Terça-feira, 11 de Junho de 2024

Tyrrell 003 1971 F1- Um olhar sobre as minhas miniaturas

Tyrrell 003 1971 F1- Um olhar sobre as minhas miniaturas

1210ª – Tyrrell 003 1971 RBA 

Tyrrell 003 1971

Grand Prix – Mitos da Fórmula 1

Modelo real

Na temporada de F1 de 1969, Ken Tyrrell é o chefe de equipa da Matra e proporciona a Jackie Stewart o campeonato do Mundo, utilizando o motor Cosworth.

Em 1970, a Matra não fornece chassis para a Tyrrell e volta-se para a  March de Max Mosley acabara de lançar um carro de Fórmula 1 para clientes, Tyrrell adquire um March 701

Em total sigilo, o Frank Gardner trabalhou em um carro completamente novo para Stewart dirigir. O Tyrrell 001 foi revelado em uma corrida fora do campeonato em Oulton Park. Foi uma surpresa completa para o público presente e para os concorrentes da Tyrrell, mas nasceu um novo construtor de Fórmula 1.

Baseado no 001, dois novos chassis foram construídos para Stewart e François Cevert dirigirem em 1971. Com estes 003 e 002, respectivamente, Tyrrell venceu o primeiro Campeonato de Construtores e Stewart seu segundo Campeonato de Pilotos.

No XVII Gran Premio de España, Campeonato del Mundo Formula 1  18.4.1971 em Jarama as equipas iriam todas experimentar os novos pneus "slicks", sem rasgos, provavam ser mais aderentes em piso seco e mais velozes em pista e Kem Tyrrel estreava o Tyrrell 003,.

Stewart a partir bem e a ficar na segunda posição, logo atrás de Ickx. Nas cinco voltas seguintes, o piloto da Tyrrell perseguiu o belga até que na sexta volta, conseguiu manobrar suficentemente bem para ficar com a liderança.

Mais atrás, Chris Amon passa Regazzoni e fica com o terceiro lugar, antes do suiço ver a sua bomba de combustivel do seu Ferrari falhar e ficar pelo caminho. O quarto lugar foi herdado por Rodriguez, que tinha Andretti e Hulme atrás de si. Contudo, a meio da corrida, foi a vez do americano desistir, vítima do seu motor V12, e o segundo Matra de Beltoise ficou com o lugar.

As voltas finais foram de duelo. Ickx forçou o andamento e tentou chegar-se a Stewart, mas este não cedeu o primeiro posto, mantendo a calma até à bandeira de xadrez, dando ao escocês a sua primeira vitória da temporada, ainda por cima superando os carros com motor V12, que ocupavam as três posições seguintes: Ickx no seu Ferrari (2º), Amon no seu Matra (3º) e Rodriguez no seu BRM (4º). Dennis Hulme e Jean-Pierre Beltoise ficaram com os restantes lugares pontuáveis.

Em 1971, foi o ano de seu bicampeonato, com seis triunfos , Espanha, Mônaco, França, Inglaterra, Alemanha e Canadá).

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante IXO, RBA Collectibles,

Série Grand Prix – Mitos da Fórmula 1

Referencia nº 22 preço 1595$00

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País – Portugal, feito na China

 


publicado por dinis às 19:41
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Segunda-feira, 10 de Junho de 2024

Honda RA272 !965 F1- Um olhar sobre as minhas miniaturas

Honda RA272 !965 F1- Um olhar sobre as minhas miniaturas

1209ª – Honda RA272 1965 RBA 

Honda RA272 !965

Grand Prix – Mitos da Fórmula 1

Modelo real

Em Agosto de 1964, no grande Prémio da Alemanha assistiu-se à estreia da Honda e rapidamente progrediu pouco apouco e um ano depois já contava com uma vitoria no México.

Conta-se que Richie Ginther quando liderava o GP da México em 1968 pencou que tinha derramado um litro de óleo sobre o piso e que todos os rivais se tinham despistado.   

Miniatura

A Honda mostra em 1964. O seu primeiro Fórmula 1, o RA271, ele apresentava uma carroçaria de alumínio montada sobre um chassis espacial e um motor V-12 de 1,5 litros montado transversalmente de maneira incomum no meio.

