Ford Fiesta 1976 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1700ª Ford Fiesta 1972 – Os Nossos Queridos Carros Altaya
Ford Fiesta 1976 e as vendas em 1977 em Inglaterra
O carro que o Rui trouxe de Inglaterra.
E agora vi que o Ford Fiesta Grupo 2 ainda não foi publicado
432ª – Ford Fiesta 1978 Solido
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/ford-fiesta-1978-um-olhar-sobre-as-1353879
A primeira geração (1976–1983)
O Ford Fiesta está intimamente ligado á instalação da multinacional americana na Península Ibérica. Foi o primeiro modelo produzido na fábrica de Almussafes, perto de Valencia, e num exclisivo mundial durante alguns anos antes das instalações inglesa e alemã reforçarem a sua produção para satisfazer a procura cada vez, maior dos mercados europeus.
Modelo real
O Fiesta, originalmente desenvolvido com o nome de "Bobcat", e o projeto aprovado por Henry Ford II em 1972.
Era o carro mais pequeno feito pela marca, menor que o Ford Escort. O projeto final foi desenvolvido pelo designer Tom Tjaarda e o projeto foi aprovado para produção no outono de 1973, com colaboração dos centros de engenharia da Ford na Itália e Inglaterra. a Ford construiu uma fábrica em Valência na Espanha e ampliou suas fábricas na França e Reino Unido. A montagem final era feita na Espanha.
O Hatchback,de 3 portas, o Fiesta, tinha um motor OHV Ford Kent, apelidado de "Valencia" e desenvolvido especialmente para o novo carro. Para cortar custos e acelerar o processo de desenvolvimento, a cadeia cinemática do Fiesta foi testada em modelos Fiat 127. Apesar de não ser o primeiro veículo da Ford a ter tração dianteira (o Ford Taunus produzido na Alemanha em 1960 foi o primeiro), o Fiesta é creditado como sendo o primeiro veículo da marca com essa característica que alcançou sucesso.[11] As vendas no Reino Unido começaram em 1977 e a versão mais básica do veículo podia ser encontrada a partir de £1.856.
Fiesta "festa" em espanhol, pertencia a General Motors quando o veículo foi projetado, era utilizado na Oldsmobile, no entanto, foi gratuitamente cedido à Ford. anos de especulação sobre o novo Ford, levou a uma sucessão de vazamentos de informações cuidadosamente planejadas começou a acontecer no final de 1975. Em junho de 1976, o Fiesta foi exposto no evento das 24 Horas de Le Mans e foi colocado à venda na França e Alemanha em setembro do mesmo ano. No Reino Unido, com volante à direita só começaram a aparecer em janeiro de 1977.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, Altaya
Série Os Nossos Queridos Carros
Referencia nº 34 preço 9€99
Matrícula portuguesa
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição
País –China
Volvo PV 544 1965 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1695ª Volvo PV 544 1965 – Os Nossos Queridos Carros Altaya
20 de Outubro de 1965: O último Volvo 544
Volvo PV544 1965, o último ano da sua produção.
Em frente ao Café Clássico e defronte do meu primeiro trabalho, a Aginrep, estacionava um Volvo vermelho do pai do Jorge, que também gosta de miniaturas e actualmente encontramos um amarelo participa em inúmeras provas desportivas de estrada também no Circuito de Vila Real . o famoso "atafulho", o Volvo PV544 de Carlos Faustino.
28ª – Volvo PV 544 Tekno
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/volvo-pv-544-um-olhar-sobre-as-minhas-1088412
1630ª Volvo PV 544 Singh- Singh Rallly Safari 1965 –Rally Car Collection Altaya
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/volvo-pv-544-um-olhar-sobre-as-minhas-2204386
Modelo real
De aspeto elegante e desportivo, foi desenhada por Helmer Petterson, parecia um Coupé, de linhas inspirada no Ford, mais parecia um Peugeot 203 de duas portas, muitos o achavam fora de moda e antiquado desde o ano do lançamento, é conhecido por Volvo Marreco, devido à forma em curva da traseira da carroçaria. estes carros eram muito robustos, resistentes, com uma boa qualidade de construção e relativamente rápidos.
