Ferrari 365 GTB/Daytona - Ferrari Colection - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1652ª Ferrari 365 GTB/Daytona –Ferrari Colection RBA Fabri
Um modelo amarelo a cor do fundo amarelo da cidade de Modena.
Modelo real
A resposta do Cavallno ao Miura da Lamborghini foi o Ferrari 365 GRT/4 Daytona
Em 1967 arrancou o projecto que exigiu tempo , energia e grandes recursos para satisfazer os requisitos indispensáveis a sua comercialização nos Estados Unidos.
O Ferrari 365 GTB/4 Daytona, chassi número 16943, foi concluído em 23 de outubro de 1973 e entregue à distribuidora da Costa Leste, Luigi Chinetti Motors, de Greenwich, Connecticut. Massini indica que o carro pode ter sido exibido pela concessionária Knauz Continental, de Lake Forest, Illinois, no 66º Salão Internacional do Automóvel de Chicago, na primavera de 1974. A entrega final só ocorreu em setembro daquele ano, quando outro famoso empresário da Ferrari, a Algar Enterprises, de Paoli, Pensilvânia, vendeu o carro para Ian S. Murray, vice-presidente da corretora de commodities agrícolas Cook Industries, em Memphis, Tennessee.
Em 1976, o carro pertencia a Frederick Fitzgerald, que o anunciou no New York Times e na AutoWeek com 3.100 milhas rodadas e “nunca dirigido na chuva”. Em 1977, o carro foi vendido para a parceria entre Dick Barbour e O. Edgar Rouhe, da Califórnia, passando posteriormente para o Sr. Rouhe, que manteve a propriedade do veículo por nove anos. Em seguida, foi para Bruno Broseghini e, posteriormente, para Charles T. Wegner, um entusiasta e conhecedor de longa data da Ferrari, retornando a Illinois com 3.980 milhas rodadas.
Em 1995, o Sr. Wegner vendeu o carro para Arthur E. Coia II, de Providence, Rhode Island, que, no ano seguinte, o mandou restaurar à cor original pela Shelton Ferrari em Fort Lauderdale, Flórida, ainda hoje a maior intervenção realizada na Ferrari durante sua baixa quilometragem. O Sr. Coia ocasionalmente exibiu o carro, tendo inclusive conquistado o Prêmio Platina no Cavallino Classic em Palm Beach, em 1999.
Em 2004, o chassi número 16943 foi para Marc Fisher, de Greenwich, Connecticut, que repetiu o feito com o carro no Cavallino Classic cinco anos depois. Após nove anos com o carro, ele o vendeu para outro entusiasta da Costa Leste, dando início a uma série de proprietários de curta duração, culminando com sua chegada à atual e importante coleção no verão de 2014. Permaneceu em excelente companhia ali durante a última década. Encontra-se em belíssimo estado para sua idade, com componentes originais (incluindo o motor e a caixa de câmbio com numeração correspondente), conforme atestado no Ferrari Classiche Red Book que o acompanha, emitido em 2024.
Com apenas 5.710 milhas no momento da catalogação, acredita-se que seja sua quilometragem original desde novo, este Daytona permanece original e sem restauração, exceto pela repintura em sua cor original.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante
Ferrari Colection
Referencia nº 15 preço 10€99
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição
País –China
Ferrari Enzo Ferrari Colection - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1647ª Ferrari Enzo 2002 –Ferrari Colection RBA Fabri
Enzo Anselmo Giuseppe Maria Ferrari piloto de automóveis e construtor
O Ferrari Enzo chassi 128786, é o único pintado de preto e o primeiro hipercarro da marca do Cavallino Rampante.
Como não poderia deixar de ser, foi encomendada por um membro da família real de Brunei, com uma longa tradição em pedidos especiais na sua vasta colecção.
Modelo real
Pela primeira vez deram a um modelo da Ferrari o nome do seu fundador, numa herança do F40 e F 50, na máxima expressão tecnológica do Cavallino Rampanate..
O Ferrari Enzo,foi concebido para implementar a tecnologia da Fórmula 1 para a estrada. De entre outros pormenores, o Enzo foi construído com uma carroçaria em fibra de carbono, caixa de velocidades robotizada e travões de disco produzidos em carboneto de silício reforçado com fibra de carbono, além destas tem ainda aerodinâmica activa.
