168º Encontro de Clássicos Além Corgo, quarta parte.
Com o Encontro de Clássicos Além Corgo quase a terminar.
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Matra Simca Tour de France - Um olhar sobre as minhas miniaturas
O meu primeiro Matra nos 1000km de Buenos Aires 1970
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/um-olhar-sobre-as-minhas-miniaturas-1079274
Durante a sua evolução, teve dois ailerons em 1970 nos 1000 km Brands Hatch de Jack Brabham /Jean-Pierre Beltoise o que indica que também seria uma possibilidade a par das duas vitorias no tour auto de 1970 e 1971 pelo recorte do cockpit e do arco de segurança a todo o cumprimento. embora a última versão seja a mais provável, embora lhe falte a entrada de ar invertida para o motor.
Modelo real
O Matra MS650 foi concebido para as 24 horas de Le Mans onde se esperam monstruosos Porsche 917 e Ford GT40 e Ferrari 512, equipado com um motor originalmente desenvolvido para a Fórmula 1, o MS650 era um protótipo desportivo criado especificamente para corridas de circuito
Matra modificou dois para o Tour de França Automóvel. Por mais improvável que fosse um carro para competir neste tipo de evento, Larrousse lembrou que ele era mais do que válido: “O MS650 era um protótipo, mas foi perfeitamente construído para todos os propósitos”.
Para o Tour de France Automobile em 1970 a Matra inscreveu os carros com que fazia o Campeonato e chegaram ao pódio.
O MS650 também teve de ser totalmente legalizada para circular em estrada, para que pudesse completar os troços entre as etapas cronometradas. De particular interesse foi a suspensão, como explica Larrousse: “O carro estava mais alto do que o normal, com suspensão de percurso mais longo.” Além de aumentar a altura do passeio, os amortecedores e as molas também foram suavizados para ajudar a eliminar os solavancos da estrada. Ventiladores elétricos adicionais também foram instalados para ajudar no resfriamento durante o trânsito. Um aro de largura total também foi instalado para o co-piloto. na carroceria especial com saliências muito curtas.
Os dois Matra MS650 fazem a dobradinha,
1º #146 Jean-Pierre Beltoise - Jean Todt Matra Simca MS650
4 minutos depois
2º #145 Henri Pescarolo – Johnny Rives Matra Simca MS650
Em 1971 voltaram e numa luta mais competitiva, o primeiro foi o #134 Gérard Larrousse - Johnny Rives Matra Simca MS650 Spider
E o segundo foi o #142 Juncadella / Guénard / JabouilleFerrari 512 M Escuderia Montjuich e assim terminou o recesso dos monstros ao Tour de France Automobile. Fiorentino e Gélin com o nº 135 desiste.
“Fui co-piloto de Patrick Depailler e depois de Jean-Pierre Beltoise no Tour de France Auto de 1970”, lembra Jean Todt, A sua preparação foi um pouco diferente do normal, não porque o MS650 fosse um protótipo, mas porque era aberto: “Na verdade, este carro estava aberto – era um Spider; tivemos que laminar os road books e modificar o sistema de áudio do carro, motorista/co-piloto.” Outras mudanças no cockpit necessárias para tornar a estrada MS650 legal incluíram a adição de um velocímetro. Com as velocidades que o Matra com motor V12 era capaz, nenhuma peça pronta para uso serviria. Em vez disso, o MS650 foi equipado com o velocímetro normalmente encontrado em um Lamborghini Miura.
Modificação na miniatura
Cortada a parte traseira, parte do cockpit para o copiloto e feito o arco de segurança a toda a largura, ainda pintei a faixa lateral de branco e assim ficou à espera dos decalques.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante Solido
Série
Referencia nº 178 6/70 preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.
País - França
Anos de fabrico a
Mercedes Benz - Sauber C11 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
Max Models - Mercedes Benz - Sauber C11 N 2 Siberpfeil 1990 Karl.Wendlinger - J.Joachin Mass SPA e mais uma nova marca de Miniaturas na minha colecção. Uma criação e fabricação de LBS 01870 Martignatt França
Modelo real
Jochen Neerpasch incluiu os três jovens pilotos vencedores da Fórmula 3 Alemã, em 1989, Heinz-Harald Frentzen, Michael Schumacher e Karl Wendlinger para formar o Mercedes Junior Team.
