Alpine Renault A 110 1973 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1617ª – Alpine A 110 Thérier – Jaubert Rally de Portugal 1973 Rally Car Collection Altaya
Alpine A 110 Thérier – Jaubert Rally de Portugal 1973
O Alpine Renault A110 1800, de Jean-Luc Thérier e Jacques Jaubert, foi o vencedor do Rally Internacional TAP de 1973, na estreia do nosso maior rallye, no mundial da especialidade.
Miniatura
O Alpine A 110 surgiu no Salão de Paris e teve como base a última novidade do Renault, o R8 Gordini, aperfeiçoado até receber em 1970 um motor de 1296 cc que debitava 85cv.as modificações foram continuas atém 1973 receber o motor 1796 cc para uma potência de 175cv nos 700kg do carro. Para o primeiro Mundial de Marcas a Alpine inscreve, Therier, Nicolas, Darniche e Andersson, Andruet e Piot como pilotos.
A primeira vitoria no mundial de Marcas foi no Rali de Portugal, a frente de seu colega de equipa Jean-Pierre Nicolas que bateu por mais de seis minutos.
No final, se o mundial de Pilotos já existisse em 1973, Therier teria sido o campeão pelas vitorias em Portugal, Sam Remo e Acrópole.
Entre 13 e 18. 3. 1973, realizou-se o Rali de Portugal com 397.50 km e uma distância total, com ligações 2820.40 km e que teve a seguinte Classificação
1º.#5 Jean-Luc - Jaubert Jacques Alpine-Renault A110 1800
2º. #1 Nicolas Jean-Pierre - Vial Michel Alpine-Renault A110 1800
3º. #20 Francisco - Bernardo José Citroën DS 21
4º. #15 Netto Luís - Coentro Manuel Fiat 124 Sport Spider 1600
Torralta Fiat
5º. #19 Nunes Américo - Morais António Porsche 911 Carrera RS
6º. #14 Borges António - Lemos António Alpine-Renault A110 1800
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante
Série Rally CarColection
Referencia nº 48 preço 9€99
Certificado de Edição Limitada AA2937
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de cartão e envolto em blister transparente para exposição
País – China
Volkswagen Porsche 914 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1615ª Volkswagen Porsche 914 1969 – Carros inesquecíveis Salvat Les Jouets Solido
Volkswagen Porsche 914 O fruto de uma união
95ª – Porsche 914 6 Solido
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/volks-porsche-914-um-olhar-sobre-as-1122592
50 anos 914 Leiria
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/50-anos-914-leiria-1022511
Vila Real Classic 2014
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/vila-real-classic-372595
1º Encontro de Clássicos Além Corgo - 4 de Outubro de 2009
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/30957.html
Entre as provas do circuito internacional de Vila Real 2010, muitos aproveitaram para retemperar as forças nos inúmeros restaurantes existentes á volta do circuito, enquanto outros saboreavam os deliciosos petiscos caseiros preparados na véspera, debaixo de uma acolhedora sombra.
Uma passagem pela zona Vip, onde era notada a presença do
VW Porsche 2.0 1975 de Manuel Dinis,
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/70518.html
Ainda não foi desta que encontrei uma miniatura do meu 914
Modelo real
A necessidade de um novo carro, levou os Presidentes de Porsche e Volkswagen, respectivamente Ferry Porsche e Heinz Nordhoff, nasceu o projeto 914. um desportivo, moderno, diferente e economicamente acessível.
A Porsche tinha de substituir o 912 e outro a Volkswagen a precisar de repetir o sucesso de Karmann-Ghia,
A parceria ficou acertado que o conceito do veículo e design seria projetado pela Porsche, a motorização e distribuição pela Volkswagen e a construção da carroceria pela Karmann-Ghia que já fabricava os Porsche 911 e 912.
Em 1968, Heinz Nordhoff deixa o alto posto de Volskswagen e assume seu compatriota Karl Lotz, que imediatamente paralisou o projeto, pois queria desenvolver projeto próprio, mas Ferry Porsche poderia seguir em frente com o projeto, comprando as carrocerias e motores da Volkswagen com preços reajustados.