O desenho esteve a cargo da Pininfarina, mais concretamente de Ken Okuyama. todas vendidas a clientes Ferrari, principalmente quem já tinha adquirido um F40 ou um F50.
0 Enzo, tem o motor V12 Tipo F140 B de 6,0 litros de cilindrada, capaz de desenvolver 660cv às 7800rpm e 657Nm de binário às 5.500rpm, acoplado a uma caixa manual robotizada da Graziano Trasmissioni, com seis relações. Podia acelerar até as 8.200 rpm e sua velocidade máxima era superior a 350 km/h.
A construção Enzo chassis 128786 teve início a 8 de Junho de 2004 e terminou a 18 de Outubro do mesmo ano. O interior continua com a mesma cor, aplicada nos bancos e carpetes. Foi levado para Londres, onde permaneceu na residência da família e circulava com pouca regularidade
O magnata americano Steve Wynn, exibiu-o no concessionário Penske Wynn Ferrari, depois da abertura de seu cassino em Las Vegas em 2005, como uma grande atração para o seu negócio. Em dezembro do mesmo ano, o carro foi adquirido pelo segundo proprietário através de um concessionário no condado de Orange (Califórnia), quando havia rodado apenas 650 quilômetros. Na época foi equipado com uma película protetora da pintura, que foi retirada recentemente
Nos últimos 20 anos o Enzo rodou apenas de 17.474 quilômetros percorridos no odómetro irá a leilão através da RM Sotheby’s, num evento privado e fechado entre 5 e 7 de Dezembro 2021
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante
Ferrari Colection
Referencia nº 14 preço 10€99
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição
País –China
Ferrari Colection - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1642ª Ferrari 250 GTO 1962–Ferrari Colection RBA Fabri
Ferrari 250 GTO
Modelo real
O Ferrari 250 GTO foi projetado para competir no Grupo 3 de corridas GT, onde seus rivais eram o Shelby Cobra, o Jaguar E-Type e o Aston Martin DP214. O desenvolvimento do 250 GTO foi liderado pelo engenheiro-chefe Giotto Bizzarrini. Embora Bizzarrini, o projetista do 250 GTO, mas ele e outros engenheiros da Ferrari, em 1962 entraram em desavença com Enzo Ferrari. O desenvolvimento continuou supervisionado pelo novo engenheiro Mauro Forghieri, que trabalhou com Scaglietti para continuar o desenvolvimento da carroceria.
A designação 250 é o deslocamento em centímetros cúbicos de cada cilindro do motor, e GTO "Gran Turismo Omologata", italiano.
O primeiro protótipo, designado nas fotos oficiais como Ferrari 250 GT Le Mans Berlinetta Sperimentale de 1961, foi construído a partir do chassi 2643GT, originalmente um 250 GT SWB de 1961., pilotado por Fernand Tavano e Giancarlo Baghetti em Le Mans..
O segundo protótipo foi testado em Monza em setembro de 1961 por Stirling Moss.
Pouco depois desse teste, a construção dos primeiros 250 GTOs de produção começou no final de 1961 com os chassis 3223GT e 3387GT.
O segundo protótipo não era mais necessário para testes, a carroceria experimental foi descartada. e não existe na sua forma de 1961
Os regulamentos da FIA em 1962 exigiam um mínimo de cem exemplares de um carro construídos para que fosse homologado em Grupo 3 Grand Touring Car. A Ferrari construiu apenas 36 250 GTO, 33 carros da Série I de 1962 e três carros da Série II de 1964, com carroceria revisada. Os três carros adicionais "330 GTO" com o motor de quatro litros 330, reconhecíveis pela grande saliência no capot às vezes são incluídos no número total de produção, elevando o total para 39. O mito popular esteve presente quando os inspetores da FIA apareceram para confirmar se os 100 exemplares haviam sido construídos, Enzo Ferrari transferiu os mesmos carros entre diferentes locais, dando assim a impressão de que o número total de 100 carros estava presente. Verdadeiramente, nenhum engano foi necessário, pois a produção do 250 GTO foi coberta pela homologação do modelo anterior 250 GT Berlinetta SWB. Esses documentos de homologação foram emitidos em 1960, mas extensões foram solicitadas e aceitas várias vezes entre 1961 e 1964, permitindo que a Ferrari adicionasse modificações não cobertas pela especificação original, incluindo alterações no motor, transmissão e suspensão. Além disso, como mais de 100 carrocerias haviam sido construídas de acordo com a especificação anterior do 250 GT SWB, os regulamentos da FIA permitiram que uma nova carroceria fosse projetada, levando ao desenvolvimento do novo estilo de carroceria do 250 GTO.Esse método de homologação não era exclusivo da Ferrari, pois métodos semelhantes foram usados para homologar o Aston Martin DB4 GT Zagato e o Jaguar E-Type Lightweight.