No ano seguinte, a Honda mudou radicalmente o RA271, resultando no RA272. O motor RA272, É era uma versão mais eficiente do V-12 anterior com componentes mais leves. A construção da suspensão traseira foi alterada de interna para externa, o que permitiu que o peso fosse reduzido de 525 kg para 498 kg, significando uma diminuição drástica.

O último ano em que as máquinas de F1 foram autorizadas a funcionar com motores 1.5L de aspiração natural. o motor que moveu este RA272 é um V12 com cilindrada de 1.495 cc, com a surpreendentemente, a cilindrada por cilindro de apenas 125 cc, uma lembrança do seu know-how em motores de motocicleta,.

Os pilotos eram o repetente  Ronnie Bucknum, no segundo ano, e o recém-chegado Riche Ginther.

O primeiro ponto foi no GP da Bélgica, por intermedio de Richie Ginther. Parna ultima prova para os automovris ,5 l GP do México, os homens de Nakamura de nada se privaram. Nos treinos foram os monolugares que mais tempo estiveram em pista e chegara mesmo a alugar o circuito para uns testes privados, entre as 6 e as 9 da manhã. para aperfeiçoar o sistema ade injecção com uma adaptação a maior altitude, do circuito mexicano.

O ex-engenheiro aeronáutico e líder da equipe de F1 da Honda, Yoshio Nakamura, garantiu que ele funcionaria em grandes altitudes, dando ao RA272 uma vantagem sobre seus rivais. O piloto do carro vencedor foi Richie Ginther, o último carro da categoria de 1,5 litros vencer uma corrida, e também a primeira vitória da Honda e da  Goodyear na categoria máxima do automobilismo.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante IXO, RBA Collectibles,

Série Grand Prix – Mitos da Fórmula 1

Referencia nº 21 preço 1595$00

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País – Portugal, feito na China


publicado por dinis às 19:20
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Domingo, 9 de Junho de 2024

Brabham BT 24 1967  F1- Um olhar sobre as minhas miniaturas

Brabham BT 24 1967  F1- Um olhar sobre as minhas miniaturas

1208ª – Brabham BT 24 1967  RBA 

Brabham BT 24 1967  Grand Prix – Mitos da Fórmula 1

Com o nº 2 em 1967 Denny  Hulme áfrica  do Sul , Hlamda  grande bretanha , Alemanha  Canadá , Estados Unidos  e México

Na época de 1967 a Brabham participou com os carros vencedores do campeonato anterior, os BT 20 e BT19 com as sigas a referenciar Jack Brabahm e Ron Taurnac os criadores da marca. Jack  Brabham, Ron Tauranac e Repco-Brabham Engines venceram os títulos mundiais de pilotos e construtores de F1 de 1966

Modelo real

Projetado por Ron Tauranac, o Brabaham BT24 foi baseado no Fórmula 2 o BT23 , muito leve e compacto. Tauranac continuou a aderir ao chassis espacial, exclusivo dos projetistas da Fórmula 1 com o  BT24 projetado para receber o novo motor Repco 740 V-8, com um design totalmente novo inteiramente construído pela Repco, ao contrário dos motores da série 620 baseados no Oldsmobile do ano anterior. Tauranac solicitou que a Repco construísse o motor com escapamentos em V para reduzir a área frontal e aliviar o problema de passagem dos tubos de escapamento pelos elos da suspensão traseira.

Os rivais, o Lotus 49, o BT24 fez a sua primeira aparição durante os treinos para o Grande Prémio da Holanda com a Brabham a decidir utilizar os carros de 1966 na corrida holandesa (embora a essa altura o BT19 de Jack Brabham estivesse equipado com o motor 740 de escapamento central.

