Terça-feira, 9 de Abril de 2024

Porsche 911 GT2 Irmãos Breyner - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Porsche 911 GT2 Irmãos Breyner - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1168ª – Porsche GT2 “Jumbo Le Mans 1997 Vitesse

Porsche 911 GT2 #73 #0460002 - Roock Racing 11º 24H Le Mans 1997 - Manuel Mello- Breyner/ Pedro Mello-Breyner/ Tomaz Mello-Breyner

Modelo real

O primeiro piloto português em Le Mans foi Carlos Manuel Reis, em 1960, acompanhado por Raymond Quilico num Stanguellini Bialbero 740, que desistiu com problemas de motor.

Em 1969 encontramos a inscrição do Scodec-Diva Martin Valkyrie por Alain de Cadenet, para “Nicha” Cabral e Anthony Beeson mas, não foi aceite. M.A.Cabral voltou a estar inscrito em 1970, desta vez ao lado do suíço André Wicky, mas mais uma vez não participou na prova. Somente em 1972, na Ecurie Bonnier, juntamente com Gérard Larrousse e Hughes de Fierlant ao volante de um Lola T280-Ford, entanto, um desacordo com Jo Bonnier “Nicha” acabaria por nunca pilotar durante a prova, já que o carro para o qual ele estava destinado desistiu ainda durante as primeiras horas com problemas de embraiagem e, no outro Lola, Jo Bonnier sofreu um acidente fatal durante a madrugada.

Pilotos que mostraram o seu valor em Vila Real, Manuel, o mais velho Tomaz era o irmão do meio e Pedro, o mais novo. eram presenças notadas principalmente no Circuito de Vila Real, onde todos participaram, protagonizam uma estreia, na prova de La Sarthe, com uma equipa exclusivamente composta por três irmãos, em 1996 a Le Mans com o nº76 Porsche 911 GT2 do Team Jumbo Pão de Açúcar,  mas falham a pré-qualificação , com o 61º tempo.

Os irmãos voltam novamente no ano seguinte, a 14 e 15 de junho 1997 a Le Mans, agora ao volante de um Porsche 911 GT2 da Roock Racing.

Nos treinos Pedro foi o maia rápido  o que lhes permitiu  ocupar na grelha de partida o 42º  com 4:10.479, ou seja o 45º mais rápido

Na primeira vez que uma equipa de três irmãos disputou a prova, fazendo uma prestação bastante boa, Na 6ª hora já eram 25º, a singular prestação familiar culminaria com um e um 11º lugar na final e um 3º da categoria LM GT2 a 66 voltas do vencedor.

No fim de semana de 8 de outubro, na 7ª edição do Estoril Classics no Autódromo do Estoril podemos ver o Porsche 911 GT2 dos irmãos Mello Breyner ,hoje propriedade de Günther Schindler, o histórico 911 português marcou presença neste “Estoril Classics” mantendo os mesmos patrocinadores nacionais, Schindler levou o seu 911 ao 8º lugar na Corrida 1, e uma 4ª posição na segundo corrida.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Vitesse

Série Limited Editions

Referencia nº 1590/ 1900 preço5500$00

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País – Portugal, fabricado na China

Anos de fabrico  a

 


publicado por dinis às 19:51
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Segunda-feira, 25 de Março de 2024

Peugeot 106 XSi - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Peugeot 106 XSi - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1153ª –  Peugeot 106  Tour de Corse  

Peugeot 106 XSi 37º Tour de Corse - Rallye de France 1993

#42 Christian - Pages Jean-Jacques Peugeot 106 XSi Peugeot Sport

Modelo real

O Peugeot 106 foi apresentado em 12 de Setembro de 1991para substituir o 104, no formato de três portas e um ano depois ganhou a variante de cinco portas. de tração dianteira com motores a gasolina de quatro cilindros da família TU, de 954 a 1.587 cm3, e de 1.360 a 1.558 cm3 nos propulsores Diesel.