Depois de um ano de muitas discussões Ferry conseguiu convencer Lotz e formou-se então a VW-Porsche Vertriebsgesellschaft Gmbh, com uma divisão nos EUA ( Porsche-Audi).
Os veículos a ser comercializados nos EUA seriam enviados com a marca Porsche, enquanto na Europa o 914 seria comercializado pela Volkswagen com a marca Volkswagen-Porsche. Assim em 1969 o carro é apresentado no salão de Genebra, Suíça, em duas versões com motores boxter sendo um 1.7 de quatro cilindros, com injeção de combustível e 85 cv e uns tampões da VW e um VW Porsche 2.0 de seis-cilindros e comando no cabeçote e 125 cv..
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante Solido Salvat
Série Carros inesquecíveis Salvat - Les Jouets Solido
Referencia nº 74 preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em Blister plástico transparente
País – França
Volvo 144 1972 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1608ª Volvo 144 1972 Copenhaga –Táxis do Mundo Planeta De Agostini Altaya
Volvo 144 Táxi Copenhaga
1501ª - Volvo 144 Stockoçm 1970 – Táxis do Mundo Planeta De Agostini Altay
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/volvo-144-estocolmo-1970-um-olhar-2129673
Com o número de telefone da companhia a que pertence impresso num cartaz amarelo na porta traseira, o táxi Volvo 144 de Copenhaga, estava pintado de preto enquanto os de Oslo eram brancos.
Modelo real
A série 140, introduzida nas décadas de 1960 e 1970, caracteriza-se pelo seu design robusto e abordagem prática à mobilidade automóvel.
A Série 140 tinha um sistema no qual o segundo dígito se referia ao número de cilindros - 4 (enquanto o 164 possui 6 cilindros). O terceiro dígito se referia ao número de portas - 142 - 2 portas, 144 - 4 portas, 145 - carrinha de 5 portas.
Em 1971, foram introduzidas as primeiras de várias mudanças de estilo, incluindo uma grade preta revisada, bem como novas rodas. Uma consola no túnel de transmissão com o relógio a ser item de série. O ano modelo de 1971 também viu a introdução do B20E, uma versão de alta compressão do B20 que introduziu a injeção eletrônica de combustível Bosch D-Jetronic, resultando em uma potência de 124 cv (91 kW; 122 hp) DIN ou 130 cv (96 kW; 128 hp) SAE.[9] Esses novos carros receberam a designação E (a palavra alemã Einspritzung, ou "injeção") ou GL (para Grand Luxe), que era uma versão mais sofisticada do carro. O Grand Luxe vinha com câmbio manual de quatro marchas com overdrive como item de série, com câmbio automático opcional.
O Volvo 144 recebeu grandes elogios pela sua construção robusta e pelas inovadoras caraterísticas de segurança disponíveis na altura. Uma caraterística distintiva da Volvo era o seu empenho na durabilidade e na criação de veículos que fossem simultaneamente funcionais e atractivos.
Tecnicamente, possuía um motor de quatro cilindros, estava equipado com uma transmissão manual, enquanto o interior oferecia um espaço amplo para cinco pessoas e foi concebido tendo em conta a facilidade de utilização e o conforto.
Ao longo dos anos, o Volvo 144 De Luxe ganhou uma forte reputação como um automóvel fiável e seguro. A sua combinação de funcionalidade, conforto e design sólido tornou-o numa boa escolha um tanto ou quanto aristrocata..
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, Planeta de Agostini, Altaya
Série Táxis do mundo
Referencia nº 59 preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de cartão e envolto em blister transparente para exposição
País – Portugal, feito na China
Ford Escort RS 1800 - Os Nossos Campeões de Ralis - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1605ª Ford Escort RS 1800 – Os Nossos Campeões de Ralis Planeta De Agostini Altaya
N°01: Ford Escort RS 1800 : Joaquim Santos / Miguel Oliveira: 1983
O primeiro exemplar da nova Colecção de miniaturas Os Nossos Campeões de Ralis Planeta De Agostini Altaya mais uma das muitas que existem
Fui buscar a Auto Mundo
A DIABOLIQUE nasce quando Miguel de Oliveira um apaixonado pelos carros de corrida, ele próprio um corredor, funda a Team Diabolique Motorsport. E decide patrocinar as suas próprias equipas com os perfumes DIABOLIQUE.
