Quinta-feira, 30 de Novembro de 2023

Jaguar que venceu Daytona e Le Mans 1988 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Jaguar que venceu Daytona e Le Mans 1988 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1039ª – Jaguar XR9 Onyx

A prenda de Natal da Esmeralda

Jaguar XJR9 Martin Brundle (GB)/Raul Boesel (BR)/John Nielsen (DK) daytona 1988

Modelo real

Jaguar XJR9 

Tom Walkinshaw e o designer Tony Southgate, conceberam o  Jaguar XJR-6, um protótipo esportivo do Grupo C, projetado, desenvolvido e construído pela TWR, fez sua estreia pintado de verde com o patrocínio da Jaguar no final da temporada de 1985 nos 1000 quilômetros de Mosport, no Canadá, seis Jaguar XJR-6 foram construídos e competiram no Campeonato Mundial de Carros Esportivos até 1986, antes de a Jaguar substituí-los pelo Jaguar XJR-8 depois de sessenta e quatro alterações no XJR-6 foram feitas para criar o XJR-8. Seis carros foram produzidos ou seja três, mais três, XJR-6 convertidos.

Uma nova evolução do Jaguar XJR-8, o XJR-9 foi mais uma vez supervisionado por Tony Southgate e construído pela Tom Walkinshaw Racing (TWR), possuindo um motor Jaguar V12 de 7.0 litros com base na produção do motor 5.3 litros usado no modelo de estrada Jaguar XJS.

Os protótipos do Grupo C da FIA também competiam em outras categorias que também seguiam o regulamento da FIA

O Jaguar XJR-9 com pintura da Castrol. foi um dos três que foram construídos em 1988 para que a Jaguar competisse na IMSA GT Series, que também seguia as regras do Grupo C para protótipos, era organizada pela International Motorsports Association e disputada entre 1971 e 1998.

Nas 24h de Daytona realizadas a 30 e 31 de janeiro de 1988, no Grupo C do campeonato IMSA, patrocinado pela Castrol. A vitória à geral e na classe GTP foi para o Castrol Jaguar Racing Jaguar XJR-9 nº 60, dirigido por Martin Brundle, Raul Boesel e John Nielsen. o tricolor da Castrol cai como uma luva na carroceria que é uma das mais bem proporcionadas entre os protótipos e continua como marca registrada as rodas traseiras cobertas pelas chamadas piss flaps, algo como “cobertura contra xixi”, numa alusão com o facto de evitar que cachorros urinassem nas rodas.

Um segundo carro terminou na 3º posição com Eddie Cheever, John Watson e Johnny Dumfries e o 3º carro a abandonar, com Davy Jones, Danny Sullivan e Jan Lammers.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Onyx

Série

Referencia nº  preço 1665$00

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País – Portugal  

Anos de fabrico  a


publicado por dinis às 17:46
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Quarta-feira, 29 de Novembro de 2023

Alfa Romeo 2000 GTV Vila Real - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Alfa Romeo 2000 GTV Vila Real - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1038ª – Alfa Romeo Giulieta GT Projecto K MInitec

A prenda de Natal em 1996 da minha Mãe Aida Ferreira Rego

Miniatura Alfa Romeo 2000 GTV Projecto K  Minitec Bernardo Sá Nogueira 2º classificado

Modelo real

O Alfa Romeo 2000 GTV que publiquei no Blog Um Olhar sobre as Corridas, na quarta-feira de 10 de dezembro de 2008

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/miniatura-alfa-romeo-2000-gtv-projecto-376252

e no Portal dos Clássicos 

Bernardo de Sá Nogueira

Quando o Team Mocar se formou em 1972 com Bernardo de Sá Nogueira e Jorge Ribeiro de Sousa  que com mais três  Alfa Romeo 2000 GTV participaram em Vila Real.

Para o XX Circuito Internacional de Vila Real 1973, entre os inscritos na prova de grupo 1, estavam 12 concorrentes em nome individual e 8 integrados em teams onde estava o Mocar Racing Team com os irmãos Sá Nogueira. Para a prova de turismo inscreveram dois Alfa Romeo GTA 2000 GTV, o 21 para Domingos de Sá Nogueira ao qual foi atribuído o 22 para Bernardo de Sá Nogueira, em carros aparentemente iguais no seu andamento.

