Quinta-feira, 22 de Fevereiro de 2024

Ferrari 330P4 Spyder - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Ferrari 330P4 Spyder - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1121ª – Ferrari 330P4 Spyder Le mans 1967 Amon Vaccarella

Ferrari 330 P3/4 #0846 - Ferrari V12/60° 3v 3980 cc

Após a vitoria da Ford em Le Mans de 1966, a Ferrari apresenta o novo 330P4 em 1967, a corrida de estreia foi as 24 horas de Daytona, 330P4 venceu a corrida com as duas primeiras posições frente aos poderosos Ford e Chaparral.

1057ª – Ferrari 330 P4 1967 Brumm   

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/ferrari-330-p3p4-412-um-olhar-sobre-1793156

1070ª – Ferrari 330 P3 1966 Brumm   

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/ferrari-330-p3-um-olhar-sobre-as-1801862

1092ª – Ferrari 330-P3 HP 120 1966 Brumm

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/ferrari-p3-spider-um-olhar-sobre-as-1814513

Modelo real

Em 1966, no circuito de La Sarthe, o nº 20 em Le Mans era o do Ferrari 330 P3 de Lodovico Scarfiotti/ Mike Parkes e que abandonou á 9 hora por acidente e no ano seguinte o nº 20 pertenceu a Amon Vaccarella um Ferrari P4 spyder que abandonou uma hora mais cedo.

Para as 24 Hours du Le Mans de 1967 na 35º prova foram nos dias 10 e 11 de junho 1967 em Le Mans, França no autódromo francês, Circuit de la Sarthe, um grupo de quatro Ferrari 330 P4 esteve na partida.

Pelo número de inscrição temos o Ferrari 330 P4 Coupé chassis 0860 nº19 para Gunther Klass / Peter Sutcliffe

O Ferrari 330 P4 Spyder Nº20 ou Ferrari 330 P3/4 #0846 para Chris Amon / Nino Vaccarella.

O  Ferrari 330 P4 Coupé chassis no. 0858 nº21 para Ludovico Scarfiotti / Mike Parkes

O nº23 Ferrari 330 P3/P4 412 P #0854 para Richard Attwood Piers Courage

O Ferrari 330 P4 #0856 -nº 24 para Willy Mairesse/ Berlys

O vencedor foi Dan Gurney/A. J. Foyt Ford GT40 Mk.IV Ford 7.0L V8 com 388 voltas e em segundo com menos quatro voltas o  o Ferrari nº 21 da Ferrari SEFAC        de Ludovico Scarfiotti Mike Parkes Ferrari 330 P4 Ferrari 4.0L V12 384, seguido do nº 24                     Equipe Nationale Belge com Willy Mairesse / Jean Blaton no Ferrari 330 P4 motor Ferrari 4.0L V12 e 377 voltas percorridas.

O nº 20 da Ferrari SEFAC com  Chris Amon/Nino Vaccarella Ferrari 330 P3 Spyder e um motor Ferrari 4.0L V12 abandonou na 105 volta na 8 hora com principio de incendio na 105 volta

O nº 20 foi o cartas de 1968.

Modificação na miniatura

De quatro exemplares do Ferrari, a Brumm não fez o 2 e 3º classificado da prova.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Brumm

Série Le Mans

Referencia nº 160 preço1515$00

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País – Italia

Anos de fabrico  a

 


publicado por dinis às 19:10
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Sábado, 10 de Fevereiro de 2024

Ferrari 125 S - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Ferrari 125 S - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1109ª – Ferrari 125S 1947 Brumm

Ferrari 125 S, chassis 02C, Circuito di Pescara 1947, Cortese, #21,

Modelo real

A Primeira Ferrari: A Saga do 125 C/125 S

Ferrari 125 S 1947

Após a Segunda Guerra Mundial, Enzo Ferrari reconstruiu a sua oficina em Maranello, destruída pelas bombas aliadas.

Os testes de estrada sem carroceria foram lançados pelo próprio Enzo em 12 de março de 1947. O 12 cilindros com tripla carburação para o 125 C ,o “C” significa Corsa ou corrida  e 125 para o deslocamento de cada cilindro, sua potência era de 118 cavalos. a 6.800 rpm em uma taxa de compressão elevada de 7,5:1 para 9,5:1, o que exigia combustível especial. Sua linha vermelha de 7.000 r.p.m. era muito alto para aquela época e uma caixa de velocidades de cinco marchas, outra novidade.

