Terça-feira, 14 de Setembro de 2021

Mercedes Benz W 196 Streamlined - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Mercedes Benz W 196 Streamlined - Um olhar sobre as minhas miniaturas

228ª –  Mercedes Benz W 196 Streamlined Modelos 3J

Fangio em 1954 vence na estreia do novo Mercedes de F1 em França

O segundo modelo da Modelos 3J

O folheto podemos ler:

“ Quando a Daimler Benz, em parte como resultante dos sucessos obtidos pelos seus carros de sport nos anos anteriores, e também porque o regresso às corridas de Fórmula estava na mente de alguns dos seus responsáveis, se apresentou em 1954 a disputar o Campeonato de Condutores, vinha indiscutivelmente bem preparada e equipada. Os novos mercedes quer na versão normal de fórmula, quer na streamlined ganharam 9 dos 14 Grand Pris do campeonato disputados em 1954 e 1955, tendo por 5 vezes obtido simultaneamente os dois primeiros ligares. Para além dessas vitórias colecionavam ainda outras em provas extra-campeonato.

A estreia dos novos Mercedes teve lugar em Rehims a 3º prova de 1954, com 3 carros e com os seguintes condutores:

Nº 18 J.M. Fangio vencedor da prova

Nº 20 K Kling segundo classificado

Nº 22 H Hermann desistiu

Cores

Carroceria, Jantes e rais do volante prateado

Assento Castanho claro baço ou xadrez

Entradas de ar preto baço

Escapes e tablier alumínio

Números vermelhos (R41 G12.80 letra de decalque á venda na casa Ferreira) ”

 Modelo real

 Apesar do especto de carro de Sport a carroçaria envolvente o Stromlinienwagem era um monolugar de fórmula 1 em que o piloto ia sentado na posição central muito baixo

As entradas de ar laterais eram para captar ar para os pneus traseiros.

Os travões eram enormes mas, se lhe exigia muito esforço em frio, podiam partir e se aqueciam podia bloquear.   

O seu design de acordo com os novos regulamentos tornou obsoletos toda a concorrência mas em 1955 já não figurava nas opções da Mercedes.

Modificação na miniatura

Os números são da folha de decalques da Solido

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Miniatura

As rodas são de resina de acordo com as originais.

Fabricante

Série

Referencia nº 2

Material – resina

Apresentado em caixa de cartão.

País - Portugal

Anos de fabrico  a

 

 

 


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Terça-feira, 17 de Agosto de 2021

Volkswagen 1952 Ribeirinho- Um olhar sobre as minhas miniaturas

Volkswagen 1952 Ribeirinho- Um olhar sobre as minhas miniaturas

301ª – Volkswagem Ribeirinho Transformado

Agora o Volkswagen de duas janelas e tecto de correr em mais uma aquisição numa das inúmeras festas de Verão, então visitadas.

 Modelo real

Na cerimônia de apresentação do lançamento da primeira pedra da fábrica da Volkswagen perto de Fallersleben, Alemanha a 26 de Maio de 1938.

Em destaque lá estavam os protótipos dos três KdF-Wagens todos diferentes e entre eles um Tecto de Abrir

Em fotos publicitárias de KdF aprecia novamente o Volkswagen Type 60 decouvabrle.

Em 1946 surge o Type 60 depois Type 11 e o Type 51 substitui o Type 82E

Em 1946 surge o Type 11, a substituir o Type 60 e o Type 13 decouvable feito à mão.

Em 1950 o 11G decouvable foi produzida até 1953 também tinha um destaque especial.

