Sexta-feira, 21 de Janeiro de 2022

Aston Martin DB5 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Aston Martin DB5 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

459ª – Aston Martin DB5 Corgi Toys Transformada

Era o Aston Martin de James Bond mas, passou a um normalíssimo DB 5 que também podia ser Vantage.

 Modelo real

O Aston Martin DB5 lançado em 1963, para substituir o DB4, uma continuação do projecto da Carrozzeria Touring e a sua carroçaria Superleggera construída em liga de magnésio.

O motor de seis cilindros em linha todo em alumínio, dupla árvore de cames à cabeça, três carburadores SU e 3.995 cc de cilindrada, que desenvolvia potência entre os 282 e os 330cv, na versão Vantage.

Uma caixa manual de quatro velocidades e pouco tempo depois,uma caixa de cinco velocidades manuais da ZF,alem de poder ser encomendado com uma caixa automática de três velocidades da BorgWarner.

É um Coupê de 2 portas e 2+2 lugares, também disponível em descapotável de 2 portas, o Vantage, mais potente e uma Shooting brake de 3 portas baseadas numa ideia do protótipo do DB5 shooting break produzido pela fábrica de David Brown, para um um ávido caçador e proprietário de cães. E que talvez 11 a 12 cupês foram modificados para a Aston Martin pelo construtor de carrocerias independente, Harold Radford

Em produção entre 1963ª 1965  num total de 1.059 unidades.

Modificação na miniatura

Um velho modelo Aston Martin de James Bond ao qual lhe retirei o que ainda restava.

Ainda há vestígios a utilização de gesso, talvez por falta de barro plástico, para tapar os buracos da s metralhadoras e completar o para-choques da frente

O tecto de vinil foi conseguido com um bocado de papel higiénico e depois pintado. 

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas têm pneus de borracha de acordo com as originais.

Fabricante Corgi Toys

Série

Referencia nº 218

Material – zamac

Material da placa de base – metal

A base está cravada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão.

País – Inglaterra

Anos de fabrico  a


publicado por dinis às 18:43
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Quarta-feira, 19 de Janeiro de 2022

 Lincoln Continental - Um olhar sobre as minhas miniaturas

 Lincoln Continental - Um olhar sobre as minhas miniaturas

457ª – Lincoln Continental Tekno

Uma relíquia encontrada no Bazar perto do Salão de Chá nas Pedras Salgadas durante uma das nossas idas aos bailes.

Ainda te lembras Beto e das aventuras no Taunus do teu Pai.  

Modelo real

A quarta geração

Edsel, o filho único do casal Henry e Clara Jane Bryant Ford teve papel decisivo na aquisição em 1922 da firma criada por H.M. Leland, o fundador da Cadillac, a Lincoln Motor Company.

O seu envolvimento no desenvolvimento de um carro de estilo europeu foi determinam-te na Lincoln que durante vários anos produziu carros de luxo cada vez maiores com barbatanas e cromados e requinte para conquistar Nelson Rockefeller, Frank Sinatra, John F. Kennedy e até Elvis Presley, um dos mais notórios clientes da rival Cadillac. 

O Continental abandonou a denominação Mark em 1961, adotando um desenho recto, limpo e minimalista de quatro portas, nas versões sedan e conversível, continuava baseado no chassis Thunderbird agora de 1961, mas com duas portas adicionais, conforme exigido pelo presidente da Ford, Robert S. McNamara. O estilista veterano Elwood Engel produziu um dos projetos mais influentes da década de 1960, por salvar a linha Continental.

O novo e mais pequeno Continental era um sedã hardtop de quatro portas e um conversível de quatro portas com uma distância entre eixos de 123 polegadas, mais de 30 centímetros mais curto que o enorme Continental de 1960 onde ambos os modelos apresentariam portas traseiras “suicidas”, facilitando muito a entrada e saída dos passageiros do banco traseiro

O novo design foi homenageado pelo Industrial Design Institute com uma medalha especial de bronze.