E assim o modelo participaria nas corridas de GT da FIA,
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante
Ferrari Colection
Referencia nº 13 preço 10€99
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição
País –China
Ferrari Colection - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1637ª Ferrari F 126 C2 – Ferrari Colection RBA Fabri
Um Ferrari trágico
Modelo real
O carro era um desenvolvimento do modelo anterior, mas era cerca de 20 kg mais leve. O projeto manteve a solução de motor com dois compressores de cabeçote e apenas uma válvula de alívio. Cada compressor recebia os gases de escape de uma linha de cilindros e alimentava a linha oposta para alcançar uma espécie de equilíbrio fluidodinâmico. A corrida por potência também havia começado e isso foi alcançado aumentando a pressão do compressor.
Apos o 6ºlugar de Pironi no Grande Prémio do Bélgica em Marino em Imola, Villeneuve liderava a corrida convencido que o seu colega de equipa o não conseguia acompanhar , Pironi lancou-se ao ataque nas últimas voltas, apesar da placa de SLOW que lhe mostraram, os dois alternaram-se à frente num final trepidante em que o francês se impos , deixando espupfacto o seu companheiro.
A crise rebentou e as declarações de Vileneuve a prometer tirar a desforra, ainda acirraram mais os ânimos.
Na corrida seguinte, 8 de maio, quando o canadiano apertava para conseguir a Pole Position nos treinos da tarde de sábado, um erro de comunicação com Jochin Mass fez com que Villeneuve chocasse com ele ao tentar ultrapassa-lo. Apos uma serie de voltas no ar, Villeneuve foi projectado e caiu sem vida na pista.
uma tragédia fez com que a Ferrari perdesse o que parecia ser um título de pilotos praticamente garantido em 1982.
Didier Pironi, com uma vantagem considerável no campeonato após vencer em Ímola e Zandvoort, sofreu ferimentos graves no warm-up para o Grande Prêmio da Alemanha e teve que abandonar o restante da temporada. O 126 C2 provou ser um carro bastante competitivo e, no final, conquistou o título de construtores, graças em parte a Patrick Tambay (vencedor em Hockenheim) e Mario Andretti, que foram chamados para substituir os dois pilotos azarados.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante
Ferrari Colection
Referencia nº 12 preço 10€99
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição
País –China
Ferrari Colection - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1632ª Ferrari 166 MM –Ferrari Colection RBA Fabri
O primeiro Ferrari em Portugal foi o 166 MM, e na sua cor original, correu em Vila Real
1130ª – Ferrari 166 MM Art Model
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/ferrari-166-mm-coupe-195-um-olhar-1837255
1141ª – Ferrari 166 MM spyder stradale Art Model
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/ferrari-166-mm-spyder-stradale-um-1843522
1204ª – Ferrari 166 MM barchetta - G. P. del Portogallo A Palma 1954 ART MODEL
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/ferrari-166-mm-barchetta-um-olhar-1891792
O Ferrari 166 MM Barchetta Touring foi apresentado no Salão de Turim em Setembro de 1948, foi também designado de “Barchetta”, pois a forma da sua carroçaria evoca-nos um pequeno barco (barchetta em italiano).
O Ferrari, com o chassis #0056M, e equipado com o histórico motor V12 elaborado Gioacchino Colombo, obtém a designação 166 por ter 166c.c. em cada cilindro, foi o primeiro modelo da marca italiana a entrar em Portugal. a 10 de Junho de 1950.