O modelo era espartano e austero, mas já dispunha de cintos de segurança nos bancos da frente, embora como opcionais
Em 1958, o PV544 apresentava algumas diferenças em relação ao PV444 que incluíam a um para-brisa curvo de peça única para substituir os dois painéis de vidro plano, lanternas traseiras maiores e um velocímetro tipo fita. A transmissão manual de três velocidades do 444 também foi substituída por uma unidade de quatro velocidades no 544. O interior foi modificado para acomodar cinco pessoas em vez de quatro, aumentando a largura do banco traseiro e utilizando encostos mais finos nos bancos dianteiros.
A em 1962, o motor B16 foi substituído pelo novo motor B18 da Volvo, inicialmente desenvolvido para o carro desportivo P1800, lançado no ano anterior. Este motor de 1,8 L tinha cinco mancais principais. Novamente, foram oferecidas versões com carburador simples e duplo, designadas B18A e B18D, respetivamente. . Ainda em 1962, a Volvo mudou seus sistemas elétricos de 6 para 12 volts. Em 1963, a Volvo começou a produzir o 544 em sua nova fábrica canadense em Dartmouth/Halifax, a primeira fábrica da Volvo localizada fora da Suécia.
Quando o último PV 544 deixou a linha de montagem estavam presentes Gustaf Larson, o engenheiro co-fundador da Volvo, em parceria com o investidor Assar Gabrielsson, mas também Nils Wickstrom, um icónico piloto de testes da marca sueca.
A Duett, permitiu que a Volvo continuasse a produção até 1969.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, Altaya
Série Os Nossos Queridos Carros
Referencia nº 33 preço 9€99
Matrícula portuguesa FE-12-10
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição
País –China
Peugeot 203- 1948 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1690ª Peugeot 203 1954 – Os Nossos Queridos Carros Altaya
Peugeot 203 pelo vidro traseiro 1948 Sedan de Luxe tipo “A”.
O meu primo Félix, carinhosamente conhecido por Bota Fumo, estava sempre a fumar, tinha um Peugeot 203 que por vezes parava no fim da Rua Direita, do outro lado ao seu estabelecimento de miudezas e camisas, no qual conversávamos antes de o levar para a garagem e o guardar religiosamente na garagem do primo Loureiro
Um dia, oferecer-me um café no Excelsior e por vezes dava-me as revistas do ACP. por vezes dávamos umas voltas naquele carro de estilo americano e linhas básicas desenhadas pelos engenheiros franceses
Através da montra olhava para a cabeça de leão da Peugeot de dentes afiados na frente do longo capot. Portas dianteiras com abertura invertida em contraste com as traseiras no sentido normal, o carro é especialmente bonito visto de frente graças ao design elegante da grade e aos faróis com lentes amarelas.
A parte frontal da cabine parecia enorme, assim como os estofos com os quais tinha muito cuidado e no forro do teto uma lâmpada pequena e fraquinha, pelo que parece. O tablier era em lata é a chave de ignição estava abaixo da coluna de direção um pouco acima da alavanca de velocidades.. No painel o rádio dava para ouvir o relato.
Um dia fomos buscar o carro á garagem para ir visitar as filhas ao Porto. pelo que ligou a bateria, mas o carro não pegou, então colocou um pouco de gasolina no carburador e como por magia, o motor começo a trabalhar rapidamente, ou melhor, como um relógio como ele dizia.
781ª - Peugeot 203 Conversível Heller transformado
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/peugeot-203-conversivel-um-olhar-1500661
1325ª – Peugeot 203 - Carros inesquecíveis Salvat Les Jouets Solido
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/peugeot-203-um-olhar-sobre-as-minhas-1993390
1450ª – Peugeot 203 Lyon 1955 Táxis do Mundo Planeta De Agostini Altaya
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/peugeot-203-lyon-um-olhar-sobre-as-2069783
Modelo real
O 203 foi produzido entre 1948 e 1960.
