Ferrari Testa Rossa 1984 - Ferrari Colection - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1661ª Ferrari Testa Rossa 1984 –Ferrari Colection RBA Fabri
Depois de ver o Ferrari 250 TR #0714 de Piero Drogo, do Ferrari 250 TR #0722TR do Cubano Alfonso Gomez Mena, na corrida em Vila Real em 1958, este é um dos Ferrari que não me lembro de ver em Vila Real
1020ª – Ferrari Testarossa Herpa
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/ferrari-testarossa-um-best-seller-um-1769872
659ª – Ferrari Testa Rossa F Project
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/ferrari-testa-rossa-1984-um-olhar-1515642
Nos anos 1980, Miles Davis passeava frequentemente por Malibu, o paraíso das celebridades no sul da Califórnia, num Ferrari Testarossa amarelo que podia acelera de 0 a 100 km/h em 5,2 segundos e atinge sua velocidade máxima de 290 km/h.
Símbolo de estilo e extravagância, a Testarossa era presença constante na série de televisão Miami Vice, na qual o próprio Miles Davis fez uma participação especial em 1985.
Modelo real
O Ferrari Testarossa deve o seu design revolucionário à Pininfarina, o atraiu desde logo as atenções da imprensa e convidados VIP que assistiram à sua antestreia no cabaré Lido, nos Champs Elysées, na véspera de ser apresentado ao público no Salão de Paris de 1984.
O motor é o Tipo F113 de 12 cilindros planos mais concretamente um V12 a 180 graus, com 4,9 litros de cilindrada, montado na zona central traseira, com duas árvores de cames em cada cabeça, 48 válvulas e lubrificação feita através do sistema de cárter seco.
Não se parece em nada, visualmente, com um “V”. Ao nível da forma podemos dizer que é, efetivamente, um flat-12 (plano), mas tecnicamente este motor não é um verdadeiro Boxer, é sim um V12 a 180º.
A confirmação de que não se trata de um motor Boxer é dada por Mauro Forghieri, ex-diretor técnico da Scuderia Ferrari na atualização feita a 12 de setembro: para evitar erros de interpretação, a expressão “V12 a 180º” foi substituída em partes por “flat-12” e foi adicionada uma citação do ex-diretor técnico da Scuderia Ferrari, Mauro Forghieri, a confirmar de que não se trata de um motor Boxer
O interior era luxuoso e possuía ar-condicionado, bancos revestidos em couro com várias regulações, painel dotado de muitos instrumentos e boa visualização.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante
Ferrari Colection
Referencia nº 17 preço 10€99
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição
País –China
Ford Escort RS 1800 - Os Nossos Campeões de Ralis - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1658ª Ford Escort RS 1800 – Os Nossos Campeões de Ralis Planeta De Agostini Altaya
N°01: Ford Escort RS 1800 : Joaquim Santos / Miguel Oliveira: 1983
O primeiro exemplar da nova Colecção de miniaturas Os Nossos Campeões de Ralis Planeta De Agostini Altaya mais uma das muitas que existem
Fui buscar a Auto Mundo
A DIABOLIQUE nasce quando Miguel de Oliveira um apaixonado pelos carros de corrida, ele próprio um corredor, funda a Team Diabolique Motorsport. E decide patrocinar as suas próprias equipas com os perfumes DIABOLIQUE.
Modelo real
Na primeira etapa, na serra de Sintra, Joaquim Santos foi atrasado por César Vilela, o vice-campeão brasileiro de Ralis. Na segunda etapa, entre o Estoril e a Povoa de Varzim José Pedro fontes não passou de Montejunto e António Rodrigues sentiu problemas na caixa de velocidades , o que ajudou Joaquim Santos a assumir o primeiro lugar entre os Nacionais, posição que manteve na terceira etapa. Disputada no Minho. no Norte do pais o piloto da Diabolique , ganhou vantagem sobre Carlos Tores em Ford Escort RS e Santinho Mendes , Datsun 160J.
