Quinta-feira, 16 de Março de 2023

CAVR 2º Exposição de Miniaturas na Garagem S. Cristóvão   1988

CAVR 2º Exposição de Miniaturas na Garagem S. Cristóvão   1988

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Estiveram presentes os seguintes colecionadores

Armindo Marcos Guerra Liberal

Eurico S.C. Gaspar

António Manuel Figueiredo Fernandes

José de Araújo Monteiro Dias Pereira  

Elizabete Pais Martins

Afonso Maria Bragança e Costa

Victor Manuel Almeida Cramez

João Carlos Veloso Dourado Gonçalves

Custodio António Castro Dias

Luís Miguel Rodrigues Carvalho

João castelo Branco

Manuel Assunção Fernandes

José Manuel Barros Paredes

Adérito Barroso Sequeira Varejão

António Barroso Sequeira Varejão

Esmeralda da Conceição Cortinhas

Manuel Ferreira Rodrigues Dinis

Fortunato Manuel Almeida Fonseca

António Pedro Gomes Veloso

António José C. Machado

João Neves

António Manuel Tavares

Adérito Barroso de Sequeira Varejão

 


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Sexta-feira, 10 de Março de 2023

Peugeot 205 Heller 1987- Um olhar sobre as minhas miniaturas

Peugeot 205 Heller 1987- Um olhar sobre as minhas miniaturas

816ª - Peugeot 205 Turbo Paris Dakar Heller

Peugeot 205 Turbo 16 Grand Raid Paris-Dakar 1987 esteve na II Exposição de Miniaturas do CAVR na Garagem S. Cristóvão de 11 a 17 de Julho de 1988

Modelo real

A Peugeot lançou o 205 em 24 de fevereiro de 1983 na sequência de uma ideia de Jean Boillot, quando surgiu com o projeto de um novo carro pequeno que seria muito mais do que urbano, foi um sucesso com motores a gasolina e a diesel com capacidade de 1 a 1,9 litros e potência de até 200 HP. Em 1984, a Peugeot-Talbot Sport entrou no Campeonato Mundial de Rally com o seu 205 Turbo 16, que tinha acabado de ser homologado no Grupo B pela FIA. 

A Evolução 2, que surgiu no ano seguinte, para a Peugeot vencer no Campeonato Mundial de Ralis de 1985 e repetir a façanha em 1986. com seu pequeno motor central de apenas 1,8 litro e 480 cv, vencendo rivais como o Audi Quattro e Lancia 037 no Campeonato Mundial de Rali

Quando o Grupo B foi extinto em 1986 levou a Peugeot a correr no Dakar em 1987 um desejo de Jean Todt, responsável máximo da Peugeot Talbot Sport, se lembrou de alinhar com os 205T16 no Dakar.

No final do mesmo ano, foi revelado o "Grand Raid" um protótipo especial para competir no Paris-Dakar. O chassis foi alongado 30 cm e adicionado um tanque de combustível de 300 litros.

No primeiro dia do ano de 1987 começo na “Place d’Armes" em Paris, a sétima edição do "Paris-Argel-Dakar".

Iniciou-se a primeira participação oficial da Peugeot e a estreia na prova de Ari Vatanen com Bernard Grioux no Peugeot 205 Turbo 16 com o número 205. As duplas Mehta-Toughty e Zanussi-Arena completavam a equipa.

Ari Vatanen, piloto da equipa Peugeot Talbot Sport, agora com as cores da Camel, devido ao seu grande à vontade, sofreu no prologo um acidente, que os relegou para o 274º lugar na geral.

Ari Vatanen ainda teve outro grande susto na décima terceira etapa, mas ao fim de 12.874 km por França, Argélia, Níger, Mali, Mauritânia e Senegal chegou em primeiro lugar ao Lago Rosa de Dakar.

Zaniroli-Lopes (Range Rover) e Shinozuka-Fenouil (Mitsubishi) ocuparam os restantes lugares do pódio. Nesta edição a Peugeot venceu 10 etapas, seis delas graças a Shekhar Mehta.

O Peugeot 205 Turbo 16 Grand Raid Paris/Dakar pilotado por  Ari Vatanen encontra-se no Musée de l'Aventure Peugeot de Sochaux.

