Mercedes-Benz W196 1955 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1511 ª –Mercedes-Benz W196 1955 100 Anos de Desporto Automóvel Planeta De Agostini Altaya
O Mercedes-Benz W196 na versão inicial com a carroçaria a cobrir as rodas. Mercedes-Benz W196R F1 Streamliner e o depois com a as rodas descobertas.
279ª – Mercedes Benz W 196 Mercury
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/mercedes-benz-formula-1-um-olhar-1259101
328ª – Mercedes Benz W 196 Streamlined Modelos 3J
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/mercedes-benz-w-196-streamlined-um-1288848
782ª – Mercedes Benz W 196 Brumm
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/mercedes-benz-w-196-sem-carenagem-um-1553070
1183ª – Mercedes 194 - 1954 RBA
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/mercedes-f1-com-carrocaria-de-sport-um-1876231
1185ª – Mercedes 194 - 1954 RBA
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/mercedes-benz-w196-sport-um-olhar-1877348
agora o último dos 100 Anos de Desporto Automóvel Planeta De Agostini Altaya
Modelo real
A Mercedes fez um intervalo e voltou com o W196 de 2,5 litros, elaborada pela equipe de engenheiros, Fritz Nallinger e Rudolf Uhlenhautand, escolheu um formato surpreendente e diferente para o longo motor de oito cilindros em linha, adaptado do motor V12 de alto desempenho DB 601, usado no caça Messerschmitt Bf 109E, o novo sistema de injeção de combustível permitia 257 cavalos de potência de frenagem em seu lançamento, chegando a 290 cv a impressionantes 8.500 rpm após um ano de desenvolvimento na pista. Do 300SL, também foi herdado o chassi com estrutura espacial, que apresentava uma abordagem totalmente nova para a construção do chassi, combinando leveza com rigidez excepcional. Sem poupar esforços, os engenheiros desenvolveram uma variedade de versões específicas para as pistas do W196, com três distâncias entre eixos e dois estilos de carroceria intercambiáveis: a carroceria aerodinâmica de baixo arrasto "Type Monza", projetada para circuitos de alta velocidade, e a configuração mais aberta, para circuitos mais técnicos e sinuosos.
A estreia ocorreu no Grande Prêmio da França, em Reims, em 1954 onde a carroceria aerodinâmica se mostrou imediatamente à vontade. Depois de Alfred Neubauer ter contratado Juan Manuel Fangio para ser parceiro da dupla alemã Hans Herrmann e Karl Kling,
Fangio manteve a tradição de estrear com vitórias, pilotando o W196 a vitória, alguns metros à frente de Kling, enquanto Herrmann registrou a volta mais rápida.
A versão monoposto do W196 estreou duas corridas depois, no Grande Prêmio da equipe em Nürburgring, após uma corrida mais acirrada em Silverstone. Embora Fangio tenha começado a temporada na Alfa Romeo, vencendo duas corridas com os italianos, sua pontuação com o W196 por si só teria sido suficiente para lhe garantir o título do Campeonato Mundial.
Em 1955, Fangio foi acompanhado por um novo companheiro de equipe, o promissor Stirling Moss, criando uma dupla praticamente invencível. O piloto argentino começou a temporada em alta, vencendo seu Grande Prêmio em casa sob temperaturas altíssimas que esgotaram a maioria de seus oponentes.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, Planeta de Agostini, Altaya
Série 100 Anos de Desporto Automóvel
Referencia nº 50 preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico preto, sob cartão e envolto em blister transparente para exposição
País – Portugal, feito na China
Matra MS 80 1969 Campeão do Mundo - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1505ª – Matra MS 80 Campeão do Mundo 100 Anos de Desporto Automóvel Planeta De Agostini Altaya
Ao Matra que lhe faltará o aileron
1201ª – Matra MS 80 1969 RBA
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/matra-ms-80-1969-f1-um-olhar-sobre-as-1888534
Junto o
Matra MS 80 1969 Campeão do Mundo
Matra MS 80 em Zandvoort 1’ no GP da Holanda.