Modelo real
Na primeira etapa, na serra de Sintra, Joaquim Santos foi atrasado por César Vilela, o vice-campeão brasileiro de Ralis. Na segunda etapa, entre o Estoril e a Povoa de Varzim José Pedro fontes não passou de Montejunto e António Rodrigues sentiu problemas na caixa de velocidades , o que ajudou Joaquim Santos a assumir o primeiro lugar entre os Nacionais, posição que manteve na terceira etapa. Disputada no Minho. no Norte do pais o piloto da Diabolique , ganhou vantagem sobre Carlos Tores em Ford Escort RS e Santinho Mendes , Datsun 160J.
Na quarta etapa, que rumou a Viseu, Carlos Torres foi obrigado a desistir com problemas na suspensão, uma vez que o Datsun de Santinho Mendes já estava bastante atrasado. As passagens por Serra de Arganil seriam, decisivas. Joaquim Santos começou a afirmar a sua vantagem, mas, no troço da Candossa, um semieixo deixou-o a beira do abandono. . O auxílio do publico foi decisivo, a equipa logrou chegar ao final da classificativa, e dai até a sua assistência.
Santinho Mendes foi o mais azarado, caiu num buraco no troco de Arganil, deixando Carlos Bica no segundo lugar dos portuenses., mas suficientemente longe para não ser uma ameaça para Joaquim Santos, que viria a terminar no 15º lugar numa prova ganha por Hannu Mikkola no Audi Quatro.
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, Planeta DeAgostini Altaya
Os Nossos Campeões de Ralis
Referencia 1 preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição
País –China
Ferrari Dino 246 GTS Ferrari Colection - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1605ª Ferrari Dino 246 GTS –Ferrari Colection RBA Fabri
A história de amor entre o pai e o filho e paixão por Automóveis, nasceu o Dino 246. em homenagem a Alfredo “Dino” Ferrari, filho de Enzo Ferrari. Um engenheiro talentoso, foi fundamental no desenvolvimento dos motores V6 da Ferrari. Infelizmente, ele faleceu prematuramente aos 24 anos devido a uma doença muscular em 1956.
109ª – Dino Ferrari Berlinetta Pininfarina Politoys
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/dino-ferrari-berlinetta-pininfarina-1172780
144ª – Dino 206 Sport Corgi Toys
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/dino-206-s-um-olhar-sobre-as-minhas-1168222
312ª – Ferrari 246 GTS Norev
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/dino-um-olhar-sobre-as-minhas-1278691
317ª – Ferrari Dino Berlinetta Politoys
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/1281711.html
907ª – Ferrari Dino 308 GT4 Polistil
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/dino-ferrari-308-gt4-um-olhar-sobre-1692506
932ª – Ferrari Dino 246 Brumm
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/ferrari-dino-246-um-olhar-sobre-as-1797721
1147ª – Ferrari Dino 246GT Giro D´Itália 1975 Vitesse
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/dino-ferrari-um-olhar-sobre-as-minhas-1848071
Modelo real
O Dino 246 GTS foi uma evolução do Dino 206 GT e do 246 GT, com um motor V6 maior e uma distância entre eixos 60 mm maior. Além da carroceria mais longa, o design era praticamente idêntico, com apenas uma tampa do motor mais comprida e a tampa do tanque de combustível reposicionada.
O Dino 246 GT fez sua estreia oficial no Salão de Turim em novembro de 1969, embora a produção já tivesse começado.
O modelo 246 GTS, com teto removível na cor preta, foi apresentado na primavera de 1972 no Salão de Genebra. Além do teto removível, a ausência das janelas traseiras laterais, que foram substituídas por um painel lateral metálico liso com três entradas de ar retangulares para exaustão da cabine.