Modificação na miniatura

É um Kit muito simples da Heller

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Heller

Série Kit

Referencia nº preço 620$00

Material – plástico

Material da placa de base – plástico

A base está colada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão

País - França

Anos de fabrico  a


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Sábado, 4 de Março de 2023

Moskvitch, o habitante de Moscovo - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Moskvitch, o habitante de Moscovo - Um olhar sobre as minhas miniaturas

810ª – Moskvitch 403 CCCP

Moskvitch 403 / Москвич 403 esteve na II Exposição de Miniaturas do CAVR. na Garagem S. Cristóvão. de 11 a 17 de Julho de 1988

Modelo real "um nativo de Moscou,

A empresa KIM Juventide Comunista Internacional nunca fabricou automóveis depois de Staline ter recusado o seu primeiro projecto. Mas pessoalmente em junho de 1945 escolheu o  Opel Kadett de quatro portas para se tornar o primeiro carro soviético popular produzido em massa, então os planos e ferramentas de uma versão de quatro portas tiveram que ser reconstruídos com a ajuda de engenheiros alemães, que trabalharam em eles em uma zona de ocupação soviética.

Depois de ter fabricado os Opel voltou-se para um projecto próprio  o Moskvitch fabricado na União Soviética pela MZMA com sede em Moscou, introduzido pela primeira vez em 1956 com o 402.

O Moskvitch 403 foi apresentado em 5 de Dezembro de 1963, durante o fabrico em França do Peugeot 403

O 407 foi produzido de 1958 a 1963, e foi substituído pelo 403, muito pouco diferente, e vendido até 1965.

As modificações dizem respeito à grade, mais alta e com malha mais larga, aos bancos, e notamos o surgimento de lavadores de para-brisa.

Moskvitch 403 Rally Prticipou no Rali de Monte Carlo em  1964 nr.21 Suchkov Nikolay e  Shchavelev Viktor mas não se classificou 21 "Volga" chegaram pela primeira vez ao Rali de Monte Carlo onde o Mini Cooper nº 37 venceu a corrida e, para o Volga, foi um teste sério.

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Miniatura

Abre as portas, levanta a mala para ver a roda suplente.

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de metal têm pneus de borracha

Fabricante CCCP

Série

Referencia nº preço 1290$00

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.

País - URSS

Anos de fabrico  a


publicado por dinis às 18:59
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Sexta-feira, 3 de Março de 2023

ZIL 117 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

ZIL 117 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

809ª – Zill 117 1981CCCP

Zill 117 depois 4104, esteve na II Exposição de Miniaturas do CAVR na Garagem S. Cristóvão de 11 a 17 de Julho de 1988 e na exposição miniaturas Vila Real 1990 acivr Associação Comercial e Industrial de Vila Real.

Modelo real

No final dos anos 60 a Fabrica de Moscovo na URSS construía em pequenas series viaturas de parada reservadas aos membros do Governo em preto ou cinza a cor das versões do desfile do exército. primeiro com o nome Zis Zavod Imeni  Staline e depois como ZIL Zis Zavod Imeni  I.A. Likatcheva.

Para o lugar do ZIS saiu o Zis “Mocva” em 1956. Mas por razoes políticas foi a ZIL em 1957 e em 1967 a ZIL revela uma neva viatura derivada da 11G a 114. lançada em 1970.

O projeto do ZIL-117 começou em 1968, com o primeiro protótipo a rodar em 1969.

Para projetar o ZIL-117  surge da necessidade do governo  dispor de um carro entre o ZIL-114, reservado para as mais altas autoridades estaduais e partidárias) e o GAZ-13 Chaika, para candidatos a membros do Politburo e como carros de apoio em comboios de altos funcionários.

Em 1971, foi apresentada a ultima novidade da ZIL, o117 derivada directamente do Zil 114, ao qual foi retirado um pouco do comprimento, tornando-se de uma Berlina e não uma Limousine.

O carro tinha apenas 5.725 mm de comprimento, em comparação com 6.300 mm do ZIL-114, em uma distância entre eixos de 3.310 mm (em comparação com 3.760 mm para o ZIL-114.

O Zil 117 transportava cinco passageiros, em vez dos sete do ZIL-114.

O ZIL-117 está equipado com o mesmo  motor V8 de 6.959 cc também instalado no ZIL-114, com uma potência máxima de saída de 300 hp SAE as 4.400 rpm, e uma taxa de compressão relativamente alta de 9,0:1, sendo a alimentação de combustível por meio de um único carburador de quatro estrangulamentos. O carro usa uma transmissão automática de duas ou três marchas e a direção hidráulica vem como padrão. A fábrica reivindicou uma velocidade máxima entreos190e os 201 km/h..

