Quinta-feira, 26 de Maio de 2022

Porsche 935 Giannone - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Porsche 935 Giannone - Um olhar sobre as minhas miniaturas

581ª – Porsche 935 Burago Transformado

Porsche Carrera RSR de Robert Giannone 1º Circuito de Vila Real 1981

 Modelo real

Um carro preto de corrida era inconfundível, a publicidade as peles e á minha parka bege que orgulhosamente vestia aliada ao negro com que um dos ídolos de Vila Real, Robert Giannone por vezes assim o vi trajado, como a lembrar-nos do cavaleiro negro da Sandeman.

A evolução do  Porsche de Robert Giannone continuava , e para o 21º Circuito de Vila Real de 1981 no  Agrupamento B - grupos  2,3,4 e 5 acima de 1300c.c.

Robert Giannone foi o primeiro a entrar em pista com o Porsche 935 preparado pela Almeras enquanto o de Joaquim Moutinho e Rufino Fontes era preparado na Aurora e qualquer dos quatro carros dispunham de motores de 3500cc. Jorge Petiz no 935 Kremer teve uma fuga de óleo que lubrificava os pedais e os sapatos do piloto..

Nos treinos, os quatro Porsche foram os mais rápidos, Rufino Fontes seguido de Robert Giannone , Jorge Petiz e Joaquim Moutinho

O Vila-realense António Conceição no Opel 1904 Sr foi 7º.

Rufino Fontes arranca bem mas na passagem de nível é ultrapassado por Jorge Petiz seguido de Joaquim Moutinho e Giannone. António Conceição abandona.

Jorge Petiz, Rufino Fontes , Joaquim Moutinho e Robert Giannone era um duelo que prometia.

Jorge Petiz desiste na 5º volta com motor partido e Rufino Fontes desiste com um furo.

Moutinho tem uma volta de avanço sobre Robert. Moutinho  desiste com um pricipio de incendio e Giannone passa para 1º até receber a bandeira de chegada na18ª volta para parar pouco depois com problemas elétricos no motor.

O segundo é Santos Pereira no Opel Kadet GTE

Modificação na miniatura

A miniatura é o Porsche 935 Vaillant da Burago que foi alargado com barro plástico e lata da paste de um dentífrico e posteriormente pintado.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de presina de acordo com as originais.

Fabricante Burago

Série

Referencia nº 4142 preço

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está cravada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.

País - Itália

Anos de fabrico  a

 

 

 

 


publicado por dinis às 19:16
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Quarta-feira, 25 de Maio de 2022

Rolls Royce Phanton III cabriolet - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Rolls Royce Phanton III cabriolet - Um olhar sobre as minhas miniaturas

580ª – Rolls Royce Phanton III cabriolet 1939 Solido

Rolls Royce Phanton III cabriolet 1939 Solido

1939 Rolls-Royce Phantom III Two -Door Cabriolet

 Modelo real

No 'Olympia Show' em Londres, em Outubro de 1935, é apresentado o 'Phantom III', um dos carros mais avançados de seu tempo. Foi o último modelo desenvolvido em parte por Henry Royce, falecido em Abril de 1933, aos 70 anos e é considerado como o último modelo puramente Rolls-Royce, todas as peças e elementos foram estudados por Henry Royce e fabricados pela Rolls-Royce com exceção de pneus, velas de ignição e alguns acessórios.

Em 1931, Henry Royce começou a estudar um novo motor de liga leve de 12 cilindros usando sua experiência em motorização aeronáutica. O cárter e os cabeçotes são fundidos em Hiduminium, uma liga de alumínio desenvolvida pela Rolls-Royce para seus motores de aeronaves.

