Porsche Chayenne Turbo - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1519ª – Porsche Chayenne Turbo Colecção Porsche Planeta De Agostini
Um folheto convidava-nos a “Enriquecer a sua coleção com 10 novas miniaturas e conhecer as ultimas novidades do universo Porsche. “Claro que aceitei, mas também me convenci que a base tinha mudado, mas não.
Um Porsche para ir a toda a aparte.
Modelo real
Apresentado no salão de Paris em 2002 o Cayenne é um SUV, Sport Utility Vehiculr o que significa que estamos perante um automóvel de géneros dimensões, concebido para ultrapassar, recorrendo a trcção integral , todas as dificuldades nos mid variados tipos de percurso mas proporcionando um grande conforto aos ocupantes.
É o primeiro modelo da Porsche equipado com um motor V8 desde 1995, quando foi encerrada a produção do Porsche 928.
A Cayenne possui uma grande gama de motores além de possuir mais de 500 opções de acabamento, a Cayenne compartilha chassi com Volkswagen Touareg, além de compartilhar o motor V8 com o Touareg, o utilitário esportivo de luxo da Volkswagen.
Primeira geração (2002)
Com traço que lembra os 911, a primeira geração Porsche Cayenne 9PA, A linha inicialmente consistia no Cayenne S e no Cayenne Turbo com motor V8. Tração nas quatro rodas inovadora a Porsche Traction Management.
Uma versão mais desportiva que não fosse o Cayenne Turbo, o Cayenne S se encaixou perfeitamente, projetado para o dono de Porsche que ainda gostava de dirigir seu SUV com força. O fato de o V8 naturalmente aspirado estar acoplado a um câmbio manual de 6 marchas, um automático de 6 marchas estava na lista de opcionais.
Mais tarde no ciclo do modelo, as versões VR6 e diesel juntaram-se à linha.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante High DeA by high speed - Special Edition, Planeta de Agostini
Série Colecção Porsche
Referencia nº 41 preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de cartão e envolto em blister transparente para exposição
País – China
100 anos depois, uma maneira de reviver o Circuito de Traz-os-Montes em1925
Um Alpine passou por min na Ponte de Ferro… e uma foto na Bomba de gasolina de Abambres chamou a minha atenção
E tal como há 100 anos não pode estrar presente.
Centenário do Circuito de Trás-os-Montes
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Magnífico fin de semana en Portugal. Algunos participantes optaron por la opción de ir primero a Chaves (viernes 22 de agosto), conmemorando los cien años del primer rali que se organizó en Portugal. El sábado 23 (coincidiendo con el centenario del Circuito de Trás-os-Montes) la totalidad de los participantes (asturianos, portugueses y gallegos) se reunieron en el Hotel Borralha de Vila Real y desde allí partieron rumbo al mirador de São Leonardo de Galafura, cuyas vistas son fantásticas. La prueba continuó hasta Tabuaço por unas carreteras tan sinuosas como bellas, que invitaban a parar continuamente para disfrutar del paisaje. Después del almuerzo se visitó la Quinta de Sta. Eufémia. En este recorrido se produjo un pinchazo en el Porsche del asturiano José Luis Bango, lo que hizo que muchos participantes, con sus deportivos y clásicos, parasen a solucionar el problema (cosa que se logró después de algunos esfuerzos) y pudo continuar el recorrido. La última parada, antes de la llegada al restaurante Borralha, tendría lugar en la gasolinera Abambres Repsol de Vila Real, en la que se serviría una merienda a los participantes y se recordarían historias del automovilismo en esta ciudad trasmontana. Incluso al finalizar, se darían un par de vueltas al actual Circuito de Vila Real (la gasolinera está situaba en el mismo trazado), aunque hay que decir que para el centenario del propio circuito de Vila Real habrá que esperar hasta el año 31 (allí estaremos).
La organización en esta ocasión corrió por cuenta de Helder Valente y Julia Rocha, resultando un completo éxito y siendo felicitados por todos los asistentes. En las fotos que se adjuntan, podemos ver a un grupo de participantes parados para solucionar el pinchazo en el Porsche de Bango, en la segunda los vehículos comienzan a llegar a la gasolinera Abrambes en Vila Real, situada justo en el mismo trazado del circuito urbano de dicha ciudad y en la tercera parte de los asistentes posando para una foto en el mirador de Galafura.
