Subaru Impreza - Os Nossos Campeões de Ralis - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1699ª Subaru Impreza Carlos Sainz-Luis Moya Rali de Portugal 1995 - Os Nossos Campeões de Ralis Planeta De Agostini Altaya
Subaru Impreza Carlos Sainz-Luis Moya Rali de Portugal 1995 Vencedor
Modelo real
O Rale de Portugal de 1995, foi disputado entre os dias 8 e 11 de Março, teve a falta da equipa da Mitsubishi e o favoritismo passou para a Subaru, Toyota e a Ford.
Na primeira etapa, Juka Kankkunen impos a potência do Toyota Celica GT Four , assumindo o comando até a última classificativa, onde o piso escorregadio permitiu a Carlos Sainz chegar ao primeiro lugar á chegada da Povoa do Varzim.
No caminho ficou Francois Delecour depois de um capotanço., o piloto mais inconformado da Ford.
Na segunda etapa disputada na Minho, no caminho para Viseu foi a recuperação de Juha Kankkunen que voltou a ultrapassar Carlos Sainz que nunca deixou de o pressionar.
Colin McRae no segundo Subaru chegou ao terceiro lugar, recuperando do atraso do dia anterior.
Na passagem por Arganil, a etapa que saiu de Viseu a caminho da Figueira da Foz voltou a ser decisiva. Os trocos enlameados, levaram Juha a ter mais dificuldade em fazer valer a potência do Toyota Célica, o que permitiu a Carlos Sainz recuperar algum tempo e voltar ao comando da prova., embalando para a vitoria, não antes de ter sofrido um susto quando uma rotura nos travões condicionou o andamento na última classificativa.
A chegada a Figueira da Foz, 12 segundos separavam o primeiro do segundo classificado.
Carlos Sainz não cabia de felicidade enquanto finlandês a desilusão. Na pesagem dos carros durante as verificações técnicas, o Subaru Impreza de Carlos Sainz pesava menos 60Kg dos que o Toyota de Juha Kankkunen. Rapidamente se percebeu que a diferença se explicava pela ausência do pneu suplente no carro do espanhol.
Cada uma das equipas havia feito a sua interpretação da letra dos regulamentos e o Subaru Impreza acabou por ser declarado legal.
1º #5 Sainz Carlos - Moya Luis Subaru Impreza 555
2º. #2 Kankkunen Juha - Grist Nicky Toyota Celica GT-Four
3º #4 McRae Colin - Ringer Derek Subaru Impreza 555
4.#3 Schwarz Armin - Wicha Klaus Toyota Celica GT-Four
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, Planeta DeAgostini Altaya
Os Nossos Campeões de Ralis
Referencia 9 preço 10€99
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição
País –China
Lotus Seven - Dream cars - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1698ª Lotus Seven – Dream cars Altaya
No Domingo de Carnaval de 2014 decorreu o 54º Encontro de Clássicos Além Corgo 2014 o Carterham Super Sevem Roadsport SV 2007 de André Araújo, veio relembrar os Lotus Sevem e o Trofeu Carterham que animou o Nacional de Velocidade de 2007 e as corridas de Vila-realenses.
Na juventude o amarelinho do Cenoura era um ícone vila-realenses, semelhante ao da Matchbox mas desde que apareceram em Vial Real já no seculo XXI os desfiles do Club Lotus, as corridas dos Caterham Super Seven By Kia as corridas eram fantásticas bem com o velho Lotus Sevem mais antigo que correu em Vila Real, sem esquecer o Donkervoort, ou o Westfield em Vila Real com Marcos Oliveira / Marco Osorio 2022
Modelo real
O Lotus Seven foi um automóvel desportivo pequeno, leve, de dois lugares, com capota aberta e rodas abertas, produzido pela Lotus Cars entre 1957 e 1972
O Lotus Seven foi projetado com as corridas em mente, e a leveza era a principal preocupação de Chapman. Assim como os carros de corrida da época, ele foi construído em torno de uma estrutura tubular com laterais altas para permitir uma estrutura mais rígida (braço de alavanca mais longo). As versões de rua da Série II e posteriores tinham estruturas mais simples do que a Série I, mais voltada para as corridas.
