Bugatti T 57 C 1939 Vencedor das 24 Horas de Le Mans - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1357ª – Bugatti T 57 C 1939 Vencedor das 24 Horas de Le Mans 100 Anos de Desporto Automóvel Planeta De Agostini Altaya
941ª – Bugatti 57 G “Tank” Grand Prix Models
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/bugatti-t-57-tank-um-olhar-sobre-as-1720487
950ª – Bugatti 57C “Tank” Grand Prix Models
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/tag/fabricante+da+miniatura+grand+prix+model
Bugatti Tipo 57G Tank 24 Horas de Le Mans 1939 - Jean-Pierre Wimille – Pierre Veyron 24 Horas de Le Mans 1939
Modelo real
Na primeira edição da prova de Le Mans , em 1923, participam dois Bugatti Brescia 16S, um dos quais ficou em 1º , ganhando a sua categoria com Max de Pourtales- Sosthéne de La Rochefoucaud René Marie- Pouis Pichard em 22º. Em 1930 um Type 40 pilotado pela dupla feminina dcom as Mmes Mareusse e Siko ficaram em 7º lugar.
Depois de um grande interregno e grandes vitórias, volta somente em 1931. Na 20º volta o Bugatti T 50 de Caberto Conelli - Maurice Rossi abandona por acidente. O que leva Jean Bugatti a acordar telefonicamente com o seu pai Jean Bugati decidirá retirar os dois carros oficiais.
Na 22 volta “ANO” “NIME” inscrito por Schumann abandonam com problemas de transmissão.
O T 50 de Alberto Divo -Guy Bouriat abandono voluntario depois do acidente na 26º volta. Enquanto O Bugatti 50 de Archille Varzi – Louis Chiron por acidente e saída voluntaria na 24º volta
A dupla feminina de Mmes Mareusse e Siko voltou no mesmo carro mas, foram desclassificadas por um reabastecimento a mais do que o permitido.
Jean Sebilleau – Georges Delaroche num T40 abandona na 96º volta.
Em 1932 os dois voltam no mesmo T40 inscrito por J. Sebilleau e classificam-se na sexta posição. Enquanto o Conde Czaikowski abandona na 180 volta.
Enquanto carro inscrito por Ch Druch abandona em 96 volta e G. Brouriat num 55 abandona na 23 volta.
Em 1933, o Bugatti t 50 inscrito por G Brouriat abandona na 119 volta e o Conde Czaikowski abandona na no 52ª volta
Em 1934, o Bugatti T50 Um T44 ocupa o 9 lugar foi incrito por N.N.Mahé para Norbert Jean MaHE – Jean Desvighes - JCN Wh
O Bugatti inscrito por Auguste Bodoignet Ford – Maurice Baumer abnadona na 85º volta.
O Bugatti T 50 inscrito por R, Rabric para o mesmo e Pierre Veyron abndona na 73º volta.
O Bugatti 55 inscrito por M Bayard aandona na 15 volta por ajuda exterior.
Em 1935 o Bugatti 51ª incrito por L. Villeneuve para o mesmo e André Vagniez chegaram em 14º.
O Bugatti 57 inscrito por B. Sousa Dantas pata ele e Roger Teillac abandona na 129 volta
O Bugatti 35da ecurie Argo abandona na 26 volta enquanto o outro T 55 da mesma equipa abandona na 74 volta.
Em 1937 estão inscritos dois Bugatti ainda a título particular pela Ecurie de Roger Labric
Nº 1 Roger Labric Pierre Veyron
Nº2 Jean-Pierre Wimille Robert Benoist
O Bugatti de René Kippeurt abandona na 8 volta por acidente.
