Peugeot 205 Turbo 1.6 E2 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1472ª – Peugeot 205 Turbo 1.6 E2 T Salonen-S Harjanne Rally Car Collection Altaya
Peugeot 205 Turbo 16 Evo 2 Timo Salonen / Seppo Harjanne Mil Lagos 1986
886ª – Peugeot T205 Evo 2 Monte Carlo 86 Vitesse
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/peugeot-205-t16-evo-2-um-olhar-sobre-1675141
Modelo real
A segunda evolução do 205, o 205 Turbo 16 Evo 2, teve a estrutura traseira transformada em tubular, reduzindo o peso do carro para 910 kg setenta a menos que o modelo anterior. A suspensão estava disponível com amortecedores com controle de temperatura, acionados pelo copiloto. O turbo KKK foi substituído por um turbo Garrett T31 com intercooler água/ar de 2,6 bar (37,0 psi), proporcionando uma potência de 550 cv (542 cv; 405 kW) a 7.600 rpm e um torque máximo de 50 kgfm (490 Nm; 362 lb-ft) a 5.500 rpm. [2] Tudo isso permitiu que o carro acelerasse de 0 a 100 km/h (62 mph) em dois segundos.
Externamente, eram visíveis dois novos para-lamas dianteiros e uma grande asa traseira.
A estreia foi no Rali da Córsega de 1985, pilotado por Bruno Saby, onde conseguiu terminar em segundo lugar.
Para 1986, a Peugeot manteve Salonen e contratou Juha Kankkunen para substituir Vatanen, além das participações ocasionais de Saby e Stig Blomqvist.
O segundo lugar de Salonen no Monte Carlo e quatro abandonos consecutivos os Mil Lagos eram a prova a vencer como no ano passado, e dar à Peugeot o seu primeiro título no WRC
Markku Alen no Lancia Delta S4 foi o primeiro a liderar depois de vencer as dez especiais da primeira etapa. Na segunda Salonen passou para o ataque, ganhou os 12 troços e arrebatou o segundo lugar ao seu companheiro, ficando a apenas 19” de Alen, que com grande dificuldade aguentou num piso que a chuva deixou muito escorregadio, e no qual Salonen, além de o conhecer na perfeição, se mostrou muito mais seguro. A Peugeot jogava no Mil Lagos o título de marcas e Kankkunen estava muito perto do de pilotos. A última etapa foi decisiva e Alen não aguentou a pressão a que o Peugeot o submeteram, que só procurava uma falha no líder da prova., falha essa que ocorreu no 35º troço, quando o piloto da Lancia perdeu mais de três minutos, devido a uma saída de estrada. A partir dessa altura, os Peugeot correram para manter a posição face a reação de Alen, que teve de se contentar com o terceiro lugar e ver como Kankkunen reduziu cinco pontos para a geral no Mundial de Pilotos que acabaria por vencer. Nesse ano Salonen acabou em terceiro depois de vencer o último rali do ano, o RAC
Quatro títulos para o 205, dois de pilotos e dois de Marcas e o de pilotos com Salonen (1985) e Kankkunen (1986).
Miniatura
Mil lagos no fasciculo
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante
Série Rally CarColection
Referencia nº 24 preço 9€99
Certificado de Edição Limitada
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de cartão e envolto em blister transparente para exposição
País – China
Porsche 911 SC Targa 3.0 1982 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1471ª – Porsche 911 SC Targa 3.0 1982 Colecção Porsche Planeta De Agostini
Porsche 911 SC Targa, o descapotável de 204cv
Identificado com as letras SC rstava disponível em Coupé , Cabriolet e Targa onde SC significa "Super Carrera", "Sports Carrera" ou mesmo "Special Carrera", enquanto para outros significava a versão S do programa C de desenvolvimento do 911.
Um Porsche 911 refrigerado a ar, sinônimo do nome Targa de Targa Florio.
