Sexta-feira, 9 de Dezembro de 2022

Ferrari Marzotto- Um olhar sobre as minhas miniaturas

Ferrari Marzotto- Um olhar sobre as minhas miniaturas

738ª - Ferrari 212 (2560) "Uovo"Reggiani JRK

Ferrari 212 Export Berlinetta Fontana 1951"Uovo"#0024MB

O anúncio publicado no Auto Sport do Bazar Brochado a 6 de Agosto de 1986 e a cobrança lá veio ele.

Giannino Marzotto um dos herdeiros da família Marzotto, empresários da indústria têxtil e amigo de Enzo Ferrari, era o segundo de quatro filhos, Paolo, Giannino, Umberto e Vittorio que fundaram a “Scuderia Marzotto” em Valdano, Vicenza, para participar em competições principalmente com Ferrari. Mas que frequentemente os modificava com base nas especificações de Giannino,

Modelo real

O 212 Export Berlinetta Fontana, conhecido como "Uovo", é uma carroçaria desenhada por Giovanni Marzotto e realizado pela carroceira Pádua Fontana sobre projeto de Franco Reggiani, conhecido designer e escultor.

Giovanni Marzotto era irmão de Giannino Marzoto, 2º no Circuito do Porto e que na semana seguinte entregou o Ferrari a Giovani Bracco, para vencer em Vila Real em 1951, enquanto ele também inscrito num Ferreri 212 Export Vignale Barchetta e o nº12 12, não partiu.

Giovanni Marzotto nas suas memórias, conta.

“Por volta de Novembro de 1950 resolvi comprar dois chassis do novo modelo 2560cc de 12 cilindros [que seria o 212 Export], com carburador e potência de 157CV na bancada de testes do Cavaliere Bazzi. pouco menos de seis milhões de liras para nós dois! Diverti-me o fato de ter construído um Spyder e um Coupé únicos, inspirados nas minhas ideias, um para as montanhas e outro para as corridas planas, para mim, meu irmão Vittorio e, por que não? para alguns amigos".

 “As ideias no início eram bem claras, uma carroceria bem baixa, onde tudo era curvo e recuado, muito aerodinâmica: um ovo seria nossa referência. ou absorvendo torções causadas pela irregularidade da estrada".

“As ideias no início eram bem claras, uma carroceria bem baixa, onde tudo era curvo e recuado, muito aerodinâmica: um ovo seria nossa referência. ou absorvendo torções causadas pela irregularidade da estrada".

"O chassi da Ferrari foi sobreposto a uma estrutura de tubos interligados unidos por 'Peraluman', um tipo especial de chapa de alumínio duro difícil de trabalhar, mas muito leve e rígida."

"Testamos nossos dois carros nas montanhas de nossa região e partimos para Maranello para apresentá-los ao Commendatore. Vittorio tinha que pilotar o Coupé Uovo, ganhando assim experiência para a Mille Miglia no final de abril, enquanto eu pilotaria aquela "aranha" estranha e muito leve "da minha imaginação, da técnica de Franco Reggiani e dos carroceiros de Pádua".

Modificação na miniatura

É um kit bem elaborado com peças fotodecoupé que foi pintado na cor inicial

As rodas muito belas eram bastante difíceis de colar mesmo seguindo as instruções.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de raios muitíssimo finos de acordo com as originais.

Fabricante JRK

Série Kit

Referencia nº 1 preço

Material – resina

Material da placa de base – resina

A base está colada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão.

