Terça-feira, 5 de Março de 2024

Bugatti EB 110 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Bugatti EB 110 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1133ª – Bugatti EB 110 1991 Revell

Bugatti EB 110 GT 1991 a minha primeira e única miniatura da Revel na 1/43

Modelo real

Após a morte de Ettore Bugatti em 1947, a Bugatti fechou as portas em 1951 e em 1987 a marca que pertencia à empresa francesa Messier-Bugatti, quando foi comprada por Romano Artioli, para voltar a produzir automóveis,

Artiolli captou recursos do governo francês, da Aerospatiale, da fábrica de pneus Michelin, da petrolífera Elf e até da própria Messier-Bugatti. e construiu uma fábrica moderna em Modena, na Itália, com a nacionalidade da Bugatti a mudar repentinamente de francesa para italiana.

O Bugatti EB110 foi projetado por Paolo Stanzani, o autor do supercarro mais exótico dos anos 70 Lamborghini Countach. ambos os carros desenhados por Marcello Gandini,

O chassis foi desenvolvido pela Aérospatiale, com  o Bugatti EB 110 foi apresentado em 15 de setembro de 1991 simultaneamente em Versailles e em frente ao Grande Arche de La Défense, em Paris, França, exatamente 110 anos após o nascimento de Ettore Bugatti, criador da marca.

No EB110 tudo era de última geração, o primeiro chassi tubular de fibra de carbono do mundo, fechado com painéis de alumínio. O chassis tinha uma elevada rigidez torcional de 19.000 Nm/grau, permitindo assim que as soleiras das portas fossem mais baixas para facilitar o acesso à cabine. O carro media 4.400 mm de comprimento e 1.940 mm de largura, visivelmente mais estreito que o Lamborghini Diablo e um tamanho menor que seu arquirrival Jaguar XJ220.

A ergonomia era muito boa para o padrão dos supercarros, boa visibilidade, pedais bem posicionados acabamentos em madeira, bancos elétricos de couro, ar-condicionado e vidros elétricos, com as famosas portas Gandini do tipo tesoura para sair, possuía ainda um vidro que proporciona uma visão do motor V12 aos ocupantes e curiosos que o abordavam.

O motor é um V12 60º, de quatro cames, 5 válvulas por cilindro (3 entradas 2 saídas) e um total de 4 turboalimentadores. Com 3.499 cc, deslocava o mesmo que o XJ220, mas enquanto o Jaguar empregava 6 cilindros para abrigar essa capacidade. Cada câmara de combustão media 81 mm de diâmetro e 56,6 mm de curso. O curso muito curto contribuiu para a sua notável revabilidade (linha vermelha às 8200 rpm), assim como as bielas leves de titânio. 5 válvulas por cilindro garantiam respiração rápida, antes da Ferrari F355 adotar esse recurso. No EB110GT, quatro turboalimentadores IHI comprimiam 1,05 bar nas câmaras de combustão e produziam 561 cavalos de potência a 8.000 rpm e 450 lbft de torque a 3.750 rpm. A potência foi entregue a uma caixa de câmbio de 6 velocidades construída pelo próprio e canalizada para todas as rodas por um sistema de tração nas quatro rodas com acoplamento viscoso, 27% na frente e 73% na traseira.

O EB 110 foi o único modelo produzido antes da passagem de testemunho para o Grupo VW, em 1998. Só 139 unidades do supercarro foram produzidas.

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Miniatura

Abre as portas, levanta a mala e o capô para ver o motor.

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Revel

Série

Referencia nº preço

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País – França

País – Portugal, feito na China

Anos de fabrico  a


publicado por dinis às 18:05
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Segunda-feira, 4 de Março de 2024

Renault Dauphine 1093 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Renault Dauphine 1093 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1131ª – Renault Dauphine 1093 1962 Solido Renault    

Renault Dauphine 1093 Tour de Corse 1962 #30 - Pierre Orsini / Jean Canonici

No stand Renault na Avenida Marginal, encontrei esta miniatura da Renault Sport.