No fatídico dia 22 de Novembro de 1963, JFK, num Lincoln Continental azul em Dallas, acompanhado pela Primeira Dama Jacqueline Kennedy e o governador do Texas John Connalty. Quamdo em Dealey Plaza, vários tiros disparados, matando John F. Kennedy e ferindo o governador.

Ia a passar pela Pastelaria Rosas quando vi na televisão as imagens do atentado imediatamente atravessei a rua Serpa Pinto para no Excelsior para saber as notícias.

A série IV foi fabricada entre 1961 e 1969.

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Miniatura

Esta tarde quando fotografei o Lincoln perdi a roda suplente. 

Interior em peça única

Sem suspensão.

As rodas têm pneus de borracha de acordo com as originais.

Fabricante Tekno

Série

Referencia nº 829

Material – zamac

Material da placa de base – metal

A base está cravada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão.

País - Dinamarca

Anos de fabrico  a


publicado por dinis às 18:17
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Sexta-feira, 14 de Janeiro de 2022

Porsche 718 Fórmula 2 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Porsche 718 Fórmula 2 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

452ª - Porsche 718 Fórmula 2 Modelos 3J  

Como não trasia decaçques ainda pensei em fazer um Formula V , o Palma, mas, pensei eles vão faze-los.

Porsche 718 F2 - Press Version 

 Modelo real

Na folha que acompanha o modelo pode ler-se:

“Na parte final da década dos anos cinquenta começamos a ver a Porsche a disputar provas de Fórmula 2 e Fórmula 1 com os seus spyders 550/4 e RSK, adaptados aos regulamentos em vigor – monolugares – e conseguindo até resultados interessantes.

Foi nos princípios de 1959 que foi construído o primeiro Porsche verdadeiramente de Fórmula 2, sob a designação de 718, e que disputou nesse ano varias provas oficiais e extra-campenato da sua categoria.

O motor era o 4 cilindros horizontais opostos com a cilindrada de 1500cc alimentado por dois carburadores de duplo corpo e refrigerado a ar por meio de uma turbina vertical. Tratava-se, ao fim e ao cabo, do mesmo motor que equipava os protótipos da marca que disputavam o respectivo c campeonato. 

Ainda no decorrer do primeiro ano de existência disputa o Grande Prémio do Mónaco para F1, sendo conduzido pelo malogrado piloto alemão Von Tripps. Sendo a cilindrada dos F 1, de então de 2500cc, o 718 alinha como fórmula 2 e consegue classificar-se para a corrida. Esta contudo, foi-lhe fatal: na segunda volta do circuito uma carambola que envolveu os outros F.2 que também tinham alinhado (um Ferrari e um Lotus), levaram-no à desistência.

No ano seguinte, em 1960, apenas disputou o Grande Prémio de Itália de F1, o qual fora boicotado prelos pilotos ingleses que não compareceram. Conduzido por Barth, classificou-se em 6º lugar.   

Com a alteração dos regulamentos da Fórmula1 para 1961, em que a cilindrada foi reduzida para 1500 cc, sem compressor ou 750  com compressor, os Porsches ascendem naturalmente ao escalão máximo das fórmulas.

Na primeira prova do campeonato, que foi o Grande Prémio do Mónaco, par alem de um 718 alinharam 2 novos carros, designados por 718, em que o motor era alimentado por injecção directa. No decorrer da prova demonstram nítida falta de mise-au-point e o 718, pelas mãos de Dan Gurney, alcamsa o 5º lugar. Apartir da 3º prova o 787 é abandonado e até final da época só é utilizado o “velho 718.

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Miniatura

No final:

“Adquira o Plano Nº8, onde encontrará 11 versões diferentes deste carro.”

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de resina de acordo com as originais.

Fabricante Modelos 3J

Série

Referencia nº 6

Material – resina

O modelo é em resina com partes em metal

Apresentado em caixa de cartão.

País - Portugal

Anos de fabrico  a


publicado por dinis às 19:36
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Domingo, 2 de Janeiro de 2022

Lamborghini Espada - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Lamborghini Espada - Um olhar sobre as minhas miniaturas

440ª – Lamborghini Espada Politoys

Miniatura adquirida num Quiosque no Jardim do Marquês quase à entrada da Rua de Santa Catarina quando fui a casa da minha irmã na Rua dos Doze Casas.