O engenheiro A.G. Elliott continuou o projeto. O Phantom III é um automóvel completamente novo. o chassis é feito de chapa estampada. É particularmente rígido, reforçado por espaçadores em forma de X. Seu sistema de lubrificação é controlado por pedal. Ele pesa 1.836 kg. O Phantom III é o primeiro Rolls-Royce com rodas dianteiras independentes cuja suspensão utiliza o princípio "knee action" patenteado por Olley da General Motors com triângulos desiguais e molas semi-elípticas contidas em banho de óleo e quadriláteros, o que explica a posição de deslocamento da grade na frente do eixo. Na traseira, o Phantom III tem molas semi-elípticas e amortecedores ajustáveis. Os freios a tambor nas 4 rodas são assistidos por um servo controlado diretamente pela caixa de velocidades. . A transmissão traseira é através de uma embriaguem monodisco seca e uma caixa manual de 4 velocidades. As marchas superiores serão sincronizadas a partir de 1938.

Apenas o chassi e as peças mecânicas foram feitas pela Rolls-Royce.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Solido

Série Age d´or

Referencia nº46 - 11/76 preço

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e vitrine plástica.

País - França

Anos de fabrico  a

 

 

 

 


publicado por dinis às 19:36
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Terça-feira, 24 de Maio de 2022

McLaren M26 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

McLaren M26 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

579ª – McLaren M26 Yaxon

GP Estados Unidos 1977 McLaren M26 James Hunt 1º

Modelo real

Para substituir o M23, a McLaren introduziu o M26, projetado por Gordon Coppuck, para 1977. Pronto nos meados de 1976, o M26 era mais baixo e mais leve que o M23, com corpo em favo de mel.

A estreia do Mc Laren M26 foi no GP da Holanda a 16 de Maio de 1976, Jochen Mass obteve o 18º lugar na grelha de partida e o 9º lugar a uma volta do vencedor, James Hunt no M 23.

 No GP de Itália Hunt M23 e Mass no M26 são mais lentos que Watson no Penske PC4 com 2`13``95. Em Mónaco voltam ao M 23 e James Hunt  vence em Espanha, no GP de França a 4 de Julho James Hunt no M23  volta a vencer e Mass em 15º numa prova em que Lauda foi o mais rápido.  Nova vitoria em Brands Hatch a 18 de Julho e na Alemanha, em Zandvort, e nos Estados Unidos, James Hunt é Campeão do Mundo de 1976 e a Mc Laren a de Construtores com o M23

Em 1977 continuam os M 23 até que em Maio de 1977 em Jarama James Hunt agora com o nº1 no Mc Laren M26 Ford volta as pistas e obtém o 8º tempo. Mas abandona na prova e Mass é 4º com o M 23, mas no Monaco voltam os antigos M23 e Mass é 4º

Na GP da Bélgica a 5 de Junho Mass no M23 obtém o 5º tempo enquanto Hunt é 10º no M26, é o reaparecimento do M26. As asas foram modificadas e o resfriador de óleo agora foi realocado no nariz. O carro se mostrou mais equilibrado, mas Mass, no entanto, superou Hunt no M23 mais antigo. Escolhendo pneus slicks para a corrida na esperança de que o circuito varrido pela chuva logo secaria, James foi rodado quando Mass liderou brevemente. Hunt terminou, em sétimo.

Em Dijon para o GP da França, James colocou o M26 na primeira fila ao lado da Lotus de Mario Andretti, e no final foi o terceiro.

Em Silverstone, onde Mass teve um M26 pela primeira vez e Gilles Villeneuve com o nº 40 juntou-se à equipe em um M23. Hunt conquistou a pole, James venceu  e Jochen quarto e Villeneuve foi 11º a duas voltas .

Em Watkins Glen o GP Leste dos EUA, James bateu nma barreira na sexta-feira, mas conquistou a sua terceira pole position da temporada, ele se viu atrás de Brabham-Alfa, do alemão Hans Stuck, no início da chuva. Herdando a liderança depois que Stuck saiu depois de 14 voltas, e com uma vantagem confortável sobre Andretti, ele foi perseguido por problemas. Venceu o seu segundo GP da temporada e seu segundo consecutivo em Watkins Glen, mas foi por pouco, pois Andretti estava apenas dois segundos atrás no final.

