Festa Ferrari andromeda club - Vila Real 2007
Um dia de festa em Vila Real
A discoteca vila-realense Andromeda brindou-nos com uma manhã de muitos automóveis de encantar. eis o vídeo que encontrei
Carregado em 09/06/2007
Festa Ferrari @ andromeda club- Vila Real
Aos seus autores o meu muito obrigado.
Vespa`s no Shopping
Vespa Clube de Vila Real
Entrei como habitualmente no Shopping Dolce Vita Douro para beber uma Água das Pedras, deparei-me com um grupo de vespas, alinhadas, que se encontravam à saída.
Era uma iniciativa do Vespa Clube de Vila Real, á qual os seus associados se empenharam efectivamente.
No dia seguinte, e durante duas semanas por lá estiveram estrategicamente colocadas os vários modelos de Vespa produzidos no século passado, sendo a mais antiga de 1954.
Um ícone das duas rodas encetada no final da segunda grande guerra, dos destroços da fábrica de aviões. Eurico Piagio imagina e cria um transporte pessoal e económico, como as pequenas motos dos pára-quedistas americanos. O engenheiro Corradio de´Ascenio desenvolve a ideia e os restos do alumínio e peças excedentes, surgirão as Vespas, difundidas aos milhões por todo o mundo, um ícone das duas rodas.
Circuito de Trás-os-Montes 1925
Valpaços - outro aspecto do circuito 1925
O que vos vou mostrar hoje é mais um achado raríssimo, desta vez pertença da colecção de Elísio Amaral Neves que amavelmente o disponibilizou, contribuindo assim para conhecer melhor a história do Circuito de Trás-os-Montes.
Tudo leva a querer que esta imagem seja uma passagem do Mercedes de Fernando Palhinhas a caminho da vitória e assim temos o postal a funcionar como um elemento divulgador de acontecimentos.
Circuito de Tráz-os-Montes 1925
Uma oportuna descoberta de Pedro Barros, pertencente à sua colecção de postais.
O raríssimo postal mostra-nos uma foto obtida na entrada sul de Valpaços a 23 de Agosto durante a realização do Circuito de Trás-os-Montes e na qual podemos ver em acção uma equipa participante na corrida.
Como não está equipado de guarda-lamas e faróis é de admitir que se trata do Lancia do então organizador e também concorrente José Torres.
“À PORTA DE JOSÉ CABRAL TEIXEIRA DE MORAIS GOVERNADOR CIVIL “FUI TRAIÇOEIRAMENTE CACETADO PELO FAMOSO OLHOS-DE-BOI”
CAMILO CASTELO BRANCO “
No último feriado, Assunção de Maria, a comemorar no dia 15 de Agosto e a recordar um pouco da tradição vila-realense…
Outrora, por onde passava todos os dias para minha casa, da qual via passar as viaturas que se habitualmente se dirigiam para Vila Pouca de Aguiar, Pedras Salgadas, Vidago, Chaves, Murça, Alijó ou Bragança, entre outras localidades transmontanas, antes da abertura da Avenida Marginal, também era utilizada para aqueles que com os seus bólides procuravam impressionar as meninas da Protecção ou do Lar Académico.
Assim essa mesma curva, situada a meio da rua D. Margarida Chaves, na confluência com a rua Isabel de Carvalho, junto ao Zé do Rio, um famoso Barbeiro em Vila Real, outrora foi palco de um curioso incidente com Camilo Castelo Branco, como se pode ler na inscrição ali presente.
“Ainda a viver com Patrícia Emília de Barros, Camilo publicou n'O Nacional, correspondências contra José Cabral Teixeira de Morais, governador civil. Devido a esta desavença é espancado pelo «Olhos-de-Boi», capanga do governador. As suas irreverentes correspondências jornalísticas valeram-lhe, em 1848, nova agressão a cargo de Caçadores 3. Camilo abandona Patrícia nesse mesmo ano, fugindo para casa da irmã, residente agora em Covas do Douro.”