País – Portugal

Anos de fabrico  a


publicado por dinis às 19:16
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Quarta-feira, 30 de Novembro de 2022

Fiat Ritmo de circuito - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Fiat Ritmo de circuito - Um olhar sobre as minhas miniaturas

729ª – Fat Ritmo Cougar transformado

Fiat Ritmo Hörmann Gr 2 serie 1

Modelo real

Ver um Fiat Ritmo, era sempre uma sensação especial e ao mesmo tempo uma desilusão nunca tinha quatro portas mas la vinha e era invariavelmente transformado

O Fiat Ritmo 75 depois de ser homologado no grupo 2 fez a estreia  na Volta à Itália de 1978, com o objectivo de preparar o carro para o Rali de Monte Carlo de 1979.e  conduzido por pilotos da F1, como Riccardo Patrese e Jody Scheckter. Patrese venceu o Grupo 2 com três equipas participaram em Fiat Ritmo Abarth amplamente divulgado pelo Auto Sprint

Com o nº 291 Patrese / Sodano / Pozzetto foi 5º da geral e 1º Gr2., Nº 290 Pasetti / Ceccato / Barban foi 21º o nº 292 Scheckter / Verini / Mannucc em 27º.

O carro passou a ser utilizado pela equipa oficial no Rali de Monte Carlo de 1979. O piloto foi o italiano Attilio Bettega e um outro Ritmo foi entregue ao sueco Per Eklund.

As versões grupo 2 do Fiat Ritmo Alitalia, Olio Fiat ou Fiat eram conhecidas do Mundial de Ralis mas a apresentação na revista Alemã Sport Auto de um muito engraçado Ritmo que entretanto me seduziu  

O preparador Hormann Tuning interessou pela Fiat dos anos 80, disponibilizando kits de carroceria como o também fazia para outras marcas. Os kits de desempenho estavam aprovados para estrada ou pista.

Hörmann Tuning chegou a rodar alguns Ritmo no grupo 2, onde mesmo as versões 1100 serão engajadas na pista com preparativos mais ou menos selvagens.

Para o público em geral, serão oferecidos kits de carroceria com extensões de asa proeminentes para imitar as versões de pista, aros Ronal super largos, a imperdível grade de 4 faróis... As versões Abarth 125 e depois 130 TC serão usadas para promover esses vários kits .

Modificação na miniatura

Para-lamas da roda dianteira e traseira Gr 2

Spoiler do para-choque dianteiro

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Miniatura

Abre as portas,

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de resina de acordo com as originais.

Fabricante Solido

Série Cougar

Referencia nº 1303 preço

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País - França

Anos de fabrico  a

 


publicado por dinis às 19:25
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Terça-feira, 22 de Novembro de 2022

Alfa Romeo 159 Alfetta - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Alfa Romeo 159 Alfetta - Um olhar sobre as minhas miniaturas

721ª – Alfa Romeo 159 1951 Brumm

Alfa Romeo 159 F1 Alfetta  em 1951 nº2 Nino Farina venceu na Bélgica e foi 5º no GP da Europa mas falta lhe o 2 a meio.

No catálogo

“Versione poteziata dellla 158 vinse com Fangio e Farina “Hp 425- c.c. 1500”

Com o Nº2 Nino Farina foi o vencedor no GP da Europa participou em França onde foi 7º, e foi Campeão seguido de Fangio, com o 158, mas em 1951, e com o 159 e o nº2 Nino Farina venceu na Bélgica e foi 5º no GP da Europa mas falta lhe o 2 e os talvez os flaps laterais a meio que encontramos no Museu Alfa Romeo e provavelmente as listas que circundam a grelha.

Como nos informava a caixa

“ O Alfa Romeo 159 de 1951 vence o Campeonato Mundial de Formula 1, com Fangio e Farina, renovando assim o sucesso do 158, que triunfava com as suas versões a partir de 1938.

O 159, apelidado de Alfetta como o 158, é a versão mais recente dos monolugares da Casa Portello. No seu motor pode dizer que toda a técnica adquirida em quarenta anos de competição desportiva está condensada”

Modelo real

Em 1950, o Alfa Romeo 158 venceu todas as corridas do então calendário de Fórmula 1, e assim Giuseppe ‘Nino’ Farina ao volante conquistar o primeiro título de piloto do Campeonato Mundial de F1 seguido de Juan Manuel Fangio.

No final da temporada de 1950, foi produzida uma versão mais atualizada conhecida como 159, estreada por Fangio e Farina no GP de Itália e serem utilizadas na temporada de 1951.

