Renault 8 Gordini C.Albino Vila Real 1967 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1623ª Renault 8 Gordini C.Albino transformado
O Renault Gordini em Vila Real .
O pó de 25 anos
O outro Renault que ainda estava no quiosque que já me tinha esquecido
Ao fim de 25 anos saiu para fora da caixa retirados os faróis suplementares
Com a mesma cor e mudando os números dá para fazer um de Vila Real e ainda melhor o de Carpinteiro Albino em 1967 que durante os treinos parou em frente a toca da Raposa
Era mas não foi
0 48 em branco não encontrei o mesmo se passou com o 50 de Bernardino Lampreia nº 50 4º cls em 1967
Ou o de António Santos Lourenço.do qual não sei a cor
749ª – Renault R8 Gordini Troféu
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/renault-r8-godini-um-olhar-sobre-as-1595151
1249ª – Renault 8 - Carros inesquecíveis Salvat Les Jouets Solido
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/renault-8-gordini-um-olhar-sobre-as-1944968
1458ª – Renault 8 Gordini 1966 Vencedor do Rali da Corsega. 100 Anos de Desporto Automóvel Planeta De Agostini Altaya
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/renault-8-gordini-1066-vencedor-do-rali-2076970
1602ª Renault 8 Gordini C.Albino -P Pereira Rali de Portugal 1967 Rally Car – Collection Altaya
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/2194106.html
Modelo real
Em 1967 na primeira edição do rali TAP, eles passaram pelo Marão em Vila Real na foto do Motor, vemos Carlos Gaspar no Alfa Romeo GTA prepara-se para dobrar José Lampreia no Renault 8 Gordini, devido a uma desatenção, Gaspar bate num dos passeios e ir às boxes, o que fez com que perdesse o comando da corrida e se atrasasse irremediavelmente. Lampreia terminou a corrida em 4º e Gaspar em 15º...
Classificação
1º António Peixinho 57 Ford Cortina Lotus Mk 2 20 134,900
2º Ernesto Neves 53Morris Cooper S Broadspeed 19
3º Henrique Burnay Bastos 44 Morris Cooper S 19
4ºJosé Bernardino Lampreia 50 Renault R 8 Gordini 195º Francisco Romãozinho 59 Morris Cooper S 18
6º António Santos Lourenço 51 Renault R 8 Gordini 18
7º José Eduardo Carpinteiro Albino 48 Renault R 8 Gordini 18
No Jardim da Carreira, o Gordini de José Bernardino Lampreia nº 50 que levou ao 4º lugar da prova de Turismo, em 1967, e o melhor entre os três que participaram
A placa tem findo preto
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Miniatura
Modificação na miniatura
Pintado a faixa branca e o azul nos números continuando a faltar os autocolantes
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante
Série Rally CarColection
Referencia nº 47 preço 9€99 AA2282
Certificado de Edição Limitada
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição
País –China
Mini Cooper S - Um olhar sobre as minhas miniatura
1618ª Mini Cooper S 1965 – Os Nossos Queridos Carros Altaya
Quando eu ia para o Colégio da Boavista e um Mini Cooper estava estacionado no Cabo da Vila em Vila Real e por vezes eu também levava no bolso.
Os meus Mini
Crayford Mini
278ª – Crayford Mini Sprint Corgi Toys transformado
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/crayford-mini-um-olhar-sobre-as-1258371
Mais baixo e mais largo que um mini.
300ª – Austin Protótipo Construção própria
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/austin-prototipo-um-prototipo-nacional-1272362
Austin Mini 1275 GT - Um olhar sobre as minhas miniaturas
363ª – Austin Mini 1275 transformado
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/austin-mini-1275-gt-um-olhar-sobre-1315082
BMC Mini Cooper S
382ª – BMC Mini Cooper S Corgi Toys
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/bmc-mini-cooper-s-um-olhar-sobre-as-1326178
O Mini de Grupo 5 António Ruão
566ª – Mini Cooper Auto Pilen transformado
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/mini-cooper-grupo-5-um-olhar-sobre-as-1444679
Mini rebaixado e cortado - Um olhar sobre as minhas miniaturas
646ª – BMC Mini Cooper Corgi Toys transformado
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/mini-rebaixado-um-olhar-sobre-as-1573561
1125ª – Morris Mini Cooper S Winner Rallye Monte Carlo 1967 Vitesse
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/morris-cooper-s-um-olhar-sobre-as-1834299
Modelo real
Um carro construído “de dentro para fora”, publicitava -o assim a British Motor Corparation , BMC, ao lançar o modelo que se tornaria o maior sucesso da historia automobilística britânica.