O C11 era tão bom que a Mercedes-Benz não resistiu em colocar seu nome nele para a temporada de 1990, feito quase inteiramente de fibra de carbono, apresentava uma nova caixa de velocidades transaxle de cinco marchas e um V8 biturbo produzindo cerca de 720 cavalos de potência. Rígido e muito bem equilibrado era tão leve que precisavam de lastro para ultrapassar do peso mínimo exigido de 1.984 libras.
Leo Russ, o projetista da equipe, deu atenção especial à seção anterior do carro. A frente era mais baixa e as caixas de roda tinham uma curvatura suave e envolvente em direção ao centro do carro o que ajudava o ar que não escorresse pelas laterais a ser direcionado para baixo do carro, para baixo do difusor dianteiro e gerando mais downforce ou para as entradas de ar do radiador e ajudar a resfriar o motor. Era uma solução relativamente simples, mas bastante inteligente.
O Chassi 90.C11.01 foi o primeiro C11 construído e na estreia teve o número 1 em Suzuka e com o número 2 na restantes provas Foi segundo em Monza por Karl Wendlinger e Jochen Mass e a dupla austríaca/alemã no final do ano venceu a ronda de Spa depois de partir em segundo.
“Foi o passo para o automobilismo profissional”, diz Wendlinger, “Talvez o motivo pelo qual eu goste tanto de lembrar disso seja porque foi a passagem de ser um piloto de Fórmula 3, limpando o carro e lavando os aros, para uma equipe profissional de fábrica. Foi um passo importante e foi um sucesso ao dirigir um carro muito competitivo, então talvez seja por isso que este é meu carro número um.”
A Sauber construiu quatro carros e um chassis sobressalente, com pilotos como Jochen Mass, Mauro Baldi e Jean-Louis Schlesser levaram o C11 à vitória e vencido todas as corridas, com a exceção da prova disputada em Silverstone e a Mercedes Motorsport a ficar com o título.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante Max Models / Danhausen Model Car
Série
Referencia nº 1003 preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.
País - West Germany, fabricado em França
Anos de fabrico a
Ferrari GTO Evolution - Um olhar sobre as minhas miniaturas
Uma nova marca mas, já velha conhecida do carrinhos de pista a Jouef, agora nas miniaturas estáticas.
Modelo real
Ferrari 288 GTO, originalmente Ferrari GTO, foi um super desportivo que nasceu da necessidade de criar um automóvel de estrada mais preformante, evoluiu para Ferrari 288 GTO Evoluzione e poder ser homologado na versão de corrida, como acontecia com todo o Grupo B e da vontade da Ferrari voltar às corridas de GT.
No entanto, com o fim do Grupo B nos ralis, levou também ao seu cancelamento nas pistas, fazendo com que o 288 GTO Evoluzione nunca tenha competido. Ferrari.
Em 1986, iniciou-se a produção dos exemplares bastante alterados e designados de 288 GTO Evoluzione, para as alterações poderem ser homologadas. Com algumas alterações, o motor, agora designado de F114 CK, passou a debitar 650cv às 7800rpm, o que conjugado com o novo desenho da frente, mais aerodinâmico e peso de apenas 940 quilos que tornava o automóvel mais eficiente, podendo atingir velocidades de 370km/h. já que foi projetado para competir em circuitos.
O fim do Grupo B nos ralis, considerados muito potentes e perigosos pela FISA levou também ao seu cancelamento nas pistas, fazendo com que o 288 GTO Evoluzione nunca tenha competido.
O cancelamento entrou em vigor a partir da temporada de 1987, a Ferrari decidiu mostrar o seu 288 GTO Evoluzione à imprensa automobilística no famoso teste de Imola, onde o diretor-gerente da Ferrari da época, Giovanni Razelli, afirmou: “Materiais leves de carroceria, como os usados no Evoluzione e no GTO, em breve encontrarão seu caminho em nossos carros de produção e, assim, fiel à filosofia da Ferrari, com o GTO projeto, demos mais valor aos objetivos técnicos do que ao sucesso comercial.” Com o carro a ser usado em testes de estrada que posteriormente apareceu em muitas das publicações automobilísticas do mundo.
Apenas cinco unidades do Ferrari 288 GTO Competizione tinham sido produzidas quando a sua produção foi encerrada, todos pintados de vermelho, entraram diretamente para a lista de um dos mais raros da marca italiana, e ficar para a história da marca como os últimos automóveis de competição concebidos sob a direcção de Enzo. Propriedade da Fábrica e em exibição na fábrica de motores em Maranello onde também podemos encontrar outro usado como protótipo durante o desenvolvimento do F40.