Com efeito no 21º Grande Prêmio da Itália, realizado em Monza a 3 de Setembro de 1950, três concorrentes, ao volante de um "Alfetta" os imbatíveis Farina, Fangio e Fagioli, os três famosos "F" da Fórmula 1. Os dois primeiros pilotavam o novo 159, o carro com o qual Fangio havia conquistado a pole position. Durante a corrida ele não teve tanta sorte. Farina venceu, à frente de Fagioli e Fangio, seguidos por Sanesi e Taruffi também em Alfa Romeo.

O carro tem um chassis em escada com travessas de aço. Tracção traseira com caixa de quatro velocidades no eixo traseiro, em um bloco com o diferencial. Suspensão dianteira independente, mola de lâmina transversal única e amortecedores hidráulicos, eixo traseiro De Dion, que foi a única diferença notável em relação ao 158.

O Alfa romeo 159 somou c 5 vitórias em 8 corridas, 2 com J. M. Fangio , uma com  N. Farina e Fagioli com outra, em conjunto com Fangio no GP de França e Europa.

Em 1951, vencedor e segundos do campeonato foi o inverso do ano anterior com Fangio em primeiro seguido de Giuseppe ‘Nino’ farina e a  Alfa Romeo a abandonar a Fórmula 1 como a vencedora invicta e a Ferrari a começar para fazer o nome e perante os novos regulamentos a ter de construir um novo carro a ser usado em apenas dois anos. E assim a Mãe liberta-se do Filho.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Brumm

Série Revival

Referencia nº 43 preço

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País - Itália

Anos de fabrico  a


publicado por dinis às 18:58
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Sexta-feira, 18 de Novembro de 2022

Porsche 936 1952 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Porsche 936 1952 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

717ª – Porsche 365 1952 tetto aperto Brumm

O primeiro Porsche a correr em Vila Real

Modelo real

Quando Ferdinand Porsche projetou e construiu três Type 64 para a corrida de Berlim a Roma de 1939, entretanto cancelada, o Volkswagen cabriolet bastante modificado, estava longe do protótipo 356 conhecido por N1 e mostrado em 1948, é o original do 356 com um posicionamento de motor traseiro-médio, o 356 com motor traseiro é considerado pela Porsche como seu primeiro modelo de produção.

O Porsche 356 foi criado por Ferdinand "Ferry" Porsche, o filho de Ferdinand Porsche, o fundador da empresa alemã, que fundou a empresa austríaca com sua irmã, Louise.

o 356 é um carro de quatro cilindros, refrigerado a ar, com motor traseiro e tração traseira com pan e carroceria unificados. O chassi tinha um design completamente novo, assim como a carroceria do 356, projetada por Erwin Komenda. Ao mesmo tempo, certos componentes mecânicos, incluindo a caixa do motor e alguns componentes da suspensão, foram baseados e inicialmente adquiridos na Volkswagen.

O 356/2 foi certificado para estrada na Áustria em 8 de junho de 1948 também chamado de "pré-A" ou Coupé Ferdinand, foi inscrito numa corrida em Innsbruck, onde venceu sua classe. As primeiras 356 carrocerias de automóveis em Gmünd em alumínio mas quando a produção mudou para Zuffenhausen, na Alemanha, em 1950, os modelos produzidos lá tinham carroceria de aço.

Nas 24 Horas de Le Mans de 1951, a Porsche foi a primeira e única fabricante alemã a competir.

A forma geral do 356 permaneceu mais ou menos definida, e em 1951, foram introduzidos motores de 1.300 e 1.500 cc com potência consideravelmente maior.

Em Abril de 1952, o para-brisas dividido foi substituído por um para-brisas único ligeiramente em forma de V, que se encaixava na mesma abertura de formato. Em 1953, o 1300 S ou "Super" foi introduzido e o motor de 1.100 cc foi descartado.

Em 1952 Manuel Nunes dos Santos participou com um modelo na que foi a estreia da Porsche em Vila Real

o primeiro Porsche a correr em Vila Real foi Porsche 356 pre-A de 1100 cc tripulado por Manuel Nunes dos Santos  e em 1958 um 356 foi o primeiro Porsche que vi a correr em Vila Real pilotado por António Barros.

