Rolls Royce Corniche fechado - Um olhar sobre as minhas miniaturas
Rolls Royce Corniche 1988
O RR sem capota
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/rolls-royce-corniche-um-olhar-sobre-1734747
E agora com capota
Modelo real
Os carros da Série II e posteriores têm para-choques de borracha mais grossos mantendo a elegância de design simples do modelo anterior.
Em 1977, o carro foi redesenhado para se tornar o Corniche II. Nos para-choques, a borracha substituiu o cromado, o radiador de alumínio também e um refrigerador de óleo foi adicionado. O ABS é padronizado, e entre as mudanças, os aros adotam um novo estilo, um novo tipo de dispositivo de alerta ótico reverso é introduzido. A estrutura em torno da placa traseira e o design dos assentos foram alterados. O painel de instrumentos foi redesenhado e o painel de instrumentos apresenta uma saliência acima do painel.
A versão Bentley, desenvolvida em 1984, tem um novo nome, Continental. O modelo coupé fechado foi descontinuado em 1982 e todos os Corniche II eram conversíveis.
O motor é o mesmo dos outros modelos da Rolls-Royce, o V8 L-Series, com 6,75 litros de cilindrada e válvulas à cabeça, sendo que a potência é enviada para as rodas traseiras através de uma caixa automática de três velocidades.
Devido à longa lista de espera de vários anos, na época os Corniche eram vendidos em segunda mão por valores superiores ao que eram cobrados em novos. O exemplar de 1973 sendo adquirido por Maurice Gibb, vocalista da famosa banda Bee Gees, em 1979, quando o viu no concessionário H.R. Owen. Gibb pagou três vezes mais do que aquilo que pagaria se o adquirisse novo, ainda que, tinha o automóvel na hora, ao invés de estar à espera. Maurice gostou tanto do Corniche que o manteve toda a sua vida.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante Solido
Série To Day
Referencia nº 1511 preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.
País - França
Anos de fabrico a
Mercedes Benz 190 E - Um olhar sobre as minhas miniaturas
Mercedes Benz 190 Sedan
Modelo real
Os primeiros protótipos em teste iniciaram-se em 1978 e o modelo final foi aprovado em 6 de março de 1979.
A carroçaria muito aerodinâmica. pertence a Bruno Saco o W201 estreou no Salão Automóvel de Paris de 1982. Fabricado em Bremen e Sindelfingen, Alemanha, com a apresentação oficial do Mercedes-Benz 190 (W201) a ser apresentado a 8 de dezembro de 1982, na Alemanha e as vendas arrancaram no dia seguinte. Estava disponível com dois motores a gasolina. que debitava 90 cv e a 190 e o a mais potente que estava equipado com um sistema de injeção que aumentava a potência para os 122 cv. o Diesel 190 D surge em 1983 com 72 cv, conhecido como o “Whisper Diesel”, conhecido por o motor que sussurra. Isto porque foi o primeiro veículo ligeiro de passageiros a ser produzido em série com isolamento acústico do motor. Em 1987 aparece na Europa o 190 D 2.5 Turbo, um motor cinco cilindros que se tornou a oferta mais desejada nos Diesel com 122 cv.
O uso extensivo de aço leve e de alta resistência permitiu-lhe resistir a uma colisão com uma barreira de betão a 35 mph (56 km/h) sem ferimentos graves aos passageiros ou deformação da cabine.
Modificação na miniatura
A miniatura da solido tem agora os Interiores incorporados na base e abre as portas o que parece a miniatura inicial do 190 provavelmente em 1988.
Coloquei-lhe as rodas de plástico da Norev.
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Miniatura
Abre as portas.
Os bancos são rebatíveis.
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico e rápidas.
As rodas são de plástico Whizzwheels.
Fabricante Solido
Série
Referencia nº 1337 07-84 preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está encaixada à carroçaria
Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.
País – França
Anos de fabrico a
Volvo 480 ES Turbo - Um olhar sobre as minhas miniaturas
A empresa espanhola Pilen final da década de 1980, foi adquirida pela AHC Models da Holanda, fundada por Johannes van Rijn en Epe, incluiu alguns dos modelos Pilen na sua própria gama. produzidos até o final da década de 1990.
Modelo real
O Volvo 480 ES foi o resultado de um projeto Galaxy, em duas frentes com a Volvo Car Corporation em Gotemburgo com o carro maior e na empresa holandesa Volvo Car B.V. com os modelos compactos.