Na quarta etapa, que rumou a Viseu, Carlos Torres foi obrigado a desistir com problemas na suspensão, uma vez que o Datsun de Santinho Mendes já estava bastante atrasado. As passagens por Serra de Arganil seriam, decisivas. Joaquim Santos começou a afirmar a sua vantagem, mas, no troço da Candossa, um semieixo deixou-o a beira do abandono. . O auxílio do publico foi decisivo, a equipa logrou chegar ao final da classificativa, e dai até a sua assistência.
Santinho Mendes foi o mais azarado, caiu num buraco no troco de Arganil, deixando Carlos Bica no segundo lugar dos portuenses., mas suficientemente longe para não ser uma ameaça para Joaquim Santos, que viria a terminar no 15º lugar numa prova ganha por Hannu Mikkola no Audi Quatro.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, Planeta DeAgostini Altaya
Os Nossos Campeões de Ralis
Referencia 1 preço
Matricula GU-82-90
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição
País –China
Mercedes Benz 190 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1622ª Mercedes Benz 190 1983 - Carros inesquecíveis Salvat Les Jouets Solido
Mercedes Benz 190 O primeiro Mercedes “pequeno”
1023ª – Mercedes Benz - 190 16s 1987 Veren
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/mercedes-benz-190-e-2-3-16v-um-olhar-1771810
993ª – Mercedes Benz 190 E Solido
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/mercedes-benz-190-e-um-olhar-sobre-as-1752380
990ª – Mercedes Benz 190 2,3 16S Solido
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/mercedes-benz-190-snobec-um-olhar-1750671
957ª – Mercedes Benz 190 2.3 16 S Solido
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/mercedes-benz-190-16-s-um-olhar-sobre-1730427
Modelo real
A Mercedes-Benz reunia ideias para a construção de um veículo de um segmento abaixo das duas classes já estabelecidas, perante a necessidade de um menor consumo de combustível deram origem ao Mercedes-Benz W201 iniciado em 1973, quando já havia um grande interesse num segundo automóvel.
Bruno Sacco, foi o responsável pelo design do sedan compacto Mercedes-Benz da série W 201, produzido de 1982 a 1993.
A 8 de dezembro de 1982, a Mercedes-Benz apresentou o modelo W201, um compacto revolucionário em termos de segurança. Isto deve-se ao facto de os engenheiros terem implementado sistematicamente não só soluções de segurança ativa, mas também de segurança passiva, e com os habituais elevados padrões da Mercedes-Benz.
A produção em série do W201 teve início em Sindelfingen. Posteriormente, a produção também foi iniciada na fábrica de Bremen da Mercedes-Benz. As instalações da fábrica foram significativamente alargadas para o novo modelo.
O W201 juntou todas estas ideias e conceitos num veículo, que era atrativo para os clientes tanto a nível tecnológico como a nível estético. Marcou o início da história de sucesso do Mercedes-Benz Classe C.
Inovador em termos de tecnologia e design, estabeleceu-se com sucesso nos mercados mundiais e atingiu vários marcos históricos como veículo de competição no Campeonato Alemão de Turismo, o DTM.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante Solido Salvat
Série Carros inesquecíveis Salvat - Les Jouets Solido
Referencia nº 75 108 nº 1506 01-88 preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em Blister plástico transparente
País – França
Ferrari 288 GTO - Ferrari Colection - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1613ª Ferrari 288 GTO –Ferrari Colection RBA Fabri
O primeiro GTO correu numa época em que logrou dominar, o bastante para dar a Ferrari três Campeonatos do mundo de marcas consecutivos 1962, 1953 e 1964
O 288 GTO de 1984 não foi utilizado em competições
Modelo real
O Ferrari 288 GTO foi baseado no modelo 308 GTB. enquanto o 288 é a referência ao seu motor V8 de 2.8 litros, 2855 cc3. a cilindrada foi determinada pela FIA, pelo fator de multiplicação 1,4 para motores turbo, sendo assim, a 288 GTO correria com motores aspirados de até 3997 cc3 no Grupo B.
