Salmson S4E 1938 - Carros Clássicos - Um olhar sobre as minhas miniaturas
Um fabricante de aviões fabrica carros
A minha primeira miniatura da Salmson
A aviadora Maryse Bastié pilotou durante a sua vida um Salmson marca que viria a acompanhar o seu primeiro record com um motor, como presente do recorde feminino de duração de 26 horas e 47 minutos em 27 de julho de 1929 por si pilotado. Em sinal propagandístico pela promoção os seus motores ira oferecer-lhe um S4, que depois e de dois em dois anos, um novo modelo.
Modelo real
O Salmson S4 E 13CV, foi a estrela da Salmson no 31º Salão do Automóvel de Paris, em outubro de 1937. O motor de quatro cilindros e 2312 cc do carro estendeu a gama S4 para cima, para a categoria 13CV. O carro foi colocado na extremidade oposta do stande sem alarde e sem qualquer campanha publicitária acompanhando, de modo que muitos visitantes do salão provavelmente não o viram.
O S4-E incorporou os recursos tecnicamente avançados do S4 DA, como um motor com duplo comando de válvulas no cabeçote, cabeçotes de pistão hemisféricos com velas de ignição posicionadas centralmente. O chassi apresentava direção pinhão e cremalheira, com suspensão independente na dianteira. No entanto, a suspensão dianteira foi refinada com a adição de barras de torção longitudinais, uma abordagem ao Citroën Traction, lançado no ano anterior. Os comentadores observaram que as melhorias no novo motor e na suspensão resultaram em uma combinação de desempenho e estabilidade que estava entre as melhores da categoria na época. Outra novidade do S4-E foi um circuito de freio com controle hidráulico, em vez da ligação mecânica convencional da época.
A distância entre eixos foi aumentada em 15 cm (5,9 pol.). Três carrocerias padrão foram oferecidas. O "faux-cabriolet" (rebatizado de "coupé" em outubro de 1938), com duas portas e quatro lugares, foi listado em outubro de 1937 por 49.800 francos. A Berline, ainda listado como um carro com carroceria "conduite-interieure", tinha o preço de 50.900 francos. As portas traseiras deste carro eram articuladas na parte de trás: quando duas portas do mesmo lado eram abertas, não havia coluna central para impedir o acesso. O cabriolet de quatro lugares tinha o preço de 54.800 francos. Tal como no S4-DA de 4 cilindros, os clientes podiam escolher entre uma transmissão manual clássica de 4 velocidades e uma “transmissão pré-seletora Cotal”, mas enquanto os clientes do S4 DA tinham de pagar 2.000 francos adicionais pela opção Cotal, a transmissão Cotal era agora oferecida sem custos adicionais aos compradores do S4 E
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO,
Série Carros Clássicos
Matrícula
Referencia nº 23 preço 9€99
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição
País –China
Austin A 35 Seven 1958 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1670ª Austin A 35 Seven 1958 – Os Nossos Queridos Carros Altaya
Na juventude era o carro do Relojoeiro, e nos classicos Alem Corgo é o quatro portas do Alcídio,
A miniatura, já não recebi porque entrei no Hospital de Vila Real a 3 de Dezembro 2005 embora a Esmeralda, fosse buscar o que eu já tinha reservado.
Modelo real
No pós-guerra em 1951, o Austin A30 era o carro do povo, lançado na versão quatro portas como um contraponto ao Morris Minor e apresentava um motor da série A de 803 cc e 24 cv. para substituir o Austin Seven . A construção monobloco e suspensão dianteira independente com molas helicoidais tinha uma velocidade máxima de 105 km/h e podia viajar confortavelmente a 80 km/h.
Dois anos depois, foi introduzida a versão de duas portas, juntamente com um interior ligeiramente redesenhado e uma abertura de bagageira maior. Um ano depois, em 1954, foi lançada a carrinha A30 Countryman, bem como a popular carrinha comercial.
O Austin A35 veio substituir o super bem sucedido Austin A30. em 1956.
O nome refletia a maior capacidade do motor de quatro cilindros em linha da série «A-Series», que era também mais potente, debitando 54cv, permitindo ao A35 uma velocidade máxima ligeiramente superior e uma melhor aceleração que o seu antecessor.