O desenho era simples, mas elegante, com dois diminutos para-brisas individuais, para condutor e passageiro. O Ferrari 125S e a primeiro de todos os Ferrari.

A 11 de maio de 1947.pilotado por Franco Cortese, não completou a primeira corrida no circuito de Piacenza.

Duas semanas mais tarde, a 25.5.1947 Franco Cortese com o nº 56, venceu o Grande Prêmio de Roma, dando início ao maior mito do automobilismo mundial: a Scuderia Ferrari.

A cidade de Pescara em Itália, banhada pelo Mar Adriático, iniciou em 1924, a Coppa Acerbo, vencida por Enzo Ferrari, que na época pilotava pela Alfa Romeo. Em 1934, um acidente que tirou a vida do jovem Guy Moll, acabado de ser contratado por Enzo Ferrari que fundou sua própria equipe em 1929, depois de deixar a Alfa Romeo.

A corrida tinha início e o seu fim em Pescara e ligando as duas vilas nos arredores à cidade, o circuito é composto, essencialmente, de duas retas e um trecho sinuoso que formava um triângulo de 25,579 km de extensão. além do perímetro urbano, era disputada em ruas estreitas e irregulares, com boa parte das vias do interior da Itália naquela época, e a recta principal, a da boxes com nada menos que 6 km de extensão. O circuito de Nurbeugring, Nordschleife tem 22,8 km. considerado o Inferno Verde. ´

Depois da 2º Guerra Mundial a corrida foi rebatizada, em 1947, como Gran Premio di Pescara e para reduzir a velocidade, foi instalada talvez pela primeira vez uma chicane artificial na entrada da reta dos boxes  

Cortese, um veterano que já corria há 20 anos participou com o Ferrari 125 S, chassis 02C, #21, participou no XXIII Circuito di Pescara, Coppa Acerbo realizado a 15.8.1947 num percurso de 25.800 kms fez a volta mais rápida a 126,810Km/h para terminar em 2º depois de Vincenzo Auricchi em Stanguellini S1100.

Franco Cortese no Ferrari 125 S fez as 20 voltas em 4:33:50.400 e percorreu os 516.000 kma media de 113.058Km/h,onde ainda foi 1º na categoria Sport 2.0 a media de 126.810Km/h O 3º foi Bonetto     num Maserati também com 20 voltas. e Beltracchini no Auto Avio Construzioni Tipo 815, não terminou.

Modificação na miniatura

Miniatura dotada de um sistema de transmissão eixo traseiro e suspensão.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Brumm

Série Oro

Referencia nº 183 preço

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País – Itália

Anos de fabrico  a


publicado por dinis às 17:24
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Quinta-feira, 8 de Fevereiro de 2024

Lancia Ferrari D50 um carro modificado pela Ferrari  - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Lancia Ferrari D50 um carro modificado pela Ferrari  - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1107ª – Lancia Ferrari D50 1955 Brumm

O Ferrari F1 Lancia D50 N 1 no British GP pilotado por Juan Manuel Fangio

Na Alemanha volta a ter o nº1 e vencer a prova e o campeonato de 1956.mas não têm o nariz metalizado

Modelo real

A Lancia já há muito que não participava em competições oficialmente quando Gianni Lancia, filho do fundador da marca Vicenzo Lancia resolveu voltar às corridas.

As vitorias n0 Targa Florio e nas Mille Miglia. entusiasmam   Gianni a entregar ao engenheiro Vittorio Jano a tarefa de projetar e construir um Formula Um, o Lancia D50 para a Scuderia Lancia em 1954, o carro usava muitos recursos inovadores.

O motor dianteiro de 2,5 litros, 8 cilindros, 90º V, 250CV/8100 rpm, era alimentado por uma mistura de gasolina de avião, benzeno e álcool. na parte dianteira do carro e tinha função de sustentação, tornando-se parte estrutural do chassi, economizou espaço e peso de estrutura de sustentação do grupo motor-caixa de velocidades, a possibilitar à Jano fazer um carro com baixo centro de gravidade passando o eixo cardã ao lado do piloto, para compensar a inércia.

