Terça-feira, 19 de Agosto de 2014

António Taveira BMW M 1

António Manuel Taveira nasceu a 27/10/1950 em S. Marta de Penaguião, iniciou os estudos liceais em Vila Real, onde vive.

Começou a correr em 1980 com um Triumph Dolomite Sprint e foi campeão Regional de Iniciados – Zona Norte em 1981

Para a época de 1983 António Taveira procurava uma máquina para o Campeonato Nacional de Velocidade. Após a análise de vários modelos a escolha recaiu na BMW M1, um bom grande turismo de estrada, mas também um excelente carro de corridas.

 

O M1 de motor central foi o resultado da necessidade do departamento de competição da BMW e do empenho do seu director Jochen Neerpasch na procura de um modelo que substituísse o CSL e levasse a bandeira da fábrica pelos circuitos do mundo. O projecto da carroçaria foi confiado a Ital Design enquanto a Lamborghini cuidava do chassis e da montagem geral.

O motor de 3,5 litros seis cilindros em linha, 24 válvulas e rendimento de 300cv eram as características certas para este super carro. A suspensão estudada pelo engenheiro Dallara escolheu o P/7da Pireli, mas, problemas financeiros da Automobili Lamborghini, somente produziu alguns protótipos, (um empréstimo de 1.1 milhão de libras, feito pelo governo Italiano, esfumou-se, segundo alguns sem que um único modelo fosse produzido). enquanto a Ital Desin aceita fazer o acoplamento das carroçarias nos chassis e a Bauer a montagem final, e posto a venda em Fevereiro de 1979.

A BMW a fabricou as unidades suficientes para a sua homologação em Grupo 4, enquanto a BMW Motorsport o pode aperfeiçoar convenientemente. Ficou 50% mais caro do que o carro de estrada, o M1 da Series Procar Grupo 4 pesava 1.005 kg, enquanto os que estavam a correr em IMSA (EUA GT Championship), e Campeonato do Mundo eram 70 kg eram mais leves muito próximo do mínimo admitido para o Grupo 4. A suspensão foi revista (Unibal), amortecedores, embriaguem (Fichtel & Sachs), direcção e pneus novos foram utilizados, 11 e 12,5 polegadas para a frente e traseira, respectivamente. Mecanicamente, o motor M1 do Grupo 4 foi uma evolução do motor 3453 c.c. do modelo de série desenvolve 470 cv a 9000 rpm, 193 cv a mais do que o carro normal. O carro atingia os 320 km / h, e acelera de 0-100 km / h em apenas 4,3 segundo.

A Procar tornou-o famoso, com o troféu monomarca realizado em 1979 e 1980 e incluído nas provas do Campeonato do Mundo de Formula 1. O primeiro vencedor de uma prova da serie Procar foi Elio de Angelis com um M 1 da BMW Itália que incluía os cinco pilotos mais rápidos nos treinos de F1, em conjunto com 15 proprietários particulares, que contaram com pilotos como Niki Lauda, Nelson Piquet que em dupla com Hans Stuch, em Nurburgring, obteve o terceiro lugar em 1980, que também liderou as 24 horas de Le Mans, ainda que por pouco tempo, foram algumas das suas provas no Campeonato Mundial de Resistência, em grupo 4.

 A BMW ao ingressar no Campeonato Mundial de Sportscar, em 1980, no mesmo ano, em que anunciaram que iriam entrar na Fórmula 1 e fornecer motores para a Brabham, então chefiada por Bernie Ecclestone, mobilizou a BMW Motorsports a partir daí para a Fórmula Um.

Os M1, alguns muito modificados (Grupo 5), foram utilizados principalmente na IMSA e no Mundial de Resistência, enquanto no DRM (Deutsche Rennsport  Meisterschaft ) eram utilizados principalmente os Grupo 4 e eventualmente alguns em Gr 5,  durante os anos de 1980, 81 82, e esporadicamente em 1983.


publicado por dinis às 00:46
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Sábado, 26 de Outubro de 2013

De Tomaso Pantera GT 4 1982 “silhueta” 1982

De Tomaso Pantera GT 4 1982 “silhueta” 1982

De Tomaso Pantera GT 4 1972 chassis THPNMA02862, matricula VIN 874A, o mesmo número que o Pantera anterior.

Mais um bólide que esteve em Vila Real e que continua a brilhar nas pistas internacionais

O antigo De Tomaso Pantera GT 4 1981 “silhueta” de Tino Pereira utilizado na época de 1981 e 83 com as cores do Candy Racing Team nas provas do Agrupamento B,, continua a mostrar todo o seu esplendor nas pistas internacionais.   O seu proprietário optou por manter as cores utilizadas no nosso Campeonato Nacional de Velocidade em 1983.

 

Em 1981, a revista Auto Mundo, informava: “Finalmente está entre nos o De Tomaso Panters de Tino Pereira que, em Itália, foi sujeito a uma meticulosa cura de rejuvenescimento, com preparação de Fábrica e debitando mais de 400 Cavalos, aquele carro, apoiado pela Candy, vai já participar nas próximas corridas de Vila do Conde (…)”.

Assim em Vila Real 

Em 1982, classificou-se no 14 lugar.

 

Antes da partida em Vila Real e de se ter classificado em 6º lugar.

 

Saber mais:

http://www.detomasogr4.com/candy.html


publicado por dinis às 02:01
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