Fiat 131 Abarth - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1429ª – Fiat 131 Abarth 1980 Vencedor do Rali de Monte Carlo Anos de Desporto Automóvel Planeta De Agostini Altaya
Fiat 131 Abarth 1980 Rali de Monte Carlo W. Rohrl - C. Geistdorfer
Na prova seguinte Portugal
482ª – Fiat 131 Abarth Solido
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/fiat-131-abarth-que-ganhou-em-vila-real-1385580
828ª – Seat 131 Abarth Luso Toys
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/seat-ou-fiat-131-abath-um-olhar-sobre-1539436
973ª – Fiat Abarth 031 Luso Toys Transformado
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/abarth-031-um-olhar-sobre-as-minhas-1740014
1410ª – Fiat 131 Abarth M. Alen - I.Kivimaki 1000 Lakes Rally 1979 Rally Car Collection Altaya
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/fiat-131-abarth-um-olhar-sobre-as-2042215






Modelo real
As cores do Fiat 131 Abart foram o azul escuro e amarelo da Olio Fiat, as cores da verde e vermelho da Alitalia e o azul e branco do Oleo Fiat, as novas cores a decorarem
Os grupos 4 da Fiat eram os 131 Abarth com 3 modelos, o Olio Fiat para Rohrl e Alen com as cores da Bandeira sueca e a inscrição “Suenska Fiat para Bjorn Waldegard.
No final da primeira etapa em Monte Carlo, Rohrl comandava com 2, 32 sobre Bernard Darniche-Alain Mahé, no Lancia Stratos inscrito pelo importador francês Chardonnet
Na segunda etapa, com neve fresca entre 30 a 40cm, Darniche que partiu primeiro, pendeu nem mais nem menos 5m 12 s para Rohrl
Na terceira etapa a neve derreteu e Darniche impos os cavalos do Stratos e Waldegaard em 131, mais à vontade melhorou os tempos.
Walter Röhrl fez uma corrida quase perfeita nos perto de 700 km de etapas cronometradas, não deixou chance para os adversários da etapa ou antigos vencedores de Monte Carlo.
Walter Rohrl soube adaptar-se às condições meteorológicas adversas, como o nevoeiro, a neve, o gelo, levando o Fiat 131 Abarth á vitoria no Mónaco. Bernard Darniche é segundo no Lancia, a 10m38s e B. Waldegård / H.Thorszelius no Fiat é 3º.
A próxima prova é em Portugal e probamente foram os que passaram por min no Circuito de Vila Real
A dupla volta a vencer no Rali de Portugal e curiosamente a etapa do Rali de Portugal Circuito de Vila Real.
Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, Planeta de Agostini, Altaya
Série 100 Anos de Desporto Automóvel
Referencia nº 35 preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico preto, sob cartão e envolto em blister transparente para exposição
País – Portugal, feito na China
Skoda Octavia WRC 2003- Um olhar sobre as minhas miniaturas
1428ª – Skoda Octavia WRC D. Auriol -D Girauder Monte carlo 2003 Collection Altaya
Rally de Monte Carlo 2003
Rallye Automobile Monte-Carlo 2003 Didier Auriol / Denis Giraudet Škoda Octavia WRC Evo3
A minha primeira miniatura da Skoda
Modelo real
Em 1912, a Skoda já competia no Rali de Monte Carlo, Durante a era comunista, um sucesso histórico, foi em 1977, quando Václav Blahna (CZ) e o seu co-piloto Lubislav Hlávka (CZ) ganharam a categoria até 1.300 c.c. com o seu Škoda 130 RS, apelidado de "Porsche do Oriente"
Em 1998, a marca anunciou a sua chegada ao WRC, com um Octavia para após um ano de testes e de desenvolvimento, a Škoda Motorsport estreou o novo Octavia WRC no Rallye Monte-Carlo em 1999.
O Škoda Octavia WRC era alimentado por um motor de dois litros turboalimentado com tecnologia de cinco válvulas. Produzia 221 kW (300 cv); o binário era inicialmente de 500 Nm a 3.250 rpm, subindo posteriormente para 600 Nm. O peso em ordem de marcha do carro era de 1.230 kg, que era o mínimo especificado nos regulamentos. Em combinação com a tração integral, isto fez do Octavia WRC o carro de competição mais dinâmico na história da Škoda.
A versão inicial do carro estreou no Rali de Monte Carlo de 1999, com duas versões evolutivas lançadas em 2001, com um melhor resultado p terceiro lugar no Rali Safari de 2001, com Armin Schwarz - Manfred Hiemer.
A terceira evolução do Octavia, em 2003, da Skoda Motorsport para o Rali de Monte Carlo, era composta por Didier Auriol, no carro nº 14, e Toni Gardemeister, no carro nº 15. Didier Auriol tem estado muito ocupado com os testes desde que se juntou à equipe!
O diretor da equipe, Pavel Janeba: "Temos reduzido o peso dos carros e melhorado a distribuição de peso, trabalhado na suspensão para melhorar a capacidade de ajuste das configurações e no motor para aprimorar sua curva de potência. Nossa política para 2003 é desenvolver a imagem de confiabilidade da empresa por meio do automobilismo em campeonatos mundiais e, em troca, esperamos que isso nos traga pontos regularmente." Esquema de cores inalterado em relação ao ano passado.
No final foi o 9º classificado enquanto Toni Gardemeister - Paavo Lukander abandonaram com problemas no motor.
No entanto, alguns meses depois, foi substituído pelo Fabia WRC e sua aventura terminou no Rali do Chipre de 2003.





Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante
Série Rally CarColection
Referencia nº 16 preço 9€99
Certificado de Edição Limitada AA2254
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de cartão e envolto em blister transparente para exposição
País – China
Porsche 365 A Carrera Speedster 1500 GS 1955 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1427ª – Porsche 365 A Carrera Speedster 1500 GS 1955 Colecção Porsche Planeta De Agostini
Porsche 365 A Carrera Speedster 1500 GS 1955 era amarelo embora também tenha um branco com a Porsche 356 A Speedster n°23F da Dingler Models.
o que será cero é que somente um estará certo .
Havia o Porsche 356 A Speedster n° 23F James Dean Palm Springs 1955 1/43 Brumm R117
Modelo real
O Speedster Carrera
Em 1954, o importador de carros austro-americano, Max Hoffman, convenceu Ferdinand a fazer uma versão mais leve, de baixo custo e conversível para a costa oeste dos Estados Unidos. O Speedster estava pronto para a pista, com relação peso-potência competitiva, suspensão dianteira e traseira independentes e um motor 1600 “Super” opcional com 75 cv. Tinha uma carroceria conversível feita à mão, exceto pelos luxos, um teto de lona dobrável mínimo com para-brisa baixo e removível, bancos tipo concha simples, sem acabamento interno, instrumentação limitada e cortinas laterais em vez de janelas de corda.
Charmosamente apelidado de "Carro esportivo de banheira", o Speedster custava US$ 2.995. Tornou-se popular, especialmente no sul da Califórnia. 1.233 speedsters foram vendidos nos EUA durante o ano modelo de 1954-1955. Poucos meses após seu lançamento, James Dean trocou seu MG por um Super Speedster conversível branco de 1955; o carro ganhou o segundo lugar na estreia de Dean na corrida CSCC Palm Springs Road Race, na Califórnia.
Em 1955, a Porsche transplantou o motor de competição de 4 comandos de válvulas do 550 de Herrmann para seu novo 356 Carrera Speedster de produção limitada, projetado para um seleto grupo de pilotos privados. Com rotações livres e desempenho emocionante, o motor de quatro comandos de válvulas projetado por Ernst Fuhrmann transformou instantaneamente o belo 356 em um esportivo de corrida de dupla função e enorme capacidade.
Oito Carrera Speedsters de produção, o 356 de rua equipado pelo famoso motor de 4 comandos de válvulas refrigerado a ar da Porsche.
O "motor Fuhrmann", a lendária dupla vitória de Frère/Frankenberg e Herrmann/Glöckler nas 24 Horas de Le Mans em 1953 só foi possível graças ao novo motor do Porsche 550 Spyder. Os clientes da Porsche que tiveram a sorte de se sentar ao volante de um dos modelos 356 equipados com um motor Fuhrmann , com o prestigiado logotipo Carrera). puderam explorar mundos totalmente novos em termos de dinâmica de condução.
O 1500 GS Carrera entregou uma potência soberba de 100 cv em vez dos 75 cv alcançados pelo modelo topo de linha anterior , o 1600 S). O motor Fuhrmann do Porsche 904 Carrera GTS, que havia sido ampliado para 2 litros, chegou a produzir impressionantes 185 cv.





Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante High DeA by high speed - Special Edition, Planeta de Agostini
Série Colecção Porsche
Referencia nº 24 preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de cartão e envolto em blister transparente para exposição
País – China
Encontro com a arte
Hoje na Avenida Carvalho Araújo. uma obra de Antoine Dufilho - 2023/Agility
A lembrar os anos 20 , os Bugatti, Amilcar, Salmson ou Citroen Special, entre outros e o Circuito de Trás os Montes em 1925





1925 as provas de Tráz-os-Montes
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/1925-as-provas-de-traz-os-montes-291658
Citroen Traction 11 Madrid - Um olhar sobre as minhas miniatura
1426ª – Citroen Traction 11 Madrid 1955 Táxis do Mundo Planeta De Agostini Altaya
O motor da economia galega
Em finais da década de 50, quando a traction 11 era um dos modelos mais polares na europa, com uma aceitação especial entre os taxistas espanhóis.
A sóbria cor preta, quebrada pela lista vermelha horizontal é indicativa dos Táxis de Madrid.
Nas portas traseiras esta impresso o número da licença, debaixo do emblema da cidade. Uma pequena luz situada na extremidade direita dianteira, que apagada, indica que o veículo esta ocupado.
Na parte traseira todas as indicações que a lei exige. A matrícula, com o M de Madrid seguida do número, a número da Licença 3695, e junto da tampa da gasolina, as siglas SP. Serviço. Publico.
Modelo real
Três gerações do Citroen Traction Avant: o 7, o 11 e o 15. O modelo 7 foi o primeiro a ser desenvolvido e a sua denominação corresponde à sua potência. Arrecadou um total de 88 mil exemplares e a produção teve o seu término em 1941.
Entre 1934 e 1957 foram produzidos cerca de 600 mil exemplares do modelo 11 que contou com uma série de versões desde a berlina, coupé, cabriolet, limousine e familiar. A geração 15 foi produzida entre 1938 e 1956 e rapidamente o denominam de "rei da estrada" devido à sua potência de 16 cv que lhe permitia uma velocidade média constante de 100 km/h.
Do modelo 11 existem três variantes, Leve, Normal e Familiar. que se distinguiam entre si pelas dimensões e pelo tamanho da cabina. Comparando o modelo familiar é mais comprido,.
Duarnte 23 anos o Traction Avant seduziu públicos diferentes em todo o mundo. Os seus modelos, séries e diferentes carroçarias revolucionaram as estradas e a Citroën. Num paradigma económico difícil foi esta criação, liderada por André Citroën, que projetou o sucesso da marca e a catapultou para o futuro do mercado automóvel. O equilíbrio entre a estética e aerodinâmica transformaram-no numa lenda.






Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, Planeta de Agostini, Altaya
Série Táxis do mundo
Referencia nº 28 preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de cartão e envolto em blister transparente para exposição
País – Portugal, feito na China
Ford V8 1936 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1425ª – Ford V8 1936 Carros inesquecíveis Salvat Les Jouets Solido
Ford V8 , O V8 para o grande publico
Com uma frente semelhante ao Ford Pickup, um modelo de quatro portas em forma de carrinha com uma porta traseira, foi-nos apresentado pela Solido.
1137ª – Ford V8 Berline 1936 Solido
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/ford-v8-berline-um-olhar-sobre-as-1841522
agora
Ford Sedan Delivery Van ou Station Wagon 4 portas com una carroçaria de 1935.e um intrigante banco virado para trás.
Modelo real
No mundo onde o Ford T predominava, o Ford A já necessitava de renovação, e a apresentação em1929 do Chevrolet AC International com um novo motor de seis cilindros acompanhado do slogan "Um seis pelo preço de quatro." os lucros da Chevrolet começaram a crescer na mesma proporção em que os da Ford declinaram.
Henri Ford numa replica do laboratório de Edison em Breenfield village, cpmunicou aos três técnicos, Emil Zoerlein, um empregado fiel a casa , Carl Schultz e Ray Laird o abandono do motor de quatro cilindros, e colocar um V8 num modelo popular de grande difusão.
Em 1931, a Ford renovou o A a ponto de nascer o B. Um modelo de transição e ponto de partida para o Model 18.
Autorizado a 7 de dezembro por Henry Ford a produção industrial e o primeiro V8 a sair das oficinas de Dearborn a sair das oficinas em Março de 1932.
O novo modelo foi apresentado a 2 de Abril de 1932 quando já tinham sido recebidas 175,000 encomendas,
Suave e potente desde as baixas rotações, o Ford Model 18 não só permitia uma condução calma com a confiança, de ter força mesmo em subidas íngremes e manter velocidades de cruzeiro de mais de 100 quilômetros por hora. O motor V8 com 3.622 cc e árvore de cames central, proporcionava 65 CV a 3.800 rotações por minuto nas primeiras versões de 1932. algumas melhorias no sistema elétrico e na ignição, no ano seguinte a potência aumentou para 75 CV. as unidades de 1934 já rendiam 85CV obrigando assim ao abandono da mecânica de quatro cilindros montada na B, que, por um preço não muito diferente, rendia apenas cerca de 50CV.
o V8 com o qual o Ford Model 18 foi equipado era bastante acessível, não surpreendentemente, para Henry Ford se gabar de fundir todo o bloco do motor de uma só vez, algo que reduziu muito os custos de fabricação, popularizando assim o uso desses motores de oito cilindros.
Em 1936, a Ford fez um trabalho de design sem recorrer a reequipamentos extensos e caros. O chassi e a carroceria foram herdados do modelo do ano anterior, mas ganharam um novo estilo frontal remodelado, resultando em um novo visual marcante. As linhas de acabamento Standard e Deluxe continuaram, juntamente com uma variedade de estilos de carroceria aberta e fechada para garantir que os compradores da Ford pudessem obter exatamente o carro que atendesse às suas necessidades.





Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante Solido Salvat
Série Carros inesquecíveis Salvat - Les Jouets Solido
Referencia nº 43 preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em Blister plástico transparente
País – França
A nova edição do Gathering Supercars 2025 está a chegar a Vila Real!



Nos dias 26 e 27 de abril, as ruas vão encher-se de potência, elegância e verdadeiras obras de arte sobre rodas. Uma celebração imperdível para os apaixonados por supercarros — ENTRADA LIVRE!

Honda RC 162 1961 Grandes Motas de Competição - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1424ª – Honda RC 162 1961 Mike Hailwood RBA
Honda RC 162 1961 Mike Hailwood
Modelo real
Hailwood conhecido como “Mike The Bike”. viu a sua primeira corrida aos 10 anos com o pai, e como espectador as corridas da Ilha de Man em 1956.
Em 1957 estreou-se e só levou três anos a tornar-se num piloto lendário.
Em Junho de 1961, como o pai não tinha problemas em comprar-lhe motos, tornou-se o primeiro homem na história da Ilha de Man a vencer três corridas numa semana, ao vencer nas categorias de 125, 250 e 500. Somente não venceu a quarta corrida porque a sua 350 AJS parou com um cavilhão quebrado quando liderava.
Montando uma Honda quatro cilindros de 250 cc, Hailwood venceu o campeonato mundial de 250 em 1961.





Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, RBA Collectibles,
Série Grandes Motas de Competição
Escala 1/24
Referencia nº 46 preço
Material – metal e plástico
Apresentado em caixa acrílica e expositor plástico.
País – Portugal, feito na China
Bentley EXP Speed 8 2001 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1423ª – Bentley EXP Speed 8 2001 - 3º nas 24 Horas de Le Mans 100 Anos de Desporto Automóvel Planeta De Agostini Altaya
A Bentley voltou ás 24 Horas de Le Mans, ao fim de 68 anos, com o EXP Speed 8 na classe LMGTP. foi o único carro a correr sua a classe.
Modelo real
No ano 2000, a Bentley concebe um carro de corrida, integrada no grupo VW, que a havia adquirido em 1998. na mesma fábrica que fez o R8C.
O design, desenvolvimento e fabricação do Bentley foram entregues a Racing Technology Norfolk (RTN) a mesma fábrica que fez o R8, no Reino Unido, anteriormente designada por TOM'S GB. O designer-chefe Peter Elleray incorporou no Bentley EXP Speed 8 Coupé componentes aeroespaciais, criando o 001, equipado com motor Cosworth V-8 aspirado.
O projeto, naturalmente ia incorporando as experiências da Audi e do projeto do R8, Richard Lloyd da Audi Sport UK, actuando sob o nome de Team Bentley
O Bentley tinha um chassi de plástico reforçado com fibra de carbono (carbon fiber reinforced plastic, CFRP) baseado no R8, no qual foi incorporado um tecto, era uma versão coupé, para a categoria LMGTP (Le Mans Gran Turismo Prototypes) enquanto que os Audi abertos corriam na categoria LM900.
A equipe da Apex Motorsports de Richard Lloyd, passou a Team Bentley, e apresentou-se em Le Mans com dois Bentley EXP Speed 8, um com o número 7 para ser pilotado por Martin Brundle, Stéphane Ortelli e Guy Smith e o outrocom o Nº8 para ser pilotado por Andy Wallace, Eric van de Poele e Butch Leitzinger
Na estreia do EXP Speed 8 nos treinos em Le Mans, mostrou ser um carro muito rápido e capaz de acompanhar os Audi.
Às 16h, os Bentleys saíram em sétimo e nono lugares da grelha, sob forte chuva, meia hora depois, Brundle já liderava a corrida,
A muita chuva, entrou na carenagem do Bentley #7 e danificar o sistema de atuadores de troca de marcha. A caixa de velocidades encravou na sexta marcha eabandonou. O outro Bentley estava com indícios do mesmo problema, mas vai as boxes para substituir o sistema de atuadores e voltar à corrida. O problema da água caindo nos atuadores foi resolvido com o auxílio de uma garrafa de PET cortada e colada com fita adesiva sobre o sistema.
Um carro novo que nunca antes tinha corrido, terminou no terceiro lugar na classificação geral, atrás dos Audi R8, de Tom Kristensen e do segundo de Rinaldo Capello , com quinze voltas de diferença do Audi vencedor, ou seja 24 quilômetros.
Em 2002 nº8, e os mesmos números foram utilizados em 2003 com a corrida liderada praticamente pelo carro 7. O carro 8 teve alguns pequenos problemas ao longo da corrida, mas que não o impediu de terminar em segundo, a duas voltas do vencedor, mas ainda três voltas à frente do primeiro R8.






Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante IXO, Planeta de Agostini, Altaya
Série 100 Anos de Desporto Automóvel
Referencia nº 34 preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base de plástico preto, sob cartão e envolto em blister transparente para exposição
País – Portugal, feito na China
186º Encontro de Clássicos Além Corgo Abril 2ª parte
Agora vamos às novas máquinas dos nossos amigos.
Daihatsu F50 1981 de Luís Alves

Fiat 127 Mk1 Rafael Tomé


Volkswagen Carocha 1200 1964

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