O Lancia D50 ficou pronto a tempo de ser estreado na última prova da temporada de 1954, Alberto Ascari no GP de Mônaco de 1955 quando o líder da prova, após falha no motor do Mercedes de Stirling Moss, perdeu o controle na chicane do Porto e mergulha do mar, com carro e tudo.

Ascari nadou até a um barco de apoio e foi resgatado com apenas uma fratura no nariz. Quatro dias depois, o piloto da Lancia sofreu um acidente em testes no autódromo de Monza, e morreu.

Dificuldades financeiras, levam a Lancia a entregar os ativos da Scuderia Lancia à Scuderia Ferrari.

A Ferrari continuou a desenvolver o carro, nota-se algumas modificações como a barra estabilizadora na suspensão dianteira e os tanques junto à carroçaria.

O carro foi rebatizado como "Lancia-Ferrari D50" e posteriormente para "Ferrari D50".

A hierarquia era Juan Manuel Fangio, Peter Collins, Mike Hawthorn, o italiano Luigi Musso e o espanhol Alfonso de Portago. Fangio venceu na Argentina, numa condução partilhada por Musso, enquanto Collins triunfou na Bélgica e em França. Fangio reagiu com vitórias em Silerstone e Nurburgring, e quer o argentino, quer o britânico, eram os favoritos ao título na ronda final, em Monza, para o GP da Europa a  a 2 de Setembro, as indicações de Ferrari a Luigi Musso era ceder o seu carro, em casode problemas com algum dos seus companheiros de equipa, mas quando Fangio parou, pouco depois, Collins para nas boxes e entregou o carro a Fangio, dizendo que "ele teria mais chances de ser campeão". acabou na segunda posição, conseguindo os pontos suficientes para o quarto campeonato, terceiro seguido.    

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Brumm

Série Oro

Referencia nº 76 preço

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País - Itália

Anos de fabrico  a

 


publicado por dinis às 17:50
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Sexta-feira, 2 de Fevereiro de 2024

Ferrari F1126 C4 M2 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Ferrari F1126 C4 M2 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1101ª – Ferrari F1 126 C4 1984 Brumm

Ferrari F1126 C4 M2 nº 28 1º Bélgica 29 de abril de 1984 1984 Michele Alboreto

O C3 foi ligeiramente modificado para se tornar o C4 em 1984 e Michele Alboreto juntou-se à equipe para substituir Tambay.

Modelo real

1984 Ferrari 126 C4 M2 Fórmula 1 monolugar Chassi nº 072

O Tipo 126 C da Ferrari representa a evolução dos carros de Fórmula 1 e o primeiro projetado especificamente para acomodar um motor sobrealimentado.

A era turbo estava aí, a proibição do efeito aerodinâmico do solo e a consequente obrigação de todos os carros terem um fundo plano, torna a versão 126 C3 na primeira Ferrari com construção monocoque inteiramente em compósito de carbono, tecnologia desenvolvida na Ferrari pelo engenheiro britânico Harvey Postlethwhaite, ex McLaren.

Erradicados os problemas iniciais do motor V6 aberto de 120°, dando-lhe dois campeonatos mundiais de fabricantes sucessivos em 1982 e 1983.

Para 1984, segundo ano do fundo plano, a Ferrari optou por fazer apenas pequenas alterações ao 126 C3, o 126 C4 parecendo um pouco diferente, embora um pouco mais leve. Nove 126 C4 foram construídos, mas apenas sete (numerados de 071 a 077) foram realmente usados. Os pilotos da Ferrari na temporada de 1984 foram o francês René Arnoux e o italiano Michele Alboreto. Naquela época, o V6 biturbo desenvolvia 650 cv e podia chegar a 1.000 cv na versão de qualificação.

Ambos os carros receberam o nome de 126 C4 M2, tendo o primeiro chassis 126 C4 M de Modificato, surgido na Áustria com modificações nos radiadores, intercoolers e sidepods.