O Brabham BT 24 foi estreado na sessão de treinos do GP da Bélgica e Jack Brabham obteve a primeira vitoria com o BT 24  no GP de França. Mas no GP da Alemanha e Canadá a dupla consegui duas dobradinhas

O então campeão Jack Brabham e Denny Hulme ao volante, o BT24 obteve 3 vitórias contra 4 de Jim Clark na Lotus, mas com seis 2º lugares, dois 3º, um 4º e um 5º a equipe Brabham conquistou confortavelmente o Campeonato de Construtores, enquanto Hulme superou o dono da equipe Brabham no Campeonato de Pilotos por 5 pontos.

Além de suas três vitórias no campeonato, o BT24 também venceu a prestigiada International Gold Cup de 1967 em Oulton Park nas mãos de Jack Brabham.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante IXO, RBA Collectibles,

Série Grand Prix – Mitos da Fórmula 1

Referencia nº 20 preço 1595$00

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País – Portugal, feito na China

 


publicado por dinis às 18:11
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Sábado, 8 de Junho de 2024

Mc Laren M23 F1- Um olhar sobre as minhas miniaturas

Mc Laren M23 F1- Um olhar sobre as minhas miniaturas

1207ª – Mc Laren M23 1976 RBA 

Mc Laren M23 Grand Prix – Mitos da Fórmula 1

Modelo real

Após os inumeráveis problema tidos em 1975 a temporada de 1976 encontrou um confronto entre os Ferrari de Lauda e Reagazzoni e o Mc Larem de M3 D de Hunt.

Miniatura

Desenvolvido a partir do modelo M16 o vencedor das 500 Milhas de 1972 com Mark Donohue, o projeto do M23 teve a colaboração de um jovem John Barnard,

O M23 não tinha nenhuma inovação marcante, mas uma distribuição de peso muito equilibrada e uma atenção especial aos detalhes. Na dianteira, a suspensão era inboard enquanto os freios eram outboard, enquanto o contrário acontecia na traseira. O motor, como para quase todo mundo naqueles tempos, era o Ford-Cosworth de oito cilindros.

Para a temporada seguinte, a McLaren perdeu Emerson e acertou com o veloz James Hunt.

O  Mc Larem M23, não permitia a Hunt acompanhar Lauda na primeira metade do campeonato. Na Espanha, após grande vitória, o inglês foi desclassificado porque os novos pneus Goodyear eram mais largos do que os anteriores, e o M23 excedeu a largura regulamentar. Houve protestos, e a McLaren conseguiu reave-lo

A McLaren, que já havia alterado a tomada de ar para se adequar ao novo regulamento, ainda estreitou seu carro, e a mudança urgente foi desastrosa para o conjunto, o que deixou Hunt e Mass pouco competitivos nas corridas seguintes.

No dia 1º de agosto, no GP da Alemanha, Niki Lauda sofreu um grave acidente e teve sérias queimaduras pelo corpo. Lauda ficou afastado apenas por duas provas,

O campeonato foi decidido na última prova da temporada, no Japão, em 24 de outubro. Hunt ganhou seu único título no temporal de Fuji, em 1976

Numa decisão histórica no Japão, Lauda desistiu por causa do temporal, e Hunt terminou em terceiro, a temporada com maior número de vitórias do M23, seis, todas com Hunt.

O título mundial foi para o inglês James Hunt da McLaren. Niki Lauda, da Ferrari, ficou em segundo lugar, com apenas um ponto de diferença.

Ao todo o McLaren M23 conquistou um título de construtores, em 1974, e dois títulos de pilotos, com Emerson Fittipaldi em 1974 e James Hunt em 1976. No total foram produzidos 13 chassis, de todas as especificações, numerados de 1 a 14, pois o número 13 não existiu devido a ser considerado de azar.

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Miniatura

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante IXO, RBA Collectibles,

Série Grand Prix – Mitos da Fórmula 1

Referencia nº 19 preço 1595$00

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País – Portugal, feito na China

 


publicado por dinis às 17:30
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Quinta-feira, 6 de Junho de 2024

Lotus Type 49B 1968 F1- Um olhar sobre as minhas miniaturas

Lotus Type 49B 1968 F1- Um olhar sobre as minhas miniaturas

1205ª – Lotus Type 49B 1968 RBA 

O nº 5 somente foi utilizado por Hill na Africa do Sul mas o modelo era ainda verde.