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Miniatura

Interior detalhado

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante  Brumm

Série Revival

Referencia nº R 119 preço

Material – zamac  

Apresentado em caixa de cartão, com janela de visualização..

País – Itália

Anos de fabrico  a


publicado por dinis às 19:05
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Segunda-feira, 14 de Novembro de 2022

Alfa Romeo 1900 1950 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Alfa Romeo 1900 1950 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

713ª – Alfa Romeo 1900 1950 Brumm

Modelo real

No ano em iria venceu o primeiro Campeonato Mundial de Fórmula 1, a Alfa Romeo apresentou o o “Millenove” um carro do designer Orazio Satta Puliga Alfa Romeo 1900 no Hotel Principe di Savoia, em Milão, a 2 de Outubro de 1950

O elegante 1900 foi o primeiro carro Alfa Romeo com uma carroceria unificada integrada ao chassi, estrutura tornou-se um monobloco de aço, fazendo parte da técnica desenvolvida no projeto Gazzella de Wifredo Ricart durante a Segunda Guerra Mundial. A suspensão dianteira era por triângulos duplos sobrepostos enquanto a suspensão traseira era fornecida por um eixo rígido controlado por duas hastes longitudinais articuladas em buchas de duralumínio.

Ao mesmo tempo que a fábrica de Portello foi radicalmente reestruturada para produção em escala industrial com a introdução de uma linha de montagem e consequentemente abandonando o método artesanal e tornar a Alfa Romeo numa grande marca

O motor de quatro cilindros em linha de 1884 cc, equipado com uma cabeça de cilindro de alumínio com duas árvores de cames acionadas por corrente e alimentadas por um único carburador, desenvolvia 80 cv e impulsionou o Millenove de 1100 kg a uma velocidade máxima de 150 km/h.

No interior, o banco dianteiro único e a alavanca de velocidades montada na direção permitiam que o carro transportasse facilmente seis pessoas, facilmente acedidos pelas 4 portas.

O famoso slogan, "O carro da família que vence corridas", o 1900 era um excelente sedã para o uso diário e começou a dominar as competições da classe Turismo.

O primeiro Alfa Romeo com carroçaria autoportante significou o fim do modelo de negócios de vários estúdios de design que deixaram de poder comprar os chamados chassis rolantes compostos pelo chassis com suspensões e rodas, motor, caixa de velocidades e transmissão à Alfa Romeo e completá-los com uma carroçaria que eles próprios desenhavam e fabricavam embora a Alfa Romeo tivesse estreitado os laços com vários carroçadores específicos para criar unidades especiais disponibilizasse o chassi do modelo 1900 sem carroceria para descapotáveis e cupês desportivos com a distância entre eixos foi reduzida em 13 a 250 centímetros e indicado pelo C adicional, para o corto italiano no 1900C.

Na Argentina foi construído em Santa Isabel com as carrocerias fornecidas pela Alfa Romeo, o IKA Bergantín com o início de produção em Março de 1960 e um motor

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Miniatura

Interior detalhado

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Brumm

Série Revival

Referencia nº89 preço

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País - França

Anos de fabrico  a


publicado por dinis às 19:43
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Sábado, 12 de Novembro de 2022

Mercedes Benz W 196 sem carenagem - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Mercedes Benz W 196 sem carenagem - Um olhar sobre as minhas miniaturas

711ª – Mercedes Benz W 196 Brumm

Mercedes-Benz W196 GP Deutschland 1954 Karl Kling #19 4º

Modelo real

Mercedes-Benz W196 na versão monolugar de rodas abertas criada para próxima corrida que foi em Nürburgring após as queixas em  Silverstone, onde a carroceria envolvente impediu Fangio de se alinhar adequadamente para uma curva, pois ele não conseguia ver as rodas dianteiras, continuava equipado com o motor de 8 cilindros em linha e transmissão de 5 velocidades, sua velocidade máxima era de 260 km/h.