Alec Issigonis, director de projectos da casa e autor do Morris Minor, outro êxito comercial da marca de Cowley, foi encargado pelo presidente da BMC Leonard Lord de desenhar um utilitário de expressão mínima , apropriado para quatro lugares.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, Altaya
Série Os Nossos Queridos Carros
Referencia nº 18 preço 9€99
Matrícula portuguesa CF-67-68
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição
País –China
Renault 8 Gordini C.Albino -P Pereira Rali de Portugal 1967 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1617ª Renault 8 Gordini C.Albino -P Pereira Rali de Portugal 1967 Rally Car – Collection Altaya
Na versão Nocturna
O mesmo que a Trofeu só que agora em dose dupla.um para a colecção e outro fazer uma outra versão, como sugeria o folheto na foto publicada numa prova para clássicos.
749ª – Renault R8 Gordini Troféu
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/renault-r8-godini-um-olhar-sobre-as-1595151
1249ª – Renault 8 - Carros inesquecíveis Salvat Les Jouets Solido
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/renault-8-gordini-um-olhar-sobre-as-1944968
1458ª – Renault 8 Gordini 1966 Vencedor do Rali da Corsega. 100 Anos de Desporto Automóvel Planeta De Agostini Altaya
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/renault-8-gordini-1066-vencedor-do-rali-2076970
Modelo real
Em 1967 foi para a estrada a primeira edição do rali TAP, que daria origem ao Rally de Portugal, e que teve como base um Rally e que teve por base um Rali organizado pela casa do pessoal da transportadora aérea nacional.
Com 52 concorrentes presentes a partida,
A exigência e as estradas por onde o rali se desenrolava caracterizaram-se desde sempre dureza da prova e a primeira edição internacional foi bem exemplo.
A dureza do rali eliminou um grande número favoritos, mas apos o abandono de Jean-Pierre Nicolas, o piloto oficial da Renault, na última etapa.
José Carpinteiro Albino também ao volante de um Renault 8 Gordini soube gerir bem a mecânica e acabar por se impor ao longo de etapas que foram arruinando muitos motores
Somente treinaram 8 equipas depois de seis etapas num total de 2322 quilómetros e mais três equipas que cortaram a meta, mas não constaram da classificação final devido as penalizações acumuladas.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante
Série Rally CarColection
Referencia nº 47 preço 9€99
Certificado de Edição Limitada
Material – zamac
Material da placa de base – plástico AA2280
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de cartão e envolto em blister transparente para exposição
País – China
Volkswagen Porsche 914 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1615º Volkswagen Porsche 914 1969 – Carros inesquecíveis Salvat Les Jouets Solido
Volkswagen Porsche 914 O fruto de uma união
95ª – Porsche 914 6 Solido
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/volks-porsche-914-um-olhar-sobre-as-1122592
50 anos 914 Leiria
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/50-anos-914-leiria-1022511
Vila Real Classic 2014
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/vila-real-classic-372595
1º Encontro de Clássicos Além Corgo - 4 de Outubro de 2009
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/30957.html
Entre as provas do circuito internacional de Vila Real 2010, muitos aproveitaram para retemperar as forças nos inúmeros restaurantes existentes á volta do circuito, enquanto outros saboreavam os deliciosos petiscos caseiros preparados na véspera, debaixo de uma acolhedora sombra.
Uma passagem pela zona Vip, onde era notada a presença do
VW Porsche 2.0 1975 de Manuel Dinis,
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/70518.html
Ainda não foi desta que encontrei uma miniatura do meu 914
Modelo real
A necessidade de um novo carro, levou os Presidentes de Porsche e Volkswagen, respectivamente Ferry Porsche e Heinz Nordhoff, nasceu o projeto 914. um desportivo, moderno, diferente e economicamente acessível.