A última corrida do ano no Monte Fuji, no Japão, viu Andretti vencer Hunt pela pole position. Depois de ter danificado o M26-2 em Mosport e insatisfeito com o M26-1, James agora dirigia o chassi M26-3 de Jochen e, quando a bandeira caiu, ele saltou para a liderança quando Andretti atingiu a Ligier de Jacques Laffite e foi forçado a sair. Jochen subiu para o segundo lugar na sexta volta, parecia que o M26 realmente tinha chegado bem, mas o domínio total da McLaren terminou quando seu motor quebrou na 28ª das 73 voltas.

Modificação na miniatura

É um kit metálico em que a parte vermelha é em plástico.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de metal de acordo com as originais.

Fabricante

Série yaxon

Referencia nº preço

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartãoem Kit e caixa com janela de visualização.

País - Itália

Anos de fabrico  a


publicado por dinis às 18:30
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Segunda-feira, 23 de Maio de 2022

Bugatti Atalante 1939 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Bugatti Atalante 1939 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

578ª – Bugatti Atalante 1939 Solido

Bugatti 57 SC Atalante Cite Automobile Mulhouse 2016

Modelo real

O primeiro deles foi o Type 57 e o 57C supercharged, eram movidos por um novo motor com 72 mm de diâmetro e 100 mm de curso, produzindo 135 cv a 5.000 rpm.

Mais tarde, o chassi foi definitivamente atualizado para a versão  Tipo 57S ou Surbaissé. Os trilhos principais do chassi deste modelo eram elegantes e complexos. Em direção ao centro do carro, os trilhos do chassi ficaram mais largos e mais altos para fornecer a rigidez necessária. Na traseira, o eixo passava pelo chassi e era apoiado por molas de lâmina quarto-elípticas invertidas. Isso permitiu a menor altura de deslocamento possível, mantendo a conformidade da suspensão. Além disso, a folga do motor exigia uma lubrificação por cárter seco e um reservatório externo de 20 litros.

Externamente, o chassi do Tipo 57S foi distinguido por seu radiador ovóide que formava um V profundo. Outros detalhes do chassi incluíam amortecedores hidráulicos DeRam autoajustáveis ​​nos eixos dianteiro e traseiro. Além disso, o motor já não fazia parte do chassi e estava montado com buchas de borracha.

É um coupé de duas portas e dois lugares, motor dianteiro e tração traseira. Movido a gasolina, com oito cilindros em linha com refrigeração líquida distribuição DOHC, cilindrada 3257 cm³, diâmetro 72,0 mm, curso 100,0 mm, compressão 6,2, duas válvulas por cilindro, carburador Stromberg, sobrealimentação por compressor Roots acionado mecanicamente, potência 147 kW (200 cv) a 5500 rpm, transmissão manual de quatro velocidades. Com um comprimento de 2985 mm, distância entre eixos 1350/1350 mm, e como dimensões externas um comprimento 4600 mm, largura 1760 mm, altura 1380 mm, tara 1550 kg, velocidade máxima 215 km / h, chegava aos 100km em 10,0 s. Eixo rígido e molas de lâmina longitudinais na dianteira, eixo rígido e molas de lâmina longitudinal quarto-elípticas na traseira, freios a tambor dianteiros, freios a tambor traseiros.

A carroceria de alumínio foi projetada por Jean Bugatti, filho do fundador da empresa.

Um exemplar encontra-se na Cite Automobile Mulhouse no Museu que Fritz e Hans Schlumpft fundou e cujo objectivo era possuir o maior número possível de Bugatti, mas que em Junho de 1976 os irmãos Schlumpff com 71 e 73 anos foram obrigados a declarar falência das três fábricas de têxteis na Alsácia e em Roubaix.

Modificação na miniatura

Foi pintado posteriormente de amarelo conforme uma foto da época, nas cores do Schlumpf Automobile Collection em Mulhouse.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Solido

Série

Referencia nº 88- 5/79

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.

