocar o motor numa posição utilizada no Porsche 911
A 8 de Março de 1971, Jean Rédélé inaugurou o novo coupé Alpine A310 em frente da nova fábrica na Avenue de Bréauté em Dieppe. Três dias mais tarde, o A310 foi revelado no Salão Automóvel de Genebra, o local onde os novos carros desportivos são normalmente revelados. Continuava a ser apenas um modelo de teste. A versão final não seria lançada até ao mês de Outubro seguinte no Salão Automóvel de Paris, Porte de Versailles, ao preço de 44.800 francos para a versão standard. Para a homologação pelo Service des Mines, a traseira do A310 teve de ser modificada várias vezes desde o desenho inicial, especialmente a janela traseira e as luzes traseiras, que estavam agora posicionadas mais abaixo, abaixo do nível do pára-choques.
O A310 adotou a mecânica de seu antecessor, com o motor traseiro e tração traseira, do R16. O motor era um quatro cilindros de 1605 cc, capaz de entregar uma potência máxima de 125 cv a 6.000 rpm, com um torque de 144 Nm a 5.000 rpm. A velocidade máxima era de 215 km/h, ligeiramente inferior ao do A110 devido ao seu maior peso. A caixa de câmbio era de cinco marchas e os freios eram a disco nas quatro rodas. Esta foi a primeira versão comercializada e recebeu o codinome 1600 VE.
Em 1973, o A310 recebeu a injeção eletrônica de combustível Bosch, já introduzida no R17 Gordini, resultando em uma entrega de potência mais suave. A potência aumentou ligeiramente, apenas 2 cv, para 127 cv a 6.450 rpm, com torque de 150 Nm a 6.000 rpm e velocidade máxima de 210 km/h. Esta foi a segunda versão do motor de 4 cilindros a ser comercializada e recebeu o codinome 1600 VF.
Para suprir a falta de vendas, uma versão econômica também foi oferecida em 1975, equipada com um motor de 1.647 cc, produzindo apenas 95 cv (a 6.000 rpm, com torque de 128 Nm a 4.000 rpm e velocidade máxima de 190 km/h), mas não obteve resultados de vendas adequados. Esta foi a terceira e última versão do motor de 4 cilindros vendida e foi designada como 1600 VG.
Uma diferença estética entre essas três versões é o posicionamento das entradas de ar NACA: nas versões com carburador (VE e VG), elas ficam no alto, perto do para-brisa, enquanto na versão com injeção de combustível (VF), ficam na parte baixa, perto dos faróis. A versão VA (V6) não possui entradas de ar no capô dianteiro ou nas laterais. A principal diferença entre o 4 cilindros e o 6 cilindros são os faróis: no 4cilindros são 6 em dois blocos "unidos" por 3, enquanto no V6 são 4 em dois blocos "espaçados" por 2.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante Solido Salvat
Série Carros inesquecíveis Salvat - Les Jouets Solido
Referencia nº 58-31 preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em Blister plástico transparente
País – França
Alpine Renault Berlinette - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1279ª – Alpine Renault Berlinette A 110 - Carros inesquecíveis Salvat Les Jouets Solido
Sinfonia em azul 1962
Modelo real
Jean Rédélé, competia sempre em Renault da qual era agente quando fez um acordo com o estilista Giovanni Michelotti e desse esforço nasceu o Renault Spéciale.
A carroceria de alumínio foi construída pelo construtor de carrocerias Allemano, em Turim, Itália, e os carros foram montados pela equipe de Rédélé em Dieppe. A estreia do carro foi no Rally de Dieppe de 1953 onde conquistou uma vitória geral. Renomearam o carro como "Marquis" dando ênfase às três principais vitórias do carro em 53/54: Rally de Dieppe, Rouen Cup e Circuito de Lisboa.
Por volta de 1964 Jean Redele inicia a construção de um carro desportivo com carroçaria de plástico com motor do Renault 4 CV, com as carroçarias construídas em Saint-Mauer nos arredores de Paris, e a montagem na Rua Forest foi apresentado no salão Automóvel de Paris em Outubro de 1965.
A primeira evolução foi em 1960, quando Redele e Michelotti montarem a primeira Berlinette Alpine para o Tour de France.
No verão de 1960 foram preparadas duas berlinettes Alpine A 108 para o Tour de France.
Em 1963 foi equipado com o motor do Renault R8 reelaborado por Amedée Gordini, com uma cabeça de camaras hemisféricas o que llhe dava 90HP. O Renault R8 Gordina passou a ter 1300cm3 mais exatamente 1225cc. em 1967.
