Domingo, 5 de Maio de 2024

Mc Laren F1 GTR - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Mc Laren F1 GTR - Um olhar sobre as minhas miniaturas

 1190ª – Mc Laren F1 GTR Minichmps

O McLaren F1 GTR #07R - GRT Jacadi correu

Modelo real

O McLaren F1era um carro de estrada, e a BPR Global GT Series, fundada por Jürgen Barth, Patrick Peter e Stéphane Ratel, iniciada na temporada de 1994, apresentava de carros desportivos como Venturi 600 LM, Ferrari F40 e Porsche 911 Turbo. para substituir o Campeonato Mundial de Carros Desportivos que terminou em 1992.

Gordon Murray utilizou um chassi de F1 não utilizado e que deveria ser o número 019, para transformar o F1 num carro de corrida.  O F1 GTR é numa máquina de competição personalizada com um sistema de gerenciamento de motor modificado que aumentava a potência. No entanto, com os regulamentos de corrida determinando o uso de restritores de ar e a potência do BMW V12 de 6,0 litros foi reduzido para 592 cv a 7.500 rpm. Também foram feitas alterações na suspensão, na aerodinâmica e nos painéis internos da carroceria, com a adição de saídas de ar no nariz e nas laterais, além de uma enorme asa ajustável.

Um dos nove Fl GTR foram construídos para a temporada de 1995, entre eles o chassis 07R, originalmente construído para a Giroix Racing Team, que fez a época com o McLaren Fl GTR no BPR GT em 1995

O #07R Mclaren F1 GTR, participou em Jarama mas 4 Hours a 9.4.1995 e terminou em 5º.

Em Nürburgring 4 Hours DMC/ADAC Rundstrecken-Rennen a 23.4.1995 Fabien Giroix (F)/Olivier Grouillard (F) terminou em 2nd

Na pré-qualificação para as 24 Heures du Mans a 30.4.1995 ocupou o 12º tempo.

Em Donington nas 4 Hours no Kärcher Global Endurance a 8.5.1995, Fabien Giroix (F)/Olivier Grouillard (F) foram 3º

Em Le Mans nas 24 Hours realizardes a18.6.1995 Jean-Denis Delétraz (CH)/Fabien Giroix (F)/Olivier Grouillard (F) foram 5º.

O F1 GTR nas 24 Horas de Le Mans de 1995, ficou em 1º, 3º, 4º e 13º lugar, assim se tornar no único fabricante a ter conquistado a Tríplice Coroa não oficial do automobilismo – vitória nas 24 Horas de Le Mans, Grande Prêmio de Mônaco e 500 Milhas de Indianápolis.

No BPR Global GT Series terminaram 13º, agora está registado para circular em vias públicas.depois de terem sido  removidos os restritores de ar, ajustando a suspensão e adicionando assentos de passageiros.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Minichamps

Série

Referencia nº preço 8200H00

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País – Germany, feito na China

Anos de fabrico  a


publicado por dinis às 17:26
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Quarta-feira, 1 de Maio de 2024

Mc Laren Mercedes F1- Um olhar sobre as minhas miniaturas

Mc Laren Mercedes F1- Um olhar sobre as minhas miniaturas

1186ª - McLaren Honda MP4/5b 1990 RBA 

McLaren MP 4/5B 1990 Ayrton Sena da Silva

Grand Prix – Mitos da Fórmula 1

Nos 30 anos do seu desaparecimento, e o mundo, assistia pela TV, ao Grande Prêmio de San Marino de 1994.

Muito semelhante, senão igual.

1027ª – Mc Laren Honda Onyx

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/mc-laren-honda-mp45b-um-olhar-sobre-1773863

Modelo real

No segundo ano da regulamentação que fixava a cilindrada em 3500CC, a equipa Mc laren iniciou o mundial de 1990 como campeã, tanto na categoria de pilotos como na de construtores, mas a partir de meados da temporada a sua supremacia foi seriamente ameaçada.

A ida de Nichols para a Ferrari deixou para Neil Oatley afinar, fiabilizar e fazer evoluir adequadamente o McLarem MP4/5B como dedicar-se á preparação do novo Mp4/6 . para o carro de Sena, Ron Dennis contratou o engenheiro Gordon Kimball a meio do campeonato e depressa os seus peculiares exaustores de ar com ogivas múltiplas para voltar a situação mais convencional facilitando a condução. A caixa de mudanças transversal, de manejo muito delicado dispunha de um motor V10 RA 100E da Honda, muito eficaz e fiável.