Modelo real
O Porsche 911SC chegou em 1978, para criar este novo modelo, a Porsche utilizou a estrutura básica do Carrera 3.0, que era o topo de linha, remodelou o motor de 2.994 cc com potência reduzida (180 cv) e um cárter mais barato, feito de alumínio em vez de magnésio, enquanto a carroceria e o interior com para-choques de impacto permaneceram praticamente inalterados.
A Porsche reintroduziu a designação SC pela primeira vez desde o 356SC (diferentemente do 356 Carrera com motor de corrida). Não havia versão Carrera do 911SC. Ele apresentava um motor de 3,0 litros com injeção de combustível Bosch K-Jetronic e uma transmissão 915 de 5 velocidades. Originalmente, a potência era de 180 cv, depois 188 cv e, em 1981, foi aumentada para 204 cv.
Em 1981, um carro-conceito Cabriolet foi apresentado no Salão do Automóvel de Frankfurt.
A partir do ano-modelo 1981, a carroceria foi totalmente galvanizada, o que, em combinação com o aço de alta qualidade da Thyssen, resultou em uma qualidade da carroceria muito melhor e proteção contra ferrugem.
O primeiro 911 Cabriolet estreou no final de 1982, como um modelo de 1983. Este foi o primeiro cabriolet da Porsche desde o 356 de meados da década de 1960. Mostrou-se muito popular, no ano de lançamento, apesar do preço premium em relação ao Targa conversível.
A inscrição Targa no roll bar , as jantes de liga leve e os para choques dotados do sistema de amortecedores Porsche concebido para embates mais ligeiros.
Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante High DeA by high speed - Special Edition, Planeta de Agostini
Série Colecção Porsche
Referencia nº 32 preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de cartão e envolto em blister transparente para exposição
País – China
500 milhas ACP 2025 Vila Real Parte 3
A 20ª edição das 500 Milhas ACP, 50 dos 60 automóveis clássicos inscritos chegaram a Vila Real entre eles um participante nos encontros de Clássicos Alem Corgo
Checker São Francisco - Um olhar sobre as minhas miniatura
1470ª – Checker São Francisco Táxis do Mundo Planeta De Agostini Altaya
Apesar de serem mais comuns e mesmo simbólicos na vida recente de Nova Yorque e de outras cidades do leste dos Estados Unidos, os Táxis Checker também fizeram historia na Costa do Pacifico.
1280ª – Checker New York 1980 Táxis do Mundo Planeta De Agostini Altaya
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/cheker-marathon-um-olhar-sobre-as-1960783
Modelo real
Não existe uma marca de automóveis Californiana excepto a Sunset, em S. francisco, desaparecida no terramoto de 1906. A fabrica principal da Checker ficava em Kalamazoo, perto de Detroit.
A Checker entrou no mercado em 1923 e apenas dois depois já circulavam em São francisco. Também se estabeleceu na California a Yellow cab que se mantem presente nas grandes urbes americanas.
Os Checker deixaram de se fabricar na década de 80, mas na baia de Sam Francisco, como noutras cidades dos estados Unidos ainda existem empresas como Checker Cab, de San José. A Bay Area Blue Checker Cab e a Yelow Checker cab de Santa Clara.
No catalogo de 1981 , ainda se defendia a idoneidade do Checker e destacavam-se os aspectos como o de ter sido concebido para serviço de Taxi, a sua capacidade de acomodar até cinco passageiros , graças aos bancos incorporados na parte de tras , aexistencia de uma janela divisória para garantir a segurança do conductor e meio seculo de experiencia que abalizavam um veiculo resistente e de baixo consumo.
Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, Planeta de Agostini, Altaya
Série Táxis do mundo
Referencia nº 37 preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de cartão e envolto em blister transparente para exposição
País – Portugal, feito na China
Tucker 1948 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1469ª – Tucker 1948 - Carros inesquecíveis Salvat Les Jouets Solido
Tucker 1948 O torpedo de Chicago
O protótipo, a quase totalidade da produção 49 exceto o #1042, destruído e abandonado em Memphis, Tennessee. com exceção do motor e da transmissão, vendidos no leilão junto com o carro em outubro de 1950. e mais dois exemplares acabados neste século, ainda existem.