No final da produção, foram oferecidas rodas Campagnola mais largas, com um design diferente das rodas Cromodora padrão, juntamente com para-lamas alargados, assim como bancos com o padrão "Daytona",
O motor também tinha configuração de 65 graus, com dois comandos de válvulas no cabeçote acionados por corrente em cada bancada, com uma cilindrada total de 2418 cc, diâmetro e curso de 92,5 mm x 60 mm, e a referência de fábrica 135 CS. O bloco do motor era de ferro fundido, enquanto os cabeçotes e outras peças fundidas eram de liga de alumínio.
O motor era montado transversalmente em conjunto com a transmissão de cinco velocidades totalmente sincronizada, que ficava abaixo e atrás do cárter túmido do motor. O motor era equipado com um conjunto de três carburadores Weber 40 DCN F/7 de corpo duplo nos carros das séries “L” e “M”, e com modelos 40 DCN F/13 nos carros da série “E”, montados no centro do “V” do motor, com um distribuidor e sistema de ignição eletrônica, para produzir uma potência declarada de 195 cv.
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante
Ferrari Colection
Referencia nº 7 preço 10€99
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição
País –China
Renault 5 - Um olhar sobre as minhas miniatura
1603ª Renault 5 – Os Nossos Queridos Carros Altaya
O Renault 5 foi oficialmente lançado a 28 de janeiro de 1972.
458ª – Renault 5 Le Car Van Auto Pilen transformada
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/renault-5-le-car-van-um-olhar-sobre-1371520
468ª – Sovra LM4 Solido transformado
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/sovra-lm4-um-olhar-sobre-as-minhas-1377019
620 ª – JB Tenere Renault 5 Solido transformado
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/renault-r5-pick-up-um-olhar-sobre-as-1491778
830ª – Renault Super 5 Solido
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/renault-5-super-um-olhar-sobre-as-1634038
663ª – Renault 5 TL solido transformada
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/renault-5-alpine-um-olhar-sobre-as-1517676
854ª – Renault 5 Maxi Turbo Solido
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/renault-5-maxi-opal-um-olhar-sobre-as-1644957
693ª – Renault 5 coupe Solido
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/renault-5-cup-um-olhar-sobre-as-1541169
877ª – Renault 5 Turbo 2 Heler transformado
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/renault-turbo-cabrolet-um-olhar-sobre-1664301
918ª – Renault 5 Turbo Solido
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/renault-5-turbo-um-olhar-sobre-as-1699700
1170ª – Renault 5 Maxi Turbo Solido Renault
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/renault-5-maxi-turbo-um-olhar-sobre-1861733
1253ª – Renault 5 - Carros inesquecíveis Salvat Les Jouets Solido
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/renault-5-um-olhar-sobre-as-minhas-1945965
1545ª – Renault 5 Maxi Turbo – Carros inesquecíveis Salvat Les Jouets Solido
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/renault-5-maxi-turbo-um-olhar-sobre-2156866
Modelo real
O Renault e em Portugal,
Na semana passada em ante-apresentação em Portugal, foi dada oportunidade aos órgãos de informação de uma primeira tomada de contacto com o mais recente produto da régie Renault, o R5. No entanto será no próximo dia 15 de maio, durante a primeira convenção das industrias lusitanas Renault, que os agentes e concessionários poderão dispor das primeiras unidades a eles destinadas e será "dada a partida" para a campanha de lançamento deste modelo que já se encontra nos mercados de França (evidentemente), Espanha, Itália, Inglaterra e Alemanha. De vocação essencialmente citadina, o Renault 5 é um dos mais válidos concorrentes no mercado das pequenas cilindradas, entre os "mini" de mil centímetros cúbicos de cilindrada, uma classe que se tem alargado consideravelmente nos últimos anos devido a um crescente interesse manifestado pelos principais construtores europeus, que assim procuram fazer frente aos pequenos carros Japoneses. Mas as pretensões do Renault 5 não se limitam a uma utilização citadina, tendo sido estudado para corresponder igualmente às solicitações de um emprego de "longo e médio curso". Estas características mistas ficaram bem patentes no curto percurso para a experiência dos automóveis por parte dos