João A. Gaspar importador e agente da Ferrari em Portugal expõe - o no Stand de Exposições, situado na Rua Passos Manuel, 225, no Porto. Saído de fábrica com a carroçaria Touring em azul escuro metalizado e com dois faróis de nevoeiro na dianteira e acabamento interior de competição foi entregue a José Barbot
A 15 de setembro foi adquirido por José Júlio Marinho que o inicia em provas desportivas, no I Grande Premio de Portugal, a 17 de Junho de 1951 e conduzido por Guilherme Guimarães, que na qualificação é 10º, mas na corrida só faz quatro voltas
De seguida correu no X Circuito Internacional de Vila Real, conduzido por G Searamiug, ou seja Guilherme Guimarães, consegue o 8° lugar na grelha entre 17 concorrentes mas na prova acabou por não completar por acidente
No dia seguinte, correu no Festival Nocturno no Estádio Lima Porto, pelas mãos de Piero Carini, emprestado por Guilherme Guimarães. Conseguiu o 2° lugar da geral, tendo Giovanni Bracco sido o vencedor.
No ano seguinte, participou no II Grande Prémio de Portugal no Circuito da Boavista , no Porto, e acabou no 8° da geral, no XI Circuito Internacional de Vila Real, a 6 de Julho, e pilotado novamente por Guilherme Guimarães acabando em quinto na geral, na Rampa da Penha, em Guimarães.
Em 1957, o automóvel foi vendido ao ATCA (Automóvel e Touring Clube de Angola) com o objectivo de serem utilizados em competição, por condutores escolhidos pelo clube angolano.
Maximino Morais Correia, participou com ele no I Grande Prémio de Angola, em Setembro de 1957, mas não estabeleceu um tempo que lhe permitisse iniciar a corrida, em consequência de uma série de problemas mecânicos, mas em Setembro do ano seguinte corria a II Taça da Cidade de Luanda, onde terminou num 6° lugar da geral.
Participou ainda no III Grande Prémio de Leopoldville, no Congo Belga, e também para o III Grande Prémio de Angola. Em Julho de 1960 João Alves conduziu o 166 MM na Taça da Cidade de Lourenço Marques, Moçambique, terminando na 7ª posição da geral na prova, ganha por Syd van der Vyer.
No mesmo ano, o clube ATCA vende o 166 MM a António Lopes Rodrigues que o regista em Moçambique, e de seguida participa na Rampa da Polana, Lourenço Marques.
Em Agosto de 1963, muda novamente de proprietário, tendo Hugh Gearing, de Joanesburgo, África do Sul, adquirido o veículo a António L. Rodrigues.
Dez anos depois, Hugh Gearing vende-o a Robert van Zyl, também de Joanesburgo. Robert e Geerie van Zyl participam na Histórica Mille Miglia, na prova que decorreu de 9 a 12 de Maio de 1996. No ano seguinte, Robert marca presença no encontro promovido pelo Clube Ferrari de África do Sul, na celebração do 50° Aniversário da Ferrari, na pista de Kyalami.
Robert e Patricia van Zyl conduzem o Ferrari, novamente na Histórica Mille Miglia, em Maio de 2004, repetindo a participação em Maio de 2011.
No mesmo ano, a 17 de Setembro, é Geerie van Zyl que participa com o 166 MM, no Troféu “Freddie March Memorial”, prova integrante do “Goodwood Revival Meeting”.
Agora encontra-se no Museu do Caramulo e foi visto no Caramulo Motorfestival de 2018
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Modelo real
Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante
Ferrari Colection
Referencia nº 11 preço 10€99
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição
País –China
Ferrari F333 SP - Ferrari Colection - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1626ª Ferrari F333 SP –Ferrari Colection RBA Fabri
Ferrari F333 SP apresentação
20 anos depois, a Ferrari revelou o Ferrari F333 SP, para o Campeonato Mundial de Carros Desportivos Exxon da IMSA em 1994,
Modelo real
Ferrari F333 SP
O F333 foi construído utilizando técnicas do carro de Fórmula 1 da Ferrari, o F92, foi projetado e fabricado parcialmente nas instalações da Dallara em Parma e, posteriormente, com a Michelotto Automobili em Pádua.