País - França

Anos de fabrico  a

 


publicado por dinis às 18:34
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Sábado, 21 de Maio de 2022

Blitzen Benz o Benz de rekord - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Blitzen Benz o Benz de rekord - Um olhar sobre as minhas miniaturas

576ª – Blitzen Benz HP 220 1911 Brumm

Blitzen Benz Speed Record Car, Barney Oldfield 211,09 km/h " Relâmpago de Mannheim" 1910,

Olhando para ele hoje, sem travões dianteiros com pneus de tala e uma transmissão de corrente aberta, o veículo dá-nos cá um arrepio na espinha.

Eram os primeiros anos do automóvel onde a busca por recordes de velocidade era algo quase natural; os limites ainda eram completamente desconhecidos, os aviões mais velozes pouco passavam dos 100 km/h e os trens rodavam no máximo a 70 km/h. Nessa época não havia um combustível padronizado e as pistas eram de madeira ou tijolos e pilotos a coragem e altas doses de loucura para levar um carro à sua desconhecida velocidade máxima.

Modelo real

O Blitzen Benz foi iniciado em 1908, quando a fábrica de Carl Benz já produzia mais de 1.000 unidades por ano e construído em 1909.

Em Brooklands, a 9 de Novembro de 1909, o francês Victor Hémery estabeleceu um recorde com uma velocidade à média de 202,7 quilômetros por hora (126,0 mph) ao longo de um quilômetro, o que levou os designers de Mannheim a trabalhar na nova carroceria para o carro recorde, para o carro do Grand Prix, mas agora com um motor ainda  maior, 21.504 cm3 (1.312,3 pol3), 200 hp (149,1 kW).

Os testes revelaram, que as velhas pistas da Europa não eram mais adequadas para essas velocidades, pois o novo carro da Benz era mais rápido do que qualquer aeronave de sua época, e velocidades semelhantes só poderiam ser alcançadas na aviação apenas dez anos depois.

Um Benz foi enviado para a América em Janeiro de 1910 e sem qualquer preparação especial, proporcionou a Barney Oldfield bater o antigo recorde de velocidade de Marriot em Daytona Beach a 16 de Março. A milha foi alcançada em 27,33 segundos, quebrando a barreira dos 200 km/h. A velocidade alcançada ao longo de um quilômetro medido, também com uma largada, foi insignificantemente menor a 211,09 km/h do que a velocidade alcançada ao longo da milha (211,97 km/h). O recorde não foi oficialmente reconhecido porque a Association Internationale des Automobile Clubs Renconnus (A.I.A.C.R.), havia estipulado que nas provas de recordes mundiais a distância deveria ser percorrida em ambas as direções e que o valor médio de ambas as corridas compôs o valor final.

O Benz decorado com a águia imperial, recebeu o nome de ""Blitzen-Benz"", uma tradução do nome ""Lightning Benz"".

Um ano depois, o mesmo carro, pilotado por Bob Burman, quebrou esse recorde em mais 16 km/h (10 mph).

Dos seis Blitzen Benz feitos, apenas dois sobreviveram, um está no Museu da Mercedes-Benz, enquanto um outro, está exposto no Technik Museum Sinsheim.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante

Série

Referencia nº 73 preço

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.

País – Itália

Anos de fabrico  a


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Sexta-feira, 20 de Maio de 2022

Brabham Alfa Romeo BT 46 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Brabham Alfa Romeo BT 46 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

575ª – Brabham Alfa Romeo BT46 Yaxon

Brabham Alfa Romeo BT46 Parmalat Racing Team Niki Lauda 1978 GP de Monaco 78 #1 Lauda 2º

 Modelo real

O Brabham BT46 projetado por Gordon Murray para a Brabham, propriedade de Bernie Ecclestone, para 1978 estavam equipados com o pesado o motor Alfa Romeo flat-12, mas foram competitivos com radiadores montados no nariz e modificados durante a maior parte do ano,

A principal originalidade do carro era o uso de trocadores de calor de placa plana montados rente à superfície da carroceria no lugar dos radiadores de água convencionais.