elementos da informação convidados para a ante apresentação, revelando-se sempre muito manejável e de condução simples, muito equilibrado como seria de esperar de um modelo compacto como é o R5. No referente a linhas, o R5 mantêm a originalidade que tem sido característica em todos os produtos da Renault. De aspecto agradável, chama a atenção da inexistência dos para-choques tradicionais, preteridos em favor dos para-choques em "Polyester" capazes de absorver sem qualquer deformação, choques entre os 7 km/h e sem que a carroçaria seja afectada, apesar da deformação do "Polyester", choques até 15 km/h. A carroçaria foi estudada também de modo a permitir uma grande funcionalidade de utilização que se revela pela grande habitabilidade e pelas possibilidades oferecidas pela terceira porta a que se junta a grande capacidade de arrumação de bagagens uma vez dobrado o banco de trás. A suspensão de rodas independentes e os travões dianteiros de disco são factores de segurança que convém não menosprezar, sobretudo se considerarmos que o primeiro factor é essencial para obtenção de uma excelente estabilidade, a que também não é estranha a tracção à frente. Embora o preço não esteja ainda homologado, deverá rondar os oitenta mil escudos, e a comercialização será feita rapidamente pois o Renault 5 está já a ser montado em Portugal.
0 Renault R5 construído por cá, ou seja, montados na Guarda, com Losango, vidros Covina, assentos Molaflex, e os autocolantes dentro do capot em Português
o primeiro Renault 5 produzido em Portugal, foi em Janeiro de 1973 e o início da comercialização a 15 de Maio do mesmo ano.na apresentação aos media, os 2 R5, uma cor de laranja e outro branco, vieram de França
Inicialmente a Renault montava carros na Guarda, mas mais tarde teve uma fábrica em Setúbal, começou a funcionar em Julho de 1980,
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, Altaya
Série Os Nossos Queridos Carros
Referencia nº 16 preço 9€99
Matrícula portuguesa NR-49-61
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição
País –China
Ford Escort Mk1 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1602ª Ford Escort Mk1 T Makinen- H Liddon RAC Rally 1973 –Rally Car Collection Altaya
Ford Escort Mk1 T Makinen- H Liddon RAC Rally 1973
Modelo real
O Twin Cam deu lugar ao MkI RS1600, com as inicias de Rally Sport. E o primeiro RS 1600 a ser apresentado oficialmente em Novembro de 1969 pelo Bicampeão do Mundo Graham Hill, numa linha de produção especialmente construída no FAVO, situado em South Ockendon , Essex.
O Rs tinha um motor de 1599cc, 16 válvulas e 120cv , com caixa de quatro velocidades
No RAC Rally de 1973 marcada pelas restrições resultantes da crise do petróleo os Escort dominaram inicialmente com Roger Clark , vencedor da edição do ano interior, seguido pelo deu colega de equipa Makinen. Um problema mecânico fez Clark perder mais de dois minutos quando comandava e no final da segunda etapa já era Makinen quem comandava com mais de três minutos sobre Bjorn Waldegard e o seu BMW , seguido de Clark. Apos a passagem pela Escócia e uma noite ao volante a caminho de Inglaterra, a liderança de Makinen consolidou-se e Waldegaard sofreu um acidente que o relegou para a sétima posição. a segunda posição foi ocupada por Clark também subiu ao pódio, Markku Alen, que nesse ano se estreou nu mundial. Alen também corria com um Ford Escort Rs 1600, e assim o êxito da Ford foi completo.
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante
Série Rally CarColection
Referencia nº 45 preço 9€99 AA0426 AA0426
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de cartão e envolto em blister transparente para exposição
País – China
Opel Kadett GT/E e Rallye - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1600ª Opel Kadett GT/E e Rallye – Carros inesquecíveis Salvat Les Jouets Solido
Opel Kadett GT/E e Rallye Um ar desportista
Mais um repetido
Opel Kadett coupe GTE do Rally Mille Pistes Alain Errani/ R. Luparia e 8 e 9 de Julho 1978 grupo 2 calasse II
Com o GR1 da Luso Toys
518ª – Opel Kadet GTE Luso Toys
Opel Kadett GT/E Gr1 "MêQuêPê" (Manuel Queiroz Pereira) - João. Batista no Rali de Portugal de 1976, 3º classificado
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/opel-kadett-gte-um-olhar-sobre-as-1411630
e o modelo que agora votou a ser disponibilizado.