 Modelo real

Criado por Bertone o Lamborghini Marzal foi uma das principais vedetas do ano automóvel de 1967, rica em soluções de vanguarda. A Lamborghini que lhe forneceu o motor viu no protótipo e no Bertone Pirana, uma versão modificada do Jaguar E-Type a base para fabricar a sua primeira berlina de quatro lugares.

A carroceria do Espada foi projetada por Marcello Gandini, o designer-chefe da Bertone e revelado em Março de 1969 ronde encontramos uma silhueta do Marzal com as linhas revistas. O Espada é propulsionado pelo motor do Islero.

O carro teve algumas mudanças, mas somente pequenos detalhes foram alterados no design do exterior. o S1 (1968-1970), Um painel e um volante totalmente novos foram instalados n S2 (1970-1972) e a S3 (1972-1978). em 1974, a transmissão automática começou a ser oferecida também como opcional e em 1975 foram instalados os para-choques para satisfazer um requisito de segurança dos Estados Unidos.

O Espada foi alongado em 1978 e uma variante de 4 portas do Espada deu origem ao Lamborghini Faena construída e revelado no Salão de Turin de 1978.

O Lamborghini Espada foi construído pela Lamborghini entre 1968 e 1978. Mil duzentos e dezassete carros foram construídos, fazendo dele o mais bem-sucedido modelo da Lamborghini na época.

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Miniatura

A Politoys reproduz a primeira série de Espada mas, uma grade preta com quatro strass, mais alguns detalhes no motor e no segundo vidro traseiro transparente e a figura ficaria bem diferente.

Abres as portas, levanta a mala e o capô para ver o motor.

Os bancos são rebatíveis.

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante  Politoys

Série

Referencia nº 587

Material – zamac

Material da placa de base – zamac

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em vitrine de plástico transparente com aberturas na base pata ver parte cromada da base.

País - Itália

Anos de fabrico  a

 


publicado por dinis às 22:53
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Terça-feira, 21 de Dezembro de 2021

Renault 4L - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Renault 4L - Um olhar sobre as minhas miniaturas

428ª – Renault 4L Auto Pilen

Para tudo e todos.

 Modelo real ´´

Os carros populares Franceses eram o Citroën 2CV, projectado em 1936 e lançado em 1948, e o Renault 4CV, cujo lançamento datava de agosto de 1947.

Pierre Dreyfus então presidente da Renault presidente) reuniu a sua equipe de técnicos e engenheiros e exigiu-lhes um automóvel simples, moderno, barato e funcional, capaz de atender a tudo e todos, eficaz em estradas e no campo.

O Renault 4 toma o lugar do 4cv em 1961, adotando uma técnica inteiramente para a Renault, a tracção à frente. Após algumas hesitações a alterações na cadeia de produção do modelo que em 1967 atingia 292000 unidades em 1967.sendo o modelo mais produzido na Renault desde sempre.

O primeiro motor tinha quatro cilindros, caixa de três velocidades em linha e 603 cm3. A potência de 20 cv às 4.700 rpm permitia velocidade máxima de 95 km/h e um consumo médio de 15 km/l. O capot abria-se de trás para a frente e a suspensão era independente nas quatro rodas.

Foi o primeiro sistema de refrigeração selado do mundo, que evitava a perda e consequente reposição do liquido de refrigeração.

Uma peculiaridade do novo Renault 4L era a distância entre eixos maior no lado direito, 2,45 contra 2,40 metros, uma imposição do tipo de suspensão traseira.

Em 1967, o para choques foi substituído por um normal em ves dos tubos Os vidros deslizantes

Em Setembro de 1967 recebe uma calandra mais elegante e uma caixa de 4 velocidades sincronizadas em vez das três precedentes.

O Renault Plein air surge em Maio de 1968 é um modelo aberto sem portas e um acabamento interior luxuoso.

A carroçaria é feita a partir do modelo de serie e uma carroçaria sem portas e de novo desenho o que permite a entrada nos bancos directamente.