Sem os radiadores permitiu a Murray produziu um design leve com uma seção transversal frontal baixa,  O engenheiro consultor David Cox acreditava serem erros fundamentais no conceito e concluiu que a ideia não poderia funcionar.

A essa altura o carro já havia rodado, sofrendo sérios problemas com superaquecimento. Os trocadores de calor foram substituídos por radiadores semelhantes ao do BT45, comprometendo sua eficiência aerodinâmica. Além da questão do arrasto, os radiadores montados no nariz moviam o peso para a frente do carro.

No Grande Premio do Mónaco o Brabham Alfa Romeo BT46 Parmalat Racing Team com Niki Lauda ao volante foi 2º.

Explorando ainda mais o conceito do efeito-solo Gordon Murray, apareceu para o Grande Prêmio da Suécia com o modelo BT46B tinha um ventilador na traseira, oficialmente com o objetivo de refrigerar o motor Alfa Romeo completadas por um conjunto de minissaias na parte traseira, e quando o motor aumentava as rotações, aumentava também as do ventilador, o efeito do ventilador pregava o carro no solo.

Em Anderstorp a 17 de Junho de 1978, nos treinos o efeito de solo do Lotus de Mário Andretti ainda foi o mais rápido, seguido dos Brabham Alfa Romeo de John Watson e Niki lauda.

A vitória sorriu a Niki Lauda na estreia dos Brabahm “aspirador” que muita celeuma ainda iriam dar.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas têm pneus de borracha de acordo com as originais.

Fabricante  Yaxon

Série Kit

Referencia nº preço

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País – Itália

Anos de fabrico  a

 


publicado por dinis às 17:34
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Quinta-feira, 19 de Maio de 2022

BMW 2002 TI Alpina Gr2 Marão - Um olhar sobre as minhas miniaturas

BMW 2002 TI Alpina Gr2 Marão - Um olhar sobre as minhas miniaturas

574ª – BMW 2002 Turbo Solido

BMW 2002 TI Alpina Gr2 1º Rallye de Portugal 1972 e no troço do Marão Nº 76 Achim Warmbold / John Davenport

Modelo real

Como se costumava dizer : “á noite todos os gatos são pardos” e não é que foi uma realidade.

Depois de parar o carro junto da Pousada do Marão, subimos a estrada que dava acesso ao troço do Marão incluído na 4º etapa que ligava o Estoril ao Porto. a 14 de Outubro A noite no Marão foi fria, já sabíamos e as fogueiras e cervejas as nossas companheiras.

Os 35 Km da Pec 18  começaram 11 minutos depois da meia noite e numa mais chegava o primeiro concorrente. Uma luz na noite brilhou e pouco depois passou a toda a velocidade na nossa frente. Foi a primeira vez que vimos alguns carros a deitar faísca por debaixo dos carros, principalmente nos primeiros e este fabuloso e rapidíssimo BRM  Achin Warmbold Achim John Davenport  em que todos ficamos convencidos de que venceria a o troço, entretanto confirmado pelo pequeno transístor que nos ia dando as novidades do Rali.

Modificação na miniatura

Retirado o spoiler da frente foi pintado e decorado e sujo.

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Miniatura

Abre as portas,

Os bancos são rebatíveis.

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante  Solido

Série Gam

Referencia nº 22 preço

Material – zamac

Material da placa de base – zamac

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País -

Anos de fabrico  a

 


publicado por dinis às 18:27
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Quarta-feira, 18 de Maio de 2022

Ferrari 275P Le Mans  #20 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Ferrari 275P Le Mans  #20 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

573ª – Ferrari 250/ 275 P Modelos 3J

24 Heures du Mans 1964 - Ferrari 275P #20 - Pilotes : Jean Guichet / Nino Vaccarella 1º

O 250P foi fabricado em 1963 e o desenvolvimento começou na segunda metade do ano de 1962 dos quais foram produzidos 4 (Chassis nº, 0810, 0812, 0814, 0816), e foi Campeão dos Construtores de 1963 e venceu obteve a 7ª e 8ª vitória da Ferrari na prova Francesa  

