Renault 4 Táxi - Um olhar sobre as minhas miniatura
1518ª – Renault 4 Antananarivo 1984 Táxis do Mundo Planeta De Agostini Altaya
Renault 4 – Antananarivo – 1984
Modelo real
Um modelo emblemático da marca francesa Renault, o R-4 foi fabricado ao longo de quatro décadas, a partir de 1961
O projecto de design do Renault 4 nasceu em 1956 para competir com o famoso 2 cavalos da Citroen. conhecido como projecto 112, os primeiros protótipos do novo automóvel saíram da fábrica em 1959. Durante mais de um ano o carro manteve-se em fase de experimentação, submetendo-se a numerosas provas de condução em lugares mais dispares do planeta, nos cinco continentes. Superados os testes com sucesso, o Renault foi apresentado ao publico em 1961.
Iniciada a produção em Agosto desse mesmo ano em Billancourt.
O seu emprego como táxi, o seu caso é semelhante ao do carocha. Não era o msi indicado, segundo os canones europeus e por isso foram poucos . no entanto na Asia, América latina, sobretudo, na Africa, o Renault 4 revelou-se um táxi excepcional. E inclusive único. Na Colômbia, por exemplo, transformaram muitos Renault 4 em Táxis, apesar do modelo não ter sido aprovado pela Direcção Geral de Transito. No que respeita a Madagáscar, não só em Antananarivo, mas em toda a ilha , o único modelo de táxi, aprovado ou não. a circular pelas ruas e estradas desde há mais de vinte anos, é o Renault 4
![]()
![]()
![]()
![]()
Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, Planeta de Agostini, Altaya
Série Táxis do mundo
Referencia nº 46 preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de cartão e envolto em blister transparente para exposição
País – Portugal, feito na China
Alfa Romeo 156 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1517ª – Alfa Romeo 156 - Carros inesquecíveis Salvat Les Jouets Solido
Alfa Romeo 156 berlina ou coupé
O 156 conquistou o coração de público e de críticos e, em 1998, o prémio "Car of the Year” internacional foi, pela primeira vez, atribuído à Alfa Romeo e ser também o Carro do Ano em Portugal,
O Chalenge Desafio Único Feup 3 participou no Circuito de Vila Real com os Alfa Romeo 156 em 2017 Actualmente um tem participado assiduamente pilotado por Hernâni Conceição desde 20 15, Campeonato Nacional de Legendas 316 ALFA ROMEO 156 PH99 2000 no Alfa Romeo 156 2.0 TS tendo este ano de 2025, durante o 52º Circuito de Vila Real o melhor na Taça Legends 2000, na corrida de sábado
Modelo real
O contributo do design foi primordial. O 164 de 1987, o primeiro topo de gama com tração dianteira da marca, foi desenhado por Pininfarina... Mas, a partir desse momento, o papel do Centro Stile Alfa Romeo interno tornou-se cada vez mais importante. desde logo causou um forte impacto pelo seu design, com Walter da Silva, diretor de design da Alfa Romeo na altura, a ser o responsável pelas linhas.
Em Arese, as tecnologias mudavam, as pessoas mudavam, o processo mudava. Novos sistemas computorizados foram introduzidos nos processos de design e de execução de protótipos. A equipa do Centro Stile foi integrada com plataformas de design e participou também em escolhas tecnológicas ao fim e ao cabo, o que é funcional também deve ser bonito e vice-versa. Forma e substância andam sempre a par e passo: é a "beleza necessária" da Alfa Romeo.
O seu perfil fazia recordar o de um coupé, e o manípulo da porta traseira integrado na janela, junto ao pilar C, reforçava essa perceção o 156 embora não fosse o primeiro com esta solução, foi um dos principais responsáveis pela sua popularização.
O "common rail"
Os motores “Twin Spark” que, pela primeira vez, combinavam ignição dupla, tecnologia anteriormente utilizada por Giuseppe Merosi, em 1914, com quatro válvulas por cilindro.
motores a gasolina de quatro cilindros em linha atmosféricos, com cilindradas entre os 1.6 e os 2.0 l, todos eles Twin Spark (duas velas por cilindro) e potências entre os 120 cv e os 150 cv.
