Sexta-feira, 24 de Junho de 2022

 Ford Capri Production - Um olhar sobre as minhas miniaturas

 Ford Capri Production - Um olhar sobre as minhas miniaturas

610ª – Ford Capri 3.0 Racing Luso Toys

Fabergé Racing Ford Capri II 3.0S V6 Championnat de France Production 1978

O último Luso Toys…

Modelo real

A Equipe Fabergé competiu nos campeonatos britânico e europeu divulgando a sua “ eau de toilette”

O Ford Capri 3.0 no Campeonato Francês de Produção em 1978 foi entregue a Lucien Guitteny.

"Um avion nomme LULU": é o título do artigo da Auto Hebdo, após a vitória de Lucien Guitteny em Magny-Cours.

Ford  Capri 3.0 Racing Nº 33 do Fabergé Racing no Circuit de Magny-Cours, Nièvre, em France a 1/5/1978, foi pilotado por Lucien Guitteny e com o qual foi o vencedor, seguido do BMW 530i de Dany Snobeck, e do BMW 530i de Alain Cudini, em 4º ficou o Ford Capri III 3.0S Charles Cevert, F 2993 V6 que também foi proposto no Kit

Championnat de France de Production - Lucien Guitteny em 1978 tornou-se o terceiro Campeão Francês de Superturismo pela sua segunda temporada, com um Fabergé Racing Ford Capri III 3.0 S V6 com vitórias em Nogaro, Magny-Cours, Séquestre-Albi e nas 4 horas du Bugatti).

Modificação na miniatura

O Kit tinha os decalque para as versões de Charles Cevert e Lucien Guitteny, o escolhido para a minha miniatura.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante

Série Kit

Referencia K 10 preço

Material – zamac

Material da placa de base – metal

A base encaixa na carroçaria

Apresentado em caixa de cartão em kit e em embalagem de cartão com janela de visualização.

País - Portugal

Anos de fabrico  a

 


publicado por dinis às 19:24
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Quinta-feira, 23 de Junho de 2022

GRD S-73/072 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

GRD S-73/072 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

609ª – GRD S 73 Modelos 3J

GRD S-73/072 - Team Palma - Ernesto Neves XX Circuito Internacional de Vila Real 1973

 Modelo real

A G.R.D. (Group Racing Developments) foi fundada em 1971 por Mike Warner em Norfolk onde começou a produzir automóveis de Formula 3 e Sport com o projectista Jo Maquart, e como piloto de testes lá estava John Miles, antigo piloto da Lotus e vencedor de Vila Real.

Para 1973, aos dois Lola T292 do Team BIP viram juntar-se dois GRD S73, em Junho de 1973, importados pela “Gazo-Industrias Portuguesas Lda.” para Lumaro (Luis Madeira Rodrigues) Ernesto Neves, chassis #072 e #073.

Os motores eram os Ford BDA de 1997 cc e cerca de 270 cv, preparados pela Racing Services.

A estreia foi no Circuito de Vila Real com as cores do “Cartão Sottomayor” no de Ernesto Neves e em amarelo para Lumaro

A prova principal para os Grupos 3, 4 e 5, contava com cerca de 40 inscritos, muitos deles participantes no campeonato Europeu de 2 litros com destaque para os Lola T292 do Team BIP, para Carlos Gaspar e Carlos Santos, um outro T292 para Jean-Louis Lafosse e um quarto para Tony Birchenhough alem de vários Chevron.

O mais rápido, entre os 27 participantes foi o GRD (#041) da DART Racing, equipa semi-oficial, pilotado por Dave Walker, companheiro de Emerson Fittipaldi no JPS-Lotus no ano anterior, Ernesto Neves foi 5º nas duas sessões de treinos onde na primeira sessão a bomba de gasolina sobreaqueceu problema resolvido para a segunda sessão. No sábado já no final dos treinos rebenta um tubo de óleo junto ao respectivo manómetro.

A prova foi dominada durante 27 voltas pelo GRD de David Walker até bater com uma roda na curva da Salsicharia. Nesse dia Carlos Gaspar estava imparável foi recuperando terreno em relação a Walker, tendo vencido brilhantemente no seu Lola T 292/Ford do “Team BIP”, seguido de Peter Ghetin em Chevron B 23.

