Quarta-feira, 7 de Janeiro de 2026

 Ford Taunus 17M  - Um olhar sobre as minhas miniaturas

 Ford Taunus 17M  - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1649ª Ford Taunus 17M Coupé  – Carros inesquecíveis Salvat Les Jouets Solido    

Ford Taunus 17M Coupé 1957 - Peffume anericano.

Última miniatura da Colecção “Carros inesquecíveis Salvat Les Jouets Solido”    

O do Saireiro ou o do António Lordelo, um restauro a que assisti muitas vezes.

Modelo real

Uma vez na internet para sempre na internet.

Como escrevi a 7 de Maio de 2007 no Portal dos Clássicos

A Ford instalou-se em Berlim em 1925 e iniciou a montagem de modelos oriundos da sua congénere americana.

A linha Taunus teve início em 1939, em Colónia, com o modelo apelidado “Buckel” “ redondo”.

Em 1952 nasce a linha M de (“Meisterstuch”, que quer dizer obra-prima) entrando em confronto com a designação de “Meisterklasse” da DKW, devido á sua semelhança sonora.

Ver anexo 6658

Apresentado em Agosto de 1957, o Taunus 17M, retoma a inspiração americana baseando-se no Ford Fairlane Crown Victoria. Disponível nas versões, duas e quatro portas, descapotável e na carrinha de duas portas “Kombi”. Confortável e espaçoso exibe harmoniosamente os cromados típicos da época, nos dois acabamentos, Standard e De Luxe e faz lembrar os famosos “rabos de peixe” do outro lado do Atlântico.

Parecendo um elegante “coupé” acentua fortemente o seu estilo com uma ampla gama de cores em dois tons e recebe a alcunha de barroco.

O modelo parece um elegante “coupé”, marcado por uma ampla gama de cores em dois tons, vincando o seu estilo, o que lhe valeu a alcunha de barroco.

Como extras, podia ser equipado com tecto de abrir, quarta velocidade, overdrive e transmissão automática.

O número de exemplares varia segundo as fontes: 235 000 (Best Cars Web Site) e 239 973 (AZ of Cars) e 239 978 (The Complete Enciclyopédia of Saloon Cars 1945 1975) para os automóveis produzidos entre 1957 e 1960.enquanto para a carrinha é de 45 468 exemplares. Não encontrei valores para o cabriolet.

Ver anexo 6659

Ficha técnica

Motor: 4 cilindros em linha

Cilindrada: 1698

Diâmetro e curso: 84x76,6mm

Potência: 60cv SAE a 4250rpm

Alimentação: Carburador de corpo simples

Transmissão: Caixa de 3 velocidades ao volante

Peso: 974 Kg

Velocidade Máxima: 125 Km/h

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Solido Salvat 

Série Carros inesquecíveis Salvat - Les Jouets Solido

Referencia nº 80 preço

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em Blister plástico transparente

País – França

 


publicado por dinis às 17:16
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Terça-feira, 6 de Janeiro de 2026

Maserati Coupé - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Maserati Coupé - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1648ª Maserati Coupé –Dream cars   Altaya

O Maserati cabriolet  esteve ca este ano o coupé esteve em Braga na Auto Terror  

Modelo real

O Maserati Coupé é um carro da alta gama concebido para uma utilização quotidiana, apesar dos seus 390cv e da sua velocidade máxima de 285 Km/h

O Maserati Coupé e o Spyder,Tipo M138 disponível em coupé de quatro lugares e conversível de dois lugares baseado no anterior 3200 GT

o Coupé e o Spyder são comumente chamados de 4200 GT, que é uma evolução do nome do modelo anterior e uma referência ao aumento da cilindrada do motor de 3,2 L (3.217 cc) para 4,2 L (4.244 cc).

O Spyder foi apresentado ao público pela primeira vez no Salão Automóvel de Frankfurt de 2001, e o Coupé no Salão Automóvel de Detroit de 2002.

O Coupé e o Spyder foram desenhados por Giorgetto Giugiaro, da ItalDesign, que também desenhou o Ghibli, o Bora com motor central, o Quattroporte III e o 3200 GT. O design interior foi encomendado a Enrico Fumia[ e foi fortemente baseado no interior do 3200 GT, remodelado em 1999. Os carros foram construídos na fábrica da Viale Ciro Menotti em Modena, Itália.