O Volvo 480 ES foi o primeiro modelo a emanar de uma nova geração de automóveis da Volvo Car B.V., subsidiária holandesa da Volvo Car Corporation que construía os seus automóveis na fábrica de Born. elegante e arrojado em forma de cunha, um 2 + 2 lugares com carroceria traseira em formato de carrinha e porta traseira de vidro. faróis pop-up e a clássica grade Volvo com sua faixa diagonal era apenas sugerida com a sua colocação abaixo do para-choque dianteiro. O exterior foi obra do holandês John De Vries, sendo o britânico Peter Horbury o responsável pelo interior. Este último mais tarde chefe de design da Volvo Cars.
A estreia oficial do Volvo 480 ES aconteceu no Salão Internacional do Automóvel de Genebra.
Não era apenas um carro bonito de se ver, mas também um ótimo carro de estrada. As propriedades dinâmicas do 480 combinavam bem com sua aparência desportiva, apesar de uma modesta potência de 109 cv. O motor era uma unidade Renault SOHC de 1,7 litros com injeção eletrônica de combustível, instalado transversalmente no 480, outra novidade da Volvo, e acionava as rodas dianteiras por meio de uma caixa de 5 velocidades.
Para o modelo do ano 1988, mais potência foi adicionada na forma de turboalimentação, o Volvo 480 Turbo foi equipado com uma unidade turboalimentada controlada eletronicamente com intercooler que aumentou a potência para 120 cv e resultou em uma velocidade máxima superior a 200 km/h. Em 1993, o motor normalmente aspirado foi ampliado para 2 litros, resultando em 110 cv e características de torque muito melhoradas.
Modificação na miniatura
Na caixa ainda tem gravado Pilen
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Miniatura
Os bancos são rebatíveis.
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante Pilen AHC Models
Série
Referencia nº 483 preço 2328$00
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.
País - Holanda
Anos de fabrico a
168º Encontro de Clássicos Além Corgo, segunda a parte.
Os nosso amigos continuam a apresentar as novas máquinas, incluindo uma bicicleta.
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Romea 1959 de Francisco Pinto
O Tó Zé no Honda
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Mini 850 1964 de José Friande
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Renault Twingo de Diogo Gonçalves
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Mercedes SL 280 1994 de Carlos Durão
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Bugatti Atalante - Um olhar sobre as minhas miniaturas
Sim e porquê o azul. Pois, sempre pensei que existisse um,
Depois do
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/1451856.html
e do
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/bugatti-atalante-azul-um-olhar-sobre-1732956
veio este na esperança de encontrar o modelo real.
Modelo real
O Bugatti Type 57 e variantes posteriores incluindo os famosos Atlantic e Atalante foram um design de Jean Bugatti, filho do fundador Ettore.
Os Type 57 foram construídos de 1934 a 1940, com um total de 710 exemplares produzidos. A maioria dos Type 57 usava um motor de 3.257 cc de came duplo baseado no Type 49, mas fortemente modificado por Jean Bugatti.
Os clientes da Bugatti poderiam ter o melhor, mas a maioria escolheu os designs de Jean Bugatti no Type 57 o desempenho do Tipo 57 básico. Era capaz de atingir 115 milhas por hora (185 km/h).
Os carros Type 57 foram construídos em dois estilos de chassis; um chassi padrão que produziu um carro de altura convencional e o chassi 57S “Surbaissé” que colocou o carro próximo ao solo – baixando o centro de gravidade e criando uma aparência elegante e rebaixada.
O primeiro modelo Atalante a sair da fábrica Molsheim, a 26 de Agosto de 1936 pintado de azul e branco e vendido pelo piloto oficial e representante da marca Gaston Descollas, a Marcel-Louis Bertrand, para substituir um outro Type 57 que foi danificado num acidente. Seis meses após ser entregue a Bertrand, este emprestou o automóvel à mulher de Descollas, Claire, para efectuar o Concours International de Tourisme Automobile Femenin Paris-Vichy-St Raphael de 1937, uma competição reservada apenas a senhoras. Pouco tempo depois do rali, o automóvel foi pintado na cor que mantém hoje, preto e vermelho
O motor e o compressor Roots a debitar 200cv de potência, mantendo a sua rara carroçaria com tecto de abrir intacta, que se pensa ser o único em que este sistema ainda funciona, ainda que durante um período da sua vida, tenha sido equipado com um tejadilho de plástico.
O chassi 57801 um Gangloff foi o último Type 57 fabricado na fábrica da Bugatti em Molsheim. Após a guerra, a Bugatti retomou a produção de seus carros pré-guerra usando peças ainda na fábrica. O carro de Peter Mullin em Oxnard, Califórnia, Mullin é um exemplo, um projeto pré-guerra que foi construído em 1949, com sobras de peças nos anos seguintes à Segunda Guerra Mundial.
Modificação na miniatura
Agora sem as faixas brancas nas rodas e com o interior em beije claro.
