186º Encontro de Clássicos Além Corgo Abril 1ª parte
O 186º Encontro de Clássicos Além Corgo, em dia de São Lazaro, e uns cavacórios com Vinho do Porto, foi mais um pretexto para mais uma manhã bem passada no Paddock do Circuito Internacional de Vila Real.

























MV Agusta 500 Quatro cilindros 1956 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1412ª –MV Agusta 500 Quatro cilindros 1956 RBA
MV Augusta 500 Quatro cilindros 1956 John Surtes
Pilotada por futuro campeão de Motos, campeão de Formula 1 e o construtor do Surtees TS7 com que competiu pela primeira vez no Grande Prémio da Grã-Bretanha, de 1970.
Modelo real
A MV Agusta foi apresentada e desenvolvida pela empresa italiana Meccanica Verghera Agusta , abreviada para MV Agusta, e seu fundador foi o aristocrata italiano Domenico Agusta. Nas primeiras versões, era um motor desenvolvido por Piero Remor para as necessidades das motocicletas produzidas pela Gilera. Este empréstimo de um elemento-chave da motocicleta fez o trabalho de desenvolvimento na primeira moto MV Agusta 500 4C levou apenas 15 semanas!
A MV Agusta 500cc de 4 cilindros foram usadas para competir nos Grand Prix do Mundial,
O Conde Domenico Agusta nunca divulgou dados técnicos das suas máquinas e o pessoal técnico e pilotos foram proibidos de divulgar fosse o que fosse sobre as máquinas.
Surtees ganhou uma corrida com seu pai como passageiro no sidecar quando tinha apenas 14 anos, mas a vitória foi anulada quando sua idade foi descoberta.
Em 1951, Surtees já com 17 anos, bateu-se com Geoff Duke em Thruxton. Duke saiu vitorioso naquela ocasião, mas Surtees não ficou para trás.
As primeiras aparições no Campeonato Mundial foi a bordo da Norton, mas em 1956 com a marca estava em dificuldades financeiras leva Surtees a mudar-se para a poderosa marca MV Agusta. O mesmo chassi de berço duplo, aliado ao motor de quatro cilindros em linha com quatro tempos alimentados por um carburador Dell’Orto em cada um deles. ellos. era apenas 50 CV nos primeiros anos a potência é de 65 CV.
Na sua primeira temporada com a MV Agusta, Surtees venceu o Campeonato Mundial de 500cc de 1956, embora tenha sido ajudado pelo fato de Duke ter sido suspenso de competir pela FIM por seis meses devido ao seu apoio à greve dos pilotos.




Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, RBA Collectibles,
Série Grandes Motas de Competição
Escala 1/24
Referencia nº 44 preço
Material – metal e plástico
Apresentado em caixa acrílica e expositor plástico.
País – Portugal, feito na China
Citroen ZX Rally Raid 1996 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1411ª – Citroen ZX Rally Raid 1996 Granada - Dakar 100 Anos de Desporto Automóvel Planeta De Agostini Altaya
Citroën ZX Rally Raid | Granada / Dakar 1996 Lartigue – Perrin
Modelo real
O Citroën ZX Rally Raid apresentado em Julho de 1990, era muito semelhante ao ZX de série mas, com as rodas maiores, a suspensão levantada e um enorme aileron na traseira, chassis e a mecânica do Peugeot 405 T16.
Na estreia, o protótipo amarelo conquistou o primeiro e segundo lugares na Baja Aragón com Ari Vatanen ao volante. No final de 1991 o Mk2 foi preparado para o para o Paris-Pequim.
A Citroën Sport lançou o Mk3 em 1992 com as carroçarias, em fibra de vidro, de aspeto mais agressivo, e agora pintadas com o vermelho oficial da equipa francesa,
Especialmente para as Bajas de Portugal, Itália, e de Espanha foi desenvolvida pela Citroën, baseada no Mk4.
Bajas de Portugal em 1994 a Citroen foi 1º, em 1995 1º e 2º e em 1996 trocaram de posição com o 1º a ser Lartigue/Périn e em 2º Ari Vatanen que volta a vencer em 1997.
A Citroën mostra em 1994 o último ZX Rally Raid, o Mk5, parecia muito maior, com a estrutura dianteira a prolongar-se para a traseira e ao mesmo tempo lateralmente, com as portas a abrirem junto dos guarda-lamas.
O interior era maior e podia agora transportar com toda a facilidade as rodas e peças suplentes e os dois pilotos com mais espaço disponível.
O motor era um 2.499cc de 16 válvulas, com turbo mais de 390 cv e um binário de 550 Nm/3.500 rpm, feito especialmente para este carro.
O Citroen ZX Rally Raid, participou em seis edições do Dakar, a estreia foi em 1991 onde venceu e em 1996 201 Ari Vatanen - Bruno Berglund, e na penúltima vez na sua 18ª edição do evento, agora como Rally Granada- Dakar. O início foi a 29 de dezembro de 1995 com uma etapa de prólogo em Granada, Espanha, o segundo ano consecutivo em que o evento começou longe do tradicional ponto de partida em Paris e terminou na capital senegalesa, Dakar, em 14 de janeiro de 1996.
Pierre Lartigue venceu a classe de carros seguido de
2º 207 Philippe Wambergue / Fred Gallagher Citroën Sport
3º 206 Jean-Pierre Fontenay / Bruno Musmarra Mitsubishi Sonauto Mitsubishi+1:42:13
4º 203 Ari Vatanen / Gilles Picard Citroën Sport +1:49:53
5 205 Salvador Servia/ Jaime Puig Citroën Sport+3:16:45
6º 208 Hiroshi Masuoka /Andreas Schulz Mitsubishi Sonauto
Edi Orioli conquistou seu quarto título de motocicleta pela Yamaha.
Viktor Moskovskikh garantiu o primeiro título na classe de caminhões para a marca russa Kamaz.






Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, Planeta de Agostini, Altaya
Série 100 Anos de Desporto Automóvel
Referencia nº 32 preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico preto, sob cartão e envolto em blister transparente para exposição
País – Portugal, feito na China
Fiat 131 Abarth - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1410ª – Fiat 131 Abarth M. Alen - I.Kivimaki 1000 Lakes Rally 1979 Rally Car Collection Altaya
Fiat 131 Abarth Team Alitalia Fiat Italia - Markku Alen / Ilkka Kivimäki - 1000 Lakes Rally Finland 1979 1º
Depois do
482ª – Fiat 131 Abarth Solido
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/fiat-131-abarth-que-ganhou-em-vila-real-1385580
828ª – Seat 131 Abarth Luso Toys
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/seat-ou-fiat-131-abath-um-olhar-sobre-1539436
973ª – Fiat Abarth 031 Luso Toys Transformado
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/abarth-031-um-olhar-sobre-as-minhas-1740014
Modelo real
O Fiat 131 teve um grande rival o Ford Escort e Alen a inaugurar o palmarés do 131 Abarth.
No RAC em 1978 com Walter Rorhl ao volante do Fiat 131, o co-piloto Christian Geistdorfer sentou-se atras de Rorhl para melhorar a tracção e servir de contrapeso. e terminar em oitavo. A FIA reagiu e determinou normas para que a situação não se repetisse em 1979, a primeira prova em que começou o Mundial de Ralis.
A estreia do Fiat 131Abarth foi no Rali de Elba em 1976, onde ocupou os dois primeiros lugares com Markku Alén - Ilkka Kivimäki e Fulvio Bacchelli - Rossetti Francesco,
O Rali dos 1000 Lagos agora Rali da Finlândia, o maior evento anual organizado nos países nórdicos. conhecido como "Gravel Grand Prix", é o rali em que se atinge maiores velocidades, e a especial mais famosa é Ouninpohja, com os seus espectaculares saltos e é aqui que Markku Alén obtém a primeira vitoria do 131 no mundial,
Em 1977 Alen abandona com problemas no motor e no ano seguinte volta a vencer seguido de Timo Salonen - Erkki Nyman Fiat 131 Abarth Alitalia.
O Finlandês voador, Markku Alén e Ilkka Kivimäki voltaram no Fiat 131 Abarth em 1979
Os Ford Escort de Hannu Mikkola, Ari Vatanen e Bjorn Waldegaard eram os mais rápidos, mas Alen assumiu a liderança. Um furo fez com que Mikkola ocupasse o primeiro lugar, posição que manteve até partir a junta da culassa do seu Ford Escort RS quando faltavam quatro troços para o final da primeira etapa.
Alen retomou o comando e não voltou a perde-lo apesar dos ataques de Vatenen, que no último dia chegou a rodar a apenas 18 segundos do líder. Por fim um furo e a eficácia de Alen nos últimos troços aumentou essa diferença, para um minuto e meio e permitiu que o piloto da Fia triunfasse. Waldegaard, soube poupar o Ford escort de maneira a ficar em terceiro lugar, e assumir a liderança do mundial. Ari Vatanen foi segundo.
Nos 1000 lagos de 1979 o Finlandês Markku Alen obteve a terceira vitoria das suas seis vitorias neste rali dificílimo.





Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante
Série Rally CarColection
Referencia nº 13 preço 9€99
Certificado de Edição Limitada AA7249
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de cartão e envolto em blister transparente para exposição
País – China
Porsche 911 GT2 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1409ª – Porsche 911 GT2 2000 Colecção Porsche Planeta De Agostini
A lembrar-me de quando um dos ídolos de Vila Real, António Nogueira na época com 2 Porsche 911 Turbo GT 2, teve de utilizar na Falperra no Porsche 911 GT2 os quatro pneus utilizados na prova de abertura do CNV em Braga.
O Porsche 911 GT2 pode ser considerado uma evolução do 811 Turgo e faz parte da elite de potentes automovei-a capazes de ultrapassar facilmente os 300Km/h como não será o de competição
1361ª – Porsche 911 GT2 1996 Colecção Porsche Planeta De Agostini
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/porsche-911-gt2-tipo-993-um-olhar-2014047
Modelo real
2º geração - Refrigerado a água
O Porsche 996 Turbo teve a sus estreia no Salão do Automóvel de Frankfurt em setembro de 1999 e foi colocado à venda nos EUA no verão de 2000 como um modelo 2001.
O Porsche 911 GT2 é um carro desportivo de alto desempenho, em contraste com o anterior 993 GT2 focado em pistas,
A segunda geração 996 do Porsche 911 GT2 foi desenvolvida inteiramente como um carro de rua, com à Porsche a utilizar na competição o GT3 naturalmente aspirado.
Disponível em 2000 como modelo 2001, o 996 GT2 manteve o mesmo essencial do 993 GT2; o motor do 911 Turbo, mas retirou a tração nas quatro rodas e fez uma dieta de choque.
As entradas de ar redesenhadas, saídas para fora na parte traseira permitem mais ar de arrefecimento, aliada a uma saída de ar na frente da tampa de bagagem, é visível na aerodinâmica refinada do GT2. a asa traseira recém-desenvolvida e fixa esta mais alta e mais atrás, para um aumento adicional nas forças descendentes.
Os dutos de admissão de ar nas duas pontas da asa para o ar fresco ao motor: o ar vai para uma caixa coletora dentro da tampa traseira e de lá para o filtro de ar.
O motor do Porsche 911 GT2 é uma evolução do seis cilindros horizontalmente opostos do 911 Turbo. cos dois turbocompressores agora com uma vazão de ar ainda maior, permitindo um aumento na pressão de carga sob carga total para 2 bar. A potência do motor de 3,6 litros agora é de 340 kW (462 cv) a 5.700 rpm, 10 por cento a mais que no 911 Turbo. O torque máximo de 620 Newton metros ou 457 lb-ft chega a apenas 3.500 rpm e permanece consistentemente disponível até 4.500 rpm. Toda essa enorme potência do motor do GT2 vai para as rodas traseiras por meio de uma caixa de velocidades manual de seis velocidades.
O Porsche 911 GT2 vem de série com o revolucionário sistema Porsche Ceramic Composite Brake (PCCB), pesando cerca de 50 por cento menos que discos de metal do mesmo tamanho,





Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante High DeA by high speed - Special Edition, Planeta de Agostini
Série Colecção Porsche
Referencia nº 21 preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de cartão e envolto em blister transparente para exposição
País – China
Tatra 603 – Praga- 1961 - Um olhar sobre as minhas miniatura
1408ª – Tatra 603 – Praga- 1961 Táxis do Mundo Planeta De Agostini Altaya
0 meu primeiro Tatra
Tatra 603 – Praga- 1961
Modelo real
Este magnifico automóvel de fabrico checoslovaco foi o modelo mais popular da cidade de Praganas décadas 1960 e 1970
Amplo e confortável seguro e veloz o 603 foi originalmente concebido para prestar serviço como carro oficial das autoridades políticas
O Tatra 603 é um grande carro de luxo com motor traseiro que foi produzido pela empresa tchecoslovaca Tatra de 1956 a 1975, numa continuação da série de sedans aerodinâmicos Tatra começados com o Tatra 77. Na Checoslováquia socialista, apenas altos funcionários do partido e chefes de fábricas eram conduzidos em 603s; o carro também foi exportado para vários outros países.
A Tatra bem como a Skoda, a grande marca de automóveis checoslovaca, nascida muitos antes da Checoslováquia e sobrevivido-lhe dez anos até aos nosso dias. A origem remonta a 1850, quando, em plena Revolução Industrial, a Boémia e a vizinha Morávia, integradas nessa altura no Império Austro-Húngaro, conheceram um grande desenvolvimento económico e importantes mudanças sociais.
Foi em Koprivnice, um localidade da Morávia - que, com a Boémia, forma actualmente a República Checa -, que Ignac Schustala e Adolf Raska fundaram em 1853 a firma Tatra Works, dedicada à construção de carromatos e vagões de comboios. Em 1898 saiu da fábrica da Tatra o primeiro automóvel de fabrico austro-húngaro, o NW Präsidente.
O Tatra T603 era destinado altos dignatários das instituições políticas e industriais.
Um terço da produção do T603 foi exportado para a maioria dos países da Europa Central e Oriental aliados à Checoslováquia na época, bem como para Cuba e China.
Normalmente, as vendas para particulares não eram possíveis, embora alguns T603s pareçam ter sido de propriedade privada na Alemanha Oriental.
Durante os vinte anos de produção do carro, 20.422 carros foram construídos, a maioria à mão. A oeste da Cortina de Ferro, o carro era praticamente desconhecido, embora alguns tenham sido usados por embaixadas da Checoslováquia em capitais ocidentais.
O ex-presidente cubano Fidel Castro ganhou um T603 branco com ar condicionado da empresa checoslovaca; em troca, Castro supostamente envia tatra para a Chevrolet Corvair.





Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, Planeta de Agostini, Altaya
Série Táxis do mundo
Referencia nº 26 preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de cartão e envolto em blister transparente para exposição
País – Portugal, feito na China
Delahaye 135 Drophead Coupé 1937 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1407ª – Delahaye 135 M - Carros inesquecíveis Salvat Les Jouets Solido
O mesmo e da mesma cor, eles eram tão belos que eu comprei quatro miniaturas.
Delahaye 135M Figoni and Falaschi Conversível 1937
514ª – Delahaye 135 Figoni Falaschi Solido
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/1772886.html
1025ª – Delahaye – 135 M Spider 1939 Solido
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/1772886.html
1184ª – Delahaye 135 M Spider 1939 Solido
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/delahaye-135-m-spider-bugatti-um-1876984
Modelo real
Eles eram tão belos que eu cheguei a comprar quatro miniaturas.
A Delahaye fundada por Emile Delahaye em 1894 e em 1896 carros com seu nome já participavam da corrida de Paris a Marselha.
No final da década de 1920, uniu forças com a Chenard & Walker e a Unic para criar uma holding. O acordo durou pouco. No final da década de 1930, a Delahaye subiu de categoria, entrou na competição e adquiriu a Amilcar e a Delage. Ao mesmo tempo, a marca produzia veículos utilitários leves, incluindo ambulâncias famosas, como a pertencente ao município de Sartrouville, na qual L-F Céline fugiu durante o êxodo de 1940.
Os Delahaye 135 foram produzidos a partir de 1934 e expostos no Salão de Paris de 1935.
Havia duas series de 18cv, o Sport Normal com carburador e o Coupé Des Alpes com três carburadores, e três séries do 20cv, o Normal com um carburador, o Compétiticion com três carburadores e o Special. O modelo Special , com uma distancia entre eixos reduzida a 270cm, consegui triunfos em competição que serviram para promover a marca e que deram um impulso as vendas do GT.
Dois anos depois de iniciadas as mudanças de rumo iniciadas no Salão de 1933, a gama Delahaye estabilizou-se com dois modelos básicos, os 4 cilindros 134 e os 6 cilindros 135.
O Delahye incluía-se na tendência de alguns fabricantes franceses de fabricar automóveis de GT modernos e com melhores performances que os carros de serie entre 1932 e 1934.
A Citroen com motor de 6 cilindros começavam a ameaçar marcas como a Delahay, a Chenard , a Talbot e mesmo a Hotchkiss que se viram obrigados a oferecer uma performance superior para compensar a diferença de preço.
Em 1937 os 135 já tinham chegado a maturidade e o engenheiro Jean Francois trabalhava num projecto ambicioso de 12 cilindros. Entretanto, os modelos 134 e 135 vendiam-se bem e desapareceu o 138.
O 135 Competition pequeno substituiu o Medelo Special . Quando o cliente escolhia o motor do Special em situação rebaixada, ficava com um carro de Grand Prix que podia ser usado em estrada. . 1937 foi também a data do aparecimento das primeiras grelhas curvas, ao mesmo tempo que desaparecia do capot a tampa do deposito de combustível, andas as coisas eram modernices em relação aos modelos anteriores, . Marcados pelos então pelo roadster de sonho criados por Géo Ham e fabricados por for Figoni e Faloschi . as linhas do 135 foram simplificados, paralelemente influenciadas pelas tendências norte americanas.
Nunca antes um carro de meia cilindrada tinha sido tão polivalente, nem capaz de passar das pistas de corrida para a estrada, ou para os concursos de beleza com tanta facilidade.
Cinco anos de guerra interromperam a evolução deste modelo .com tanto potencial. Reapareceu em 1946, apesar das dificuldades de abastecimento que limitaram a sua produção, e foi amplamente destinado á exportação, Em 1954, a Delahaye, à beira da falência, ainda se fundiu com a Hotchkiss e foi o fim da marca




Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante Solido Salvat
Série Carros inesquecíveis Salvat - Les Jouets Solido
Referencia nº 40 preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em Blister plástico transparente
País – França
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