O início de temporada de Alboreto com a Ferrari começou bem, com a vitória na terceira prova em Zolder, a 29 de abril de 1984 onde se tornou o primeiro piloto italiano a conquistar uma vitória em Grande Prêmio pela Ferrari desde Ludovico Scarfiotti em 1966. Nas corridas seguintes abandonou sete vezes nas dez provas e só voltou a subir ao pódio uma vez, na Áustria. Nas últimas três provas obteve dois segundos lugares  em Monza e Nürburgring e um quarto no Estoril. Alboreto foi quarto no Campeonato Mundial de Pilotos, enquanto a Ferrari terminou em segundo lugar no Campeonato de Construtores atras da McLaren

O Ferrari 126 C4 M2 Chassi nº 072 em 1986, a Ferrari foi vendido ao colecionador Piero Tonioli, que nunca usou o carro e o manteve em condições estritamente originais até sua morte em 2007, a família o vendeu para outro colecionador, Lorenzo Prandina.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Brumm

Série Oro

Referencia nº 142 preço1450$00

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País – Itália

Anos de fabrico  a

 


publicado por dinis às 19:09
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Quinta-feira, 25 de Janeiro de 2024

Fiat 508 C 1100 Cabriolet - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Fiat 508 C 1100 Cabriolet - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1093ª – FIAT 508 C Cabriolet 1100 1937 1939 CORPO DIPLOMATICO Brumm  

Fiat 1100 Cabriolet Corpo Diplomático 1937

641ª – Fiat 1100 Brumm

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/fiat-1100-508-c-1100-1937-nuova-balilla-1505092

A base do FIAT 508 C deu origem ao 508 C Cabriolet

Modelo real

O estilo exterior lembra o Fiat 1500 de 1935 e Fiat 500 "Topolino" de 1936, com a típica grade frontal em formato de coração de meados dos anos trinta. O chassis continha tinha elementos do 500 e do 1500, caracterizado por uma secção transversal central construção e o eixo traseiro sólido.

O estilo de carroceria principal do Fiat 508 C era um sedan de 4 portas sem pilares com 4 janelas laterais (duas janelas de cada lado sem a janela lateral traseira) e portas suicidas na parte traseira. Após o seu lançamento em 1937, outros estilos de carroceria foram disponibilizados pela Fiat, um sedan conversível de 4 portas, ou seja salão com teto rebatível, baseado no modelo padrão de 4 portas, um torpedo de 4 portas e um cabriolet de 2 portas e 4 lugares.

O moderno 1100 da Fiat, em termos técnicos e de carroçaria, que foi construído em Turim a partir de 1937 e na Alemanha a partir de 1938, como NSU Fiat em Heilbronn, na fábrica dos automóveis NSU, entre eles está o NSU-Fiat 1100 Cabriolet, pela Gläser-Karosserie GmbH era uma empresa alemã de carrocerias, com sede em Dresden e conhecida como produtora de carrocerias cabriolet personalizadas em apenas 29 carros foram construídos pela famosa Gläser-Karosserie sob licença NSU. Partindo do chassi e das peças mecânicas do popular Fiat 508 C, a especialização da Gläser na construção de carros de luxo é visível em cada detalhe do carro. Este tipo de carro está listado e mostrado no folheto de produção da Gläser da época e identificado como “SportWagen-cabriolet”.

A 508 C convertible saloon também foi um Simca Huit, um derivado do Fiat Balilla feitos sob licença da Fiat e no emblema da grelha dupla marca Simca-Fiat e o Simca 8 cabriolet também foi um deles.

Em 1939, respondendo a um apelo de ofertas do Exército, a Fiat apresentou o "508 C Militare Coloniale" que seria muito utilizado pelo exército do rei da Itália durante a Segunda Guerra Mundial durante as campanhas da Líbia e da Rússia. assim como os oficiais da Wehrmacht.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Brumm

Série Oro

Referencia nº 86 preço

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País – Itália

Anos de fabrico  a


publicado por dinis às 17:10
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Quarta-feira, 24 de Janeiro de 2024

Ferrari P3 spider - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Ferrari P3 spider - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1092ª – Ferrari 330-P3 HP 120 1966 Brumm

Ferrari - 330 P3 #0846 spider Scuderia N.A.R.T. n 27 24H Le Mans 1966  Pedro Rodriguez - Richie Ginther

Modelo real

Ferrari 330 P3 #0846 - Ferrari V12/60° 2v OHC 3978 cc

As 24 Hours of Le Mans de 1966 ocorreram nos dias 18 e 19 de Junho onde se esperava o duelo entre a Ford e a Ferrari.