De aspecto estranho mas rebelde o Lotus foi utilizado nas primeiras 12 edições de "O Prisioneiro" começavam com McGoohan dirigindo o Lotus, e o KAR 120 era um Lotus Super Seven Série II de demonstração, equipado com um motor Cosworth de 1,5 litro. A primeira cena de abertura foi filmada em agosto de 1966 no Autódromo de Poddington, em Northampton. Nela, vemos o nº 6 atravessando a Ponte de Westminster e, como ele é um sujeito pouco ortodoxo demais para ter encomendado seu Seven com piscas, faz um sinal de conversão à direita para o estacionamento da Rua Abington. Sua casa fica no nº 1 da Rua Buckingham, onde ele é seguido por um carro funerário de aparência sinistra…
Em agosto de 1967, o Lotus foi necessário para algumas cenas da 13ª temporada. Como o S2 de demonstração original havia sido vendido para um cliente na Austrália, outro carro, de placa LCK 88D, foi alugado de um motorista de Borehamwood chamado Frank Rycroft para o filme "Não Me Abandone, Oh, Meu Querido". Naquela época, McGoohan estava envolvido com o filme Ice Station Zebra, então o enredo de O 13º Prisioneiro girou em torno da transferência da mente do Número 6 para outro corpo; cenas do renomado ator Nigel Stock foram combinadas com imagens de arquivo. Além disso, um Standard Seven com motor 100E – observe os tambores de freio dianteiros e a placa ligeiramente diferente montada sobre a grade – teve que ser rapidamente modificado para seu papel crucial no último ato de Fall Out.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, Altaya
Série carros Dream cars
Referencia nº 18 preço 9€99
Matrícula KAR 120C
Approved and Licencied Producto f Caterham car Sales &Coachworks and Group Lotus pi.
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição
País – China
Ferrari 550 Barchetta - Ferrari Colection - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1697ª Ferrari 550 Barchetta –Ferrari Colection RBA Fabri
Ferrari 550 Barchetta Pininfarina 2001
1585ª Ferrari 575M Maranello –Ferrari Colection RBA Fabri
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/ferrari-575m-maranello-ferrari-2183857
A palavra "barchetta" foi escrita pela primeira vez por Giovanni Canestrini, editor do jornal La Gazzetta dello Sport, para descrever o novo Ferrari 166MM apresentado no Salão do Automóvel de Turim de 1948, a partir dai Barchetta, ou "barquinho" passou a ser utilizado pelos italianos para os carros esportivos de dois lugares sem teto.
Modelo real
O Ferrari 550 Maranello, lançado em 1996, marcou o retorno aos carros GT com motor V12 dianteiro, um formato que a marca havia abandonado desde o 365 GTB/4 ‘Daytona’.
Com o intuito de comemorar o 70º aniversário da Pininfarina , a Ferrari, apresentou o Ferrari 550 Barchetta Pininfarina
Ao contrário do Daytona Spider, o Barchetta era um verdadeiro roadster, equipado com uma capota de lona, cuja robustez era somente para uso em baixa velocidade e ser armada com muito cuidado e paciência.
O 550 Barchetta de 2000 combina um motor V12 naturalmente aspirado e a clássica posição de motor dianteiro e tração traseira uma configuração que quase sempre garante bons momentos ao volante em qualquer carro desportivo.
O primeiro dos dez carros da pré serie foi acabado em julho de 2000 e apresentado a um grupo restrito de clientes na casa do presidente Luca Cordero de Montezemolo e os outros nove construídos para provas de homologação, salões do automóvel e outras necessidades comerciais
No lançamento do Ferrari 550 Barchetta o então campeão do mundo Michael Shumacker protagonizou sessões fotográficas nos circuitos privados do Cavallinho em Fioriano e em Mugello.
O Barchetta foi apresentado pela primeira vez no Salão do Automóvel de Paris de 2000 e apresentava um para-brisa mais curto e com inclinação mais acentuada, rodas de liga leve de duas peças, tampa do tanque de combustível em alumínio e um porta-malas redesenhado, que era, inclusive, maior que o do cupê. Além disso, todos os 550 Barchetta foram equipados com bancos de competição, que eram opcionais no coupê.
O chassis reforçado, ausência de uma capota de lona convencional, permitiu mante o peso em 1690 kg. a aceleração de 0 a 100 km/h foi de 4,3 segundos, mas, devido à aerodinâmica menos eficiente, a velocidade máxima caiu de 320 km/h para 298 km/h.