589ª – Opel GTE Rallye Solido
Opel Kadett GTE Rallye Monte Carlo 78
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/opel-kadett-gte-rallye-monte-carlo-78-1458414
639ª – Opel Kadett coupé GTE Solido
Opel Kadett coupe GTE do Rally Mille Pistes Alain Errani/ R. Luparia e 8 e 9 de Julho 1978 grupo 2 calasse II
Enquanto a decoração 2 da Solido me deixava uma possível decoração para o rali de Portugal
Parte dos guarda lamas foram cortados
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/opel-kadett-gte-um-olhar-sobre-as-1503525
684ª – Opel Kadet GT/E Solido
Ronde Chevenole 1976 Opel Kadett groupe 4 de Jean Louis Clarr 6º classificado
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/opel-kadett-ronda-gtechevenole-um-1532938
Modelo real
O Rallye foi apresentados no Salão de Frankfurt de 1977, a par de uma versão potenciada do GT/E.
Havia Opel Kadett homologado para o G1 e no final de 1975 surgiu o Opel Kadett C GT/E homologado para o G4, com participação efetiva no ano seguinte. O motor posto de forma longitudinal na frente e tração traseira, dava uma ótima estabilidade para o conjunto, sendo tocado com um câmbio de 5 marchas para um motor com 240hp.
Pilotado pelo alemão Röhrl, no Rallye de Sanremo em 1976, o motor, quebrava a todo o instante. Equipes não oficiais, com carros sem ser de 16 válvulas (8 válvulas), mostravam-se muito melhor e mais confiáveis que o works car. O melhor resultado para o 16 válvulas foi no Ypres Rally daquele ano. Em 77 a Opel só conseguiu um pódio no Rallye da Suécia. A FIA muda as regras para o rallye e em 78 acaba-se o G4, um descanso para os alemães da Opel.
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante Solido Salvat
Série Carros inesquecíveis Salvat - Les Jouets Solido
Referencia nº 72 nº 97 – n70- 11.78 preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em Blister plástico transparente
País – França
Toyota Corolla - Um olhar sobre as minhas miniatura
1597ª Toyota Corolla 1974 – Os Nossos Queridos Carros Altaya
É amarelo, um dos mais aficionados de Encontros Alem Corgo e veio de Angola não é Joaquim Botelho
No Circuito de Vila Real em 1972 os Datsun 1200 e os Toyota a disputar a hegemonia dos Austin ou Morris.
No ano seguinte, 1973 foi a vez do Toyota Corolla 1200 S KE20 também do Team Dalva abandonaram.
Manuel Fernandes fazia as delicias na Avenida Carvalho Araújo ou no Cabanelas….
Modelo real
O Toyota Corola projetado a pensar no grande publico, com dimensões cometidas, razoavelmente económico e monetariamente a cessível a classe media foi montado em diversos países e vendido por todo o mundo. Um Toyota português
A empresa Salvador caetano, cujas origens datam de 1946, tinha-se especializado na montagem de autocarros sobretudo com licenças britânicas, e também carroçarias para furgonetas e camionetas. Em 1968 agarrou a oportunidade de representar a Toyota em Portugal, mas o limite de 75 unidades ao ano, estabelecida pelo governo, levou Salvador Caetano a optar pela montagem do carro em regime CKD, Completely Knocked Down, ou seja, completamente montado. Começando por encomendar à Sociedade Comercial Tasso de Sousa, uma filial da Chrysler, a produção de 150 unidades mensais com a participação japonesa em 27/ das acçoes .
Inaugurada pelo presidente da República; Américo Tomaz, a produção começou em 1971 com cerca de 50 unidades do modelo Corolla, Corona e da furgoneta Dyna.