O Bugatti vence pela primeira vez com Jean-Pierre Wimille Robert Benoist
Em 1938 não comparece nenhum Bugatti
No ano seguinte também a titulo pessoal agora pelo colwga de equipa Jean-Pierre Wimille , com o nº1 ganham as ultimas 24 horas de Le Mans anteriores a guerra com Jean-Pierre Wimille/Pierre Veyron
Jean Bugatti não continuou a desenvolver as suas qualidades porque a 11 de Agosto de 1939 perdeu a vida num acidente com o carro que dois meses antes venceu as 24 Horas de Le Mans . Vinte dias mais tarde eclodia a segunda guerra Mundial e o pai Ettore Bugatti faleceu em 1947.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, Planeta de Agostini, Altaya
Série 100 Anos de Desporto Automóvel
Referencia nº 22 preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico preto, sob cartão e envolto em blister transparente para exposição
País – Portugal, feito na China
Bugatti 35B - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1308ª – Bugatti 35B Grand Prix Sport 1928 Louis Chiron 100 Anos de Desporto Automóvel Planeta De Agostini Altaya
Grande Prêmio de Roma 1928 Louis Chiron
Modelo real
Em 1927 0 nº 24 no Targa Florio (Sicile) Bugatti foi atribuído a Emilio Materassi
Louis Chiron, melhor piloto de 1928
Em 1928, o AIACR abandonou sua fórmula de 1,5 litro. O interesse dos fabricantes foi baixo, o que não foi ajudado pela crescente recessão económica. Em vez disso, os carros teriam que pesar entre 550 e 750 kg para uma fórmula de motor aberta. Originalmente, o Campeonato Mundial de Construtores estava planejado para sete corridas nacionais, mas com o passar do ano, cinco foram canceladas e apenas as 500 Milhas de Indianápolis e o Grande Prêmio da Itália foram realizados.
Em 1928 o Bugatti T 35C pilotado por Williams Williams venceu o GP de França e Louis Chiron ao volante do T35C conquistou a vitoria em três dos quatro GP que faltavam disputar Espanha, Monza, e em Roma.
Grande Prêmio de Roma 1928 o piloto francês Louis Chiron no Bugatti azul duela com o italiano Gastone Brilli Peri a mais de 200 km/h
Dos cinco GP em 1929 Williamsvenceu dois e Chiron outros dois, todos com Bugatti , três com o 35B e um com o 35C.
No IV Premio Reale di Roma 10 June 1928 Circuito Tre Fontana Formula Librefoi 6 com o nº 24 Mario Lepori Bugatti 35B 3h29m28.6
E no VIII Circuito del Montenero 19 August 1928 o 8º classificado foi 24 Franco Cortese Bugatti 37A 3h03m24.0 voiturette
Em 1930 os três 35 com pilotos diferentes venceram quatro dos seis GP.
Em 1931, este modelo foi substituído pelo T51.
Em Vila Real o T 55 venceu em 1934 com António Guedes de Herédia.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, Planeta de Agostini, Altaya
Série 100 Anos de Desporto Automóvel
Referencia nº 13 preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico preto, sob cartão e envolto em blister transparente para exposição
País – Portugal, feito na China
Bugatti Preto - Um olhar sobre as minhas miniaturas
T57S Atlantic no.2 Número do Chassis: 57453 número do motor 2SC "La Voiture Noire" Jeam Bugatti ainda desaparecido.
Matrícula 9129NV2 1244 W5
E a intrigante matrícula colocada na miniatura da Brumm FXR933
O primeiro entretanto comprado
844ª – Bugatti T57SC 1938 Rio
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/bugatti-57-atlantic-um-olhar-sobre-as-1643380
849ª – Bugatti 57 S Coupé Nera Brumm
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/bugatti-57-ralph-lauren-um-olhar-1646308
azul EXK-6 Richard Pope no dia 31 de Março de 1938
1148ª – Bugatti Atlantic 57 SC Coupé azul Brumm
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/bugatti-atlantic-57-sc-um-olhar-sobre-1849110
Modelo real
O piloto grego Nico E. Embiricos, a 10 de março de 1936, encomendou um Bugatti Type 57S Coupé Aero com chassis nº 57375 e motor nº 3S, foi concluído a 24 de agosto de 1936 e enviado para sua residência em Londres, que uma vez recebido, foi enviado para Corsica Coachworks para a levar uma carroceria conversível de corrida de dois lugares e terminado em 4 de setembro de 1936.
A carroceria Coupé Aero foi enviada de volta para a oficina Bugatti, onde acabou por ser montada no chassi nº 57453 com motor nº 2SC, já equipado com o superalimentador de especificação "C" direto da fábrica, o nº 57453, concluído em 3 de outubro de 1936.