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Recordando
Rallye Nacional de Automóveis
O denominado Rallye Nacional de Automóveis foi primeira prova do tipo rali da qual há registo, passou por Vila Real e terminou em Chaves.
Classificação do Rallye Nacional de Automóveis
1º – João de Almeida Fiat
2º - Ernesto Correia Studebaker
3º - Artur Mimoso Citroen Especial
4º - Artur Santos Citroen
5º - Oscar Chambers Bugatti
6º - António Augusto Almeida Mercedes
Circuito de Tráz-os-Montes
A 23 de Agosto realizou-se o 1º e único Circuito de Tráz-os-Montes, com uma organização do Jornal do Sporting, encabeçada por José Torres e os seus amigos.
As estradas que ligavam Chaves Valpaços, Rio Torto, Eixos , Mirandela, Murça, Vila Real Vila Pouca de Aguiar Pedras Salgadas, Vidago e Chaves, foram arranjadas e preparadas para receber os velozes automóveis. O piso era em terra batida e o empedrado resumir-se-ia a partes das cidades e pouco mais.
O vencedor destacado foi o Mercedes de Fernando Palhinhas, com uma confortável vantagem sobre os Bugatti de Alfredo Marinho Júnior e Óscar Chambers
2º Alfredo Marinho Júnior Bugatti
3º Oscar Chambers Bugatti
4º Licínio Fernando Pereira Fiat
5º Artur Mimoso Citroen Special
6º Sebastião de Sousa Azevedo Turcat-Mery
1925 as provas de Tráz-os-Montes
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/1925-as-provas-de-traz-os-montes-291658
Renault 4 Táxi - Um olhar sobre as minhas miniatura
1518ª – Renault 4 Antananarivo 1984 Táxis do Mundo Planeta De Agostini Altaya
Renault 4 – Antananarivo – 1984
Modelo real
Um modelo emblemático da marca francesa Renault, o R-4 foi fabricado ao longo de quatro décadas, a partir de 1961
O projecto de design do Renault 4 nasceu em 1956 para competir com o famoso 2 cavalos da Citroen. conhecido como projecto 112, os primeiros protótipos do novo automóvel saíram da fábrica em 1959. Durante mais de um ano o carro manteve-se em fase de experimentação, submetendo-se a numerosas provas de condução em lugares mais dispares do planeta, nos cinco continentes. Superados os testes com sucesso, o Renault foi apresentado ao publico em 1961.
Iniciada a produção em Agosto desse mesmo ano em Billancourt.
O seu emprego como táxi, o seu caso é semelhante ao do carocha. Não era o msi indicado, segundo os canones europeus e por isso foram poucos . no entanto na Asia, América latina, sobretudo, na Africa, o Renault 4 revelou-se um táxi excepcional. E inclusive único. Na Colômbia, por exemplo, transformaram muitos Renault 4 em Táxis, apesar do modelo não ter sido aprovado pela Direcção Geral de Transito. No que respeita a Madagáscar, não só em Antananarivo, mas em toda a ilha , o único modelo de táxi, aprovado ou não. a circular pelas ruas e estradas desde há mais de vinte anos, é o Renault 4
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, Planeta de Agostini, Altaya
Série Táxis do mundo
Referencia nº 46 preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de cartão e envolto em blister transparente para exposição
País – Portugal, feito na China
Alfa Romeo 156 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1517ª – Alfa Romeo 156 - Carros inesquecíveis Salvat Les Jouets Solido
Alfa Romeo 156 berlina ou coupé
O 156 conquistou o coração de público e de críticos e, em 1998, o prémio "Car of the Year” internacional foi, pela primeira vez, atribuído à Alfa Romeo e ser também o Carro do Ano em Portugal,
O Chalenge Desafio Único Feup 3 participou no Circuito de Vila Real com os Alfa Romeo 156 em 2017 Actualmente um tem participado assiduamente pilotado por Hernâni Conceição desde 20 15, Campeonato Nacional de Legendas 316 ALFA ROMEO 156 PH99 2000 no Alfa Romeo 156 2.0 TS tendo este ano de 2025, durante o 52º Circuito de Vila Real o melhor na Taça Legends 2000, na corrida de sábado
Modelo real
O contributo do design foi primordial. O 164 de 1987, o primeiro topo de gama com tração dianteira da marca, foi desenhado por Pininfarina... Mas, a partir desse momento, o papel do Centro Stile Alfa Romeo interno tornou-se cada vez mais importante. desde logo causou um forte impacto pelo seu design, com Walter da Silva, diretor de design da Alfa Romeo na altura, a ser o responsável pelas linhas.