A caixa de velocidades manual de seis velocidades do Mc Laren contrastava com a da Ferrari que dispunha de uma caixa semiautomática   que permitia fazer as mudanças de velocidade com uns pulsares e sem largar as mãos do volante.

A fim de melhorar o rendimento do tren dianteiro , Oatley dotou o MP/45B de um expectacular exaustor traseiro que ficou conhecido como Catedral, composto por um enorme arco central e quatro arcos mais pequenos, situados dois a dois , de ambos as lados.

Nas sessões de classificação a Mc Laren usou um combustível criado nos laboratórios da Shell que permitia ao motor Honda superar facilmente os 715cv.

As modificações ao longo da temporada fizeram com que o carro se parecesse como como o anterior. em 1990 a Mc Laren consegui a pela terceira   vez consecutiva, na categoria de construtores.

Ayrton Senna da Silva desde a primeira participação na Fórmula 1 no GP do Brasil em 1984  teve a sua primeira vitória em Portugal até aos 161 Grandes Prémios que disputou teve uma trajectoria extremamente frutuosa querendo ser sempre o melhor, com títulos mundiais em 1988, 1990 e 1991, os três para a Mc laren Honda. 

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Modificação na miniatura

A miniatura da RBA em relação a da Onys não tem piloto, o traseira é diferente e tem espelhos retrovisores.

Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante IXO, RBA Collectibles,

Série Grand Prix – Mitos da Fórmula 1

Referencia nº 3 preço 1595$00

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País – Portugal, feito na China


publicado por dinis às 17:14
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Domingo, 28 de Abril de 2024

Mercedes F1 com carroçaria de sport- Um olhar sobre as minhas miniaturas

Mercedes F1 com carroçaria de sport- Um olhar sobre as minhas miniaturas

1182ª – Mercedes 194 - 1954 RBA 

  1. M. Fangio Mercedes-Benz W196 #18 vencedora italiano GP Fórmula 1 Campeão

Mercedes-Benz W196 de 1954

Grand Prix – Mitos da Fórmula 1

328ª –  Mercedes Benz W 196 Streamlined Modelos 3J

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/mercedes-benz-w-196-streamlined-um-1288848

782ª – Mercedes Benz W 196 Brumm

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/mercedes-benz-w-196-sem-carenagem-um-1553070

Modelo real

Uma lacuna nos regulamentos, permitiu a Rudolf Úhlenhaut e 0s seus engenheiros, Hans Scherenberg, Ludwig Kraus, Manfred Lorscheidt, Hans Gassmann e Karl-Heinz Göschel, criarem uma carroçaria, altamente inovadora onde a Mercedes esperava ganhar preciosos segundos minimizando o arrasto, especialmente em circuitos de alta velocidade, colocando-se bem à frente de qualquer outra equipa de Grande Prémio.

A primeira carroçaria utilizada, tinha uma com carenagem cobrindo as rodas, como se fosse um protótipo, e posteriormente também participou com outra com as rodas salientes, mais parecido com os carros de Fórmula 1.

O motor, com cerca de 300 cavalos, a inovação era a utilização de injeção direta com válvulas sem molas, numa adaptação do sistema usado no caça Messerschmitt Bf 109E durante a Segunda Guerra Mundial.

Mas foi por causa do desenvolvimento da carenagem que a equipe alemã só estreou na F1 na quarta de oito corridas de 1954.

Na primeira prova do Mercedes W196 foi no Grande Prêmio da França de 1954, no circuito Reims-Gueux, onde foi utilizada a carroceria aerodinâmica totalmente envolvente.

Os Mercedes-Benz W196 atribuidos foram com o Nº 18 J.M. Fangio,  Nº 20 K Kling e Nº 22 H Hermann.

O argentino Juan Manuel Fangio e os alemães Karl Kling e Hans Herrmann, a Mercedes no veloz circuito de Reims, Fangio já fez a pole com um segundo de vantagem para Kling, enquanto Herrmann saiu em nono.

Fangio e Kling dispararam na frente, enquanto a Ferrari e Maserati ficavam pelo caminho ou simplesmente não conseguiam acompanhar as Mercedes.