O Maserati Coupé é um verdadeiro quatro lugares, capaz de acomodar confortavelmente dois adultos nos bancos traseiros. Possui uma distância entre eixos de 2.660 mm (105 pol.), cerca de 76 mm (3 pol.) maior que a do rival Jaguar XK8 e 305 mm (12 pol.) maior que a de um Porsche 911 (996). O comprimento total do veículo é de 4.523 mm (178 pol.), a largura é de 1.822 mm (72 pol.) e a altura é de 1.305 mm (51 pol.). O peso total em ordem de marcha varia entre 1.670 e 1.680 kg (3.682 a 3.704 lb). O design é semelhante ao do 3200 GT anterior, mas as lanternas traseiras em formato de bumerangue foram substituídas por unidades mais convencionais.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante IXO, Altaya

Série carros Dream cars  

Referencia nº 8 preço 9€99

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição

País – China

 


publicado por dinis às 17:15
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Segunda-feira, 5 de Janeiro de 2026

Ferrari Enzo Ferrari Colection - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Ferrari Enzo Ferrari Colection - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1647ª Ferrari Enzo 2002    –Ferrari Colection RBA Fabri

Enzo Anselmo Giuseppe Maria Ferrari piloto de automóveis e construtor

O Ferrari Enzo chassi 128786, é o único pintado de preto e o primeiro hipercarro da marca do Cavallino Rampante.

Como não poderia deixar de ser, foi encomendada por um membro da família real de Brunei, com uma longa tradição em pedidos especiais na sua vasta colecção.

Modelo real

Pela primeira vez deram a um modelo da Ferrari o nome do seu fundador, numa herança do F40 e F 50, na máxima expressão tecnológica do Cavallino Rampanate..

O Ferrari Enzo,foi concebido para implementar a tecnologia da Fórmula 1 para a estrada. De entre outros pormenores, o Enzo foi construído com uma carroçaria em fibra de carbono, caixa de velocidades robotizada e travões de disco produzidos em carboneto de silício reforçado com fibra de carbono, além destas tem ainda aerodinâmica activa.

O desenho esteve a cargo da Pininfarina, mais concretamente de Ken Okuyama. todas vendidas a clientes Ferrari, principalmente quem já tinha adquirido um F40 ou um F50.

0 Enzo, tem o motor V12 Tipo F140 B de 6,0 litros de cilindrada, capaz de desenvolver 660cv às 7800rpm e 657Nm de binário às 5.500rpm, acoplado a uma caixa manual robotizada da Graziano Trasmissioni, com seis relações. Podia acelerar até as 8.200 rpm e sua velocidade máxima era superior a 350 km/h.

A construção Enzo chassis 128786 teve início a 8 de Junho de 2004 e terminou a 18 de Outubro do mesmo ano. O interior continua com a mesma cor, aplicada nos bancos e carpetes. Foi levado para Londres, onde permaneceu na residência da família e circulava com pouca regularidade

O magnata americano Steve Wynn, exibiu-o no concessionário Penske Wynn Ferrari, depois da abertura de seu cassino em Las Vegas em 2005, como uma grande atração para o seu negócio. Em dezembro do mesmo ano, o carro foi adquirido pelo segundo proprietário através de um concessionário no condado de Orange (Califórnia), quando havia rodado apenas 650 quilômetros. Na época foi equipado com uma película protetora da pintura, que foi retirada recentemente

Nos últimos 20 anos o Enzo rodou apenas de 17.474 quilômetros percorridos no odómetro irá a leilão através da RM Sotheby’s, num evento privado e fechado entre 5 e 7 de Dezembro 2021

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante

Ferrari  Colection

Referencia nº 14 preço 10€99

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição

País –China

 


publicado por dinis às 17:48
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Domingo, 4 de Janeiro de 2026

Hispano-Suiza H6C 45 CV Nieuport

Hispano-Suiza H6C 45 CV Nieuport 1924  - Carros Clássicos - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1646ª Hispano-Suiza H6C 45 CV Nieuport 1924  1939  – Carros Clássicos Altaya

Hispano-Suiza H6C 45 CV Nieuport 1924, antes de voltar ao original.