Um único 288 GTO Evoluzione tem registro rodoviário
Modificação na miniatura
Made in China estava tapado por uma etiqueta na caixa onde também dizia “Viatura montada por um conjunto de 90 peças das quais 12 em metal” embora estivesse gravado na base.
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Miniatura
Abre as portas, levanta a mala e o capot dianteiro e traseiro para ver o motor.
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante Jouef
Série
Referencia nº 3000 preço 10500$00
Material – zamac
Material da placa de base – metal
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.
País – França
Anos de fabrico a
Ford Sierra Cosworth Vila-realense - Um olhar sobre as minhas miniaturas
A última prova de António Taveira em Vila Real, o XXXI Circuito ,
Modelo real
Ford Sierra RS Cosworth Circuito de Vila real Julho de 1988
A prova da categoria de Produção, continuava com poucos inscritos e Vila real não fugiu novamente ao momento, os inscritos continuavam a ser os mesmos e mais parecia um pequeno Trofeu Ford a continuar como em Abril. Oito inscritos compareciam com Ford. onde 7 eram Sierra e um Escort, o de Jorge Correia, ao que se acrescentava o Renault 5GT Turbo de Herminio Alves.
Nos treinos cronometrados de Sábado o mais rápido foi Ni Amorim seguido de Adriano barbosa, António Barros , Araújo Pereira , e António Taveira que partia na terceira linha da grelha . e a seu lado Fernando Peres , José Peres e Jorge Correia e na quinta linha está Hermínio Alves no Renault.
Os pneus eram determinantes com os três dos seis pilotos dos Sierra a dividirem-se entre os Michelin S9A e outros três com os Avon.
Condicionada pelas elevadas temperaturas, eram 40 graus na partida, com Ni Amorim a ser o mais rápido iniciando uma liderança que se prolongou por toda a prova enquanto os adversários se debatiam com os problemas de aderência nos pneus, foi o mais rápido seguido de Adriano Barbosa com Adriano Barbosa no segundo lugar. Seguidos de Araújo Pereira, António Taveira, António Barros e Fernando Peres. procuravam manter os lugares até que um furo o leva para a Boxe, entra também Adriano Barbosa e Antonio Taveira . António Barros muda de pneus por precaução. Araújo Pereira é segundo seguido de José Peres, 4º Fernando Peres, 5º Jorge Correia, 6º António Taveira, 7º António Barros 8º Adriano Barbosa e Herminio Alves.
Modificação na miniatura
Foram colocados os decalques que faltavam.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas têm pneus de borracha
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante Troféu
Série
Referencia nº 0118 preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.
País - Portugal
Anos de fabrico a
Triumph TR2 1955 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
998ª – Triumph TR2 1955 open cabriolet Vitesse m
Triumph TR2 1955
Depois de uma troca
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/triumph-tr-2-um-olhar-sobre-as-minhas-1688535
um esquecimento...
Modelo real
A Triumph absorvia a Standard Motor Company em 1944 e tinha no Triumph Roadster da Standard com pouca potência e desatualizado. Sir John Black, chefe da Standard Motor Company, após tentativa fracassada de aquisição da Morgan, projeta um carro desportivo, para a plataforma de distância entre eixos de 91 polegadas, com componentes do Triumph Mayflower e o motor do Standard Vanguard, a pensar na economia,
O protótipo do Triumpf 20TS, posteriormente conhecido como TR1, foi exibido em outubro de 1952 no Salão Automóvel de Londres, mas, era um veículo de estrada sofrível, mas um ponto de partida brilhante, apesar do motor de baixa potência para um carro desportivo adequado, tinha manuseio ruim, pelo que Black pediu ao engenheiro de desenvolvimento e piloto de testes da BRM, Ken Richardson, para o avaliar, e que o declarou que era uma "armadilha mortal", e elabora novo projeto para o melhorar, um novo design, e um ano depois, o TR2 foi revelado.