Em outubro de 1948, o 203 foi apresentado no Salão do Automóvel de Paris, dotado de um motor de quatro cilindros com 1290 cm³ de cilindrada, capaz de atingir uma velocidade máxima de 115 km/h. o 203 surgiu nas versões sedan luxury, sedan affair e découvrable.
O Peugeot 203 teve no tipo “A”, um pequeno vidro traseiro, ausência das lanternas traseiras nas laterais, tampa do tanque de combustível no para-lama traseiro e pelos indicadores de direção como “abas” na coluna traseira.
Diversas versões utilitárias foram adicionadas entre 1948 e 1954.
Em 1952 surgiam as versões descapotável e o coupé.
Em 1954, o 203 passou por uma grande transformação. O modelo padrão foi atualizado e continuou sendo chamado de Sedan de Luxe 203 agora como tipo“C” com a janela traseira maior.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, Altaya
Série Os Nossos Queridos Carros
Referencia nº32 preço 9€99
Matrícula portuguesa TR-42-44
Material – zamac
Fiat 500C Topolino 1949 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1685ª Fiat 500C Topolino 1949 – Os Nossos Queridos Carros Altaya
Fiat 500 Model C Convertible Saloon
492ª – Fiat 500 1936 Prima Série Brumm
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/fiat-500-um-olhar-sobre-as-minhas-1392093
501ª – Fiat 500C 1949/1955 Brumm
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/fiat-500c-topolino-1949-um-olhar-1399746
O Topolino , como é popularmente conhecido, foi o primeiro carro utilitário, europeu e o automóvel que deu inicio, em 1936, à motorização massiva da Itália.
Chegou a Portugal através da Fiat Portuguesa , com sede em Lisboa , que podia vender bastantes unidades ao ajustar o preço final do pequeno veiculo.
Modelo real
O Topolino era um dos carros mais pequenos do mundo. Lançado em 1936, teve três modelos produzidos até 1955, todos com apenas pequenas alterações mecânicas e estéticas. Equipado com um motor de quatro cilindros, válvulas laterais e refrigeração a água de 569 cc, montado na frente do eixo dianteiro e posteriormente um motor com válvulas no cabeçote), sendo, portanto, um carro de tamanho normal e não um ciclo-carro. O radiador estava localizado atrás do motor, o que possibilitava um perfil aerodinâmico frontal mais baixo em uma época em que os concorrentes tinham uma grade plana, quase vertical.[4] O formato da frente do carro permitia uma visibilidade frontal excepcional.
Os modelos A e B compartilhavam a mesma carroceria, mas o motor do modelo B tinha 12 kW (16 hp) de potência, em comparação com os 9,7 kW (13 hp) do modelo A, produzido de 1937 a 1948, enquanto o modelo B foi produzido em 1948 e 1949.
O Modelo C foi introduzido em 1949 com uma carroceria remodelada influenciada pelas linhas dos carros americanos, nos quais era habitual a carroçaria tipo pontão.
Guarda lamas integrados na carroçaria, formando um corpo único, o pequeno Topolino assim se apresentou no Salão de Genebra de 1949, o Fiat 500C com a frente da carroçaria ampla , plana e sem proeminências frontais, com os faróis incorporados nos guarda lamas. , o seu comprimento apenas cresceu 35cm com a adopção do para-choques. e o mesmo motor do B, sendo oferecido nas versões sedan de 2 portas, sedan conversível de 2 portas, perua de 3 portas e furgão de 2 portas. Em 1952, o Giardiniera foi renomeado para Belvedere e o mesmo motor do Modelo B,
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, Altaya
Série Os Nossos Queridos Carros
Referencia nº 31 preço 9€99
Matrícula portuguesa TT-23-87
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição
País –China
Saab 96 V4 1973 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1680º Saab 96 V4 1973 – Os Nossos Queridos Carros Altaya
Saab 96 V4 1973
Paulo Sousa estreou o Saab 96 no Troféu Classic Super Stock, no circuito de Boavista em 2013
A firma aeronáutica Sueca SAAB, as inicias de Svensca Aeroplan Akliebolaget, diversificou a sua actividade e voltou-se para o sector automóvel em 1948 quando apresentou um carro de linhas aerodinâmicas a que chamaram o Saab modelo 92 . Um tracção dianteira transversal cujo bicilindrico a 2 Tempos de 764 cc e 25 cv era inspirado no DKW.