O Grande Prêmio da Alemanha de Fórmula 1 realizado em Nürburgring à 1º de Agosto de 1954 foi a sexta etapa da temporada.

Juan Manuel Fangio obteve a pole position seguido de Mike Hawthorn: com 3,2 segundos de vantagem sobre o inglês da Ferrari e 10,6 sobre Stirling Moss que colocara a sua 250F em terceiro lugar. O treino acabou ensombrado pela morte de Onofre Marimon o piloto argentino do Maserati o primeiro piloto morto em uma competição oficial da Fórmula-.

Em ambiente de consternação os pilotos argentinos comparecerem, em quanto a equipa da Maserati não participou. Na na primeira linha de partida estava o Mercedes de Fangio, a Ferrari 625 de Mike Hawthorn e a Maserati 250F de Sterling Moss,

Gonzalez conseguiu largar melhor que Fangio, mas não mantem o ritmo em face a grande tristeza pela perda de Marimon a ponto de a Ferrari lhe pedir para parar na 16ª volta e entregar o carro para Mike Hawthorn, que abandonara na volta três com problemas na caixa de câmbio

O argentino da Mercedes volta para a frente enquanto que Karl Kling que tinha largado da última linha de partida vai progredindo e à medida que a corrida se desenrolava aproxima-se do seu companheiro de equipe

 Karl Kling em segundo tenta o recorde de volta de 9 minutos e 55,1 segundos para o percurso de 22,810 km (14,173 milhas) torna-se num dos primeiros um piloto de F1 a desobedecer às ordens da equipe, e apesar de alguns sinais de pit altamente animados, e Kling ultrapassou Fangio, até encontrar problemas na suspensão traseira, terminando a prova em 4º

Na sua primeira corrida e os Silver Arrows W 196 conquistam a pole position, venceu o evento no tempo de três horas 45 minutos e 45,8 segundos, e Karl Kling desperdiçou uma possível dobradinha da Mercedes e foi quarto.

Fangio assinalando a sua quarta conquista no ano. Mike Hawthorn e Froilan Gonzalez garantiram o segundo lugar e Maurice Trintignant o terceiro.

Até hoje, essa é a corrida mais longa do campeonato de F1, exceto os eventos das 500 (milhas) de Indianápolis dos anos cinquenta.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante  Brumm Limited Edition

Série revival

Referencia nº preço

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País – Itália

Anos de fabrico  a

 

 

 

 


publicado por dinis às 18:24
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Segunda-feira, 31 de Outubro de 2022

Ferrari 500 F2 de escape libre - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Ferrari 500 F2 de escape libre - Um olhar sobre as minhas miniaturas

699ª – Ferrari 500 F2 180Hp 1952 Brumm

"Versão especial com extremidades de canos de escape livres HP 180 c.c. 1984 veloc. su circuito media 117,08 k/h" designação do catalogo.

1952 e 1953 anos em que um F2 ganhou o campeonato de F1

Quando um Brumm substitui um Modelos 3J embora com decalques foi substituído pela miniatura da Brumm

Mas de acordo com o nº 5, Ascari G.P Great Britain 1953 os escapes não coincidem e o nº traseiros não têm fundo.

O cano de escape cortado foi usado no GP da Alemanha em 1952 por Ascari e Farina.

Mais tarde a Brumm apresentaria um modelo com os números do GP Grande Bretanha 1952.

Conclusão nem para representar a réplica existente no Jan Mclaren Museum Collection servepois não tem escape livre..

Na caixa podia ler-se
“Um dos mais brilhantes “Gra Premio” feito pela oficina de Maranelo . Começando em 51 no Grande Premio de Modena. Em 52 e 53 venceu o Campeonato Mundial de Construtores com a Ascari. O motor de 4 cilindros mostram resultados espectaculares que potenciam (180cv) por robustez. A distribuição de pesos, corretíssima, é favorecida pelo posicionamento da caixa de velocidades no bloco com a ponte traseira”.