Um ano para a edição limitada de 448 carros numerados foi construída, com o último a sair da fábrica em dezembro de 2001.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante
Ferrari Colection
Referencia nº 24 preço 10€99
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição
País –China
Cord 812 Phaeton cabriolet 1937 - Carros Clássicos - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1696ª Cord 812 Phaeton cabriolet 1937 – Carros Clássicos Altaya
Cord 812 Phaeton cabriolet 1937
Os carros também podiam ser equipados com magníficos escapamentos externos, conferindo ao carro seu visual mais icônico.
213ª – Cord 1937 Dugu
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/cord-812-1937-um-olhar-sobre-as-1218674
Modelo real
O Cord 810, e posteriormente o Cord 812, é um automóvel de luxo produzido pela divisão Cord Automobile da Auburn Automobile Company em 1936 e 1937.
O Cord 810 foi o primeiro carro de produção a apresentar faróis escamoteáveis, no novo e radical design frontal, ao substituiu completamente a tradicional grade do radiador por aletas horizontais que contornavam as laterais, o que rendeu ao carro o apelido de "nariz de caixão".
No final de 1935, o Salão do Automóvel de Nova Iorque, o Novo Cord 810, causou sensação, entre os visitantes que se juntavam á volta do elegante 810 de tração dianteira que alguns subiram em outros carros em exposição apenas para o conseguir ver.
As inúmeras e pioneiras conquistas encontradas no design do Cord, são famosas dobradiças de porta ocultas, capot monobloco com dobradiças em forma de jacaré, soalho rebaixado e construção parcialmente monobloco.
O Cabriolet de dois lugares e o Phaeton de quatro lugares, estiveram entre os primeiros com teto retrátil, e o Phaeton foi um dos primeiros carros conversíveis de quatro lugares com janelas traseiras laterais, eliminando o ponto cego que prejudicava a visibilidade nos antigos descapotáveis em lona.
As entregas começaram em 1936, mas a Grande Depressão finalmente atingiu o império de E.L. Cord e 1937 seria o último ano de produção do modelo.
Durante esse período, os carros agora designados 812 estiveram disponíveis pela primeira e única vez com um supercharger opcional, que aumentava a potência para quase 200 cavalos.
O supercharger opcional do 812, que vinha acompanhado de uma ordem de ignição modificada, taxa de compressão reduzida, um comando de válvulas com perfil mais agressivo e um carburador Stromberg AA-25 exclusivo e maior.
A exaustão era feita por um escapamento lateral funcional, uma característica marcante dos automóveis superalimentados da Cord Corporation.
No auge da Depressão, poucos se podiam a este luxo. luxo.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO,
Série Carros Clássicos
Matrícula KS
VS 452Y
Referencia nº 28 preço 9€99
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição
País –China
Volvo PV 544 1965 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1695ª Volvo PV 544 1965 – Os Nossos Queridos Carros Altaya
20 de Outubro de 1965: O último Volvo 544
Volvo PV544 1965, o último ano da sua produção.
Em frente ao Café Clássico e defronte do meu primeiro trabalho, a Aginrep, estacionava um Volvo vermelho do pai do Jorge, que também gosta de miniaturas e actualmente encontramos um amarelo participa em inúmeras provas desportivas de estrada também no Circuito de Vila Real . o famoso "atafulho", o Volvo PV544 de Carlos Faustino.
28ª – Volvo PV 544 Tekno
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/volvo-pv-544-um-olhar-sobre-as-minhas-1088412
1630ª Volvo PV 544 Singh- Singh Rallly Safari 1965 –Rally Car Collection Altaya
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/volvo-pv-544-um-olhar-sobre-as-minhas-2204386
Modelo real
De aspeto elegante e desportivo, foi desenhada por Helmer Petterson, parecia um Coupé, de linhas inspirada no Ford, mais parecia um Peugeot 203 de duas portas, muitos o achavam fora de moda e antiquado desde o ano do lançamento, é conhecido por Volvo Marreco, devido à forma em curva da traseira da carroçaria. estes carros eram muito robustos, resistentes, com uma boa qualidade de construção e relativamente rápidos.