Stand Royal - Vila Real
Anúncio publicado no livro do circuito de Vila Real em 1936
Outros motivos levaram muitas pessoas desde há muito tempo a Chaves à Feira dos Santos.
Não havia melhor motivo para os vendedores da Opel que a data encontravam nesta feira uma óptima oportunidade para exposição e venda dos seus modelos.
Partida para a Feira dos Santos em Chaves a 31 de Outubro de 1937 da caravana Opel Kadett na Avenida Carvalho Araújo, junto do Stand Royal.
Autor da Fotografia Mário Silva (Márius)
Colecção D. Maria Emília Rebelo da Silva Sousa Botelho
Centro Cultural e Regional de Vila Real 2002
1925 as provas de Tráz-os-Montes
Rallye Nacional de Automóveis, Circuito de Tráz-os-Montes e Concurso de Elegância.
Entretanto, Chaves encontrava-se em festa e …
O Ministro do Comércio fazia a viagem de comboio na Linha do Corgo e o jornalista do Diário de Lisboa, afirmava “há cinco anos, Chaves dava-nos um aspecto duma terra adormecida, de vez em quando acordando para uma débil manifestação de progresso. Hoje, Chaves, transformou-se mas fê-lo de uma maneira radical, completa impressionante. Ruas novas, avenidas novas, prédios novos. Cinco anos apenas e Chaves de 1920 é outra.”
Entretanto o avião Nº 2 do C.E.A.R. da esquadrilha de Observações Nº 1, aterrou. Timonava-o o capitão Almeida que tinha como observador o tenente Sérgio.
As provas de Tráz-os-Montes
As provas de Tráz-os-Montes, o Rallye Nacional de Automóveis, o Circuito de Tráz-os-Montes e o Concurso de Elegância, formam um conjunto de provas idealizadas por José Torres, um transmontano de Carrazeda de Montenegro, entusiasta do desporto automóvel e uma comissão local, coadjuvado por Oliveira Valença do Jornal Sporting, proporcionou aos seus conterrâneos, durante as festividades da sua ainda Vila de Chaves, uma original jornada de automobilismo.
Rallye Nacional de Automóveis
O denominado Rallye Nacional de Automóveis foi primeira prova do tipo rali da qual há registo, passou por Vila Real e terminou em Chaves.
Como a indicação de “rallye” ainda não era conhecida, a Imprensa da época esclarecia o rallye é nada mais, nada menos do que um passeio cronometrado, onde cada qual parte de onde quer e se encontra num ponto que é Chaves” e Vasco Calixto, continua no seu livro Primeiro Arranque “A concorrência, porem, não foi numerosa, não só por a prova ser uma novidade, como por a maioria dos volantes se querer guardar para o circuito”.
O primeiro rali realizado em Portugal foi então a 22 de Agosto de 1925, Os poucos concorrentes iniciaram o passeio cronometrado, com a partida dos locais por si escolhidos e depois de efectuarem o percurso de ligação a Chaves, concluíram a prova sem qualquer incidente de maior monta.
Foi uma prova de regularidade sendo a classificação apurada em função da distancia percorrida, numero de pessoas transportadas, peso do veiculo, força do motor e velocidade média.
O primeiro vencedor foi João de Almeida com um avanço de um ponto sobre Ernesto Correia em Studebaker.
O terceiro classificado, foi Artur Mimoso, acompanhado por Artur Santos, conduziu o seu Citroen Special, modelo por si desenvolvido a partir do modelo mais popular da Citroen, o 5 Cv e uma carroçaria mais aerodinâmica.
Classificação do Rallye Nacional de Automóveis
1º – João de Almeida Fiat
2º - Ernesto Correia Studebaker
3º - Artur Mimoso Citroen Especial
4º - Artur Santos Citroen
5º - Oscar Chambers Bugatti
6º - António Augusto Almeida Mercedes
O articulista do Domingo Ilustrado, refere que no Porto, uma prova de vela não se realizou devido a uma chuva miudinha que entretanto caiu. Mas também é verdade que num outro artigo intitulado “Sol ou Chuva” se afirma:
“Decididamente este Verão que atravessamos, saiu avariado do cadinho do velho Tempo, De dois em dois dias um sol de alagar, nos intervalos uma chuvinha antipática”
Mas na crónica de Chaves do Diário de Lisboa, encontramos “O tempo está esplêndido, magnifico, dias de sol, sem calor excessivo, manhas admiráveis e frescas, como só é possível , nestas abençoadas terras do norte.”