1596ª Saab 96 V4 Rally da Suécia 1973 Blomqvist- Hertz –Rally Car Collection Altaya
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/tag/miniatura+1596+saab+96+v4+rally+da+su%C3%A9ci
Modelo real
O Saab 96 substitui o Saab 93, apresentava carroceria aerodinâmica de duas portas, capacidade para quatro passageiros e, inicialmente, um motor de dois tempos e três cilindros, posteriormente substituído por um motor V4 de quatro tempos da Ford. Inicialmente na “Operação Kajsa" visava dotar a Saab de um motor de quatro tempos, foi planeado entre 1962 e 1964, por Kjell Knutsson e Ingvar Andersson, sob a supervisão de Rolf Mellde, testaram três motores diferentes: um Lloyd Arabella de 897 cc e 45 cv; um motor BMC Série A de 848 cc e 33 cv; e um motor Lancia Appia de 1089 cc e 48 cv. No entanto, a ideia de Rolf Mellde de que a Saab precisava mudar para um motor de quatro tempos foi vetada por Tryggve Holm. Mellde mas, pelas costas de Holm e contatou Marc Wallenberg, filho de Marcus Wallenberg, o principal acionista da Saab. Os motores agora testados foram o Volvo B18, o Ford V4, o Triumph 1300, o motor Lancia V4, o Opel e o Volkswagen.
Em relação ao seu antecessor, o Saab 93, o 96 apresentava um espaço de armazenamento maior e mais acessível, além de um vidro traseiro maior. A dianteira foi alongada nos modelos de 1965, em preparação para um novo motor, e o radiador foi posicionado à frente do motor, em vez de acima e atrás, uma herança dos modelos anteriores que possuíam refrigeração por termossifão.[2] Os vidros dianteiro e traseiro foram ligeiramente ampliados nos modelos de 1968.
Os motores V4 comuns produzidos entre 1967 e 1976 tinham 65 cv (48 kW). Os carros do primeiro ano de produção tinham motores com a inscrição "Ford Motor Company".
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, Altaya
Série Os Nossos Queridos Carros
Referencia nº 30 preço 9€99
Matrícula portuguesa
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição
País –China
Renault 8 1964 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1675ª Renault 8 1964 – Os Nossos Queridos Carros Altaya
Auto pilot caixa automática
1249ª – Renault 8 - Carros inesquecíveis Salvat Les Jouets Solido
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/renault-8-gordini-um-olhar-sobre-as-1944968
1458ª – Renault 8 Gordini 1966 Vencedor do Rali da Corsega. 100 Anos de Desporto Automóvel Planeta De Agostini Altaya
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/renault-8-gordini-1066-vencedor-do-rali-2076970
1507ª – Renault R8 Bamako Táxis do Mundo Planeta De Agostini Altaya
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/renault-r8-major-um-olhar-sobre-as-2132949
1587ª Renault 8 Santiago do Chile 1965 –Táxis do Mundo Planeta De Agostini Altaya
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/renault-8-santiago-do-chile-1965-um-2184736
1617ª Renault 8 Gordini C.Albino -P Pereira Rali de Portugal 1967 Rally Car – Collection Altaya
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/2194106.html
1623ª Renault 8 Gordini C.Albino transformado
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/renault-8-gordini-c-albino-vila-real-2198167
Modelo real
O design do Renault 8 é muito semelhante ao Alfa Romeo protótipo de tração dianteira tipo 103 de 1960, devido a parceria da Alfa Romeo com a Renault na década de 1950 e 1960.em que a Renault comercializava carros da Alfa Romeo e a Alfa Romeo construía o Renault Dauphine entr 1959 e 1964,
O Renault 8 iria enfrentar o recente Simca 100, que surgira em Outubro de 1961, pressionando a Regie para não perder o terreno diante da concorrência. E quando chegou encontrou na concorrência os antiquados Dauphine e Panhard Pl 17 alem dos Fiat 124, Morris 1100, Skoda 1000 MB, sendo os verdadeiros rivais os Morris 1100, Opel Kadett e o Fiat 124. Relativamente á versão desportiva o S, teve como concorrentes o Simca 1000GT, O Panhard OL 24Tigre e os Mini Cooper e as versões potenciadas do 850, Sport Coupé e Sport Spyder.