Modificação na miniatura

Cortado o tejadilho e enrolada a lona  

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Miniatura

Motor e interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Ribeirinho

Material – Plástico

Material da placa de base – plástico

A base encaixa na carroçaria

País - Portugal

Anos de fabrico  a


publicado por dinis às 22:57
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Quinta-feira, 12 de Agosto de 2021

Opel Rekord - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Opel Rekord - Um olhar sobre as minhas miniaturas

296ª – Opel Rekord A Norev

Modelo real

Opel Rekord A 1700 duas e quatro portas Coupe 1963-1965

O Opel Rekord A sucedeu ao Rekord P II como uma continuação com umas carrocerias completamente novas desenhadas no Michigan e não em Rüsselsheim, e inspiradas no Chevy II

O Rekord combinava uma carroçaria moderna e elegante com uma gama de motores que pouco tinham mudado desde 1937.

Alguns extras foram disponibilizados, travões de disco a frente com duplo circuito e caixa de quatro velocidades com o selector no chão em vez do selector no volante. Uma caixa de velocidades automática e uma de três velocidades semiautomática também eram opções.

Na Alemanha o seu preço era entre os DM 6,830 a 9,370; freios a disco dianteiros: + DM 200, quatro velocidades com mudança de piso: + DM 180. 885.292 unidades. Em números muito limitados, Karl Deutsch do Colônia vendeu uma versão conversível com motor 1700 S ou 2600 a  DM 11.765 e 13.060

O coupé foi baseado no design norte-americano do sedan tinha um perfil mais elegante, foi o trabalho da equipa de desenvolvimento alemã da Opel e montado na linha de produção de Rüsselsheim em conjunto com a Sedan e a CarAVan.

O Rekord A coupé serviu de base a conversões descapotáveis para construtores de carrocerias como a Autenreith produzido até 1964 e, posteriormente, por Karl Deutsch. Essa abordagem os tornou muito mais caros do que os outros carros da linha, e a conversão cabriolet não foi oferecida com o motor menor de 1.488 cc. Muito poucos cabriolés Rekord A foram vendidos.

Depois de Março de 1964 o motor L-6 com 2605cc, com seis cilindros em linha e 100cv era uma nova opção mas este motor também não era novo pois era baseado no Super 6 de 1937. Para o motor caber dentro do compartimento do motor foi necessário remover o radiador frontal e colocar um radiador de lado.

Este seria também o primeiro carro de passageiros Opel a funcionar com 12V.

Devido ao peso do motor e a falta de direcção assistida era difícil de conduzir.

De Março de 1963 a Agosto de 1965 foram construídos 887304..

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Miniatura

Abre as portas, porta-malas e levanta o capô para ver o motor.

Os bancos são rebatíveis.

Motor e interior detalhado

Com suspensão.

As rodas têm pneus de borracha de acordo com as originais.

Fabricante Norev

Série Metal

Referencia nº 803

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está carrvada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.

País - França

Anos de fabrico  a

 

 

 

 


publicado por dinis às 23:50
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Sexta-feira, 6 de Agosto de 2021

Ferrari Testa Rossa - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Ferrari Testa Rossa - Um olhar sobre as minhas miniaturas

290ª – Ferrari 500 TRC 1956 Solido

A terceira miniatura da Solido

Um modelo antigo equipado com as novíssimas rodas Modelos 3j e agora uma relíquia estragada.

 Modelo real

Ferrari 500 TRC Spider Scaglietti

A saída da Mercedes-Benz das corridas proporcionou ao 860 Monza e ao novo 290 MM na época de 1956 a vitória no campeonato mundial de carros de sport de volta a Modena e renovado nos dois anos seguintes. 

500 TR

Como o 750 foi lançado em 1954, o 500 Mondial foi substituído por outro carro de dois litros, o 500 TR. A carroçaria uma obra da Carrozzeria Scaglietti foi o primeiro carro a levar o famoso nome Testa Rossa, a versão mais recente dos quatro cilindros de Lampredi apresentava os cabeçotes do cilindro vermelhos. o 500 TR diferia do Mondial em muitos detalhes. Entre as mais importantes estava uma suspensão de mola helicoidal, uma mudança radical para a Ferrari.