Na Ferrari, Eugenio Dragoni numa relação tensa com John Surtees, escolheu-o para a partida, entretanto alterada quando sobe da presença do presidente da Fiat, Gianni Agnelli, tio de Ludovico na prova. Surtees abandona e a Ferrari a refazer as equipas, Scarfiotti com Parkes, Bandini com Jean Guichet.

A Scuderia Ferrari, estreou o Ferrari 330P3. com um motor de 4 litros, 3978 cc capaz de produzir cerca de 420 cavalos, com dois carros, um para a dupla John Surtees e Ludovico Scarfiotti, e outra para Lorenzo Bandini e Jean Guichet.

O terceiro, o Ferrari P3 do North American Racing Team de Luigi Chinetti, chassi 0846, foi convertido no único P3 Spyder, para ser pilotado por Pedro Rodríguez e Richie Ginther.

Outros Ferrari também estavam presentes, um Ferrari P2 modificado, também inscrito pela NART e corrido por Masten Gregory e Bob Bondurant, um P2 Spyder, inscrito pela britânica Maranello Concessionaries, para os britânicos Richard Attwood e David Piper, e os P2/P3 híbridos, um deles inscrito pela Scuderia Fillipinetti, para o belga Willy Mairesse e o suíço Herbert Muller.

Nos treinos de qualificação o Nº 27 é 5º (3:33.000) Pedro Rodriguez (MEX)/Richie Ginther (USA) seguido do Nº 20 Mike Parkes (GB)/Ludovico Scarfiotti (I) em 7º (3:34.300) seguido do Nº 21 8º na grelha (3:34.400) Jean Guichet (F)/Lorenzo Bandini (I)

Com Henry Ford II da a bandeirada de partida, os Ford estão a cabeça da corrida onde o terceiro é o Ferrari de Gregary -Bondurant

No final da quarta hora, os Ford ocupavam quatro das cinco primeiras posições, com Miles a chegar à liderança antes de passar o carro para Hulme, e o único intruso era o Ferrari NART de Pedro Rodriguez.

A chuva aumentou nas horas seguintes, e os Ferrari estavam na frente, com Ginther, parceiro de Rodriguez, em primeiro e Parkes em segundo. Os Ford tinham mexido nos travões, para evitar sobreaquecimentos demasiado cedo, e estavam atrasados, com McLaren a uma volta dos líderes.

As quatro da madrugada, o Ferrari do NART de Rodriguez/Ginther retira-se com a caixa de velocidades partida, e uma hora mais tarde, o 365 p2 de Mairesse/Muller também abandonava quando seguia na quinta posição, também com o mesmo problema.

Mike Parkes na 9 hora envolveu-se em um acidente no carro número 20 que dividia com Ludovico Scarfiotti.

O único P3 Spyder, pilotado por Pedro Rodríguez e Richie Ginther. falhou na 11º hora após apenas 151 voltas com danos na caixa de velocidades.

O segundo carro de fábrica, com o número 21 de Jean Guichet e Lorenzo Bandini, na 17º hora teve uma falha na transmissão.

A Ford foi a vencedora com três carros nos primeiros lugares seguido de quatro Porsche 906. com o primeiro Ferrari em 8º um GT 5.0 nº 29 da Maranello Concessionaires com Piers Courage/Roy Pike Ferrari 275 GTB/C Ferrari 3.3L V12 310

O filme Ford vs Ferrari encontramos a história por trás dessa corrida, entre a Ford e a Ferrari pela supremacia em Le Mans.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Brumm

Série Le Mans

Referencia nº158 preço 1450$00

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País - Itália

Anos de fabrico  a

 


publicado por dinis às 18:55
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Domingo, 21 de Janeiro de 2024

Ferrari Special - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Ferrari Special - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1089ª –  Ferrari 375 F1 HP 380 1951 Brumm

Alberto Ascari Ferrari 375 F1 1952 Indianapolis 

Modelo real

Em 1950, a FIA decidiu incluir a Indy 500 no Campeonato Mundial de Fórmula I,

O Alfa Romeo 158 'Alfetta’ era dominante, foi encomendado por Enzo Ferrari quando responsável pelo departamento de corridas da Alfa Romeo antes da guerra. O segundo foi o 375 da própria Ferrari.