Grand Prix – Mitos da Fórmula 1

Modelo real

O Lotus 49 foi o primeiro monolugarda F1 a ter o motor  Ford Cosworth DFV V8 . em 1969 a Lotus contou com Jim Clark e Graham Hill que já dispunham de uma evolução do chassis, a versão 49B.

Jim Clark venceu a sua ultima prova na Formila 1 em Kyalam, seguido de Graham Hil aisda com as cores verdes.

Com as novas cores do Gold Leaf Team Lotus Hill triunfou nos dois grandes prémios seguintes Espanha e  no Mónaco, ma estreia do 49B naquele que foi a sua primeira participação com um aileron..

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante IXO, RBA Collectibles,

Série Grand Prix – Mitos da Fórmula 1

Referencia nº 17 preço 1595$00

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País – Portugal, feito na China

 


publicado por dinis às 17:28
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Terça-feira, 4 de Junho de 2024

Williams FW124 1992 F1- Um olhar sobre as minhas miniaturas

Williams FW124 1992 F1- Um olhar sobre as minhas miniaturas

1204ª – Williams FW124 1992 RBA 

Williams FW124 1992 Grand Prix – Mitos da Fórmula 1

Modelo real

Desde 1979 que Frank Williams, um piloto que correu em Vila Real que os seua carros foram desenhados ou sob as suas ordens por Patrick Head, os títulos apareceram em 1980-1981-1985-1987 A temporada de 1992 foi q quarta temporada em 1992 foi a quarta com motor V10 Renault.  

O FW14 serviu de base á arma preparada pelo Director Técnico Patrick Head e o seu projectista chefe, Adriaen Newey pra 1992 depois de muitas horas no túnel de vento aperfeiçoaram o decisivo conceito de nariz levantado de Neweyly que combinado com a suspensão activa  que head tinha em mente desde 1987 agora aplicada no FW14B muito acima da concorrência.

A suspensão activa que é mais reativa pois em principio toda a suspensão o é , onde o termo será reactiva  pela interconexão electronica  e Hidrulica entre as rodas , permitia as traseiras actuarem  em função das reacçoes das dianteira.

Uma fotoapresentada no fasciculo levanos ao carro que participou no Grande Premio de Portugal,

Onde aconteceu a grande bronca quando o mecânico da Williams troca a roda do carro de Mansell  na faixa rápida das boxes. Mansell parou 3 metros antes  para a direita tudo estaria bem. E perde uma vitoria  quando foi desclassificado  por trabalho de mecânico na pista rápida das boxes.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante IXO, RBA Collectibles,

Série Grand Prix – Mitos da Fórmula 1

Referencia nº 16 preço 1595$00

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País – Portugal, feito na China

 

 


publicado por dinis às 18:24
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Segunda-feira, 3 de Junho de 2024

McLaren MP/2C 1986 F1- Um olhar sobre as minhas miniaturas

McLaren MP/2C 1986 F1- Um olhar sobre as minhas miniaturas

1203ª - McLaren MP/2C 1986 RBA 

McLaren MP/2C 1986

Grand Prix – Mitos da Fórmula 1

Modelo real

O MP4/2C-TAG Porsche V6 Turbo desenhado por John Barnard para Alain Prost para em 1986 defender o seu primeiro título mundial alcançado no ano anterior e tentar igualar a serie de tres títulos consecutivos de construtores alcançada pela Ferrari em 1975, 76 e 77.

Nigel Mansen precisava de terminar em 5, na Austrália para ser campeão, mas um pneu rebentou do Williams-Honda a luta passou para Nelson Piquet e Prost. Onde o que ganhasse era campeão.

Depois de uma visita as boxes por precaução, Piquet voltou para a pista para dar luta ao líder Prost.

 O computador avisava Prost que faltariam 5 litros para chegar a meta, com 16 de voltas para percorrer.    