Lumaro fez uma volta e vai para a boxe, e Ernesto Neves com um bom início de prova, foi o melhor entre os portugueses nas primeiras 6 voltas, mas desistiu com problemas de pressão de óleo.

Modificação na miniatura

Como kit teve de ser preparado para depois ser pintado.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

As rodas são de plástico

Fabricante Modelos 3J

Série 2 Litros

Referencia nº 5 preço 350$00

Material – resina e metal

A base faz parte da carroçaria

Apresentado em caixa de cartão.

País - Portugal

Anos de fabrico  a

 


publicado por dinis às 18:36
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Quarta-feira, 22 de Junho de 2022

Rolls Royce Phanton III Coupe de Ville- Um olhar sobre as minhas miniaturas

Rolls Royce Phanton III Coupe de Ville- Um olhar sobre as minhas miniaturas

608ª – Rolls Royce Phanton III coupe de ville1939 Solido

Rolls-Royce Phantom III Sedanca de Ville por H.J. Mulliner

A versão coupé de ville da miniatura

580ª – Rolls Royce Phanton III cabriolet 1939 Solido

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/tag/miniatura+rolls+royce

Modelo real

O Rolls-Royce Phantom III Sedanca de Ville foi construído com uma majestosa carroceria, requintada construída por Mulliner entre 1936 e 1939. Mostrava a riqueza de seu proprietário e o poder de seu construtor.

O nome Sedanca veio de Sedan e Cabriolet, já que o veículo apresentava uma carroceria fechada para os passageiros traseiros e uma capota removível para a área do motorista. A mesma carroceria foi batizada de De Ville por outras casas, Com um radiador dianteiro alto e plano e a famosa estátua em cima, o veículo não mostrava nada além de opulência. Atrás da cabine, estava o porta-malas com tampa articulada.

H.J. Mulliner construiu o luxuoso habitáculo alto para que o proprietário pudesse usar um chapéu alto enquanto estava confortavelmente sentado na parte de trás. No interior, um confortável banco envolto em couro na parte de trás, com apoios de braços laterais. Como opção, um frigobar de madeira na frente dos bancos traseiros.

Sob o capot, o motor V-12 de 7,3 litros era uma obra-prima da engenharia da época. Ele apresentava tuchos hidráulicos e um sistema de ignição de faísca dupla (duas bobinas de ignição e 24 velas de ignição). Mas o sistema provou ser menos confiável e, a partir de 1938, a montadora instalou tuchos regulares e ajustáveis.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Solido

Série Age d´or

Referencia nº46 - 11/76 preço

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e vitrine plástica.

País - França

Anos de fabrico  a

 


publicado por dinis às 21:55
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Terça-feira, 21 de Junho de 2022

Porsche 911 2.8 Carrera RSR - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Porsche 911 2.8 Carrera RSR - Um olhar sobre as minhas miniaturas

607ª – Porsche Carrera RS Solido

Porsche 911 2.8 Carrera RSR - Peter Gregg / Hurley Haywood - Brumos Racing #9113600328 R4 24 Horas de Daytona  - 1º

 Modelo real

Em 1973 a Porsche ainda com os RSR em desenvolvimento, entregou 2 modelos novos a Penske e à Brumos, que antes foram á Alemanha para um teste antes da corrida.

A Brumos era a concessionária em Jacksonville na Flórida da Porsche, Volkswagen e Audi e administrada por Peter Gregg

Como ainda não estavam homologado em Grupo 4 GT os Porsche correram em Protótipo do Grupo 5. O chassi R4 foi para a Brumos de Peter Gregg e Hurley Haywood, e fez sua estreia ao lado do R3 da Penske com Mark Donohue / George Follmer  nas 24 Horas de Daytona de abertura da temporada, que aconteceu no fim de semana de 3 e 4 de fevereiro.

Nos treinos Peter Gregg e Hurley Haywood foi oitavo e Mark Donohue décimo segundo.

A boa prova inicial levaram a Brumos ao quinto lugar e a Penske ao sexto.

