Horch 853ª Cabriolet 1938 Carros Clássicos - Um olhar sobre as minhas miniatura
1604ª Horch 853ª Cabriolet 1938 – Carros Clássicos Altaya
Horch 853 A Cabriolet 1938
A minha primeira miniatura da Horch e já num estado lamentável.
Aberto do caixão em que se encontra em repouso, há 20 anos
Modelo real
August Horch começa a trabalhar na forja, da oficina do pai.
A técnica leva-o a entrar na escola de Engenheiro Horch e trabalhou para a Carl Benz em Mannheim durante três anos como Chefe de Produção Automóvel.
Aplica os seus conhecimentos e o seu savoir faire quando em 1899, abre a sua própria oficina em Colónia e em 1901 monta o primeiro automóvel. . em 1904 funda a A Horch Motorwagemwerk em Zwickau. Uma ma experiencia com o motor de 6 cilindros e a situação gera um desentendimento e a 16 de Lulho de 1909, abandona a fabrica. Passado um mês funda a nova fabrica Horch em Zwickau, mas a antiga empresa opõe-se a utilização do nome e ganha o processo.
O filho de um colaborador de August Horch, quando pensava na lição de latim, diz para o “Pai- (Audiatur et altera pars,,) Não podemos dizer Audi em vez de Horch ? (Horch significa houve, em alemão no imperativo, e Audi é o seu equivalente latino.
Nascia a Audi e a Horch não teve mais nada a ver com a Horch.
A Horch concentrou-se em carros de turismo de luxo, com seus primeiros anos marcados por motores tecnicamente avançados de 4 cilindros e, posteriormente, de 6 cilindros. O Horch 8, com um inovador motor de oito cilindros em linha desenvolvido por Paul Daimler em 1926, estabeleceu novos padrões de requinte. A década de 1930 trouxe as séries 780, 850 e, especialmente, a 853, luxuosos grand tourers com potentes motores de oito cilindros em linha e carrocerias personalizadas..
Em 1932, a companhia Audi de A. Horch, ironia do destino, associou-se à Horch, DKW e á Wanderer para fundar a Auto Union, a origem do logotipo de quatro anéis da Audi.
Após a fusão com a Auto Union, a Horch continuou desenvolvendo chassis e motores avançados até a guerra.
Os modelos Horch destacavam-se pela sofisticação técnica, principalmente pelos motores de oito cilindros em linha e V8 de quase cinco litros de cilindrada, chassis avançados e qualidade de construção superior.
O 853 utilizava eixos traseiros de dupla articulação, pioneiros nos carros de corrida da Auto Union projetados pela Porsche, proporcionando uma suspensão traseira independente do tipo De Dion. A suspensão dianteira consistia num braço A superior, com o cubo inferior suportado por um par de molas transversais. Os travões hidráulicos com assistência a vácuo eram de série. Embora não fosse sobrealimentado como o seu principal rival, o Mercedes-Benz 540K, os modelos 853 possuíam overdrive, o que reduzia a diferença de desempenho.
Carrocerias personalizadas por renomados fabricantes como Erdmann & Rossi, Voll & Ruhrbeck e Hornig realçavam seu impacto visual e exclusividade. Os interiores apresentavam madeiras raras, couro costurado à mão e detalhes Art Déco. O brasão da Horch, frequentemente dourado, adornava muitos veículos.
O último Horch autêntico foi o 930 V com motor V8, antes do Sachsenring P 240 encerrar a marca em 1952 um ano depois da more do seu fundador .
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO,
Série Carros Clássicos
Referencia nº 11 preço 9€99
Matrícula V-14810
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição
País –China
Renault 5 - Um olhar sobre as minhas miniatura
1603ª Renault 5 – Os Nossos Queridos Carros Altaya
O Renault 5 foi oficialmente lançado a 28 de janeiro de 1972.