Entre 1973 e 1979 50 automóveis teriam sido construídos, incluindo o conversível, o ZIL-117V de duas ou quatro portas, para desfiles militares na Praça Vermelha.

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Miniatura

Abre as portas, levanta a mala e o capô para ver o motor.

Os bancos são rebatíveis.

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de metal e têm pneus de borracha

Fabricante CCCP

Série

Referencia nº preço

Material – zamac

Material da placa de base – metal

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País - USSR

Anos de fabrico  a

 

 

 

 

 


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Quinta-feira, 2 de Março de 2023

Volga em russo Волга - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Volga em russo Волга - Um olhar sobre as minhas miniaturas

808ª – Volga 3102 Sedan 1982 CCCO

Volga 3102 esteve na II Exposição de Miniaturas do CAVR. na Garagem S. Cristóvão. de 11 a 17 de Julho de 1988

Modelo real

GAZ Volga 3102

O Volga, em russo Волга, é um automóvel executivo na União Soviética. Fabricado pela GAZ, a Gorkovsky Avtomobilny Zavod uma fábrica construída em 1932 para produzir o Ford Americano com uma grande capacidade de produção de camiões e de viaturas particulares, o Volga, desenvolvido no pós a guerra para a nomenklatura soviética.

Em 1976, os primeiros protótipos foram exibidos como GAZ-3101. Visualmente com o reminiscente da moda Norte Americana, ao qual adicionaram os faróis quadrados construídos na Alemanha Oriental, a influência europeia visível também nos novos farolins traseiros.

O GAZ foi aprovado para produção, mas sem o aval de Moscovo, a desempenhar um papel controlador, economia da URSS a trazer a terceira geração do Volga a uma substituição derivada do GAZ-24, com Polyakov, ansioso para ver a gigante VAZ produzindo carros mais novos, perante a incapacidade da fábrica de motores Zavolzhye de iniciar a produção da motor V6. Com a Autoexport cautelosa já que a economia de combustível após a crise do petróleo de 1973 na Europa, cuja exportação era uma fonte de moeda estrangeira tão necessária.

Em Abril de 1982, a montagem manual deste carro começou na unidade especializada da fábrica que construiu os Chaikas, com uma produção anual de cerca de 3.000 carros. Apesar de seu status e qualidade de montagem, em meados da década de 1980 era claramente um automóvel desatualizado em comparação com seus equivalentes ocidentais

O Volga Gaz 24 ainda era vendido em conjunto com o novo 3102, o dotado de um Motor Indenor, pelo revendedor belga como Scaldia Volga, em 1982. 

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Miniatura

Abre as portas, levanta a mala e o capô para ver o motor.

Os bancos são rebatíveis.

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas têm pneus de borracha

As rodas são de metal de acordo com as originais.

Fabricante CCCP

Série

Referencia nº preço

Material – zamac

Material da placa de base – zamac

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.

País - URSS

Anos de fabrico  a

 


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Quarta-feira, 1 de Março de 2023

Opel Manta 400 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Opel Manta 400 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

807ª – Opel Manta 400 Vitesse

Opel Manta 400 de Guy Colsoul / Alain Lopes Paris-Dakar 1985. esteve na II Exposição de Miniaturas do CAVR na Garagem S. Cristóvão de 11 a 17 de Julho de 1988.

Modelo real

Em 1982, Walter Röhrl no Opel Ascona 400 foi a última tracçaõ traseira a conquistar o título mundial de rali, depois do Opel Manta B 400 der apresentado no Salão de Genebra em 1981, denominação devida às 400 unidades necessárias para a homologação de uma versão de competição em Grupo 4,

O mais raro e potente Opel Manta 400 dispunha de um motor de quatro cilindros DOHC (dupla árvore de cames à cabeça) de 2,4 litros, com quatro válvulas por cilindro e 144 cv.

O Campeão belga de rally em 1981 no Opel Ascona 400 Gr.4 foi Guy Colsoul  e Alain Lopes, mas foi ao volante de um Mercedes 280 GE em 1983  termina o Dakar em 6º lugar geral.