O projetista-chefe Mauro Rioli e os especialistas em aerodinâmica Dialma Zinelli e Giorgio Camaschella projetaram o carro como um F1 alargado, com carroceria fechada de dois lugares. Os regulamentos do WSC exigiam um design aberto, com fundo plano, sem venturis de efeito solo e fosse impulsionado por um motor de 4,0 litros sem compressor, proveniente de um carro de produção.
A Ferrari tinha o F50, também conhecido como projeto F130, o motor foi aproveitado e reduzida a cilindrada de 4,7 para 4,0 litros, resultando em uma cilindrada de 333 cc por cilindro. Era possível atingir 650 cv quando o carro não estava equipado com os restritores que foram impostos às equipes nos anos posteriores. Um dos diferenciais do projeto era o cabeçote de 5 válvulas, que podia girar livremente acima de 10.000 rpm e produzia um som característico, descrito pelas equipes como "l'arrabiata" ou "enfurecido".⁴
A construção do chassi do F333 é feita de compósito de fibra de carbono e estrutura alveolar de alumínio, revestida por uma carroceria de fibra de carbono/Nomex. Os painéis são facilmente removíveis, revelando o motor V12 totalmente estrutural e a caixa de velcdades sequencial manual, que são parte integrante do chassi. O piloto é muito bem protegido por uma robusta gaiola de proteção e reforços adicionais. o cockpit é propositalmente espartano, com exceção de alguns itens essenciais, como interruptores, fusíveis e o painel digital.
O primeiro F333 foi apresentado a potenciais compradores antes da temporada de 1994 por Giampiero Moretti, proprietário e piloto ocasional da MOMO.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante
Ferrari Colection
Referencia nº 10 preço 10€99
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição
País –China
Ferrari 360 Modena Spyder Ferrari Colection - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1620ª Ferrari 360 Modena Spyder –Ferrari Colection RBA Fabri
1563ª Ferrari 360 Modena –Ferrari Colection RBA Fabri
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/ferrari-360-modena-ferrari-colection-2202562
Modelo real
A versão Spider da Ferrari 360 foi o primeiro modelo conversível com motor central que em vez de um teto targa removível, possui uma capota de tecido que se dobra em 20 segundos e fica escondida sob um compartimento traseiro com duas "lombadas" que também ocultam as barras de proteção contra capotamento.
Com um cockpit mais aberto do que as Ferraris conversíveis anteriores, a 360 Spider dá a sensação de um descapotável.
Utiliza a mesma estrutura de alumínio e carroceria de material composto do coupê 360M, reforçado para manter a rigidez.
Os itens de segurança mais visíveis na Ferrari 360 Spider são as duas barras de proteção contra capotamento posicionadas logo atrás dos bancos, e a estrutura do para-brisa também foi reforçada. Todas as Spiders vêm com controle de tração ESP e airbags frontais duplos de série.
O baixar da capota não afeta o espaço do porta-malas, que fica na frente do carro. Embora não seja enorme, o compartimento de bagagem é melhor do que o da maioria dos supercarros rivais e oferece espaço suficiente para algumas malas pequenas.
Com a capota fechada, o Spider tem o mesmo espaço para a cabeça que o modelo coupé, e entrar e sair é igualmente fácil. Há bastante espaço para o motorista e o passageiro, e baixar a capota requer apenas o apertar de um botão.
O Ferrari 360 Spider tem motor central, o mesmo motor V8 de 3,6 litros do modelo cupê, com cinco válvulas por cilindro e 400 cv, que o impulsiona de 0 a 100 km/h em 4,5 segundos e atinge 295 km/h.
Dirigir com a capota aberta permite ouvir o motor em alta rotação com ainda mais clareza, e o som é soberbo quando é exigido ao máximo.
A caixa de velocidades manual de seis velocidades é a mais gratificante de usar.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante
Ferrari Colection
Referencia nº 9 preço 10€99
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição
País –China
Ferrari 288 GTO - Ferrari Colection - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1613ª Ferrari 288 GTO –Ferrari Colection RBA Fabri
O primeiro GTO correu numa época em que logrou dominar, o bastante para dar a Ferrari três Campeonatos do mundo de marcas consecutivos 1962, 1953 e 1964
O 288 GTO de 1984 não foi utilizado em competições
Modelo real
O Ferrari 288 GTO foi baseado no modelo 308 GTB. enquanto o 288 é a referência ao seu motor V8 de 2.8 litros, 2855 cc3. a cilindrada foi determinada pela FIA, pelo fator de multiplicação 1,4 para motores turbo, sendo assim, a 288 GTO correria com motores aspirados de até 3997 cc3 no Grupo B.