No folheto:

Modelos 3J Ferrari 500F.2 1953

“ Com o advento da Formula 2 -2 litros em 1952 a Ferrari lança o seu modelo 500, que se iria mostrar quase imbatível durante 1952 e 1953, permitindo a Alberto Ascari conquistar nesses anos o título Mundial de Construtores. Assim, e nas 15 provas a contar para o campeonato, a Ferrari coleciona 14 vitoriosas, 11 segundos lugares e 7 terceiros, acumulando por 8 vezes os dois primeiros lugares das classificações. Nestas provas oficiais disputadas apenas perdeu em Monza a favor da Maserati de Fangio em 1953, apos luta empolgante com farina, que ficou a 1,5 segundos do vencedor.

No total das vitórias Ascari só à sua conta, obteve 11, sendo as restantes alcançadas por Taruffi, Hawthorn e Farina. O modelo apresentado é o de 1953, mais curto que o do ano anterior.

Modelo real

Brumm 1/43 Ferrari 500 F2 N.5 Ascari G.P Great Britain 1953

A Fórmula 1, nascida em 1950, já estava em crise técnica no final de 1951, apos as saídas de Alfa Romeo e BRM no final de campeonato e a Ferrari a ser o único construtor a vencer, a FIA incluiu bólides de F2 com motores 2.0 aspirados aliciando os construtores inglesas para o início do campeonato de 1952

A Ferrari já tinha um motor de 4 cilindros em linha projetado por Aurelio Lampredi nas versões 2.5 e 2 litro, mas teve de elaborar uma nova carroçaria instalado numa estrutura tubular em escada de aço com suspensão dianteira independente e traseira De Dion, em torno da qual foi moldada uma versão reduzida da carroçaria do 4,5 litros.

Testado pela primeira vez no verão de 1951, o novo motor de 4 cilindros de 1985cc, produzia 165 cv

No Grande Premio da Suíça a Gordini por intermedio de Robert Manzon intrometeu-se entre os Ferrari mas foi Piero Taruffi o vencedor no Ferrarri 500.

Um nariz especial, mais longo e aerodinâmico também foi projetado para circuitos rápidos.

Várias equipes compraram um carro á marca italiana

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante  Brumm

Série Oro

Referencia nº35 preço

Material – zamac

Material da placa de base – zamac

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País - Itália

Anos de fabrico  a

 

 


publicado por dinis às 19:09
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Segunda-feira, 24 de Outubro de 2022

Lancia D 24 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Lancia D 24 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

692ª – Lancia D 24 Modelos 3J

 Lancia D 24, Mil Milhas de 1954.1º. Classificado, com Ascari.

Na falha podia ler-se:

 “No início dos anos cinquenta a Lancia começou a interessar-se de novo e directamente na competição automóvel, especialmente depois dum Aurélia V-6 ter ganho a Touring cars de 2 litros nas 1000 milhas de 1950

(…) A primeira grande vitória deste modelo foi no Circuito Internacional de Lisboa de 1953, onde Bonetto ganhou de maneira convincente, deixando o Jaguar de Moss a uma volta. (…)”

Mas a miniatura escolhida foi a das Mil milhas.

Modelo real

Na noite do dia 1º de Maio às 21h01, o Iso Isetta de Domenico Stragliotto e Adolfo Montorio partiram de Brescia enquanto os carros mais rápidos só partiriam na manhã do dia seguinte, com as condições meteorológicas estavam nebulosas misturadas com pouca chuva e finalmente ao fim de nove horas e meia, todos os carros iam para Roma.

A Lancia liderança começou com o Lancia D24 de Taruffi com uma média de 108,9 mph e em Ravenna, com uma vantagem de 90 segundos, sobre Ascari e Castellotti.

Na corrida para Roma, o Lancia de Castellotti apresentava problemas de distribuição e foi forçado a abndonar, o mesmo acontece ao Lancia de Taruffi e Ascari assume a liderança.

A cominho de Brescia, o Lancia de Ascari sofreu uma falha na mola de retorno do acelerador, temporariamente substituído por um elástico mas, outros problemas afetaram o Lancia e Ascari é obrigado a abandonar na chegada a Florença.