O modelo era espartano e austero, mas já dispunha de cintos de segurança nos bancos da frente, embora como opcionais
Em 1958, o PV544 apresentava algumas diferenças em relação ao PV444 que incluíam a um para-brisa curvo de peça única para substituir os dois painéis de vidro plano, lanternas traseiras maiores e um velocímetro tipo fita. A transmissão manual de três velocidades do 444 também foi substituída por uma unidade de quatro velocidades no 544. O interior foi modificado para acomodar cinco pessoas em vez de quatro, aumentando a largura do banco traseiro e utilizando encostos mais finos nos bancos dianteiros.
A em 1962, o motor B16 foi substituído pelo novo motor B18 da Volvo, inicialmente desenvolvido para o carro desportivo P1800, lançado no ano anterior. Este motor de 1,8 L tinha cinco mancais principais. Novamente, foram oferecidas versões com carburador simples e duplo, designadas B18A e B18D, respetivamente. . Ainda em 1962, a Volvo mudou seus sistemas elétricos de 6 para 12 volts. Em 1963, a Volvo começou a produzir o 544 em sua nova fábrica canadense em Dartmouth/Halifax, a primeira fábrica da Volvo localizada fora da Suécia.
Quando o último PV 544 deixou a linha de montagem estavam presentes Gustaf Larson, o engenheiro co-fundador da Volvo, em parceria com o investidor Assar Gabrielsson, mas também Nils Wickstrom, um icónico piloto de testes da marca sueca.
A Duett, permitiu que a Volvo continuasse a produção até 1969.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, Altaya
Série Os Nossos Queridos Carros
Referencia nº 33 preço 9€99
Matrícula portuguesa FE-12-10
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição
País –China
Lancia Delta HF 4WD - Os Nossos Campeões de Ralis - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1694ª Lancia Delta HF 4WD Carlos Bica/ Fernando Prata -Rali de Portugal 1988 - Os Nossos Campeões de Ralis Planeta De Agostini Altaya
Lancia Delta HF 4WD Carlos Bica/ Fernando Prata -Rali de Portugal 1988
Depois do
989ª – #18 Lancia Delta Hf Turbo 4WD SG Vitesse
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/tag/miniatura+0989+lancia+delta+hf+turbo+4wd
Agora outro igual, que podia bem ser o do ano seguinte.com o nº 14 e um 6 lugar, ou então com o nº 19 em 1990
Modelo real
No Rali de Portugal de 1988, a Lancia trouxe três carros oficiais para Alen, Biasio, Eriksson, alem dos privados de inscritos pelo Jolly Club, para Fiorio e Loubet. A concorrência entre o português era forte que para alem do Lancia da Duriforte, estavam o s Renault 11 da Renault Galp, os Ford Sierra Cosworth da Diabolique e da Rodam Motorsport e o Toyota Corolla Gt de António Coutinho
A concorrência vinha do Renault com os 11 Turbo, a Volkswagen com os Golf GTI , da Ford com os Sierra Cosworth e da Mazda com os 323 4WD.
A 22. Rallye de Portugal - Vinho do Porto 1988 realizado entre 1 e 5 de março de 1988
A eliminatória começou na passagem por Montejunto, o despiste de José Miguel deixou o Sierra da Rodam fora de prova.
Seguiram-se os abandonos de Joaquim Santos com problemas de transmissão. No Ford da Diabolique e António Coutinho desistiu com problemas de sobreaquecimento no Toyota Corolla GT.
O despique entre o Renault 11 Turbo de Inverno Amaral e o de Carlos bica continuou com o piloto do Renault a vencer por 6 m 14s assegurando assim o oitavo lugar da geral, á frente do carro da Duriforte
1.#4 Biasion Miki - Cassina Carlo Lancia Delta Integrale Martini Lancia 6:44:01 87,4
2.#9 Fiorio Alessandro - Pirollo Luigi Lancia Delta HF 4WD Jolly Club
3.#7 Loubet Yves - Vieu Jean-Bernard Lancia Delta HF 4WD
Jolly Club
4.#2 Mikkola Hannu - Geistdörfer Christian Mazda 323 4WD
Mazda Rally Team Europe
5.#3 Blomqvist Stig - Melander Benny Ford Sierra RS Cosworth
6.#1 Alén Markku - Kivimäki Ilkka Lancia Delta Integrale
Martini Lancia
7.#5 Weber Erwin - Feltz Matthias Volkswagen Golf II GTi 16V Volkswagen Motorsport
1988 foi o ano de ouro para a equipa da Duriforte Construções com Carlos Bica 7 Fernando Prata no Lancia Delta 4WD a sagarem-se Campeões Nacionais de Ralis
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, Planeta DeAgostini Altaya
Os Nossos Campeões de Ralis
Referencia 8 preço 10€99
Matricula Portuguesa PB-83-72
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição
País –China
196º Encontro de Clássicos Além Corgo, Vila Real Fevereiro parte 4
O meio dia aproximava-se e o fim chegava para a volta ao circuito Internacional de Vila Real e depois de almoço á Avenida carvalho Araújo.