No ano seguinte, 1984 volta ao Rally Paris-Dakar, agora com o Opel Manta 400, Guy Colsoul e Alain Lopes para vencer a sua classe de veículos de tração ás duas rodas, termina em 4º lugar da classificação geral, logo atrás de três veículos de tração integral. O vencedor foi o Porsche 911 René Metge / Dominique Leymoyne seguido de  Zaniroli, Da Silva no Range Rover V8 e em 3º Cowan, Syer no Mitsubishi Pajero.

Em 1985 voltam novamente ao Paris-Dakar mas não tiveram   a mesma sorte onde o coupé de tração traseira talvez mais adaptado aos troços de rali do que ao Dakar e a ter de transportar por cima da mala um bidão, não terminou a prova, com o sucessor da Manta além de não ganha um título mundial, têm nos Quattro desde 1982, agora mais fortes para os simples tração às duas rodas.

Modificação na miniatura

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Vitesse

Série

Referencia nº preço

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País - Portugal

Anos de fabrico  a


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Terça-feira, 28 de Fevereiro de 2023

Bugatti Royale 41 Kellner - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Bugatti Royale 41 Kellner - Um olhar sobre as minhas miniaturas

806ª – Bugatti Royale Kellner Coupe Aurora Models

Bugatti Royale type 41 Kellner Coupe châssis N° 41141 esteve na II Exposição de Miniaturas do CAVR na Garagem S. Cristóvão de 11 a 17 de Julho de 1988

Modelo real

O Bugatti Royale, como o nome indica, foi projetado exclusivamente para famílias reais, mas como estavam desaparecendo do mapa em toda a Europa, nenhum Royale foi vendido às famílias reais, provavelmente devido ao fato de ser duas vezes mais caro do que Rolls-Royce na época,

Somente 3 dos 6 dos 6 Royal foram vendidos enquanto os três restantes foram escondidos até o final da Segunda Guerra Mundial.

O quinto carro fabricado, chamado Kellner, que detém o recorde do carro Royale mais valioso, teve uma história estranha.

Em 1931, depois de ter vendido um exemplar ao rico cirurgião chamado Josef Fuchs, e Esders, Ettore Bugatti contratou o melhor construtor de carruagens de Paris, Kellner, para projetar uma grande carroceria de limusine para o chassi 41 141 um impressionante sedan de duas portas e quatro lugares para acomodar confortavelmente 4 passageiros e foi originalmente exibido no Olympia Motor Show de 1932 em Londres por 6,500£. mais do dobro de um Rolls Royce. Tinha um comprimento de cerca de 6 metros e um peso de cerca de 3 toneladas, atingiu um máximo de 160 km / h com uma transmissão manual de três velocidades.

Escondido na propriedade de Ettore Bugatti durante a Segunda Guerra Mundial, e utilizado por Ebé Bugatti foi vendida ao piloto americano Briggs Cunningham em 1950, juntamente com outro modelo Royale, o Berline de Voyage, enquanto o terceiro Bugatti o cupê de Napoleão, continuou na sua posse por mais algum tempo.

Os carros foram para os Estados Unidos em Janeiro de 1951, depois de Briggs Cunningham, ter entregue FR ₣ 200000 (US $ 571 US) mais dois novos refrigeradores elétricos Frigidaire da General Motors, indisponíveis na França do pós-guerra, numa época com o franco francês foi drasticamente desvalorizado nos anos do após a guerra.

Os custos de restauração trariam o custo total de até 1 milhão de francos, ou US $ 2.858, por carro.  

Depois de restaurado permaneceu na colecção até 1987 depois de ter sido utilizado frequentemente pelo seu proprietário.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de resina de acordo com as originais.

Fabricante Aurora Models

Série numerada 178

Referencia nº  preço 10.000$00

Material – resina

Material da placa de base – resina

A base está acolada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão.

País – Switzerland

Anos de fabrico  a

 


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Segunda-feira, 27 de Fevereiro de 2023

Monteverdi Hai 450 SS - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Monteverdi Hai 450 SS - Um olhar sobre as minhas miniaturas

805ª – Monteverdi Hai 450 SS Auto Pilen

O Monteverdi Hai 450 SS esteve na II Exposição de Miniaturas do CAVR na Garagem S. Cristóvão de 11 a 17 de Julho de 1988

Modelo real

O piloto e concessionário da BMW, Peter Monteverdi, já tinha fabricado o MBM, uma viatura de sport e competição. Abandonando a construção, vira a importador da Ferrari para o mercado suíço e em 1967 funda a Monteverdi para produzir automóveis desportivos na suíça, o assim os suíços ganharam um construtor de automóveis.