Ferrari 250P #21 Vencedor Le Mans 1963- Ludovico Scarfiotti /Lorenzo Bandini

Ferrari 275P Le Mans 1964 #20 Nino Vaccaeella Jean Ghichet

 Modelo real

O Ferrari 275 P #0816 venceu as 24 Horas de Le Mans em 1964, também foi o vencedor da prova em 1963… algo que se descobriu só agora apos numa venda privada depois de 48 anos na coleção do francês Pierre Bardinon, que nunca se quis desfazer do carro.

Na semana do Automóvel de Monterey, nos EUA, soube-se este Ferrari 275 P, terá sido o único carro com o emblema Cavallino Rampante no capot, a vencer, não uma, mas duas vezes as 24 Horas de Le Mans.

Sabia-se que o Ferrari 275 P, chassis n.º 0816, foi o vencedor das 24 Horas de Le Mans de 1964, mas agora ficamos a saber que este mesmo chassi, venceu, afinal, também no ano anterior.

A Ferrari terá inscrito em 1963, apenas um carro, com o chassi n.º 0814, mas que um despiste, em Nürburgring, impossibilitou a sua recuperação a tempo da corrida francesa.

Apresentaram-se à partida com outro 275 P, chassi n.º 0816 e que obteve a sua primeira vitória em Le Mans Ludovico Scarfiotti /Lorenzo Bandini.

No ano seguinte, 1964, o Ferrari 275P volta a Le Mans e com o #23 Nino Vaccaeella e Jean Ghichet obtiveram a vitória com o mesmo carro do ano passado, foi a última vitória de Maranello, na corrida francesa, como construtor oficial, em 1965, a vitória foi para um Ferrari 250 LM, privado einscrito pela equipa NART, o Ferrari 275 P n.º 0816 venceu ainda, em 1964, as 12 Horas de Sebring.

Modificação na miniatura

A miniatura é a mesma e não segui as instruções do folheto em cortar o modelo na capot, por cima das rodas traseiras e aumentar 3mm. Somente foi alterado o 0 do 20 para 1 e já está 21 o que não deixa de ser engraçado depois da historia agora conhecida.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de resina de acordo com as originais.

Fabricante  modelos 3J

Série

Referencia nº 11130H0 a preço antigo

Material – bloco único de resina com elementos emmetal

Apresentado em caixa de cartão.

País - França

Anos de fabrico  a


publicado por dinis às 21:21
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Terça-feira, 17 de Maio de 2022

Porsche 917/10 Can Am Brumos Racing- Um olhar sobre as minhas miniaturas

Porsche 917/10 Can Am Brumos Racing- Um olhar sobre as minhas miniaturas

572ª – Porsche 917/10 Can Am  Solido

Porsche 917/10 TC #007 nº 59 Brumos Racing em Road Atlanta a 8.7.1973 onde foi 5º.

As férias de Natal deram para encontrar amigos que por lá tinhas carrinhos que já não queriam e é claro a min faziam muita falta e as noites de inverno eram longas.

Agora o bicho apareceu e estou também em casa, com um tratamento VIP. Obrigado Esmeralda,

 Modelo real

O Porsche917/ Can Am da Brumos Racing que correu em Road Atlanta a 8.7.1973 com o nº 59 Porsche 917/10 TC #007 - Brumos Racing   Porsche 912 F12 2v DOHC 5000 cc Turbo pilotado por Hurley Haywood terminou em 5º a 5 voltas do vencedor na corrida 1 e na 2 corrida terminou mas desconhece-se o resultado.