O único carro com motor de quatro cilindros disponibilizado aos clientes em 1956 foi o novo 500 TR na versão de dois litros, Desenvolvido sob a orientação do novo engenheiro-chefe da Ferrari, Vittorio Jano, o último modelo de dois litros apresentava uma estrutura tubular de aço simples. Triângulos duplos foram usados ​​na frente, enquanto um eixo traseiro sólido substituiu a configuração DeDion mais pesada e muito mais complicada usada nos carros anteriores, bem como uma transmissão sincronizada com uma embraiagem de dois discos.

O motor 'Tipo 131' apresentava dois carburadores Weber, ignição de faísca dupla e sistema de cárter seco. Produzia formidáveis ​​180 cv, dez a mais do que o motor do 500 Mondial. Essa potência foi transferida para as rodas traseiras por meio de uma caixa de câmbio robusta de cinco marchas para um pe O 500 TR pesava apenas 680 kg so  de apenas 680 kg

Um 500 TRC foi o 7º geral e a vitória na classe nas 24 Horas de Le Mans em 1957 e uma vitória na classe em 1958 no Targa Florio e um dos participantes no Grande Prêmio de Cuba de 1958 pela Scuderia Cuba Livre

19 unidades foram produzidas em1956 e 1957

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Modificação na miniatura

As novíssimas rodas Modelos 3J

Miniatura

Com bancos. e interior

Sem suspensão.

Fabricante Solido

Série 100

Referencia nº

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.

País - França

Anos de fabrico  a

 


publicado por dinis às 23:22
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Segunda-feira, 26 de Julho de 2021

Mercedes Benz Formula 1 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Mercedes Benz Formula 1 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

279ª – Mercedes Benz W 196 Mercury

Uma relíquia encontrada…

 Modelo real

Fórmula 1 1954

O Mercedes-Benz W196 foi o modelo utilizado pela Mercedes- Benz, para disputar os campeonatos de Fórmula 1 de 1954 e 1955.

O Mercedes-Benz W 196 R projetado para a temporada de 1954 estava de acordo com a nova regulamentação de Grande Prêmio decretada pelo órgão regulador do desporto, a CSI (Commission Sportive Internationale): uma capacidade de 750 cc com ou 2500 cc sem supercharger, a escolha da mistura de gás, uma distância de corrida de 300 quilômetros ou um mínimo de três horas.

A versão simplificada foi concluída primeiro porque a corrida de Reims que deu início à temporada permitia velocidades muito altas. Depois disso, houve também uma versão com rodas expostas.

Esta obra-prima de prata, da qual foram construídas 14 unidades incluindo um protótipo, não deu hipótese aos seus adversários nos dois anos seguintes. Aerodinâmico e original era prático e visualmente atraente. A partir do Grande Prêmio da Alemanha em Nürburgring no início de Agosto de 1954 em diante, no entanto, uma versão de roda aberta (monoposto) também fez parte do line-up. Sua estrutura tubular era leve e robusta, sua suspensão com barras de torção e um novo eixo giratório de junta única na parte traseira, assim como os gigantescos freios a tambor Duplex, com refrigeração turbo e centralmente dispostos, eram excepcionalmente bons. O motor em linha de oito cilindros com injeção direta e controle de válvula desmodrômica (1954: 256 hp (188 kW) a 8260 rpm, 1955: 290 hp (213 kW) a 8500 rpm) foi instalado na estrutura espacial em um ângulo de 53 graus para a direita para abaixar o centro de gravidade e reduzir a área frontal. Além do mais, os preparativos meticulosos para cada corrida individual remontam à gloriosa década de 1930 e, ao mesmo tempo, antecipam a abordagem moderna da Fórmula Um.

Duas versões: carro monolugar e streamliner

As duas versões do W 196 R eram intercambiáveis ​​sem esforço. O chassi número dez, por exemplo, um dia brilhando com sua antiga glória em sua carroceria de alumínio totalmente novo, foi inscrito com as rodas abertas no Grande Prêmio da Argentina de 1955 (conduzido por Hans Herrmann, Karl Kling e Moss para o quarto lugar) e no Grande Prêmio da Holanda Prêmio (com Moss ao volante, terminando como vice-campeão), e totalmente aerodinâmico novamente realizado testes em Monza. Qual deles foi usado dependeu das peculiaridades do circuito, da estratégia escolhida e dos gostos e desgostos do respectivo piloto.