No inverno, Jean Bugatti, tratou de o vender principalmente a alguns amigos muito selecionados, como o piloto de corridas William Grover- Williams e sua esposa, Yvonne. Posteriormente, foi fotografado para o catálogo promocional da empresa em 1937 e também exibido nos salões de automóveis de Nice e Lyon na Primavera de 1937. Continuou a ser orgulhosamente dirigido por Jean Bugatti até ao final de Julho, quando o ofereceu ao piloto da Bugatti, Robert Benoist, após vencer as 24 Horas de Le Mans de 1937. Amigo muito próximo dos Grover-Williams, Benoist usava o carro ao lado deles. Na primavera de 1940, os três fugiram para a Inglaterra antes que os alemães tomassem conta da França e o carro fosse devolvido à fábrica. Dirigido com frequência, o nº 57453 nunca teve um proprietário registrado mas encontra-se numa lista de carros que seriam enviados de comboio para a Rue Alfred Daney em Bordeaux em 18 de fevereiro de 1941, durante o êxodo francês, sendo registrado "1244 W5" e com chassi nº 57454.
A Bugatti construiu um Bugatti Type 57 SC Atlantic em 1936 com o mesmo número 57473… alguns afirmem que seria 57453 e não 57473… É aqui que chegamos a “La Voiture Noire”…
Jean Bugatti, morreu a 11 de agosto de 1939 aos 30 anos em um acidente de carro, muitas vezes considerou o modelo Atlantic e mais notavelmente o nº 57453, como sua criação mais inovadora e valiosa.
O pai Ettore Bugatti, perdeu suas faculdades mentais e faleceu em 1947, apenas dois anos após o fim da guerra.
No Salão Automóvel de Genebra de 2019, comemorando os 110 anos de Jean Bugatti e da marca, a Bugatti apresentou o modelo único "La Voiture Noire", que foi vendido a um anônimo por US $ 19 milhões. o veículo é o último Grand Tourer, e uma representação moderna do nº 57453 que igualmente se encontrava a seu lado.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante Brumm
Série Oro
Referencia nº 88 preço 2395$00
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.
País – Itália
Anos de fabrico a
Bugatti Atlantic 57 SC - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1148ª – Bugatti Atlantic 57 SC Coupé Brumm
Bugatti Atlantic 57 C Type 57S Atlantic Nº.4 Chassis número 57591, Motor número 39S azul Matricula EXK -6
844ª – Bugatti T57SC 1938 Rio
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/bugatti-57-atlantic-um-olhar-sobre-as-1643380
849ª – Bugatti 57 S Coupé Nera Brumm
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/bugatti-57-ralph-lauren-um-olhar-1646308
O protótipo original do SC Atlantic chamava-se Bugatti Aérolithe, rodava em um chassi Bugatti 57 encurtado e tinha uma carroceria leve feita de uma liga de magnésio/alumínio chamada Elektron.
O Elektron não pode ser soldado, razão pela qual o Aérolithe tinha uma costura rebitada pronunciada na linha central. Embora o 57 SC Atlantic posterior fosse feito de uma liga de alumínio mais tradicional, a costura rebitada distinta foi mantida no lugar.
Modelo real
O chassis nº 57591 foi encomendado pelo Sr. Richard Pope no dia 31 de Março de 1938, e recebido, acabado de sair de fábrica em Junho do mesmo ano. O carro é ligeiramente mais alto que os outros, para que pudesse caber convenientemente dentro do habitáculo. ou usar o chapéu, que os cavalheiros ingleses daquela época orgulhosamente envergavam, dentro do seu Bugatti, por isso este Atlantic apresenta uma altura de habitáculo superior aos seus congéneres de cerca de 12mm. saiu de fábrica com a cor “azul safira”, e as rodas traseiras estavam descobertas e os raios eram azuis.
O Sr. Pope foi o feliz proprietário do Bugatti Type 57 SC Atlantic durante cerca de 30 anos até que o vendeu a Barrie Price.
Durante a propriedade deste último, voltou a ser pedida uma mudança na pintura, que, infelizmente removeu quaisquer vestígios da cor original.
Em 1988 o Sr. Price decide então vender o Atlantic ao Sr. Ralph Lauren, que encomenda de imediato um restauro à Paul Russell, em Boston.
O estilista Ralph Lauren é o actual proprietário do último Atlantic produzido, com número de chassi 57 591 pintado de preto, para substituir o azul.