Durante a recuperação, Hermann fez a volta mais rápida mas quebrou.

Na última volta, o director de provas Alfred Neubauer Alfred Neubauer ordenou que Fangio ficasse à frente de Kling, e assim os dois cruzaram a linha de chegada em formação, com apenas 0s1 os separando. Foi apenas uma amostra do poderio da Mercedes.

A versão do W196 com as rodas cobertas foi usada na prova seguinte, na Inglaterra, mas Fangio a danificou algumas vezes atingindo cones, e, por isso, a carenagem só foi usada em mais duas vezes, ambas na velocíssima pista de Monza, em 1954 e 1955. Daí surgir o apelido "Monza Type" para essa versão do W196.

Modificação na miniatura

Miniatura fotografada no seu local desde que foi adquirido

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante IXO, RBA Collectibles,

Série Grand Prix – Mitos da Fórmula 1

Referencia nº 2 preço 1595$00

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País – Portugal, feito na China

 


publicado por dinis às 18:57
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Terça-feira, 23 de Abril de 2024

A última vitoria da Ligier - Um olhar sobre as minhas miniaturas

A última vitoria da Ligier - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1178ª – Parmalat Mugem Js Onyx Semanário  

Da série um para o Pai, outro para o Filho.

Nené, é último da Colecção, qual deles vai para a tua colecção. 

Leia o Semanário ao volante de um F1.

Ligier JS 43 Mugen Honda 1996

Modelo real

Na Ligier, Tom Walkinshaw que fazia parte da sociedade com Flavio Briatore e Guy Ligier vende 35% das suas ações para um grupo de empresas francesas, que pretendiam nacionalizar a escuderia com a ajuda do governo Francês, com a Ligier a ter durante 20 temporadas, a SEITA (Service Exploitation Industrielles des Tabacs) trocou o lugar da Gitanes pela Gauloises.

Os pilotos eram Olivier Panis e o Brasileiro Pedro Paulo Diniz que contavam com os motores Mugen-Honda na nova versão com mais potência e com o Chassi JS43, desenvolvido por André Cortanze na Direcção técnica, Frank Dernie  no projeto e Loic Bigeois para a aerodinâmica.

Na partida do GP de Mônaco sobre chuva já ficavam 5 pilotos (Fisichella, Lamy, Verstappen, Schumacher e Barrichello) todos envolvidos em rodadas e acidentes, Panis estava em 12º e Diniz em 16º. O piloto Brasileiro subiu duas posições devido aos abandonos de Rosset e Katayama, mas na 6ª Volta Diniz abandona a corrida com problemas na transmissão.

Panis aos poucos, começava a subir na classificação, e na 30ª volta Panis já estava em 4ºlugar e a partir dai a sorte sorriu para o piloto Francês.

Na 41ª volta o líder Damon Hill teve problemas de motor e deixou a liderança agora com Alesi da Benetton e  Panis era o segundo.

Alesi. na volta 61, abandona com problemas de suspensão. Panis passou para a liderança,

As últimas 14 voltas foram de tensão, com o Escocês David Coulthard da Mclaren se aproximando do piloto Francês que não sentiu a pressão e levou o carro número até o final. Vencendo pela primeira vez na sua carreira e encerrando o jejum de quase 15 anos sem vitória da Ligier no GP do Canadá de 1981 com Jacques Laffite

Guy Ligier que conquistava a 9ª vitória na sua história e também a última da equipe na Fórmula 1

Na última etapa na Europa, eu vi, foi no Estoril com Panis a sair em 15ºlugar e a terminou em 10ºlugar, Diniz largou em 18ºlugar e rodou deixando a prova na 47ªVolta. Encerrando a temporada no Japão o que seria a última prova da história da equipe francesa na Formula 1. Olivier Panis largou do 12ºlugar e terminou a corrida em 7ºlugar, Diniz largou em 16º e abandonou na 14ªvolta.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Omyx

Série Colecção Semanário

Referencia nº 291 preço

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País – Portugal, feito na China

Anos de fabrico  a


publicado por dinis às 00:10
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Sexta-feira, 19 de Abril de 2024

Branco no início e vermelho no final - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Branco no início e vermelho no final - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1177ª – Footwork Arrows Hart FA 17 1996 Onyx Semanário

Leia o Semanário ao volante de um F1

Arrows Footwork FA17 1996 testes no Estoril

Uma equipa com os carros em branco no início do campeonato e no final, em Vermelho

Modelo real

O Footwork FA17 usado pela equipe Footwork na temporada de Fórmula 1 de 1996 foi projetado por Alan Jenkins e Dave Amey.