Os níveis da equipamentos eram básicos XN, XR mid-range, top-spec XT, e o modelo XSi desportivo enquanto o Peugeot 106 Rallye foi apresentado a 2 de outubro de 1993, no Salão Automóvel de Paris.

O modelo teve, também, a sua carreira desportiva, nomeadamente, através da Peugeot Sport, no Grupo N e A nos ralis.

No 37º Tour de Corse - Rallye de France 1993 a equipa  Peugeot Sport  de Bruzi Christian – Pages Jean-Jacques Peugeot no 106 XSi de Grupo A

A partido foi a 2 de maio de 1993 em Ajaccioe a chegada  a 4 de maio de 1993 em Ajaccio numa distância: 1.130,95 km incluindo 556,52 km divididos em 24 etapas especiais

Estava inscritas 85 equipes na largada e 44 na chegada Tal como no ano anterior, assistimos a um duelo entre Auriol, agora num Toyota Celica, e Delecour, que agora tem o Escort Cosworth, mais administrável que o Sierra seu antecessor. O Escort revelou-se muito eficiente nas estradas da Córsega e permitiu a Delecour, em muito boa forma, liderar a corrida do início ao fim, relegando Auriol a mais de um minuto, apesar dos problemas de motor na segunda etapa.

A equipa Bruzi Christiane  Pages Jean-Jacques Peugeot no 106 XSi de Grupo A foi 13º  da classificação geral.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Vitesse

Série Limited Edition

Referencia nº L051 preço 3065$00

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País – Portugal

Anos de fabrico  a

 

 

 

 

 


publicado por dinis às 18:47
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Domingo, 24 de Março de 2024

Renault 4 L - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Renault 4 L Safari - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1152ª – Renault 4 L East African Safari 1962 Vitesse

Renault 4 4L East African Safari 1962 Bernard Constann e Claude Le Guezec

Modelo real

Em 1962 foi lançada a versão Super e passava a existir uma motorização de 747 cm3 de 27 cv. Uma novo caixa de quatro marchas estava também disponível e a velocidade máxima rompia agora os 100 km/h. outra novidade era a versão Fourgonette (furgão em francês) que tinha a capacidade de carga aumentada. A parte traseira era mais alta e mais larga a cabine e o cliente podia optar por porta traseira de abertura lateral ou vertical bipartida.

Modificação na miniatura

O Rally Safari através do Quénia, Uganda e Tanganica a actual Tanzânia é há muito reconhecido como um dos ralis mais difíceis do calendário mundial de ralis, e isso transparece.

Os primeiros inscritos eram seis Renault 4 a lutando em um mercado cada vez mais competitivo nos meados dos anos 60.

A demolidora prova começava em Kampala, torneando o Lago Victoria, indo pelo interior ermo, até atingir Nairobi, depois, mais terras ermas, onde a tribo Massai eram platéia, até atingir o mar em dois pontos: Mombasa e Dar Es Salam. O rallye era ida e volta, ou seja, largava-se e terminava-se em Nairobi. Durante todos esses anos, a cor mais vista foi o vermelho - tanto no céu, como na terra (barro e pó), e em alguns dos lagos (como o Magadi entre o Kenia e a Tanzania).

O East African Safari era para carros resistentes com o provou o Renault 4L do Rali Safari da África Oriental pilotado por Bernard Constann e Claude Le Guezec. #14 Consten Bernard Le Guezec Claude Renault 4L da Motor Mart&Exchange Ltd que se classificou em 41º, entre o Nº40º #47 Valambhia Amratlal Pragji - Modesa V.A  em Hillman Minx 3C e o 42º  #24Cooper P.H. - Grant Ian L.Auto Union 1000 S Coupe

Como pode ser visto no  

CC TV : The Hillman Minx Wins In East Africa, 1962

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Vitesse

Série

Referencia nº L123 preço 3595$00                                                                                                                                                                                                                                                                                                                         Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em expositor plástico.