O Triumph TR2 foi apresentado em março de 1953 no Salão Automóvel de Genebra, tinha um chassis tipo escada simples, uma carroceria mais longa e um porta-malas maior, agora com uma boca enorme para refrigerar o motor,
O Triumph TR2 onde TR significa Triumph Roadster, produzido pela Standard Motor Company no Reino Unido. usa o motor do Standard Vanguard de quatro cilindros e válvulas suspensas de 1991 cc de dois carburadores SU tipo H4 e uma transmissão manual de quatro velocidades, com overdrive de marcha superior opcional. Os tavões a tambor Lockheed forneciam a força de travagem e as rodas eram de arame ou disco. O chassi foi suspenso por uma suspensão independente de mola helicoidal na frente e um eixo ativo com mola na parte traseira. De zero a sessenta mph foi alcançado em 11,9 segundos, com velocidade máxima alcançada em 107,3 mph.
O primeiro exemplar de produção saindo da fábrica da Triumph em Canley em agosto de 1953, com as portas até à base da carroceria, ficando conhecidos pelos “Longdoor”. Pouco depois, a fábrica reduziu a altura das portas, pois batiam nos passeios ao abrir, sendo incómodas para os condutores, sobretudo por em Inglaterra se conduzir pela esquerda.
Modificação na miniatura
A miniatura do TR3 deu origem ao TR 2 com muita facilidade, ou seria o contrário.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante Vitesse
Série
Referencia nº243 preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.
País – Portugal, feito na China
Anos de fabrico a
Jaguar SS 100 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
Replica, Recreação ou KitCar, eis questão, quando por vezes podiam exibir a marca Jaguar SS 100
A réplica Phanter
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/tag/miniatura+jaguar
Quando um carro passa mostrando toda a sua imponência deslizando, recuamos ao ano do seu fabrico, mas só quando se olha de perto é que se pode ver o gene daquelas linhas distintas. E as surpresas acontecem…
Alan Clark possuía um SS Jaguar 100 e, durante o seu tempo no governo de Margaret Thatcher, era frequentemente visto no seu SS100 para longe da Câmara dos Comuns e eu como mutos gostava de ter uma réplica do vencedor do Circuito de Vila Real.
A miniatura da Solido faz-me lembrar um anúncios nas revistas americanas da Cerveja Michelob Dark omde se podia ler Beba Michelob e ganhe uma réplica do Jaguar SS-100
Modelo real
Uma série de réplicas e recriações do Jaguar SS100 com diferentes qualidades de materiais e execução foram fabricadas desde 1960.
Uma réplica do Jaguar SS Squire 1938 construído na Itália são agora considerados extremamente colecionáveis. carro está equipado com uma capota flexível. originalmente construídos para o mercado dos EUA Já que todos foram construídos em LHD.
Fabricantes como a Birchfield Motor Company, a Steadman Motor Company, a Suffolk Sportscars e a Finch Motor Company, nos últimos anos, mesmo essas réplicas rivalizam com os reais nas concentrações, ralis e nos até nos preços.
Durante as décadas de 1970 e 1980, inúmeros carros neoclássicos foram construídas um pouco por todo o mundo, incluindo Portugal, com base em chassis Volkswagen refrigerados a ar,, Ford Pinto, Pontiac Fiero e Chevrolet Chevette muitos disponíveis já no ferro-velho. Alguns foram construídos a partir de kits em garagens e quintais, enquanto outros ganharam forma em fábricas, e um dos mais badalados foi o kit da Antique and Classic Automotive "1937 Jaguar SS-100". Reconhecendo a conveniência do A&CA SS-100 em 1986, a Anheuser-Busch criou esta promoção para oferecer um desses carros a um apreciador do Michelob Dark Classic.
De todos os kits cars baseados no VW Beetle refrigeradas a ar, o Antique and Classic Automotive Jaguar SS-100 era um dos mais elegantes que também fabricava as replicas do Bugatti , Alfa Romeo, Bentley e Frazer Nash .
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante Solido
Série
Referencia nº 4002 preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.