Modelo real
O MS80 foi o primeiro carro a ser projectado para ser equipado com aeilerons dianteiros e traseiros, integrados , surgido no ano anterior. a incluir integralmente no seu chassis o motor Ford Cosworth DFV, de três litros, e uma potência de 440 cavalos, às 9200 rpm e uma forma de "garrafa de coca-Cola", que depois foi seguida noutros chassis, os depósitos de combustível foram colocados em cada um dos lados do piloto, devido ao maior consumo do motor Cosworth DFV.
A frente do carro era feita de fibra de vidro, que permitia a sua substituição em caso de dano, pelos mecânicos, o que fazia com que o carro fosse 15 quilos mais leve que o chassis MS10.
Estreado oficialmente na Corrida dos Campeões, em Brands Hatch, uma corrida extra-campeonato, onde Jackie Stewart ganhou, e a primeira corrida a contar para o Campeonato do Mundo, foi no GP do Mónaco de 1969, o primeiro a adaptar-se aos novos regulamento em relação às asas dianteiras e traseiras, criada após os incidentes de Montjuich, palco do GP de Espanha daquele ano, onde ambos os Lotus, de Graham Hill e Jochen Rindt se despistaram, vitimas da fragilidade das asas instaladas, perante as fortes cargas aerodinâmicas que existiam em certos sitios do circuito... nessa corrida, Stewart fez a pole-position e a volta mais rápida, mas não terminou a corrida devido a problemas mecânicos.
A Holanda recebeu o seu Grande Premio a 21 de Junho de 1969 no circuito de Zandvoort e a nova estreia de um veiculo de quatro rodas motrizes foi inscrito, tal como antes o Lotus 63 foi agora a vez do Matra MS 84 ser ensaiado ocasionalmente por Jackie Stewart projecto MS84, de quatro rodas motrizes.
No final o Matra -Ford de Jackie Stewart com o Nº 4 foi o vencedor seguido do Lotus Ford de de Jo Sifert a 24``52 e Cris Amon no ferrari a 30``51.
As provas seguintes, França e Grã-Bretanha, Stewart voltou a ser sempre o vencedor, rumando decididamente para o seu primeiro título mundial, e o primeiro de Ken Tyrrell.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, Planeta de Agostini, Altaya
Série 100 Anos de Desporto Automóvel
Referencia nº49 preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico preto, sob cartão e envolto em blister transparente para exposição
País – Portugal, feito na China
Citroen Saxo 1600 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1499ª – Citroen Saxo 1600 Vencedor do Rally Alsace-Vosgues 100 Anos de Desporto Automóvel Planeta De Agostini Altaya
2002 France Brice Tirabassi France Jacques-Julien Renucci Citroën Saxo S1600
Modelo real
O Citroen Saxo foi lançado em Fevereiro 1996 concebido a partir do Peugeot 106. Mas melhorado e com msi capacidade para receber um motor maior. A versão desportiva é o Saxo 16000, homologado a 1 de Março de 1997 é o irmão mais novo do Citroen Xsara, que entrou em força no campeonato do mundo de Ralis ao mesmo tempo que o Saxo o disputou na categoria inferior.
Em 2002 o Citroen Saxo permitiu ao jovem Brice Tirabassi ser o novao campeão de França de ralis na categoria >Super 1600
Duas grandes esperanças , Sola Tirabassi, tal como uma ano antes com Sebastien Loeb também Saxo 1600
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, Planeta de Agostini, Altaya
Série 100 Anos de Desporto Automóvel
Referencia nº48 preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico preto, sob cartão e envolto em blister transparente para exposição
País – Portugal, feito na China
Auto Union Typ C - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1493ª – Auto Union Typ C 1936 Vencedor do GP da Alemanha 100 Anos de Desporto Automóvel Planeta De Agostini Altaya
Bernd Rosemeyer
1936 Bernd Rosemeyer Auto Union Nürburgring vencedor
786ª – Auto Union Carenata 1937 Brumm
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/auto-union-formula-livre-carenado-um-1557813
Modelo real
Apos a Primeira Guerra Mundial, com a Europa a tentar reerguer-se surge a quebra da bolsa de valores de Nova York, em 1929 e levar a DKW, Audi, Horch e Wanderer a criarem a Auto Union para encararem a nova realidade, adota como símbolo quatro aros entrelaçados em linha recta, actualmente na Audi
Hitler toma o poder na Alemanha e encontra nas corridas um lugar de propaganda ideológica para as quais ofereceu 500 mil Reichsmark à Mercedes-Benz para desenvolver um modelo vencedor, mas, muda de ideia e dividiu o valor pela Mercedes e a Auto Union.