458ª – Renault 5 Le Car Van Auto Pilen transformada
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/renault-5-le-car-van-um-olhar-sobre-1371520
468ª – Sovra LM4 Solido transformado
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/sovra-lm4-um-olhar-sobre-as-minhas-1377019
620 ª – JB Tenere Renault 5 Solido transformado
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/renault-r5-pick-up-um-olhar-sobre-as-1491778
830ª – Renault Super 5 Solido
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/renault-5-super-um-olhar-sobre-as-1634038
663ª – Renault 5 TL solido transformada
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/renault-5-alpine-um-olhar-sobre-as-1517676
854ª – Renault 5 Maxi Turbo Solido
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/renault-5-maxi-opal-um-olhar-sobre-as-1644957
693ª – Renault 5 coupe Solido
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/renault-5-cup-um-olhar-sobre-as-1541169
877ª – Renault 5 Turbo 2 Heler transformado
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/renault-turbo-cabrolet-um-olhar-sobre-1664301
918ª – Renault 5 Turbo Solido
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/renault-5-turbo-um-olhar-sobre-as-1699700
1170ª – Renault 5 Maxi Turbo Solido Renault
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/renault-5-maxi-turbo-um-olhar-sobre-1861733
1253ª – Renault 5 - Carros inesquecíveis Salvat Les Jouets Solido
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/renault-5-um-olhar-sobre-as-minhas-1945965
1545ª – Renault 5 Maxi Turbo – Carros inesquecíveis Salvat Les Jouets Solido
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/renault-5-maxi-turbo-um-olhar-sobre-2156866
Modelo real
O Renault e em Portugal,
Na semana passada em ante-apresentação em Portugal, foi dada oportunidade aos órgãos de informação de uma primeira tomada de contacto com o mais recente produto da régie Renault, o R5. No entanto será no próximo dia 15 de maio, durante a primeira convenção das industrias lusitanas Renault, que os agentes e concessionários poderão dispor das primeiras unidades a eles destinadas e será "dada a partida" para a campanha de lançamento deste modelo que já se encontra nos mercados de França (evidentemente), Espanha, Itália, Inglaterra e Alemanha. De vocação essencialmente citadina, o Renault 5 é um dos mais válidos concorrentes no mercado das pequenas cilindradas, entre os "mini" de mil centímetros cúbicos de cilindrada, uma classe que se tem alargado consideravelmente nos últimos anos devido a um crescente interesse manifestado pelos principais construtores europeus, que assim procuram fazer frente aos pequenos carros Japoneses. Mas as pretensões do Renault 5 não se limitam a uma utilização citadina, tendo sido estudado para corresponder igualmente às solicitações de um emprego de "longo e médio curso". Estas características mistas ficaram bem patentes no curto percurso para a experiência dos automóveis por parte dos elementos da informação convidados para a ante apresentação, revelando-se sempre muito manejável e de condução simples, muito equilibrado como seria de esperar de um modelo compacto como é o R5. No referente a linhas, o R5 mantêm a originalidade que tem sido característica em todos os produtos da Renault. De aspecto agradável, chama a atenção da inexistência dos para-choques tradicionais, preteridos em favor dos para-choques em "Polyester" capazes de absorver sem qualquer deformação, choques entre os 7 km/h e sem que a carroçaria seja afectada, apesar da deformação do "Polyester", choques até 15 km/h. A carroçaria foi estudada também de modo a permitir uma grande funcionalidade de utilização que se revela pela grande habitabilidade e pelas possibilidades oferecidas pela terceira porta a que se junta a grande capacidade de arrumação de bagagens uma vez dobrado o banco de trás. A suspensão de rodas independentes e os travões dianteiros de disco são factores de segurança que convém não menosprezar, sobretudo se considerarmos que o primeiro factor é essencial para obtenção de uma excelente estabilidade, a que também não é estranha a tracção à frente. Embora o preço não esteja ainda homologado, deverá rondar os oitenta mil escudos, e a comercialização será feita rapidamente pois o Renault 5 está já a ser montado em Portugal.
0 Renault R5 construído por cá, ou seja, montados na Guarda, com Losango, vidros Covina, assentos Molaflex, e os autocolantes dentro do capot em Português
o primeiro Renault 5 produzido em Portugal, foi em Janeiro de 1973 e o início da comercialização a 15 de Maio do mesmo ano.na apresentação aos media, os 2 R5, uma cor de laranja e outro branco, vieram de França
Inicialmente a Renault montava carros na Guarda, mas mais tarde teve uma fábrica em Setúbal, começou a funcionar em Julho de 1980,
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, Altaya
Série Os Nossos Queridos Carros
Referencia nº 16 preço 9€99
Matrícula portuguesa NR-49-61
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição
País –China
Ford Escort Mk1 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1602ª Ford Escort Mk1 T Makinen- H Liddon RAC Rally 1973 –Rally Car Collection Altaya
Ford Escort Mk1 T Makinen- H Liddon RAC Rally 1973
Modelo real
O Twin Cam deu lugar ao MkI RS1600, com as inicias de Rally Sport. E o primeiro RS 1600 a ser apresentado oficialmente em Novembro de 1969 pelo Bicampeão do Mundo Graham Hill, numa linha de produção especialmente construída no FAVO, situado em South Ockendon , Essex.