Motor central-traseiro V8, com ângulo de 90º, 2855 cc3, obtido por pistões com 80mm de diâmetro e curso de 71mm, utiliza 32 válvulas (4 por cilindro), dois turbo-compressores IHI, dois intercooler e injeção de combustível desenvolvida pela Weber e a Marelli, fornecedores da Ferrari na Fórmula 1. Sua taxa de compressão é de 7,6:1, e a pequena dimensão dos dois turbos proporcionava o torque máximo a apenas 3800 rpm. Seu desempenho era excepcional, com potência da 400 cv a 7000 rpm e 50,6 m.kgf de torque, a 3800 rpm, chegava a 306km/h, de 0 a 100km/h em apenas 4 segundos e de 0 a 200km/h em apenas 15 segundos.
Na tentativa de dissimular tanto quanto possível o parentesco com o 308 GTB e o 288 GTO e tendo também em consideração o seu preço, pensou-se em montar no 288 para-choques da cor do carro e pintar uma faixa negro mate em redor do para brisas o que só aconteceu numa unidade.
A Ferrari GTO foi construída para competir na recém-lançada competição de turismo, o Grupo B da FISA (Fédération Internationale du Sport Automobile, órgão regulador da FIA ou Fédération Internationale de l'Automobile), como ocorreu com a Ferrari 250 GTO. O regulamento da categoria determina produção mínima de 200 carros homologados o que levou a 288 GTO a ser vendido ao público comum. No entanto, como apenas Ferrari e Porsche, com seus 959, entrou, a série foi rapidamente abandonada deixando apenas o campeonato de Rally Grupo B. O Porsche 959 (bem como o 961) só correu três vezes no Grupo B, mas a Ferrari 288 GTO nunca correu, e os 272 carros produzidos permaneceram apenas nas estradas.
O habitáculo funcional como qualquer carro de competição foi despojado de tudo o que era indispensável, incluídos ar condicionado e o radio, que passaram a ser opcionais, mas poucos clientes renunciaram a essas comodidades, consideradas imprescindíveis.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante
Ferrari Colection
Referencia nº 8 preço 10€99
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição
País –China
Citroen Xsara WRC - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1596ª Citroen BX 4TC Andruet-Peuvergne Rally de Monte carlo 1986 –Rally Car Collection Altaya
Citroen BX 4TC Andruet-Peuvergne Rally de Monte Carlo 1986
O Citroen BX 4TC teve uma vida efémera, foi uma alternativa ao Visa para competir no Grupo B.
Modelo real
Em novembro de 1985 chega a vez do BX, um tracção integral destinado ao grupo B. Equipado com um motor de quatro cilindros e 2141cc, sobrealimentado por turbo. o Citroen BX4Ct caracterizava-se por ter dois diferenciais, um no eixo dianteiro e outro no eixo traseiro, que exigia com a tracção engrenada, grandes esforços desses eixos e as manobras apertadas a baixa velocidade, impunha a desactivação do eixo traseiro.
Dos duzentos exemplares produzidos na versão cliente, todos de cor branca, foram vendidos 86, um destinado ao museu Citroen e outro que serviu de base ao protótipo Zabrus, da Bertone. Os restantes foram destruídos sob supervisão e conforme costuma da fábrica.
A estes temos de acrescentar as vinte unidades da versão evolution, com 300cv , desenvolvida para alinhar no mundial de Ralis. pela equipa de fábrica.
O BX 4TC era um pouco maior do que o original por causa do seu turbocompressor. Com um motor de 2.2 litros baseado no Matra-Simca, tinha de ser montado em termos longitudinais, o que lhe dava um aspecto maior do que o normal. Com tração integral construído pela Heuliez, a suspensão era hidropneumática e a caixa de velocidade era proveniente do modelo SM, que tinha sido deixado de fabricar doze anos antes, porque era o único que aguentava a potência que o carro tinha, a rondar os 360 cavalos.