Ferdinand Porsche. ajuda no projeto, e cria os carros de corrida tecnicamente mais avançados e desenvolvidos, os Auto Union Grand Prix, Tipos A, B, C e D.
O Auto Union Type C era o terceiro modelo de quatro que foram apresentados durante os cinco anos de competição da marca. O Type C tinha motor traseiro de 6010 cc com 520 cv de potência e pesava 750 kg.
Os alemães Stuck e Rosemeyer , o italiano Varzi eram os pilotos para o campeonato da Europa.
A 26 de Junho realizou-se o grande Premio da Alemanha, em Nurburgring, ganho por Rosemeyer, seguido de Stuck. Hasse ficou em 4º e Von Delius em sexto.
Em Agosto, Rosemeyer, Von Delius e Varzi ocupam o pódio na taça Acerbo, Itália e na Suíça o pódio foi ocupado por Rosemeyer, Varzi e Stuck
O GP de Itália a 13 de Setembro em Monza realizou-se o GP de Itália o quarto e último pontuável onde os Auto Union ocuparam os três primeiros lugares com o nº 4 pilotado por Rosemeyer em primeiro. Sagando-se campeão da Europa, título que equivale a um mundial de F-1.
Bernd Rosemeyer nascido a 14 de Outubro de 1909 em Lingen, Saxónia, foi piloto da Auto Union e faleceu a 27 de Janeiro de 1938. a mais de 400 km/h numa tentativa de recorde de velocidade na Autobahn Frankfurt-Darmstadt
A Auto Union em Zwickau depois da 2ª Guerra Mundial, caiu nas mãos dos soviéticos e no outono de 1945, 13 carros de corrida únicos da Auto Union foram enviados em vagões de comboio para Moscovo. Acabaram no NAMI (Instituto Central de Investigação Científica de Automóveis e Motores Automóveis), onde a maioria deles foi mais tarde distribuída por várias fábricas e institutos de investigação, acabaram por desaparecerem nas extensões da URSS. Três automóveis sobreviveram, com cinco carros a existirem em todo o mundo, enquanto os outros dois conseguiram evitar a deportação para a URSS.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, Planeta de Agostini, Altaya
Série 100 Anos de Desporto Automóvel
Referencia nº 47 preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico preto, sob cartão e envolto em blister transparente para exposição
País – Portugal, feito na China
Lancia Fulvia 1972 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1488ª – Lancia Fulvia 1972 Vencedor do Rally de Monte Carlo 100 Anos de Desporto Automóvel Planeta De Agostini Altaya
Sandro Munari e Mario Mannucci Vencedor do Rally de Monte Carlo Lancia Fulvia 1972
Lancia Fulvia Coupé 1,6 HF Gr. 4
50ª – Lancia Fulvia FM Mercury
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/lancia-fulvia-fm-1-6-um-olhar-sobre-1108816
E não é que o Lancia Fulvia Mebetoys Nº 9 foi mesmo esquecido
Nos treinos a equipa Miguel Correia /Artur Santos e o Lancia Fulvia H F não se qualificou para o Circuito de Vila Real em 1970
Modelo real
A equipa Lancia inscreveu-se no Rally de Monte Carlo com os Lancia Fulvia Coupé 1.6 HF, na versão "fanalone", e preparando-se para enfrentar rivais mais potentes e avançados.