Motor central-traseiro V8, com ângulo de 90º, 2855 cc3, obtido por pistões com 80mm de diâmetro e curso de 71mm, utiliza 32 válvulas (4 por cilindro), dois turbo-compressores IHI, dois intercooler e injeção de combustível desenvolvida pela Weber e a Marelli, fornecedores da Ferrari na Fórmula 1. Sua taxa de compressão é de 7,6:1, e a pequena dimensão dos dois turbos proporcionava o torque máximo a apenas 3800 rpm. Seu desempenho era excepcional, com potência da 400 cv a 7000 rpm e 50,6 m.kgf de torque, a 3800 rpm, chegava a 306km/h, de 0 a 100km/h em apenas 4 segundos e de 0 a 200km/h em apenas 15 segundos.
Na tentativa de dissimular tanto quanto possível o parentesco com o 308 GTB e o 288 GTO e tendo também em consideração o seu preço, pensou-se em montar no 288 para-choques da cor do carro e pintar uma faixa negro mate em redor do para brisas o que só aconteceu numa unidade.
A Ferrari GTO foi construída para competir na recém-lançada competição de turismo, o Grupo B da FISA (Fédération Internationale du Sport Automobile, órgão regulador da FIA ou Fédération Internationale de l'Automobile), como ocorreu com a Ferrari 250 GTO. O regulamento da categoria determina produção mínima de 200 carros homologados o que levou a 288 GTO a ser vendido ao público comum. No entanto, como apenas Ferrari e Porsche, com seus 959, entrou, a série foi rapidamente abandonada deixando apenas o campeonato de Rally Grupo B. O Porsche 959 (bem como o 961) só correu três vezes no Grupo B, mas a Ferrari 288 GTO nunca correu, e os 272 carros produzidos permaneceram apenas nas estradas.
O habitáculo funcional como qualquer carro de competição foi despojado de tudo o que era indispensável, incluídos ar condicionado e o radio, que passaram a ser opcionais, mas poucos clientes renunciaram a essas comodidades, consideradas imprescindíveis.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante
Ferrari Colection
Referencia nº 8 preço 10€99
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição
País –China
Ferrari Dino 246 GTS Ferrari Colection - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1605ª Ferrari Dino 246 GTS –Ferrari Colection RBA Fabri
A história de amor entre o pai e o filho e paixão por Automóveis, nasceu o Dino 246. em homenagem a Alfredo “Dino” Ferrari, filho de Enzo Ferrari. Um engenheiro talentoso, foi fundamental no desenvolvimento dos motores V6 da Ferrari. Infelizmente, ele faleceu prematuramente aos 24 anos devido a uma doença muscular em 1956.
109ª – Dino Ferrari Berlinetta Pininfarina Politoys
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/dino-ferrari-berlinetta-pininfarina-1172780
144ª – Dino 206 Sport Corgi Toys
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/dino-206-s-um-olhar-sobre-as-minhas-1168222
312ª – Ferrari 246 GTS Norev
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/dino-um-olhar-sobre-as-minhas-1278691
317ª – Ferrari Dino Berlinetta Politoys
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/1281711.html
907ª – Ferrari Dino 308 GT4 Polistil
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/dino-ferrari-308-gt4-um-olhar-sobre-1692506
932ª – Ferrari Dino 246 Brumm
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/ferrari-dino-246-um-olhar-sobre-as-1797721
1147ª – Ferrari Dino 246GT Giro D´Itália 1975 Vitesse
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/dino-ferrari-um-olhar-sobre-as-minhas-1848071
Modelo real
O Dino 246 GTS foi uma evolução do Dino 206 GT e do 246 GT, com um motor V6 maior e uma distância entre eixos 60 mm maior. Além da carroceria mais longa, o design era praticamente idêntico, com apenas uma tampa do motor mais comprida e a tampa do tanque de combustível reposicionada.