O Rs tinha um motor de 1599cc, 16 válvulas e 120cv , com caixa de quatro velocidades
No RAC Rally de 1973 marcada pelas restrições resultantes da crise do petróleo os Escort dominaram inicialmente com Roger Clark , vencedor da edição do ano interior, seguido pelo deu colega de equipa Makinen. Um problema mecânico fez Clark perder mais de dois minutos quando comandava e no final da segunda etapa já era Makinen quem comandava com mais de três minutos sobre Bjorn Waldegard e o seu BMW , seguido de Clark. Apos a passagem pela Escócia e uma noite ao volante a caminho de Inglaterra, a liderança de Makinen consolidou-se e Waldegaard sofreu um acidente que o relegou para a sétima posição. a segunda posição foi ocupada por Clark também subiu ao pódio, Markku Alen, que nesse ano se estreou nu mundial. Alen também corria com um Ford Escort Rs 1600, e assim o êxito da Ford foi completo.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante
Série Rally CarColection
Referencia nº 45 preço 9€99 AA0426 AA0426
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de cartão e envolto em blister transparente para exposição
País – China
Ford Fordor - Um olhar sobre as minhas miniatura
1601ª Ford Fordor Sedan Toronto 1947 –Táxis do Mundo Planeta De Agostini Altaya
Ford Fordor Sedan Toronto 1947
1360ª – Ford Fordor Sedan - Istambul 1947 Táxis do Mundo Planeta De Agostini Altaya
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/ford-fordor-sedan-1947-um-olhar-sobre-2013468
Modelo real
Depois da segunda guerra Mundial, as fabricas da Ford reativaram a produção de turismos a partir de 1946. O novo Ford Sedan, muito semelhante ao de 1942, mas maior e mais confortável, Em 1947, ano em que o modelo saiu da fábrica, morreu Henry Ford.
Alem de combinação de cores apelativa, verde-pálido e cor de laranja, cores que ainda distinguem as Táxis da Companhia Beck, onde certos elementos como as janelas curvadas, delatam as linhas arcaicas deste veículo.
Diante de Toronto, no outro lado do lago Ontário, encontra-se um dos locais mais visitados do planeta as Cataratas do Niágara, um dos fenómenos mais espetaculares da natureza. , pela estrada, fica a cerca de 90 minutos do centro da cidade.
O rio Niágara que liga os lagos Ontário e Erie, constitui uma fronteira natural entre o Canadá e os Estados Unidos. Com cerca de 50Kqilometros de comprimento, a sua trajectoria é interrompida pelas famosas cataratas, num desvio de 108 metros, que alem de constituírem una grande atracão turística, alimentam uma enorme central hidroelétrica.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, Planeta de Agostini, Altaya
Série Táxis do mundo
Referencia nº 58 preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de cartão e envolto em blister transparente para exposição
País – Portugal, feito na China
Opel Kadett GT/E e Rallye - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1600ª Opel Kadett GT/E e Rallye – Carros inesquecíveis Salvat Les Jouets Solido
Opel Kadett GT/E e Rallye Um ar desportista
Mais um repetido
Opel Kadett coupe GTE do Rally Mille Pistes Alain Errani/ R. Luparia e 8 e 9 de Julho 1978 grupo 2 calasse II
Com o GR1 da Luso Toys
518ª – Opel Kadet GTE Luso Toys
Opel Kadett GT/E Gr1 "MêQuêPê" (Manuel Queiroz Pereira) - João. Batista no Rali de Portugal de 1976, 3º classificado
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/opel-kadett-gte-um-olhar-sobre-as-1411630
e o modelo que agora votou a ser disponibilizado.