País - Portugal - China

Anos de fabrico  a


publicado por dinis às 20:09
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Sábado, 23 de Março de 2024

Wolseley Hornet - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Wolseley Hornet - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1151ª – Wolseley Hornet Mk III 1966 Vitesse

Wolseley Hornet Mk III 1966

Modelo real

Em abril de 1930 o primeiro Wolseley Hornet era na verdade um sedan Morris Minor de 2 portas e 4 lugares equipado com um motor de seis cilindros no lugar do quatro cilindros que era normal para este tamanho de carro.

O novo Hornet foi fornecido como um sedan fechado de quatro lugares e duas portas com carroceria ou, por £ 10 menos, carroceria de tecido; como carroceria aberta de dois lugares ou como chassi "rolante" simples para a escolha da carroceria do proprietário.

O Wolseley Hornet construído em Longbridge foi um renascimento de um nome anterior, como um Austin /Morris Mini de luxo  com um maior espaço na malas um pouco maior e um interior e aprimorado, o Wolseley Hornet e o seu parceiro o Riley Elf estreou em 1961, com a dupla diferenciada pelas grades cromadas contrastantes no estilo tradicional de cada marca e pela presença de uma largura total painel folheado a madeira no Elf.

uma das variantes mais desejáveis e menos encontradas do Mini.

Datado do penúltimo ano de produção, este exemplar com volante à direita foi fornecido como novo no Reino Unido pela Elliot Brothers de Bideford, Devon. o carro tem acabamento do tejadilho em cor vinho com interior em couro combinando.

Isso foi aplicado a esta versão especial do Mini, de forma semelhante ao Riley Elf, com cauda mais longa e porta-malas alargada, mas com grade Wolseley adequada e interior mais bem equipado.

Inicialmente, o Wolseley Hornet tinha suspensão de cone de borracha junto com o motor padrão de 848 cc como no mini, mas com interior melhorado e mais material insonorizante do que o Mini padrão.

Em 1963, o Mk II apareceu com um motor maior de 998 cc, aumentando a potência para 38 cv, velocidade máxima para 77 mph e 0-60 em 24,1 segundos. O consumo de combustível melhorou ligeiramente para 35 mpg. Pouco depois do lançamento do Mk II, a suspensão hidrolástica foi introduzida em 1964.

O Mk III apareceu em 1966, uma mudança notável sendo as janelas deslizantes atualizadas para janelas de corda e a ventilação ao nível do rosto adicionada ao painel frontal.

1969 viu o fim de cauda longa do Mini tanto para o Wolseley Hornet quanto para o Riley Elf.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Vitesse

Série

Referencia nº 056B preço 3295$00

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País - Portugal/China

Anos de fabrico  a

 

 

 


publicado por dinis às 18:07
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Terça-feira, 19 de Março de 2024

Dino Ferrari - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Dino Ferrari - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1147ª – Ferrari Dino 246GT Giro D´Itália 1975 Vitesse    

Ferrari Dino 246GT  Giro Itália 1975 36º nº 358 De Gregori / Pasquini

Depois do 317ª – Ferrari Dino Berlinetta Politoys

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/1281711.html

312ª – Ferrari 246 GTS Norev

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/dino-um-olhar-sobre-as-minhas-1278691

Modelo real

O Giro d' Italia em Automobilismo em 1975, começou em Torino no sábado, a 12 de outubro de 1975, e termina novamente em Torino na sexta-feira, 17 de outubro. A competição inclui uma série de etapas nas várias pistas italianas, Monza, Imola, Misano, Vallelunga e várias provas de subida ao longo do percurso de ligação.