O carro ainda traz a placa EXK6 de registro original no Reino Unido
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante Brumm
Série Oro
Referencia nº 87 preço 2395$00
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.
País – Itália
Anos de fabrico a
Bugatti T35 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1146ª – Bugatti T35 Brumm
O desenho e a miniatura
Alfredo Marinho Júnior Bugatti 35 C 2º Vila Real 1933
Modelo real
Em 2000 fiz uma serie de desenhos das corridas de Vila Real e o Bugatti Type 35 o principal carro de corrida da Bugatti na década de 1930. Também o foi em Vila Real numa prova somente com quatro participantes
A ideia de registar em desenho os automóveis do Circuito de Vila Real dos quais não tinha ou conhecia alguma foto ou imagem, continuava de cada vez que surgiam novos elementos. Mas, só no início do século é que os comecei a desenhar e colorir, após a visualização de um documentário de João Hitzemann, na altura representante da Agfa em Portugal sobre as corridas de 1931 a 1936.
As imagens inéditas foram exibidas na tertúlia “História ao Café” por António Menéres depois de terem sido convertidas para vídeo nos estúdios da Tobís, redescobertas há anos, em 16 milímetros.
A novidade para o IIIº circuito de Vila Real foi a alteração ao traçado, junto ao Banco de Portugal. A partida foi como nos anos anteriores foi na Avenida Almeida Lucena, seguindo os concorrentes para a Timpeira, Mateus, descendo para Estação do Caminho-de-ferro, Ponte Metálica entrando no novo traçado, a rua Cândido dos Reis e a da Boavista perfazendo 7 200 metros, mais 50 metros que o anterior, num total de vinte e cinco voltas, totalizando 180 km. As com 36 curvas do percurso têm um tempo máximo de três horas e meia a serem percorridos.
A dureza da prova e o facto de o piso ainda não se encontrar alcatroado, foi uma das razões apontadas para um tão baixo número de concorrentes. No dia da prova apenas compareceram cinco concorrentes: Nº 1 - Mário Gonçalves - Austin Seven Ulster Nº 2 - Artur Barbosa - Plymouth PA Nº 3 - António Herédia - MG Midget J2 Nº 4 -Alfredo Marinho Júnior - Bugatti 35 C Nº 5 - Vasco Sameiro - Alfa Romeo 8 C Monza.
Depois de ter obtido a volta mais rápida Alfredo Marinho Júnior no Bugatti T 35 C, à média 85,971k/h, em 4m 59s no ano anterior, voltou a 18 Junho de 1933 mas desta vez foi o mais sápido foi Vasco Sameiro em Alfa Romeo 6C Monza dominou com a Volta mais rápida foi de á média de 86,842 k/h em 4m 59s 2/10 que também terminou em 1º
O 2º Alfredo Marinho Júnior4Bugatti 35 C Corrida em 2h 14m 1s 4/10 80,426 3º Artur Barbosa 2 Plymouth P A Convertível Sport13m 15s 74,421 4ºMário Gonçalves 1Austin Super SportSport 2h 12m 23s1/10 71,682 e o bandono de António Guedes Herédia 3 no M G Midget M Type
A Alfredo Marinho Junior 5 Bugatti 35 C com as cores nacionais Vermelha e Branca nº 12252 é agora de Jorge de Monte Real, Conde de Monte Real, Jorge de Melo e Faro 7º em 1936 e Manuel de Oliveira em 1937
Modificação na miniatura
Retirados os guarda lamas e pintado de vermelho ainda lhe falta o branco e os números de corrida.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante Eligor
Série
Referencia nº preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.
País – França
Anos de fabrico a
Bugatti EB 110 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1133ª – Bugatti EB 110 1991 Revell
Bugatti EB 110 GT 1991 a minha primeira e única miniatura da Revel na 1/43
Modelo real
Após a morte de Ettore Bugatti em 1947, a Bugatti fechou as portas em 1951 e em 1987 a marca que pertencia à empresa francesa Messier-Bugatti, quando foi comprada por Romano Artioli, para voltar a produzir automóveis,
Artiolli captou recursos do governo francês, da Aerospatiale, da fábrica de pneus Michelin, da petrolífera Elf e até da própria Messier-Bugatti. e construiu uma fábrica moderna em Modena, na Itália, com a nacionalidade da Bugatti a mudar repentinamente de francesa para italiana.