Os Diesel ganhavam protagonismo e o mais conhecido era o 1.9 JTD do Grupo Fiat, mas acima deste encontrávamos um cinco cilindros em linha com 2.4 l de capacidade que se destacou por ser o primeiro Diesel introduzido no mercado com o sistema de injeção Common Rail, rampa comum, com potências entre os 136 cv e os 150 cv.
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante Solido Salvat
Série Carros inesquecíveis Salvat - Les Jouets Solido
Referencia nº 60 preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em Blister plástico transparente
País – França
Renault Twingo 1993 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1512ª – Renault Twingo 1993 - Carros inesquecíveis Salvat Les Jouets Solido
Um charme surpreendente
O carro da minha prima Angelina e um ainda hoje visto na entrada da Ponte de Ferro, à qual depois da inauguração o povo compôs a seguinte quadra alusiva à Ponte Conselheiro António d'Azevedo. "Já temos a luz eléctrica, / marcos postais e estação; / a ponte está quase pronta / e os automóveis virão".
1104ª – Renault Twingo Decouvrable Rouge Corale Vitesse
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/renault-twingo-um-olhar-sobre-as-1821487
Twingo, um nome que em todas as línguas transmite a ideia de juventude, vontade de viver alegria.
Modelo real
Em 1989 a Renault decidiu conceber um pequeno automóvel, prático, económico e confortável e que não fosse um concorrente do Clio, prestes a ser comercializado.
A estratégia passava por criar um automóvel extremamente compacto, com um design inovador, atraente e que tivesse um preço acessível. E, para atingir este objectivo, havia apenas uma solução: simplificar e eliminar o supérfluo.
Em contra-ciclo com a cada vez maior diversidade da oferta, o Twingo chegou com uma oferta única: uma única versão, um único motor (1.2 l 55 cv), um único nível de equipamento e quatro cores (azul marinho, vermelho coral, verde coentro, amarelo indiano). E, no lançamento, apenas duas opções estavam disponíveis: ar condicionado e tecto de abrir em tela.
Pequeno por fora, grande e modulável por dentro
A estrutura de monovolume do Twingo permitia otimizar ao máximo o volume do habitáculo: aquando do lançamento, o Twingo era claramente líder do segmento em altura, largura e no espaço para os joelhos, graças, também, ao inovador banco traseiro deslizante.
Os bancos do Twingo podiam ser completamente rebatidos e formar uma « cama » com dois lugares, prestação única no panorama automóvel da altura.
Uma original encomenda…
"O anúncio da Renault falava sobre inventar a vida que acompanhava o Twingo", contou Jean Dulon. "Levei esse slogan ao pé da letra e sugeri que a Renault inventasse a aventura que o acompanhava: unir o infinitamente pequeno, o Twingo, e o infinitamente grande, a Austrália."
Um Renault Clio ao qual foi adaptado uma grade anti canguru, proporcionou ao jornalista Jean Dulon, ao longo de dois meses, uma aventura de 25.000 km pela Austrália em seu pequeno carro urbano. sem postos de gasolina por centenas de quilômetros, entre Queensland a Cape York.
No final desta aventura, Jean Dulon contatou John Moriarty, designer da Balarinji, uma empresa australiana líder em design, fundada por John e Ros Moriarty em 1983 e Frank Lee, artista de aerografia, para criar uma decoração em estilo aborígene para este Twingo. O carro aparece num documentário e num anúncio cujo slogan era: "O Twingo é como um bumerangue: você o joga para longe e ele sempre volta."
Com 240 000 km virou até peça do Musée National de Canberra.
O lançamento do Twingo Easy de caixa manual sem embraiagem, levou a ser adorado pelas senhoras e por quem tinha a carta à pouco tempo, e não gostav ade mudar de velocidade...