Esteticamente o A35 é muito semelhante ao A30, com exceção de uma maior janela traseira e uma grelha dianteira pintada com moldura cromada. Os piscas foram também modernizados, usando luzes indicadoras em vez dos indicadores «tipo semáforo».
Usava rodas de 13 polegadas tal como o A30.
A caixa de velocidades usava um selector de utilização mais simples que o do A30, e as relações de caisa melhor escalonadas foram cruciais para o melhor desempenho do A35.
Tal como o A30, o A35 estava disponível nas versões «2 door sallon» (2 portas), «4 door sallon» (4 portas), «Contryman» (carrinha de 2 portas) e «Van» (carrinha comercial de 2 portas). Houve também uma pequena produção de apenas 477 unidades de uma versão «PickUp».
O Austin A35 foi competitivo nas pistas de corrida nos fins de semana, especialmente com Graham Hill, cujo carro, apoiado pela Speedwell Tuning and Conversions, tornou-se o favorito das enormes multidões que costumavam frequentar as corridas inglesas e John Sprinzel venceu o campeonato britânico, Touring Cars em 1958
A Speedwell Tuning, foi fundada em 1957 por George Hulbert, Len Adams e Graham Hill, especializou-se em maximizar o desempenho de veículos BMC, particularmente o Austin A35. As conversões da Speedwell aprimoravam significativamente o A35, oferecendo cabeçotes modificados, motores balanceados, carburadores SU duplos e melhorias na suspensão, como barras estabilizadoras, com o objetivo de transformar o pequeno sedan pronto para corridas.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, Altaya
Série Os Nossos Queridos Carros
Referencia nº 28 preço 9€99
Matrícula portuguesa
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição
País –China
Fiat 131 Abarth - Os Nossos Campeões de Ralis - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1669ª Fiat 131 Abarth Markku Alen-Ikka Kivimaki 1977 - Os Nossos Campeões de Ralis Planeta De Agostini Altaya
Fiat 131 Abarth Markku Alen-Ikka Kivimaki 1977, vencedor
482ª – Fiat 131 Abarth Solido
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/fiat-131-abarth-que-ganhou-em-vila-real-1385580
828ª – Seat 131 Abarth Luso Toys
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/seat-ou-fiat-131-abath-um-olhar-sobre-1539436
973ª – Fiat Abarth 031 Luso Toys Transformado
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/abarth-031-um-olhar-sobre-as-minhas-1740014
1410ª – Fiat 131 Abarth M. Alen - I.Kivimaki 1000 Lakes Rally 1979 Rally Car Collection Altaya
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/fiat-131-abarth-um-olhar-sobre-as-2042215
Modelo real
Em 1976 a Fiat trocou o 124 Abarth pelo novo 131 Abarth e o grupo Fiat deslocou-se a Portugal com dois Lancia Stratos para Sandro Munari que venceu e Rafael Pinto.
No ano seguinte Markku Alem -Ilka Kivimaki em conjunto com Maurizio Verini, Jean Claude Andruet e Fulvio Baccheli para defrontar a Ford.
Em Sintra, Baccelli passou para o comando, mas a caminho do Norte , a Ford marcou o ritmo face aos pilotos dos Fiat 131 Abert e Arivatanen chegou á Povoa de Varzim em primeiro.
A situação não se alterou muito até chegar a Viseu. Já na terceira etapa. Arí Vatanen despistou-se deixando Markku Alen no comando seguido de perto por Bjorn Waldegaard. Na primeira passagem por Arganil, um furo atrasou o sueco da Ford, deixando Markku Alen com uma confortável vantagem. Que geriu até a chegada ao Estoril. Na última etapa na Serra de Sintra, indiferente á pressão de Waldegaard que nunca desanimou.
A vantagem teórica no asfalto, os 131 Abarth não só não recuperaram nenhuma posição. Bjorn foi segundo, a frente do Toyota Celica de Ove Anderson e nas posições imediatas os Fiat de Jean-Clude Andruet e Maurizio Verini , os restantes sobreviventes de uma equipa que perdeu Fulvio Baccheli que abandonou com o semieixo partido.
No final foi o primeiro piloto a bisar o triunfo no Rali de Portugal.