Para 1969 a Renault suprimiu a Parisiene, criada em parceria com a revista feminina Elle e as versões  5CV 

Em Setembro de 1970 foi apresentado o Rodeo de desenho muito simples e com mecânica do R4, elaborado por M. Theilol com uma carroçaria em plástico reforçado com fibra-de-vidro. Tinha duas portas e capota de lona. Era um concorrente directo do Mehari, derivado do Citroën 2CV.

Em 1972 apenas tinham sido vendidas 1870 unidades apesar de ser distribuído pela Renault.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Auto Pilen

Série

Referencia nº 202

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.

País - Espanha

Anos de fabrico  a


publicado por dinis às 16:15
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Sexta-feira, 17 de Dezembro de 2021

Citroen 2 CV - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Citroen 2 CV - Um olhar sobre as minhas miniaturas

424ª – Citroen 2CV Norev

A versão com farois rectangulares

 Modelo real

A Michelin adquiriu a Citroen em 1935 e mandou fazer um inquérito para definir o preço, a velocidade e a capacidade para o projecto PTV (Tout Petip Voiture) no que se tornaria o lendário 2CV 

O Citroën 2CV, (deux chevaux) ou dois cavalos, em francês) é um automóvel da Citroën.

A sigla CV vem de "cheval fiscal" ou potência fiscal, uma unidade usada para taxar o veículo. Apesar de estar relacionada, entre outros fatores, à potência do motor, a sigla CV nesse caso, não expressa a potência real do motor.

Produzido entre 1948 e 1990, foi um dos modelos mais populares da marca, alcançando a incrível marca de 5 114 969 unidades produzidas, sendo 3 868 634 unidades da versão sedã e 1 246 335 da camionete.

A sigla CV que faz parte da denominação desse modelo vem de "cheval fiscal" ou potência fiscal, uma unidade usada para taxar o veículo. Apesar de estar relacionada, entre outros fatores, à potência do motor, a sigla CV nesse caso, não expressa a potência real do motor.

Apresentado em 8 de outubro de 1948 no Salão do Automóvel de Paris, com um motor bicilíndrico refrigerado a ar de 375 c.c. e uma potência de 9 CV. Já em seu primeiro aparecimento público, o automóvel causou ao mesmo tempo admiração e riso. Conta-se que um jornalista, ao ver pela primeira vez o Citroën 2CV, perguntou: "E onde está o abridor de latas?".

Os últimos modelos do 2CV foram produzidos em Mangualde, Portugal, no dia 27 de julho de 1990

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Miniatura

Levanta o capô para ver o motor.

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico rápidas.

Fabricante  Norev

Série Jet car Metal

Referencia nº M 643

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está encaixada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.

País - França

Anos de fabrico  a

 


publicado por dinis às 21:12
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Quarta-feira, 15 de Dezembro de 2021

Citroen DS 21- Um olhar sobre as minhas miniaturas

Citroen DS 21- Um olhar sobre as minhas miniaturas

422ª – Citroen DS 21 Norev

Citroen boca-de-sapo

 Modelo real

Citroen DS, o colmatar de 18 anos de desenvolvimento para o sucessor do Traction Avant,

Desenhado pelo escultor italiano e designer industrial Flaminio Bertoni e pelo engenheiro aeronáutico francês André Lefèbvre, o ID/DS ficou conhecido por sua carroceria aerodinâmica de design futurístico e pela tecnologia inovadora, que incluía uma suspensão hidropneumática.

No Salão de Automóvel de Paris em 1955 a Citroën apresentou o DS 19 Marcou uma época pelo seu design aerodinâmico e uma mão cheia de outras novidades que definiram o futuro da DS em termos de qualidade, luxo e tecnologia

O motor era uma evolução significativa em relação ao bloco herdado do Traction Avant, estando equipado com cambota de cinco apoios e sistema Bosch de injecção electrónica.

Nos primeiros 15 minutos do show, 743 pedidos foram recebidos, e os pedidos para o primeiro dia totalizaram 12.000. Durante os 10 dias do show, o DS recebeu 80.000 depósitos; um recorde que durou mais de 60 anos, [8] até ser eclipsado pelo Tesla Model 3, que recebeu 180.000 depósitos no primeiro dia em março de 2016.