As suas características eram:

1962cc 133hp Din ás 6700rpm

Pneus Michelin e jantes Campagnolo

Óleo Shell e amortecedores Koni

Caixa de 5 velocidades

Nos treinos, a prova com mais pilotos eram 37 depois de Ferreira da Costa não ter sido autorizado a participar, os Chevrolet Camaro mão davam hipóteses, mas os Alfa Romeo esperavam uma oportunidade.

Durante as 20 voltas, o comportamento em pista de dos carros de grupo 1 entusiasmaram pelo seu comportamento. 

Os Camaro dominaram até que Ernesto Neves fica sem gasolina quando seguia na frente e era seguido de PêQuêPê.

Os Camaro dominaram com Ernesto Neves a ficar sem gasolina, quase no final, quando seguia na frente e para junto a nós, junto ao Parque Florestal e cai para o 3º lugar quando seguia na frente e era seguido por PêQuêPê.

Atrás os Alfa seguiram sempre no seu encalço com Bernardo no primeiro plano.

Uma avaria que levou Domingos a box retirou-lhe o 3º lugar relegou-o para 5º classificado ao perder uma volta e José Meireles a terminar em 4º no Ford Capri 3000.GT.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Projecto K Minitec

Série Minitec

Referencia nº PK 175 preço

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País – Itália / Portugal

Anos de fabrico  a


publicado por dinis às 17:26
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Terça-feira, 28 de Novembro de 2023

Ayrton Sena da Silva, a lenda - Um olhar sobre as minhas miniaturas.

Ayrton Sena da Silva, a lenda - Um olhar sobre as minhas miniaturas.

1037ª – Williams Renault FW16 Ayrton Senna Onyx

A prenda de Natal de 1996 do meu Pai Mário Rodrigues Dinis

Williams Renault Fw16 Ayrton Senna

Modelo real

A FIA anunciou, em 1993, que toda e qualquer ajuda ao piloto, durante a condução, estaria proibidas a partir do ano seguinte, tal como, a suspensão ativa, a caixa automática, o acelerador eletrônico, o controle de tração, o diferencial autoblocante autoajustável e travão ABS.  O carro deveria ser conduzido apenas pelo piloto. O objetivo era valorizar o homem, não o equipamento.

Adrian Newey e Patrick Head, diretor-técnico e sócio de Frank Williams, começaram a trabalhar no projeto do FW16, para os pilotos: Ayrton Senna, Damon Hill.

A 20 de janeiro de 1994, Ayrton Senna testou carro da Williams-Renault, sua nova equipe, depois de com o McLaren, conquistar três títulos mundiais e também 35 vitórias na F1.

Senna e Damon Hill, veem ao Estoril para testes, filmagens produção de fotos e outros materiais de divulgação em Estoril, para no dia 20, começou a acelerar para valer no circuito português.

O carro ainda era o modelo FW15, utilizado pela equipe em 1993, mas sem os componentes eletrônicos que foram banidos pela FIA para 1994. Ou seja, o carro não tinha suspensão ativa, controle de tração, acelerador eletrônico e tavão antibloqueio (ABS).

Teoricamente seria um modelo semelhante ao 1993, mas na prática era uma máquina bem diferente daquele carro que levou Alain Prost ao seu tetracampeonato mundial, encerrando assim a história do francês como piloto na F1.

Ayrton sempre se mostrou preocupado com a instabilidade do carro, mas elogiou a potência do motor Renault V10.

A Williams mostraria nas pistas o modelo FW16 no mês seguinte, fazendo sessões de treinos em Silverstone, Paul Ricard e Imola na pré-temporada, o campeonato começaria em 27 de março no GP do Brasil em São Paulo, no autódromo de Interlagos, com Senna a partir na pole, mas rodou na tentativa de perseguir Schumacher mas abandonou.

A segunda prova no Japão durou poucos segundos: tocado por Mika Hakkinen (McLaren), o brasileiro rodou e ainda foi atingido por Nicola Larini (Ferrari).