Em Road Atlanta, a segunda corrida da temporada, os travoes do carro de Scheckter emperraram após duas voltas, ganhando a reputação de travar tarde, mas como ele lembra:

“Não muito tempo depois da corrida eu não tinha travões, eles costumava dizer que travava tão tarde, mas, entretanto, tinha travei muito mais cedo e passei por todos. Na verdade, no meio da temporada os travoes pareciam estar no seu pior.

A corrida Road Atlanta consistiu em uma corrida combinada de 90 milhas, dividida em uma corrida de 40 milhas no sábado e uma corrida de 50 milhas no domingo. A primeira etapa foi vencida por Donohue, enquanto George Follmer venceu no domingo, também levando a vitória combinada. Jody Scheckter garantiu um terceiro lugar combinado atrás de Donohue.

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Miniatura

Levanta o capô para ver o motor.

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Solido

Série Kit

Referencia nº  nº 16- 3/75

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão.

País - França

Anos de fabrico  a

 


publicado por dinis às 18:31
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Segunda-feira, 16 de Maio de 2022

Alfa Romeo T 33/TT/12 Redlefsen - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Alfa Romeo T 33/TT/12 Redlefsen - Um olhar sobre as minhas miniaturas

571ª –Alfa Romeo T33 Solido

Alfa Romeo T33/TT/12 #11512-009 - Willi-Kauhsen-Racing-Team (D) Redlefsen 1000 km di Nurburgring J Mass (D)/Jody Scheckter (ZA) 6º lugar

Talvez na sua ultima prova

Modelo real

Alfa Romeo 33TT12

Produção    1973-1976

Transmissão        Manual de 5 velocidades

O belo e arrojado Alfa Romeo Tipo 33 apresentado no Paris Motor Show, em 1967 protagonizaria uma longa e brilhante evolução em todos os aspectos..

 

O 33 TT 12 ( Telaio Tubolare , chassi tubular) apareceu em 1973 com o motor flat 3.0L de 12 cilindros projetado pela Carlo Chiti (500 bhp). A temporada de 1973 foi de desenvolvimento e em 1974 o carro, que tinha uma entrada de airbox estilo F1 adicionada venceu em Monza 1000 km e terminou a temporada com o segundo lugar no campeonato. Para 1975, a Alfa Romeo contratou a Willi Kauhsen Racing Team (W.K.R.T) para comandar a equipe de corrida apoiada pela fábrica, e vencer o Campeonato Mundial de Marcas em 1975, com sete vitórias em oito corridas.,

Alfa Romeo T33/TT/12 #11512-009 - Alfa Romeo F12 4v DOHC 2995 cc do Willi-Kauhsen-Racing-Team (D) e o apoio da Redlefsen em Nurburgring a 1.6.1975 nos 1000 km de Nurburgring onde foi pilotado por Jochen  Mass (D)/Jody Scheckter (ZA) depois de ocupar o 3º com :27.100 na grelha de partida terminaram em 6º lugar. O primeiro classificado foi Merzario / Laffite também num Alfa Romeo 33 TT 12.

O chassi 009 foi pilotado por Andrea de Adamich (I)/Carlo Facetti (I) na Autodelta SpA e no Willi Kauhsen Racing Team por Henri Pescarolo (F)/Derek Bell (GB) e            Jochen Mass (D) Jody Scheckter (ZA)

A Alfa Romeo concentra-se na Fórmula 1 a partir de 1976, mas o campeonato mundial voltou a ser vencido em 1976 com a evolução final do 33, o SC 12. Tinha uma carroceria semelhante ao TT12, mas novamente apresentava um chassi do tipo monocoque. Um motor turboalimentado também foi construído, com 2,1 litros, produzindo 640 cv.

O motor flat-12 foi depois usado nos carros Brabham-Alfa BT45 , BT46 e Alfa Romeo 177 F1.

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Miniatura

Levanta a mala e o capô para ver o motor.

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Solido

Série K

Referencia nº41-

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão ou caixa com janela de visualização e vitrine plástica.

País - França

Anos de fabrico  a

 

 

 

 

 

 


publicado por dinis às 22:02
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