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante Solido Salvat
Série Carros inesquecíveis Salvat - Les Jouets Solido
Referencia nº 59 nº45 preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em Blister plástico transparente
País – França
Renault 4L 1964 - Um olhar sobre as minhas miniatura
1510ª – Renault 4L 1964 Os Nossos Queridos Carros Altaya
Renault 4L 1964
Modelo real
A primeira fábrica da Renault foi inaugurada em 1963 na Cidade da Guarda. No começo de 1964 saíram as primeiras unidades do R -4 da cadeia de montagem com peças fornecidas pela Fasa. Tanto a berlina de três janelas laterais como a furgoneta, ambas nascidas nas instalações da Guarda, tiveram um grande sucesso no nosso pais,
O modelo continuaria produzir-se até meados dos anos 80 basicamente sem alterações, mas mantendo como nas versões espanholas, os tampões cromados até 1986, eliminados nas versões francesas já desde os finais dos anos 70.
Em 1980 iniciou-se um processo audacioso de reestruturação da Renault Portuguesa em organizar uma produção massiva tanto de componentes, como de veículos completos. O projecto no qual o Estado participava, deu lugar a um conselho industrial composto por várias fabricas, Ergueram-se em Setúbal para o fabrico de carroçarias e montagem dos utilitários de turismo Renault 5 , 9 e 11, e outras em Cacia em Aveiro, de produção d caixas de velocidades e bombas de óleo, não só para fornecer a fabrica de Setúbal, mas também para exportação. Também em Cacia construiu-se uma fundição capaz de preparar 16 000 toneladas de material bruto para fundir em motores e caixas. A fabrica original da Guarda, depois de abandonar a montagem do R-4 dedicar-se-ia a montagem da Trafic
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, Altaya
Série Os Nossos Queridos Carros
Referencia nº 2 preço 6€50
Matrícula portuguesa GE-71-01
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição
País – Portugal, feito na China
Renault R8 Major - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1507ª – Renault R8 Bamako Táxis do Mundo Planeta De Agostini Altaya
Um carro robusto e versátil
Modelo real
Um dos automóveis mais populares da década de 60, foi o Renault 8 Major , um dos modelos que substituiu o celebra Dauphine e que na versão Gordini obteve grandes êxitos no desporto automóvel.
Automóvel versátil resistente e apto para diversos terrenos e climas, o Renault 8 gozou de um prestígio enorme na Africa Ocidental Francesa, onde chegou a ser montado numa fabrica na Costa do Marfim e foi empregue como Táxi em várias capitais, entre elas Bamako.
O táxi está pintado de amarelo, com uma vaixá verde nos lados e e em cima escrito em branco e em francês “Obrigado meu Deus “
A placa Táxi está do lado direito e levemente de lado
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, Planeta de Agostini, Altaya
Série Táxis do mundo
Referencia nº 44 preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de cartão e envolto em blister transparente para exposição
País – Portugal, feito na China
Alpine Renault A 310 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1506ª – Alpine Renault A 310 - Carros inesquecíveis Salvat Les Jouets Solido
Alpine A 310 1973 - o anti -Porsche
A mesma miniatura fabricada anos depois
262ª – Alpine Renault A 310 Solido
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/1249135.html
agora o
Alpine Renault A 310 VF injection 1973
Modelo real
O A310 foi projetado para continuar com as mesmas qualidades dinâmicas de seu antecessor. coberto por um corpo feito de fibra de vidro e uma distribuição de pesos que, sem ser perfeita, não era desequilibrada para colocar o motor numa posição utilizada no Porsche 911
A 8 de Março de 1971, Jean Rédélé inaugurou o novo coupé Alpine A310 em frente da nova fábrica na Avenue de Bréauté em Dieppe. Três dias mais tarde, o A310 foi revelado no Salão Automóvel de Genebra, o local onde os novos carros desportivos são normalmente revelados. Continuava a ser apenas um modelo de teste. A versão final não seria lançada até ao mês de Outubro seguinte no Salão Automóvel de Paris, Porte de Versailles, ao preço de 44.800 francos para a versão standard. Para a homologação pelo Service des Mines, a traseira do A310 teve de ser modificada várias vezes desde o desenho inicial, especialmente a janela traseira e as luzes traseiras, que estavam agora posicionadas mais abaixo, abaixo do nível do pára-choques.