Na quinta hora, os problemas surgiram em alguns protótipos levaram os dois Porsche 911s ao segundo e terceiro, doze voltas atrás do líder Matra.

O Matra de François Cevert pouco depois da meia-noite, parou com uma biela gripada. A Penske passa a primeiro, seguido do Brumos em segundo. Arturo Merzario está em terceiro a 18 voltas no Ferrari 365 GTB/4C NART.

No final da noite, Donohue vai para a frente enquanto o Brumos estava com bandeira preta por um farol defeituoso.

Por volta das 5 da manhã, o Porsche Penske azul pilotado por Mark Donohue / George Follmer parou com uma vantagem de três quartos de volta sobre a R4, mas logo depois que voltou, um rastro de fumaça começou a surgir. O Porsche azul volta as boxes, com um pistão furado.

 O engenheiro da Porsche vai á box da Brumos que liderava a corrida e pediu a Peter Gregg para este avisar Haywood para abrandar o ritmo que estava a impor na liderança da prova, com receio que o mm lhe pudesse acontecer mas Gregg estava preocupado com o facto de Haywood ter levado com uma gaivota no carro e não tinham  um para-brisas suplente para a mudança. Recorreram a um carro particulare do paddock e conseguiram arranjar quem lhes solucionasse o problema.

No final o Porsche Brumos de Peter Gregg e Hurley Haywood venceram por 22 voltas o Ferrari 365 GTB4 Daytona de Francois Migault  do North American Racing Team

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Miniatura

Abre as portas.

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante  Solido

Série

Referencia nº24 – 6/74 preço

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País - França

Anos de fabrico  a

 


publicado por dinis às 19:36
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Chrysler 180 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Chrysler 180 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

606ª – Chrysler 180 Norev

Chrysler 180 2.0, Juan C. Onoro XIV Prêmio Ciudad de Alcañiz 1978

Em 1976 Manuel Juncosa em Chrysler 160 Gr1 dos Talleres Juncosa foram campeões e no ano seguinte é a Chrysler España com Juan Carlos Oñoro no Chrysler Gr2 a alcançar o título.

Nos 500 Km do Estoril inscreveram-se três Chrysler 180 a debitarem 190/195cv 7500rpm com injecção Kugelfischer o carter húmido foi substituído por carter seco e os quatro travões de disco apenas os da frente eram ventilados e o peso era na ordem dos 950/960 Kg. Problemas ditaram o seu abandono excepto Onoro que foi 12º que com problemas, foi o ultimo.

 Modelo real

Em 1978 o Circuito de Guadalope a corrida do "Grupo 2" do XIV Prêmio Ciudad de Alcañiz duas marcas disputavam o campeonato Espanhol para carros de 2 litros; Seat e Chrysler.

Na volta de aquecimento Sanz de Madrid abandonou, com problemas na bomba de combustível do seu Chrysler preto.

Após a largada, os dois Seat 124 mantiveram a liderança, mas Oñoro entrou depois de recuperar a posição com Julio Blanco (Opel Kaddet),.

Na segunda volta da corrida, Oñoro (Chrysler) também ultrapassou o líder Juncosa (Seat) e aos poucos foi ganhando distância, enquanto o terceiro colocado Hansi Babler começou a ter problemas com seu Seat 124, e entrou nos boxes, retomando a marcha mais tarde mas com várias voltas perdidas.

A corrida de uma hora avança com o Chrysler oficial de Oñoro com aparente conforto na liderança. Mas para o grupo por trás as coisas estão muito animadas, com um duelo entre grandes conhecidos do Circuito de Guadalope. Antonio Albacete (Chrysler 180 2.0), Pierre Cassagne (Chrysler 180 2.0) e Evaristo Sarabia (assento 1430/1.8) lutam pelo terceiro lugar. Albacete acabaria por abandonar com  problemas mecânicos, mas já havia sido ultrapassado por Sarabia que mais tarde ultrapassaria Cassagne e protagonizaria uma feroz perseguição em busca do líder. A distância entre eles foi suficiente para que não houvesse mais surpresas, mas Juan Carlos Oñoro começou a sofrer com problemas de pressão do óleo e foi perdendo distância em grande ritmo. A direção de corrida decide deixar a corrida em 25 voltas e no final desta Sarabia (Seat) passa apenas menos de 6 segundos atrás de um Oroño salvo pelo sino. Ainda faltavam 9 minutos para chegar ao tempo de corrida estipulado na largada, e muitos foram os que duvidaram que o carro oficial da equipe Chrysler pudesse ter terminado ou defendido naquelas condições contra um Sarabia muito rápido, aliás, o outro oficial Chrysler, o de Santiago Martín Cantero não participou da corrida desde que sua bomba de óleo, foi colocada no carro de Oñoro no sábado após a qualificação.