Com um carro a não corresponder, a perseguição ao record de Juan Manuel Fangio e as queixas de Ayrton, levam a equipe a fazer atualizações, e lá partiu Ayrton rumo a Imola, para o terceiro e último GP de San Marino onde o sonho do tetra virou dor e saudade... quando Ayrton Senna bate nas paredes na curva de Tamburello.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Vitesse

Série

Referencia nº 202ª preço 2100$00

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País – Portugal

Anos de fabrico  a

 


publicado por dinis às 17:29
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Segunda-feira, 27 de Novembro de 2023

Circuito de Vila Real 2024

Circuito de Vila Real 2024

Uma data possivelmente trocada

a ver vamos 

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publicado por dinis às 23:11
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Fiat 500 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Fiat 500 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1036ª – Fiat 500 Open Roof + Vespa Vitesse

Fiat 500 Open Roof 1857

Modelo real

A primeira geração do Fiat 500 foi produzida entre 1936 e 1948, mas na da década de 50, ainda havia muitos compradores italianos que necessitavam de um carro que pudesse proporcionar uma forma básica de transporte para uma pequena família. Paralelamente, as dimensões eram ideais para as deslocações em percursos urbanos.

A Fiat apresentou o novo 500 como "Nuova Cinquecento, para o diferenciar do Cinquecento original do Topolino em Julho de 1957 dotado de uma carroceria minimalista, original e moderna. com 2,97 metros (9 pés e 9 polegadas) de comprimento, o 500 era 24,5 centímetros (9,6 polegadas) menor que o 600 da Fiat, lançado dois anos antes.

Projetado por Dante Giacosa, tinha o motor montado na traseira originalmente de dois cilindros refrigerado a ar, de 479 cc montado na parte traseira, o porta-malas, um compartimento sob o capot dianteiro, parcialmente ocupado pelo tanque de 20 litros. aumentou a sua agilidade e, aliado ao seu pequeno tamanho, garantiu que fosse o carro perfeito para percorrer as antigas ruas italianas, muitas das quais nunca foram construídas para acomodar carros.

Dotado de suspensão independente nas quatro rodas e uma carroçaria de duas portas, uma das novidades na construção da carroçaria foi a utilização de folhas em aço prensadas. Algo em 1957 em que o 500 foi pioneiro, mas mantendo o articular das portas suicidas na parte traseira, com um grande teto de lona .

Para proporcionar mais capacidade de carga, os dois bancos de trás podiam ser reclinados para a frente e fornecerem uma área plana capaz de transportar até 200 quilos.

Um teto solar completo proporcionava nos primeiros modelos a ventilação apenas através da capota em lona, que abrias ate á janela de trás, e dos ventiladores que se encontravam a frente das janelas das portas.

Em 1965 as Portas suicidas foram abandonadas por razoes de segurança, numa medida controversa e não muito popular, pois muitos homens reclamaram que isso significaria que não poderiam mais olhar para as pernas das mulheres ao saírem do carro, motivo dificilmente crível na sociedade de hoje.

O Fiat Cinquecento é o carro do povo italiano.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Vitesse

Série

Referencia nº 501 preço 1845$00

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País – Portugal

Anos de fabrico  a

 


publicado por dinis às 17:53
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Domingo, 26 de Novembro de 2023

Wolseley Hornet - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Wolseley Hornet - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1035ª – Wolseley Hornet Mk III 1966 Vitesse

Wolseley Hornet Mk III 1966

Modelo real

Em abril de 1930 o primeiro Wolseley Hornet era na verdade um sedan Morris Minor de 2 portas e 4 lugares equipado com um motor de seis cilindros no lugar do quatro cilindros que era normal para este tamanho de carro.

O novo Hornet foi fornecido como um sedan fechado de quatro lugares e duas portas com carroceria ou, por £ 10 menos, carroceria de tecido; como carroceria aberta de dois lugares ou como chassi "rolante" simples para a escolha da carroceria do proprietário.

O Wolseley Hornet construído em Longbridge foi um renascimento de um nome anterior, como um Austin /Morris Mini de luxo  com um maior espaço na malas um pouco maior e um interior e aprimorado, o Wolseley Hornet e o seu parceiro o Riley Elf estreou em 1961, com a dupla diferenciada pelas grades cromadas contrastantes no estilo tradicional de cada marca e pela presença de uma largura total painel folheado a madeira no Elf.

uma das variantes mais desejáveis e menos encontradas do Mini.