Circuito de Tráz-os-Montes
A 23 de Agosto realizou-se o 1º e único Circuito de Tráz-os-Montes, com uma organização do Jornal do Sporting, encabeçada por José Torres e os seus amigos.
As estradas que ligavam Chaves Valpaços, Rio Torto, Eixos , Mirandela, Murça , Vila Real Vila Pouca de Aguiar Pedras Salgadas, Vidago e Chaves, foram arranjadas e preparadas para receber os velozes automóveis. O piso era em terra batida e o empedrado resumir-se-ia a partes das cidades e pouco mais.
Os responsáveis da Machado e Brandão, inscreveram Fernando Palhinhas com o Mercedes 10/40/65 HP especialmente preparado para as provas nacionais. Inicialmente adquirido em chassis, dispunha de um motor de quatro cilindros e uma cilindrada de 2,7 litros, foi carroçado em speedster, apenas com bancos para o piloto e passageiro e as rodas suplentes.
Depois de tomadas as devidas precauções, deu-se início à prova no meio de uma assistência curiosa e deslumbrada com aquelas máquinas que iriam percorrer tal distância, duas voltas num total de 370 quilómetros.
Imagens do Circuito de Trás-os-Montes
A passagem por Valpaços, 1925
Outro concorrente em Valpaços.
In Club de Historia da Escola Secundária de Valpaços
No Domingo e iniciou-se a partida às 9 horas da manhã, individualmente e os primeiros a sair foram os Salmson, por terem a menor cilindrada, e os restantes cada um, de cinco em cinco minutos.
Fernando Palhinhas ao volante do Mercedes, comandou a prova, enquanto Alfredo Batista voltou-se, quando lhe saíram os dois pneus da frente do Fiat,
O organizador, José Torres com o Lancia equipado a preceito, foi obrigado a abandonar em Valpaços e Ernesto Vasconcelos não chegou a Chaves. A prova prosseguiu com seis concorrentes, Sousa Nápoles José António Estêvão, não continuarem a prova.
Uma oportuna descoberta de Pedro Barros originária da sua colecção de postais.
Como não tem guarda-lamas e faróis parece o Lancia do principal organizador e também concorrente José Torres.
Fernando Palhinhas 1º classificado no Mercedes, carroçado em Portugal
O vencedor destacado foi o Mercedes de Fernando Palhinhas, com uma confortável vantagem sobre os Bugatti de Alfredo Marinho Júnior e Óscar Chambers .
Artur Mimoso, o vencedor da Rampa da Pimenteira e 2º no Quilometro de Arranque da Avenida da Liberdade com um Delage , ocuparam o 5 lugar com o Citroen Especial.
2º Alfredo Marinho Júnior Bugatti
3º Oscar Chambers Bugatti
4º Licínio Fernando Pereira Fiat
5º Artur Mimoso Citroen Special
6º Sebastião de Sousa Azevedo Turcat-Mery
Uma verdadeira preciosidade disponibilizada pela
Cinemateca Digital-Cinemateca Portugesa
http://www.cinemateca.pt/Cinemateca-Digital/Ficha.aspx?obraid=25237&type=Video
Câmara Municipal de Chaves - companhia produtora
Portugal, 1925
Género: documentário
Duração: 00:18:21, 16 fps
Formato: 35 mm, PB, sem som
AR: 1:1,33
ID CP-MC: 2009407-002-00.18.00.02
A terminar esta magnifica jornada de automobilismo, o almejado Concurso de Elegância ao qual concorreram os automóveis que entretanto tinham participado nas provas automobilísticas, evidentemente depois de lavados e polidos.