O carro fica pronto para correr no final de 1985, e é logo nos primeiros testes que se vêm os problemas do modelo: demasiado pesado, pouco potente e subvirador em curva, pois ao contrário de outros modelos, que têm um motor central-traseiro, aqui, o seu motor está na frente. E para piorar as coisas, a suspensão hidropneumática não funciona tão bem quanto se esperava.
Homologado a 1 de Janeiro de 1986, a marca inscreve dois carros para o Rali de Monte Carlo, para os franceses Jean-Claude Andruet e Philippe Wambergue. O seu andamento é modesto até que ambos abandonam.
Andruet abandona apos ter saído da pista na sexta especial e o seu colega partiu a suspensão
A Fia eliminou esta categoria em 1986, ano em que o BX entrou em competição. que somente competiu em três provas e Jean-Claude Andruet com um sexto lugar na Suécia.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante
Série Rally CarColection
Referencia nº45 preço 9€99
Certificado de Edição Limitada AA2415
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de cartão e envolto em blister transparente para exposição
País – China
Citroen Dyane - Um olhar sobre as minhas miniatura
O Xá, Mohamed Reza Palavi, com as receitas do petróleo, iniciou uma modernização do país na década de 1960.
Grupo PSA e SAIPA concretizam acordo de joint-venture para a Citroën no Irão no Irão a empresa Saipa o comercializou com Jiane , Leão até 1980
Modelo real
Duas versões lusitanas, o Argent e o Nazaré series especiais ao estilo das que saíram noutros países.
Por mais um pouco de dinheiro o cliente podia comprar um Dyane pintado de cinzento metalizado, argent, modelo que se reconheciapor causa dos tampões cromado das rodas. . No interior destacavam-se os bancos forrados com tecido brando e preto, tipo pied de poule com apoiso para a cabeça nos da frente.
O Nazaré diferenciava-se sobretudo pelo seu interior mais cuidado com um tecido escocês, ligeiros retoque snos guarda-lamas e puxadores das portas pretos , tudo detalhe para o nosso mercado. . Contudo o seu preço liveiramente elevado, o Dyane teve msi êxito do que o esperado.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, Altaya
Série Os Nossos Queridos Carros
Referencia nº 10 preço 9€99
Matrícula portuguesa GH-44-97
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição
País –China
Porsche 959 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
O Racing substitui o Rothmans e já ilude bem
736ª – Porsche 959 Paris Dakar Troféu
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/porsche-959-paris-dakar-um-olhar-1567765
Modelo real
A Porsche alinhou com Metge, Jacky Ickx e o engenheiro japonês Kussenmaul como assistência rápida excepsional.
Assim que desembarcou na Argélia, Pescarolo foi obrigado a desistir devido a um curto circuito, ao passo que Zaniroli foi o primeiro líder da prova, seguido de Metge e Ickx.
Na quarta etapa Zaniroli cedeu mais duas horas enquanto o colega Cowan perdeu todas as hipóteses devido a um problema na junta da colaça do seu Mitsubishi,
Gabreau ganhou a etapa e assumiu a liderança à frente de Metge.
No dia seguinte, disputado num troço rápido, o francês lançou um ataque que lhe deu a vitoria na etapa e a liderança com menos de um minuto sobre Gabreau. Na sétima etapa, dividida em duas especiais, uma noturna e outra diurna, os Porsche arrasaram. Na noturna ganhou Ickx e na diurna Metge que liderou apos uma etapa na qual muitos se perderam
Dois dias depois os Range Rover de Gabreau e Raymondis conseguiram reduzir a diferença em relação a Metge, posicionando-se a menos de uma hora e afastando Ickx para o quarto lugar.
Metge já disfrutava de uma vantagem mais de duas horas sobre Ickx e quase quatro sob o Lada de Lartigue .