Alan Jenkins saiu no início para a Stewart e foi substituído por Frank Dernie, vindo da Ligier com Walkinshaw.

O carro era movido por motor Hart V8 desenvolvido com 680 cv mas a sem desenvolvimento, a falta de potência do motor Hart V8 e Brian Hart a planear construir um V10, dificultado pelo contrato dos testes da equipa com a Bridgestone e correr com Goodyear.

O Footwork FA17 competiu no Campeonato Mundial de Fórmula 1 de 1996, pilotado pelo holandês Jos Verstappen, que veio da Simtek, e o brasileiro Ricardo Rosset, vindo da Fórmula 3000.

Durante a preparação dos automóveis de corrida, era frequente testarem no Estoril onde se podia ver as suas equipas e pilotos favoritos testarem, muitas vezes o acesso às bancadas, sobretudo as Bancadas A e B na da recta da meta, e a H, a da Parabólica Exterior como era conhecida na altura e desde 1994 Parabólica Ayrton Senna, eram livres.

Jos Verstappen em Fevereiro de 1996 veio ao Estoril com o Footwork Hart para os testes de Fórmula 1.

Nos três primeiras Grandes Prémios os Arrows Footwork FA17 correram nas cores branca e vermelha com o patrocínio da Philips Stereos e terminada a colaboração operacional com a Ligier e a TWR de Tom Walkinshaw

No Grande Prêmio da Europa em Nurburgring, a pintura foi alterada para vermelho e azul quando Tom Walkinshaw transferiu a Power Horse e alguns patrocínios da Parmalat da Ligier para a Arrows, além de atrair dinheiro da Castrol.

Na antepenúltima prova, no Estoril em 22 de setembro de 1996 Jos Verstappen pilota o #17 Footwork Hart Footwork FA17 Hart V8 durante o Grande Prêmio de Portugal de Fórmula 1.

Ricardo Rosset foi 14º e Jos Verstappen abandonou com problemas no motor

No final da temporada obtiverem 1 ponto e no campeonato 9º e nenhum dos pilotos contratado em 1997.

Tony B. era motorista da equipe Williams F1 e tornou-se dono do show car de F1. originalmente com as cores da Williams F1 reconstruído como Footwork Arrows FA17. Tony abriu sua própria empresa de eventos e alugava o show car de F1 também como simulador. No final dos anos 90 ele nos contou que a Ferrari alugou o carro de sua empresa e ele estava em exibição no GP de Monza “Paddock Club”, então foi pintado e vestido como um carro Ferrari F1.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Onyx

Série Colecção Semanário

Referencia nº 283 preço

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País – Portugal, feito na China

Anos de fabrico  a


publicado por dinis às 19:05
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Quinta-feira, 18 de Abril de 2024

Minardi Ford M195B - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Minardi Ford M195B - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1176ª – Minardi Ford M195B 1995 278

Leia o Semanário ao volante de um F1

Da série um para o pai, outro para o Filho.

O segundo Minardi de Pedro Lamy

Modelo real

Para a época de 1995 Giancarlo Minardi não pode projetar um novo carro, assim a situação financeira da equipa o ditava, com o M195 a ser uma versão revista por Gabriele Tredozi, Mauro Gennari e Mariano Alperin

A principal diferença visível sendo as laterais mais altas do cockpit, de acordo com as novas regras de segurança do piloto.

No Estoril a 14 de Fevereiro foi a apresentação do Minardi M195B nas boxes do circuito do Estoril com os pilotos Pedro Lamy que imediatamente após a apresentação, começou os testes.

Para pilotar e equilibrar os orçamentos, a Minardi Ford M195B conta com Pedro Lamy enquanto Luca Badoer vai para a Forti Corse, e ser substituído por Giancarlo Fisichella, como reserva Tarso Marques,

No GP da Austrália, a última prova do campeonato de 1995 em Adelaide e abriu o de 1996 em Melbourne. Fisichella conseguiu ser mais rápido que Lamy nos treinos na sua corrida de estreia, mas os dois abandonaram a disputa.