A classificação final seria a seguinte:

1 – Juan C. Onoro (Chrysler 180/2.0)

      Volta mais rápida da corrida: 1'58''58

2 – Evaristo Sarabia (Seat 1430/1800)

3 – Pierre Cassagne (Chrysler 180/2.0)

4 – J. Francisco Canalda (Chrysler 180/2.0)

Modificação na miniatura

O modelo da Norev foi alargado e feito o spoiler frontal.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Norev

Série Metal

Referencia nº 808 preço

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.

País – França

Anos de fabrico  a

 

 


publicado por dinis às 01:49
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Segunda-feira, 20 de Junho de 2022

Lancia 037 Rallye - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Lancia 037 Rallye - Um olhar sobre as minhas miniaturas

605ª – Lancia 037 Rally Vitesse

Lancia 037 Martini Rallye Tour de Corse 1982 Markku Alen –Ilkka Kivimaki 9º classificado

A primeira miniatura da Vitesse, o Lancia 037 Tour de Corse 1982 oferecia a possibilidade de fazer duas versões. 

Nº1 Attilio Bettega - Maurizio Perissinot e Nº 6 Markku Alen –Ilkka Kivimaki

Modelo real  

Em 1980, para cumprir os novos regulamentos do Grupo B da FIA a Lancia iniciou o desenvolvimento do projeto 037. A Abarth, agora parte do grupo Lancia-Fiat, fez a maior parte do trabalho de design, incorporando uma linha de teto de bolha dupla. O carro foi desenvolvido em colaboração entre Pininfarina, Abarth, Dallara e o gerente de projeto, o engenheiro Sergio Limone.

Antes da primeira participação na temporada do Campeonato Mundial de Rally de 1982, 200 modelos de estrada foram construídos para cumprir os regulamentos do Grupo B.

É o ano de mudança para os novos grupos N, A e B o Lancia foi anunciado em Março de 1982 e enquanto a maioria dos fabricantes faz meses de testes o Lancioa foi testado em provas.

O carro fez sua estreia na competição no Rally Costa Smeralda de 1982, na Itália, onde dois carros foram inscritos, mas ambos foram retirados devido a problemas.

De 6 a 8 -9/05 no 26º. Tour de Corse o Lancia 037 Rally, com Markku Alén e Attilio Bettega foi 9º classificado sem se intrometer na luta pela vitoria entre Andruet no Ferrari 308 GTB e Ragnotti no Renault 5 Turbo. Bettega teve um cidente grave de que fraturou as pernas e ficou seis meses no hospital, com o 037 Rally.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Vitesse

Série

Referencia nº 1000 preço

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.

País - Portugal

Anos de fabrico  a

 

 

 

 


publicado por dinis às 00:25
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Domingo, 19 de Junho de 2022

Bugatti Type 44 1927 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Bugatti Type 44 1927 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

604ª – Bugatti T44 1928 Matchbox

Bugatti Type 44 1928 Fiacre 2 portas Fixed Head Coupe Gangloff

Constava que o grupo Lesney não se encontrava em boas condições financeiras mas o Bugatt Type 44 de 1927 foi apresentado em duas cores preto e amarelo

Na caixa dizia

Desenhado por Ettore Bugatt um engenheiro de origem italiano que construiu automóveis em França. Este T44 tem um motor de 3 litros e 8 cilindros em linha com o requinte e as performances próprias dos Bugatti. . Como todos os Bugatti o T44 foi construído unicamente por encomenda para responder as exigências dos seus individuais dos seus compradores. Este modelo é um “Fiacre” três lugares e comporta o radiador na característica ferradura do cavalo. 