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Miniatura
Os bancos são rebatíveis.
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante Solido
Série Láge d´or
Referencia nº 88 5-79 preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.
País - França
Anos de fabrico a
Mercedes Benz 190 Snobec - Um olhar sobre as minhas miniaturas
Mercedes-Benz 190 E 2.3/16 Snobec
Azul ou Amarelo
António Taveira ou António Conceição
Modelo real
A 8 de dezembro de 1982, a Mercedes-Benz apresentou o modelo W201 série 190,
A Mercedes queria o 190 E no desporto e para isso encomendou a empresa britânica Cosworth que desenvolvesse um motor com 320 cv (239 kW; 324 cv) conhecido como projeto WAA na Cosworth.. Como no Campeonato Alemão de Carros de Turismo, os carros tiveram que ser baseados em um modelo de estrada, a Mercedes, colocou em produção em série um 190 equipado com uma versão do motor Cosworth que se estreou em setembro no Salão Automóvel de Frankfurt de 1983,
Em Portugal, com o final do grupo B no Campeonato Nacional de Velocidade leva António Taveira adquire um Mercedes Benz ainda a aguardar as evoluções em curso num carro muito vistoso.
Para a prova do Grupo N, em 1985 é a grande sensação em Vila Real, com a estreia na sua Cidade do Mercedes-Benz 190 E 2.3/16 preparado pela Snobec Racing já com as válvulas recentemente homologadas em Gr N tem como companheiros os Renault GT Turbo a tentarem impor a sua habitual superioridade sem esquecer os BMW.
Nos treinos de Sábado , o nº 19 de António Taveira, foi o 4º melhor tempo com 3. 04,08 entre os 16 carros participantes com os Renault 5 GT Turbo maioritários.
No início da corrida foi esse o seu lugar ao passar por nós, mas a juventude do modelo e um despiste terminou a prova quando seguia em 7º lugar. No final, Jorge Petiz o vencedor em BMW.
No ano seguinte no grupo N António Taveira tem novamente os Renault 5 GT turbo maioritários, agora com 20 participantes.
Nos treinos e com o Nº 20 António Taveira faz 3. 1,60 e o 5º lugar é seu.
Partiu da terceira linha da meta e com a semelhança de andamentos, António Taveira é 7º, da geral, com a vitória de Ferreira da Silva em Ford Escort RST.
Em 1987 para a prova de produção o caro volta agora, pilotado por António Conceção onde vamos encontrar António Taveira num dos oito novos Ford Sierra Cosworth a liderarem uma das maiores grelhas de sempre.
No final o vencedor foi António Rodrigues e em 5º vimos António Conceição.com o nº 25.
Em Abril de 1989, o Mercedes Benz regressa agora com Lígia Albuquer que é 10º, enquanto na prova de Julho, abandona.
O carro voltou a Vila real 1991 com José Fernandes com o Nº 7 que ficou em 7º em Abril e em Julho com o mesmo número agora com Lígia Albuquerque nos treinos estava separado por cinco décimas de Miguel Lacerda. A corrida não se realizou devido ao acidente do Clio na Araucária.
Modificação na miniatura
A lista vermelha que debruava o carro do Taveira era por si só a mais complicada.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais e rápidas.
Fabricante Solido
Série Hi Fi
Referencia nº 1510 01-88preço 1280$00
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.
País - França
Anos de fabrico a
AutoClássico Porto, parte 3
A visita à AutoClássico no Porto, Salão Internacional do Automóvel e Motociclo Clássico na Exponor continuava …
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Lancia Delta - Um olhar sobre as minhas miniaturas
Lancia - Delta Hf Turbo 4WD SG N 18 Rally De Portugal 1988 Carlos Bica - Fernando Prata
Prenda de Natal 1994 e um Lancia que me trouxe recordações de quando fumava SG Ventil mas por vezes lá ia um SG Gigante.
Modelo real
O Lancia Delta é uma obra do designer italiano Giorgetto Giugiaro na Ital Design e apresentado em Setembro de 1979, para suceder ao Fulvia para o qual utilizaram a plataforma do Fiat Ritmo, A berlina de quatro portas estava disponível com motores de 1300 e 1500cc e com caixa automática, conquistou o título de Carro do Ano na Europa, logo em 1980.
A segunda série do Delta chegou em 1983, com a versão desportiva 1600 GT. alimentada pelo motor Lampredi com duplo comando de válvulas (105 cv) e travões a disco nas quatro rodas e meses depois, no Salão de Francfort surge a versão 1600 HF Turbo (130 cv), que ia de 0 a 100 km/h em cerca de 8 segundos com máxima de 195 km/h.