Em Arese, as tecnologias mudavam, as pessoas mudavam, o processo mudava. Novos sistemas computorizados foram introduzidos nos processos de design e de execução de protótipos. A equipa do Centro Stile foi integrada com plataformas de design e participou também em escolhas tecnológicas ao fim e ao cabo, o que é funcional também deve ser bonito e vice-versa. Forma e substância andam sempre a par e passo: é a "beleza necessária" da Alfa Romeo.
O seu perfil fazia recordar o de um coupé, e o manípulo da porta traseira integrado na janela, junto ao pilar C, reforçava essa perceção o 156 embora não fosse o primeiro com esta solução, foi um dos principais responsáveis pela sua popularização.
O "common rail"
Os motores “Twin Spark” que, pela primeira vez, combinavam ignição dupla, tecnologia anteriormente utilizada por Giuseppe Merosi, em 1914, com quatro válvulas por cilindro.
motores a gasolina de quatro cilindros em linha atmosféricos, com cilindradas entre os 1.6 e os 2.0 l, todos eles Twin Spark (duas velas por cilindro) e potências entre os 120 cv e os 150 cv.
Os Diesel ganhavam protagonismo e o mais conhecido era o 1.9 JTD do Grupo Fiat, mas acima deste encontrávamos um cinco cilindros em linha com 2.4 l de capacidade que se destacou por ser o primeiro Diesel introduzido no mercado com o sistema de injeção Common Rail, rampa comum, com potências entre os 136 cv e os 150 cv.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante Solido Salvat
Série Carros inesquecíveis Salvat - Les Jouets Solido
Referencia nº 60 preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em Blister plástico transparente
País – França
Citroen DS 19 1957 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1516ª – Citroen DS 19 1957 Os Nossos Queridos Carros Altaya
Na Avenida Carvalho Araújo havia a Arrastadeira do Rafael do Espírito Santo e dois Citroen Ds (déesse quer dizer Deusa) como nos disse o nosso Professor de francês .e vulgarmente conhecidos por Boca de sapo. Eram um espectaculo quando iniciavam a marcha, a traseira levantava, ou quando paravam, a traseira baixava, nama cerimónia pomposamente mostrado pelos Advogados, Dr. Cardona e o meu primo Álvaro, sorrindo entre as barbas e o bigode.
Os belos e grandes nevões de Vila Real imortalizada por Manuel Rebelo Cardona em 1963, quando eu frequentava o primeiro ano do Liceu de Vila Real, certamente não houve aulas, com autorização da minha Mãe, e a vigilância do meu Pai, andei sobre a neve e presenciei a linda a paisagem, participei nas inúmeras as brincadeiras sobre a neve, fazendo bonecos de neve ou jogando bolas de neve aos colegas.
Modelo real.
O vanguardismo do Citroen DS estava principalmente na suspensão hidropneumática idealizada por Paul Magès que desenvolveu uma amortização hidropneumática que utilizava o gaz e liquido, utilizado de forma experimental no eixo posterior das últimas series do 15CV. Partindo da tentativa , idealizou um sistema de quatro esferas cheias de gaz à pressão, uma sobre cada uma das rodas , nas quais o liquido transmitia o impulso gerado pela roda ao passar sobre uma irregularidade, directaente para a membrana que o separava do gás, comprimindo-o como se tratasse de uma besta, ou de uma mola convencional com uma suavidade, muito maior, que se traduzia em maior sensação de conforto.