Modelo real
Preston Tucker trabalhou na Cadillac Engineering, na Ford e foi gerente de vendas da Pierce-Arrow. Tucker conheceu o engenheiro e designer de carros de corrida Harry Miller e formaram a Miller and Tucker, Inc., para construir os carros de Indianápolis com tração dianteira para a Ford Motor Company em 1935.
Os esboços de Preston Tucker publicados na Science Digest em 1946 intitulados "Torpedo sobre Rodas”, o contrato com Alex Tremulis vindo da Auburn e Cord, para concluir o projeto, publicado num anúncio de página inteira em março de 1947.
O protótipo inicial, conhecido por Tin Goose, foi construído na Ypsilanti Machine and Tool Company da família Tucker, em Michigan, foi concluído em 100 dias e dotado do motor de seis cilindros horizontalmente opostos de Miller,
O protótipo Tucker '48, um coupé de quatro lugares, foi apresentado a 19/06/1947 em Chicago, destacava-se pelo farol central direcional, acionado pela direção do volante para ajudar a iluminar nas curvas. O perfil baixo e aerodinâmico propiciava uma velocidade máxima de 193 km/h, tracionado por um motor, um boxer 5.4 de 6 cilindros, projetado originalmente para helicópteros, além da transmissão manual de quatro marchas, que utilizava atuadores elétricos para as trocas.
Em menos de dois anos, a Tucker Motor Company fechou às portas, prejudicada por uma investigação de fraude pelo governo americano, do qual a empresa acabou ilibada,
A história inspirou o filme Tucker, Um Homem e Seu Sonho (1988), dirigido por Francis Ford Coppola, que possuía dois exemplares incluídos nos 22 participantes.
John Schuler sempre quis um, mas os donos impossibilitavam-no uma vez que só 50 carros montados na época e mais uma unidade produzida com peças sobressalentes, nos anos 1980.
A compra de um motor original e a descoberta, em 2010, de um grande lote de peças que havia sobrado do leilão da massa falida da Tucker Car Corporation, em 1950. estava o chassi de número 52, utilizado como banco de testes da transmissão automática da empresa, único exemplar construído, o ultimo Torpedo era apenas um chassi vestido com uma carroceria incompleta.
O trabalho começou com a montagem do motor e da transmissão, além das portas dianteiras, para-choques e a parte traseira da carroceria, todas peças novas de época e que também saíram do mesmo leilão das sobras do fabricante. A frente do modelo foi retirada de um exemplar batido desde 1948, mas que fora preservado. Já outros componentes, como o teto, as portas traseiras e o assoalho, tiveram que ser produzidos artesanalmente, a partir de moldes das peças originais.
O 52º o último chassi produzido do modelo foi finalmente completado, em 2015, depois de um trabalho de cinco anos de garimpo de peças e muito trabalho artesanal.
O Tin Goose e os 37 exemplares fabricados até ao fecho da fábrica, e os13 exemplares, terminados de forma artesanal pelo piloto de testes Eddie Ouffut e a sua equipa, ainda existem.
Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante Solido Salvat
Série Carros inesquecíveis Salvat - Les Jouets Solido
Referencia nº 51 nº 35 preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em Blister plástico transparente
País – França
500 milhas ACP 2025 Vila Real Parte 2
Alguns têm quase um século de vida e ainda lutam por lugares na classificação. Ei-los agora em Vila Real ao fim de cerca de 700km
Rondeau M379B 1980 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1468ª – Rondeau M379B Vencedor das 24 Horas de Le Mans 100 Anos de Desporto Automóvel Planeta De Agostini Altaya
O Rondeau M379B foi o único carro de fabrico caseiro que consegui triunfar na mais famosa prova de resistência do Mundo, as 24 Horas de Le Mans . Alem disso, foi o seu próprio construtor, Jean Rondeau, que o pilotou até à vitória.