Modelo real

Em janeiro de 1960 Federação Internacional de Automobilismo, no famoso apêndice J, exige a produção de pelo menos 1.000 exemplares de um modelo, para competir na classe de “veículos de passageiros” a cada ano.

O departamento de competição da Renault, chefiado por François Landon, decidiu fabricar um Dauphine Gordini e com Autobleu estabeleceu as bases deste novo projeto.

Uma pré-série de 5 exemplares ficou pronta em 22 de novembro de 1961 e aprovadas pela FIA e entregues a clientes  no mês seguinte.

O 1093 retoma o acabamento do Dauphine em todos os sentidos e o carro atinge 143 km/h com forte aceleração.

Pintados de Réjane branco 305 para 1962, tornaram-se Valois cinza 617 em 1963. O painel e o volante também seguiram a evolução do Dauphine, marfim em 1962, depois preto em 1963.

O Renault 1093 também podia ter listras azuis percorrendo toda a carroceria com 2 tiras azuis de 25mm de largura com espaçamento de 72mm entre cada uma. Estas tiras autoadesivas reforçadas, foram entregues no porta-malas dianteiro e, portanto, não instaladas.

O motor de base para a preparação é o 670-05, em colaboração com a Autobleu e a Renault Compétitions a fazer algumas das modificações. Não é possível distinguir a olho nu um motor 1093 de um motor Gordini,.mas as modificações permitem extrair aproximadamente 55cv do motor especial 670-05. O coletor de escape é um Autobleu Veloce II feito de tubos de aço soldados. A carburação é confiada a um Solex 32 PAIA e o escape é idêntico às demais versões do Dauphine, apenas sua fixação foi modificada para caber na tubulação Autobleu.

No Tour de Corse de 1959 Pierre Orsini #43 no Renault Dauphine foi 1º.e no Tour de Corse Jean-Baptiste Canonici foi em 1961 com o nº #38 no Renault Dauphine Gordini ficou o 4 lugar.

14 Dauphine foram inscritos no 7º Tour de Corse em 1962, realizado em Dezembro de 1962, para numa prova com a extensão de 1.400 km por estradas estreitas, escorregadias pela chuva, cortadas no oceano, com 2.000 curvas impiedosas, na Córsega. 81 carros estiveram na partida para uma das mais intensas e talvez a mais seletivas provas, onde o oficial de justiça da cidade, Orsini impressionou durante o Tour de Corse 1962 ao volante de seu Renault Dauphine 1093. Ao fim de 26 horas seguidas de condução chega à Bastia como herói, sem ter sofrido a menor penalidade de tempo, que era o método de classificação da época.

23 concorrentes chegaram e 8 Renault Dauphine estiveram entre os 10 primeiros da classificação geral com  Pierre Orsini e o seu co-piloto Jean Canonici, os vencedores do Tour de Corse de 1962 ao volante do Renault Dauphine 1093 N°30.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Solido

Série Reanult /Renault Sport

Referencia nº (P) 77 11 147 511 UV1 preço 2188$00

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País – França

Anos de fabrico  a


publicado por dinis às 18:41
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Domingo, 3 de Março de 2024

173º Encontro de Clássicos Além Corgo parte 1

173º Encontro de Clássicos Além Corgo parte 1

Em Março, cada dia chove um pedaço,... tanto durmo como faço.

1⁰ domingo de Março mais um Encontro Além Corgo .

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publicado por dinis às 21:52
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Messerschmitt Tiger - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Messerschmitt Tiger - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1131ª – Messerschmitt Tiger TG500 1958 Vitesse  

Depois do

1116ª – Messerschmitt KR 200 Kabrio- limousine 1960

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/messerschmitt-kr-200-um-olhar-sobre-1828402

1958 F.M.R. Tg 500 'Tigre'

Modelo real

Messerschmitt é um dos mais conhecidos de microcarros, agora conhecidos por papa-reforma e também por mata velhos.

A FMR assumiu a produção do KR200 da Messerschmitt em 1956. Embora o KR200 ainda usasse o nome e o logotipo da Messerschmitt, o Tg500 foi identificado como FMR.