Em Interlagos, Lamy foi décimo. no GP de San Marino, Lamy chegou em nono.

Para o GP da Inglaterra, em Silverstone, leva Giancarlo Minardi a admitir Giovanni Lavaggi por motivos financeiros. A Forti Corse abandona a F1 após os problemas com o Shannon Group, o grelha ficou reduzido a 20 carros e invariavelmente a Minardi ocupava a última fila ou as últimas posições, isso quando conseguia superar a Arrows, principalmente a do brasileiro Ricardo Rosset.

Lamy foi décimo na Bélgica e 12º no Japão

No ano anterior, no Estoril, Pedro Lamy teve de abandonar na 16ª volta com problemas na caixa de velocidades e agora os aficionados esperavam melhor, mas os treinos pouco adiantaram…

Pedro Lamy falha o arranque e teve de partir das boxes, quando os liders da corrida estavam a concluir a segunda volta.

Progredindo ao longo da prova conseguiu manter atras de si Rossert, Diniz, Katayama e Levaggi

No final das 70 voltas Pedro Lamy terminou no 16º lugar e ultimo, numa prova vencida por Jacques Villeneuve á frente de Damon Hill .

A Minardi não pontuou pela primeira vez 1 desde o ano de 1990.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Onyx

Série Colecção Semanário

Referencia nº 278 preço

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País – Portugal, feito na China

Anos de fabrico a

 


publicado por dinis às 17:22
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Quarta-feira, 17 de Abril de 2024

Tyrrell Yamaha 024 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Tyrrell Yamaha 024 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1175ª – Tyrrell Yamaha 024 1996 Onyx Semanário  

Tyrrell Yamaha 024 1996 19 Mika Salo

Leia o Semanário ao volante de um F1.

Da série um para o pai, outro para o Filho.

Modelo real

O Tyrrell Yamaha 024 foi o modelo utilizado da Tyrrell na temporada de 1996 de F1 e pilotado por Ukyo Katayama com o nº18 e Mika Salo, nº 18.

O carro era uma melhora significativa do modelo ineficaz de 1995, levando Salo a dizer que não se deveria comentar a respeito de ambos em um mesmo dia.

Salo recebeu um convite para correr em 1995 pela Tyrrell, e na primeira corrida do ano, no Brasil, Salo chegou a andar por sete voltas em terceiro lugar, antes de rodar e cair para sétimo. A combinação Tyrrell-Yamaha era honesta, e Salo pontuou em três corridas (Itália, Japão e Austrália) numa época em que apenas os seis primeiros somavam. Isso encheu a Tyrrell de esperanças de voltar a obter bons resultados com regularidade.

Sem um grande orçamento a Tyrrel começo bem, Salo foi, de uma forma geral, impressionante durante toda a temporada, marcando pontos vitais e terminando a prova em três ocasiões.

No GP Portugal foi o japonês 18 Ukyo Katayama foi 12º e o nº 19, o finlandês Mika Salo ficou em 11º.   

Mas a equipa não manteve a competitividade principalmente por causa do motor Yamaha, e o finlandês acabou o campeonato na 13ª colocação.

A equipe terminou em oitavo no Campeonato de Construtores, com cinco pontos.

Para 1997, a única opção de Salo foi permanecer na Tyrrell, que disputou a temporada com o confiável mas obsoleto motor Ford V8.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Onyx

Série Colecção Semanário

Referencia nº 276 preço

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País – Portugal, feito na China

Anos de fabrico  a


publicado por dinis às 18:10
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Terça-feira, 16 de Abril de 2024

Williams Renault FW17 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Williams Renault FW17 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1174ª – Williams Renault FW17 1995 Onyx Semanário 

Williams Renault FW17 1995 Hill Grande Prémio de Portugal 1972 2º

Da série um para o pai, outro para o Filho.

Leia o Semanário ao volante de um F1

Modelo real

Naquela época, os dois maiores candidatos ao título tinham o mesmo motor, era nos seus chassis, que procuravam a supremacia.

Os Williams, era radicalmente diferente dos anos anteriores, para conseguir superar o desenho e as capacidades do seu rival, Michael Schumacher.