Se Alain abandonasse, perderia o campeonato, e como já dois títulos tinham ido a vida, pensou “O computador está enganado” e continuou o seu ritmo e rumo à vitória. Pouco depois os engenheiros da Porsche examinaram o computador e, efectivamente estava enganado e por isso ficou conhecido por “Professor”

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante IXO, RBA Collectibles,

Série Grand Prix – Mitos da Fórmula 1

Referencia nº 15 preço 1595$00

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País – Portugal, feito na China

 


publicado por dinis às 18:37
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Sábado, 1 de Junho de 2024

Matra MS 80 1969 F1- Um olhar sobre as minhas miniaturas

Matra MS 80 1969 F1- Um olhar sobre as minhas miniaturas

1201ª – Matra MS 80 1969 RBA 

Matra MS 80 1969 1º Grã-Bretanha

A fotografia do fasciculo mostrava um Matra com o N´7, mas a miniatura que o acompanhava era o 3

Com o Nº3 em Silverstone, Jackie Stwart, em Watkins Glen  e no México o mais intrigante é a falta do aileron traseiro. 

Grand Prix – Mitos da Fórmula 1

Modelo real

A Matra fundada em 1942, era uma empresa aeroespacial, que decidiu competis nos circuitos por razoes de Prestigio Nacional e para isso começou com a Fórmula 3 em 1965 e na Fórmula 2 no ano seguinte e a Formula 1 com o Matra MS 80 em 1969.

Em cooperação com a Robert Kenneth Tyrrel, os ingleses da Cosworth, lançaram-se na Fórmula1 e como pilotos, o escocês Stewarth, e cos franceses Bernard Boyer. engenheiro e designer Gerard Ducarouge para o Chassis, a Elf e Beltoise. 

Inspirado no Matra MS10 de 1968, leva Boyer as grandes de alterações no MS80 de 1969

O primeiro MS80 ficou pronto para o GP da África do Sul, mas Ken Tyrrell preferiu usar o comprovado MS10, com o qual Jackie Stewart venceu a corrida. Stewart então correu com o MS80 na Race of Champions, vencendo novamente, e depois venceu o GP da Espanha no MS80-01 com o companheiro de equipe Jean-Pierre Beltoise terminando em terceiro no novo MS80-02. Stewart então venceu na Holanda, França e Grã-Bretanha, tornando-se progressivamente mais dominante a cada corrida, e liderou grande parte do GP da Alemanha antes de Jacky Ickx passar e vencer em seu Brabham BT26. O escocês também liderou a maioria das voltas do GP da Itália, batendo o Lotus 49B de Jochen Rindt até a bandeira por menos de um carro. A vitória garantiu seu primeiro Campeonato Mundial e também o primeiro título de construtores para Matra.

Jackie Stewart com o nº 4, vence no Grande Prêmio da Holanda de 1969, a primeira das suas três vitórias consecutivas. Na França tem o Nº2 e na Grã-Bretanha o Nº 3.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante IXO, RBA Collectibles,

Série Grand Prix – Mitos da Fórmula 1

Referencia nº 14 preço 1595$00

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País – Portugal, feito na China


publicado por dinis às 17:39
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Quinta-feira, 30 de Maio de 2024

Brabham BT49C F1- Um olhar sobre as minhas miniaturas

Brabham BT49C F1- Um olhar sobre as minhas miniaturas

1199ª – Brabham BT49C 1981 RBA 

Brabham BT49C (Ford-Cosworth V8).

Grand Prix – Mitos da Fórmula 1

Modelo real

Procurando na potência a vantagem, Bernie Eclestone trocou em 1976 o V8 Cosworth do Breabham pelo V12 Alfa Romeo. Entretanto Colin Chapman aplicou o efeito de solo, e durante quatro épocas o BT 49   já tinha o Coswort . Desenhado e construído em seis semanas, em 1980 já deu mostras do seu potencial. em 1981 agora como BT 49C levou Nelson Piquet para o seu primeiro mundial.