Em 1957, a filial automóvel da Messerschmitt foi comprada pelo governo alemão, e no verão de 1957, Fritz Fend à frente de sua própria empresa aplicou uma nova visão do carro que fosse em todos os aspectos superior à scooter de três rodas, especialmente em termos de velocidade e comportamento.

O Tg 500, também conhecido como “Tiger” foi baseado no monocoque do carro de três rodas Messerschmitt KR 200, no entanto, o Tiger foi equipado com quatro rodas maiores.

A Fichtel & Sachs, fornecedora  do motor Kabinenroller durante anos, tinha desenhos na prateleira para um motor estacionário de 400 centímetros cúbicos, a dois tempos e dois cilindros. O deslocamento foi aumentado para 494 centímetros cúbicos e, na verdade, foi fabricado pela F.M.R. e acoplado a uma caixa de câmbio de quatro marchas e marcha atras. Ele foi montado em um subquadro muito avançado no estilo Fórmula 1, incorporando uma suspensão traseira totalmente ajustável e tinha quatro rodas. As rodas e os braços da suspensão dianteira aumentaram de tamanho, assim como os faróis e os freios, que agora eram hidráulicos modernos em comparação com os Kabinenrollers de três rodas, que possuíam freios mecânicos acionados por cabo. O grande e luxuoso assento do piloto era necessário para lidar com o poder fenomenal nas curvas deste incrível veículo.

Como Tiger pertencia à Krupp, foi alterado, para “Tourenfahrzeug-Geländesport”, ou veículos de turismo esportivos cross-country, mas a contração não enganou ninguém.

Dos 320 exemplares do Tiger produzidos, acredita-se que apenas 150 sobreviveram.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Vitesse

Série

Referencia nº 683 preço 2290$00

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País - Portugal

Anos de fabrico  a

 

 


publicado por dinis às 19:51
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Sábado, 2 de Março de 2024

Ferrari 166 MM Coupé 195 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Ferrari 166 MM Coupé 195 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1130ª – Ferrari 166 MM Art Model

Ferrari 166MM /195 Berlinetta Touring Le Mans 195S

Em Vila Real Giannino Marzotto veio com um Ferrari 212 Export  Vignale Barchetta mas não alinhou.

A minha primeira miniatura da Art Model.

Modelo real

Ferrari 166/195 S Le Mans Berlinetta 1950

O primeiro coupé de sucesso da Ferrari foi o Le Mans Berlinetta em 1950 com as carrocerias criadas pela Superleggera Touring em Milão, que se concentrou na redução de peso e na resistência do ar. A carroçaria totalmente em alumínio foi baseado no Barchetta 166 MM e era sustentado por pequenos tubos de aço.

A Ferrari melhorou o 166 MM aumentando o diâmetro do motor e aumentando a cilindrada do cilindro único para 195 cc. Isso produziu uma unidade de 2.341 cc capaz de 170 cv a 7.000 rpm. O motor 195 S estreou no Giro di Sicilia de 1950 para Alberto Ascari e Giannino Marzotto.

Muitos dos 166MM foram atualizados para refletir o novo tamanho do motor, incluindo o 195 Sport que venceu a Mille Miglia de 1950 com Giannino Marzotto e o ex-piloto da Alfa Romeo Martino Severi com um166 Touring Barchetta de entrada privada com um novo V12 de 2,3 litros. Marzotto podia dar-se ao luxo de competir com os fundos disponíveis da empresa têxtil familiar.

Marzotto descreveu o carro como “um carro suave e sóbrio, que tinha que ser conduzido suavemente em piso molhado. Ele tinha 146 cv a 6.600 rpm e desenvolvia uma velocidade máxima de 190 km/h. Durante as Mille Miglia, porém, nunca ultrapassei as 6200 rpm, tentando sempre que possível recuperar nas curvas.”