O 1300S mais potente com 1296cc
A estrutura no Alpine 1600 S manteve-se, desde atualizada no primeiro A108 TDF dos anos 60, uma viga central de aço, com uma treliça tubular na parte posterior para apoiar o motor, na qual é montada uma estrutura de resina de poliéster e fibra de vidro.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante Solido Salvat
Série Carros inesquecíveis Salvat - Les Jouets Solido
Referencia nº 14 – 83-7 preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em Blister plástico transparente
País – França
Alpine A310 V6 Pack GT - Um olhar sobre as minhas miniaturas
Alpine Renault A310 Pack GT Calberson 1983
Modelo real
Para os modelos posteriores (1983-1984) do A310 foi desenvolvido um "Pack GT" inspirado nos Grupo 4 A310, que ganhou cavas das rodas e spoilers maiores na frente e atrás. Alguns Alpine A310 V6 Pack GT Kit Boulogne foi aumentado para 2,9 litros e foi posteriormente modificado pela Alpine, equipado com carburadores Weber 42DCNF triplos que aumentaram a potência para 193 PS (142 kW; 190 cv).
Em 19 de agosto de 1977, o A310 V6 grupo 4 fez suas primeiras voltas no circuito de Croix en Ternois nas mãos de Guy Fréquelin. Michel Têtu, Gérard Larrousse, Patrick Landon e Marcel Callewaert também estiveram presentes nos primeiros testes deste modelo anunciando um kit de cliente. De fato, na safra de 1978, a fábrica Alpine apresentará e comercializará uma versão para clientes de competição do Grupo 4: carroceria modificada, barra de proteção reforçada e trem de pouso. O motor, no entanto, permanece original, ao contrário da preparação do Grupo 5 que o aumentou para aproximadamente 270 cv como no famoso A310 "Calberson" com o qual Guy Fréquelin será coroado campeão francês de rally em 1977. Este A310 Grupo 4 permitiu assim que seus pilotos competir em grandes ralis, eventos do Campeonato do Mundo no início dos quais o grupo 5 não era permitido.
Modificação na miniatura
Alargado e feito spoiler frontal e o aileron traseiro foi pintado nas cores da Calberson 1983
Rodas Modelos 3J
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Miniatura
O Alpine A310 permanecerá por muito tempo na sombra do A110, mas encerrará sua carreira com uma versão V6 Pack GT muito atraente.
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de resina da Modelos 3J.
Fabricante Solido
Série
Referencia nº 192 preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.
País - França
Anos de fabrico a
Alpine Renault A 442 V6 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
Renault Alpine 2L A 442Turbo 1976 para notar os arcos da roda hacks ...
Sim, falta-lhe o farol do lado esquerdo, já dei conta e j+a fui armazém e já o coloquei.
Modelo real
O A442 uma evolução direta Alpine A440 e dos modelos A441
A carroceria era aberta tipo barqueta dotada de dois lugares conforme o regulamento.
O motor estava suspenso dentro de um chassis com uma estrutura espacial de aço relativamente pequeno, que era então revestido por uma carroceria de fibra de vidro muito mais aerodinâmica.
Após os testes em túnel de vento durante o outono e inverno, para melhorar a eficiência aerodinâmica em alta velocidade e, portanto, a velocidade máxima na longa reta de Mulsanne no Circuito de la Sarthe a carroceria era aumentada com um prolongamento da cauda.
Durante o período de ensaios, passa por toda uma série de testes aerodinâmicos, como radiadores laterais e entradas de ar bloqueadas ou curvatura ao redor da cabeça do piloto. Outros testes são realizados com um arco equipado com várias barras de suporte, ou com múltiplas perfurações feitas na tampa frontal.
No ano de 1974, Jabouille levou o protótipo Alpine Renault A441 no Campeonato Europeu de Sport Protótipos de 2 litros, a vencer três corridas, Nogaro, Misano e Jarama, ajudando a Alpine a ser campeã entre os construtores, e Alain Serpaggi o titulo de pilotos.
O triunfo inicial, revelou uma temporada desastrosa para a Alpine-Renault, que continuaria em 1976.
No entanto o V6 2.0L servirá de base para o fabuloso primeiro motor turbo de F1 (1.5L) que a Renault lançou em 1978, e permitir ao Alpine Renault A442B/A443 de vencer os Porsche em Le Mans em 1978.
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Miniatura
Levanta a mala e o capô para ver o motor.
Os bancos são rebatíveis.
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante Solido
Série
Referencia nº 20 “l V6 A441 e nº 57 V6 A442
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.