Em Bolonha, os melhores carros da Scuderia Ferrari estavam de fora, e por isso o caminho estava livre para Ascari.

A vitória à geral foi de Alberto Ascari, com o Lancia D24. A demorar 11h 26:10m., á média de 72,80 mph. 33:51mins, seguido do Ferrari 500 Mondial de Vittorio Marzotto, o 3º foi o Maserati de Musso. Ferrari quarto lugar, pilotada por Biondetti, no que seria sua última Mille Miglia ele foi levantado exausto do carro no final.

Modificação na miniatura

É um kit de resina que depois de rebarbado e lixado foi limpo com diluente, antes de ser pintado.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de resina de acordo com as originais.

Fabricante Modelos 3J

Série Normal

Referencia nº 18 preço 500$00

Material – bloco de resina e elementos de metal

Apresentado em caixa de cartão.

País – Portugal

Anos de fabrico  a

 

 

 


publicado por dinis às 23:00
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Quarta-feira, 19 de Outubro de 2022

Maserati 250F - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Maserati 250F - Um olhar sobre as minhas miniaturas

687ª - Maserati 250F 1957 Brumm

Maserati 250F Gp Monaco 1957 Winner Fangio

Modelo real

Modificação na miniatura

Fangio e o Maserati 250F

Projetado para os novos regulamentos da Fórmula 1 de 2,5 litros para a temporada de 1954, o 250F seguiu as linhas dos seus Fórmula 2 de 1952 e 1953 dispunha de uma estrutura tubular simples que carregava a suspensão, os painéis da carroceria de alumínio e o motor. A suspensão dianteira era independente por triângulos e molas helicoidais. A traseira usava um eixo do tipo DeDion, popularizado pelos pilotos Mercedes-Benz Grand Prix com motor dianteiro da década de 1930. Desenvolvido após a temporada de 1953, quando a equipe de engenheiros da Maserati estava dividida entre as duas possibilidades de motor permitidas pelo novo regulamento da F1: aspirados de 2,5 litros ou sobrealimentados de 750 cm³. O motor aspirado foi o adoptado,

Algumas inovações, como os tubos De Dion na suspensão traseira. A caixa de velocidades em posição transversal, junto com o diferencial e tinha quatro velocidades no primeiro ano

 F significa Formula, um monoposto com rodas descobertas e o número 250 do nome é uma referência aos 2,5 litros do motor de seis cilindros em linha de 220 cv.

O Maserati 250F surgiu no Grande Prêmio da Argentina de 1954, onde Juan Manuel Fangio conquistou a primeira de suas duas vitórias antes de ir para a Mercedes-Benz onde venceu o Campeonato Mundial de Pilotos de 1954, com pontos conquistados com o Maserati e Mercedes-Benz; Stirling Moss correu 0 250F de propriedade privada mas não conseguiu resultados expressivos. O Príncipe Bira foi o outro piloto do 250F.

Para 1955 recebe uma caixa de 5 velocidades; injeção de combustível SU (240 cv) e travões a disco Dunlop foram introduzidos e pilotados por Jean Behra, Luigi Musso entre outros.

Em 1956, três carros 250F T2 apareceram pela primeira vez para os pilotos de fábrica. Desenvolvido por Giulio Alfieri usando tubos de aço mais leves, e um corpo mais fino, mas mais rígido e, às vezes, o novo motor V12 de 315 cv (235 kW), embora oferecesse pouca ou nenhuma vantagem real sobre o 6 mais antigo. Stirling Moss venceu os Grandes Prêmios de Mônaco e da Itália.

Em 1957, Juan Manuel Fangio voltou à Maserati em 1957 para vencer o seu Grande Premio aquela que foi a primeira das quatro vitorias voltou a vencer no Grand Prix Monte Carlo no Monaco o Argentino  Fangio voltou a vencer em França  no Grand Prix                     Rouen-Les-Essarts incluindo sua vitória final no Grande Prêmio da Alemanha em Nürburgring (4 de agosto de 1957), onde superou um déficit de 48 segundos em 22 voltas, ultrapassando o líder da corrida, Mike Hawthorn , na última volta para conquistar a vitória. Ao fazer isso, ele bateu o recorde da volta em Nürburgring por 10 vezes.