Datado do penúltimo ano de produção, este exemplar com volante à direita foi fornecido como novo no Reino Unido pela Elliot Brothers de Bideford, Devon. o carro tem acabamento do tejadilho em cor vinho com interior em couro combinando.

Isso foi aplicado a esta versão especial do Mini, de forma semelhante ao Riley Elf, com cauda mais longa e porta-malas alargada, mas com grade Wolseley adequada e interior mais bem equipado.

Inicialmente, o Wolseley Hornet tinha suspensão de cone de borracha junto com o motor padrão de 848 cc como no mini, mas com interior melhorado e mais material insonorizante do que o Mini padrão.

Em 1963, o Mk II apareceu com um motor maior de 998 cc, aumentando a potência para 38 cv, velocidade máxima para 77 mph e 0-60 em 24,1 segundos. O consumo de combustível melhorou ligeiramente para 35 mpg. Pouco depois do lançamento do Mk II, a suspensão hidrolástica foi introduzida em 1964.

O Mk III apareceu em 1966, uma mudança notável sendo as janelas deslizantes atualizadas para janelas de corda e a ventilação ao nível do rosto adicionada ao painel frontal.

1969 viu o fim de cauda longa do Mini tanto para o Wolseley Hornet quanto para o Riley Elf.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Vitesse

Série

Referencia nº 056B preço 3295$00

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País - Portugal/China

Anos de fabrico  a

 

 

 


publicado por dinis às 18:07
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Sábado, 25 de Novembro de 2023

McLaren MP4/6 F1 1991 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

McLaren MP4/6 F1 1991 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1034ª – McLaren MP4/6 1991 Onix

McLaren MP4/6 1991

O McLaren MP4/6 é um monoposto com um motor V12, o Honda RA121E, com 3.5l e 750 cv, a unidade de potência contava com um novo sistema de controle da entrada de ar.

Na temporada de F1 de 1991, Ayrton Senna, Gerhard Berger, eram os pilotos.

Modelo real

A McLaren em 1991 com seu novo McLaren MP4/6 com motor Honda V12

Em quatro temporadas, este foi o terceiro tipo do motor Honda, uma nova unidade V12 de 3,5 litros e 60˚era maior do que o V10 anterior que substituiu.

Semelhante ao MP4/5B, o novo carro apresentava um perfil aerodinâmico, formulado pelo designer Neil Oatley e da sua equipe, chefiado por Ron Dennis e as contribuições de Henri Durand, saído da Ferrari para a McLaren, em meados de 1990. tiveram como trabalho desenvolver um novo carro o MP4-6

As mudanças feitas no chassi Monocoque em fibra de carbono aliado á nova carenagem e ao novo motor, o Honda RA121-E V12 60º, montado longitudinalmente tornou-o mais pesado e mais sedento do que o V10, mas os 720 cv previstos deveriam ter sido mais do que suficientes, no geral, para tornar o carro mais rápido.

A temporada da McLaren começou muito bem, com quatro vitórias consecutivas. O aumento do peso do motor foi parcialmente compensado pelo mais recente desenvolvimento da caixa manual de seis velocidades Weisman/McLaren transversal.

um início bastante forte ao vencer as primeiras quatro provas do ano: EUA, Brasil, San Marino e Monaco, com Sena invicto até Mônaco, inclusive, mas o aumento do consumo de combustível levou Senna a ficar sem combustível duas vezes, uma em Silverstone e outra em Hockenheim

A Williams teve duas vitórias no GP de Portugal com Patrese  e Senna a ficar em segundo e a vitória  GP da Espanha  de Mansell.

Airton Senna sagrou-se tricampeão mundial com as sete vitórias, enquanto o seu maior concorrente, Nigel Mansell foi segundo.

A McLaren vencia o mundial de construtores pela quarta vez consecutiva.