A 21 de Janeiro, iniciou-se o percurso de concentração que contava com mais de 300 inscritos com partidas de Atenas, Almeria, Varsóvia Frankfurt, Oslo, incluindo também Monte Carlo, encontraram neve e o asfalto húmido com lama.
As condições atmosféricas adversas foram um constante e no ultimo dia, a etapa do Col de Turini, foi realizada em 28 de janeiro, a chuva, o vento e a neve, fustigaram os concorrentes que procuravam vencer a etapa.
Nas curvas fechadas e geladas da estrada de Turini, o "Fulvietta" pilotado por Munari/Mannucci provou ser imbatível graças à sua impressionante relação peso-potência e à maior manobrabilidade garantida pela tração dianteira.
Sandro Munari e o seu copiloto, Mario Mannucci, venceram o Rally de Monte Carlo durante aquela noite no Col de Turini, com o Lancia Fulvia 1.6 Coupé HF com 10m50s de avanço para Gérard Larrousse (Porsche 911 S 2.4) e 14m40s para Rauno Aaltonen (Datsun 240Z)
A equipe da Lancia também teve Lampinen/Andreasson, na quarta posição e entre eles, e em 5.#7 Jean-François Piot - Porter JimFord no Escort RS 1600 MKI enauanto Sergio Barbasio, foi sexto, tendo ao lado o navegador Pierino Sodano.
No final Cesare Fiorio afirmou “Quando ganhámos o Monte Carlo de 72, sabíamos que o tínhamos conseguido porque havia neve. Em condições normais, era difícil andar à frente dos nossos adversários, mas, devido às condições em que a prova se realizou e porque tínhamos bons pilotos e uma boa equipa, conseguimos fazer frente aos Porsche e aos Alpine em todas as classificativas.
Se a 31 de dezembro de 71, a Lancia fecha a linha de produção do Fulvia mandando para parte dos seus operários. Mas, apos vitória a marca retomou a produção do Fulvia chamando de novo os operários que haviam ficado sem emprego, e um mês depois, no Salão do Automóvel de Genebra, revela o novo Fulvia Coupé Monte-Carlo em homenagem HF 1.6 "Fanalone".
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, Planeta de Agostini, Altaya
Série 100 Anos de Desporto Automóvel
Referencia nº 46 preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico preto, sob cartão e envolto em blister transparente para exposição
País – Portugal, feito na China
Toyota Celica 4WD 1983 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1483ª – Toyota Celica 4WD 1983 Vencedor do Rally de Monte Carlo 100 Anos de Desporto Automóvel Planeta De Agostini Altaya
Toyota Celica Turbo 4WD ST185 da Equipe: Toyota Castrol Team, pilotado por Didier Auriol / Bernard Occelli no Rally de Monte Carlo 1993 terminou no 1º lugar
1049ª – Toyota Célica 4X4 TTE Portugal 1992 Alen Troféu
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/toyota-celica-4x4-rally-de-portugal-n-9-1933827
1085ª – Toyota Célica GT 4 Carlos Sainz /Luis Moya Monte carlo 90 Trofeu
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/toyota-celica-gt-4-um-olhar-sobre-as-1810736
1380ª – Toyota Celica Turbo 4WD C. Sainz-L Moya Rally Car Collection Altaya
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/toyota-celica-turbo-4wd-wrc-um-olhar-2025819
Modelo real
Inicialmente a Toyota mostrou no Salão Automóvel de Tóquio em 1985, o que poderá ser o primeiro concept car do Toyota Celica GT-Four. um protótipo descapotável com tração integral, que nunca passou à produção, mas estaria certamente na origem do primeiro GT-Four, baseado na então nova geração, a quarta, do Celica .
