Domingo, 12 de Maio de 2024

Wartburg A 311 coupé 1958- Um olhar sobre as minhas miniaturas

Wartburg A 311 coupé 1958- Um olhar sobre as minhas miniaturas

1195ª – Wartburg  A 312 coupê 1958 Minichamps

Wartburg modelo A 311 coupé 1958

Modelo real

Em março de 1956, na Feira de Leipzig, a AWE apresentou um interessante conversível de quatro lugares que será fabricado em Dresden e no ano seguinte, e levantou o véu sobre um cupê chamado "Reise-Coupé", grande o suficiente para quatro pessoas, e sobre um belo roadster com rodas rígidas. -top (313-1), desenvolvendo 50 cv e avaliado para 140 km/h (em comparação com 115 km/h para os outros modelos). Ele estava disponível apenas em vermelho ou branco. Ainda em 1957, a fábrica fabricou dois exemplares de uma espécie de “coupé-landaulet”, o 311 Bellevue. Em 1958, todos os modelos receberam a grade de malha do roadster.

Introduzido em 1965 como carro de transição, o Wartburg 312 teve uma vida útil muito curta. Externamente, notamos as rodas menores (13 polegadas em vez de 15) e a grade com sete faixas horizontais (reservada para exportação). A técnica evolui ainda mais, já que o chassi, a suspensão e o sistema de refrigeração são novos. Os sedãs e a picape foram retirados de serviço em junho de 1966, seguidos pelo cupê com capota rígida em janeiro de 1967. As peruas resistiram até março seguinte. No total foram produzidos 36.287 Wartburg 312, até à substituição pelo novo Wartburg 353. De referir que os 311 e 312 obtiveram grande sucesso no Benelux e na Suíça. Na Bélgica, François Pierreux (que comercializou uma versão topo de linha chamada President) vendeu mais de 4.000 Wartburg 311 e cerca de 800 Wartburg 312.

Destacou-se pela oferta de carrocerias, sempre pintadas em duas tonalidades numa  Alemanha Oriental, onde  todos deviam andar de igual e mesmo na RDA era raro, demasiado luxuoso, portanto o Coupé e o Cabriolet foram principalmente exportados. Principalmente para os países do COMECON, mas também para alguns países do Ocidente.

De qualquer forma, quando o Muro caiu e todos os cidadãos da RDA receberam dinheiro ocidental e carros ocidentais, eles jogaram quase todos os carros orientais no lixo, até mesmo carros raros, o Wartburg 311/312).

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Minichamps

Série Paul´s Model Art

Referencia nº preço 5795$00 0u seja 28€91

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País – Alemanha, feito na China

Anos de fabrico  a

 


publicado por dinis às 17:56
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Sábado, 11 de Maio de 2024

Maserati 250F – 1957 F1- Um olhar sobre as minhas miniaturas

Maserati 250F – 1957 F1- Um olhar sobre as minhas miniaturas

1194ª - Maserati 250F 1957– RBA 

Maserati 250F 1957 Juan Manuel Fangio

Grand Prix – Mitos da Fórmula 1

Modelo real

A Maserari substitui o 4CLT/48 por um novo Fórmula, em 1954, o Maserati 250F,

O Maserati 250F foi remodelado para a temporada de 1957. Além das modificações no motor, o chassi também foi revisto e utilizados tubos de maior diâmetro, porém de menor diâmetro, aumentando a rigidez e diminuindo o peso. As novas máquinas foram apelidadas de 'T2' ou 'Leve' e foram preparadas para a temporada de 1957. Objecto de constante desenvolvimento sempre foi a carroçaria monolugar em alumínio, que era agora mais baixa e elegante do que nunca. Descontente com a Ferrari, Fangio voltou para a Maserati, onde encontrou o 250F completamente renovado. Enfrentado Ferrari e Vanwall, dirigido por pilotos muito talentosos como Moss, Collins e Hawthorn, Fangio mostrou mais uma vez do que o 250F era capaz.