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Miniatura
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Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, Planeta DeAgostini Altaya
Os Nossos Campeões de Ralis
Referencia 3 preço 10€99
Matrícula
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição
País –China
Lamborghini Countach LP 500S - Dream cars - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1668ª Lamborghini Countach LP 500S –Dream cars Altaya
Lamborghini Countach O mais rápido do mundo
O Conttach foi concebido como um super automóvel para promover tecnologia Lamborghini at+e que Lee Lacocca, o prsidente da Chrysler e da Maserati gostou tanto dele que adquiriu a empresa em 1989
551ª – Lamborghini Countach LP 500 aileron Record MRF
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/lamborghini-countach-um-olhar-sobre-1435863
975ª – Lamborghini Countach 5000 Burago
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/1740958.html
Modelo real
LP500 S
Em 1982, o Countach recebeu mais uma atualização, com um motor de maior cilindrada e mais potente, de 4.754 cc (4,8 L). A potência máxima aumentou ligeiramente para 276 kW (375 PS; 370 hp) a 7.000 rpm e 409 N⋅m (302 lb⋅ft) de torque a 4.500 rpm. A carroceria permaneceu inalterada, porém o interior foi atualizado. Esta variante é por vezes chamada de 5000 S em alguns mercados, o que pode causar confusão com o posterior 5000 QV. Foram produzidos 321 exemplares.
O Lamborghini Countach LP5000 QV foi apresentado em 1985, com o motor a ser aumentado para 5.167 cc, recebeu 4 válvulas por cilindro, quattro valvole em italiano, daí o nome do modelo, Countach LP5000 Quattrovalvole ou 5000 QV, abreviadamente. Os carburadores foram movidos das laterais para a parte superior do motor para melhor refrigeração, infelizmente, isso criou uma saliência na tampa do motor, reduzindo a já precária visibilidade traseira a quase zero. Alguns painéis da carroceria também foram substituídos por Kevlar. Em versões posteriores do motor, os carburadores foram substituídos pelo sistema de injeção de combustível Bosch K-Jetronic. O motor com injeção de combustível tinha potência de 313 kW (426 PS; 420 hp) e torque de 461 N⋅m (340 lb⋅ft). As versões europeias com carburador (também conhecidas como "Downdraft" ou "DD") utilizavam seis carburadores Weber e tinham potência de 335 kW (455 PS; 449 hp) a 7.000 rpm e torque de 500 N⋅m (369 lb⋅ft) a 5.200 rpm. Foram produzidos 610 carros com essa especificação, sendo que 66 deles possuíam o sistema de injeção de combustível.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, Altaya
Série carros Dream cars
Referencia nº 12 preço 9€99
Matrícula portuguesa
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição
País – Portugal, feito na China
Ferrari Dino 246 - Ferrari Colection - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1667ª Ferrari Dino F 246 –Ferrari Colection RBA Fabri
Ferrari Dino 246 F Hawthorn GP de França 1958 vencedor com o nº 4
Em nome do Pai
O Dino 246 é o primeiro automóvel da Ferrari a ter o nome do filho de Enzo Ferrari com Laura Garello prematuramente desaparecido devido a uma distrofia muscular.
O seu pai matriculou com o nome de Dino o primeiro monolugar da Fórmula 2 de 1957 e logo o de Formula 1 em 1958.
932ª – Ferrari Dino 246 Brumm
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/ferrari-dino-246-um-olhar-sobre-as-1797721
Modelo real
Uma nova versão foi derivada do projeto original F2 Dino para a Fórmula 1.
Um novo motor, mais leve e mais potente do que as antigas unidades de quatro cilindros e o motor de oito cilindros derivado da Lancia, era urgentemente necessário. A configuração do motor, um V6 a 65° com dois comandos de válvulas no cabeçote por fileira de cilindros e ignição dupla, era a mesma da unidade F2 da qual o projeto foi derivado, com apenas algumas pequenas modificações para permitir sua instalação no carro diferente. O 246 – indicando 2,4 litros de cilindrada e 6 cilindros – fez sua estreia nas pistas em 1958, em 19 de janeiro, no GP da Argentina, e levou o piloto inglês Mike Hawthorn ao campeonato mundial.