O Toyota de 1991, que passou a se chamar Celica Turbo 4WD, baseado na quarta geração do Celica, a quinta geração de linhas estranhas, inicio da era do biodesenho, iniciado por Luigi Colani , um designer pouco conhecido, um conceito de design que remonta aos anos 60, preconizava, tinha linhas mais arredondadas na carroceria, mas o estilo geral e a concepção mecânica eram quase idênticos, incluindo o motor, que continuava com dois litros e a gerar cerca de 320 cv, enquanto a versão para homologação, que tinha até para-lamas alargados, entregava cerca de 225 cv graças a um sistema de ignição revisto e a um mapa de ignição mais agressiva.
Homologado a 1 de janeiro de 1992 a tempo do Rali de Monte Carlo e Carlos Sainz terminou aprova em segundo. e a Toyota estreava a segunda geração do Toyota Celica GT-Four, denominada internamente ST185, mas que o público, conhecia como Toyota Celica Turbo 4WD
Em 1993 a equipa da Toyota contava com Juha Kakkunen de regresso apos três anos na Lancia acompanhado por Didier Auriol e o adversário a ser batido era François Delecour, em um Ford Escort.
O 61º Rallye Automobile de Monte-Carlo realizado entre 21 e 27 de janeiro de 1993 foi como era tradicional a primeira prova de rali da temporada no Campeonato Mundial.
A pintura da Castrol no Toyota Celica Turbo 4WD era atraente com aquelas curvas, o seu tubo de escape expelia chamas enquanto Juha Kankkunen corria rumo ao quarto título mundial, com o apoio de Didier Auriol, o vencedor de Monte-Carlo a sua primeira única vitória do ano.
1º Didier Auriol França Bernard Occelli Toyota Castrol Team
Japão Toyota Celica Turbo 4WD 6h: 13 m: 43 s
2º França François Delecour Daniel Grataloup Ford Motor Company Ford Escort RS Cosworth 6h:13 m: 58 s
3º Massimo Biasion Tiziano Siviero Ford Motor Company Ford Escort RS Cosworth 6h: 16 m: 59 s
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, Planeta de Agostini, Altaya
Série 100 Anos de Desporto Automóvel
Referencia nº 35 preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico preto, sob cartão e envolto em blister transparente para exposição
País – Portugal, feito na China
Ford Escort RS Cosworth 1994 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1478ª – Ford Escort RS Cosworth 1994 Vencedor do Rally de Monte Carlo 100 Anos de Desporto Automóvel Planeta De Agostini Altaya
Modelo real
O rali de Monte Carlo em 1991 foi um tanto ou quanto ingrato para Delecour, e Anne-Chantal Pauwels, que logo na primeira etapa, com Auriol fora da corrida, Sainz estava à frente de Biasion e Saby, enquanto Delecour estava em 4º lugar, 1 minuto atrás do espanhol.
No dia seguinte, em Burzet, Delecour com uma vitória de etapa, ficou a 6 segundos atrás de Sainz Na noite final do rali, Delecour voou, acumulando vitórias de etapa e 40 segundos atrás de Sainz. No final o Sierra Cosworth chegou com a roda dianteira esquerda no aro, em marcha lenta. Uma junta esférica da suspensão falhou, minutos inteiros voaram e o francês foi relegado para a 3ª posição. Delecour, incrédulo e fora de si, grita no ponto de parada: "Eu não bati nele", "Perdi uma roda! Mas, caramba, não é verdade..." enquanto os espectadores e Bruno Saby o aplaudem e confortam.
Em 1993, a Ford apresentou o Ford Escort RS Cosworth com à acreditação da FIA para o Grupo A e concluídas em 1º de janeiro de 1993. estavam equipados com um turbocompressor Garrett T3/T04B Hybrid e um intercooler ar/água (um híbrido composto por um rotor de compressor Garrett T04B combinado com uma turbina Garrett T3, também conhecida como T34).
A primeira prova da temporada foi o 62. Rallye Automobile Monte-Carlo 1994 realizado de 22. 1. a 27. 1. 1994, Mónaco piso em asfalto e neve com 588.43 km, num total incluindo as ligações de 3058 km.