Com o nº 2 Fangio venceu na Argentina e na França no GP da Grand Bretanha e da Europa abandona, em Pescara é 2º  Em Monza tem nariz de cor mas, o 2 está do lado direito. Em Nurburgring no Grande Prémio da Alemanha vence e tem nº2 um pouco mais ao lado. Fangio foi campeão do mundo

Master Gregory também o tem no Mónaco e foi 3º 

O mesmo acontece a Jean Behra com o nº2 em Nurburgring é 6º e tem o nariz pintado.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante IXO, RBA Collectibles,

Série Grand Prix – Mitos da Fórmula 1

Referencia nº 10 preço 1595$00

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País – Portugal, feito na China

 


publicado por dinis às 23:36
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Terça-feira, 7 de Maio de 2024

Cooper T 51 F1- Um olhar sobre as minhas miniaturas

Cooper T 51 F1- Um olhar sobre as minhas miniaturas

1192ª – Cooper T 51 – Climax RBA 

Cooper Climax T51 British GP1959 1º Jack Brabham;

Grand Prix – Mitos da Fórmula 1

Modelo real

O Cooper T51 foi um dos monolugares da época que podiam participar mediante a simples mudança de motor pois o chassis foi delineado para isso.

O último Cooper podia assim participar na Fórmula 2 com motor 1500 cc. e na Fórmula 1, onde os carros oficiais adotaram os motores Climax FPF de 2.495 cc.

Rob Walker, obteve a primeira vitória do T51 durante a corrida extra-campeonato, em Goodwood. Na primeira prova do Campeonato do Mundo, cinco T51 participaram no Mónaco, com Moss a conquistar a pole position no Cooper. Brabham na segunda posição. Problemas na caixa de velocidades forçaram Moss a abandonar, e Brabham  conquista a sua primeira vitória num Grande Prémio.

No Circuito de Aintree a 18 de julho de 1959, teve lugar o Grande Prêmio da Inglaterra, o terceiro a ser realizado no Aintree Motor Racing Circuit, um circuito junto do hipódromo Aintree Racecourse.

As greves na Itália impediram a equipe italiana de participar, mas, libertaram o novo piloto da Ferrari, Tony Brooks, numa prova em que estavam inscritos 30 carros para competir nas 75 voltas ao circuito de quatro quilômetros e uma distância de corrida de 362 quilômetros.

Mos treinos Jack Brabham Cooper-Climax foi o maias rápido seguido de  Roy Salvadori              Aston Martin e  Harry Schell em BRM.

Iniciaram a prova 24 pilotos, entre eles Tony Brooks num Vanwall.

A prova foi dominada por Brabham que liderou todas as voltas para vencer por 22 segundos sobre o piloto britânico Stirling Moss dirigindo uma British Racing Partnership inscrita no BRM P25. O companheiro de equipe da Brabham na Cooper Car Company, o neozelandês Bruce McLaren, terminou em terceiro lugar, apenas 0,2 segundos atrás de Moss, tendo perdido o segundo lugar no final da corrida. Harry Schell terminou em quarto lugar pela equipe Owen Racing Organization BRM, uma volta atrás de Brabham.

A corrida foi vencida pelo australiano Jack Brabham, conquistando sua segunda vitória no Grande Prêmio em um Cooper T51.