O A310 adotou a mecânica de seu antecessor, com o motor traseiro e tração traseira, do R16. O motor era um quatro cilindros de 1605 cc, capaz de entregar uma potência máxima de 125 cv a 6.000 rpm, com um torque de 144 Nm a 5.000 rpm. A velocidade máxima era de 215 km/h, ligeiramente inferior ao do A110 devido ao seu maior peso. A caixa de câmbio era de cinco marchas e os freios eram a disco nas quatro rodas. Esta foi a primeira versão comercializada e recebeu o codinome 1600 VE.
Em 1973, o A310 recebeu a injeção eletrônica de combustível Bosch, já introduzida no R17 Gordini, resultando em uma entrega de potência mais suave. A potência aumentou ligeiramente, apenas 2 cv, para 127 cv a 6.450 rpm, com torque de 150 Nm a 6.000 rpm e velocidade máxima de 210 km/h. Esta foi a segunda versão do motor de 4 cilindros a ser comercializada e recebeu o codinome 1600 VF.
Para suprir a falta de vendas, uma versão econômica também foi oferecida em 1975, equipada com um motor de 1.647 cc, produzindo apenas 95 cv (a 6.000 rpm, com torque de 128 Nm a 4.000 rpm e velocidade máxima de 190 km/h), mas não obteve resultados de vendas adequados. Esta foi a terceira e última versão do motor de 4 cilindros vendida e foi designada como 1600 VG.
Uma diferença estética entre essas três versões é o posicionamento das entradas de ar NACA: nas versões com carburador (VE e VG), elas ficam no alto, perto do para-brisa, enquanto na versão com injeção de combustível (VF), ficam na parte baixa, perto dos faróis. A versão VA (V6) não possui entradas de ar no capô dianteiro ou nas laterais. A principal diferença entre o 4 cilindros e o 6 cilindros são os faróis: no 4cilindros são 6 em dois blocos "unidos" por 3, enquanto no V6 são 4 em dois blocos "espaçados" por 2.
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante Solido Salvat
Série Carros inesquecíveis Salvat - Les Jouets Solido
Referencia nº 58-31 preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em Blister plástico transparente
País – França
Renault 12 Bogotá 1973 - Um olhar sobre as minhas miniatura
1495ª – Renault 12 Bogotá 1973 Táxis do Mundo Planeta De Agostini Altaya
Com a cidade cheia de um tecto de fumo e as cinzas a cair reinicia a publicação das minhas miniaturas a 4 de Agosto de 2025 e depois de um banho refrescante
Renault SOFASA
Aquele carro com três faróis que parecia cego originou vários modelos e marcas.
Modelo real
O Corcel foi lançado no Brasil em 1968, mesmo antes do Renault 12 ter sido lançado em França, no Salão do Automóvel de Paris em outubro de 1969 e produzido na França até 1980.
Na América do Sul o Renault 12 foi montado e fabricado em vários países, no entanto foi no Brasil, uma versão do 12 foi vendida como Ford Corcel e depois como Ford Del Rey, quando a Ford do Brasil adquiriu a fábrica e os direitos de produção do carro da Willys-Overland, que havia desenvolvido em conjunto a versão brasileira com a Renault no final dos anos 1960.
Fabricado pela Renault (Espanha) (FASA) na Espanha, na Roménia quando a Dacia adquiriu a maquinaria e os desenhos do modelo para produzir sua versão, o Dacia 1300.
O Renault 12 era popular na Argentina e na Colômbia, depois do Governo ter seleciona em 1969 a Regie National des Usines Renault, da França, e cria uma montadora de automóveis na Colômbia. a Sociedad de Fabricación de Automotores S.A. (SOFASA) em Medellín SOFASA, com o objetivo de montar veículos Renault e estimular o desenvolvimento da indústria automotiva e de autopeças do país. a partir de CKDs que vieram da Argentina e da França.
Em 1973, a primeira versão do Renault 12 lançada na Colômbia foi o TL, um motor de quatro cilindros em linha de 1.300 cc com 60 cv. O sucesso foi tão grande que, no primeiro ano (entre setembro e dezembro de 1973), foram produzidas 1.550 unidades, um número bastante significativo considerando a capacidade da fábrica na época e o tempo decorrido. devido à popularidade que a marca "Carro Colombiano" já havia alcançado.