Stirling Moos em Cooper e e Mike Hawthorn disputaram o campeonato com a vitoria de Mike em França e a inversão das posições no Grande premio de Portugal. a 24 de Agosto.
Houve duas vitórias: Hawthorn na França e Collins na Grã-Bretanha. O maior rival daquele ano foi a Vanwall de Stirling Moss, que garantiu a primeira edição do Campeonato de Construtores.
O Britânico alcançou uma serie de classificações decisivas até ao final. tendo em conta que Tony Brooks e Stirling Moss dividiram as vitorias porque no regulamento o descarte obrigava a somar apenas os seis melhores resultados, a Ferrari alcançou 57 pontos, enquanto a mesma regra colocava Hawthorn, em segundo, marcada pelos acidentes fatais de Luigi Musso, em Silverstone, e Peter Collins, em Nürburgring.
N regresso de uma festa , em Guilford num acidente de transito Guilford a 22 de Janeiro de 1959..
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante
Ferrari Colection
Referencia nº 18 preço 10€99
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição
País –China
Auburn Boat Tail Speedster 1933 Carros Clássicos - Um olhar sobre as minhas miniaturas
915ª – Auburn Speedster 851Matchbox
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/auburn-speedster-851-supercharged-um-1698780
Modelo real
Gordon Beuhrig, abandonou a faculdade e, aos 25 anos, tornou-se chefe de design de carrocerias na Duesenberg foi o designer do Auburn 851 Speedster e mais tarse o icônico Cord 810/812 e, após ingressar na Ford em 1949, projetou o Continental Mark II de 1956. Todos esses carros são automóveis emblemáticos e históricos, mas Beuhrig também é creditado pela invenção e patente do teto removível T-top!
Disponível nas versões Eights e Twelve em três níveis de acabamento Standard, Custom e Salon, o modelo Speedster encontrou poucos compradores em 1933, com apenas cerca de 20 exemplares encomendados. Ainda mais raro, apenas três Speedsters Custom 12-161A foram concluídos em 1933, dois em janeiro e o último em abril. Este carro é um desses três Speedsters Custom originais.
o carro foi vendido pela primeira vez em 11 de setembro de 1933. número de série 1146E, sendo o "E" indicativo de que se trata de um Speedster original, e o tipo de carroceria é descrito simplesmente como "Speedster".
O 1146E foi registrado na Flórida e uma proposta razoável, dada a falta de proteção contra intempéries oferecida pela carroceria Speedster, antes de chegar à Califórnia,
A Sra. Hofer comprou-o em 1949 e decidiu dar-lhe a aparência de um modelo "Salon". Entrando em contato com a Auburn-Cord-Duesenberg Co. em Auburn, Indiana, foi feito um pedido de uma seleção de peças Salon, incluindo uma grade do radiador, frisos cromados para as entradas de ar do capô e estribos, calotas cromadas e cilindros de fechadura para os pneus sobressalentes laterais. Consta na fatura de 4 de fevereiro de 1949 que as peças eram de um Salon Twelve de 1934.
O motor V-12 Lycoming foi ligeiramente modernizado com a adição de algumas peças mais novas, como uma bomba de combustível moderna, um distribuidor e a remoção do Stratix (uma modificação relativamente comum).
A Sra. Hofer e seu marido, Albert, desfrutaram do Speedster por mais alguns anos e vendê-lo ao colecionador de Nova Jersey, Dr. Ralph Waldo Emerson Cox Jr. O Dr. Cox reunia uma coleção de carros e exibia os em conjunto com aeronaves em seu hangar/museu no Aeroporto do Condado de Cape May.
O carro permaneceu na coleção do Dr. Cox até sua morte no final da década de 1990, mas continua na família até hoje.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO,
Série Carros Clássicos
Matrícula
Referencia nº 22 preço 9€99
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição
País –China
195º Encontro de Clássicos Além Corgo Janeiro 2026 parte 4
E o fim do encontro chegou e uma nova volta ao Circuito Internacional de Vila Real aconteceu…
Até Domingo
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- Citoen GS 1971 Um olhar sobre as minhas miniaturas
1665ª Citoen GS 1971 – Os Nossos Queridos Carros Altaya
O terceiro Citroen GS , não a Break do Amável, que tanto nos demostrou as suas qualidades.