A versão mais potente chegou em 1964 com o nome de Major e uma caixa automática conhecida por electrica
O R8 a caixa era de quatro relações, com a primeira não sincronizada. Também estava disponível com três velocidades sincronizadas. Também estava disponível a versão com três velocidades sincronizadas e um ano depois , ofereceram uma curiosa caixa automática denominada Auto- Pilot, uma caixa comandada por cinco botões situados á esquerda do volante debaixo da abertura da refrigeração e acionada mediante um servomotor que orientava as mudanças em função da velocidade do veículo e da potencia que o motor exigia.
Como estava mais uma grande tempestade, Leonardo, as fotos foram feitas no alpendre.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, Altaya
Série Os Nossos Queridos Carros
Referencia nº 29 preço 9€99
Matrícula portuguesa CB-95-23
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição
País –China
Austin A 35 Seven 1958 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1670ª Austin A 35 Seven 1958 – Os Nossos Queridos Carros Altaya
Na juventude era o carro do Relojoeiro, e nos classicos Alem Corgo é o quatro portas do Alcídio,
A miniatura, já não recebi porque entrei no Hospital de Vila Real a 3 de Dezembro 2005 embora a Esmeralda, fosse buscar o que eu já tinha reservado.
Modelo real
No pós-guerra em 1951, o Austin A30 era o carro do povo, lançado na versão quatro portas como um contraponto ao Morris Minor e apresentava um motor da série A de 803 cc e 24 cv. para substituir o Austin Seven . A construção monobloco e suspensão dianteira independente com molas helicoidais tinha uma velocidade máxima de 105 km/h e podia viajar confortavelmente a 80 km/h.
Dois anos depois, foi introduzida a versão de duas portas, juntamente com um interior ligeiramente redesenhado e uma abertura de bagageira maior. Um ano depois, em 1954, foi lançada a carrinha A30 Countryman, bem como a popular carrinha comercial.
O Austin A35 veio substituir o super bem sucedido Austin A30. em 1956.
O nome refletia a maior capacidade do motor de quatro cilindros em linha da série «A-Series», que era também mais potente, debitando 54cv, permitindo ao A35 uma velocidade máxima ligeiramente superior e uma melhor aceleração que o seu antecessor.
Esteticamente o A35 é muito semelhante ao A30, com exceção de uma maior janela traseira e uma grelha dianteira pintada com moldura cromada. Os piscas foram também modernizados, usando luzes indicadoras em vez dos indicadores «tipo semáforo».
Usava rodas de 13 polegadas tal como o A30.
A caixa de velocidades usava um selector de utilização mais simples que o do A30, e as relações de caisa melhor escalonadas foram cruciais para o melhor desempenho do A35.
Tal como o A30, o A35 estava disponível nas versões «2 door sallon» (2 portas), «4 door sallon» (4 portas), «Contryman» (carrinha de 2 portas) e «Van» (carrinha comercial de 2 portas). Houve também uma pequena produção de apenas 477 unidades de uma versão «PickUp».