Agora como favorito, Delecour preparou-se para enfrentar o seu grande rival Auriol em Monte Carlo.
O piloto da Toyota bateu forte em Burzet, empatando com Delecour em 9 segundos, que reagiu na etapa seguinte. Na SS5, Auriol cometeu um erro em um trecho com neve e abandonou.
Delecour controlou seus outros oponentes e teve uma performance notável, acumulando vitórias consecutivas em etapas. A prova não podia ter corrido melhor, Delecour, chegou a marcar o tempo mais rápido na etapa final, que venceu por 1'05 sobre Kankkunen.
No final, o #6 François Delecour no Ford Escort RS Cosworth foi o vencedor, seguido do: #1 - Juha Kankkunen em Toyota Celica Turbo 4WD, Terceiro: #2 - Carlos Sainz Subaru Impreza 555 Quarto: #4 - Miki Biasion Ford Escort RS Cosworth Quinto: #9 - Kenneth Eriksson (Mitsubishi Lancer Evo I)
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, Planeta de Agostini, Altaya
Série 100 Anos de Desporto Automóvel
Referencia nº 44 preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico preto, sob cartão e envolto em blister transparente para exposição
País – Portugal, feito na China
MG Metro Gr4 1986 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1473ª – MG Metro Gr4 1986 vencedor do campeonato de França de Rallies 100 Anos de Desporto Automóvel Planeta De Agostini Altaya
MG Metro 6R4 Rallye des Garriges 1965 D. Auriol B Occelli
MG Metro 6R4 – Rallye des Garrigues 1986
Modelo real
O MG Metro 6R4, concebido para o Grupo B de ralis, tem quase tanto de largura como de comprimento. A designação 6R4 vem do motor de seis cilindros, Rally e tracção às quatro rodas. Do modelo apenas retinha a designação, o aspecto e os faróis do Metro de estrada, sendo tudo o resto alterado. O desenvolvimento esteve a cargo da Williams, sob a égide de Patrick Head, tanto a nível mecânico, como aerodinâmico.
Em 1984/1985, a Austin Rover France abordou John Davenport para inscrever um carro no Campeonato Francês de Rali, Didier Auriol nascido em Montpellier, foi o escolhido e a Rally Engineering Development (RED), sediada em Widnes, perto de Liverpool, fundada em 1979, a equipe contava com 22 pessoas em 1984, liderada por Peter Cattanach, conhecido seus resultados com a Ford. A oferta foi aceita, e um contrato de três anos com a Austin Rover foi firmado, levando à conquista do Campeonato Francês de Rally de 1986 com Didier Auriol, do Campeonato Britânico com Willie Rutherford e do Aberto Britânico com David Llewellin e Henri Toivonen.
A equipe inglesa e o piloto francês, a RED preparou um carro para o Campeonato Francês de 1986, convertendo um Clubman homologado para as especificações de fábrica com peças fornecidas pelo departamento de corrida da Austin Rover. Em 19 de novembro de 1985, o carro foi registrado como C206 JMB,
No início da temporada, Didier Auriol reclamou que o carro tinha volante à direita.
O carro de rali do Grupo B. versão do Campeonato Europeu de 1986 da equipe "33" Export.com dois abandonos (bomba de óleo e depois distribuidor), mas depois viu um confronto emocionante entre o Metro "33 Export" de Didier Auriol e seu navegador Bernard Occelli, e o Renault 5 Maxi de François Chatriot. Ambos os pilotos somavam o mesmo total de 119 pontos no final da temporada, mas Auriol havia vencido cinco corridas, contra quatro do piloto da Renault. Auriol, assim, conquistou o título!
A equipe de Didier Auriol e Bernard Occelli não terminou a corrida devido a uma falha no distribuidor. Neste ano, Auriol sagrou-se campeão do campeonato na França, conquistando sua 5ª vitória.