No dia 3 de Dezembro de 2005 fui para o Hospital de Vila Real, convencido que que seria uma coisa fácil, mas não foi.
No Natal vim a casa e regressei para ser operado a 27, pela equipa do Dr. Manuel Morais Sousa.
No dia 6 de janeiro, sai do Hospital de Vila Real, muito combalido, e a pouco e pouco, comecei a ver as minhas miniaturas entretanto encomendadas, que a Esmeralda me foi comprando, e algumas vistas no Natal quando vim a casa, naquela que podia ter sido a minha primeira e última visita.
Era um misto de alegria perante a possibilidade de uma recuperação muito difícil.
Passado um mês, no início de Fevereiro e com a possibilidade de voltar a batalhar, apresentei-me na Escola de Gache pensando que podia continuar a dar as aulas… Mas, não, tive de abandonar e encarar a nova realidade.
196ª – Citroen GS Solido
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/citroen-gs-solido-um-olhar-sobre-as-1207355
1359ª – Citroen GS - Carros inesquecíveis Salvat Les Jouets Solido
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/citroen-gs-birotor-um-olhar-sobre-as-2013127
Modelo real
Apresentado no Salão de Genebra de 1970 foi apresentado o Citroën GS num estilo moderno e aerodinâmico e por ser equipado com uma suspensão hidropneumática que lhe conferia o conforto e o comportamento em estrada que os seus concorrentes da época não conseguiam oferecer, além do motor boxer de 4 cilindros, arrefecido a ar
A polemica com a suspensão gerou as maiores desconfianças por parte do comprador o sistema hidráulico, temido pela grande parte dos proprietários, é bastante fiável e económico de manter, desde que seja mantido a salvo da corrosão
Mas o original velocímetro de tambor com lupa, proporcionava uma leitura difícil com pouca precisão, com varias cores , verdes nas velocidades mais baixas, cor de laranja mais elevados e vermelhas quando ultrapassava os 100Km/h e que levou a voltar ao modelo tradicional.
No ano seguinte, surgiram as variantes Break, com cinco portas muito e um porta-malas com 710 litros de capacidade ou os 465 litros da versão de entrada, uma versão comercial destinada ao transporte de mercadorias, com e a Service de três portas, uma versão comercial projetada para o transporte de mercadorias. Mas o GS Service também contava com duas versões: a Vitrée, com um único painel de vidro que ia do pilar da porta traseira até a parte traseira do carro, e a Tolée, com a lateral completamente feita de chapa metálica.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, Altaya
Série Os Nossos Queridos Carros
Referencia nº 27 preço 9€99
Matrícula portuguesa
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição
País –China
Mitsubishi Lancer Evo VIII Os Nossos Campeões de Ralis - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1666ª – Mitsubishi Lancer Evo VIII Os Nossos Campeões de Ralis Planeta De Agostini Altaya
Mitsubishi Lancer Evo VIII Armindo Araújo -Miguel Ramalho 2005
Modelo real
Armindo Araújo trocou o Citroen pela marca japonesa, com hipóteses de fazer algumas provas no estrageiro
Habituado à traçao á frente, elaborou um programa de testes que passou por um curso de condução no gelo, na Finlândia para se habituas as exigências da tracção total permanente.
Entretanto, Carlos Barbosa sucede a Alberto Romano no ACP e promete o regresso do Rali de Portugal ao Campeonato do Mundo de Ralis, e o Algarve reunia essas condições, passando a acolher um rali que se disputaria também na região do Baixo Alentejo.
O 39º Rallye de Portugal 2005, realizado a 1 e 2.de Março 2005 no leque de inscritos incluía nomes como Juha Kankkunen, Didier Auriol, Mikko Hirvonen e Daniel Carlsson, todos ao volante de Subaru Impreza WRX, juntou-se uma histórica dupla aos comandos do carro zero: Carlos Sainz e Luis Moya
Ao volante de um Mitsubishi Evolution VIII MR do importados, Armindo Araújo foi inscrito no Rali de Portugal onde os melhores pilotos nacionais se confrontava com as grandes equipas internacionais que disputavam o mundial e o duplo objectivo de obter o melhor resultado e conquistar o maior número de pontos para o Campeonato nacional.