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Panoz Esperante CTR-1 - Dream cars - Um olhar sobre as minhas miniaturas
Panoz Esperante GTR-1 de homologação especial de 1997
O Panoz Esperante GTR-1, está incluído no jogo de simulação de corrida Project CARS 2, disponível para PlayStation 4, Xbox One e PC, Project CARS 2
Modelo real
A Panoz Auto Developement foi fundada por Daniel Panoz em 1989, fundamentando o seu concito no chassis Costin . A partir da fábrica nos arredores de Atalanta onde praticamente contruíam os automóveis à medida que os encomendas surgiam, atingindo os limites com o Panoz Roadster.
O Esperante atribuía a possibilidade de entrar nas corridas e em 1996, a Panoz Motor Sport baseia o Espirante, no Panoz GTR-1 de competição a ter os objetivos pretendidos para a estrada a serem definidos nos circuitos.
Seguindo a letra, se não o espírito, do regulamento, a Panoz construiu um único Esperante GTR-1 homologado para as ruas, equipado com cabine totalmente revestida em couro, iluminação adequada e outros detalhes necessários para o registo, e para competir em Le Mans homologado em GT1, com motor dianteiro e estilo Batmóvel. o GTR-1
O Esperante GTR-1 compartilhava o layout de motor dianteiro e cabine recuada com o roadster, além de algumas pequenas semelhanças no design. A potência do GTR-1 provinha de uma versão de 6,0 litros do V8 de 4,6 litros da Ford, desenvolvido pela Roush Racing
Além da versão cupê com motor V8, a Panoz posteriormente construiu versões abertas que competiram na nova classe Le Mans Prototype e até mesmo uma variante híbrida em 1998. o Panoz Q9 GTR-1 Hybrid de 1998 Sparky, vencendo sua categoria nas 24 Horas de Petit Le Mans de 1998 em Road Atlanta.
Este carro sempre pertenceu ao fundador da empresa, Don Panoz, e fazia aparições públicas ocasionalmente
O GTR-1 de homologação especial de 1997 passou recentemente por uma restauração na oficina da Panoz na Geórgia e exibido no Salão do Automóvel de Dubai.
O principal promotor do American Le Mans Series, a Panoz , lançou em 2002 a Panoz Racing School que organiza o Panoz Racong Series , o mais importnte campeonato monomarca no sio do ALMS.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, Altaya
Série carros Dream cars
Referencia nº 17 preço 9€99
Matrícula DPR 11
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição
País – China
Ferrari 512S Longo - Ferrari Colection - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1692ª Ferrari 512S – Ferrari Colection RBA Fabri
T12-02F – Ferrari 512 S Ecurie Francorchamps #12 Driver Hughes De Fierland / Alistair Walker
Um carro que me lembro muito bem de ver em Le Mans mas do qual pouco me lembro, nos fantásticos dois anos pela supremacia do Campeonato Mundial de Carros Desportivos em 1970 e 1971, quando os extraordinários carros do Grupo 5 de cinco litros da Porsche e da Ferrari competiram frente a frente, rapidamente passou a ser considerada uma disputa de ouro.
331ª – Ferrari 512S Spyder Solido Transformado
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/ferrari-512-s-spyder-1970-um-olhar-1291255
Modelo real
Ferrari 512S da Écurie Francorchamps, que levou várias carroçarias durante a sua existência
A categoria Grupo 6 Prototype não tinha exigência mínima de produção, mas os motores eram limitados a três litros, enquanto para homologação no Grupo 5, eram exigidos pelo órgão regulador, o CSI, vinte e cinco carros,
Para o efeito foram todos alinhados, prontos para a inspeção, e na fotografia, ao fundo, destaca-se o carro amarelo da Francorchamps. A Porsche estava extremamente interessada em que a auditoria de produção da Ferrari fosse tão rigorosa quanto a sua própria, já que a capacidade da Scuderia de contabilizar havia se mostrado deficiente no passado, como demonstra o caso do 250LM…
O Ferrari 512 S com o chassis #1030, com sua famosa cor amarela, foi então fornecido à Ecurie Francorchamps, a divisão de competição da importadora belga da Ferrari, Garage Francorchamps, dirigida por Jacques Swaters,
Na sua estreia no Campeonato Mundial de Carros Desportivos nos 1000 km de Spa de 1970, o 512 S amarelo terminou em oitavo lugar.