Foi a melhor temporada de Juan Manuel Fangio na sua carreira ao estabelecer um novo patamar de desempenho na categoria além de transformar o 250F em um dos maiores carros de F1 de todos os tempos com os títulos de 1954 e 1957 ao lendário piloto argentino.

Em 1958, o 250F foi ultrapassado pelos novos carros de F1 com motor traseiro, mas pilotos como Maria Teresa de Filippis, ainda o utilizaram na temporada de 1960, a última para a fórmula de 2,5 litros.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante  Brumm

Série Revival Gold

Referencia nº 92 preço

Material – zamac

Material da placa de base – metal

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País – Itália

Anos de fabrico  a

 


publicado por dinis às 19:26
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Sábado, 8 de Outubro de 2022

Jaguar D Le Mans - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Jaguar D Le Mans - Um olhar sobre as minhas miniaturas

678ª – Jaguar D short nose Modelos 3J

Jaguar D-Type Short Nose Le Mans 1954 2º classificado T. Rolt/ D. Hamilton

Para a sua primeira prova, o D-Type de tão novo que era chegou ao circuito de La Sarthe ainda sem pintura a lembrar quando em Junho de 1934 os mecânicos viraram a noite para retirar a pintura branca do Mercedes-Benz W25, para o carro não exceder o peso máximo permitido para a Corrida Internacional de Eifel

Os carros para as duplas Stirling Moss e Peter Walker, Peter Whitehead e Ken Wharton e Duncan Hamilton e Tony Rolt foram pintados em cores diferentes.

Modelo real

Jaguar D-Type Short Nose

 O folheto informava-nos.

“ Tal como o modelo C, vencedor em Le Mans  em 1951 e 1953 , o Jaguar tipo D foi construído para vencer esta clássica prova.

Apresentado em Março de 1954, a sua estreia oficial veio a verificar-se precisamente nas 24 Horas de Le Mans desse ano, e apesar desse facto, ocupava à partida um lugar de destacado entre os favoritos à vitoria final.

 A fábrica apresentou 3 carros para as seguintes equipas:

Ѻ. 12 – Stirling Moss/P. Walker (OKV2)

Nº. 14 – T. Rolt/ D. Hamilton (OKVI)

Nº. 15 – P. Whitehead/K. Wharton (OKV3)

A luta para os primeiros lugares em breve se reduziu aos Ferraris e aos Jaguares. Moss chegou a comandar a prova, mas entretanto começaram a aparecer problemas com aquecimento excessivo dos motores e travões, o que ocasionou varias paragens nas boxes com os correspondentes atrasos. Posteriormente Moos ficou subitamente sem travões em plena recta de Mulsanne, saiu da estrada mas não evitou a desistência., assim como P.. Whitehead com problemas no motor. Tony Rolt e Duncan Hamilton, ficarem sozinhos contra o potente Ferrari de 4,9 litros de Gonzales e Trintignant, que comandavam a prova quase desde o início da corrida. A recuperação efectuada não foi suficiente apesar do Ferrari ter estado imobilizado nas boxes durante algum tempo por o motor se recusar a trabalhar, e cerca de minute e meio separaram os dois carros a chegada.

Rolte Hamilton percorreram 4057Km á média de 169Km/h, e além do 2º. lugar absoluto alcançaram ainda o 2º. da classe o 3º. ao Índice de Performance. Apesar de tudo a estreia fora promissora. (…) ”

Modificação na miniatura

Depois de limado e lixado foi limpo com diluente. Em seguida pintado e decorado

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de resina de acordo com as originais.

Fabricante Modelos 3J

Série

Referencia nº 10 preço 500$00

Material – resina

Material da placa de base – bloco único de resina com acessórios em resina e metal

Apresentado em caixa de cartão.

País - Portugal

Anos de fabrico  a

 


publicado por dinis às 18:24
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