País – França
Anos de fabrico a
Bugatti - 57s Roadster Carené - Um olhar sobre as minhas miniaturas
Prenda de Natal 1994
Bugatti - 57s Roadster Open Caréné Protótipo 1936
Um original e pelo menos duas réplicas
Duas referencias e 3 cores a 170 era azulada e com capota
Modelo real
Jean Bugatti idealizou um automóvel somente para exposições o Bugatti T57 S Roadster que apresentou no 30º Salão Automóvel de Paris, em outubro de 1930 e muito bem aceite pela imprensa principalmente pelo design extravagante, era um espetacular Roadster cuja principal característica residia nos seus guarda lamas dianteiras cobrindo completamente as rodas e girando com elas com uma articulação tão curiosa quanto sofisticada. Revelava uma aparência extremamente desportiva e futurista. acompanhada por uma pintura especial e inédita utilizada, com a ajuda de escamas de truta moída foi possível obter um efeito de pintura metálica mais do que extraordinário para a época. Tecnicamente, o veículo era bastante imaturo. As massas não suspensas resultaram em peso excessivo. Além disso, os travões não podiam ser arrefecidos adequadamente. Para o Salão Automóvel de Genebra em 1937, o roadster foi adaptado e mostrado novamente agora com para-lamas dianteiros modificados e mais clássicos e vendido ao pintor André Derain. Chamado de Roadster “Antibes” devido à sua cor “verde antibes” ou “verde claro”, é o chassi nº 57385
Em 1954, recebeu uma moderna carroceria e dois anos depois, foi roubado em Paris.
Em tons de bege vamos encontrar o Bugatti Type 57S Roadster réplica de Jean De Dobbeleer, o conhecido revendedor belga de centenas de Bugattis após a Segunda Guerra Mundial, montou carros inteiros com peças diretamente da fábrica, enquanto as fábricas em Molsheim procuravam a sobrevivência, De Dobeleer comprava Bugattis de toda a Europa, restaurando-os e vendendo-os em todo o mundo, através da sua concessionária em Bruxelas a ser o local ideal para adquirir um Bugatti. Em 1971, o colecionador Jean de Dobbeleer contratou o especialista Bats para reconstruir o Roadster para ele, na configuração original do mostrado no Salão Automóvel de Paris, com chassis nº 57555 no qual utilizou um motor e chassis Tipo 57 e a atenção meticulosa à carroçaria e aos detalhes originais
Apresentado na edição de junho de 1975 da Road & Track Magazine, naquela época, o carro tinha acabamento exterior creme.
Este Bugatti juntou-se à nossa coleção Blackhawk Collection pela primeira vez em 1989 com a cor vermelha, a peça central da nossa exposição atual e que levou muitos a acreditar que se tratava do original.
O azul surge depois de todos os vestígios do exclusivo Bugatti T57 S Roadster, foram perdidos e devido a esta singularidade, uma “recriação” detalhada foi agora construída sob a direção do diretor do museu Horst Schultz, do Museum Autoviion, e exibida no museu da cidade de Molsheim a tempo para o Enthusiast Bugatti Festival em Molsheim em França em 2016. Com a pintura extravagante do veículo exclusivo de apresentação de feiras é particularmente eficaz à luz direta do dia! e visto no Museu Altlußheim AUTOVISION.
https://www.museum-autovision.de/the-last-french-bugattis.html
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante Brumm
Série Oro
Referencia nº 69 preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.
País – Itália
Anos de fabrico a
168º Encontro de Clássicos Além Corgo, terceira parte.
Continuação do Encontro de Clássicos Além Corgo onde os visitantes ponderam apreciar as várias máquinas que a pouco e pouco iam chegando e conversar um pouco com os amigos presentes e lembrar alguns ausentes .
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Autocarro da Carris - Um olhar sobre as minhas miniaturas
Modelo real
A marca Leyland é conhecida pelos autocarros que em 1968 quando Leyland Motor Corporation e da British Motor Holdings se fundiram para constituir o quinto maior grupo automobilística do mundo. a British Leyland Motor Corporation,
Agora os automóveis britânicas não existe mais, o que resta no território governado pela Rainha Elizabeth foram fabricantes pequenos artesanais de baixo volume.
Os autocarros da Leyland eram muito conhecidos em Lisboa Porto Coimbra, pintados na característica cor verde escura os LEYLAND Atlantean LPDR1/1, da série de 30 renumerada em 220-250, com carroçarias fabricadas pela DALFA, de Ovar, e uma versão mais actualizada da 1.ª Série de autocarros do mesmo modelo (72 a 81, posteriormente renumerados 211 a 220), com carroçarias produzidas pela SALVADOR CAETANO, de V.N.Gaia, a partir de um Projecto inicial da Inglesa METRO-CAMMELL. Aliás, o primeiro da série (72 -> 211, CE-57-01) tinha mesmo uma carroçaria produzida pela firma inglesa e montada em Portugal pela Salvador Caetano.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante MetOsul
Série
Referencia nº preço
Material – zamac
Material da placa de base – zamac
A base está junta à carroçaria
Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.
País - Portugal
Anos de fabrico a
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