Em Le Mans foi inscrito para o Baron Hughes De Fierlant/ Alistair Walker e o belga Jean Beurlys, sogro de Jacky Ickx, que não correu.
O agora protótipo com a cauda longa tal como o do Filippinetti NART estava dotado de motor 512 V12 a 60º de 5 litros, De Fierlant e Walker qualificaram-se em 25º lugar na grelha de partida, e terminaram a corrida em 5º lugar, e em quarto lugar ficou o Ferrari de Ronnie Bucknum/Sam Posey do North American Racing Team vencida por Richard Attwood e Hans Herrmann, na primeira vitória á geral da Porsche em Sarthe e a sua tripla que não foi feita para fotografia. Não esquecer o 6º foi um Porsche 914 do qual eu possuo um exemplar civil.
No ano seguinte oi chassi 1030 foi atualizado para a mais recente especificação M.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante
Ferrari Colection
Referencia nº 23 preço 10€99
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição
País –China
Mercedes- Benz SSK 1929 - Carros Clássicos - Um olhar sobre as minhas miniaturas
Mercedes SS 1933 na miniatura
Mercedes SSK 1929 no fasciculo e uma gravura dele
Na sequência da nova marca, Mercedes-Benz representada pela Estrela de Três Pontas e a produção seria distribuída entre a fábrica da Daimler em Stuttgart e a da Benz em Mannheim, 150 quilômetros ao norte.
O S depois os SS eram considerados como sinais de riqueza para o Jet-set da época, consumiam cerca de 26 litros aos 100 Km e a sua manutenção era muito complicada. Eram impressionantes, monstruosos, não só pela potência, mas também pelo peso, pelo preço, pôs a sonhar gerações de condutores.
373ª – Mercedes Benz SS 1928 Solido
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/mercedes-ss-torpedo-fechada-1932-um-1178574
598ª – Mercedes Benz SS 1928 Solido
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/mercedes-benz-ss-1928-um-olhar-sobre-1464764
621ª – Mercedes Benz SS coupé 1928 Matcbox
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/mercedes-benz-super-sport-1928-um-1503037
O 770ª - Mercedes-Benz SSKL1931 Solido
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/mercedes-benz-sskl-1931-um-olhar-1517162
o 885ª – Mercedes-Benz SSKL 1931 Solido
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/mercedes-benz-sskl-um-olhar-sobre-as-1674127
1083ª – Mercedes-Benz SSKL1931 Solido
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/mercedes-benz-argentino-um-olhar-1809229
Modelo real
A Mercedes-Benz ofereceu o 370 S como um carro de entre eixos curto, voltado para o prazer de dirigir, produzido juntamente com os modelos maiores 350, 380 e 370K. Oficialmente, sua potência era de 15/75 cv e sua produção começou logo após a fusão entre a Mercedes-Benz e a Mercedes-Benz
Apresentado em fevereiro de 1933 no Salão Automóvel de Berlim, o Mercedes-Benz SS era um automóvel de seis cilindros produzido até 1934.
Conhecido internamente como W06, este Mercedes representava a categoria Super Sport em seu auge, combinando desempenho derivado das pistas com o luxo de dirigir um conversível para entusiastas exigentes.
O SS 27/170/225, oferecia 170 cv (125 kW) sem compressor, mas com a mesma cilindrada e rotação nominal, essa potência aumentava para 225 cv (165 kW) com a utilização do compressor Roots, resultando em um desempenho superior devido à maior taxa de compressão de 6,2:1. A velocidade máxima também aumentava para 190 km/h.
Este roadster de luxo pessoal apresentava interior revestido em couro e painel de madeira com quatro mostradores. Como modelo topo de linha da empresa na época, o SS 27/170/225 PS era o mais raro de todos, produzido num número muito limitado durante seu único ano de fabricação.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO,
Série Carros Clássicos
Matrícula IKO 109301
Referencia nº 27 preço 9€99
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
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