Jack Brabham conquistou o título em 1959, Stirling Moss também foi muito competitivo com o T51 da equipe Walker. Além do Climax, algumas equipes tentaram outras combinações de motores: Atkins e Scuderia Centro-Sud experimentaram a estrada Maserati; Alf Francis e Rob Walker pensaram em usar um BRM enquanto em 1960 a Scuderia Castellotti escolheu um motor Ferrari. O T51 logo se tornou um veículo excepcional para muitas equipes privadas que também o utilizaram na Tasman Cup e na Intercontinental F1 de 1961.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante IXO, RBA Collectibles,

Série Grand Prix – Mitos da Fórmula 1

Referencia nº 8 preço 1595$00

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País – Portugal, feito na China


publicado por dinis às 19:03
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Segunda-feira, 6 de Maio de 2024

Tyrrell P34 1976 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Tyrrell P34 1976 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1191ª – Tyrrell P34 1976 RBA 

Tyrrell P34 1976 Jody Schecter 1º no GP da Bélgica

Ken Tyrrell apresentou o primeiro, e até agora único, carro de Fórmula 1 de seis rodas..

Grand Prix – Mitos da Fórmula 1

Modelo real

Nos anos 70 tivemos o Lotus 78, o primeiro com efeito solo e saias laterais, o Brabham BT46B, o “carro ventoinha”, e o Tyrrell P34

Derek Gardner, em conversa conta a Jackie Stewart a ideia de um carro de seis rodas.

“Fiz alguns cálculos e concluí que se eu tivesse um carro com quatro rodas dianteiras pequenas, contidas na largura da carroceria, poderia reduzir a quantidade de sustentação gerada pelas rodas dianteiras normais”, disse Gardner à revista Autosport. “Isso, por sua vez, me permitiria recuar na aerodinâmica dianteira. E, ei, pronto, o número que descobri foi equivalente a 40 cavalos de potência!

Desenhado no final de 1975 com as alterações do regulamento para 1976, a limitação da asa dianteira a 1,5 metros levou Derek Gardner, o projectista da Tyrrell, a imaginar um fórmula em que a via anterior fosse mais estreita, para que os pneus de menor diâmetro conseguissem continuar a ser abrigados por ela,. o P34 ganhou uma frente mais estreita e uns pneus anteriores de diâmetro muito inferior (em jantes de 10” como os primeiros Mini), que o tornou mais aerodinâmico, assegurando um ganho de 10 km/h nas rectas. o facto de usar quatro rodas de menor diâmetro, em vez de apenas duas maiores e mais largas, aumentava a área de contacto da borracha com o asfalto à frente em 40%, o que permitia igualmente travar mais tarde.

O P34 foi conduzido com maior sucesso por Jody Schekter e Patrick Depailler, que se destacaram ao alcançar as duas primeiras posições no Grande Prémio da Suécia de 1976, em Anderstorp, mas depois do campeonato de 1977 e quando os seus adversários já estavam a tentar encontrar a melhor forma de copiar a solução da Tyrrell, a regulamentação foi alterada, de forma a impedir as seis rodas.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante IXO, RBA Collectibles,

Série Grand Prix – Mitos da Fórmula 1

Referencia nº 1 preço 1595$00

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País – Portugal, feito na China

 

 

 

 

 


publicado por dinis às 19:40
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Domingo, 5 de Maio de 2024

Mc Laren F1 GTR - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Mc Laren F1 GTR - Um olhar sobre as minhas miniaturas

 1190ª – Mc Laren F1 GTR Minichmps

O McLaren F1 GTR #07R - GRT Jacadi correu

Modelo real

O McLaren F1era um carro de estrada, e a BPR Global GT Series, fundada por Jürgen Barth, Patrick Peter e Stéphane Ratel, iniciada na temporada de 1994, apresentava de carros desportivos como Venturi 600 LM, Ferrari F40 e Porsche 911 Turbo. para substituir o Campeonato Mundial de Carros Desportivos que terminou em 1992.

Gordon Murray utilizou um chassi de F1 não utilizado e que deveria ser o número 019, para transformar o F1 num carro de corrida.  O F1 GTR é numa máquina de competição personalizada com um sistema de gerenciamento de motor modificado que aumentava a potência. No entanto, com os regulamentos de corrida determinando o uso de restritores de ar e a potência do BMW V12 de 6,0 litros foi reduzido para 592 cv a 7.500 rpm. Também foram feitas alterações na suspensão, na aerodinâmica e nos painéis internos da carroceria, com a adição de saídas de ar no nariz e nas laterais, além de uma enorme asa ajustável.