Em 1976, a SOFASA fez a reestilização do Renault 6 e 12, correspondendo às atualizações mundiais que a Renault fez para ambos os modelos. Também naquele ano, a SOFASA lançou a versão táxi Renault 12, que completou a linha até 1981.
Em Bogotá existem dois tipos de táxis, os convencionais , amarelos e os mais comuns pintados de branco, destinado aos turistas e que estacionam diante dos Hotéis mais importantes.
Pintado de preto com o tejadilho amarelo, a inscrição Táxi Nacional nas portas dianteiras e a qualificação de serviço publico torna-se difícil confundir a sus utilização.
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, Planeta de Agostini, Altaya
Série Táxis do mundo
Referencia nº 42 preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de cartão e envolto em blister transparente para exposição
País – Portugal, feito na China
Renault Clio S1600 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1492ª – Renault Clio S1600 B. Tirabassi-JJ Renucci 2003 Rally Car Collection Altaya
Renault Clio S1600 Brice Tirabassi Jacques-Julien Renucci Rally da Acropole 2003
Modelo real
O Renault Clio S1600 foi desenvolvido pela Renault Sport Technologies segundo a regulamentação da FIA, é um producto da Renault Sport para satisfazer a grande procura de um carro competitivo, fiável e capaz de lutar pela vitória com os rivais, constituída por pilotos e equipas privadas que competem em campeonatos nacionais e no Mundial Júnior.
O chassi, de série, foi reforçado e equipado com uma célula de segurança e o motor desenvolvido a partir de um 1.6 de 16 válvulas, com caixa de seis velocidades e diferencial autoblocante
Brice Tirabassi nasceu em Sainte Maxime a 15 de Junho de 1977 e três anos depois de se estrear em competição, em 1997 em piso de terra, começou a vencer.
Alem de ser muito rápido em terra, piso no qual se iniciou e acerca do qual não esconde a sua predileção. sagrou-se Campeão de França 1600, em 2002, tornou-se no mais jovem da História, com 25 anos, três vitórias e mais duas subidas ao pódio, evidenciando os seus enormes progressos em pisos de asfalto.
Em 2002 o Clio iniciou o seu palmarés pela mão de Simon Jean Joseph, que triunfou na categoria no RAC Rally após a estreia, que teve lugar na Acrópole com um quarto lugar.
Na primeira temporada no Mundial o piloto francês, acabou por conquistar o título depois de três vitórias de grupo no Monte Carlo, Acrópole e Catalunha, e acabar em segundo no Mil Lagos, alem de vencer os rallies do campeonato francês, como o de Alsace Vosges, Cardabelles ou Touquet.
No Rally da Acrópole de 2003, onde Markku Martin alcançou a sua primeira vitória no Mundial, Tirabassi obteve a sua segunda vitória do ano na sua categoria.
Tirabassi foi o primeiro líder do grupo Júnior na Acrópole, mas acabou por ser ultrapassado por Jean Joseph no dia seguinte, baixando na classificação. Tirabassi terminou à frente dos Suzuki Ignis do sueco Daniel Carlsson e do estónio Urmo Aava.
Tirabassi conquistou assim o título mundial da categoria Júnior, no primeiro ano do piloto francês no Campeonato do Mundo.
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante
Série Rally CarColection
Referencia nº 28 preço 9€99
Certificado de Edição Limitada AA3756
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de cartão e envolto em blister transparente para exposição
País – China
Simca Chambord e Beaulieu - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1474ª – Simca Chambord e Beaulieu 1958 - Carros inesquecíveis Salvat Les Jouets Solido
Simca Chambord e Beaulieu Elegancia â Francesa
Modelo real
A indústria francesa foi apanhada de surpresa quando em 1954 Théodore Pigozzi, o presidente da marca Simca anunciou a compra das infraestruturas da Ford em França e com elas a moderníssima fábrica de Poissy. Assim entre 1955 e 57 , a marca francesa incorporou a Gama Vedette, formada por umas berlinas aparatosas de linhas muito originais. Os Vedette provinha do departamento de design anterior e estavam equipados com o famoso motor Ford V8 de válvulas laterais, de 1932.