O histórico do W 196 R era realmente impressionante: nove vitórias e voltas mais rápidas, bem como oito poles position nas doze corridas do Grande Prêmio em que participou e, claro, os títulos de campeão mundial do Argentino Juan-Manuel Fangio em 1954 e 1955.

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Miniatura

Sem suspensão.

As rodas têm pneus de borracha de acordo com as originais.

Fabricante Mercuri

Série

Referencia nº55

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está cravada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão.

País - Itália

Anos de fabrico  a

 

 

 

 


publicado por dinis às 23:43
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Segunda-feira, 19 de Julho de 2021

Mercedes Auto Union com reboque  - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Mercedes Auto Union com reboque  - Um olhar sobre as minhas miniaturas

272ª – Mercedes Auto Union Solido

A 25 de Novembro coincidência ou não um Jeep tão útil no exército, agora na versão civil

Ao fim do dia 25 de Novembro de 1975, as forças afetas ao VI Governo Provisório neutralizaram as unidades militares contestatárias, e o fim de uma época negra terminou.

As armas distribuídas aos civis não chegaram a sair dos caixotes e as restantes unidades militares não se movimentaram e terem evitado a guerra civil.

 Modelo real

Auto Union M DKW Munga foi produzido entre 1954 a 1968

Desenvolvido no início dos anos 1950 como uma alternativa da Alemanha Ocidental ao Jeep do Exército dos EUA depois de vários fabricantes de automóveis, incluindo Borgward e Porsche, que produziram o Jagdwagen muito semelhante, para projetar um veículo militar pequeno e ágil.

O Auto Union DKW Munga 4 foi apresentado em 1954 é alimentado por um motor de dois tempos, 900 cc de 3 cilindros e uma caixa manual de 4 velocidades,

A transmissão era permanente nas quatro rodas.

O todo terreno “DKW Munga” foi construído para a DKW pela Auto Union em Ingolstadt para o exército alemão. A produção foi iniciada em outubro de 1956 e encerrada em dezembro de 1968. Nesse período, foram fabricadas 46.750 unidades. Sua enorme robustez, aliada a um peso muito contido, fizeram com que ganhasse a simpatia do exército alemão, que o utilizava para inúmeras funções.

Em 1959 a Auto Union inaugurou a sua fábrica em Ingolstadt, onde hoje é sede da Audi. Segundo dados da época, mais de 340 milhões de marcos alemães foram investidos pela Daimler-Benz na Auto Union.

Mas, num breve período da história uma união entre a marca da estrela e a fabricante que usa as quatro argolas como símbolo apensar numa nova marca e talvez a pensar no confortável G Wagem apresentado em 1979.

Bronco era o seu nome, o primeiro a usa-lo nos Estados Unidos, ainda a Ford não pensava no seu Bronco.

Apenas seis anos antes da estreia do Jeep DKW, uma parte da Auto Union que se tornaria uma parte da Volkswagen em 1968, fez planos para oferecer seu próprio 4x4 com o nome Bronco nos Estados Unidos, por meio das concessionárias Mercedes-Benz.

A partir de 1963, a Daimler- Benz ajudou na modernização e desenvolvimento dos produtos da Auto Union, que passaram a ser Audi.

O Munga, é um acrônimo de Mehrzweck Universal Geländewagen mit Allradantrieb, ou "carro off-road universal multifuncional com tração nas quatro rodas”. No Brasil ficou conhecido como Candango.e fabricado pela ultima fabrica da DKW Vemag.

A influência da equipe de Kraus ficou para a história e modelos como o Audi 100 e o Mercedes-Benz W 119, e o seu novo motor 4 cilindros ambos de porte médio, guardam várias semelhanças entre si e comprovam que, se hoje são concorrentes, Audi e Mercedes-Benz.