A Porsche tinha de substituir o 912 e outro a Volkswagen a precisar de repetir o sucesso de Karmann-Ghia,
A parceria ficou acertado que o conceito do veículo e design seria projetado pela Porsche, a motorização e distribuição pela Volkswagen e a construção da carroceria pela Karmann-Ghia que já fabricava os Porsche 911 e 912.
Em 1968, Heinz Nordhoff deixa o alto posto de Volskswagen e assume seu compatriota Karl Lotz, que imediatamente paralisou o projeto, pois queria desenvolver projeto próprio, mas Ferry Porsche poderia seguir em frente com o projeto, comprando as carrocerias e motores da Volkswagen com preços reajustados.
Depois de um ano de muitas discussões Ferry conseguiu convencer Lotz e formou-se então a VW-Porsche Vertriebsgesellschaft Gmbh, com uma divisão nos EUA ( Porsche-Audi).
Os veículos a ser comercializados nos EUA seriam enviados com a marca Porsche, enquanto na Europa o 914 seria comercializado pela Volkswagen com a marca Volkswagen-Porsche. Assim em 1969 o carro é apresentado no salão de Genebra, Suíça, em duas versões com motores boxter sendo um 1.7 de quatro cilindros, com injeção de combustível e 85 cv e uns tampões da VW e um VW Porsche 2.0 de seis-cilindros e comando no cabeçote e 125 cv..
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante Solido Salvat
Série Carros inesquecíveis Salvat - Les Jouets Solido
Referencia nº 74 preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em Blister plástico transparente
País – França
Porsche 904 Carrera - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1593ª – Porsche 904 Carrera Tour de France Starter
159 Porsche 904 GTS #006 matrícula S-UE 670 - Porsche Typ 587/3 F4 1966 cc
Modelo real
O Tour de France para Automóveis, mais conhecido como "Tour Auto", teve início em 11 de setembro em Lille e terminou nove dias depois em Nice. Com 117 participantes a largaram em Lille, enfrentando seis etapas e uma distância total de 6.060 km. Como nos anos anteriores, os participantes tiveram que completar etapas especiais cronometradas durante sua longa jornada pela França, as chegadas das etapas deste ano incluíram Reims, Caen, Pau, Aurillac e Grenoble. Estas incluíram corridas em circuitos como Reims, Rouen, Le Mans e, pela primeira vez, Monza, além de chegadas em montanhas como o Col du Tourmalet, o Mont Ventoux e o Col de Turini.
Pela segunda vez, uma equipe de fábrica americana estava na linha de partida. Carroll Shelby inscreveu três Shelby Daytona, pilotados por Maurice Trintignant, Bob Bondurant e o vencedor de 1962, André Simon.
A Porsche tinha inscrito seis )04 GTS para
Nº.155. Herbert Müller (CH) / Michel Weber (D).
Nº.157. Edmond Meert / Wim de Jonghe (B).
Nº.158. Christian Poirot / Claude Marbaque (F).
Nº.159. Günther Klass / Rolf Wütherich (D) -
Nº.160. Robert Buchet (F) / Herbert Linge (D)
Nº.163. Jacques Rey (CH) / Jean Pierre Hanrioud (F)
Na foto podemos ver Rolf Wütherich a conectar o intercomunicador que o liga a Gunther Klass no Tour Auto de 1964.
Os Shelby Daytona começaram a dominar a corrida, mas os três abandonaram na terceira volta,
No final 36 deles cruzaram a linha de chegada no sul da França, com a vitória á geral na classe GT foi mais uma vez para uma Ferrari 250 GTO, desta vez pilotada pelos belgas Lucien Bianchi e Georges Berger. Na classe de carros de turismo, a dupla britânica Peter Procter e Andrew Cowan, com seus Ford Mustangs, encerrou a sequência de vitórias de Bernard Consten, que terminou apenas em terceiro. As categorias femininas foram vencidas por Soisbault/Roure (Ferrari 250 GTO – classe GT, nono lugar geral) e Texier/Mermod (Jaguar Mark II – classe de carros de turismo, sexto lugar geral).