Antes do final do ano, no rali de Var em novembro, o carro foi convertido para volante à esquerda.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, Planeta de Agostini, Altaya
Série 100 Anos de Desporto Automóvel
Referencia nº 43 preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico preto, sob cartão e envolto em blister transparente para exposição
País – Portugal, feito na China
Rondeau M379B 1980 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1468ª – Rondeau M379B Vencedor das 24 Horas de Le Mans 100 Anos de Desporto Automóvel Planeta De Agostini Altaya
O Rondeau M379B foi o único carro de fabrico caseiro que consegui triunfar na mais famosa prova de resistência do Mundo, as 24 Horas de Le Mans . Alem disso, foi o seu próprio construtor, Jean Rondeau, que o pilotou até à vitória.
Modelo real
O piloto Jean Rondeau nasceu em Champagné, a 20 km de Le Mans, a participar na prova francesa desde 1972, criou a sua própria empresa a qual deu o nome de Inaltera,
Rondeau para se financiar, optou pela utilizada nos EUA desde a década de 1950, especialmente em Indianápolis: conhecida por "naming", que substituía o nome do carro pelo do patrocinador Inaltera
A Inaltera retira o patrocínio e Rondeau para 1978 coloca a sua marca no carro. Nos treinos, o carro vendido foi bem mais rápido que o novo M378, mas na corrida a competência de Rondeau o levou ao 9° lugar na geral e mais uma vitória na classe GTP.
Em 1979 e agora com três carros inscritos, era a natural evolução do do ano anterior, agora como Rondeau M379. teve o melhor carro em 5° na geral e vencedor na categoria, atrás do Porsche Turbo.
Para 1980, Jean Rondeau divide o carro #16 com Jean-Pierre Jaussaud, o vencedor das 24 Horas de Le Mans em 1978. Henri Pescarolo dividiu o #15 com Jean Ragnotti e um terceiro carro com as cores dos cigarros Belga, com o número #17, para Gordon Spice/Jean-Michel Martin/Philippe Martin.
Nos treinos, é Pescarolo/Ragnotti fazerem a pole position entre os 65 carros que treinaram para uma das 55 vagas no grid, com o tempo de 3’47″9. Rondeau/Jaussaud conquistaram o quinto tempo, enquanto Spice e os Martin ficaram na 19ª posição. O favorito, o Porsche 908/80 de Jacky Ickx/Reinhold Jöst, em segundo.
Na partida, o pole position, o Rondeau M379 de Henri Pescarolo/Jean Ragnotti foi o mais rápido, mas, os problemas no motor forçaram no a abandonar na 10ª hora.
A meio da prova, na 12ª hora Rondeau-Jassaud liderava seguido de perto pelo Porsche de Jacky Ickx que fazia equipa com Michel Leclerc e Reinhold Jost que em dado momento esteve perto de embater com o próprio Jean Rondeau.
A chuva continuou a afetar a corrida intermitentemente durante toda a noite, enquanto a disputa pela vitória entre Ickx/Joest e Rondeau/Jaussaud prosseguia. A corrida pendeu a favor dos pilotos franceses na manhã de domingo, pouco antes das 10h, quando problemas na caixa de velocidades custaram meia hora ao Porsche. O Rondeau manteve a liderança até a linha de chegada, apesar de um susto final para Jaussaud a 45 minutos do final, sob mais uma chuva torrencial, parou. Foram necessárias três tentativas para voltar a ligar o motor e assim conquistar a sua segunda vitória em Le Mans.
No final da prova o Rondeau M379B com 338 voltas e um avanço de duas voltas para o Porsche. A menos 10 voltas, e na terceira posição o segundo Rondeau com o nº 17
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, Planeta de Agostini, Altaya
Série 100 Anos de Desporto Automóvel
Referencia nº 42 preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico preto, sob cartão e envolto em blister transparente para exposição
País – Portugal, feito na China
Renault 8 Gordini 1966 Vencedor do Rali da Corsega. - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1458ª – Renault 8 Gordini 1966 Vencedor do Rali da Corsega. 100 Anos de Desporto Automóvel Planeta De Agostini Altaya
Renault 8 Gordini 1066 Vencedor do Rali da Córsega.