O campeonato de 1952 e 1953, os regulamentos incluíam a F2 para atrair mais fabricantes, mas tornam o 375 obsoleto.

O importador americano da Ferrari, Luigi Chinetti, e a Grant Piston Ring propôs em 1951 adquirir á Ferrari os carros utilizados em Fórmula 1 para a sua utilização nas 500 Milhas de Indianápolis do ano seguinte.

Os 375 foram modificados com um motor um pouco menor e uma distância entre eixos mais longa para a Indy 500 de 1952.

O motor da Fórmula 1 levaram a empresa a mudar o motor para um carro da Indy, o motor dianteiro, montado longitudinalmente era o de 4382 cm³ Lampredi V12, 79 x 74.5 mm com três novos carburadores Weber 40IF4C  que elevaram a potência para 380 cv (279 kW), a distância entre eixos foi aumentada e o chassi e a suspensão foram reforçados

Ferrari inscreve um quarto para o seu principal piloto Alberto Ascari .

Quando a qualificação começou, as Ferraris logo tiveram problemas. Os três carros de Grant não conseguiram se classificar, embora tivessem o vencedor de 1950, Johnnie Parsons, que nãos gostou do Ferrari 375 Indianápolis Nº 6 e optou pelo Kurtis Kraft de 1949 e 1950 sendo substituto por Danny Oakes, e também não se conseguiu classificar.

Embora o carro tenha tido um bom desempenho nos testes europeus, não foi capaz de enfrentar o desafio americano, com apenas um dos quatro 375 o de Ascari foi o piloto que qualificou o carro para a corrida,

No dia da corrida, Alberto em poucas voltas, viu-se lutando para manter o controle no último lugar!

Após quarenta voltas, uma das rodas traseiras partiu. E Alberto, estacionou o monstro na beira da pista

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Brumm

Série Oro

Referencia nº 126 preço

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País – Itália

Anos de fabrico  a

 

 

 

 

 


publicado por dinis às 18:06
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Quinta-feira, 18 de Janeiro de 2024

Ferrari 312 F1 1968 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Ferrari 312 F1 1968 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1086ª – Ferrari 312 F1 1968 Brumm   

Ferrari 312/67 F1 1968 Nº9 GP Africa do Sul 1968 Jack Ickx abandono

Ickx aqui já com o aileron por cima do motor em Rouen prova que venceu.

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/ferrari-formula-1-um-olhar-sobre-as-1198895

agora no dia de Ano Novo na estreia de Ickx na Ferrari

Modelo real

Modificação na miniatura

O South African Grand Prix Kyalami, de 1968, foi a prova de abertura do Campeonato Mundial de Fórmula 1, realizado no Circuito Kyalami no Dia do Ano, 1 de janeiro de 1968.

Os treinos e qualificações foram no final de 1967 com a maioria das equipes com versões de desenvolvimento de carros novos ou máquinas de 1967, mas, bastante atualizadas.

A equipe italiana, contrata o jovem Jacky Ickx para a equipe,  Chris Amon, numa segunda temporada com a Ferrari e um terceiro carro e entregue a Andrea de Adamich, naturalmente os três carros são de 1967, embora todos tivessem motores atualizados produzindo 408 cv.

Jim Clark na sessão de quinta-feira e em apenas quatro voltas quebrou a barreira de 1m28s0, quebrando o recorde de Brabham.

Na Ferrari, Andrea de Adamich foi o segundo mais rápido logo no início, antes de seu carro começar a ter problemas de temperatura do combustível, com Chris Amon e Jacky Ickx presos no avião.