A primeira geração Vedette, com uma carroceria de sedã de quatro portas de estilo "americano", muito parecido com os Ford ou Vauxhall britânicos. movido por um motor V8 de válvula lateral de 2351 cc incomumente pequeno chamado Aquilon ("vento do norte") na França, derivado da família de motores Flathead da Ford, cuja cilindrada posicionou o carro na classe de imposto francesa "13 CV".
Em 1957 a sociedade Simca foi dividida em três departamentos. A divisão Aronde, o novo departamento Ariane, por último o Vedette representava o sector mais de luxo da gama.
Para o Salão de Paris de 1957, a divisão Vedette da Simca apresentou os novos modelos Chambord, Beaulieu, Presidence e o breack Marly. Os últimos automóveis construídos em frança com motorV8. a nova geração Vedette, reflete a política americana de Henri Pigozzi de renovar rapidamente os modelos com sucessivas atualizações. Determinaram uma carroceria nova e alongada, com uma parte frontal mais ornamentada e grandes rabos de peixe traseiros, tornando os carros ainda mais americanos do que antes
.A renovação da geração de 1958 dos Vedettes ficou a cargo do estilista italiano Luigi Rapi, notavelmente o designer do ilustre Isotta-Fraschini Monterosa. Embora o Chambord pareça ser um dos carros americanos substitutos europeus de maior sucesso, junto com o Ford Zodiac Mk III, suas barbatanas triunfantes conferem à traseira do carro uma aparência imponente. De modo geral, o Chambord parece atarracado, com um perfil bastante pesado, apesar da carroceria ser 23 centímetros mais longa que a do Versailles. Uma falha que revela a dificuldade de adaptar as excentricidades do estilo barroco americano às proporções de um carro europeu.
![]()
![]()
![]()
![]()
Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante Solido Salvat
Série Carros inesquecíveis Salvat - Les Jouets Solido
Referencia nº 52 preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em Blister plástico transparente
País – França
Renault 8 Gordini 1966 Vencedor do Rali da Corsega. - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1458ª – Renault 8 Gordini 1966 Vencedor do Rali da Corsega. 100 Anos de Desporto Automóvel Planeta De Agostini Altaya
Renault 8 Gordini 1066 Vencedor do Rali da Córsega.
Renault 8 Gordini. Carro vencedor do Rally de Corse em 1966, pilotado por Jean-François Piot (FRA)/Jean-François Jacob
Em 1964 um Gordini pilotado por Jean Vinatier venceu o Rali da Corsega, no ano seguinte voltou a ganhar pela mão de Orsini e em 1966 alcansou a terceira vitoria consecutiva com Piot.
749ª – Renault R8 Gordini Troféu
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/renault-r8-godini-um-olhar-sobre-as-1595151
1249ª – Renault 8 - Carros inesquecíveis Salvat Les Jouets Solido
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/renault-8-gordini-um-olhar-sobre-as-1944968
Modelo real
O Renault 8 foi apresentado em 1962 e Amédée Gordini transforma-o na sensação do Salão de Paris a 1de Outubro de 1964 e logo surge a primeira vitória em corridas, o Tour da Córsega, com quatro carros nos cinco primeiros lugares.
O Rali da Córsega disputado entre as nas escarpas da ilha mediterrânea da Córsega passou a ser um feudo da Renault, aquando das vitorias do Renault Dauphine, na primeira edição do Tour em 1956, 1958, 1959 e 1962 e as vitorias do Renault 8 Gordini em 1964, 1965 e 1966 por intermedio de Jean-François Piot /Jean-François Jacob, a última vitoria do modelo na prova.
A primeira associação de Amédee Gordini à Renault foi em 1957 quando surgiu o Dauphine Gordini que ocupou o segundo e o terceiro lugar na prova de 1960.