A dupla Klass/Wütherich terminaram em quarto lugar após 2200 quilômetros com o Porsche 904 de fábrica.
A vitória á geral na classe GT foi para o Ferrari o 250 GTO, pilotada pelos belgas Lucien Bianchi e Georges Berger.
O segundo foi 2«. Jean Guichet / Michel de Bourbon Parme 168 - Ferrari 250 GTO.
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Miniatura
Modificação na miniatura
kit em resina
Fabricante Modelos 3J
Série Normal
Referencia nº preço
Material – resina
Material da placa de base – resina
A base faz parte da carroçaria
Apresentado em caixa de cartão.
País – França
Ferrari 250 LM Ferrari Colection - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1591ª Ferrari 250 LM –Ferrari Colection RBA Fabri
Ferrari - 250lm 3.3l v12 ch.8165 Team David Piper Racing n 21 7th 24h Le Mans 1968 David Piper - Richard Attwood
Modelo real
Um habitue de Vila Real que eu vi correr no Lotus 11 em 1958
David Piper, e os seus famosos Ferrari verdes.
A versão coberta do Ferrari 250P para agradar os condutores de carros fechados que não foi homologada como GT, mas sim como protótipo.
Para a temporada de 1964, a Ferrari apresentou três carros para corridas de Protótipos e GT: o 250LM, o 275 P-64 e o 330 P-64.
O 250LM foi concebido como um GT, mas a homologação foi recusada pela Comissão Internacional de Desporto em bora na Itália, a homologação foi aprovada. Assim o carro teve que competir na categoria de protótipos, contra carros muito mais especializados e com melhor desempenho.
A Ferrari 250 LM venceu Le Mans em 1965 com Jochen Rindt e Masten Gregory, num modelo da NART.
Em 1966, foram introduzidos novos regulamentos que dividiram os protótipos e os carros desportivos em categorias separadas, com requisitos de produção de zero e 50 unidades para cada classe, respectivamente. Os carros de Grande Turismo agora tinham que atingir uma meta de 500 unidades, em vez de apenas 100.
Embora o 250 LM tenha sido autorizado a competir na classe de carros de desporto do Grupo 4, mesmo sem atingir o requisito de homologação de 50 unidades, ele geralmente não era páreo para o mais novo Ford GT40 Mk1.
Nessa época, muitos carros já haviam sido atualizados com rodas mais largas (6,5 ou 7 polegadas na frente e 8 ou 8,5 polegadas na traseira.
David Piper foi indiscutivelmente o piloto de 250 LM mais bem-sucedido o Ferrari com o chassis nº 8165 esse bólido tinha motor V12 de 3,3 litros de capacidade cúbica , era Ferrari verde e foi último LM a ser fabricado
Inscrito na categoria Sport por David Piper e conduzido pelo mesmo e Attwood teve vários problemas ao longo da prova: aquecimento do motor, problemas de ignição, fugas de óleo e água e problemas eléctricos.
Mas Piper e Attwood levaram-no ao 7º lugar geral, a 29 voltas do Ford GT vencedor na ocasião, guiado por Pedro Rodriguez/Lucien Bianchi.
Piper recebia combustível, óleo e bônus da ESSO. Mas a Crise do Petróleo de Suez de 1957 significou que eles não podiam mais apoiá-lo. Uma companhia petrolífera que não foi muito afetada pela crise foi a BP. Piper se interessou pelo logotipo verde da companhia petrolífera britânica e logo as duas partes chegaram a um acordo, no qual Piper pintaria seus carros de verde em troca do patrocínio da BP. A cor ficou conhecida como Verde BP.
Provavelmente nenhum outro piloto terá possuído e pilotado mais Ferrari de competição do que David Piper. numa entrevista detalhada à revista Motorsport, ele menciona ter tido seis Ferrari 250 GTO e 250 LM ao longo dos anos.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante
Ferrari Colection
Referencia nº 5 preço 10€99
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição
País –China
Renault 8 Santiago do Chile 1965 - Um olhar sobre as minhas miniatura
1587ª Renault 8 Santiago do Chile 1965 –Táxis do Mundo Planeta De Agostini Altaya
Renault 8, o pequeno campeão.