Os mais sofisticados protótipos alinhara à partida onde se destacavam o novo Abarth SE 031, derivado do 131 Miriafiori e equipado com o motor V6  e o Alfa Romeo Sradale uma carroçaria semelhante Alfa Romeo T 33  visto no Campeonato de Mundial de Marcas, mas agora fechado,  dotado de um motor V8 do Alfa Montreal.  A  Lancia tinha 3 Stratos de especificação do Grupo 5 além dos Porsche Carrera , De Tomaso Pantera e outros.

Um total de 91 carros participaram do Giro d'Italia deste ano, incluindo os Grupos de 1 a 4 e os protótipos, onde vamos encontrar um Dino Ferrari nº 358 para  De Gregori / Pasquini.

O Lancia Stratos Malboro de Carlo Facetti tomou o comando da prova no circuito de Monza.   

Os problemas do 33 Stradale com Androuet/Carlotto em Monza começam com o motor a não conseguir funcionar regularmente e a continuam nas etapas seguintes em Imola e Misano, porém o grande potencial do carro permite-lhe assumir a liderança da corrida.

Apesar dos problemas de motor, o carro da Autodelta conseguiu prevalecer sobre o Fiat 031 de Pianta-Scabini e o Lancia Strato HF turbo de Munari-Manucci.

Mas os problemas com o motor aumentaram com um vazamento de óleo que se tornou cada vez mais ameaçador, até o V8 do Alfa emitir uma nuvem de fumo azulado e durante a etapa de Vallelunga o V8 cedeu e o 33 Stradale foi forçado a abandonar.

Os circuitos fechados e vias públicas eram os lugares ideais para os Porsche 911 Carrera a mostrarem o seu alto desempenho.

O RS e De Tomaso Pantera ocuparam os primeiros lugares, seguindo o protótipo SE031.

Na Lancia Corse, R. Pinto retirou-se devido a problemas na caixa de velocidades e S. Munari terminou em 6º.

O Abarth SE031 escapou por pouco e conquistou a vitória, salvando a face da Abarth, com o  2º e 3º lugares a ficarem para  a Porsche e em ultimo lugar lá está o Ferrari Dino 246 GT com o nº 358 pilotado por  De Gregori / Pasquini 1:56:52.800 no Gr.3+2.0 em 36º.       

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Vitesse

Série Limited Edition 0334/5000

Referencia nº L 052 preço 3290$00 

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País – Portugal, feito na China

Anos de fabrico  a

 


publicado por dinis às 18:26
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Sexta-feira, 15 de Março de 2024

Ford Sierra RS Cosworth 4x4 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Ford Sierra RS Cosworth 4x4 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1143ª – Ford Sierra RS Cosworth 4x4 Vitesse   

Rallye de Portugal - Vinho do Porto 1991 Tommi  Mäkinen/ Seppo Harjanne

O Ford Sierra RS Cosworth 4x4 foi o último sedam desportivo da Ford e o primeiro carro da marca a usar o emblema da Cosworth e foi apresentado no Salão de Genebra em 1985 como um meio de homologar o Sierra para as corridas do Grupo A de Carros de Turismo. Esse modelo foi a última tentativa da Ford em produzir um sedã europeu de alta performance.

Modelo real

O Ford Sierra foi produzido pela Ford entre 1982 e 1993, como  o sucessor do Taunus na Europa e do  Ford Cortina na Grã-Bretanha

A Ford esteve quase sempre presente na competição como marca oficial de 1986 a 1996, alternando com veículos Ford nas mãos de diferentes equipas privadas.

O fim do Grupo B, em 1986 levou as marcas para o Grupo A, e a Ford escolheu o Ford Sierra, utilizado nas versões de tracção traseira Cosworth e tracção integral XR4x4.

Os Grupo A, desenvolvidos pela Ford foram o Sierra Cosworth, e o Sierra XR4x4. fazendo a sua estreia em Monte Carlo, no ano de 1987. Este modelo ombreava com o 4x4, mas que se não classificaram. A tração nas quatro rodas proporcionou uma margem adicional de segurança em estradas escorregadias ou cobertas de neve, mantendo o comportamento de tração traseira do carro.