Entre as quatro Ferrari, o carro de Marzotto tinha o menor dos dois motores, mas ele explica a vantagem do carro: “Fui ultrapassado por Ascari em alta velocidade na reta e vi com meus próprios olhos o pneu traseiro direito dele estourar em mil fragmentos. Os dois carros mais potentes também tiveram problemas de transmissão e desistiram da corrida, mas os dois menos potentes terminaram em primeiro e segundo lugar, tendo as condições meteorológicas favorecido o meu coupé.” o 195 Sport que venceu as Mille Miglia de 1950 seguido de Serafini / Salani em carro identico

Duas das 5 Berlinettas com carroceria da Carrozzeria Touring dois foram pintados em azul.

A cor incomum da pintura teria sido escolhida por Marzotto, cujo pai o alertou para parar de correr "aqueles malditos carrinhos vermelhos".

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são compostas por fantásticos raios metálicos, talvez um pouco largas.

Fabricante Art Model

Série Ferrari Special Model from the Museum Maranello

Referencia nº ART S01 nº 2262 preço 4865$00

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País – Itália

Anos de fabrico  a


publicado por dinis às 17:22
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Sexta-feira, 1 de Março de 2024

BMW M3 DTM - Um olhar sobre as minhas miniaturas

BMW M3 DTM - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1129ª – BMW M3 DTM Miniachamps

#22 Grohs Zolder 1990 BMW M3 E30 SE #22 Grohs Zolder 1990 DTM foi 20º Valier Motorsport o BMW M3 Evo Harald Grohs,

As corridas de DTM faziam muitas vezes parte do programa de apoio. Mas os tempos mudaram rapidamente e em 1987, a BMW deu um passo à frente com o M3 e a partir de então entregou um som nas pistas que era música para os ouvidos dos fanáticos do automobilismo. Barulhento, selvagem, foi o puro automobilismo, principalmente entre os pilotos, uma prática comum no final dos anos 80

A primeira série M3 foi baseada na plataforma E30,foi iniciada a produção em 1986 como M3, mas o produto da Motorsport GmbH onde as regras do Grupo A obrigavam as marcas a produzir os chamados especiais de homologação, carros com uma produção limitada, geralmente não mais que 5000 unidades, exceto se fossem um sucesso junto do público, como foi o caso. O M3 de competição distinguia-se facilmente do Série 3, a começar pela carroçaria, do qual apenas partilhava o capot com o modelo de origem, ostentando guarda-lamas mais largos, um novo spoiler dianteiro e um aileron traseiro.

Em 1987, Grohs voltou à BMW e venceu imediatamente a primeira corrida da temporada, com o Valier-M3 venceu duas corridas e conquistou o quinto lugar no campeonato. o BMW M3 de Harald Groh era preto.

1988 só conseguiu resultados no meio superior do M3 de Valier. Nº 9 DTM 1988 H.Grohs era amarelo

A Deutsche Tourenwagen Meisterschaft de 1990 foi a sétima temporada do principal campeonato alemão de carros de turismo e também a quinta temporada sob o nome de Deutsche Tourenwagen Meisterschaft. A temporada teve doze rodadas com duas corridas cada. Foi a primeira temporada em que todos os carros da Deutsche Tourenwagen Meisterschaft usaram obrigatoriamente motores naturalmente aspirados, já que os motores turboalimentados foram proibidos no final de 1989.

Os duelos difíceis continuaram no início dos anos 1990, com a primeira corrida do DTM a aconteceu em 1º de abril de 1990 no Circuito Zolder.

O DTM foi cada vez mais dominado pelas equipas de fábrica com aas equipes privadas rapidamente perderam terreno.

Harald Groh, omente em Hockenheim foi 21º na primeira corrida e na 2º abandonou.

O campeão foi Hans-Joachim Stuck,  Schmidt Motorsport Technik no Audi V8 quattro

Com o carro restaurado, Horst Vogelsang para 2018 contratou Harald Grohs, o piloto original na época, para toda a temporada

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Modelo real

Modificação na miniatura

Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Minichamps

Série Pauls Model Art

Referencia nº 2040 preço

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País – Alemanha, fabricado na China

Anos de fabrico  a


publicado por dinis às 17:35
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