No sábado Clark faz 1: 21,6 e o companheiro de equipe Hill por um segundo e conquistar a pole, em 7º lugar com o nº10 está Andrea de Adamich da Ferrari 1:23.6, no 8º lugar o nº 8 Chris Amon Ferrari 1:24.81 e em 11º o nº 9 Jacky Ickx Ferrari 1:28.9

No dia de ano novo, Domingo foi um dia de descanso na África do Sul, os mecânicos puderam trabalhar em um ritmo mais tranquilo para preparar os carros para o dia da corrida, segunda feira, com muito pouca comemoração na véspera de Ano Novo.

Na partida, Jackie Stewart, no Matra-Ford Cosworth assumiu a liderança, enquanto Hill caía para sétimo. Clark ultrapassaria seu compatriota para retomar a liderança na segunda volta, antes de Hill começar a passar para a frente dos pilotos que o ultrapassaram na linha de partida.

O Cooper-Maserati verte toda a água sobre Ludovico Scarfiotti provocando-lhe queimaduras de primeiro grau.

Andrea de Adamich na Ferrari nº 10 abandona depois do acidente na 12 volta, quando desiste devido a um acidente, depois de passar por uma mancha de óleo. fazendo girar quando o carro se soltou, embora tenha conseguido manter o carro fora das barreiras.

Jack Brabham correu entre os líderes até ter problemas no motor, na 16 volta, um destino compartilhado por Stewart, na 43º volta.

O Ferrari nº 9 de Jacky Ickx, terminaria a sua estreia na Ferrari quando um tubo de óleo falhou, na 50º volta.

A corrida estava agora a cominho do final, Jim Clark no Lotus 49 cruzou a linha de chegada para conquistar a vigésima quinta vitória recorde na carreira na sua última vitória. Hill fez uma dobradinha sem ser incomodado por Rindt, que estava satisfeito em terceiro em sua estreia na Brabham, duas voltas à frente do carro seguinte.

O único Ferrari sobrevivente foi o de Amon, no 4º lugar, após paragem  forçada para abastecer nos momentos finais, deixando-o a apenas alguns segundos de Hulme, que abriu sua defesa do título com um quinto lugar para a McLaren.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Brumm

Série Oro

Referencia nº 172 preço 1550$00

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País - italia

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Terça-feira, 16 de Janeiro de 2024

Porsche 356 Eva Peron - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Porsche 356 Eva Peron - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1084ª – Porsche coupé 356 1952 Brumm   

Porsche 356 Carrera Mexico 1953

Porsche 356 Pre-A Carrera Panamericana 1953, Jacqueline Evans "En Memoria de Eva Peron"

Jacqueline Evans atriz e piloto de automóveis, veio paro o México na década de 1940 para férias, mas a indústria cinematográfica cativou-a para participar em filmes como Dizzy Sinbad (1950), ao lado de #TinTan , ou El Suavecito (1951), junto com #VíctorParra

Modelo real

Na primeira Carrera Panamericana, realizada a 10.5 de1950 participa com um Chrysler Windsor coupé de 1947 com o nº 17, é descrita pela imprensa como “a garota glamourosa”  termina no 45º lugar.

Volta no ano seguinte, a 25.11.1951 para a segunda Carrera Panamericana agora com um Chrysler Saratoga nº 31 mas, abandona.

Volta em 1952 Jacqueline Evans terminado no 37º lugar num Chrysler Saratoga,

Para a Carrera Panamericana de 1953 onde participaram as mais famosas marcas internacionais, Lancia, Ferrari, Mercedes, Chevrolet, Lincoln, Chrysler, Ford, Hudson... Jacqueline Evans está inscrita num Porsche 356, uma das primeiras unidades com carroceria de aço construída em Zuffenhausen. é um carro de aço um Porsche 356 pré-um modelo da Reutter.

Inscrito e dirigido pela atriz de TV e cinema Jacqueline Evans (nome completo Jacqueline Evans de López), este Porsche 356 foi pintado em memória de Eva Perón, a primeira-dama argentina até sua morte no ano anterior. encontramos a atriz concorrente prestando homenagem à sua heroína. Com Sponsors: En memoria Eva Peron/IV-Carrera Panamericana Mexico matricula 4072TT2Y

A Carrera Panamericana de 1953 foi a quarta edição do evento mexicano de corridas de carros esportivos e aconteceu de 19 a 23 de novembro em oito etapas totalizando 3.077 quilômetros (1.912 milhas) de Tuxtla Gutiérrez, Chiapas, a Ciudad Juárez, Chihuahua.