Um dos nove Fl GTR foram construídos para a temporada de 1995, entre eles o chassis 07R, originalmente construído para a Giroix Racing Team, que fez a época com o McLaren Fl GTR no BPR GT em 1995

O #07R Mclaren F1 GTR, participou em Jarama mas 4 Hours a 9.4.1995 e terminou em 5º.

Em Nürburgring 4 Hours DMC/ADAC Rundstrecken-Rennen a 23.4.1995 Fabien Giroix (F)/Olivier Grouillard (F) terminou em 2nd

Na pré-qualificação para as 24 Heures du Mans a 30.4.1995 ocupou o 12º tempo.

Em Donington nas 4 Hours no Kärcher Global Endurance a 8.5.1995, Fabien Giroix (F)/Olivier Grouillard (F) foram 3º

Em Le Mans nas 24 Hours realizardes a18.6.1995 Jean-Denis Delétraz (CH)/Fabien Giroix (F)/Olivier Grouillard (F) foram 5º.

O F1 GTR nas 24 Horas de Le Mans de 1995, ficou em 1º, 3º, 4º e 13º lugar, assim se tornar no único fabricante a ter conquistado a Tríplice Coroa não oficial do automobilismo – vitória nas 24 Horas de Le Mans, Grande Prêmio de Mônaco e 500 Milhas de Indianápolis.

No BPR Global GT Series terminaram 13º, agora está registado para circular em vias públicas.depois de terem sido  removidos os restritores de ar, ajustando a suspensão e adicionando assentos de passageiros.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Minichamps

Série

Referencia nº preço 8200H00

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País – Germany, feito na China

Anos de fabrico  a


publicado por dinis às 17:26
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Sábado, 4 de Maio de 2024

Vanwall VW57 F1- Um olhar sobre as minhas miniaturas

Vanwall VW57 F1- Um olhar sobre as minhas miniaturas

1189ª - Vanwall VW57 – 1957 RBA 

439ª – Vanwall F1 1958 Modelos 3J

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/vanwall-f1-grande-premio-do-porto-1958-1358708

866ª – Vanwall F1 Brumm

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/vanwall-f-1-um-olhar-sobre-as-minhas-1657709

Grand Prix – Mitos da Fórmula 1

Vanwall VW 57 F1 1958 GP de Italia nº 18 Stirling Moss

Modelo real

Em 1957os britânicos esqueceram os dissabores e as afrontas que os italianos e a alemães s lhes vinham fazendo. A primeira vitoria num Grande Premio desde que Henry Segrave e a Sumbean venceram o GP de Tours em 1923.

Os Vanwall trazem a cor nacional britânica, ou seja, os três são verdes, e no Grande Premio da Grand Bretanha e Europa a colaboração de Moss e Brooks deram a primeira vitoria a marca.

A entrada de ar frontal indicam os carros de 1958 na sua última campanha de Vanwall a tempo inteiro na Fórmula 1 e quase terminou com o campeonato de pilotos. Moss e Brooks marcaram três vitórias cada para a equipa, com Stirling também a vencer a prova de abertura da temporada num Cooper inscrito por Rob Walker, mas também cada um também sofreu com cinco desistências. O extraordinário acto de espírito esportivo foi protagonizado por Stirling Moss para evitar que Mike Hawthorn fosse injustamente excluído de uma corrida também contribuiu para que o piloto da Ferrari se tornasse o primeiro inglês a vencer o campeonato mundial.

A entrada de ar frontal junto do grande flash amarelo no nariz foi visto no Grande Premio de Portugal e agora no Grande Prêmio da Itália em 1958 com o Vanwall nº 28 de Brooks e o nº 26 de Moss.