A segunda geração (1970-1974 apareceu com uma distância entre eixos um pouco maior que se repercutia no conforto melhorado com um motor se 1,2litros e 73 cv . a Toyota oferecia como opção a caixa automática de três velocidades. . a novidade na terceira geração (1974-1979 era uma caixa de cinco velocidades em serie no desportivo sr5 e opcional nas outras versões. . Alem disso diante da pressão americana de exigir veículos cada vez menos poluentes, a Toyota introduziu um conversor catalítico nesse mesmo ano.
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, Altaya
Série Os Nossos Queridos Carros
Referencia nº 15 preço 9€99
Matrícula portuguesa
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição
País –China
Peugeot 504 - Um olhar sobre as minhas miniatura
1595ª Peugeot 504 Lagos 1977 –Táxis do Mundo Planeta De Agostini Altaya
Era preto, mas não era táxi, mas era o terror das escolas e um brincalhão nas discotecas.
Modelo real
Este grande modelo da Peugeot, tipo berlina, foi o maior da família Peugeot, na década de 70, e utilizou-se como Táxi tanto na Europa, como na América, concluída a sua produção na europeia em 1983, continuou a fabricar-se em alguns países, como a Nigéria , durante mais de duas décadas.
O modelo continuou a contribuir para a fabricação das carrocerias, chassis, motores e transmissões do modelo lançado em 1968 e muito utilizado nos países africanos.
Em 1975, a Peugeot foi para a Nigéria para fabricar o 504, um carro diferente de qualquer outro: espaçoso , especialmente a carrinha, prático com a furgoneta e praticamente indestrutível e confiável, alem disso fácil de modificar tanto no motor e a, tração traseira, permitia serem carregados como mulas de carga, os 504 que cruzavam a África.
Na época, um Boeing decolava diariamente de Lyon e pousava em Lagos, na Nigéria abarrotado de peças de reposição. Uma verdadeira ponte aérea, concebida para atender à crescente demanda por este veículo robusto e prestigioso, que era a sensação na África.
As duas fábricas nigerianas eram insuficientes para atender às necessidades do continente africano e foi fabricado novamente graças à CDK, na República Centro-Africana, Egito, Zimbábue, Quênia, Tunísia e Marrocos. Em 2005, somente na Nigéria permanecia em produção. com os 4x4 japoneses a assumirem a liderança do mercado
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, Planeta de Agostini, Altaya
Série Táxis do mundo
Referencia nº 57 preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de cartão e envolto em blister transparente para exposição
País – Portugal, feito na China
A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.
. Volkswagen Porsche 914 - ...
. Ferrari Dino 246 GTS Ferr...
. Renault 5 - Um olhar sobr...
. Ford Escort Mk1 - Um olha...
. Opel Kadett GT/E e Rallye...
. Toyota Corolla - Um olhar...
. Renault 12 - Um olhar sob...
. Saab 96 V4 - Um olhar sob...
. VW Combi- Um olhar sobre ...
. Datsun 240Z - Um olhar so...
. Porsche 911 RSR 2,7 HD 19...
. Simca 1000 - Um olhar sob...
. Lada 1200 Addis Abeba - U...
. Peugeot 504 - Um olhar so...
. Volkswagen Beetle – Lima ...
. Ford Escort MkII - Um olh...
. Porsche 916 - Um olhar so...
. Volvo 144 Estocolmo 1970 ...
. Opel Manta - Um olhar sob...
. Triumph TR7 V8 - Um olhar...
. 1495ª – Renault 12 Bogotá...
. Lancia Fulvia 1972 - Um o...
. Renault 12 Break - Um olh...
. Porsche 911 Carrera RSR 2...
. Porsche 911S 2.4 1971- Um...
. Porsche 928 GT - Um olhar...
. Porsche 911 Carrera RS 19...
. Porsche 924 Turbo 1978 - ...
. Lancia Stratos - Um olhar...
. Lancia Stratos San Remo 1...
. Fiat 124 Spyder Rally de ...
. Mercedes - Benz 240 D Táx...
. Porsche Carrera RS - Um o...
. Porsche 017 -1970 Vencedo...
. Citroen GS Birotor - Um o...