Modelo real

O antigo piloto de aviões e agora piloto de automóveis, André Dubonnet, encomenda ao fabricante de aeronaves Nieuport-Astra, de Argenteuil, agora a fazer barcos, a carroceria para o seu Hispano-Suiza, um dos três chassis H6C rebaixados, ocasionando a ponte entre a aviação, o barco e o automóvel, com a concepção  original da carroçaria  projectada por Henri Chasseriaux. A pesar apenas 72 kg.é  formada por tiras de mogno de 3 mm de espessura, não madeira de tulipa, moldadas sobre uma camada externa que por sua vez, era colocada sobre nervuras internas de 19 mm, tudo fixado por milhares de rebites de alumínio e envernizado.

Em 27 de abril de 1924, Dubonnet pilotou o H6C, com a matrícula parisiense 6966-I6, na Targa Florio, através das tortuosas montanhas da Sicília, amplamente considerada uma das provas de desempenho mais rigorosas e perigosas da época, e terminou em 6º lugar na classificação geral. Em seguida, completou a Coppa Florio, percorrendo 8 horas e meia no circuito de Madonie, terminando em 5º lugar na classificação geral, apesar do seu azar com os pneus. Ambos os eventos demonstraram o sucesso prático da engenharia da Hispano-Suiza e da inovação da Nieuport-Astra; a habilidade de Dubonnet ao volante e a fascinante carroceria de madeira

Posteriormente Dubonnet adaptou o carro com para-lamas abertos e planos, um para-brisa baixo, uma porta pequena e um grande farol auxiliar no lado do passageiro, faróis principais, etc.

Adquirido por Coty, que o vende a Alexander Keiller, no início de 1925 e o regista em Londres com a placa XX 3883.

Em Brooklands mostra uma cobertura sobre o banco traseiro; para-lamas sinuosos, posteriormente substituídos por para-lamas estilo motocicleta.

Keiller guarda-o e de acordo com Bill Boddy, no seu artigo “White Elephantitis”, publicado na edição de Setembro de 1959 da revista Motor Sport, enquanto estava guardado, “um estilhaço de bomba causou alguns danos à traseira, mas, fora isso, o carro manteve sua aparência original”.

Em 1950, Rodney Forestier-Walker adquire-o e repara-o dos estragos da guerra na traseira com madeira compensada, modifica o para-brisas dianteiro e traseiro e substituir os faróis Blériot originais por faróis Lucidus, para o dirigiu durante seis anos, como publica no artigo “A Journey to Remember”, de 3 de março de 1954 da revista The Motor.

Gerald Albertini, herdeiro da Standard Oil, vê o carro à beira da estrada em 1955 e, deixa um bilhete no para-brisa para o comprar. Seis meses depois, na viagem para a nova casa necessitou de uma paragem para abastecer, e tomar um chá. Quando saiu ainda estava o gasolineiro o bombeava manualmente o combustível para o tanque traseiro de 52 galões foi que viu que sua carteira estava vazia, pelo que teve de deixar o seu relógio para pagar o combustível.

Iniciada a restauração sob a supervisão do técnico da Hispano-Suiza, George Briand, foi instalado um volante menor, o banco recuado e uma alavanca de velocidades externa mais longa.

A Panelcraft de Putney, reparou as áreas danificadas cm madeira nova, alterações nos acabamentos, incluindo o revestimento em cobre por toda parte e o interior revestido em couro creme. Os para-lamas estilo motocicleta instalados por Keiller foram substituídos pelos elegantes torpedos de madeira, esculpidos à mão por Harry Day, onde cada para-lama foi formado por uma estrutura de liga metálica batida à mão, sobre a qual foi aplicada uma camada de madeira polida, moldada a vapor e fixada com rebites de alumínio correspondentes, lixada até ficar perfeitamente lisa e polida.

Agora em Monterey, Califórnia, a 18 de agosto de 2025 e após uma restauração a RM Auto Restoration revelou o Hispano-Suiza H6C “Tulipwood” Torpedo de 1924 na sua forma original no concurso de elegância de Pebble Beach .

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante IXO,

Série Carros Clássicos

Referencia nº 18 preço 9€99

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição

País –China

 


publicado por dinis às 17:39
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Sexta-feira, 2 de Janeiro de 2026

Lancia Lybra - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Lancia Lybra - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1644ª Lancia Lybra –  – Carros inesquecíveis Salvat Les Jouets Solido    

Lancia Lybra – o italiano mais britânico

Ou seja, o carro da Lena    

Modelo real

O final da década de 1990 foi um período sombrio para o grupo italiano Fiat. Os prejuízos aumentavam e a administração do grupo, liderada pelo financista ítalo-americano Sr. Fresco, ex-número dois da General Electric, estava determinada a se desfazer da divisão automotiva.