Modelo real
O piloto Jean Rondeau nasceu em Champagné, a 20 km de Le Mans, a participar na prova francesa desde 1972, criou a sua própria empresa a qual deu o nome de Inaltera,
Rondeau para se financiar, optou pela utilizada nos EUA desde a década de 1950, especialmente em Indianápolis: conhecida por "naming", que substituía o nome do carro pelo do patrocinador Inaltera
A Inaltera retira o patrocínio e Rondeau para 1978 coloca a sua marca no carro. Nos treinos, o carro vendido foi bem mais rápido que o novo M378, mas na corrida a competência de Rondeau o levou ao 9° lugar na geral e mais uma vitória na classe GTP.
Em 1979 e agora com três carros inscritos, era a natural evolução do do ano anterior, agora como Rondeau M379. teve o melhor carro em 5° na geral e vencedor na categoria, atrás do Porsche Turbo.
Para 1980, Jean Rondeau divide o carro #16 com Jean-Pierre Jaussaud, o vencedor das 24 Horas de Le Mans em 1978. Henri Pescarolo dividiu o #15 com Jean Ragnotti e um terceiro carro com as cores dos cigarros Belga, com o número #17, para Gordon Spice/Jean-Michel Martin/Philippe Martin.
Nos treinos, é Pescarolo/Ragnotti fazerem a pole position entre os 65 carros que treinaram para uma das 55 vagas no grid, com o tempo de 3’47″9. Rondeau/Jaussaud conquistaram o quinto tempo, enquanto Spice e os Martin ficaram na 19ª posição. O favorito, o Porsche 908/80 de Jacky Ickx/Reinhold Jöst, em segundo.
Na partida, o pole position, o Rondeau M379 de Henri Pescarolo/Jean Ragnotti foi o mais rápido, mas, os problemas no motor forçaram no a abandonar na 10ª hora.
A meio da prova, na 12ª hora Rondeau-Jassaud liderava seguido de perto pelo Porsche de Jacky Ickx que fazia equipa com Michel Leclerc e Reinhold Jost que em dado momento esteve perto de embater com o próprio Jean Rondeau.
A chuva continuou a afetar a corrida intermitentemente durante toda a noite, enquanto a disputa pela vitória entre Ickx/Joest e Rondeau/Jaussaud prosseguia. A corrida pendeu a favor dos pilotos franceses na manhã de domingo, pouco antes das 10h, quando problemas na caixa de velocidades custaram meia hora ao Porsche. O Rondeau manteve a liderança até a linha de chegada, apesar de um susto final para Jaussaud a 45 minutos do final, sob mais uma chuva torrencial, parou. Foram necessárias três tentativas para voltar a ligar o motor e assim conquistar a sua segunda vitória em Le Mans.
No final da prova o Rondeau M379B com 338 voltas e um avanço de duas voltas para o Porsche. A menos 10 voltas, e na terceira posição o segundo Rondeau com o nº 17
Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, Planeta de Agostini, Altaya
Série 100 Anos de Desporto Automóvel
Referencia nº 42 preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico preto, sob cartão e envolto em blister transparente para exposição
País – Portugal, feito na China
Lancia Delta S4 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1467ª – Lancia Delta S4 RAC 1985 Toivonen – Wilson Rally Car Collection Altaya
Lancia Delta S4 RAC 1985 Toivonen – Wilson Martini Racing
739ª – Lancia Delta S 4 Trofeu
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/lancia-delta-s-4-um-olhar-sobre-as-1628181
Modelo real
O Lancia Delta S4 foi o substituto do 037 Rally, de tracção traseira após a chegada da tracção integral.
Para homologar o Delta S4 para o Grupo B foram feitos 200 modelos de estrada. entretanto a Lancia teve uma autorização especial para correr com a versão Evoluzione onde não era elegível para pontuar.
O Lancia Delta S4 no Grupo B foi aprovada pela FIA em 1º de novembro, a tempo de seu primeiro evento no Campeonato Mundial de Rali, o Rally RAC de 1985 de 24 a 28 de novembro, a última prova do campeonato.