O Austin A35 foi competitivo nas pistas de corrida nos fins de semana, especialmente com Graham Hill, cujo carro, apoiado pela Speedwell Tuning and Conversions, tornou-se o favorito das enormes multidões que costumavam frequentar as corridas inglesas e John Sprinzel venceu o campeonato britânico, Touring Cars em 1958
A Speedwell Tuning, foi fundada em 1957 por George Hulbert, Len Adams e Graham Hill, especializou-se em maximizar o desempenho de veículos BMC, particularmente o Austin A35. As conversões da Speedwell aprimoravam significativamente o A35, oferecendo cabeçotes modificados, motores balanceados, carburadores SU duplos e melhorias na suspensão, como barras estabilizadoras, com o objetivo de transformar o pequeno sedan pronto para corridas.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, Altaya
Série Os Nossos Queridos Carros
Referencia nº 28 preço 9€99
Matrícula portuguesa
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição
País –China
- Citoen GS 1971 Um olhar sobre as minhas miniaturas
1665ª Citoen GS 1971 – Os Nossos Queridos Carros Altaya
O terceiro Citroen GS , não a Break do Amável, que tanto nos demostrou as suas qualidades.
No dia 3 de Dezembro de 2005 fui para o Hospital de Vila Real, convencido que que seria uma coisa fácil, mas não foi.
No Natal vim a casa e regressei para ser operado a 27, pela equipa do Dr. Manuel Morais Sousa.
No dia 6 de janeiro, sai do Hospital de Vila Real, muito combalido, e a pouco e pouco, comecei a ver as minhas miniaturas entretanto encomendadas, que a Esmeralda me foi comprando, e algumas vistas no Natal quando vim a casa, naquela que podia ter sido a minha primeira e última visita.
Era um misto de alegria perante a possibilidade de uma recuperação muito difícil.
Passado um mês, no início de Fevereiro e com a possibilidade de voltar a batalhar, apresentei-me na Escola de Gache pensando que podia continuar a dar as aulas… Mas, não, tive de abandonar e encarar a nova realidade.
196ª – Citroen GS Solido
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/citroen-gs-solido-um-olhar-sobre-as-1207355
1359ª – Citroen GS - Carros inesquecíveis Salvat Les Jouets Solido
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/citroen-gs-birotor-um-olhar-sobre-as-2013127
Modelo real
Apresentado no Salão de Genebra de 1970 foi apresentado o Citroën GS num estilo moderno e aerodinâmico e por ser equipado com uma suspensão hidropneumática que lhe conferia o conforto e o comportamento em estrada que os seus concorrentes da época não conseguiam oferecer, além do motor boxer de 4 cilindros, arrefecido a ar
A polemica com a suspensão gerou as maiores desconfianças por parte do comprador o sistema hidráulico, temido pela grande parte dos proprietários, é bastante fiável e económico de manter, desde que seja mantido a salvo da corrosão
Mas o original velocímetro de tambor com lupa, proporcionava uma leitura difícil com pouca precisão, com varias cores , verdes nas velocidades mais baixas, cor de laranja mais elevados e vermelhas quando ultrapassava os 100Km/h e que levou a voltar ao modelo tradicional.
No ano seguinte, surgiram as variantes Break, com cinco portas muito e um porta-malas com 710 litros de capacidade ou os 465 litros da versão de entrada, uma versão comercial destinada ao transporte de mercadorias, com e a Service de três portas, uma versão comercial projetada para o transporte de mercadorias. Mas o GS Service também contava com duas versões: a Vitrée, com um único painel de vidro que ia do pilar da porta traseira até a parte traseira do carro, e a Tolée, com a lateral completamente feita de chapa metálica.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, Altaya
Série Os Nossos Queridos Carros
Referencia nº 27 preço 9€99
Matrícula portuguesa
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição
País –China
Fiat 850 1967 - Um olhar sobre as minhas miniatura
1661ª Fiat 850 1967 – Os Nossos Queridos Carros Altaya
O Albertino tinha um, e por vezes levava-nos a dar uma volta e quando havia recebia era pelo circuito.
Modelo real
A Fiat achou conveniente preenche o vazio entre o 600 e o 1100, já desatualizados, com um modelo um pouco maior que que o 600
O primeiro protótipo foi um três volumas de quatro portas muito parecido com o Simca 1000, apresentado meses depois no Salão de paris de 1961.