Renault 8 Santiago do Chile 1965
Ainda antes de chover em Santiago
O Renault 8 foi um pequeno utilitário, campeão de Ralis, alem de automóvel familiar muito adequado ao seu tempo nas décadas de 60 e 70.
Em meados de década de 1960, o Renault 8 ganho por tres vezes consecutivas o Rali de Monte carlo e da Corsega.
Era a confirmação do Renault 8 como um dos pequenos grandes utilitários da sua época.
Apesar das suas dimensões reduzidas, foi utilizado como táxi nas diversas cidades, sobretudo da Africa e da América do Sul entre as quais Santiago do Chile.
Os táxis oficiais funcionam com taxímetro do Chile funcionam com taxímetro e respeitam as tarifas. A corrida entre o Aeroporto Internacional Arturo Merino Benitez, situado a 25 Km e o centro de Santiago, custa cerca de 100 000 pesos chilenos, una 15 euros.
Modelo real
O design do Renault 8 parece muito semelhante ao Alfa Romeo protótipo de tração dianteira tipo 103 (1960), derivado ao acordo entre a Alfa Romeo e Renault tinham uma relação comercial na década de 1950 e década de 1960. Renault estava comercializando carros da Alfa Romeo e Alfa Romeo estava construindo o Renault Dauphine
Em Junho de 1962 a Renault apresentou o Renault 8, baseado no Renault Dauphine que também derivava do Renault 4CV) o Renault 8 tinha o mesmo chassis que o Dauphine, com motor traseiro, um pequeno passo atrás se considerarmos que o R4 com motor dianteiro e corpo "hatchback" tinha sido lançado um ano antes. muito popular, tal como o Simca 1000, introduzido em 1961, que se tornaria o grande rival do Renault 8.
Eles foram produzidos em Bulgária até 1970 (ver Bulgarrenault), e uma versão adaptada do Renault 8 continuou a ser produzida na Espanha até 1976. Na Romênia, uma versão do 8 foi produzida sob licença entre 1968 e 1971 como Dacia 1100. No total foram construídos 37.546 Dacia 1100.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, Planeta de Agostini, Altaya
Série Táxis do mundo
Referencia nº 56 preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de cartão e envolto em blister transparente para exposição
País – Portugal, feito na China
Peugeot 404 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1582ª Peugeot 404 Rally Safari 1968 Nowicki – Clif–Rally Car Collection Altaya
Peugeot 404 Rally Safari 1968 Nowicki – Clif
Um velho conhecido que nunca pensei que fosse tão valente.
1540ª – Peugeot 404 1962 Os Nossos Queridos Carros Altaya
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/peugeot-404-um-olhar-sobre-as-minhas-2153879
Modelo real
A chave dos êxitos da Peugeot em Africa encontra-se no trabelho realizado pelo concessionário de Nairobi.
Zbigniew Nike Nowiki deunas vistas em 1961, ao ganhar aa sua classe com um Peugeot 404 e no ano seguinte com outro 404 obteve a segunda posição da geral, atras de Tommy Fjas tad e do seu bravo Volkswagen 1200.
Em 1963, uma das mais memoráveis do Rally Safári devidos as condições climatéricas duríssimas. . A chova começou a cair seis semanas mais cedo do que o habitual e transformou a prova numa verdadeira armadilha. Dos 84 carros que alinharam a patuda, apenas setes conseguiram terminar o Rali.
A pistas tornaram-se lamaçais intransponíveis nos quais, os veiculas ficavam inevitavelmente atolados. . A partir dai os sete insubmersíveis, com Nowicki á cabeça na sua primeira vitoria.
A supremacia na prova continuou com Bert Shkand ao ganhar em 1966 e no ano seguinte.
Da lista de inscritos que estiveram na partida constavam 92 automóveis de 20 marcas.
A prova foi uma replica da de 1963 e Nowicki mostrou-se imbatível na lama ao longo das duas etapas que totalizaram pouco mais de 3000 Km . Joginder no Datsum H 130 , foi o primeiro a liderar a prova, mas não conseguiu superar a pressão do 404 de Nowicki, que obteve a vitoria final embora Peter Huth, num Ford Cortina Lotus tivesse chegado a meta vinte minutos antes do queniano de origem polaca. Contudo o sistema de penalizações colocou no pódio Nowicki e a sua co--pilota Paddy Cliff e o Cortina Lotus mk1 em segundo .