Dois Deltas foram inscritos, o chassi 202 para Henri Toivonen / Neil Wilson e o chassi 207 para Markku Alen / Ilkka Kivimaki, com 430 cv de potência para terra, como no Rali do Algarve algumas semanas antes.
Os dois Lancia foram os mais rápidos, vencendo seis das sete etapas iniciais, apesar de seus superchargers não oferecerem a potência necessária.
Alen liderava Toivonen por 19 segundos e Timo Salonen, da Peugeot , a 18 segundos atrás, em terceiro.
Os problemas com o supercharger e o sistema elétrico levou Alen para terceiro e Toivonen para quinto.
A Audi e a Peugeot tiveram problemas e os Lancia voltaram à liderança, seguidos pelo MG Metro 6R4 de Tony Pond.
Alen na Floresta de Kielder, continuou a ampliar sua liderança, enquanto Toivonen capotou na etapa de Kilburn, e recolocado imediatamente pelos espectadores para prosseguir.
Alen foi a uma vala e perdeu cinco minutos, caiu para terceiro, atrás de Pond, o que levou Toivonen à liderança.
O Lancia Delta S4, com o número de chassis 202, foi o vencedor do RAC Rally em 1985, conduzido por Henri Toivonen e navegado por Neil Wilson, segurou a vitória por 56 segundos, enquanto seu companheiro de equipe, Alen, recuperou e terminou em segundo, fruto de uma escolha de pneus errados para o Metro de Pond.
Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante
Série Rally CarColection
Referencia nº 23 preço 9€99
Certificado de Edição Limitada
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de cartão e envolto em blister transparente para exposição
País – China
188º Encontro de Clássicos Além Corgo parte 1
1⁰Domingo de junho mais um Encontro Além Corgo. Dia Mundial da Criança
..."o melhor do mundo são as crianças "...
Junho é o mês dos Santos Populares com festas e arraiais por todo o país nas noites de Santo António, de São João e de São Pedro e as Corridas de Vila Real a aproximarem-se...
Porsche 356 B Cabriolet 1959 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1466ª – Porsche 356 B Cabriolet 1959 Colecção Porsche Planeta De Agostini
O Porsche 356 Cabriolet teve um êxito unanime da critica e do publico. Os designers da moda o escolheram como complemento ideal para as suas propostas, vestindo lindos modelos, fotografados e frequentemente também filmados.
Modelo real
Em setembro de 1959, o 356 A foi substituído pelo 356 B (T5), completamente remodelado. A potência variava de 60 cv no 356 B 1600 a 140 cv no 356 B 2000 GS-GT Carrera 2.
A Série B diferia de seu antecessor em vários aspectos, como o fato de o para-choque dianteiro estar posicionado cerca de 10 cm mais alto, com flanges de aro maiores, e os faróis também estarem significativamente mais altos. Os indicadores de direção dianteiros eram mais salientes e ficavam próximos às grades das buzinas, que eram mais planas e tinham duas lâminas cromadas. A maçaneta do capô também ficou mais larga em direção à parte inferior. As duas luzes que iluminavam a placa foram integradas ao para-choque traseiro, agora mais alto, e a luz de ré foi instalada abaixo do para-choque.
Em setembro de 1961 (T6), o capô do 356 B foi significativamente alargado em direção à parte inferior, e uma tampa do tanque de combustível foi adicionada ao para-lama dianteiro direito. Duas grades de ventilação verticais foram integradas ao capô traseiro ampliado.
Todos os 356 também estavam disponíveis em versões conversíveis (Cabriolet, Speedster ou Roadster).
A partir do 356 A, as versões particularmente desportivas receberam a designação adicional "Carrera" e eram equipadas com um motor Fuhrmann.
O motor, batizado em homenagem ao designer Ernst Fuhrmann, era caracterizado por quatro eixos de comando de válvulas no cabeçote, acionados por eixos verticais. Além disso, esse motor tinha ignição dupla por meio de dois distribuidores de ignição separados.
Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante High DeA by high speed - Special Edition, Planeta de Agostini
Série Colecção Porsche
Referencia nº 31 preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de cartão e envolto em blister transparente para exposição
País – China
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