Mudanças nas regras, que incluíram a proibição das saias deslizantes usadas para vedar o túnel de efeito solo e uma distância mínima ao solo de 6 cm, levaram Murray a desenvolver ainda mais o carro no BT49C para a temporada de 1981. O talentoso sul-africano concebeu um sofisticado sistema de amortecedores hidropneumáticos, que foi capaz de elevar o carro até aos 6 cm obrigatórios nas boxes, mas também permitiu que o carro corresse o mais próximo possível do solo para gerar a máxima força descendente. Para competir com os cada vez mais competitivos carros com motor turbo, foi utilizada mais fibra de carbono para reduzir ainda mais o peso.

no seu terceiro ano, o Brabham BT49 não era à prova de balas, a 'especificação C', ainda permitiu a Piquet jogar dados durante toda a temporada com os pilotos da Williams, incluindo o atual campeão mundial Alan Jones. Ele voltou a vencer três corridas, mas desta vez foi o suficiente para vencer o campeonato mundial, mesmo que por um único ponto a Carlos Reutemann,. Enquanto isso, a Brabham fechou um acordo com a BMW para fornecer à equipe um motor turbo.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante IXO, RBA Collectibles,

Série Grand Prix – Mitos da Fórmula 1

Referencia nº 13 preço 1595$00

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País – Portugal, feito na China

 


publicado por dinis às 19:49
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Quarta-feira, 29 de Maio de 2024

Mc Laren MC7 1969 F1- Um olhar sobre as minhas miniaturas

Mc Laren MC7 1969 F1- Um olhar sobre as minhas miniaturas

1198ª – Mc Laren MC7 1969 RBA 

Bruce McLaren Motor Racing com Bruce McLaren a pilotar um carro de sua construção movido pelo. Cosworth DFV V8

Grand Prix – Mitos da Fórmula 1

Modelo real

Nem o carro, nem o piloto ganharam o Mundial, em 1968 e em1969. Bruçe Mc Laren e o M7A/004 acabaram em segundo a duas voltas do vencedor Stewart, porem em MonthJuick não era um M7A

Enquanto as corridas corriam mais ou menos , na riquíssima Can_Am os M8A de /litros repetiam as vitorias, as dobradinhas, e as centenas de dólares. Uma equipa e uma época verdadeiramente especiais.

A McLaren, um pequeno construtor que se iniciara há quatro anos envolvida na Can Am tinha o projecto McLaren M9A um formula 1 de quatro rodas motrizes em M7A de F1 de 1968 apenas foi retocado. Contruiu-se o M7A/3 , mas o segundo piloto preferiu continuar com o seu M7/A  e para Bruce pegaram num M10A de F 5000, cujo motos Chevrolet foi substituído por um V8 Cosworth e chamaram-lhe M7A-004 e ai vai para a pista

Para 1969, a McLaren, os pilotos continuaram, e no Grande Prêmio da África do Sul, Hulme foi 3º com o M7A; Bruce usou a versão M7B e Basil van Rooyen se juntou à dupla em outro M7A. Na África do Sul, os carros de fábrica usavam asas traseiras montadas diretamente na suspensão em suportes altos; na Corrida dos Campeões, o M7B de Bruce McLaren foi equipado com uma asa dianteira com suporte semelhante na sessão de treinos, mas não foi usada na corrida. Hulme foi terceiro na Race of Champions e depois no International Trophy Bruce McLaren mudou para a variante M7C. A McLaren qualificou-se em 13º no grid no Grande Prêmio da Espanha, mas aproveitou as quedas e quebras dos que estavam à sua frente para terminar em segundo. Nas sessões de treinos livres em Mônaco, asas dianteiras altas foram adicionadas aos carros, mas antes da corrida o CSI proibiu totalmente as asas. Isso deixou a equipe se contentando com um pequeno spoiler traseiro "rabo de pato", McLaren e Hulme correndo para quinto e sexto, respectivamente. As asas foram então permitidas novamente, embora não montadas na suspensão, e com as equipes em busca da melhor solução, a McLaren inicialmente optou por uma asa traseira em forma de "bandeja de chá" e mais tarde por um aerofólio mais convencional e montado em baixo.

McLaren utiliza o nº 4 para Bruce McLaren, em 1969, no Mónaco, França, Canadá, e no final do campeonato ficou em 4º.      

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante IXO, RBA Collectibles,

Série Grand Prix – Mitos da Fórmula 1

Referencia nº 12 preço 1595$00

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País – Portugal, feito na China

 


publicado por dinis às 18:44
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