O Bugatti EB110 foi projetado por Paolo Stanzani, o autor do supercarro mais exótico dos anos 70 Lamborghini Countach. ambos os carros desenhados por Marcello Gandini,
O chassis foi desenvolvido pela Aérospatiale, com o Bugatti EB 110 foi apresentado em 15 de setembro de 1991 simultaneamente em Versailles e em frente ao Grande Arche de La Défense, em Paris, França, exatamente 110 anos após o nascimento de Ettore Bugatti, criador da marca.
No EB110 tudo era de última geração, o primeiro chassi tubular de fibra de carbono do mundo, fechado com painéis de alumínio. O chassis tinha uma elevada rigidez torcional de 19.000 Nm/grau, permitindo assim que as soleiras das portas fossem mais baixas para facilitar o acesso à cabine. O carro media 4.400 mm de comprimento e 1.940 mm de largura, visivelmente mais estreito que o Lamborghini Diablo e um tamanho menor que seu arquirrival Jaguar XJ220.
A ergonomia era muito boa para o padrão dos supercarros, boa visibilidade, pedais bem posicionados acabamentos em madeira, bancos elétricos de couro, ar-condicionado e vidros elétricos, com as famosas portas Gandini do tipo tesoura para sair, possuía ainda um vidro que proporciona uma visão do motor V12 aos ocupantes e curiosos que o abordavam.
O motor é um V12 60º, de quatro cames, 5 válvulas por cilindro (3 entradas 2 saídas) e um total de 4 turboalimentadores. Com 3.499 cc, deslocava o mesmo que o XJ220, mas enquanto o Jaguar empregava 6 cilindros para abrigar essa capacidade. Cada câmara de combustão media 81 mm de diâmetro e 56,6 mm de curso. O curso muito curto contribuiu para a sua notável revabilidade (linha vermelha às 8200 rpm), assim como as bielas leves de titânio. 5 válvulas por cilindro garantiam respiração rápida, antes da Ferrari F355 adotar esse recurso. No EB110GT, quatro turboalimentadores IHI comprimiam 1,05 bar nas câmaras de combustão e produziam 561 cavalos de potência a 8.000 rpm e 450 lbft de torque a 3.750 rpm. A potência foi entregue a uma caixa de câmbio de 6 velocidades construída pelo próprio e canalizada para todas as rodas por um sistema de tração nas quatro rodas com acoplamento viscoso, 27% na frente e 73% na traseira.
O EB 110 foi o único modelo produzido antes da passagem de testemunho para o Grupo VW, em 1998. Só 139 unidades do supercarro foram produzidas.
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Miniatura
Abre as portas, levanta a mala e o capô para ver o motor.
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante Revel
Série
Referencia nº preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.
País – França
País – Portugal, feito na China
Anos de fabrico a
Bugatti Grand Prix - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1088ª – Bugatti 35 B sport 1927 Eligor
O Bugatti 35B Henrique Lehrfeld 2º carro sem roda suplente
625ª - Bugatti – 35B sport 1928 Eligor
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/bugatti-35b-1928-le-pur-sang-um-1496209
E a Elizabeth Junek no Bugatti T35
1013ª – Bugatti 35B course Eligor
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/elizabeth-junek-bugatti-t35-um-olhar-1765800
Modelo real
O químico alemão Theodor Lehrfeld, veio para Portugal tornando-se industrial de adubos, enquanto o seu filho Henrique Lehrfeld, era o representante da Opel nos anos 20. Para promover a marca, modifica num modelo para provas em Portugal, utiliza um Opel 10 hp na Rampa de Santarém a 8 de Julho de 1925 onde foi primeiro classificado a media de 99 quilómetros à hora
Quando as provas de automóveis em Portugal eram provas de montanha e quilómetros de arranque, Henrique Lehrfeld agita o mundo automobilístico português em Abril de 1930 ao trazer para Lisboa um Bugatti de Grande Premio semelhante àqueles que dominavam a generalidades das competições europeias daquela época.