"Se o seu carro não é Lancia, lance-o fora e compre um Lancia." está na memória de mais de uma geração de portugueses.

Integrada no Grupo Fiat, a Lancia sobreviveu, quando o Grupo Fiat clarificou a sua relação em relação às várias marcas, com relevo para as mais representativas. À Alfa Romeo cabe a representação desportiva, à Fiat a vocação generalista, à Lancia o luxo e a distinção.

A Alfa Romeo também tem modelos de luxo, a Fiat vende automóveis desportivos e a Lancia até comercializa um pequeno utilitário, o Y.

A Lancia, para substituir o Lancia Dedra, lançou o novo Lybra. Baseado na mesma plataforma do Fiat Bravo, Brava e Marea,.

A Lancia quer recuperar a imagem de elegância e distinção que em tempos conquistou junto dos consumidores europeus. O Lybra é o primeiro passo na caminhada da marca italiana para o futuro.

O Lancia Lybra foge à uniformização que ultimamente atingiu modelos de várias marcas, procurando antes destacar-se pela diferença. As linhas são suaves, equilibradas, mas também impressivas, destacando-se no conjunto a grande grelha frontal, os faróis redondos e os piscas pequenos e circulares.

Os técnicos italianos desenvolveram este automóvel a partir da plataforma estreada pelo Alfa 156, utilizaram mecânicas já conhecidas de outros modelos do grupo, basearam-se no "concept" Dialogos, apresentado no Salão do Automóvel de Turim em 1998, realizado pelo chefe de design da Lancia, Michael Robinson, e sua equipe no Centro Stile, incumbidos de resgatar a essência da marca e a impulsionaria para os anos 2000.

As linhas principais do "design", aliam-se ao comportamento dinâmico e até o ambiente a bordo do Lybra, a considerar cada ocupante como o ponto central do automóvel, como seu antecessor, estava disponível como sedan foi comercializada no Outono de 1999. e a carrinha em abril de 2000.

Equipado com motores modernos e econômicos, foi prejudicado pela falta de recursos financeiros da marca para manter sua posição de liderança entre os concorrentes. Ao contrário do Alfa Romeo 156, não recebeu nenhuma reestilização e seus motores sofreram poucas alterações ao longo dos anos.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Solido Salvat 

Série Carros inesquecíveis Salvat - Les Jouets Solido

Referencia nº 79  preço

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em Blister plástico transparente

País – França

 


publicado por dinis às 18:06
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Quinta-feira, 1 de Janeiro de 2026

Ford GT 40 2002- Um olhar sobre as minhas miniaturas

Ford GT 40 2002- Um olhar sobre as minhas miniaturas

1643 ª Ford GT 40 –Dream cars   Altaya

Ford GT40 Concept 2002

Tanto o antigo como o moderno estiveram em Vila Real

Bom Ano de 2026

Apresentado no Salão Automóvel da América do Norte de 2002, que Henry Ford II para comemorar o centenário da marca

Modelo real

Ford GT40 2002

"Nada de telemática ativada por voz aqui, nem mesmo vidros elétricos. Apenas desempenho puro e refinado", disse Jay Mays, vice-presidente de Design da Ford.

O Ford GT40 tem nova vida num moderno carro de rua e junta-se à linha do Concept car Forty-Nine.

O conceito Ford GT40 é mais de meio metro mais comprido e quase dez centímetros mais alto e apresenta a silhueta elegante e familiar de seu homônimo, onde cada curva e cada linha do carro é uma reinterpretação única do original. O GT40 apresenta um longo balanço dianteiro que remete aos carros de corrida da década de 1960.

O amplo capot, linhas de destaque sutis e faróis de fibra óptica conferem uma postura distintamente contemporânea, aliada ao impressionante perfil baixo e o motor V8 americano central

A dianteira acolhe as rodas de 18 polegadas e as portas se estendem até o tecto e no painel traseiro, entradas de ar funcionais para o motor. As rodas traseiras, com pneus Goodyear de 19 polegadas, definem a traseira do carro, enquanto a linha de destaque da dianteira se junta novamente e finaliza o perfil do carro no aerofólio traseiro integrado.