589ª – Opel GTE Rallye Solido
Opel Kadett GTE Rallye Monte Carlo 78
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/opel-kadett-gte-rallye-monte-carlo-78-1458414
639ª – Opel Kadett coupé GTE Solido
Opel Kadett coupe GTE do Rally Mille Pistes Alain Errani/ R. Luparia e 8 e 9 de Julho 1978 grupo 2 calasse II
Enquanto a decoração 2 da Solido me deixava uma possível decoração para o rali de Portugal
Parte dos guarda lamas foram cortados
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/opel-kadett-gte-um-olhar-sobre-as-1503525
684ª – Opel Kadet GT/E Solido
Ronde Chevenole 1976 Opel Kadett groupe 4 de Jean Louis Clarr 6º classificado
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/opel-kadett-ronda-gtechevenole-um-1532938
Modelo real
O Rallye foi apresentados no Salão de Frankfurt de 1977, a par de uma versão potenciada do GT/E.
Havia Opel Kadett homologado para o G1 e no final de 1975 surgiu o Opel Kadett C GT/E homologado para o G4, com participação efetiva no ano seguinte. O motor posto de forma longitudinal na frente e tração traseira, dava uma ótima estabilidade para o conjunto, sendo tocado com um câmbio de 5 marchas para um motor com 240hp.
Pilotado pelo alemão Röhrl, no Rallye de Sanremo em 1976, o motor, quebrava a todo o instante. Equipes não oficiais, com carros sem ser de 16 válvulas (8 válvulas), mostravam-se muito melhor e mais confiáveis que o works car. O melhor resultado para o 16 válvulas foi no Ypres Rally daquele ano. Em 77 a Opel só conseguiu um pódio no Rallye da Suécia. A FIA muda as regras para o rallye e em 78 acaba-se o G4, um descanso para os alemães da Opel.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante Solido Salvat
Série Carros inesquecíveis Salvat - Les Jouets Solido
Referencia nº 72 nº 97 – n70- 11.78 preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em Blister plástico transparente
País – França
Ferrari Colection - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1599ª Ferrari 250 Testa Rossa –Ferrari Colection RBA Fabri
Ferrari 250 Testa Rossa 1959 sem as entradas na frente e saídas laterais na traseira.
No primeiro ano em que vi corridas no ano de 1958, o de Piero Drogo era branco, e há alguns anos era preto
A Ferrari 250 Testa Rossa e a variante de competição da Ferrari 250, apresentada em 1957, foi dotada numa das mais belas carroçarias.
Os 250 Testa Rossa foram construídos para a equipa de corridas, e 19 destinados a clientes apresentavam a famosa carroceria com "para-lamas em forma de pontão", projetada por Sergio Scaglietti.
Os carros de corrida foram inicialmente produzidos com a carroceria Scaglietti, mas evoluíram ao longo dos anos para melhorar a aerodinâmica e, assim, torná-los mais rápidos. Essas carrocerias posteriores foram construídas pela Carrozzeria Fantuzzi, bem como pela Bizzarrini e pela Chiti. A produção da Ferrari 250 Testa Rossa terminou em 1961
687ª – Ferrari Testa Rossa Starter
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/ferrari-250-testa-rossa-um-olhar-1583228
909ª – Ferrari Testa Rossa 250 Projecto K
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/ferrari-testa-rosa-um-olhar-sobre-as-1693518
Modelo real
No ano seguinte a carroçaria foi redesenhada por Pininfarina e é mais compacta que em 1958, foi construída por Fantuzzi, mestre de carroçaria de Modena
O novo testa rossa pesava 50kg menos e prometia ser mais competitivo que nunca, em virtude de algumas melhorias na aerodinâmica.
Os 250 TR, eram carros abertos, equipados com um motor V12 de 3.0 litros que enviava a tração para as rodas traseiras. Em 1957 e 1958, utilizaram uma caixa de 4 velocidades, mas a partir de 1959, passou a utilizar uma caixa de 5 velocidades
A Finch Restorations fundada por Ray Finch em 1964, é uma empresa de restauração de carros que também constrói réplicas do Jaguar SS100 de 1939 e da Ferrari Testa Rossa de 1959 em Mount Barker, Austrália do Sul.
A Recreação do Ferrari 250 Testa Rossa 1959 é de um requintado charme clássico aliado à inovação moderna.