O MP4/6 é foi o último carro a vencer um Campeonato Mundial de F1 movido por um motor V12 e usando uma caixa de velocidades manual tradicional. A McLaren ainda testou uma caixa semiautomática durante a temporada, ela não foi considerada pronta para prova.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Onyx

Série Fórmula 1

Referencia nº 117 preço

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País – Portugal

Anos de fabrico  a

 

 

 

 

 


publicado por dinis às 17:35
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Sexta-feira, 24 de Novembro de 2023

Bentley vence o comboio - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Bentley vence o comboio - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1033ª – Bentley Speed Six HP 160 1928 Brumm

Bentley Speed Six Gurney Nutting Sportsman Coupé Barnato 1930

As Blue Train Races foram contendas entre as marcas e proprietários de automóveis e o Le Train Bleu, um comboio que circulava entre Calais e a Riviera Francesa, no final da década de 1920 e início da década de 1930.

No jantar dos Bentley Boys no Carlton Hotel, em Cannes, a conversa à mesa, recaiu no anúncio da Rover onde o Light Six tinha sido mais rápido que o famoso expresso "Le train bleu". Woolf Barnato, presidente da Bentley e vencedor das 24 Horas de Le Mans em 1928 e 1929, vangloriou que o seu Speed Six era mais rápido que o Trem Azul, para o qual fez uma aposta de 100 libras esterlinas em que ao volante de seu Bentley Speed Six, ele poderia estar em seu clube em Londres antes que o trem chegasse a Calais.

No dia seguinte, a 13 de março de 1930, o comboio Azul partiu da estação de Cannes às 17h45, Barnato e Dale Bourn, depois de terminarem as bebidas, dirigiram o Bentley através das desconhecidas estradas nacionais francesas de noite.

A partir de Lyon tiveram que lutar contra fortes chuvas. Às 04h20, em Auxerre, perderam tempo à procura de um ponto de reabastecimento. No centro da França, eles encontraram neblina e, depois de Paris, tiveram um pneu estourado, exigindo a utilização de seu único pneu sobressalente. Chegaram ao cais em Boulogne às 10h30, e foram para Inglaterra no navio que cruzava o Canal da Mancha e estacionando em frente ao The Conservative Club em St. James's Street, Londres, às 15h20, quatro minutos antes o Trem Azul chegou a Calais, ganhando assim a aposta. As autoridades francesas prontamente multaram-no por corridas em vias pública, e a Bentley excluída do Salão de Paris de 1930 por anunciar uma corrida não autorizada.

Modelo real  

A polémica do Bentley no Blue Train surgiu na pintura de Terence Cuneo sobre a corrida do Trem Azul, onde se vê o coupé Gurney Nutting à frente do Comboio Azul, fez com que o carro com carroceria de Gurney Nutting a ser confundido ou erroneamente referido como o carro da aposta.

A carroceria H. J. Mulliner foi retirada do chassi original para dar lugar a uma Gurney Nutting Sportsman Coupé de Barnato feita especialmente, como era prática comum para os automóveis da época.

O Bentley Speed Six foi entregue a Barnato em 21 de maio de 1930, o novo Bentley Speed Six fastback aerodinâmico "Sportsman Coupe" apelidado de "Blue Train Special" em memória de sua corrida, contra o Blue Train.

A descrição de Barnato sobre a corrida, publicado na British Racing Drivers' Club de 1946, mostra que Barnato se referia ao "meu sedã Speed Six", mantendo latas de gasolina no porta-malas e tendo apenas um pneu sobressalente, enquanto o Sportsman Coupė não tinha porta-malas e tinha dois pneus sobressalentes, um de cada lado do capô.

McCaw, colecionador de Seattle, localizou o chassi e o motor do Speed Six com carroceria Mulliner de Barnato e também localizou a carroceria em um chassi Bentley diferente. Ele reuniu o chassi com sua carroceria original e mostrou o Mulliner Speed Six restaurado ao lado de seu Gurney Nutting Speed Six no Pebble Beach Concours d’Elegance em agosto de 2003.

Em 2005, a Bentley apresentou o coupé no material promocional da empresa comemorando o 75º aniversário da corrida e foi exposto na Exponor.

Modificação na miniatura

Uma pigmentação saliente é visível na miniatura.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Brumm

Série Oro

Referencia nº 184 preço

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País – Itália

Anos de fabrico  a

 


publicado por dinis às 18:26
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Quinta-feira, 23 de Novembro de 2023

Citroen 2cv Azlp Malle Bombée - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Citroen 2cv Azlp Malle Bombée - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1032ª – Citroen 2CV 1957 open roof Vitesse

Citroen 2CV AZLP 1957

Modelo real

Um dos carros mais reconhecidos em todo o mundo, era mesmo, um carro do povo. Equipamento não existia pois do carro faziam parte o chassis, suspensão, bancos em pano, volante e motor.