Modelo real

Ettore Bugatti apresentou o modelo em outubro de 1927. A carroceria que lembra a clássica carruagem de aluguer do século XVII, ou fiacre. Com apenas dezoito anos de idade, Bugatti desenvolveu o fiacre num estilo que permaneceu constante ao longo de sua carreira.

Motor em linha de oito cilindros instalado longitudinalmente na frente do veículo. Diâmetro 69 mm e curso de 100 mm resultam em 2991 cm³ . Cada cilindro tem duas válvulas de admissão e uma válvula de escape. O virabrequim tem nove rolamentos lisos. O motor é refrigerado a água e tem uma potência máxima entre 80 e 100  cv . A transmissão tem quatro marchas para a frente. As rodas traseiras são acionadas através de um eixo cardan.

O chassi é semelhante ao Tipo 38 e Tipo 43  e duas distâncias entre eixos diferentes de 312 cm e 322 cm estavam disponíveis. A largura é de 125 cm. Os veículos têm entre 410 e 420 cm de comprimento e entre 140 e 145 cm de largura. O chassi pesa aproximadamente 915 a 940 kg. A velocidade máxima está na faixa entre 138 e 150 km/h.

Incluída como uma opção de carroçaria no catálogo Bugatti de 1927, este Tipo 44 foi construído em Outubro de 1928, foi despachado para Gangloff para seu estilo Fiacre antes de ser vendida para a Alemanha para o industrial cervejeiro e piloto de corridas Emil Bremme em 1929 por 96.000 francos franceses.

O chassi nº 441141 recebeu a típica carroceria coupé de duas portas e quatro lugares “Fiacre”, acabado em amarelo e preto, fabricado em 1929, foi entregue novo à concessionária francesa Bugatti Gaston Docime de Paris em 1930.

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Fabricante  Matchbox

Série Models of Yesteryear

Referencia nº Y24  preço

Material – zamac

Material da placa de base – Metal

A base está cravada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País - Inglaterra

Anos de fabrico  a

 


publicado por dinis às 00:39
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Sexta-feira, 17 de Junho de 2022

Aurora Porsche RSR António Barros - Um olhar sobre as minhas miniaturas


Aurora Porsche RSR António Barros - Um olhar sobre as minhas miniaturas

603ª – Porsche Aurora RSR Luso Toys transformado

No post referente á miniatura
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/tag/miniatura+0509+porsche+aurora+rsr+luso+t
1979 Pierre Axel 2º classificado ou 1980 Ponto Verde vencedor, qual decorar e porque não o da Proloco ?
Uns tempos mais tarde encontrei outro Porsche da Luso Toys e fiz outro. para o António Barros, somente ainda não percebi porque não pintei o Aileron e na frente lhe faltam as duas entradas de ar e os piscas.
Seria para fazer o da fazer o da Proloco o outro Aurora Porsche Proloco construído em 1980 para Joaquim Moutinho e que não correu em Vila Real, é só fazer os faróis ovalizados.
Modelo real
A corrida do Agrupamento B em 1979 começou com o arranque de Barros, seguido por Giannone, Tino Pereira (de Tomaso Pantera) , Serafim Martins (Capri 3000), Jorge Petiz (Escort) e de Fernando Carneiro (Datsun 240Z). os espectadores estão de pé e os Porsche colados até que António Barros veio às boxes e , Giannone toma o comando. Na 21ª, Tino Pereira no terceiro posto com o grande De Tomaso Pantera abandona. Fernando Carneiro com o 240Z, é terceiro, já sem Sol
Em 1980
A duelo contínua agora com novos motores.
António Barro partiu muito bem e Giannone atrasou-se e na primeira volta já havia uma diferença de mais de 5 segundos até que na 14 volta Giannone vai à box com o motor envolto em fumo.
O novo motor Motor preparado por Meznaire caminha para a vitoria e Robert é 17º numa classificação em que o artigo 21 do regulamento estabelece que só serão classificados os concorrentes que efetuem pelo menos 2/3 das volatas do vencedor.
Modificação na miniatura
Refeita a frente ainda hoje estou a espera dos decalques…

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Ainda com o pó com que eu diferencio as minhas miniaturas já publicadas…

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante  Luso Toys

Série Metal

Referencia nº 8

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está cravada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.