A SVT da Ford desenvolveu uma estrutura espacial de alumínio totalmente nova construída com perfis extrudados e painéis de alumínio, a estrutura espacial proporciona uma base rígida para o motor e a transmissão, permitindo ao mesmo tempo o uso de painéis de carroceria de compósito especialmente fabricados.

O design interior incorpora os inovadores bancos ventilados e o layout do painel de instrumentos do carro original, com mostradores analógicos simples e um grande conta-giros, rodeados de versões modernas dos interruptores de alavanca do carro original.

O motor V8 MOD, todo em alumínio, cabeçotes de alto fluxo com quatro válvulas por cilindro e duplo comando de válvulas no cabeçote. Para suportar as tensões necessárias para produzir 500 cavalos de potência, Coletti utilizou um virabrequim de aço forjado, bielas em H com tratamento de jateamento de esferas da Manley e pistões de alumínio forjado da Karl Schmidt Unisia. O motor utiliza um compressor mecânico Roots modificado da Eaton com admissão intercooler.

Atrás da embraiagem McLeod reforçada de 9 polegadas, a equipe SVT instalou um transeixo especial para acomodar a configuração de motor central, fornecido pela RBT, a caixa de seis velocidades com relações curtas utiliza componentes internos da fabricante de transmissões ZF.

A suspensão dianteira e traseira, utiliza braços de controle de comprimentos diferentes e um sistema de hastes de acionamento/braços articulados para interagir com os conjuntos mola-amortecedor montados horizontalmente, permitiu aos projetistas alcançar o perfil baixo característico do GT40.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante IXO, Altaya

Série carros Dream cars  

Referencia nº7 preço 9€99

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição

País – China


publicado por dinis às 17:54
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Quarta-feira, 31 de Dezembro de 2025

Ferrari Colection - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Ferrari Colection - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1642ª Ferrari 250 GTO 1962–Ferrari Colection RBA Fabri

Ferrari 250 GTO

Modelo real

O Ferrari 250 GTO foi projetado para competir no Grupo 3 de corridas GT, onde seus rivais eram o Shelby Cobra, o Jaguar E-Type e o Aston Martin DP214. O desenvolvimento do 250 GTO foi liderado pelo engenheiro-chefe Giotto Bizzarrini. Embora Bizzarrini, o projetista do 250 GTO, mas ele e outros engenheiros da Ferrari, em 1962 entraram em desavença com Enzo Ferrari. O desenvolvimento continuou supervisionado pelo novo engenheiro Mauro Forghieri, que trabalhou com Scaglietti para continuar o desenvolvimento da carroceria.

A designação 250 é o deslocamento em centímetros cúbicos de cada cilindro do motor, e GTO "Gran Turismo Omologata", italiano.

O primeiro protótipo, designado nas fotos oficiais como Ferrari 250 GT Le Mans Berlinetta Sperimentale de 1961, foi construído a partir do chassi 2643GT, originalmente um 250 GT SWB de 1961., pilotado por Fernand Tavano e Giancarlo Baghetti em Le Mans..

O segundo protótipo foi testado em Monza em setembro de 1961 por Stirling Moss.

Pouco depois desse teste, a construção dos primeiros 250 GTOs de produção começou no final de 1961 com os chassis 3223GT e 3387GT.

 O segundo protótipo não era mais necessário para testes, a carroceria experimental foi descartada. e não existe na sua forma de 1961

Os regulamentos da FIA em 1962 exigiam um mínimo de cem exemplares de um carro construídos para que fosse homologado em Grupo 3  Grand Touring Car. A Ferrari construiu apenas 36 250 GTO, 33 carros da Série I de 1962 e três carros da Série II de 1964, com carroceria revisada. Os três carros adicionais "330 GTO" com o motor de quatro litros 330, reconhecíveis pela grande saliência no capot às vezes são incluídos no número total de produção, elevando o total para 39. O mito popular esteve presente quando os inspetores da FIA apareceram para confirmar se os 100 exemplares haviam sido construídos, Enzo Ferrari transferiu os mesmos carros entre diferentes locais, dando assim a impressão de que o número total de 100 carros estava presente. Verdadeiramente, nenhum engano foi necessário, pois a produção do 250 GTO foi coberta pela homologação do modelo anterior 250 GT Berlinetta SWB. Esses documentos de homologação foram emitidos em 1960, mas extensões foram solicitadas e aceitas várias vezes entre 1961 e 1964, permitindo que a Ferrari adicionasse modificações não cobertas pela especificação original, incluindo alterações no motor, transmissão e suspensão. Além disso, como mais de 100 carrocerias haviam sido construídas de acordo com a especificação anterior do 250 GT SWB, os regulamentos da FIA permitiram que uma nova carroceria fosse projetada, levando ao desenvolvimento do novo estilo de carroceria do 250 GTO.Esse método de homologação não era exclusivo da Ferrari, pois métodos semelhantes foram usados ​​para homologar o Aston Martin DB4 GT Zagato e o Jaguar E-Type Lightweight.