No III Quilometro de Arranque do Campo Grande compareceu com um Bugatti T 35C chassis 4930, com um motor de 8 Cilindros de 2l com compressor para vencer a corrida, mas de seguida vende o Bugatti azul a Adalberto Mendonça Marques, um dos sócios da Sociedade de Luso-Brasileira.
Em seguida, adquire um potente Bugatti 35B, o único que veio para Portugal, com que participo no 1º quilometro arranque em Setúbal onde vai defrontar o seu anterior Bugatti 35C. com Adalberto Marques que foi o mais rápido, embora só com uma passagem, o que não estava no regulamento.
A sua actividade em 1931 divide-se entre Paris e outras provas pelo que não vem a Vila Real.
O Bugatti azul também não comparece em 1932 apesar de inscrito com a desculpa de não ter sido convidado. Mas ao que parece estava avariado.
No ano seguinte também não vem a Vila Real, ao único circuito realizado em Portugal e em 1934 a Bugatti de Henrique Lehrfeld vem a Vila Real para ser pilotada por António Guedes Herédia e obter uma vitoria á media de 85,740 Km/h.
O Brasil atraía e para a corrida da Gávea a 2 de Junho 1935, os Bugatti são pintados de Branco a carroçaria e de Vermelho o chassis, para terminar em 2º.
Em 1937 vem finalmente a Vila Real onde é 6º com o nº 4, já um um carro bastante antiquado e cansado.
A sua frente ficou Jorge de Monte -Real 35C e Ribeiro ferreira num 51.
O Bugatti T 35B encontra-se no Museu do Caramulo e volta novamente a Vila Real em 2004
Modificação na miniatura
A miniatura foi pintada nas cores nacionais.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante Eligor
Série
Referencia nº 1025 preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.
País – França
Anos de fabrico a
Bugatti T32 tank - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1078ª – Bugatti T 32 Tank Auto Replicas
Bugatti Type 32 Prototype como estava na colecção Schlumpf.
Um carro misterioso visto na História do Automóvel, vendida em fascículos nos anos setenta e completadas pelo livro The Schlumpf Automobile Colection adquirido quando visitei a colecção.
Modelo real
O Bugatti T32 de 1923, também conhecido como Tanque, era uma mudança radical no design dos carros competição operado por Ettore Bugatti, a o reconhecimento da importância da aerodinâmica.
No Grande Prêmio da França de 1923, realizado no Circuito de Touraine, Tours, França, na segunda-feira de 2 de Julho de 1923,para o qual as Usines Bugatti levaram quatro exemplares do T32 para a sua estreia em competição. A inovação da Bugatti completava-se no chassis suspenso, nos travões hidráulicos dianteiros e a exclusiva da transmissão transaxle de três velocidades e marcha marca atras.
A aerodinâmica carroceria de alumínio sobressaia entre os carros de corrida presentes, mas o Bugatti T32 era como a versão de rodas cobertas do T30 do qual acoplava muitas das características do chassis e motor do T30, talvez a razão de terem sido inscritos com Bugatti T30.
Nos treinos, Rene Thomas em Delage foi o mais rápido, Ernest Friderich com nº6, o 6º tempo, em 10º Pierre de Vizcaya com o nº 1, enquanto o 15º tempo foi para Bertrand de Cystria e o 19º tempo e último lugar. para Pierre Marco nº16.
A curta distância entre eixos e o leve peso do Type 32 faziam com que ele levantasse em alta velocidade, o que os tornava pouco competitivos e instáveis.
Na prova, Pierre de Vizcaya abandonou por acidente logo após o início da corrida. Pierre Marco ao fim de apenas três voltas e o terceiro Bertrand de Cystria depois de doze voltas percorridas.
Ao fim de 35 voltas, vencedor foi Henry Segrave nº 12 Sunbeam Motor Co, em 6h 35m 19.600s, seguido de Albert Divo 7 Sunbeam Motor Co Sunbeam 6h 54m 25.800s
Ernest Friderich foi o único Usine Bugatti classificado, com o terceiro lugar, depois de percorrer uma distância de quase 800 km em 7 horas e 22,4 segundos.