O júri depois de reunido determinou os seguintes vencedores:
Categoria A
Mercedes 28/95PS de 1921 pertencente a Abílio Nunes dos Santos com carroçaria realizada em madeira.6 cilindros e 7280 cc.. Comprado a 12 de Fevereiro de 1921 por 41.280$000, foi o automóvel mais rápido no 1º Quilometro Arranque da Avenida da Liberdade, em 1922, com mais de 30 viaturas inscritas. Ainda se encontra em Portugal.
Categoria B
Mercedes de António Martinho
Categoria C
La Buire de José Marques Guimarães
Categoria D
A Mc Farlan Motor Car Co, foi um pequeno construtor americano muito pretigiado, nos anos 20 era considerada a Rolls Royce americana esteve em actividade entre 1910-1928
Uma voltinha de carro eléctrico a pensar no meio ambiente.
Quando me deslocava pela Avenida Carvalho Araújo deparei com uma imagem do que poderá vir a ser o futuro das nossas cidades dentro em breve.
Ali defronte estava o primeiro carro eléctrico que vi em Vila Real.
Numa observação geral é um modelo muito agradável á primeira vista, moderno e cativante. Entrei para experimentar a novidade.
Depois das primeiras instruções e com o ”pé esquerdo atrás do direito porque não iria ser utilizado” lá fui pela cidade fora, naquela que foi a minha primeira viagem em automóvel eléctrico.
Durante o percurso foi possível sentir um automóvel diferente moderno, silencioso e com um motor eléctrico que correspondeu com eficiência as solicitações pedidas.
Vieram-me á memória os transportes de antigamente, os ronceiros eléctricos que com o seu roncar característico passando pelos mais rápidos, os Troleicarros, que diariamente nos transportavam para os vários pontos das grandes cidades, até serem abandonados em determinada altura por razões um tanto ou quanto obscuras.
Peugeot Mobi-E Electric Tour
Peugeot ION, o automóvel 100% eléctrico
Só é pena ainda ser muito pouco acessível, porque não basta ser amigo do ambiente!...
Ford Escort MK 1 1970
" Um dia comprei um Ford Escort 1300 GT em mau estado.
No princípio pensei recuperá-lo para estrada, mas como a minha família está ligada aos automóveis de competição surgiu a ideia de fazer um Zakspeed de gr 4.
Quando se fez luz, pensei que o projecto iria ser feito rapidamente, mas isso não aconteceu, demorou dois anos a ser feito.
Na realidade foi um processo muito demorado uma vez que a maior parte do material veio de Inglaterra.
O projecto foi elaborado de acordo com a ficha de homologação da FPAK e foi elaborado aos fins-de-semana, era o divertimento dos sábados e muitos domingos.
Construído com o que há de melhor, possui um motor feito em Niksil, em Inglaterra pela Richardson o que o torna o 4 cilindros de 2 litros de injecção mecânica mais leve e resistente.
A caixa é uma ZF de cinco velocidades.
O reservatório integra um sistema de bombas alta pressão para a alimentação do motor
O sistema eléctrico é comandado por relés.
O peso deve oscilar entre os 800 kg para menos.
É um brinquedo divertido de conduzir
Tem tudo
Potencia, aceleração e travagem."
Victor Martins
O 5 de Outubro em Vila Real
Cadernos Culturais IV série nº 8
O 5 de Outubro em Vila Real – Antologia
É o título do último trabalho de investigação do Dr. Elísio Amaral Neves, uma exaustiva pesquisa e uma interessante selecção de textos, indispensável a uma melhor compreensão daquela época.
Alguns excertos da obra.
“Introdução”
“A leitura da imprensa local à época da implantação da República revela-nos uma Vila Real que se prepara para receber o Rei no dia 5 de Outubro, numa visita que o Presidente do Conselho, Teixeira de Sousa, natural do distrito e que em Vila Real se iniciara na política e exercera medicina e jornalismo, se empenhara em organizar como forma de dar a conhecer o norte do país ao Rei, que estivera até ai limitado a uma pequena parte do reino, dadas as circunstancias em que subira ao trono e as dificuldades de política interna em que o país estava mergulhado.