Pela primeira vez um carro italiano de Grande Prêmio apresenta travões de disco. Com o Ferrari de Hawthorn na primeira fila com três ao lado. Gendebien, von Trips e o Americano Phil Hill.

Hawthorn assume a liderança nos primeiros metros. Numa partida infantil usar demais a embreagem, diminuindo o desempenho do seu carro. Ainda na largada ele não está pronto e se envolve em uma colisão. Imediatamente depois, na entrada de Lesmo, von Trips errou a taravagem e acertou o BRM de Schell. A Ferrari voa pelo ar e o piloto torce o joelho. Numa volta as duas Ferrari ficam fora da disputa, enquanto a eficácia da terceira fica comprometida. Na Parabólica, a Ferrari de Hill sai com uma derrapagem perceptível, mas não consegue acompanhar o ritmo. A liderança é tirada de Moos, pelo próprio Hawortorn e também por Masten Gregory que conduz o último Maserati trazido para a corrida por Fangio, o "picolo".

Tony Brooks, vencedor de SPA e Nurburgring, esta longe, e Hawthorn só pode defender honrosamente o segundo lugar. durante sua explosão inicial. Hill fez a volta mais rápida.

O último GP é Marrocos onde parece que já não tem a entrada de ar frontal..

O Vanwall VW57 de 1958 foi o carro que venceu o primeiro campeonato mundial de construtores de Fórmula 1.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante IXO, RBA Collectibles,

Série Grand Prix – Mitos da Fórmula 1

Referencia nº 6 preço 1595$00

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País – Portugal, feito na China


publicado por dinis às 18:41
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Sexta-feira, 3 de Maio de 2024

Lotus 78 F1- Um olhar sobre as minhas miniaturas

Lotus 78 F1- Um olhar sobre as minhas miniaturas

1188ª - Lotus MK 78 Ford – 1978 RBA 

Lotus Mk 78 Ford 1978 Mario Andretti tem o nº 5 e Peterson o nº 6

A versão da Yaxon

565ª – Lotus MK3 Yaxon

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/lotus-78-formula-1-john-player-special-1444177

e agora a da colecção

Grand Prix – Mitos da Fórmula 1

Modelo real

O carro asa

Colin Chapman inovador, idealizou o chassis monolugar com o Mk25, em 1962, o motor integrado no Mk 49, em 1967, a carroçaria cónica desta vez no Mk 72no ano de 1970 e em 1977 o carro asa com o Mk 78.

O Lotus 78 teria sido pensado em Ibiza, em Agosto de 1975 durante as férias de Colin Chapman quando pensou sobre a sustentação das asas do avião que não se sustenta, mas sim a parte superior delas ao criar uma depressão que o suga, uma necessidade contraria nos ailerons do carro. 

A asa de avião invertida, seria o segredo, que uma vez descoberto, tornou tudo o resto circunscrito a esta ideia e os engenheiros Ralp Bellamey, Martin Ogilvie e Peter Wright desenvolveram e aplicaram na carroçaria.

Em 1977, o modelo 78 já incorporava o conceito de "carro-asa", com um perfil de asa invertida nas laterais a permitir que o fluxo de ar sugasse o carro para baixo, aumentando consideravelmente a aderência a utilizava o efeito solo, trazendo grande estabilidade em comparação com os carros de outras equipes,

A primeira vitória foi de Andretti em Long Beach a que se seguiu Espanha,  Gunnar Nilsson na Bélgica, Mario Andretti volta a vencer em França e em Monza.. no final do campeonato é 3º.

Para 1978, a Lotus manteve o carro nas primeiras provas e Andretti e Ronnie Peterson, que correu no Circuito Internacional de Vila Real que voltara à equipa, aceitando a condição de segundo piloto de Andretti.

A primeira vitória da temporada foi de Andretti na Argentina, Ronnie Peterson na Africa do Sul, em Zolder na Bélgica a primeira dobradinha, com o americano no novo 79 seguido do sueco no 78, seguida de nova dobradinha em Espanha agora com o 79. 