País – Portugal

Anos de fabrico  a

 


publicado por dinis às 21:45
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Quinta-feira, 16 de Junho de 2022

Citroen SM Proto encurtado - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Citroen SM Proto encurtado - Um olhar sobre as minhas miniaturas

602ª – Citroen SM Solido Transformado

Citroen SM Proto Courto - Björn Waldegard - Hans Thorszelius - 6º Rally Portugal 1972 - 3º Classificado

Modelo real

A Citroën começou a usar o SM com o motor 3.0 V6 da Maserati, em ralis quando ainda usava o DS.

O Citroën SM teve a primeira vitória à geral na sua primeira saída em competição em 1971, na 17ª edição do Rali de Marrocos, enquanto os seus companheiros Jean Vinatier e Pierre Thimonier desistiram por problemas na transmissão da do pesada SM de Grupo 1 que pesava tonelada e meia.

Aplicando a mesma técnica do DS também foram feitos protótipos mais pequenos do SM, com a distância entre eixos encurtada em 60 cm e 300 kg mais leve.

Em 1972, os campeonatos internacionais de ralis permitiam a participação de protótipos (Grupo 5), a equipa francesa recorreu a Björn Waldegaard / Hans Thorzelius, que participaram no Rali de Portugal enquanto Francisco Romãozinho recebeu um DS protótipo.

A passagem noturna no Marão, era fantástica mas na realidade não se via nada.

21 carros terminaram o Rally e a vitória foi para o BMW 2002 TI de Achin Warmbold  o segundo foi o Alpine Renault de Bernard Darniche Alain Mahé e o terceiro foi o SM protótipo de Björn num honroso 3º lugar, o primeiro do grupo 5,

Mas, o SM era pesado e pouco maneável e os pilotos preferiam guiar o DS.

Modificação na miniatura

Cortada a parte traseira e encurtado o modelo foi refeita a parte traseira com barro plástico e os vidros traseiros em plástico.

Os decalques são da Solido

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Solido

Série

Referencia nº184 - 12/70

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País - França

Anos de fabrico  a


publicado por dinis às 18:36
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Quarta-feira, 15 de Junho de 2022

Volkswagen Golf - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Volkswagen Golf - Um olhar sobre as minhas miniaturas

601ª – Volkswagen Golf Solido

Volkswagen Golf Troféu

O Kit apresentava três esquemas de decorações sem contudo indicar qualquer prova, o mais simples era a decoração 3 que parece um modelo da Taça Golf 1600.

 Modelo real

O nome Golf também tem origem no Gulf Stream (corrente do Golfo), uma corrente marítima rápida e quente do Oceano Atlântico que tem origem no Golfo do México e chega à Europa. Em produção continua desde 1974, o Golf foi um dos primeiros hatchbacks com tração dianteira.

A primeira geração foi lançada em 1974 na Europa e chegou ao mercado com o desafio de ser um sucessor à altura do Beetle. Desenhado pela lenda Giorgetto Giugiaro, o Golf tinha proposta de ser um carro espaçoso e seguro.

Vinha equipado com motores de 1.1, 1.3, 1.5 ou 1.6. O GTI 1.6 de 110 cv foi introduzido com alarde. Embora não tenha sido o primeiro hatch esportivo do mundo, a versão praticamente virou sinônimo do segmento. Em 1979, a versão conversível foi apresentada ao público e se tornou a mais charmosa da gama.

Quando o grupo de engenheiros da Volkswagen colocaram um motor mais potente no familiar Golf, criando a sigla GTI. Não só fizeram nascer um novo modelo, como também a ideia de usar como base um carro familiar para fazer uma versão desportiva.

Modificação na miniatura

Feito o Santo António foi decorado de acordo com o a foto existente e o esquema fornecido nas instruções de montagem. 

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Miniatura

Abre as portas,

Os bancos são rebatíveis.

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante solido

Série Kit

Referencia nº 19 – 4/75 preço

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está junta à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País - França

Anos de fabrico  a

 


publicado por dinis às 21:35
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