Poucas são também as referências aos acontecimentos de Lisboa, dado que o telégrafo, na mão dos revoltosos, deixara de funcionar entre o Porto e a capital, e os vendedores de jornais do Porto eram sistematicamente assaltados na estação do caminho-de-ferro, tal a avidez de notícias que se instalara entre os leitores.
Estas notícias sucedem-se as informações relativas ao cancelamento da viagem e ao sucesso da revolução em Lisboa, que o Jornal O Povo do Norte, em suplemento amplamente distribuído, transforma em pregão “ Viva a República Portuguesa “
“(...)
Umas décadas antes …
Do mesmo autor e publicada por ocasião do 75º aniversário da chegada do 1º comboio a Vila Real e da Inauguração da Linha do Vale do Corgo (Elísio Amaral Neves 1981)
(…) Decretada a construção da Linha do Vale do Corgo, por administração directa do Estado (Conselho de Ministros de 18 de Fevereiro de 1903) (…)
(…) No ano seguinte, (5 de Abril e 11 de Maio) o Ministro das Obras Públicas, conde de Paçô-Vieira, aprovava os diferentes materiais que incluíam no circulante pequenos salões fundamentais pela grande afluência “na estação das águas” (a linha iria servir as estâncias termais das Pedras Salgadas e Vidago) de “passageiros abastados” justificando o seu emprego frequente como lugares de luxo”. (…)
Mais adiante,
(…) O Eng, Fernando de Souza redactor da “Gazeta dos Caminhos de Ferro “ em apreciação do tipo de carruagens aprovadas escrevia:
“ O emprego de salões de pequenas dimensões e custo módico, proporcionando lugares de luxo, permitirá estabelecer de facto três classes em certos comboios.”(…)
Aspecto do Largo Conde de Amarante á saída do Rei D. Carlos do Governo Civil
Col. Eng. Alberto Eduardo Viana Pereira da Costa +Museu de Vila Real 2005
12 de Agosto de 1906
“De regresso de um período de repouso na estância termal das Pedras Salgadas e de algumas visitas a localidades do norte do distrito, o Rei D. Carlos visita Vila Real. Viajando de automóvel é aguardado a entrada da avenida Almeida Lucena por grande parte da população, seguindo para o edifício do Governo Civil (…)”
“(...) Em seguida, de regresso a Lisboa, toma lugar num salão continuando viagem até á Régua na Linha do Vale do Corgo , inaugurada precisamente três meses antes(…)”.
14 de Julho de 1907
Inauguração do caminho de ferro Vila Real a Pedras Salgadas.
“Com a ida de Sua Majestade El Rei d Carlos para Pedras Salgadas, no dia 14 do corrente, foi inaugurado o troço da Linha que de vila Real vai até aquela instância de águas. (…)”
Visita a Espinho de el-Rei D. Manuel II, no dia 23 de Novembro de 1908
“Após o almoço na Assembleia de Espinho, S. M., el-rei embarcou no comboio especial da nova linha férrea do Valle do Vouga, que ia ser inaugurada.”. (“Comércio do Porto”, 24 de Novembro 1908, p.2) O comboio era constituido por: maquina n.º 12, duas carruagens de 1ª classe, um salão para convidados, e salão real. Todo o material foi oriundo dos Caminhos de Ferro de Vila Real, em virtude de não ter chegado o material encomendado no estrangeiro: “Era constituído pela machina n.º12, duas carruagens de 1.º classe, um salão de convidados e o salão real, tudo de Villa Real, visto ainda não terem chegado as carruages que a Companhia do Valle do Vouga encomendou no estrangeiro.”. (“Comércio do Porto”, 24 de Novembro 1908, p.2) (www.cm-espinho.pt/publico/.../el_rei_manuel_II.pdf Tiago Castro)
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