País - França
Anos de fabrico a
Alpine Renault A 442 Le Mans 1978 Solido - Um olhar sobre as minhas miniaturas
Prenda de Natal 1980, o vencedor de 1978 de Le Mans
Modelo real
Alpine Renault A 442 vencedor 442 Le Mans em 1978
O Renault-Alpine A443 era uma evolução do A442, com o motor Renault V6 turbo, 2.0 litros um propulsor com mais de 30 alterações mecânicas para atingir a fantástica potência 650 cavalos e, sobretudo, poder apresentar um índice de fiabilidade mais elevado. Para além do motor, a caixa de velocidades e o chassis (com uma distância entre eixos 45 cm maior) também foram alvo de alterações significativas, o que se traduziu em evidentes melhorias no plano aerodinâmico e uma velocidade de ponta superior em 10 km/h (rondando os 320 km/h).
O A443, entregue a Jean-Pierre Jabouille e Patrick Depailler Le Mans, foi utilizado como “lebre” e os menos evoluídas dois A442 A confiados às duplas Jean Ragnotti/Guy Fréquelin e Jean-Pierre Jarier/Derek Bell, enquanto um terceiro A442, mas da evolução B, ficava entregue a Didier Pironi que fazia dupla com Jean-Pierre Jaussaud.
Nos treinos, o Renault Alpine A443 de Depailler provou a sua rapidez, e na partida rapidamente se lançou no caminho da vitória mas à 18ª hora, Depailler foi obrigado a abandonar, na reta Mulsanne, o motor Renault não suportou o esforço.
O Renault Alpine A442 B de Pironi-Jaussaud não teve qualquer dificuldade em passa a ser o centro de todas as atenções e assumir-se então como principal candidato à vitória nas 24 Horas de Le Mans de 1978, herdando o primeiro lugar da dupla francesa que acabava desistir.
Com o Porsche de Ickx-Wollek imobilizado nas boxes para corrigir um problema de caixa de velocidades ao ficar sem quinta velocidade e a perder oito voltas para o Renault Alpine A442 B líder, a vitória fica ainda mais facilitada.
Desta feita, a mecânica não traiu as aspirações da equipa francesa e o A 442 B, o único equipado com proteção aerodinâmica frontal, como resultado de estudos levados a cabo em túnel de vento, e que o A443 apenas utilizou (por opção) nos treinos, foi o primeiro a cruzar a linha de chegada, após 369 voltas ao longo dos desafiantes 13.640 km do Circuito La Sarthe, a uma impressionante média de 229 km/h, fizeram do dia 10 e 11 de junho de 1978 a primeira vitória de um motor V6 nas 24 Horas de Le Mans,
A participação iniciou-se com o Alpine M 63 no ano de 1963, mas nos últimos cinco anos, em Le Mans a Alpine Renault levou o motor aspirado A440 que no ano seguinte transformou-se no 441 e depois no turbo 442, para em 1978, a Renault, Liderar com o 443 e vencer e anunciar a entrada na F1 e abandonar o mítico “ring” das 24 Horas de Le Mans!
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Miniatura
O capot já não é amovível para ver o motor
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante Solido
Série
Referencia nº 87 -4/79
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.
País - França
Anos de fabrico a
Alpine Renault A 441 Turbo - Um olhar sobre as minhas miniaturas
Aquele Natal de 1978…
Modelo real
Alpine Renault A441 #5 1975 Mugello
A época de 1974 foi dominada pela Alpine Renault, equipados com o motor V6 A Serpaggi , J.P. Jabouille e ainda G. Larrousse com um Alpine Renault igual mas inscrito pela Escuderia Archambeaude Switzerland.
Para a temporada seguinte a Alpine Renault voltou-se para o desenvolvimento do motor turboalimentado e o Alpine A441-1 foi atualizado para poder receber o novo motor e turbo,
A 23 de Março de 1975, a segunda corrida do Campeonato Mundial de carros Desportivos e a primeira da Europa 1000 km de Mugello foi a estreia do carro Amarelo,
Jean-Pierre Jabouille e Gérard Larrousse no A 441 turbo partiram da segunda posição da grelha de partida, enquanto dificuldades de ultima hora impediram que o novo chassis A442 muito melhor adaptado ao novo motor.
Um tanto ou quanto surpreendentemente conquistaram a vitória face ao Alfa Romeo 33TT12 de Arturo Merzario e Jacky Ickx e do Porsche turbo 908 / 3-011 Herbert Muller e Gijs van Lennep.
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Miniatura
Uma pequena alteração por parte da Solido com a introdução da entrada de ar e eis um novo modelo.e o chassis para os dois modelos com as referencia Alpine Renault 2L V8 A 441 nº 20 e 2L V8 A 442 nº 57.
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante Solido
Série Gam2
Referencia nº 57
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.
País - Franla
Anos de fabrico a
Alpine Renault A 441 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
A Solido mostrava-nos na capa do catálogo de 1975 o Alpine vencedor em Hockenheim, a 24 de Agosto de 1974, a prova do campeonato Europeu de 2 litros a pilotado por Alain Serpaggi depois de partir em 3º.