A recriação da Ferrari 250 Testa Rossa TR250 de 1959 e também uma de apenas 33 unidades originais do 250 TR produzidas, a existência de pelo menos 46 exemplares hoje conta uma história de renascimento e restauração, um testemunho do fascínio duradouro dessas obras-primas.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante
Ferrari Colection
Referencia nº 6 preço10€99
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição
País –China
Carros Clássicos - Um olhar sobre as minhas miniatura
1598ª Delage D8 120 Letourneur & Marchand 1939 – Carros Clássicos Altaya
Muito semelhante ao Delage D8 120 de 1937, o protótipo aerodinâmico de alta velocidade que Louis Delage, encomendou a Marcel Pourtout para o Salão Automóvel de Paris de 1937, com o chassis 51620
339ª – Delage D 8 120 1939
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/delage-d8-120-carrosserie-chapron-um-1297572
502ª – Delage Coupé D8 120 1938 Solido
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/delage-d8-120-coupe-de-ville-um-1400071
Modelo real
No Salão de Paris de 1929, a Delage lançou o D8, projetado por Maurice Gaultier, apresentando um motor de oito cilindros em linha de 4,0 litros com válvulas no cabeçote, instalado em um chassi com estrutura em X e freios servoassistidos nas quatro rodas. Para a clientela que buscava um meio de transporte mais modesto, o portfólio da Delage incluía os modelos DS de 14 cv e D6 de 17 cv com motor de seis cilindros – este último era essencialmente um D8 com dois cilindros a menos.
O Delage D8 120 foi lançado apos a aquisição da Delage pela Delahaye, recebeu diversos componentes da Delahaye e seu novo chassi D8 era uma estrutura de aço tubular rebaixada com uma distância entre eixos de 3,35 metros. O novo motor de alumínio de oito cilindros era um oito cilindros em linha de 4,7 litros baseado no motor de seis cilindros do Delahaye 135 (essencialmente um D8-100 com um aumento de 4 mm no diâmetro do cilindro).
O motor era montado sobre uma estrutura robusta com suspensão dianteira avançada, incorporando uma mola transversal. A transmissão eletromagnética Cotal permitia que, após a primeira marcha, as trocas fossem feitas sem pressionar a embreagem. O projeto da transmissão e da suspensão foi influenciado pela empresa controladora da Delage, a Delahaye.
A carroceria aerodinâmica e marcante deste Aérosport, confeccionada pela luxuosa encarroçadora Letourneur et Marchand, foi inspirada nas primeiras pesquisas do aerodinamicista Jean Andreau. O seu design foi escolhido para representar o governo francês em sua exposição de automóveis na Feira Mundial de Nova York de 1939.
Delage D8 120 Coach Aerosport 1939 é uma obra de Letourneur & Marchand e como muitos construídos á unidade para uma clientela topo de gama, bem como veículos desta marca para os Concursos de Elegância ou dos salões. Mas o fabricante de carroçarias também realizou series limitadas para o construtor, na sua filial Autobineau, de acabamentos menos conseguidos e um preço de revenda menos surrealista.
Que beneficiou talavas do serviço de pós-venda divulgado numa publicação de 30 de Junho que elogiava o seu serviço.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO,
Série Carros Clássicos
Matrícula 2258-RM3
Referencia nº 10 preço 9€99
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição
País –China
193º Encontro de Clássicos Além Corgo Novembro parte 3
As maquinas foram chegando e os participantes e amigos a lembrar as aventuras algumas bem apertadinhas no carro, com amigos e família a encherem cada cantinho e rizadas sem fim.
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Toyota Corolla - Um olhar sobre as minhas miniatura
1597ª Toyota Corolla 1974 – Os Nossos Queridos Carros Altaya
É amarelo, um dos mais aficionados de Encontros Alem Corgo e veio de Angola não é Joaquim Botelho
No Circuito de Vila Real em 1972 os Datsun 1200 e os Toyota a disputar a hegemonia dos Austin ou Morris.
No ano seguinte, 1973 foi a vez do Toyota Corolla 1200 S KE20 também do Team Dalva abandonaram.
Manuel Fernandes fazia as delicias na Avenida Carvalho Araújo ou no Cabanelas….