A indignação da antiga filial francesa, obrigou a trocar o design, com Dante Giacosa a realizar vários protótipos, com motores e cilindradas diversas incluindo um três cilindro em linha refrigerado a ar, mas optaram por aumentar a cubicagem dos 4 cilindros do 600 em 3 mm o diâmetro dos cilindros da versão 767cc do 600D para chegar aos 843cc pelo inovador dois volumes em Maio de 1964
O FIAT 850 é um sedan de cinco lugares concebidos para acomodar confortavelmente uma família composta por um casal e três filhos e duas portas,
Na continuidade do FIAT 500 e 600, o FIAT 850 utilizava uma estrutura, com motor localizado longitudinalmente na traseira e propulsão traseira. No entanto, a sua arquitetura interior o tornou um veículo mais confortável e espaçoso do que os seus ilustres antecessores, com uma distância entre os eixos muito semelhante à do 600.
Com um porta-malas sob o capot dianteiro e, o encosto rebatível nos bancos traseiros para transportar cargas volumosas.
O compartimento traseiro escondia, motor FIAT de 4 cilindros e 843 cm³ que estava associado a uma transmissão manual de 4 velocidades e 34 cv que, dado o peso de 670 kg deste carro, estabelecia uma velocidade máxima de 120 km/ h. O 850 Super, com 37 cv, também apareceu no catálogo. Em 1968, um motor de 52 cv e 903 cm³ seria adicionado à linha.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, Altaya
Série Os Nossos Queridos Carros
Referencia nº 26 preço 9€99
Matrícula portuguesa ID-63-51
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição
País –China
Alfa Romeo Giulietta - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1656ª Alfa Romeo Giulietta 1958 – Os Nossos Queridos Carros Altaya
Alfa Romeo Giulietta 1958
O Giulietta entrou no imaginário quando surgiu em filmes como "Opiate '67", de Dino Risi, ao lado de estrelas de cinema como Marcello Mastroianni, Sophia Loren e Vittorio Gassman. o Giulietta Berlina apareceu na primeira capa da revista "Quattroruote" em fevereiro de 1956.
Modelo real
O Alfa Romeo Giulietta coupé foi aparentado no salão de Paris, em Outubro de 1954, enquanto os responsáveis da Alta Romeo trabalhavam na versão berlina de quaro portas. seguindo os primeiros esboços de Ivo Colluci , o construtor -chefe de carroçarias da Alfa Romeo. A guiarse por um modelo cujas linhas tinham de se subordinar a dincionalidade .
A berlina foi então apresentada no Salão de Turin de 1955.
O Alfa Romeo Giulietta Berlina foi então oficialmente apresentado no Salão de Turim em 1955 e surpreendeu de imediato pelas suas linhas elegantes e tecnologia avançada. Símbolo do boom económico de Itália sentiu a necessidade de expandir a sua produção e chegar a um público mais vasto, preservando o seu estilo, tecnologia e alto desempenho. Com isso em mente, nasceu o Giulietta: um automóvel compacto, moderno e económico, capaz de manter o espírito competitivo e refinado dos veículos do Biscione.
Tecnicamente avançado, o Giulietta , estava disponível com um motor de 1290 cc, com duas árvores de cames, que debitava 53 cv e atingia uma velocidade máxima de 140 km/h, o que era incrível para a época, graças ao seu baixo peso de 870 kg. O motor do Giulietta era fabricado em alumínio, uma estreia absoluta no mundo automóvel, tal como a caixa exterior da transmissão e do diferencial.
A produção do Giulietta Berlina marcou um ponto de viragem para a Alfa Romeo. Embora a produção em série tenha começado com o 1900, o Giulietta foi o veículo que transformou a fábrica de Portello numa fábrica moderna.
Com o Giulietta e as intervenções do engenheiro austríaco Rudolf Hruska, foram criadas novas linhas de montagem, o fluxo de trabalho foi reorganizado e as fases de produção foram otimizadas.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, Altaya
Série Os Nossos Queridos Carros
Referencia nº 25 preço 9€99
Matrícula portuguesa IF-41-43
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição
País –China
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