A Ford abandonou o campeonato oficial em 1989 e 1990, durante os quais competiu em competições não oficiais com equipes de equipes e pilotos particulares.

Ao Sierra Cosworth faltava tracção e agilidade, ao XR4x4 faltava potência. A Ford tentou colmatar estas falhas com o aparecimento do Sierra RS Cosworth 4×4 em 1990, mas sendo derivado de uma berlina familiar, Voltando ao ano seguinte 1991 com o novo modelo Sierra, a versão 4x4.

O Rallye de Portugal - Vinho do Porto em 1991 teve a participação do Ford Sierra RS Cosworth 4x4 com o Nº 11 para Tommi Mäkinen / Seppo Harjanne  abandonou na PEC34 com problemas na caixa de velocidades

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Vitesse

Série

Referencia nº711 preço 2875$00

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País - Portugal

Anos de fabrico  a

 

 

 


publicado por dinis às 19:17
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Quinta-feira, 14 de Março de 2024

Chrysler Town & Country 1947- Um olhar sobre as minhas miniaturas

Chrysler Town & Country 1947- Um olhar sobre as minhas miniaturas

1142ª – Chrysler Town & Country conversível Solido

Chrysler Town and Country conversível 1947

Uma nova base em plástico preto foi, entretanto, apresentada.

Modelo real

O nome da uma carrinha americana de trabalho, em meados da década de 1930, aplicada num carro utilitário com carroceria de madeira sugeria que algo melhor. A Chrysler garantiu isso com o Town & Country, em número limitado após a Segunda Guerra Mundial, o Town & Country voltou, sedan Town & Country de 4 portas de 1946 e o conversível Town & Country de 2 portas de 1946 foram oferecidos; mas o folheto de vendas da Town & Country de 1946

A estrutura de madeira da carroceria era feita de freixo branco e os painéis eram folheados a mogno, mas agora estavam colados aos painéis da carroceria de aço

O Town and Country conversível montado no chassis do Chrysler New Yorker, distância entre eixos de 127,5 polegadas

O motor de oito em linha de 135 cavalos está acoplado a uma transmissão automática Fluid Drive de três velocidades; os recursos de luxo incluem uma capota conversível elétrica e um relógio elétrico. Aqui, o impressionante trabalho em madeira é muito bem complementado pela pintura exterior em azul escuro, combinada com um interior em azul com bancos parcialmente em azul estampado e os parte das cartela laterais,  uma capota conversível bege fica escondida sob uma bota azul quando retraída..

No ano modelo de 1947, o sedan Town & Country de 4 portas de 1947 e o conversível de 2 portas de 1947 tiveram apenas algumas melhorias em relação ao ano modelo anterior

No modelo de 1948, o sedã Town & Country de 4 portas de 1948 estava em seu último ano modelo de produção após apenas uma produção de três anos. o Town & Country 2- porta conversível transportada com apenas algumas melhorias em relação ao ano modelo anterior tinha agora os painéis de madeira de mogno genuínos hondurenhos foram substituídos por painéis de vinil DI-NOC.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Vitesse

Série

Referencia nº 490 preço

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País – Portugal

Anos de fabrico  a


publicado por dinis às 17:59
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Sexta-feira, 8 de Março de 2024

Citroen 2CV /Bimoteur - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Citroen 2CV /Bimoteur - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1136ª – Citroen 2CV Sahara 4x4 1960 Vitesse  

Citroen 2CV Sahara 4x4/Bimoteur open 1960

Se um falhasse, o outro podia leva-lo até ao destino.

Modelo real

A colocação de dois motores no Citroen 2CV já havia sido feito por alguns concessionários da Citroën dos anos 50.