Renault 8 Gordini. Carro vencedor do Rally de Corse em 1966, pilotado por Jean-François Piot (FRA)/Jean-François Jacob
Em 1964 um Gordini pilotado por Jean Vinatier venceu o Rali da Corsega, no ano seguinte voltou a ganhar pela mão de Orsini e em 1966 alcansou a terceira vitoria consecutiva com Piot.
749ª – Renault R8 Gordini Troféu
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/renault-r8-godini-um-olhar-sobre-as-1595151
1249ª – Renault 8 - Carros inesquecíveis Salvat Les Jouets Solido
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/renault-8-gordini-um-olhar-sobre-as-1944968
Modelo real
O Renault 8 foi apresentado em 1962 e Amédée Gordini transforma-o na sensação do Salão de Paris a 1de Outubro de 1964 e logo surge a primeira vitória em corridas, o Tour da Córsega, com quatro carros nos cinco primeiros lugares.
O Rali da Córsega disputado entre as nas escarpas da ilha mediterrânea da Córsega passou a ser um feudo da Renault, aquando das vitorias do Renault Dauphine, na primeira edição do Tour em 1956, 1958, 1959 e 1962 e as vitorias do Renault 8 Gordini em 1964, 1965 e 1966 por intermedio de Jean-François Piot /Jean-François Jacob, a última vitoria do modelo na prova.
A primeira associação de Amédee Gordini à Renault foi em 1957 quando surgiu o Dauphine Gordini que ocupou o segundo e o terceiro lugar na prova de 1960.
No Tour de Corse de 1964 a Renault inscreveu seis R 8 Gordini para aquela que seria a sua primeira corrida oficial, incluía uma lista de inscritos, como Porsche 904 GS, Alfa Tubolare, Lancia Flavia, Citroën DS 19, Ferrari 250 GT, Lotus Elan, Austin Cooper S e os carros de fábrica da Alpine.
As condições atmosféricas feram terríveis. de tão ruins que dos 79 carros que largaram, apenas oitos terminaram.
O Renault 8 Gordini 1100 conquistou o primeiro lugar com Jean Vinatier - Roger Masson, terceiro Jacques Feret - François Hoffmann, quarto Bernard Consten - Claude Le Guezec e quinto lugar Hubert Melot - Jacques Pinelli, inscrevendo o seu nome na história do automobilismo logo na primeira tentativa.
Em 1965 a vitoria foi para Pierre Orsini - Jean-Baptiste Canonici, ao passo que Jean Vinatier - Hoffmann François ficou na terceira posição e em quinto Charles Santonacci - Jacques Santonacci
Em outubro de 1966, após o sucesso da versão 1100, da qual foram produzidas 2.626 unidades, surgiu a versão 1300 do Renault 8 Gordini (tipo R 1135). Instantaneamente reconhecível por seus quatro faróis, um motor tipo 812-02, com cilindrada de 1255 cc (74,5 x 72 mm), desenvolvia uma potência de 110 cavalos a 6.750 rpm, 11,9 mkg/f de torque á 5.000 rpm; estava mais rápido e veloz. alimentado por dois carburadores Weber 40 DCOE. A final subia para 175 km/h e os 1.000 metros vencidos em 31 segundos. Contava também com um câmbio de cinco marchas, mais preciso, que aproveitava melhor a potência. O motor, quando solicitado, mostrava entusiasmo. Um motor com duplo comando de válvulas foi construído e participou de alguns ralis na classe protótipos.
A terceira e última vitoria consecutiva, foi então em 1966, com Jean-Francois Piot ao volante seguido de Jean Rolland - Gabriel Augias em Alfa Romeo Giulia GTA e em terceiro Vic Elford - David Stone no Porsche 911






Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, Planeta de Agostini, Altaya
Série 100 Anos de Desporto Automóvel
Referencia nº 40 preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico preto, sob cartão e envolto em blister transparente para exposição
País – Portugal, feito na China
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