No final, terminou em terceiro e subiu ao pódio e foi o melhor português onde os Subaru Impreza STi de Daniel Carlsson - Mattias Andersson e de Mikko Irvonen - Jarmo Lehtinen nos dois primeiros lugares.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, Planeta DeAgostini Altaya
Os Nossos Campeões de Ralis
Referencia 2 preço 4€99
Matrícula GG-RA-28
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição
País –China
Ford Escort RS 1800 - Os Nossos Campeões de Ralis- miniatura transformada.
1665ª Ford Escort RS 1800 – Os Nossos Campeões de Ralis Planeta De Agostini Altaya transformado
Rali Internacional Serra do Marão 1984
Ford Escort RS 1800: Joaquim Santos / Miguel Oliveira:
O primeiro exemplar da nova Colecção de miniaturas Os Nossos Campeões de Ralis Planeta De Agostini Altaya era como sempre barato e eu antes que esgotasse lembrei-me de um Rali marcante.
Por vezes levei com pedras na cabeça e na cara, para tirar uma foto, que nem sempre saíam bem, e só víamos revelasse o rolo… e muitas vezes era a desilusão.
Na Pousada do Marão encontramos o Sidónio Cabanelas e pouco depois 0 Manuel Fernandes a abrir o Rali no Toyota Starlet.
Modelo real
No rali de Portugal Joaquim Santos, abandonou, o melhor Português, foi Jorge Ortigão numa prova ganha novamente por Hannu Mikkola no Audi Quatro.
Agora voltamos a vê-los nos no Marão agora no Rali Internacional do Marão a quarta prova do Campeonato de Portugal de Ralis, para ser realizada de 13 a 15 de Abril, numa organização da Secção de Desportos Motorizados do Futebol Clube do Porto e o Clube Automóvel de Vila Real
O percurso de terra, com 114,39 quilómetros cronometrados distribuídos por 8 classificativas. e intervalos de 2 minutos, tiveram as duas etapas com quatro troços marcados pela redução da quilometragem em virtude do estado do piso.
Os pilotos estrangeiros não compareceram e os 26 pilotos inscritos e a ausência de quatro, que não estiveram na partida em Santa Marta de Penaguião. A 14 de Abril, a partida foi às 8H30 e a chuva e o nevoeiro presentes, até à chegada a Vila Real às 20H30
No fim da primeira etapa, Joaquim Moutinho chegava a Amarante com 59 segundos em relação a Joaquim Santos e Miguel Oliveira, segui António Rodrigues e 1m,28 sobre António Rodrigues.
Duas horas e meia foi o tempo para as assistências trabalharem enquanto aguardavam a segunda etapa, na Serra do Marão com dias passagens pelo Velão e Marão.
Na primeira passagem no troço do Velão, com 8,4km, Moutinho faz 1m 06 s sobre Santos
No Marão, com os 36,5 reduzidos para 28,5 Km, com o Renault 5 no Fridão ter de encostar a berma por se ter partido um dente do grupo cónico. De seguida passava o Lancia Rally, devido a um engano partiu logo de seguida, mas que dois km depois ficou com a caixa encravada na primeira velocidade, limitando a velocidade.
Joaquim Santos ao ver parado Joaquim Moutinho e a 2km depois António Rodrigues logo se apercebe que era o primeiro.
Mesmo assim, no primeiro lugar, muda as suspensões e os pneus e faz os dois últimos trocos em clara defensiva, em contraste com António Rodrigues que recuperou o 4º lugar
Joaquín Santos chega a Vila Real, tem quase 4 minutos de diferença para José Miguel, o terceiro lugar vai para Rui Souto, no trio de Ford Escort no pódio e a esposa a ovacionar.
No ano seguinte voltou a vencer com o mesmo carro e o nº.2
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Miniatura
Transformação da miniatura
Como fazer um buraquinho e pintar o que está a mais, somente resolvida posteriormente, com o corte do cartão traseiro, para começar a fazer que podia
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, Planeta DeAgostini Altaya
Os Nossos Campeões de Ralis
Referencia 1 preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição
País –China
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