O terceiro foi Triumph 2000 de Mandeville Viscount 'Kim' - Allison Stuart
Bert Shankland também nom Peugeot 404, que chegou a ocupar o 3º lugar acabou, mas acabou por embater numa arvore, para depois ficar atolado num enorme charco e perdeu as hipóteses de se bater pela vitoria e abandonou
O outro Peugeot 404 4º Armstrong Mike P. - Paveley Derek foi 4º
5º Singh Joginder - Smith Beverley no Datsun Cederic
O 6º Ulyate Robin - Wood Mike Ford Cortina GT
A sétima e última das posições coube a duas mulheres, Lucile Carwel e Geraldine Davies , com um Datsun 130
Os carros são praticamente de serie preparados pelo importador mas dizia-a- see que os carros eram enviados de frança onde os carros e motores e caixa estava em melhor estado e que o diferencial traseiro actuva com o se fosse de deslizamento limitado , ajudava a motricidade na lam.
Zbigniew Nike Nowiki , um queniano de origem polaca que consegui vencer duas edições do Safári em 1963 e 1968.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante
Série Rally CarColection
Referencia nº 42 preço 9€99
Certificado de Edição Limitada AA2584
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de cartão e envolto em blister transparente para exposição
País – China
Simca 1000 - Um olhar sobre as minhas miniatura
1568ª Simca 1000 1962– Os Nossos Queridos Carros Altaya
No dia em que chegaram as chuvas de Outono, só fui tomar café e também por casa de latada, vim para casa depois da tradicional Volta ao Circuito procurei o Volkswagen EA 266 da Volkswagen Collrction e o não encontrei … ai vai o post.
O Simca do Raposo
Um dia de neve, o Raposo quando foi tomar café, disse nos ao que tinha de ir as antenas da RTP no Marão, porque não havia emissão de televisão.
Pouco depois, não vinha de Land Rover mas sim no seu Simca 1000 e lá fomos até ou cimo da montanha, na esperança de mão ficar atolados na neve, com os outros automobilistas., em carros muito melhores.
Mal sabia eu que ainda os havia de ver a continuar a fazer furor no Circuito Internacional de Vila Real nos anos oitenta.
391ª – Simca 1000 Rallye 2 Norev transformado
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/team-simca-um-olhar-sobre-as-minhas-1330551
1266ª – Simca 1000 - Carros inesquecíveis Salvat Les Jouets Solido
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/simca-1000-um-olhar-sobre-as-minhas-1952245
Modelo real
A Simca estava ligada à Fiat, desde que Henri Théodore Pigozzi a criou, para fabricar os seus carros sob licença em 1934, nasceu em Turim, conheceu o fundador da Fiat, Giovanni Agnelli e a acionista principal da Simca até 1963, continuava a visitar a Fiat em Turim.
A empresa era agora comparticipada pela FIAT, Ford e tinha a ronda-la, a Chrysler.
Em 1958 a Simca iniciou a Simca do Brasil e adquiriu à Talbot as instalações de Suresnes (França).
No ano seguinte, inaugurou uma fábrica em Casablanca (Marrocos) e adquiriu as empresas parisienses Taxis G7 e Fonderies Modernes de l'Automobile.
Em 1956 desencadeou-se a guerra do Sinai, e com ela a crise económica do Suez, levou o proprietário da Simca, Henri Pigozzi, a sentir a necessidade de expandir a gama para mercados mais baixos, oferecendo veículos mais económicos.
A Simca associasse a Ford e inaugura uma fábrica em Poissy.
O Fiat 600 origina dois projetos foram executados em paralelo, o "Projeto 119" era para um sucessor de duas portas, enquanto o "Projeto 122" era para um sucessor de quatro portas.
Pigozzi queria um Simca mais pequeno, e a Fiat colocava-o acima do 600. e consegui da Fiat um dos seis diferentes modelos de argila de quatro portas para a produção do "Projeto 122" e ser desenvolvido no novo carro pequeno da Simca.