O carro tinha um motor de 8 cilindros, 1.991 cc (diâmetro: 60 mm, curso: 88 mm) produzindo cerca de 90 cv. O formato da carroceria de alumínio foi baseado na teoria de que um metro quadrado de área frontal equivale a 5 cv. A teoria pode ter sido boa, mas eles esqueceram o possível fator de sustentação. E a 185 mph, os carros chegaram ao ponto em que “saíram do chão”.
O Type 32 Ernest Friderich. Número de registro 4876 JI e número de chassis 4059. após a corrida de 1923, foi vendido. a Elizabeth Junek, da República Tcheca, depois de já ter participado em eventos anteriores com o carro.
Um artigo no The Automobile em 1983, “metade do carro era originalmente do 'Tanque', outro quarto era original de Molsheim e um quarto era de peças de reprodução”.
O carro foi restaurado entre 1993-1994 e Jean-Philippe Müller Gerhard Schütz escreveram um livro detalhado sobre o Bugatti 32, onde acompanharam a restauração do último T 32 na oficina de Mulhouse, ou o que restou dos cinco Type 32 construídos, exposto no Musée National de l’Automobile de Mulhouse em França.
Modificação na miniatura
É um kit metálico bastante trabalhoso que necessita de muito trabalho.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de metal e borracha de acordo com as originais.
Fabricante Auto Replicas
Série
Referencia nº V4 preço
Material – zamac
Material da placa de base – metal
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em caixa de cartão.
País - França
Anos de fabrico a
Bugatti “Brescia” Hp 40 1921 modifie Version France - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1044ª – Bugatti “Brescia” Hp 40 1921 Brumm
Bugatti “Brescia” Hp 40 1921 7 Pierre Marco
O Bugatti T 13 em preto
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/bugatti-t-13-brescia-um-olhar-sobre-1486778
agora em azul # 7 Pierre Marco
Bugatti “Brescia” Hp 40 1921 modifie Version France
O Grande Prêmio da Itália foi pela primeira vez disputado em 4 de setembro de 1921 em Montichiari, na província de Bréscia, em um circuito feito de vias públicas.
Modelo real
Para o circuito de Voiturettes do Grande Prêmio da Itália de 1921, a Bugatti preparou cinco carros com a mais recente evolução do motor multiválvulas.
A equipa da Bugatti está presente com 4 carros, com o # 13 Ernest Friderich # 3 Pierre de Vizcaya # 10 Michele Baccoli # 7 Pierre Marco DNS Pedro Monés Maury, um carro de substituição de Monés Maury.
A corrida começa com o Type 13 de Friderich na liderança, seguido de perto pelo SB de Silvani e outros três Bugatti. Na volta 10 o líder sofreu um furo ao cair para a quarta posição e seu companheiro de equipa De Vizcaya assumiu a liderança, com Marco em terceiro e Baccoli em quinto.
De Vizcaya, perseguido por Friderich, acertou em cheio e ultrapassou os 120 km/h, aumentando sua vantagem para dois minutos. Mas le Patron controla toda a situação, sua estratégia é deixar De Vizcaya desempenhar o papel de lebre e reservar Friderich para o ataque final. Baccoli também não quer arriscar e tira o pé do acelerador para facilitar a recuperação do alsaciano, que é lançado após a liderança. Uma vez na frente, ele não abrirá mão da liderança até o final, terminando em pouco menos de 3 horas a uma velocidade média de 118 km/h, recorde para a categoria.
De Vizcaya é o segundo com 1 minuto e 18 segundos; 6 minutos depois entra Baccioli e 3m depois entra Marco, completando a vitória esmagadora.
A equipe Bugatti e ganha também um apelido a um dos seus modelos ficar a ser conhecido de Brescia.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante Brumm
Série Oro
Referencia nº R 39 preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.
País – Itália
Anos de fabrico a
Bugatti T 41 Royale - Um olhar sobre as minhas miniaturas
Muitas vezes ainda pensei em fazer o Binder mas… acabei por o dar ao meu filho que com ele brincou que o guardou .
Anos mais tarde devolveu-mo com uma sugestão, e uma capota em cartolina.
Provavelmente uma simples capota, abrigava por vezes o chofer das intempéries.
Fez a capota e entregou-mo.
Obrigado, é mais um.