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Miniatura

Abre as portas, porta-malas e levanta o capô para ver o motor.

Os bancos são rebatíveis.

Motor e interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas têm pneus de borracha

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

As rodas são de plásticos iguais aos modelos desta época no fabricante.

Fabricante Solido

Série Les Militaires

Referencia nº 5/66

Material – zamac

Material da placa de base – zamac

A base está cravada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.

País - França

Anos de fabrico  a

 


publicado por dinis às 22:42
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Domingo, 18 de Julho de 2021

Porsche 550 Spyder - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Porsche 550 Spyder - Um olhar sobre as minhas miniaturas

271ª – Porsche 550/4 Spyder 1955 Modelos 3J

O meu primeiro Kit de resina em loja pré ON LINE

"A Boutique Auto Mundo Shoping “abre, hoje as suas portas” – exactamente nesta página – a nossa boutique AUTOMUNDO SHOPING" e lá estavam anunciados os modelos em resina da 3J e, disponíveis no para venda  desde 1 de Outubro de 1975, através da Revista Auto Mundo

Porsche 550/4 Spyder de 1955, o Mercedes W196 F1 de 1954, o Ferrari 500F2 de 1953 e o Mercedes Avus de 1937.

Cada modelo em resina ao preço de 95$00

E o escolhido foi o Porsche,

A caixinha azul chegou e depois de analisar ao miniatura debrucei-me na foha  de instruções metade de uma folha A4 fotocopiada, o que já era muito bom.

“ (…) o modelo apresentado refere-se a versão mais vulgarizada de 1955 e que colecionou triunfos desde as 24 horas de Le Mansa e ao III Circuito Internacional de Lisboa.

4º classificado Von Frankenberg /Pollensky nº 37

13º classificado Duntov/Veullet nº 49

III Circuito Internacional de Lisboa

Taça Governador Civil de Lisboa

1º Stirling Moss nº 3

2º Joaquim Filipe Nogueira nº1

Modelo real

O Porsche Type 550 Spyder obteve muito sucesso em diversas partes do mundo por tantos anos que deve ser o maior carro de corrida desportivo da história.

Dominando a sua classe de 1 ½ litro, corrida após corrida, os Spyders batiam carros bem acima de seu peso e por vezes rivalizar com carros muito maiores.

Tudo começou com a produção de Spyders em 1954 um modelo derivado do Coupé um exemplar exibido no Salão de Paris em Outubro de 1953.

O Type 550 era um carro novo a ser usado pela fábrica para corridas nas classes 1100 e 1500.

Depois de um tempo muito curto, o Porsche 550 Spyder provou ser um desenvolvimento inovador para a então incipiente empresa de carros esportivos de Stuttgart.

Leve, durável e confiável; esses eram os principais pontos fortes do Porsche 550 Spyder. Em pistas sinuosas e ruas estreitas, o carro estava em seu elemento. Tão importante quanto a força física do carro era a equipe que trabalhava nele em segundo plano. “Éramos todos quase da mesma idade”, lembra Egon Alber, agora com 85 anos.

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Modificação na miniatura

Miniatura em kit de resina, montada por min proveniente da Modelos 3J

Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas têm pneus de borracha

As rodas e penões são em resina de acordo com as originais.

Fabricante Modelos 3J

Série resina

Referencia nº 1

Material – resina

Material da placa de base – presina

A base faz parte da carroçaria

Apresentado em caixa de cartão.

País - Portugal

Anos de fabrico 1975 a

 


publicado por dinis às 19:16
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Sábado, 17 de Julho de 2021

Austin London Taxi - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Austin London Taxi - Um olhar sobre as minhas miniaturas

270ª – Austin London Taxi Corgi Toys

O ícone londrino

Com suspensão de mola, volante e assentos.