O Dino 246 GT fez sua estreia oficial no Salão de Turim em novembro de 1969, embora a produção já tivesse começado.
O modelo 246 GTS, com teto removível na cor preta, foi apresentado na primavera de 1972 no Salão de Genebra. Além do teto removível, a ausência das janelas traseiras laterais, que foram substituídas por um painel lateral metálico liso com três entradas de ar retangulares para exaustão da cabine.
No final da produção, foram oferecidas rodas Campagnola mais largas, com um design diferente das rodas Cromodora padrão, juntamente com para-lamas alargados, assim como bancos com o padrão "Daytona",
O motor também tinha configuração de 65 graus, com dois comandos de válvulas no cabeçote acionados por corrente em cada bancada, com uma cilindrada total de 2418 cc, diâmetro e curso de 92,5 mm x 60 mm, e a referência de fábrica 135 CS. O bloco do motor era de ferro fundido, enquanto os cabeçotes e outras peças fundidas eram de liga de alumínio.
O motor era montado transversalmente em conjunto com a transmissão de cinco velocidades totalmente sincronizada, que ficava abaixo e atrás do cárter túmido do motor. O motor era equipado com um conjunto de três carburadores Weber 40 DCN F/7 de corpo duplo nos carros das séries “L” e “M”, e com modelos 40 DCN F/13 nos carros da série “E”, montados no centro do “V” do motor, com um distribuidor e sistema de ignição eletrônica, para produzir uma potência declarada de 195 cv.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante
Ferrari Colection
Referencia nº 7 preço 10€99
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição
País –China
Ferrari Colection - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1599ª Ferrari 250 Testa Rossa –Ferrari Colection RBA Fabri
Ferrari 250 Testa Rossa 1959 sem as entradas na frente e saídas laterais na traseira.
No primeiro ano em que vi corridas no ano de 1958, o de Piero Drogo era branco, e há alguns anos era preto
A Ferrari 250 Testa Rossa e a variante de competição da Ferrari 250, apresentada em 1957, foi dotada numa das mais belas carroçarias.
Os 250 Testa Rossa foram construídos para a equipa de corridas, e 19 destinados a clientes apresentavam a famosa carroceria com "para-lamas em forma de pontão", projetada por Sergio Scaglietti.
Os carros de corrida foram inicialmente produzidos com a carroceria Scaglietti, mas evoluíram ao longo dos anos para melhorar a aerodinâmica e, assim, torná-los mais rápidos. Essas carrocerias posteriores foram construídas pela Carrozzeria Fantuzzi, bem como pela Bizzarrini e pela Chiti. A produção da Ferrari 250 Testa Rossa terminou em 1961
687ª – Ferrari Testa Rossa Starter
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/ferrari-250-testa-rossa-um-olhar-1583228
909ª – Ferrari Testa Rossa 250 Projecto K
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/ferrari-testa-rosa-um-olhar-sobre-as-1693518
Modelo real
No ano seguinte a carroçaria foi redesenhada por Pininfarina e é mais compacta que em 1958, foi construída por Fantuzzi, mestre de carroçaria de Modena
O novo testa rossa pesava 50kg menos e prometia ser mais competitivo que nunca, em virtude de algumas melhorias na aerodinâmica.
Os 250 TR, eram carros abertos, equipados com um motor V12 de 3.0 litros que enviava a tração para as rodas traseiras. Em 1957 e 1958, utilizaram uma caixa de 4 velocidades, mas a partir de 1959, passou a utilizar uma caixa de 5 velocidades
A Finch Restorations fundada por Ray Finch em 1964, é uma empresa de restauração de carros que também constrói réplicas do Jaguar SS100 de 1939 e da Ferrari Testa Rossa de 1959 em Mount Barker, Austrália do Sul.
A Recreação do Ferrari 250 Testa Rossa 1959 é de um requintado charme clássico aliado à inovação moderna.
A recriação da Ferrari 250 Testa Rossa TR250 de 1959 e também uma de apenas 33 unidades originais do 250 TR produzidas, a existência de pelo menos 46 exemplares hoje conta uma história de renascimento e restauração, um testemunho do fascínio duradouro dessas obras-primas.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante
Ferrari Colection
Referencia nº 6 preço10€99
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição
País –China
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