O sistema hidráulico permitia variar à vontade a distância ao pavimento mediante um corrector de altura manual e compensar de forma automática o balanço da carroçaria nas curvas com a respectiva optimização da estabilidade e conforto.
Por dentro era fora do normal, o pedal da embreagem não estava presente. Não era automático, mas mudava as de velocidades sem uso de embreagem e o travão de mão tinha acionamento no pedal, o os pneus, eram montados em rodas com um só parafuso.
A suspensão hidropneumática e independente nas quatro rodas mantinha a altura livre do solo constante, não importasse o peso e posição da carga e dos passageiros. Oferecia três níveis de altura, dos quais o mais baixo só poderia ser utilizado em autoestradas. As rodas da frente tinham diâmetro maior que as traseiras. O comando da embreagem, da direção, do caixa de velocidades e dos travões, a disco na frente, tinham assistência hidráulica.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, Altaya
Série Os Nossos Queridos Carros
Referencia nº 3 preço 9€99
Matrícula portuguesa BD-33-29
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico envolto em expositor plástico transparente para exposição
País – Portugal, feito na China
Mitsubishi Lancer Evo III - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1515ª – Mitsubishi Lancer Evo III Rally Mil Lagos 1996 Rally Car Collection Altaya
O Mitsubishi Evo III de Tommi Mäkinen com o qual ele venceu o Rally dos Mil Lagos de 1996!
Modelo real
O primeiro Mitsubishi Lancer Evo apareceu em 1993 para substituir o Galant VR-4 como carro oficial da Mitsubishi para o Mundial de Rallies. O primeiro Evo, no ativo de 1993 a 1994, pesava menos 180 quilos que o seu antecessor, o Galant. A potência do modelo seguinte (1995) foi aumentada para 260cv e houve o compromisso de aumentar 10cv em cada evolução posterior. Foi notória a melhoria da estabilidade e da aerodinâmica. Neste aspeto trabalhou-se muito a fundo no Evo III, dado que as velocidades nas provas aumentavam cada vez mais. Reduziu-se a distância ao solo e instalou-se um aileron traseiro de maiores dimensões.
A primeira vitória do carro no Mundial foi obtida por Kenneth Eriksson no Rally da Suécia de 1995. O mesmo Eriksson triunfou nesse ano na Austrália, colocando a Mitsubishi em segundo no Mundial de Marcas e o sueco acabou no terceiro lugar.
Nos Mil lagos, Mäkinen, o vencedor das edições anteriores de 1994 e 1995 com um Escort RS em 1994 e em 1995 com um Lancer preparava-se para a vitoria.
Apos a primeira etapa foi o outro finlandês, Juha Kankkunen com o Touota Celica a lidrar a classificação com 41 segundos sobre Makinen.
Kankkunen não podia pontuar no Mundial de Marcas, porque nesse ano a Toyota foi suspensa pela FIA somente para os pilotos, mas ganhou sete das onze primeiras especiais e chegou a ter quase um minuto de vantagem.
Na segunda etapa, Makinen assumiu a liderança a meio da jornada e terminou com quase 12 segundos de vantagem em relação a Kankkunen. Os outros estavam amais de dois minutos.
No último dia, Makinen preocupou-se em controlar o único piloto que o poderia derrotar. Não só o fez como como também aumentou a diferença para 46 segundos. O abandono de Saiz com a caixa de velocidades bloqueada, e de Colin MCRae, Makinen.
No final venceu e Aumentou a sua diferença para 33 pontos sobre o espanhol o seu mais directo rival.
Makinen voltou a venceu o rali seguinte , na Australia e sagrou-se ela primeira vez campeão do Mundo, com o Evolution III, Mäkinen ganhou o primeiro dos seus quatro títulos de piloto.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante
Série Rally CarColection
Referencia nº 32 preço 9€99
Certificado de Edição Limitada AA2250
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de cartão e envolto em blister transparente para exposição
País – China
190º Encontro de Clássicos Além Corgo 2025 parte 4
Reveja os melhores momentos deste encontro de clássicos e… muito preocupados com os incêndios que se viam no Alvão e Marão, sempre a olhar para o ar quando algum meio aéreo nos sobrevoava tentando adivinhar o local de destino.