E assim o modelo participaria nas corridas de GT da FIA,

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante

Ferrari  Colection

Referencia nº 13 preço 10€99

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição

País –China


publicado por dinis às 17:10
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Terça-feira, 30 de Dezembro de 2025

Bugatti 57 SC Atlantic - Carros Clássicos - Um olhar sobre as minhas miniatura

Bugatti 57 SC Atlantic - Carros Clássicos - Um olhar sobre as minhas miniatura

1641ª Bugatti 57 SC Atlantic 1938– Carros Clássicos Altaya

Do azul ao preto em que ficamos.

O impressionante design Art Déco concebido por Jean Bugatti, filho de Ettore Bugatti. no protótipo Aérolithe de 1935, A barbatana, solução encontrada foi a fixação dos painéis da carroceria ao automóvel por rebites, conferiu uma costura singular. que se manteve nos quatro fabulosos Atlantic produzidos.

844ª – Bugatti T57SC 1938 Rio

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/bugatti-57-atlantic-um-olhar-sobre-as-1643380

849ª – Bugatti 57 S Coupé Nera Brumm

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/bugatti-57-ralph-lauren-um-olhar-1646308

1166ª – Bugatti 57 S Coupé 1934 Brumm

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/bugatti-preto-um-olhar-sobre-as-1859144

1148ª – Bugatti Atlantic 57 SC Coupé  Brumm

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/bugatti-atlantic-57-sc-um-olhar-sobre-1849110

Modelo real

O Atlantic é um %7S especial. Durante muito tempo pensou-se que sô tinham sido construídos três exemplares, mas, no seu livro Pierre Yves Laugier aponta quatro.

O primeiro Protótipo, #57473 um automóvel irmão quase idêntico, como o de cor preta construído no Verão de 1936 e terminado em Outubro.

 O primeiro, cinzento metalizado foi vendido a Victor Rotschild chassis 57374 entregue a 2 de setembro de 1936.

 O protótipo #57374 , adquirido a 11 de Dezembro de 1936 , M. Holzschuh e levado por Robert Benoit levou de Nice a Paris. para o Salão do concecionário e piloto Ernest Fridericha menos que seja o chassis 57473 .

O terceiro Atlantic conhecido chassis 57591 vendido em Maio de 1938 a Robet Pope distingue-se pelos vidros laterais de abrir e pelas aberturas de ventilação posicionadas acima do para brisas e o mandou equipar na fábrica com um compressor em 1937 e o conservou durante vinte e cinco anos.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante IXO,

Série Carros Clássicos

Matrícula

Referencia nº 17 preço 9€99

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição

País –China


publicado por dinis às 17:15
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Segunda-feira, 29 de Dezembro de 2025

Fiat 124 Sport - Um olhar sobre as minhas miniatura

Fiat 124 Sport - Um olhar sobre as minhas miniatura

1640ª Fiat 124 Sport 1971   – Os Nossos Queridos Carros  Altaya

 O Fiat 124 Sport pouco tinham em comum com a berlina quadrada lancada pelo consorcio italiano em princípios de 1966. A versão descapotável, denominada spider, desenhada por Sergio Pininfarina, saiu  no mesmo ano  e em 1967  o coupé , cujas linhas nasceram do próprio departamento de design da Fiat, completou a gama desportiva

Modelo real

Baseado no Fiat 124, um carro familiar lançado pela Fiat em 1966, o Fiat Sport Coupé representou uma transformação em desempenho, dirigibilidade e aparência. Apresentado no ano seguinte ao modelo básico e projetado pelo chefe do Fiat Centro Stile, Mario Boano, responsável pelo design do Ferrari 250 GT Coupé "Boano", o Sport Coupé adotou um design de três volumes e o revestiu com um toque que remetia aos filmes de gângsteres da época.