131ª – Bugatti 41 Royale 1930 Solido
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/bugatti-royale-coupe-napoleon-um-1094005
510ª – Bugatti Royale T 41 T 41 1927 Rio
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/bugatti-royale-t-41-um-olhar-sobre-as-1406472
591ª – Bugatti 41 Royale 1930 Solido
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/bugatti-type-41-ou-royale-um-olhar-1459221
697ª - Bugatti Royale type 41 Torpédo 1926 châssis N° 41100 Mini Racing
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/bugatti-royale-prototipo-um-olhar-1545342
731ª - Bugatti Royale mod. 41 1929 Mini Racing
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/bugatti-royale-coupe-um-olhar-sobre-1564606
774ª – Bugatti Royale mod. 41 1929 Rio
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/bugatti-royale-um-olhar-sobre-as-1531459
806ª – Bugatti Royale Kellner Coupe Aurora Models
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/bugatti-royale-41-kellner-um-olhar-1622336
823ª - Bugatti Royale Coach Mini Racing
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/bugatti-royale-type-41-weyman-1929-um-1570849
939ª – Bugatti Royale Mod 411928 Rio
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/bugatti-royale-um-olhar-sobre-as-1719463
960ª – Bugatti Royale Solido
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/bugatti-royale-um-olhar-sobre-as-1731867
988ª – Bugatti 41 Royale 1927-33 Rio
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/bugatti-royale-berline-um-olhar-sobre-1748628
Modelo real
Que, entretanto, me fez lembrar as réplicas reais
As que nunca foram…
A inglesa Panther lançou o De Ville em 1974 como sedan e, em 1976, como conversível.
O Royale apenas encontramos os para-lamas é mais um neoclássico do que uma réplica, pois o cockpit é projetado de forma francamente moderna.
O De Ville foi descontinuado em 1981 e a Panther fez um último De Ville em 1984 para um príncipe malaio. Este exemplar único, apelidado de "Golden Eagle",
e as muito semelhantes…
Sbarro Royale 1979 foi encomendado por um empresário alemão, bilionário.
A Sbarro Royale evoca a Royale Limousine da Park Ward, O radiador em formato de ferradura, onde o elefante da Bugatti de Rembrandt foi substituído pelo galgo correndo de Sbarro. O capot é a parte mais fiel, num design clássico, com as conveniências modernas dentro do carro.
O Bugatti 41 Royale Coupe Napoleon Cote-Julienne 1988 foi encomendaram a Jo Cote e Remy Julienne uma réplica estática do Bugatti 41 Royale Coupe Napoleon elaborado num curto período de três meses, para tal contaram com a ajuda da Coleção Schlumpf em Mulhouse, teve a carroceria de plástico foi feita graças aos moldes originais mantidos em Mulhouse. Os pneus eram peças de reposição da Coleção Schlumpf. O volante é de uma caminhonete GMC americana e o chassis é de um Cadillac alongado e reforçado, com a caixa automático e o motor, um Chevrolet V8.
No final foi comprado pela equipe de produção por 800.000 francos franceses.
Bugatti 46 Coupe Napoleon por Varin 1986 como o Royale encolhido, foi a ideia de Varin, de construir uma réplica do Bugatti 41 Royale Coupe Napoleon. Como o 46 é menor que o 41, ele reproduziu o carro em uma escala de 0,875.
O carro, construído pelo Sr. Varin e amigos, foi cuidadosamente reproduzido, utilizando aço e alumínio (sem plástico!), a pintura do capô Bugatti é feita com um tom muito claro e, por fim, a mascote do radiador é pintado de dourado,
O chassi é um 46 original, incluindo o motor 5.4l. o Sr. Varin não se livrou de sua obra-prima, que lhe custou dez anos de tempo livre.
Lindberg B31 1984
THE MONSTER
Os americanos inventaram as réplicas e a Lindberg era especializada em réplicas do Auburn Speedster e do Mercedes-Benz SSK feitas com base no... Fusca.
O B.31 foi uma chance para Lindberg alcançar um nível mais alto, mas este carro é apenas uma paródia à la Tex Avery.
Modificação na miniatura
A capota em cartolina foi, entretanto, substituída por um bocado de uma de um Rolls Royce Phanton III de 1939 da Solido
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Miniatura
Abre as portas, levanta o capô para ver o motor.
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante Solido
Série: Age d´or
Referencia nº 4036 preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.
País – França
Anos de fabrico a
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