Na Suécia, Gordon Murray, utilizou um dispositivo aerodinâmico ventilador na traseira do Brabham para conseguir o efeito de sucção, mas é  Niki Lauda a vencer, O Brabham BT46B foi vetado porque o ventilador atirava sujeira para os carros que vinham atrás, ficando Chapman e a Lotus mais descansadas.

Em Monza, os pilotos da Lotus são os mais rápidos, a três provas do fim, com Peterson a ter de utilizar um modelo 78. Na partida, uma carambola envolve James Hunt, Riccardo Patrese e Peterson a bater de frente no guarda rail, teve as pernas seriamente feridas. Mas, um fragmento de osso entra na corrente sanguínea do sueco, que morreu por embolia na madrugada de 11 de setembro de 1978.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante IXO, RBA Collectibles,

Série Grand Prix – Mitos da Fórmula 1

Referencia nº 5 preço 1595$00

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País – Portugal, feito na China

 


publicado por dinis às 19:02
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Quinta-feira, 2 de Maio de 2024

Alfa Romeo 158 F1- Um olhar sobre as minhas miniaturas

Alfa Romeo 158 F1- Um olhar sobre as minhas miniaturas

1187ª - Alfa Romeo 158 – 1950 RBA 

Alfa Romeo 158 f1  1950  

Grand Prix – Mitos da Fórmula 1

Com o nº 4 encontrei no GP da Gran Bretanhaem Silverstone a 143 de Maio, onde Reg Parnell foi 3º e  Luigi Fagioli no GP de França em Reims onde foi 2º .

Depois do

765ª – Alfa Romeo GP 158 Brumm

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/alfa-romeo-gp-158-primeiro-campeao-do-1475544

Modelo real

O Alfa Romeo 158/159, Alfetta, ou seja, o Little Alfa em italiano, foi originalmente desenvolvido para a fórmula voiturette antes da Segunda Guerra Mundial

A correr como voiturette com prestações superiores à de muitos contemporâneos de Grand Prix, Gioacchino Colombo adjunto de Vittorio Jano na Alfa Romeo foi incumbido de desenhar o Alfetta  dotado de um motor sobrealimentado  de 8 cilindros  em linha que chegou  chegou aos 195 cv às 7500 rpm no dia da estreia em  na Copa Ciano em 1938.

A Alfa Corse na Coppa Ciano Junior estreou o Alfa Romeo 158 em agosto de 1938 em Livorno, Itália, onde Emilio Villoresi conquistou a primeira vitória do carro. Naquela época, o motor de 1.479,56 cc (58,0 x 70,0 mm) produzia cerca de 200 cv (150 kW) a 7.000 rpm. com a ajuda de um compressor Roots e foi imbatível em 1938 e 1939.

Os técnicos continuaram a trabalhar  no 158 até 1942 e sete 158 ficaram completos , dois 512 , peças sobresselentes e parte da oficina Movel da Alfa Corsa, foram guardados nas garagens do Circuito de Monza que os Alemães requisitaram em 1943 , mas que o automóvel Club de Milão já tinha transferido  para o departamento técnico em Melzo e em 1946 começaram a trabalhar e desenvolvido para produzir 254 cv (189 kW) em 1946 e no ano seguinte voltou com as novas regras a permitiam motores superalimentados de 1.500 cc e aspirados naturalmente de 4.500 cc. O 158 foi modificado novamente, desta vez para produzir mais de 300 cv (220 kW) e foi denominado Tipo 158/47.