Mas os primeiros protótipos da Citroen foram mostrados à imprensa em Ermenonville a 7 de março de 58, o carro pesava 640 kgs e consumia entre 9 a 11 litros de gasolina, e estava equipado com pneus Michelin X 155 x 400, com 0,7 de bar de pressão.

A homologação só foi obtida em Outubro de 1960, com a produção a começar oficialmente em Dezembro de 1960, com a designação de 2 CV AZ 4/4, a ser produzido pela Panhard, que desde 1955 produzia o 2CV AZU.

Nascia assim o Citroën 2CV Sahara, o primeiro e único automóvel de dois motores em produção e vendido nos concessionários até hoje, para ser utilizado nas colônias francesas na África e Ilhas do Pacífico e a Citroën demonstrar o seu interesse na investigação petrolífera no Sahara.

O Citroën 2CV Sahara AZ 4x4 bimotor de tração nas quatro rodas Não é o primeiro carro com dois motores conhecido, mas a forma como concretizou essa ideia é ainda mais desconcertante. Se grande parte da capacidade de tração do 2CV provinha do facto que a tração dianteira é extremamente eficaz por concentrar o peso do motor em cima do eixo de tração, porquê gastar dinheiro em engenharia para levar uma transmissão até lá atrás? Lefebvre tinha uma solução melhor.

Colocando um motor inteiro sobre o eixo traseiro, completo com a sua própria caixa de velocidades, imediatamente criava um 4x4 com o dobro da potência do 2CV original. Lefebvre inverteu o motor traseiro, colocado em posição simétrica oposta ao dianteiro (em referência ao centro do 2CV. o 2CV mantinha o habitáculo inalterado, ficando sem o espaço apenas na bagageira.

O Citroën 2CV Sahara apresentava um chassi especial, suspensão reforçada, rodas mais largas, um par de tanques de combustível debaixo dos bancos dianteiros e inúmeras modificações que lhe permitiam enfrentar terrenos e climas adversos. Em 1962, após a independência da Argélia, a Citroën abandonou a denominação Sahara e o carro passou a denominar-se oficialmente 2CV 4x4. Acredita-se que foram montadas um total de 695 unidades.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Vitesse

Série La collection

Referencia nº 037 C preço 2955$00

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País – Portugal

Anos de fabrico  a

 


publicado por dinis às 23:06
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Quinta-feira, 7 de Março de 2024

Mercedes Benz 220 SE - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Mercedes Benz 220 SE - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1135ª – Mercedes Benz 220 SE Vitesse

Mercedes Benz 220 SE”Silbergrau&Graphitgrau”

Modelo real

A Mercedes-Benz emergiu da Segunda Guerra Mundial com os 300 Adenauers e os exclusivos 300 S grand tourers que lhe renderam fama, mas foram os simples Pontons monobloco que a consolidaram . em design e estilo desde 1953.

Pensado como um modelo de estrada, é uma berlina de linhas clássicas, concebida, sobretudo, para proporcionar conforto, robustez e fiabilidade. Ficou conhecido por  "Fintail" (alemão: Heckflosse) ganharam o apelido por causa da traseira distinta que incorpora pequenas barbatanas traseiras, considerada uma tentativa discreta de atrair o mercado dos Estados Unidos na época

A produção em série começou em agosto de 1959, e estreou no Salão Automóvel de Frankfurt no outono. Inicialmente a série consistia em 220b, 220Sb e 220SEb. Estes substituíram os salões (W105) 219, (W180) 220S e (W128) 220SE Ponton, respectivamente. O 220b era uma versão básica com poucos acabamentos cromados, calotas simples e acabamento interno básico sem bolsos nas portas. Os preços foram DM16.750, 18.500 e 20.500, com uma proporção aproximada de vendas de

Todos os modelos compartilhavam o motor M127 de seis cilindros em linha de 2.195 cc herdado da geração anterior, com cabeçotes de alumínio tenham sido basicamente herdados dos sedans Ponton anteriores, atualizações no trem de válvulas, perfis do eixo de comando e coletores de admissão aumentaram a potência.