O Monteverdi Hight Speed 375S, 375 C, 375L e 375/4 foram disponibilizados ao publico equipados com um Motor Chrysler V8 de 72000cc.

O protótipo do Monteverdi Hai 450 SS, era um desportivo que nunca passou da fase de protótipo, foi apresentado ao público no Salão de Genebra de 1970, pintado na cor magenta, designada de Purple Smoke. A carroçaria desenhada por Trevor Fiore, da Carrozzeria Fissore, onde a própria Monteverdi detinha 50% da empresa. O nome significa tubarão em alemão Hai, a potência do motor, 450, e a designação Super Sport, o SS.

O chassis do Monteverdi cera tubular em aço, com tubos quadrados, coberto por uma carroçaria em aço também. A suspensão frontal é de triângulos sobrepostos e na traseira utiliza eixo De Dion com paralelo de Watt. Foi equipado com amortecedores Koni ajustáveis e para a travagem dispunha de quatro discos ventilados ATE, montados inboard na traseira.

Um segundo automóvel foi produzido, com uma maior distância entre eixos e outros pormenores diferentes, como a secção frontal, puxadores das portas, a cor vermelha e uma faixa preta na zona inferior. Este novo modelo denominado Monteverdi Hai 450 GTS, apresentado no Salão de Genebra de 1973. Estava equipado com um motor Chrysler Magnum de 7,3 litros de cilindrada.

Quando Paul Frère testou o 450SS, fez do  0-100 km/h (0–62 mph) em 6,9 segundos a uma velocidade máxima de 270,6 km/h (168 mph). s. enquanto o 450 GTs, testado pela Autozeitung, fez do 0 a 100 km/h (0-62 mph) em 5,5 segundos a uma velocidade máxima de 280 km/h (174 mph).

Construiu também vários SUV, todos eles de baixa produção, inclusivamente, foi a Monteverdi que desenvolveu o primeiro Range Rover de quatro portas, vendido sob encomenda na rede da marca. A construção de automóveis terminou em 1984 e a fábrica foi transformada no museu Monteverdi, que abriu as suas portas em 1985. Em 1992 a Monteverdi tentou renascer, mas sem sucesso.

Inicialmente estava prevista uma produção de 49 unidades, mas,  somente dois protótipos foram construídos, ao que podemos juntar anos 90, duas réplicas foram então construídas e pintadas de vermelho, uma de cada modelo, com peças que tinham sido produzidas pela Monteverdi na época, e que se encontram no museu fábrica da Monteverdi, o Museu dos Transportes Suíços, em Basileia.

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Miniatura

Abre as portas, levanta a mala e o capô para ver o motor.

Os bancos são rebatíveis.

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas têm pneus de borracha

Fabricante Auto Pilen

Série

Referencia nº 347 preço

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País - Espanha

Anos de fabrico  a

 


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Domingo, 26 de Fevereiro de 2023

Bugatti Type 55 Roadster - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Bugatti Type 55 Roadster - Um olhar sobre as minhas miniaturas

804ª – Bugatti T 55 roadster Provence Moulage

Bugatti Type 55 Super Sport Roadster 1932 esteve na II Exposição de Miniaturas do CAVR na Garagem S. Cristóvão de 11 a 17 de Julho de 1988 e na exposição miniaturas Vila Real 1990 acivr Associação Comercial e Industrial de Vila Real

Modelo real

O Bugatti Type 55 é um carro desportivo uma versão de estrada do Type 51 Grand Prix.

A Bugatti, no final de 1931, anunciou o início da produção de uma versão de estrada do novo Type 55 Super Sport.

Ettore Bugatti e seu filho Jean trabalharam na sua criação onde estão presentes muitos designs antigos testados e comprovados, misturados na configuração no Type 55, o primeiro e único Bugatti de estrada a usar o motor superalimentado de 2,3 litros.

Jean desenhou uma carroceria deslumbrante para o novo modelo, um roadster que entrou para a história como uma das mais belas carrocerias onde a forma da carroceria é instantaneamente reconhecível, com as partes laterais sem portas e cortadas até os guarda-lamas, a influenciar a aparência de muitos outros depois dele. Até as rodas são surpreendentemente modernas.