Até ao primeiro Domingo de Setembro.
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Porsche 911 Targa 2002 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1513ª – Porsche 911 Targa 2002 Colecção Porsche Planeta De Agostini
O 911 Targa de 2002 baseia-se na versão do 911 Carrera Tipo 996 e está equipado com o motor boxer de 3600cc refrigerado por liquido. A carroçaria foi estudada paara proporcionar uma condução agradável mesmo a céu aberto. No grande tejadilho panorâmico de vidro, que, no entanto, deslisa para atras por cima do tejadilho rígido transforma este coupé, num magnifico cabriolet
Modelo real
Porsche 911 Targa 2002
A versão Targa do 993 introduzida em 1996, inovava por ter um tecto de vidro retráctil, que descia para baixo do vidro traseiro revelando uma grande abertura. Uma tela impedia o efeito de estufa quando fechado.
O novo desenho do tecto de vidro permitiu ao 993 Targa manter o mesmo perfil das outras versões 911 Carrera e acabou com o inconveniente de se ter de guardar o teto das versões anteriores. O Targa tinha o corpo do Cabriolet com o tecto de vidro do Targa a substituir o teto normal.
Foi equipado com 2 jantes originais de 17 polegadas, que podiam ser encomendadas como opção nos carros que não tinham jantes standard de 18 polegadas. Estas jantes com desenho original para o 993 Targa eram mais pesadas que as normais de forma a contrabalançar o peso extra do teto de vidro e manter o centro de gravidade.
O conceito foi transportado para o Porsche 996 Targa em 2002, com o tecto Targa fabricado pela CTS (Car Top Systems), anteriormente propriedade da Porsche e da Mercedes. Não houve mudanças significativas, mas a CTS aprimorou o sistema para torná-lo mais leve, com a redução de 1,9 kg do vidro para um centro de gravidade mais baixo e com melhor isolamento térmico a filtrar 83% do infravermelho. O tecto de vidro abre e fecha em 7 segundos, independentemente do carro estar em movimento. O para-brisa traseiro agora pode ser dobrado como um liftback para acessar a bagagem nos bancos traseiros rebatidos, com 230 litros lá, tornando-o o 911 mais fácil de usar.
O 996 Targa funciona da mesma forma que o antecessor, o 993 Targa. A única diferença é que agora ele é derivado do coupê em vez do chassis do cabriolet.
Do tecto ao vidro traseiro, há uma estrutura totalmente envidraçada, conferindo ao habitáculo um ambiente iluminado e arejado. Ao pressionar um botão, o painel de vidro do tecto desce alguns centímetros e desliza para trás, para baixo do vidro traseiro.
Porsche 911 Targa Motor de 3,6 litros e 6 cilindros com 320 CV e transmissão TipTronic
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante High DeA by high speed - Special Edition, Planeta de Agostini
Série Colecção Porsche
Referencia nº 40 preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de cartão e envolto em blister transparente para exposição
País – China
Ford V8 1950 Montevideu - Um olhar sobre as minhas miniatura
1514ª – Ford V8 1950 Montevideu Táxis do Mundo Planeta De Agostini Altaya
Ford V8 1950 Montevideu
Os modelos utilizados como táxis eram as versões Sedan, onde a porta abria ao contrário, o que era comum nos veículos dessa época e foi fabricado entre 1932 e 1947.
Modelo real
Ao longo de duas décadas os automóveis da Ford foram V8. Quando foi apresentado aos publico, em 1932 o primeiro modelo causou um grande impacto, pois tratava-se do primeiro automóvel produzido em serie com um motor dessa cilindrada, nada menos do que 8 cilindros, quando nesse momento nenhum automóvel tinha mais de quatro e um preço muito competitivo
O V8 foi o 3º automóvel da marca Ford, ganhou duas edições do Rali de Monte Carlo em 1936 e 1940 e serviu de táxi em muitas cidades dos Estados Unidos e outros países sobretudo no próprio continente. Americano desde a Argentina e o Uruguai até ao Canadá.