 Modelo real

Austin FX4

Gerações de londrinos o modelo quase durante 40 anos de 1958 a 1997

Os primeiros Austin London Taxicabs começaram a ser fabricados em 1930, baseados na carroceria do Austin 12-4 e que se distinguiam facilmente pela sua altura. Ficaram conhecidos por tecto altos parra acomodarem facilmente a cartola ou chapéu-coco de um cavalheiro. A meio da década de 1930, a Austin cortou 15 centímetros das cabines e as novas versões foram chamadas de carregadores baixos, um grande sucesso para Austin, pois eram baratos, facilmente obtidos e fáceis de manter até o FX3, entrar em produção até 1958.

Austin FX4.

O FX4 eliminou os estribos e uma aparência muito mais ampla, embora o corpo fosse, na verdade, apenas uma polegada mais largo. O sistema de levantamento embutido e a plataforma de bagagem foram eliminados e, mecanicamente, usavam freios hidráulicos e uma transmissão automática Borg-Warner.

O FX4 é o táxi mais popular de Londres e foi construído durante 39 anos com mais de 75.000 unidades produzidas. O preto tornou-se a cor padrão para os táxis de Londres  e o menos caro para fabricantes e empresas de táxi durante o pós-guerra até a década de 1970.

Em 1982, a Carbodies já a produzir o FX4 para Austin e a Mann & Overton assumiu os direitos de propriedade intelectual do táxi quando a BLMC perdeu o interesse nele; Posteriormente a Carbodies o produziu com seu próprio nome.

Em 1984, a Carbodies passou a se chamar London Taxis International e o problemático motor foi substituído por um 2.5 também da Land Rover, de 68 cv ,

O Fairway de 1992, agora com motor Nissan 2.7 de 79 cv. travões de disco,

Finalmente o Fairway foi substituído no final de 1997 pelo TX1, que foi posteriormente substituído em 2002 pelo TXII. Este por sua vez foi substituído em 2007 pelo TX4.

 

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Miniatura

Interior detalhado em peça única .

Com suspensão.

As rodas têm pneus de borracha

Fabricante Corgi Toys

Série

Referencia nº 418

Material – zamac

Material da placa de base – zamac

A base está cravada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.

País - Inglaterra

Anos de fabrico  a


publicado por dinis às 23:17
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Quinta-feira, 8 de Julho de 2021

Unimog, o "burro do mato - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Unimog, o "burro do mato" - Um olhar sobre as minhas miniaturas

261ª – Mercedes Benz Unimog 406 Corgi Toys

Da vida militar para a civil sem ir ao Ultramar…

Modelo real

Em Janeiro de 1946 iniciaram-se os planos do Unimog, um veículo para trabalhos agrícolas e florestais.

O primeiro protótipo surgiu no final do ano, equipado com um motor a gasolina e um aspecto já muito semelhante ao que ao modelo a apresentar em 1947 e já equipado com o motor diesel da Daimler Benz.

Fabricada pela Boehringer, pela interdição imposta pelos Aliados no pós-guerra à Mercedes-Benz de produzir veículos todo o terreno para o mercado interno. Só em 1951 quando a limitação foi levantada a Unimog começou as vendas fora da Alemanha.

Dada a versatilidade, e capacidade de circulação em todos os tipos de terreno, rapidamente a Unimog se tornou num dos veículos mais utilizados pelas forças armadas de vários países.

Portugal não fugiu a regrae o Unimog esteve no serviço activo em todas as frentes durante a Guerra Colonial e na metrópole, e ainda hoje equipa várias unidades onde é um dos mais utilizados.

O Unimog para terrenos muito difíceis é capaz de vencer quase todos os desafios graças às suas capacidades off-road, pelo qual  pode ser usado em florestas, montanhas e desertos

Tração integral e capacidade de torção extrema proporcionam a este robusto veículo utilitário um avanço notável em terrenos difíceis.

O conforto e reduzido mas é muito prático.

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Miniatura

Abre as portas, porta-malas e levanta o capô para ver o motor.

Os bancos são rebatíveis.