O campeonato de Fórmula 1 em 1950 começou com carros velhos, todos os carros estreantes e o 158 pode participar no novo Campeonato Mundial de Pilotos e venceu todas as corridas da primeira temporada da Fórmula 1; incrível, um carro que surgiu em 1938 tenha sido tão vitorioso,

O 158, feito sobre um chassi tubular e estampado em chapas de alumínio, e o regulamento da época, obrigava o motor dianteiro longitudinal, é a sua característica alavanca de velocidades inclinada para o lado esquerdo, partindo do meio do cockpit, numa posição logo abaixo da perna do piloto: além de se preocupar com o volante e a pilotagem veloz, a troca das cinco marchas era tarefa complicada e bastante e incomoda.

E motor é alimentado por metanol, um tipo de álcool, parente do etanol.

A equipa Alfa Romeo incluía pilotos como Juan Manuel Fangio, Giuseppe "Nino" Farina e, este último que mais tarde venceu o Campeonato do Mundo de Pilotos cinco vezes, um italiano então com 44 anos de idade.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante IXO, RBA Collectibles,

Série Grand Prix – Mitos da Fórmula 1

Referencia nº 4 preço 1595$00

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País – Portugal, feito na China


publicado por dinis às 18:36
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Quarta-feira, 1 de Maio de 2024

Mc Laren Mercedes F1- Um olhar sobre as minhas miniaturas

Mc Laren Mercedes F1- Um olhar sobre as minhas miniaturas

1186ª - McLaren Honda MP4/5b 1990 RBA 

McLaren MP 4/5B 1990 Ayrton Sena da Silva

Grand Prix – Mitos da Fórmula 1

Nos 30 anos do seu desaparecimento, e o mundo, assistia pela TV, ao Grande Prêmio de San Marino de 1994.

Muito semelhante, senão igual.

1027ª – Mc Laren Honda Onyx

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/mc-laren-honda-mp45b-um-olhar-sobre-1773863

Modelo real

No segundo ano da regulamentação que fixava a cilindrada em 3500CC, a equipa Mc laren iniciou o mundial de 1990 como campeã, tanto na categoria de pilotos como na de construtores, mas a partir de meados da temporada a sua supremacia foi seriamente ameaçada.

A ida de Nichols para a Ferrari deixou para Neil Oatley afinar, fiabilizar e fazer evoluir adequadamente o McLarem MP4/5B como dedicar-se á preparação do novo Mp4/6 . para o carro de Sena, Ron Dennis contratou o engenheiro Gordon Kimball a meio do campeonato e depressa os seus peculiares exaustores de ar com ogivas múltiplas para voltar a situação mais convencional facilitando a condução. A caixa de mudanças transversal, de manejo muito delicado dispunha de um motor V10 RA 100E da Honda, muito eficaz e fiável.

A caixa de velocidades manual de seis velocidades do Mc Laren contrastava com a da Ferrari que dispunha de uma caixa semiautomática   que permitia fazer as mudanças de velocidade com uns pulsares e sem largar as mãos do volante.

A fim de melhorar o rendimento do tren dianteiro , Oatley dotou o MP/45B de um expectacular exaustor traseiro que ficou conhecido como Catedral, composto por um enorme arco central e quatro arcos mais pequenos, situados dois a dois , de ambos as lados.

Nas sessões de classificação a Mc Laren usou um combustível criado nos laboratórios da Shell que permitia ao motor Honda superar facilmente os 715cv.

As modificações ao longo da temporada fizeram com que o carro se parecesse como como o anterior. em 1990 a Mc Laren consegui a pela terceira   vez consecutiva, na categoria de construtores.

Ayrton Senna da Silva desde a primeira participação na Fórmula 1 no GP do Brasil em 1984  teve a sua primeira vitória em Portugal até aos 161 Grandes Prémios que disputou teve uma trajectoria extremamente frutuosa querendo ser sempre o melhor, com títulos mundiais em 1988, 1990 e 1991, os três para a Mc laren Honda. 

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Modificação na miniatura

A miniatura da RBA em relação a da Onys não tem piloto, o traseira é diferente e tem espelhos retrovisores.

Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante IXO, RBA Collectibles,

Série Grand Prix – Mitos da Fórmula 1

Referencia nº 3 preço 1595$00

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País – Portugal, feito na China


publicado por dinis às 17:14
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Terça-feira, 30 de Abril de 2024

Mercedes-Benz W196 sport  - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Mercedes-Benz W196 sport  - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1185ª – Mercedes 194 - 1954 RBA 

M. Fangio Mercedes-Benz W196 #18 vencedora italiano GP Fórmula 1 e novamente Campeão

Mercedes-Benz W196 de 1954 e 1955

Grand Prix – Mitos da Fórmula 1

Depois de ter visto uma foto da prova referente ao ano seguinte e com o mesmo número, fui comprar outro exemplar só que ele tem pelo menos uma abertura lateral no capot e depois de ver bem os números estão sobre o tradicional fundo branco. Não lhe toquei e anos mais tarde foi apresentado no fasciculo nº21 na serie Formula 1 - The car colection

A miniatura passou para a prateleira da Mercedes-Benz

328ª –  Mercedes Benz W 196 Streamlined Modelos 3J

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/mercedes-benz-w-196-streamlined-um-1288848

782ª – Mercedes Benz W 196 Brumm

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/mercedes-benz-w-196-sem-carenagem-um-1553070

1182ª – Mercedes 194 - 1954 RBA

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/mercedes-f1-com-carrocaria-de-sport-um-1876231

Na primeira prova do Mercedes W196 no Grande Prêmio da França de 1954, no circuito Reims-Gueux, Juan Manuel Fangio venceu seguido de Kling, e os dois cruzaram a linha de chegada em formação, com apenas 0s1 os separando. Foi apenas uma amostra do poderio da Mercedes.

No GP da Itália de 1955 os Mercedes-Benz  tipo Sport voltaram novamente no Autódromo Nazionale Monza. bem como dois carros de rodas abertas. Fangio #18 e Moss #16 tinham os streamliners enquanto Kling #20 e Taruffi #14 dirigiam os carros de rodas abertas.

Mercedes controlaram os treinos e ocuparam a primeira fila do grid na ordem habitual de Fangio, Moss e Kling; Taruffi foi o 9º mais rápido.

A 11 de setembro de 1955, na partida  Moss assumiu a liderança. Atrás dele estavam Fangio, Taruffi vindo da quarta linha do grid e Kling. Quando o campo terminou a primeira volta, Fangio liderou o trem da Mercedes e pouco mudou nas voltas seguintes, exceto Kling ultrapassando Taruffi. As voltas foram contadas enquanto os carros passavam pelas curvas da Villa Reale até que Moss chegou aos boxes na volta 19 para pedir a substituição de seu pára-brisa quebrado. A mudança demorou apenas 39 segundos, mas num exemplo do esforço de Neubauer para maximizar as respostas a quaisquer eventualidades, na próxima vez que Moss entrou no seu Streamliner, ele tinha um novo botão no painel; ele ejetou o pára-brisa para que pudesse ser removido ainda mais rapidamente e uma tela substituta simplesmente presa no lugar. A mudança de tela não foi um grande problema por si só, mas ao cobrar para recuperar seu lugar na cauda de Fangio, o streamliner # 16 de Moss quebrou o motor e o tirou da corrida, não antes de ele marcar a volta mais rápida da corrida em Porém, 2m46,9s. Kling estava fazendo uma boa corrida em segundo lugar quando o eixo de transmissão de seu carro se soltou, embora alguns relatos afirmem que foi um problema na caixa de câmbio que o tirou da corrida. Tudo isso deixou Neubauer estendendo a placa “regular” do RG para Fangio, e um surpreso Piero Taruffi, indicando que eles deveriam manter a posição e proteger seus carros até o fim.

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Modelo real

Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante IXO, RBA Collectibles,

Série Grand Prix – Mitos da Fórmula 1

Referencia nº 2 preço 1595$00

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País – Portugal, feito na China

 


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