Nos anos da Grande Depressão, era um dos automóveis mais acessíveis para os bolsos depauperados da classe média e até baixa. Quando Henry Ford faleceu e o velho V8 foi substituído por modelos novos. Os V 8 porém continuaram a circular em muitas cidades do mundo até a entrada da década de 50. Em Montevidéu, por exemplo onde circulavam alguns exemplares, inclusive os velhos modelos Ford, os V8 foram comuns até aos amos 60 e muitos continuaram a prestar o serviço de táxi durante anos, depois de se abandonar o fabrico deste modelo. Montevideu gaba-se de ter um dos melhores museus de carros antigos do mundo., sobretudo da primeira metade do seculo XX.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, Planeta de Agostini, Altaya
Série Táxis do mundo
Referencia nº 45 preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de cartão e envolto em blister transparente para exposição
País – Portugal, feito na China
Renault Twingo 1993 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1512ª – Renault Twingo 1993 - Carros inesquecíveis Salvat Les Jouets Solido
Um charme surpreendente
O carro da minha prima Angelina e um ainda hoje visto na entrada da Ponte de Ferro, à qual depois da inauguração o povo compôs a seguinte quadra alusiva à Ponte Conselheiro António d'Azevedo. "Já temos a luz eléctrica, / marcos postais e estação; / a ponte está quase pronta / e os automóveis virão".
1104ª – Renault Twingo Decouvrable Rouge Corale Vitesse
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/renault-twingo-um-olhar-sobre-as-1821487
Twingo, um nome que em todas as línguas transmite a ideia de juventude, vontade de viver alegria.
Modelo real
Em 1989 a Renault decidiu conceber um pequeno automóvel, prático, económico e confortável e que não fosse um concorrente do Clio, prestes a ser comercializado.
A estratégia passava por criar um automóvel extremamente compacto, com um design inovador, atraente e que tivesse um preço acessível. E, para atingir este objectivo, havia apenas uma solução: simplificar e eliminar o supérfluo.
Em contra-ciclo com a cada vez maior diversidade da oferta, o Twingo chegou com uma oferta única: uma única versão, um único motor (1.2 l 55 cv), um único nível de equipamento e quatro cores (azul marinho, vermelho coral, verde coentro, amarelo indiano). E, no lançamento, apenas duas opções estavam disponíveis: ar condicionado e tecto de abrir em tela.
Pequeno por fora, grande e modulável por dentro
A estrutura de monovolume do Twingo permitia otimizar ao máximo o volume do habitáculo: aquando do lançamento, o Twingo era claramente líder do segmento em altura, largura e no espaço para os joelhos, graças, também, ao inovador banco traseiro deslizante.
Os bancos do Twingo podiam ser completamente rebatidos e formar uma « cama » com dois lugares, prestação única no panorama automóvel da altura.
Uma original encomenda…
"O anúncio da Renault falava sobre inventar a vida que acompanhava o Twingo", contou Jean Dulon. "Levei esse slogan ao pé da letra e sugeri que a Renault inventasse a aventura que o acompanhava: unir o infinitamente pequeno, o Twingo, e o infinitamente grande, a Austrália."
Um Renault Clio ao qual foi adaptado uma grade anti canguru, proporcionou ao jornalista Jean Dulon, ao longo de dois meses, uma aventura de 25.000 km pela Austrália em seu pequeno carro urbano. sem postos de gasolina por centenas de quilômetros, entre Queensland a Cape York.
No final desta aventura, Jean Dulon contatou John Moriarty, designer da Balarinji, uma empresa australiana líder em design, fundada por John e Ros Moriarty em 1983 e Frank Lee, artista de aerografia, para criar uma decoração em estilo aborígene para este Twingo. O carro aparece num documentário e num anúncio cujo slogan era: "O Twingo é como um bumerangue: você o joga para longe e ele sempre volta."
Com 240 000 km virou até peça do Musée National de Canberra.
O lançamento do Twingo Easy de caixa manual sem embraiagem, levou a ser adorado pelas senhoras e por quem tinha a carta à pouco tempo, e não gostav ade mudar de velocidade...
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante Solido Salvat
Série Carros inesquecíveis Salvat - Les Jouets Solido
Referencia nº 59 nº45 preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em Blister plástico transparente
País – França
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