Embora tenha feito prorrogação, o que resultou na desclassificação da corrida, ela está entre as competidoras mais fotografadas daquele ano. Se foi por causa da pintura exótica, a relativa novidade de uma mulher piloto, ou porque ela parecia tão legal, ou quem sabe, em representação das mulheres do mundo, de fato.

Um outro Porsche 356 foi inscrito por Joaquin del Castillo, Uruguai, e portando o número 199.

Volta no ano seguinte a 23.11.1954 para a última Carrera Panamericana agora com o nº 100 sem a decoração anterior o Porsche 356 este era um Gmund 356 inscrito por del Castillo na corrida de 1953, então Evans aparentemente dirigiu dois cupês diferentes naqueles anos. Jacqueline Evans de Lopez abandona..

Modificação na miniatura

Com uma decoração incompleta e o círculo vermelho onde se encontram os números aparece agora em amarelo.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Brumm

Série

Referencia nº206 preço

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

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publicado por dinis às 18:35
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Quinta-feira, 4 de Janeiro de 2024

Jaguar XK120 Spider - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Jaguar XK120 Spider - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1072ª – Jaguar XK 120 Ralyy delle Alpi Brumm    

Jaguar XK120 Spider 607 Rallye des Alpes 1953 Escalier Auguste - Nahmens Jacques

Sem capota e agora com as rodas de ferro

Depois do

522ª – Jaguar XK 120 Le Mans 1950 Modelos 3J

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/jaguar-xk-120-um-olhar-sobre-as-1414153

e do

Jaguar XK120 Rali dos Alpes 1953 

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/jaguar-xk120-um-olhar-sobre-as-minhas-1655604

agora o

Jaguar XK120 também no Rali dos Alpes 1953 

Modelo real

O Jaguar XK 120 aberto de dois lugares fornecia pouca proteção contra intempéries. A capota de lona dobrável leve e telas laterais removíveis escondidas atrás dos assentos. As portas não tinham maçanetas externas; eram abertos por um cordão interno, acessado por uma aba nas telas laterais quando o equipamento meteorológico estava instalado. O pára-brisas pode ser removido para instalação de aeroscreens.

A primeira vitória ocorreu na cprova One-Hour Production Car Race patrocinada pelo Daily Express, a 30 de agosto de 1949 no Circuito de Silverstone, Inglaterra, Leslie Johnson dirigiu o carro Jabbeke para a primeira vitória de corrida do XK120 (apesar de uma colisão precoce com um Jowett girando Dardo que derrubou o Jaguar para o quinto lugar). O carro, HKV 500 com matrícula rodoviária, foi convertido para volante à direita em Silverstone. Dois outros XK120 participaram. Um, dirigido por Peter Walker, terminou em segundo e o outro, dirigido por Príncipe Bira, saiu da disputa quando um pneu furou.

A jaguar gostou e os clientes também.

Miniatura

O Alpine Rally incluído no calendário inaugural do European Rally Championship em 1953 foi realizado entre 10. 7. e 16. 7, entre Marseille e Cannes, onde Appleyards num XK 120 roadster de cor branca voltam a ganham na classe do Alpine Rallye, e ficam em quinto da geral. O #603 pilotado por Ian Appleyard - Patricia C Appleyard. Jaguar XK120, fica atrás de 3 Porsche com o vencedor a ser Polensky Helmut - Schlüter Walter num Porsche 356 1500 e uma Ferrari, mais fácil de manobrar, ainda houve mais  dois  XK na classe acima de 2.600cc (fixed-head de chassis 669024 pilotado por Mansbridge e navegado por sua mulher - licença GFE 111; e Charles Fraikin navegado por Oliver Gendebien o futuro especialista de Le Mans . Ian e Pat ganham pela sexta vez a Coupe des Alpes.

Terminaram 54 equipas e abandonaram 48, entre eles o Jaguar XK120 #607 Escalier Auguste - Nahmens Jacques abandona a prova.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Brumm

Série Oro

Referencia nº 164 preço

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