O DS 19 substituiu o Citroen 11 Normal e um ano mais tarde foi apresentado o ID 19 para substituir o 11 l Legere.

O DS 21 é a versão extrapolada do DS 19 equipada com um motor de 2175cm3

Em 1967, foi reestilizado com a frente modificada, para a  adaptação dos faróis , onde agora estão os primeiros faróis direcionais, estes, os mais pequenos e interiores, giravam acoplados ao movimento da direção e, menos percetível, os maiores do lado de fora, giravam ligeiramente acoplados ao movimento da suspensão, mantendo assim a linha de luz relativamente fixa no horizonte, não subindo ou descendo com os movimentos do amortecimento.

Entre 1955 e 1975 foram produzidas 1.456.115 unidades do Citroën ID/DS.

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Miniatura

Abres as portas, levanta a mala e o capô para ver o motor.

Os bancos são rebatíveis.

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante  Norev

Série Jet Car Metal

Referencia nº 356

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está cravada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.

País - França

Anos de fabrico  a

 


publicado por dinis às 22:54
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Quarta-feira, 8 de Dezembro de 2021

Lotus 11 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Lotus 11 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

415ª – Lotus 11 Le Mans Modelos 3J

Que fazer! O modelo de David Piper em Vila Real ou um dos de Le Mans.

 Modelo real

O aparecimento do Lotus XI data de 1956. Era a época em que Colin Chapman, ainda nos primeiros anos da sua carreira de construtor, e procurava um êxito internacional que impusesse, definitivamente, os seus carros.

Concebido como um carro de sport, podia ser equipado com motores de Conventry-Climax de uma única asvore de cames, com cilindradas de /45,1096,e 1475 cm3 e em que o último podia desenvolver uma potencia de 141HP às 7000rpm. As versões construídas para as 24 Horas de Le Mans de 1957 estavam dotadas de travões de disco e suspensão traseira tipo DeDion.

Em Le Mans a Lotus apresentou 4 MK XI, sendo um de 745cm3 e três de de 1100cm3, os quais obtiveram os triunfos nas respectivas classes e ainda o 1º lugar da classificação ao Índice de Performance, quebrando assim, a igemonia dos Panhards nesta classificação, a qual já vinha desde 1949. 

As classificações alcançadas pelos carros de Chapman nestas 24 Horas, foram as seguintes.

62 Mckay Frazer/Chamberlien 1098 159,468 9º

42 Walshaw/Dalton 1098 144,909 13º

55 Allison /Dalton 745  144,882 14º

40 Brabham/Raby 1047 142,052 15º

No ano anterior a Lotus estivera em Le Mans, e a equipa constituída por Bicknell Joop correndo num MKXI com o nº 36, obtivera o seu primeiro êxito em La Sarte, ao vencer a classe de 750 a 1100cm3, classificando-se em 7º lugar na geral e em 4º. ao Indice de performance.

Os êxitos de 1957 levaram os responsáveis da Lotus em pensar nima possível repetição dos mesmos em 1958, mas na realidade as prespectivas goraram-se, pois, apenas um MK XI sobreviveu à ecatmbe de desistências que se abateu sobre os carros inscritos. O sobrevivente, conduzido por Stacy e Dickon, logra obter apenas, o 20º e ultimo lugar da geral, o 8º na classe e o 16º ao Índice de Performance.

Esta seria a última corrida de um Lotus XI em Le Mans.

Uma curiosidade, apenas, para finalizar; este Lotus é absolutamente igual ao vencedor ao Índice de Performance, do ano anterior. Até o número -55- é o mesmo.

  1. A versão de 1956 – remover o melão traseiro e cortar o vidro de acordo com o esquema. Fazer escape lateral
  2. Versões de 1957 – toods os carros são de fabrica, pelo que ostentam lateralmente o característico Team Lotus
  3. C) versão de 1958- Leva bandeira e as cores inglesas nos locais indicados no esquema.