O helicóptero de Thierry Sabine no meio da tempestade embate numa duna e a tragedia acontece. O Dakar continua porque todos creditam que era essa a sua vontade incluindo o amigo René Metge. Faltavam seis dias e a vantagem dos Porsche continuava.
No final os Porsche 959 de Metge e Ick , ocupam os dois primeiros lugares.
René Metge assume a direcção técnica e desportiva do Dakar, antes de se dedicar á organização de outros eventos.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante
Série Rally CarColection
Referencia nº 40 preço 9€99
Certificado de Edição Limitada AA0489
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de cartão e envolto em blister transparente para exposição
País – China
Opel Ascona 400 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1538ª – Opel Ascona 400 Rallye de Monte Carlo 1982 W Rohrl- C Geistdorfer Rally Car Collection Altaya
Só agora vi que não recebi o Nº 36
Opel Ascona 400 Rallye de Monte Carlo 1982 W Rohrl- C Geistdorfer
Novamente o Racing em vês do Rothmans
Miniatura
Em 1982 regressou à Opel e venceu o segundo Mundial depois de ter tribofado em Monte Carlo e na Costa do Marfi.
A segunda vitoria do piloto monegasco foi uma exibição do domínio do piloto alemão num rali disputado sobre piso seco, sem neve mas com placas de gelo que provocaram vários abandonos sendo o mais notório o de Michele Mouton e do seu Audi Quatro. O outro Audi pilotado por Hannu Mikola foi quando assumiu a liderança apos a segunda etapa. cronometrada e a partir dai sou gerir a vantagem. Inicialmente tinha protegida a a retaguarda, protegida pelo seu colega de equipa, Jochi Kleint e dos Porche de Frequelin e Theriêr. Mas Kleinth partiu a suspensão do Ascon a400 a seguir a uma saída de estrada no Turini, perdeu 13 minutos e chegou a mais de 20 no controlo seguinte depois de as assistências terem conseguido reparar o carro. Com Mikkola ao ataque, Rohrl soube responder ao campeão e realizou tempos notáveis no Col da Madonne e no Col de Turini , garantindo a vitoria com quase 4 minutos sobre Mikkola e mais 12 sobre Therier.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante
Série Rally CarColection
Referencia nº 37 preço 9€99
Certificado de Edição Limitada AA2735
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de cartão e envolto em blister transparente para exposição
País – China
Lancia 037 Evo Safari - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1533ª – Lancia 037 Evo M.Alen-I Kivimaki Rally Safari 1984 Rally Car Collection Altaya
Lancia 037 Rally Evo #17 M. Alen-I. Kivimaki Safari Rally 1984
O Lancia Rally Tipo 151, também conhecido como Lancia Rally 037, Lancia 037 foi o último carro com tração traseira a vencer o WRC.
605ª – Lancia 037 Rally Vitesse
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/lancia-037-rallye-um-olhar-sobre-as-1470102
650ª – Lancia 037 Vitesse
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/lancia-037-panasonic-um-olhar-sobre-1510038
794ª – Lancia 037 Rally Vitesse
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/lancia-037-rally-vila-real-um-olhar-1608602
799ª – Lancia 037 Evo2 Vitesse
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/1611151.html
891ª – Lancia 037 Pioner Vitesse
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/lancia-037-um-olhar-sobre-as-minhas-1680240
1387ª – Lancia 037 Martini Racing 1983 Vencedor do Raly de Monte Carlo - 100 Anos de Desporto Automóvel Planeta De Agostini Altaya
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/1983-lancia-037-rally-group-b-um-2029463
Modelo real
No Rallye Monte Carlo os Lancia foram 5º (Bettega/Perissinot); 6º (Biasion/Siviero); 8º (Alén/Kivimäki); Abandono (Andruet/Cresto, excluído)
No Rali de Portugal – Vinho do Porto , 2º (Alén/Kivimäki); 3º Bettega/Perissinot); 4º (Biasion/Siviero); Abandono (Toivonen/Piironen, acidente); Abandono (Rodrigues/Cotter, voluntário) a Lancia previa que era muito difícil de bater os Audi a mostrarem que o título de 1983, que perderam para o Lancia 037 apenas por dois pontos, foi uma exceção.