O FW17 foi o primeiro design da equipe desde 1991, uma vez que os dois carros anteriores foram evoluções do FW14, devido ao novo técnico regulamentos para a temporada de 1995.

O Williams FW17 foi desenhado por Adrian Newey e apresentava o nariz levantado na frente, um chassis redesenhado, feito de fibra de carbono, com um motor Renault V10 de 3 litros, caixa semi-automática de seis velocidades feita pela Williams.

Para a qualificação do Grande Prémio de Portugal, em Setembro, a Williams trouxe a "evolução B" para a pista, com a nova traseira, difusor uma caixa de velocidades melhorada.

Na corrida o Williams FW17B, não foi utilizado.

Na prova Damon Hill foi 3º e David Coulthard o vencedor a conseguir a sua primeira vitória da sua carreira naquele fim de semana,

Alguns show car do Williams FW17 de 1995, foi construídos pela equipe Williams para seus patrocinadores Rothmans/Winfield utilizados para atividades de promoção.

Muitas peças originais do carro como  o chão, Pranchas, Rodas OZ Pneus (viagem), Discos de freio (dianteiros), Pinças de freio,Assento, Volante, Painel, Cintos, Remos, Tampa do motor.

Mas, atenção, este carro não pode ser transformado num carro de corrida, é apenas um show car.

A equipe, perdeu em ambos os títulos pora Michael Schumacher e a Benetton. O FW17 alcançou 12 pole positions, mas Schumacher costumava ser mais competitivo no dia da corrida. A Benetton tomou melhores decisões estratégicas durante as corridas e Schumacher conseguiu vencer nove corridas contra o total combinado de cinco de Hill e Coulthard.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Onyx

Série Colecção Semanário

Referencia nº237 preço

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País – Portugal, feito na China

Anos de fabrico  a

 


publicado por dinis às 18:11
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Domingo, 14 de Abril de 2024

Alfa Romeo 155 V6 TI DTM 1994 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Alfa Romeo 155 V6 TI DTM 1994 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1172ª – Alfa Romeo 155 V6TI DTM 1994 A.NANNINI Minichamps

Alfa Romeo 155 V6 TI DTM '94 A Nannini #2

Modelo real

O Alfa 155 elaborado pela Alfa Corse a equipe de corrida de fábrica, para 1993 e como todos os carros DTM, o 155 TI foi construído de acordo com as especificações da Classe 1 da FIA. O motor era um V6 de 2,5 litros capaz de algumas rotações insanas. A linha vermelha para o carro foi em torno de 12.000 rpm, produzia 420 cv e 215 lbft de torque. Com seu chassis leve de fibra de carbono e AWD, tudo isso resultou em um impressionante carro de corrida.

Após a extraordinária vitória de Nicola Larini no DTM de 1993, sobre o rival Mercedes-Benz Classe C e conquistar o campeonato de fabricantes.

Para a 1994 a Alfa Romeo continuou a desenvolver o 155 V6 TI agora com os regulamentos alterados.

O motor foi iluminado e abaixado; o carro foi rebaixado em 60 mm e modificado na aerodinâmica. introduzidos o ABS e a suspensão ativa controlada eletronicamente, desenvolvidas em colaboração com a TAG Electronics.

Dois 155 oficiais da Alfa Corse foram confiados a Larini e Nannini, enquanto outros três foram administrados pela Schubel Engineering para a França,

Na penúltima prova, um incidente em Alemannenring, em Singen, Alemanha.

Durante a primeira corrida, Nannini foi tocado por outro 155 TI na pista foi aos pneus e encerrou a corrida.

Na segunda corrida, Naninni utilizou o carro do companheiro de equipe Giorgio Francia. Nannini largou em último, mas rapidamente subiu no campo. Entre tirar as rodas do 155 e um pouco de sorte com a quebra de outros carros, Nannini se viu em quarto lugar em pouco tempo.

Em quarto lugar e enquanto negociava o gancho apertado de 180 graus, o 155 de Nannini foi tocado por Roland Asch no Mercedes AMG.

Depois de voltar à pista, Nannini vai aos boxes e ganha um jogo de pneus novos. Subir de volta na hierarquia não estava em sua mente; ele estava em busca de vingança. Depois de mais algumas voltas, Nannini alcançou Asch e posicionou seu carro diretamente atrás dele.