A decalcomania Team Lotus encontra-se na folha de decalques D-4 dos Modelos 3J

 Modificação na miniatura

Um dos primeiros kits e como tal, era necessário retirar ou tapar algumas imperfeiçoes. Separar as peças e lima-las. E pinta-as.

A principal dificaldade residia no recorte do plástico em que era moldado os vidros e o para brisas.

Com a miniatura vinha uma folha de instruções com o desenho em esquema do carro e a historia do mesmo.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Modelos 3J

Série

Referencia nº 8

Material – resina

Apresentado em caixa de cartão.

País - Portugal

Anos de fabrico  a

 

 

 


publicado por dinis às 22:16
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Sábado, 4 de Dezembro de 2021

Lamborghini Miura P400 barcheta - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Lamborghini Miura P400 barcheta - Um olhar sobre as minhas miniaturas

411º Lamborghini Miura P 400 Solido transformado

Dizia-se que no "Grande Prémio do ACP" no circuito da Granja do Marques a 2 de Junho de 1968, Mário Cabral, tinha participado num Lamborghini Miura e todos estávamos à sua espera para Vila Real.

Na revista de miniaturas Four small wheels umas fotos de uma miniatura então realizada, entusiasmou-me e com uns bocados de lata, barro plástico e cola transformou-se nesta bela miniatura. A necessitar de um restauro.

 Modelo real

Lanborghini 400 Especial convertido em Barchetta por Edmond Ciclet após uma capotagem do primeiro proprietário, com o qual Thierry Gore participou no Tour de France em 1971 e que após a corrida, o veículo foi aparentemente roubado.

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Miniatura

Abre as portas, porta-malas e capô.

Motor e interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas têm pneus

A base está aparafusada à carroçaria

Fabricante Solido

Série

Referencia nº 161 3/68

Material – zamac

Material da placa de base – zamac

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão.

País -

Anos de fabrico  a


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Quarta-feira, 1 de Dezembro de 2021

Jeep Willys CJ5 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Jeep Willys CJ5 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

408ª – Willys CJ5 Mebetoys

Um Jeep com comunicações via radio

 Modelo real

O jeep Willys foi montado entre 1954 e 1983 nos Estados Unidos e no Brasil o modelo foi produzido entre 1957 e 1982

Na Austrália, uma variante exclusiva do CJ5 / CJ6 foi produzida em números limitados. Em 1965, começaram a instalar motores Falcon de 6 cilindros em sua fábrica Rocklea em Queensland.

O Willys CJ-5 foi influenciado pelo novo proprietário, a Kaiser, e pelo Jeep M38A1 da Guerra da Coréia. A intenção era substituir o CJ-3B, mas esse modelo continuou em produção. O CJ-5 repetiu esse padrão, continuando em produção por três décadas enquanto três modelos mais novos apareciam. O CJ-5 foi a produção mais longa em Jeep.

De 1961 a 1965, como opcional para o CJ-5 e CJ-6 era o Perkins de fabricação britânica

Em 1965, a Kaiser comprou a licença para produzir o Buick 225 motor V6 Dauntless, para oferecer a nova opção de 155 hp no CJ-5 e CJ-6, O motor Willys Hurricane de baixa potência. provou ser tão popular que, em 1968, que cerca de 75% dos CJ-5s o utilizaram.

O Kaiser Jeep foi vendido para a American Motors Corporation (em 1970, e o motor Buick foi aposentado após o ano modelo de 1971. (A divisão Buick da GM recomprou as ferramentas do motor no início dos anos 1970, que serviam como motor em vários veículos da GM.

Modificação na miniatura

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Miniatura

O modelo Mebetoys # A-79, Jeep CJ5 Army surgiu em 1975 no catálogo Mebetoys como um modelo da Série Europa.

Este modelo foi a base para o Mebetoys Jeep Civile, Modelo # A-80 e o Mebetoys Jeep Pubblica Sicurezza, Modelo # A-89.

Os bancos são rebatíveis.

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são da Ribeirinho

Fabricante Mebetoys

Série Europa

Referencia nº A 79

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.

País - Itália

Anos de fabrico  a

 

 

 


publicado por dinis às 19:18
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