Modelo real
O Toyota Corola projetado a pensar no grande publico, com dimensões cometidas, razoavelmente económico e monetariamente a cessível a classe media foi montado em diversos países e vendido por todo o mundo. Um Toyota português
A empresa Salvador caetano, cujas origens datam de 1946, tinha-se especializado na montagem de autocarros sobretudo com licenças britânicas, e também carroçarias para furgonetas e camionetas. Em 1968 agarrou a oportunidade de representar a Toyota em Portugal, mas o limite de 75 unidades ao ano, estabelecida pelo governo, levou Salvador Caetano a optar pela montagem do carro em regime CKD, Completely Knocked Down, ou seja, completamente montado. Começando por encomendar à Sociedade Comercial Tasso de Sousa, uma filial da Chrysler, a produção de 150 unidades mensais com a participação japonesa em 27/ das acçoes .
Inaugurada pelo presidente da República; Américo Tomaz, a produção começou em 1971 com cerca de 50 unidades do modelo Corolla, Corona e da furgoneta Dyna.
A segunda geração (1970-1974 apareceu com uma distância entre eixos um pouco maior que se repercutia no conforto melhorado com um motor se 1,2litros e 73 cv . a Toyota oferecia como opção a caixa automática de três velocidades. . a novidade na terceira geração (1974-1979 era uma caixa de cinco velocidades em serie no desportivo sr5 e opcional nas outras versões. . Alem disso diante da pressão americana de exigir veículos cada vez menos poluentes, a Toyota introduziu um conversor catalítico nesse mesmo ano.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, Altaya
Série Os Nossos Queridos Carros
Referencia nº 15 preço 9€99
Matrícula portuguesa
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição
País –China
Citroen Xsara WRC - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1596ª Citroen BX 4TC Andruet-Peuvergne Rally de Monte carlo 1986 –Rally Car Collection Altaya
Citroen BX 4TC Andruet-Peuvergne Rally de Monte Carlo 1986
O Citroen BX 4TC teve uma vida efémera, foi uma alternativa ao Visa para competir no Grupo B.
Modelo real
Em novembro de 1985 chega a vez do BX, um tracção integral destinado ao grupo B. Equipado com um motor de quatro cilindros e 2141cc, sobrealimentado por turbo. o Citroen BX4Ct caracterizava-se por ter dois diferenciais, um no eixo dianteiro e outro no eixo traseiro, que exigia com a tracção engrenada, grandes esforços desses eixos e as manobras apertadas a baixa velocidade, impunha a desactivação do eixo traseiro.
Dos duzentos exemplares produzidos na versão cliente, todos de cor branca, foram vendidos 86, um destinado ao museu Citroen e outro que serviu de base ao protótipo Zabrus, da Bertone. Os restantes foram destruídos sob supervisão e conforme costuma da fábrica.
A estes temos de acrescentar as vinte unidades da versão evolution, com 300cv , desenvolvida para alinhar no mundial de Ralis. pela equipa de fábrica.
O BX 4TC era um pouco maior do que o original por causa do seu turbocompressor. Com um motor de 2.2 litros baseado no Matra-Simca, tinha de ser montado em termos longitudinais, o que lhe dava um aspecto maior do que o normal. Com tração integral construído pela Heuliez, a suspensão era hidropneumática e a caixa de velocidade era proveniente do modelo SM, que tinha sido deixado de fabricar doze anos antes, porque era o único que aguentava a potência que o carro tinha, a rondar os 360 cavalos.
O carro fica pronto para correr no final de 1985, e é logo nos primeiros testes que se vêm os problemas do modelo: demasiado pesado, pouco potente e subvirador em curva, pois ao contrário de outros modelos, que têm um motor central-traseiro, aqui, o seu motor está na frente. E para piorar as coisas, a suspensão hidropneumática não funciona tão bem quanto se esperava.
Homologado a 1 de Janeiro de 1986, a marca inscreve dois carros para o Rali de Monte Carlo, para os franceses Jean-Claude Andruet e Philippe Wambergue. O seu andamento é modesto até que ambos abandonam.
Andruet abandona apos ter saído da pista na sexta especial e o seu colega partiu a suspensão
A Fia eliminou esta categoria em 1986, ano em que o BX entrou em competição. que somente competiu em três provas e Jean-Claude Andruet com um sexto lugar na Suécia.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante
Série Rally CarColection
Referencia nº45 preço 9€99
Certificado de Edição Limitada AA2415
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de cartão e envolto em blister transparente para exposição
País – China
A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.
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