Depois veio uma curva de 90 graus no Alemannenring e enquanto Asch desacelerou para a curva, Nannini não o fez e manteve o pé no pedal. O Alfa bateu na traseira do AMG, fazendo com que ambos os carros desviassem para a área de ultrapassagem.

Com os dois pilotos fora da disputa, o companheiro de equipe de Asch, Klaus Ludwig, conquistou o campeonato de 1994.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Minichamps

Série Pauls Model Art

Referencia nº preço 7500$00

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País – Alemanha

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Sexta-feira, 12 de Abril de 2024

Mercedes Benz AMG C 180 DTM 94 R. Asch - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Mercedes Benz AMG C 180 DTM 94 R. Asch - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1171ª – Mercedes Benz AMG C 180 DTM 94 Roland. Asch Minichamps

Mercedes Benz AMG C180 DTM 1994 Team AMG "Tabac-Sonax" #3 Roland Ash

957ª – Mercedes Benz 190  2.3 16 S  Solido

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/mercedes-benz-190-16-s-um-olhar-sobre-1730427

1023ª – Mercedes Benz - 190 16s 1987 Veren

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/mercedes-benz-190-e-2-3-16v-um-olhar-1771810

1167ª – Mercedes C C 190 Evo1 AMG Koning Pilsener Thiim 1990 Minichamps

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/mercedes-benz-190e-2-5-16-evo-1-um-1860299

Modelo real

Os carros tipo silhueta aumentaram em 1994, por causa do novo regulamento no DTM, embora a parecerem carros de turismo, tinham o motor e suspensão com muito pouco em comum com os carros de turismo de produção.

O motor de corrida, por regulamento, tinha que compartilhar o mesmo ângulo entre bancadas e o mesmo espaçamento entre a linha de centro dos cilindros de um motor de produção, podendo ter dois cilindros removidos em relação ao bloco de série, por isso o V-8 poderia ser transformado num V-6.

A Mercedes adaptou o projeto W202 do primeiro Classe C, apresentado em 1993, removeu a sessão dianteira do carro de rua e substituiu- a por um subchassi tubular, o novo modelo de pista teria um alojamento diferenciado para o motor, bem mais baixo e recuado.

O motor escolhido por Bernd Ramler, responsável pelos motores de corrida da AMG e Erhard Melcher, engenheiro e um dos criadores da AMG, foi um novo V-6, baseado no V-8 dos carros maiores da marca. Este V-8, conhecido como modelo M119, tinha 4,2 litros de cilindrada e um ângulo entre bancadas de 90°.

A Mercedes disponibilizou quatro carros para a equipe oficial AMG e dois á da Zakspeed, uma equipe particular, com o apoio total da fábrica. Nº 4 Bernd Schneider, Nº3 Roland Asch, N7 Klaus Ludwig e Nº8 Ellen Lohr defenderiam a AMG-Mercedes Team, enquanto que Kurt Thiim e Jörg van Ommen correriam pela Zakspeed.

A temporada do Deutsche Tourenwagen Meisterschaft de 1994 foi a décima primeira temporada do principal campeonato alemão de carros de turismo e também a nona temporada sob o nome de Deutsche Tourenwagen Meisterschaft. A época teve dez provas. com duas corridas cada e mais duas provas realizadas fora da Alemanha, mas que não contaram para o campeonato.

Roland Ash foi 2º nas duas provas em Zolder e no Alemannenring, circuito no Sul da Alemanha, quando Alessandro Nannini, no Alfa Romeo, corria à frente de Asch, ao aproximar-se de um carro da frente, Nannini travou momentaneamente as rodas traseiras na entrada do gancho, recupera o controle e tomou a linha de corrida para a curva. Asch bateu na lateral de Nannini, girando-o e danificando seu carro. Depois de entrar nos boxes, Nannini voltou atrás de Asch e intencionalmente o empurrou para fora da pista em vingança. Como resultado disso, o companheiro de equipe de Asch na Mercedes, Klaus Ludwig, venceu o campeonato, apesar das doze vitórias da Alfa Romeo e oito da Mercedes, a Alfa perdeu o campeonato pela falta de constância e regularidade. Jörg van Ommen foi 2º, e só depois vieram os dois pilotos principais da Alfa.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Minichamps

Série

Referencia nº preço 7500$00

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

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