No Tour de Corse de 1964 a Renault inscreveu seis R 8 Gordini para aquela que seria a sua primeira corrida oficial, incluía uma lista de inscritos, como Porsche 904 GS, Alfa Tubolare, Lancia Flavia, Citroën DS 19, Ferrari 250 GT, Lotus Elan, Austin Cooper S e os carros de fábrica da Alpine.
As condições atmosféricas feram terríveis. de tão ruins que dos 79 carros que largaram, apenas oitos terminaram.
O Renault 8 Gordini 1100 conquistou o primeiro lugar com Jean Vinatier - Roger Masson, terceiro Jacques Feret - François Hoffmann, quarto Bernard Consten - Claude Le Guezec e quinto lugar Hubert Melot - Jacques Pinelli, inscrevendo o seu nome na história do automobilismo logo na primeira tentativa.
Em 1965 a vitoria foi para Pierre Orsini - Jean-Baptiste Canonici, ao passo que Jean Vinatier - Hoffmann François ficou na terceira posição e em quinto Charles Santonacci - Jacques Santonacci
Em outubro de 1966, após o sucesso da versão 1100, da qual foram produzidas 2.626 unidades, surgiu a versão 1300 do Renault 8 Gordini (tipo R 1135). Instantaneamente reconhecível por seus quatro faróis, um motor tipo 812-02, com cilindrada de 1255 cc (74,5 x 72 mm), desenvolvia uma potência de 110 cavalos a 6.750 rpm, 11,9 mkg/f de torque á 5.000 rpm; estava mais rápido e veloz. alimentado por dois carburadores Weber 40 DCOE. A final subia para 175 km/h e os 1.000 metros vencidos em 31 segundos. Contava também com um câmbio de cinco marchas, mais preciso, que aproveitava melhor a potência. O motor, quando solicitado, mostrava entusiasmo. Um motor com duplo comando de válvulas foi construído e participou de alguns ralis na classe protótipos.
A terceira e última vitoria consecutiva, foi então em 1966, com Jean-Francois Piot ao volante seguido de Jean Rolland - Gabriel Augias em Alfa Romeo Giulia GTA e em terceiro Vic Elford - David Stone no Porsche 911






Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, Planeta de Agostini, Altaya
Série 100 Anos de Desporto Automóvel
Referencia nº 40 preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico preto, sob cartão e envolto em blister transparente para exposição
País – Portugal, feito na China
A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.
. Renault 8 Gordini C.Albin...
. Renault 8 Gordini C.Albin...
. Renault 5 - Um olhar sobr...
. Renault Espace - Um olhar...
. Renault 12 - Um olhar sob...
. Renault 4 cv 1950 - Um ol...
. Renault 4 Táxi - Um olhar...
. Renault Twingo 1993 - Um ...
. Renault 4L 1964 - Um olha...
. Renault R8 Major - Um olh...
. 1495ª – Renault 12 Bogotá...
. Renault Clio S1600 - Um o...
. Simca Chambord e Beaulieu...
. Renault 8 Gordini 1966 Ve...
. Renault AG1 Táxi - Um olh...
. Renault 5 Maxi Turbo Tour...
. Renault Colorale Tamanras...
. Jaguar XJ 12 - Um olhar s...
. Renault Super Goélette SG...
. Renault 25 - Um olhar sob...
. Renault Dauphini - Um olh...
. Renault 4 CV - Um olhar s...
. Renault 8 Gordini - Um ol...
. Renault 4 - Um olhar sobr...
. Renault Floride - Um olha...
. Renault Sport Spider - Sa...
. Renault RE 20/23 René Arn...
. Renault 5 Maxi Turbo - Um...
. Renault Laguna Spyder Con...
. Renault 4 L - Um olhar so...
. Renault Twingo - Um olhar...
. Voiturette de Louis Renau...
. Renault Clio - Um olhar s...
. Renault 5 Turbo - Um olha...
. Ligier JS 11 - Um olhar s...
. Renault Formula 1 - Um ol...
. Renault Turbo cabrolet- U...
. Renault 4 cv berline Joan...
. Renault 5 Maxi Opal - Um ...
. Renault 4L - Um olhar sob...
. Renault 5 Super - Um olha...