Em 1959 inica o projecto 950 sob a direcção de Oscar Montabone E em finais de 1960 e 1961 começam os testes com os protótipos.
A 27 de Junho saiu da fábrica de Poissy o primeiro Simca 1000, com a apresentação oficial ocorrendo no contexto de uma campanha publicitária de alto nível no Salão do Automóvel de Paris, em 10 de outubro de 1961. No lançamento, Pigozzi, omitiu mencionar que o Simca 1000 era o produto de uma estreita colaboração com a Fiat, ainda acionista majoritária da empresa.
Inicialmente, os carros podiam ser encomendados em uma das três cores (vermelho/rouge tison, azul casca de ovo/bleu pervenche ou off-white/gris-princesse).
No stand da exposição duas cores de carroceria foram adicionadas a gama de cores.
O Simca 1000 em junho de 1963, chegou à África do Sul, onde foi vendido juntamente com os Chrysler, Dodge e Plymouth. Nos Estados Unidos, o sedã 1000 foi vendido no ano-modelo de 1963.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, Altaya
Série Os Nossos Queridos Carros
Referencia nº 11 preço 9€99
Matrícula portuguesa
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição
País –China
Porsche 911S Targa 1967 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
Nada melhor que depois de ter admirado um Porsche Targa na Exponor um da minha colecção.
Um Porsche Targa que correu no Circuito Internacional de Vila Real com João Carlos Ferreira de Moura, mas nem me lembrei de fazer a miniatura e de ter a mesma cor
1471ª – Porsche 911 SC Targa 3.0 1982 Colecção Porsche Planeta De Agostini
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/porsche-911-sc-targa-3-0-1982-um-2085918
Modelo real
O Porsche 911 Targa foi mostrado pela primeira vez no Salão de Frankfurt em 1965, como o primeiro estilo de carroceria do 911 que não era o coupé, mas sim um "conversível de segurança", com o arco de segurança para proteger os passageiros e atender aos crescentes requisitos de segurança para veículos abertos nos EUA.
Lançado em 1967, foi apelidado de "janela macia", onde o plástico se abria e podia ser dobrado, enquanto o painel central do teto era levantado. No ano seguinte, uma janela traseira fixa tornou-se opcional e, em 1969, era a única opção. Os 911 Targa com janela macia são uma raridade, estima-se que menos de mil tenham sido produzidos. a Porsche também produziu um 912 Targa (que apresentava um motor de quatro cilindros em vez de um de seis cilindros) e produziu quase três vezes mais unidades.
A Porsche Classic trabalhou durante os últimos três anos. para o devolver às suas origens, como se tivesse saído da fábrica há mais de 50 anos.
O Porsche 911 S Targa saído do concessionário da empresa em Dortmund no dia 24 de janeiro de 1967. utilizado como veículo de testes durante dois anos e em 1977 foi enviado aos Estados Unidos, até ser encontrado parado em 2016, num depósito em Long Beach na Califórnia.
“O Targa esteve durante quase 40 anos em uma garagem sem porta, coberto por uma lona de plástico”, explica o chefe do programa de restauração da Porsche Classic, Uwe Makrutzki. “O proprietário até esse momento havia esquecido do carro”. O carro estava completo, com muitos extras opcionais que incluíam aquecimento auxiliar Webasto, rádio Blaupunkt Köln, bancos de couro, para-brisa escurecido, faróis antineblina e termômetro.
Foram necessários três anos de trabalho da Porsche Classic para o completar, conseguiu encontrar as tampas de vedação, juntas de borracha e abraçadeiras para o motor boxer de 6 cilindros e 2.0 litros deste Porsche 911 clássico, com 160 cv e 179 Nm de torque. Um teto removível de lona com uma janela traseira de plástico que foi construído com base nas especificações originais, e ao fim de aproximadamente 1.000 horas de trabalho só na carroceria foi aplicada a pintura Polo Red à mão. A cor está protegida por uma película fosca que pode ser retirada sem deixar resíduos inclusive depois de muitos anos.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante High DeA by high speed - Special Edition, Planeta de Agostini
Série Colecção Porsche
Referencia nº 46 preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de cartão e envolto em blister transparente para exposição
País – China
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