Modelo Real
O Alpine Renault A440 surgiu em 1973 e estava equipado com um motor Gordini V6, com 285 HP, mas não consegui superar o Lola T 292 de Chris Craft, campeões naquele ano.
No ano seguinte o piloto e engenheiro André de Cortanz evolui o Alpine A440 para criar o A441, alonga o carro e também a distância entre eixos. O motor foi desenvolvidos pela Renault e a Alpine com recurso a ligas leves e magnésio na sua construção e equipado com uma caixa de câmbio Hewland FG400 com uma potência de 285 cv por 9.800 rotações por minuto. Curiosamente o peso, é igual entre os dois carros 575 kg. O A441 teve novas suspensões a remediar os problemas de subviragem do Alpine A440.
O investimento da Renault proporcionou a entrada de pilotos como Gérard Larrousse, Alain Serpaggi, Alain Cudini e Jean-Pierre Jabouille que alcançaram sete vitórias e a Alpine Renault a campeã entre os construtores.
Serpaggi venceu na última temporada do Europeu, já que os carros 2 litros passaram em 1975 a fazer parte das grelhas no World Sportscar Championship.
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Miniatura
Levanta o capô para ver o motor.
Motor e interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante Solido
Série
Referencia nº 20 9/75
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.
País - França
Anos de fabrico 1975 a
Alpine Renault A 310 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
Alpine Renault A 310 1971
Um modelo de Rallycross que afinal era amarelo. e o azul do Rali TAP era azul e transformado,
Modelo real
A Alpine, em Dieppe fazia os Renault mais rápidos até ser uma subsidiária da Renault atingindo a notoriedade com o Alpine A110 quando venceu o Rally de Monte Carlo e o Campeonato Mundial de Rally de 1973
A 8 de Março de 1971 a Alpine levanta o véu de um modelo inteiramente novo e o último projeto aprovado pelo fundador da marca Jean Rédélé e esperado já há muito tempo.
O design futurista da carroceria de Michel Beligond, apresentava nas primeiras unidades um design frontal inovador com seis faróis e era muito mais convencional do que o cockpit extremo do A110,
Apresentado no Salão Automóvel de Genebra de 1971 é um coupé 2+2 desenhado por Marcel. Beligond do centro de estilo da Renault. A frente é caracterizada pelo grupo ótico da Cibié, composto por seis faróis de iodo. A traseira estilo Miura do protótipo tinha persianas no para-brisa traseiro foi substituído por um vidro clássico por necessidade de homologação A carroçaria é realizada em polyester estratificado sob em chassis de viga central. O motor provém do Renault 16 TS e 17 TS
Enquanto muitos componentes do A310 eram provenientes de peças da Renault como esperado, a cremalheira da direção é do Peugeot 504, enquanto os indicadores de direção são unidades Simca 1301.
Mesmo assim o Alpine A310 exigia muita mão-de-obra, para uma produção artesanal de pequena escala uma unidade levava 130 horas para ser construído do início ao fim.
O Alpine A310, tipo VE com carburador, passou para uma configuração que não correspondia necessariamente à ideia original que os seus designers tinham concebido. O efeito seria sentido comercialmente: em 1973, dois anos após a sua introdução, foram produzidos 666 A310s, em comparação com 658 A110 Berlinettes, e no ano seguinte este último assumiu a liderança nas vendas. A razão era simples: com um motor semelhante, o A310 era mais de 120 kg mais pesado do que o seu antecessor, e os utilizadores criticaram o carro pela sua falta de potência e binário. A partir de 1974, o motor de 127 cv de combustível injectado do R17 Gordini (Tipo VF) estaria disponível, e dois anos mais tarde uma versão mais barata e menos potente (93 cv) com um motor de carburador de 1,647 cm3 derivado do R16 TX (Tipo VG).
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Miniatura
Abre as portas, e levanta o capô para ver o motor.
Os bancos são rebatíveis.
Motor e interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas têm pneus de borracha
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
As rodas são de plásticos iguais aos modelos desta época no fabricante.
Fabricante Solido
Série 100
Referencia nº 192 1 1972
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e posteriormente em vitrine plástica.
País - França
Anos de fabrico a
Um olhar sobre as minhas miniaturas Alpine-Renault
97ª – Alpine-Renault A110 Berlinette Tour de FRance Solido
A miniatura do Alpine-Renault A110 1800 #18 no 39º Rallye Automobile de Monte Carlo 1970 onde foi 3º Classificado e pilotado por J.P.Nicolas / Roure Claude, foi uma das mais rápidas a terminar. Comprada e levada imediatamente para minha casa, e na sala foi acabada de decorar na presença do Nelson Rodrigues a ouvir musica e a ver revistas de automóveis.



Miniatura Solido
Referencia Nº 181 - 10/70
País França
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