Em Avril de 1986, no Salão de Turin, os faróis retangulares deram lugar a dois pares de faróis redondos, quando surge a primeira versão desportiva, o Lancia HF 4WD com tração integral, cuja construção foi confiada a Steyr, motor turbo de 2 litros e 165 cv do Lancia Thema. Os 1.190 kg aceleravam de 0 a 100 km/h em menos de 8 segundos e a velocidade máxima era de 208 km/h. O torque máximo de 26,5 kgfm saltava para 29,6 kgfm em overboost.
O Delta HF 4WD dominou o Grupo A em 1987, ao vencer nove das 13 rallyes do mundial e consequente título com Juha Kankkunen , teve a sua primeira evolução, logo no Salão de Frankfurt do mesmo ano, o Delta HF Integrale, com rodas de 15 polegadas em guarda lamas alargados, redimensionamento da suspensão e travões e turbina Garrett T3 calibrada pela Abarth, para render 185 cv.
Para Portugal vem um Lancia HF 4WD, para a equipa Duriforte Construções /A Tabaqueira, onde nas primeiras provas do Nacional de Rallyes, o Sopete / Póvoa do Varzim e nas Camélias, foram terceiros e segundos na classificação geral
Na prova máxima do campeonato Nacional de Rallys o Rallye de Portugal Vinho do Porto, a terceira etapa do Mundial de Rallyes com a Lancia Martini a estrear o seu novo modelo de competição o Lancia Delta Integrale.
O Lancia Delta HF 4WD de Carlos Bica- Fernando Prata terminou na 9ª posição, sendo a segunda melhor equipa portuguesa, numa prova vencida pelo Massimo Biasion/ Carlos Cassina em Lancia Integrale e em 2º e 3º os Lancia Delta 4WD do Jolly Club.
No Rally do Porto iniciaram o ano de ouro, e no final Carlos Bica viria a ser o novo Campeão Nacional de Rallyes 1988 e na categoria de produção. com uma diferença de 0,5 pontos para Joaquim Santos.
Modificação na miniatura
Ainda não foram colocados os limpa para-brisas e os espelhos retrovisores.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante Vitesse
Série Special Models
Referencia nº SM 52 preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.
País - Portugal
Anos de fabrico a
AutoClássico Porto, parte 2
A visita à AutoClássico no Porto, Salão Internacional do Automóvel e Motociclo Clássico na Exponor continuava …
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Bugatti Royale Berline - Um olhar sobre as minhas miniaturas
Bugatti Royale Berline de Voyage by Ettore Bugatti (1930)
Chassis 41.150 desenhado por Ettore Bugatti, apresenta um visual estranhamente tradicional, o que é compreensível porque este carro, apesar do número do seu chassis, foi o primeiro Royale alguma vez concluído, sem contar o protótipo perdido.
Modelo real
Ettore Bugatti planeava construir 25 Royales, mas a Grande Depressão mostrou que nem mesmo a realeza e os aristocratas para quem ele apontava o seu modelo emblemático poderiam preencher a carteira de encomendas, pelo que apenas sete foram construídos.
O Berline de Voyage tem o chassi nº 41150 e foi o sexto Royale construído entre 1927 e 1933. foi equipado com um motor de oito cilindros em linha de 12,7 litros originalmente destinado ao Ministério da Aeronáutica Francesa. é o último exemplar sobrevivente feito.
O carro não foi vendido antes da Segunda Guerra Mundial, então a família Bugatti escondeu o Berline de Voyage dos nazistas atrás de uma parede de tijolos junto com os outros dois Royales: o Royale Kellner Coupé (chassi no.41141) e o Royale Coupé Napoleon (chassis no. .41100).
Após a guerra, o Berline de Voyage e o Coupé Napoleão foram vendidos por L'Ebe Bugatti a Briggs Cunningham. Por apenas US$ 600 por cada carro, porque o franco francês estava muito desvalorizado. O acordo incluía dois frigoríficos General Electric, luxos difíceis de encontrar na França do pós-guerra.
Cunningham restaurou os carros em França e importou-os para os EUA em 1951. para passas por numerosos colecionadores ao longo das décadas.
O segundo proprietário foi então Cameron Peck no início de 1952 que por sua vez o passou para o The Harrah Collection. No leilão da Harrah de 1986, foi arrematado para Jerry J. Moore, que o manteve por 1 ano e depois o vendeu. para Tom Monaghan 1991. O fundador da Domino's Pizza por sua vez vende-o para a Blackhawk Collection em Danville, Califórnia
Um “comprador desconhecido, não está claro se se trata da Volkswagen ou de um investidor coreano que o está preservando na Coreia.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante Rio
Série
Referencia nº 66 preço
Material – zamac
Material da placa de base – metal
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.
País - Italia
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