O motor de 2,3 litros foi retirado do Tipo 51, mas foi instalado em um novo chassi com uma estrutura mais larga e mais forte, semelhante aos usados ​​no Tipo 45/47 de dezasseis cilindros e no Tipo 54 Grande Prêmio.

No período de produção, de 1932 a 1935, foram construídos 38 exemplares do Bugatti Type 55 Super Sport, com mais da metade no primeiro ano de produção.

Dos 38 modelos Super Sport fabricados de 1932 a 1935, 14  receberam a carroceria Jean Bugatti Roadster, dos quais três tiveram a carroceria original alterada.

Um Bugatti correspondente fica no Musee National de L'Automobile, na França, enquanto outro está no Revs Institute, na Flórida.

Projetado para clientes muito ricos, foi um verdadeiro supercarro com um peso de 800 quilos, e equipado de um motor de 2.262 cm3 e 145 cavalos de potência acelerava facilmente a 180 quilômetros por hora.

O Type 55 é movido por uma versão do motor DOHC de 8 cilindros em linha de 2,3 L (2262 cc/138 in³) do Type 51 com um supercharger do tipo Roots. Produz 130 hp (96 kW) a 5000 rpm. As diferenças em relação ao motor do Type 51 incluem a adição de uma bomba de gasolina mecânica AC acionada por árvore de cames e um supercharger modificado. A taxa de compressão também foi reduzida pelo uso de uma placa de compressão maior de 9 mm (0,3 pol.) (o Tipo 51 usava uma placa de 6 mm (0,2 pol.)).[2] A transmissão manual de 4 velocidades do carro veio do carro de turismo Tipo 49 e apresentava engrenagens de corte reto.

O carro também usava as rodas de alumínio de oito raios da Bugatti.

Modificação na miniatura

É um kit em metal e resina

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de metal e plástico de acordo com as originais.

Fabricante

Série Kit

Referencia nº preço

Material – Resina e zamac

Material da placa de base – resina

A base está colada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão

País - França

Anos de fabrico  a


publicado por dinis às 18:36
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Sábado, 25 de Fevereiro de 2023

Um modelo Russo - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Um modelo Russo - Um olhar sobre as minhas miniaturas

803ª – Yanka TAE 13 CCCP

Em 1969 Tchaika agora Chaica,esteve na exposição miniaturas Vila Real 1990 acivr Associação Comercial e Industrial de Vila Real

Modelo real

A fabrica de automóveis de Gorki , a GAZ, (Gorkovsky Avtomobilny Zavod,,em 1932 começou a produzir os Ford americanos modelo A e depois od V8/40. Depois da guerra a Gaz desenvolveu a sua própria gama que foi que foi constituída por veículos populares, Pobjeda e depois Volga e da uma serie luxuosa e exclusiva, os ZIM e depois Tchaica .

 O Gaz 13 substituiu o Gaz 12 em 1958 e recebeu a frente actual em 1968. Pela sua classe ela encontra-se entre os Volga  e os Zil . O motor é um V8 de 5530cc 195 cv compressão 8,5, . Arvore de cames central, carburador de 4 corpos refrigerado por água. transmissão clássica e caixa automática. Peso 2000kg.

O GAZ Chaika (em russo: Ча́йка), que significa gaivota, é um automóvel de luxo da União Soviética fabricado pela GAZ (Gorkovsky Avtomobilny Zavod, o que que dizer, Fábrica de Automóveis Gorky (em russo: ГАЗ ou Го́рьковский автомоби́льный заво́д)).

GAZ Chaika tem um estilo americano com frente imponente, lembrando muito os Packard de 1955-56 num esforço dos de actualizar o modelo e lhe retirar a identidade.

O veículo está abaixo da limusine ZIL-111 e foi produzido em duas gerações, o GAZ-13 de 1959 a 1981 e o GAZ-14 de 1977 a 1988.

Após o colapso da União Soviética, esses Chaikas começaram a ser vendidos para pessoas comuns.

Nos 19 anos de produção, apenas 3.179 unidades foram fabricados o que não é surpreendente, porque Chaika tinha uma classe representativa e não se destinava à produção em massa

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Miniatura

Uma miniatura pela segunda ou terceira vez fora da caixa e talvez um dos que me levaram a deixar os carrinhos na caixa original.

Abre as portas e a mala,

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante CCCP

Série 

Referencia nº A15 preço

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País - Ussr

Anos de fabrico  a

 


publicado por dinis às 20:19
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