No 2CV a mala era coberta no início por uma lona que chega a placa de matrícula, preso na parte inferior da carroceria das portas traseiras, originou o aparecimento de acessórios conhecidos por "Portes de Malle". " um pequeno aumento da mala muito mais cómoda, fechada como uma porta, foram propostas por Pecazaux, Guilleman Record, Blondin Neuilly, E.R, SMARTS :

A Citroën viu nestes acessórios, um espaço para apresentar no mercado francês o mesmo aumento no 2CV AZLP, com o P de Porta mala, disponibilizado a partir de setembro de 1957.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Vitesse

Série La colection

Referencia nº 525 1 preço

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

País - Portugal /China

Anos de fabrico  a

 


publicado por dinis às 17:56
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Quarta-feira, 22 de Novembro de 2023

Delahaye Victoria 1901 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Delahaye Victoria 1901 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

1031ª – Delahaye Vis à vis 1901 Nugget

Delahaye Victoria 1901

https://manueldinis.blogs.sapo.pt/peugeot-victoria-1998-um-olhar-sobre-1109803

agora o Vis á vis, ou seja, os bancos do passageiro virados para o condutor e retirado o apoio dos pés para irem virados para a frente com rodas de madeira.

Encontramos grande semelhança como o Delahaye Vis-à-vis 4.5HP berlina 1901 da Guisval N°6 e uma semelhança com o Delahaye Victoria 1901 da Safir do qual eles devem derivar.

Modelo real

Emile Delahaye, nasceu em Tours em 1843 e formou-se como engenheiro de artes e ofícios, criou a empresa de materiais construção em 1879, numa rápida conversão é uma empresa para fabricações de bombas e motores onde se interessou por motores a gás antes de construir, em 1888, um motor de combustão interna.

A empresa de fabricação de automóveis Delahaye foi fundada por Emile Delahaye em 1894, em Tours, França.

Em 1894, construiu o primeiro modelo que apresentou no Salon du Cycle de Paris do mesmo ano.

Os primeiros carros Delahaye com motores horizontais montados na traseira de funcionamento lento e transmissão por correia. Os radiadores e as armações eram tubulares com motores mono ou bi-cilíndricos.

Em 1896, os pioneiros da aviações Ernest Archdeacon terminaram em 7º no Paris-Marselha-Paris dirigindo um Delahaye. Cobrindo os 1.710 km em 75 horas, 29 minutos e 48 segundos. e Émile Delahaye com o nº 42 a ser 10º 84:27:02 também na Classe A1 O evento teve 14 finalistas de cerca de 32 participantes,

No ano seguinte

Émile Mayade en Delahaye e Daniel Courtois também em Delahaye nº 132 participou no Paris-Dieppe 1897.

com a empresa Delahaye a revelar pouco interesse na competição e sua última aparição tenha sido na Corrida Paris-Viena de 1902 com carros leves.

Delahaye estava muito interessado em veículos comerciais, que fizeram sua estreia em 1898 e mais tarde ramificou-se para a sua produção

A saúde frágil leva Emile Delahaye a passar para Georges Morane e Léon Desmarais a responsabilidade ​​do negócio e fundam uma nova fábrica em Paris, na Rue du Banquier, 10,.

O tipo 0, ou tipo 4 na cronologia, é um um carro leve de 6 cv, 1898-1901e entre 1901 e 1904 o Delahaye tipo 0A, mais econômico, com monocilindro horizontal instalado na frente. Em 1902, o Delahaye tipo 10 adotou um motor posicionado verticalmente equipado com placas laterais.

Em 31 de janeiro de 1901, em decorrência de problemas de saúde, seus dois colegas, Desmarais e Morane, o sucederam na direção da empresa. Retirou-se para a sua propriedade "La Roche Fleurie" em Vouvray, perto de Tours e morreu em 1905 em Saint-Raphaël, Var.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Nugget

Série Royal Crown Line

Referencia nº KMC 06 preço

Material – plástico

Material da placa de base – plástico

A base está colada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.

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