Motor e interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas têm pneus de borracha

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

As rodas são de plásticos iguais aos modelos desta época no fabricante.

Fabricante Corgi Toys

Série

Referencia nº 406

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.

País – Inglaterra

Anos de fabrico  a

 


publicado por dinis às 19:27
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Quarta-feira, 7 de Julho de 2021

Ferrari 550 Squalo em Kit metálico - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Ferrari 550 Squalo em Kit metálico - Um olhar sobre as minhas miniaturas

260ª – Ferrari 550 Squalo 3J

O meu primeiro Kit e também o primeiro Modelos 3J em Vila real

Estávamos no Verão quente de 1975 as importações eram muito condicionadas. Em modelismo, havia os John Day, os G.P. Models da revista (Grand Prix Models), D.G. Models, Auto Replicas, e FDS e os Kits da Autódromo Estoril Modelos fabricados por John Day e de divulgação muito restrita.

Mas, foi este Ferrari 550 Squalo da Modelos 3J, o meu primeiro Kit em Metal.

Feio em “white metal” ou metal branco estão a ser muito utilizados em modelismo. Esta liga é composta por uma mistura de chumbo e ferro e se torna numa liga bastante mais mole para ser trabalhada convenientemente.

Já tinha lido e saboreado o artigo de Santos Carvalho no Jornal Motor e posteriormente o artigo de Jorge Curvelo em Lazeres de 12 de Julho de 1975 onde nos informava dos planos da 3J, a primeira marca Portuguesa de Kits em Metal e posteriormente em resina para os próximos meses.

O modelo apresentado era o Ferrari 555 squalo e eu fiquei encantado com o vencedor do Grande Premio de Espanha.

O anúncio da revista Auto Mundo, levou-me a pedir o modelo para o mini Shopping da AUTOMUNDO na Avenida Praia da Vitória,20, 3º D., acompanhado da Importância de 130$00 (120$00 + 10$00, correio registado) em cheque ou vale de correio.

João Campeão de Freitas, começa então a construir modelos artesanais para modelismo na escala 1:43, juntamente com mais dois modelistas, cria a marca de Modelos 3J – João Campeão de Freitas, Jorge Henrique e Jorge Campeão de Freitas.

Os modelos eram feitos numa oficina improvisada no quintal.

 Modelo real

Como dizia a folha de instruções, uma folha de papel A4 fotocopiado.

O Ferrari 555 Squalo é uma evolução que apareceu no Grande Premio de Monza em 1953, onde foi guiado por Maglioli Alteraçoes mecânicas, como sejam a passagem do motor de de 4 cilindros de 2 para 2,5litros na cilindrada e pequenas transformações na carroceria transformaram o modelo 553 no 555 que correu durante a temporada de 1954. Mais tarde, com a evolução do 555 Squalo, apareceu o Super-Squalo.

Todos estes carros tivera uma característica interessante, que consistia num entre-eixo curto e o uso de depósitos laterais, o que dava ao carro um aspecto bastante maciço.

A carreira desportiva deste modelo não foi dos mais brilhantes: ganha o Grande Prémio de Espanha, guiado por Hawthorn e o daly Express trophy, guido por Gonzalez. Exceptuando estas duas vitórias, apenas obtém mais alguns lugares secundários.

O modelo representado é guiado por Hawthorn no Grande Prémio de França, não se classificou. Pode-se reproduzir facilmente o modelo vitorioso em Espanha, bastando para isso substituir o círculo branco com o Nº6 a preto pelo nº 38 a branco e sem qualquer círculo.

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Miniatura

Só vinham os números 6 com a folha de instruções e tive de recorrer aos decalques da Solido.

Os números são da folha B de decalques da Solido

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas têm pneus de acordo com as originais.

Fabricante Modelos 3J

Série Metal

Referencia nº 1

Material – zamac

Material da placa de base – zamac

A base está colada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão.

País - Portugal

Anos de fabrico 1975 a

 

 

 


publicado por dinis às 23:20
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