Equipado com injecção múltipla de combustível da Bosch e uma excelente eficiência do motor que produzia cerca de 130 cv.

uma excelente transmissão manual de quatro velocidades e um excelente mecanismo de mudança de coluna.

O design do chassi foi outro ponto forte da Fintail para os ralis, com suspensão dianteira de longo curso com molas helicoidais duplas e direção de esfera recirculante configurada para uma mistura fina de controle preciso do motorista com conforto duradouro.

A suspensão traseira flexível e de longo curso foi uma melhoria em relação ao projeto anterior de eixo oscilante Ponton. Os tubos do eixo giratório foram ligados entre si por uma grande mola helicoidal de 'compensação' montada de leste a oeste abaixo da caixa do diferencial montada rigidamente, o que garantiu uma distribuição uniforme das cargas entre os dois eixos.

A qualidade de condução e a robustez deste design traseiro eram excelentes e ideais para os ralis de longa distância do tipo safari da época.

O Rali de Monte Carlo de 1960 foi vencido por Schock Walter - Moll Rolf num Mercedes-Benz 220 SE.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Vitesse

Série 4002 

Referencia nº 04773 preço 3495$00

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País - Portugal

Anos de fabrico  a


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Domingo, 3 de Março de 2024

Messerschmitt Tiger - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Messerschmitt Tiger - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1131ª – Messerschmitt Tiger TG500 1958 Vitesse  

Depois do

1116ª – Messerschmitt KR 200 Kabrio- limousine 1960

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/messerschmitt-kr-200-um-olhar-sobre-1828402

1958 F.M.R. Tg 500 'Tigre'

Modelo real

Messerschmitt é um dos mais conhecidos de microcarros, agora conhecidos por papa-reforma e também por mata velhos.

A FMR assumiu a produção do KR200 da Messerschmitt em 1956. Embora o KR200 ainda usasse o nome e o logotipo da Messerschmitt, o Tg500 foi identificado como FMR.

Em 1957, a filial automóvel da Messerschmitt foi comprada pelo governo alemão, e no verão de 1957, Fritz Fend à frente de sua própria empresa aplicou uma nova visão do carro que fosse em todos os aspectos superior à scooter de três rodas, especialmente em termos de velocidade e comportamento.

O Tg 500, também conhecido como “Tiger” foi baseado no monocoque do carro de três rodas Messerschmitt KR 200, no entanto, o Tiger foi equipado com quatro rodas maiores.

A Fichtel & Sachs, fornecedora  do motor Kabinenroller durante anos, tinha desenhos na prateleira para um motor estacionário de 400 centímetros cúbicos, a dois tempos e dois cilindros. O deslocamento foi aumentado para 494 centímetros cúbicos e, na verdade, foi fabricado pela F.M.R. e acoplado a uma caixa de câmbio de quatro marchas e marcha atras. Ele foi montado em um subquadro muito avançado no estilo Fórmula 1, incorporando uma suspensão traseira totalmente ajustável e tinha quatro rodas. As rodas e os braços da suspensão dianteira aumentaram de tamanho, assim como os faróis e os freios, que agora eram hidráulicos modernos em comparação com os Kabinenrollers de três rodas, que possuíam freios mecânicos acionados por cabo. O grande e luxuoso assento do piloto era necessário para lidar com o poder fenomenal nas curvas deste incrível veículo.

Como Tiger pertencia à Krupp, foi alterado, para “Tourenfahrzeug-Geländesport”, ou veículos de turismo esportivos cross-country, mas a contração não enganou ninguém.

Dos 320 exemplares do Tiger produzidos, acredita-se que apenas 150 sobreviveram.

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IMG_20240303_125858.jpg

Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Vitesse

Série

Referencia nº 683 preço 2290$00

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País - Portugal

Anos de fabrico  a

 

 


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