No Safari os 529Km do percurso com 105 controlos, é a penalização por atraso nestes controlos que estabelece a classificação porque não existem troços cronometrados como nas provas europeias, foram dominadas por Waldegard,à frente de RaunoAatonen, o último dos finlandeses voadores, no activo que com 46 anos e 21 participações nesta prova, quase alcançava a tão desejada vitoria. Hannu Mikkola no Audi Quatro, foi terceiro a frente de um Allen que esteve quase a assumir a liderança no primeiro dia, mas partiu o cabo do acelerador e teve de aciona-lo com a mão ao longo de 150Km, até que o pode mudar.
A chuva tão decisiva noutras edições, mal se fez sentir e o Safári de 1984 ficou para a história como a edição em que se bateram recordes de velocidade. Waldegard admitiu que numa das zonas rápidas de Mombaça, alcançou 240Km/h.
1.#5Waldegård Björn - Thorszelius HansToyota Celica Twincam Turbo 2:02:00
e em 6º Preston Jr./Lyall
No final da temporada, o título de pilotos coube ao Sueco Stig Blomqvist e com o Quatro, a Audi venceu o título de marcas, a Lancia ficou em segundo no Mundial de Marcas a 12 pontos da Audi.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante
Série Rally CarColection
Referencia nº 35 preço 9€99
Certificado de Edição Limitada AA1971
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de cartão e envolto em blister transparente para exposição
País – China
Dacia 1300 1980 - Um olhar sobre as minhas miniatura
1526ª – Dacia 1300 1980 Bucareste Táxis do Mundo Planeta De Agostini Altaya
O Dacia 1300 oi o Táxi preponderante em Bucareste, durante décadas, é um Renault 12 fabricado pela principal marca de automóveis da Roménia.
Modelo real
O Presidente Romeno Ceausesco estabeleceu contactos com a frança para fabricar um automóvel. Esmaeceu contactos com a França que abriu o caminho para o fabrico de um automóvel barato como era pretensão do regime comunista.
A empresa estatal francesa assinou o contrato em setembro daquele ano. Sob licença da Renault, os romenos trataram de contruir em tempo record uma fábrica em Pitesti, a 100 Km de Bucareste que acabaram um na e meio depois.
Começou a funcionar em Junho de 1968, e a 3 de Agosto saiu da linha de montagem o primeiro protótipo, baseado no Renault 8, a que chamara Dacia 1100.
As autoridades escolheram para baptizar a primeira marca Romena de automóveis o nome do país na Antiguidade; Dacia.
O acordo estabelecido entre a Dacia e a Renault autorizava a primeira a produzir o último modelo da segunda, o Renault 2, mas o protótipo ainda não estava pronto quando os Romenos começaram a erguer a fabrica, de maneira que, a partir de Agosto de 1968 e durante um ano, fabricaram o Renault 12 e o seu equivalente, o Dacia 1300.
Apresentaram os dois modelos ao mesmo tempo, em Paris e em Bucareste.
O convénio com a Renault terminou em 1978, mas o Dacia 13000 continuou a fabricar a cem por cento na Roménia. Nas versões incluíam o 1300 Standard, o 1300 Super e o 1301, destinado exclusivamente aos membros do Partido Comunista e o único automóvel fabricado na Roménia a partir de 1971, data em que terminou a produção do Dacia 1100, até as finais da decaia de 1980.
O tumultuoso final do regime comunista, em 1989. Implicou um breve intervalo na produção do Dacia 1300, que em 1998, data do trigésimo aniversario ad marca romena. Em 1999, a Dacia assinou um novo acordo com a Renault, em que a empresa francesa ficou com 51%
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, Planeta de Agostini, Altaya
Série Táxis do mundo
Referencia nº 47 preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de cartão e envolto em blister transparente para exposição
País – Portugal, feito na China
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