O Coupé acomodava quatro lugares, um motor dianteiro e um porta-malas relativamente espaçoso, mas a potência sob o capôt permitia ao pai de família (afinal, uma condução mais desportiva quando o desejasse.

A segunda série apresenta uma frente completamente redesenhada com quatro faróis, indicadores de direção retangulares. A traseira também se beneficia de mudanças significativas, incluindo uma tampa do porta-malas e lanternas traseiras redesenhadas. Para os clientes que buscam versões mais esportivas, o 124 Sport Coupé Série 2 oferece, além do motor 1400, um motor 1600 cc de 110 cv, proveniente do Fiat 125. Este motor, equipado com dois carburadores Weber, permite uma velocidade máxima de 180 km/h. A Fiat prioriza o conforto em detrimento do prazer de dirigir; o carro perde a barra estabilizadora traseira e a suspensão oferece menor aderência à estrada.

O Sport Coupé também foi fabricado sob licença em Espanha como Seat 124 Sport..

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante IXO, Altaya

Série Os Nossos Queridos Carros  

Referencia nº 22 preço 9€99

Matrícula portuguesa BB-75-99

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição

País –China


publicado por dinis às 17:39
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Domingo, 28 de Dezembro de 2025

Toyota Célica - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Toyota Célica - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1639ª Toyota Célica – Carros inesquecíveis Salvat Les Jouets Solido    

Toyota Célica -Com inspiração amerocana

Rali de Inglaterra,  1977

672ª - Toyota Celica Solido

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/toyota-team-europa-toyota-celica-1523224

a pergunta que fiz então

Porque é que a Solido, optou pelo carro que abandonou e não pelo 2º classificado, estando eu convencido de que o 18 era o vencedor.

Ainda pensei em fazer o 2º classificado, mas tudo mudou. não coloquei os decalque e não escolhi o nenhum.  

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Modelo real

A reestilização da Toyota para o modelo de 1976, fez o Celica ficar 8 cm mais comprido e 2 cm mais largo devido à dianteira alongada, permitindo a instalação de motores maiores para o mercado americano, o modelo TA23, tem entradas de ar mais discretas, luzes de estacionamento dianteiras verticais, nova grade e indicadores de direção integrados aos para-choques cromados.

O Celica Liftback, com sua traseira inclinada, também foi lançado, inspirado no Ford Mustang, mas com uma grande porta traseira. no mercado japonês desde finais de 1974 e na Europa desde abril de 1976.

Por sua vez a Toyota Europa inscreveu-se nos ralis em 1977 para as provas do Campeonato Mundial de Rali, utilizando o RA21 na versão de 2 litros, baseado no modelo original TA22, a Toyota usou o modelo mais antigo, com uma distância entre eixos mais curta e setas inclinadas, como base para a versão de rali, ainda que com as carenagens mais discretas na tampa do motor.

Na estreia tardia do Toyota Celica 2000 inscritos pela Salvador Caetano  fez com que no rali de Portugal, Ove Andersson/Henry Liddon terminasse  em terceiro enquanto Mikkola – Hertz, abandona.

O Rally de Gran Bretaña de 1977 foi a 33.ª edição do rally e a decima primeira ronda da temporada de 1977 do Campeonato Mundial de Rally, realizado entre el 20 e 24 de novembro no qual se inscreveram

Nº14 Per-Inge Walfridsson e John Jensen

Nº8 Hannu Mikkola/Arne Hertz

Nº18 Jean-Luc Thérier/Michel Vial

A Toyota esteva quase a ter uma vitoria num rali, no Rally Lombard RAC quando Hannu Mikkola - Arne Hertz coloca seu Toyota Celica RA21  numero 8, em segundo lugar com mais 2m 23s que o vencedor o Ford Escort RS1800 de  Bjorn Waldegardd

Per-Inge Walfridsson o seu copiloto John Jensen terminaram em 14º (#14); e Jean-Luc Thérier/Michel Vial (#18) abandonaram a prova após um acidente.

Vinte e cinco novamente, a Solido e vinte anos depois, a Ixo disponibiliza as três versões incluindo uma suja da prova, bastante realista, sem exageros, e inclui os painéis da carroceria e as rodas

Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Solido Salvat 

Série Carros inesquecíveis Salvat - Les Jouets Solido

Referencia nº 78  preço

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em Blister plástico transparente

País – França


publicado por dinis às 17:35
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