Elizalde Tipo Rainha Victoria Eugénia - Um olhar sobre as minhas miniaturas
O meu pai ofereceu-me as vitrinas fixas na casa nova, e eu comecei a trazer as minhas miniaturas no Verão de 1966 para Entre caminhos. Este elizande ainda tem o pó de quando veio para cá e que agora vai servindo para identificar as miniaturas já publicadas.
A versão com capota do
https://manueldinis.blogs.sapo.pt/elizalde-tipo-20-1914-cabriolet-um-1229976
Modelo real
Elizalde Tipo Rainha Victoria Eugénia
Um protótipo ainda sem travões dianteiros, participou na II Vuelta a Cataluña, realizada em Junho de 1916, ainda com nome diferente pois a autorização para uso do nome verdadeiro data de janeiro de 1917. dirigido por Salvador Elizalde, ficando em terceiro lugar na categoria.
O Salão Automóvel de Barcelona de 1919 viu estrear esta variante do Type 20. O motor é uma evolução do motor monobloco Super 20 de válvulas laterais, com cilindrada aumentada, mais 5 mm de diâmetro e 20 mm mais curso o que elevou para 3.016 cc e uma transmissão de quatro velocidades em vez das três habituais. A potência efetiva do motor era de 45 cv.
A Auto Moto indicava que «as alterações introduzidas foram o sistema de combustível a gasolina entregue através de um depósito intermédio entre o depósito traseiro e o carburador, onde o nível de gasolina era sempre constante, a suspensão cantilever dianteira e traseira, que deveria tornar o carro muito condução suave e sistema de travagem nas quatro rodas perfeitamente compensado».
O desenvolvimento mais notável no RVE foi a travagem nas quatro rodas, pois normalmente era utilizado o sistema de travagem traseiro. A Hispano-Suiza também começou a fazê-lo nesse mesmo ano, no H6, Curiosamente, Arturo Elizalde levou dois anos para registrar a patente, o que ele finalmente fez em 1921.
As alavancas da caixa de velocidades foram deslocadas para o centro do chassis, obrigando o condutor a acioná-las com a mão esquerda pois o volante continuava localizado à direita. Uma carroceria de quatro portas também podia ser montada. mas uma de sete lugares, cabriolet e também em torpedo, conhecida como de luxe.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante Eko
Série
Referencia nº preço
Material – plástico
Material da placa de base – plástico
A base está colada à carroçaria
Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.
País - Espanha
Anos de fabrico a
Daytona cabriolet - Um olhar sobre as minhas miniaturas
Ferrari Daytona Spider 365 GTB/4 1971
Modelo real
365 GTS/4 Daytona 1971
O Ferrari 365GTB/4 foi apresentado no Salão de Paris de 1968 a carroçaria foi realizado por Scagliettti segundo os planos da Pininfarina com uma ligeira alteração na frente para satisfazer as normas americanas.
Leonardo Fioravanti, que já havia trabalhado no estilo da Dino Ferrari. A purou a versão conversível do 365 GTB4 apresentado no Salão Automóvel de Frankfurt de 1969, mantendo as características mecânicas e o desempenho do coupé.
Nos Ferrari, os três algarismos 365 referiam-se à cilindrada unitária do motor, e o algarismo 4 era o número de árvore de cames do V12.enquanto o GTB é o acrónimo para Gran Turismo Berlinetta. Daytona, o nome pelo qual ficou conhecido, em alusão à vitória da Ferrari nas 24 horas de Daytona de 1967.
Nos anos 80 a série policial da televisão norte-americana Miame Vice tinha um Daytona descapotável preço, que todos admirávamos, somente actualmente sabemos que o Daytona da série era na realidade… um Corvette réplica fabricada por Tom McBurnie com carroceria em fibra de vidro e motor V8 350, a Ferrari “Daytona” americana construída a partir de chassis e mecânica do Chevrolet Corvette C3, novinho na época. Dois exemplares foram construídos para a série. um para divulgação e outro para as gravações.
A velocidade máxima é de 280 km/h, um peso de 1200 kgs, o 365 GTS/4 Daytona Spider 4 V12 está equipado com um motor V de 12 cilindros atmosférico, a Gasolina, com o código de motor Ferrari Colombo V12 Tipo-251.que produz uma potência máxima de 352 CV às 7500 rotações e um binário máximo de 432 Nm às 5500 rotações. uma caixa de velocidades é manual de 5 velocidades, e de tração é traseira.
O modelo 365 GTS/4 Daytona Spider foi vendido a partir do ano 1971 até 1973, num total de 1.406 ou seja 156 coupés com volante à direita, 122 spyders de fábrica, dos quais 7 são com volante à direita e os 15 carros de competição.,.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante Rio
Série R
Referencia nº R1 preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.
País – Itália
Anos de fabrico a
Porsche 944 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
Porsche 994 1982
Modelo real
O Porsche 994 foi apresentado no Salão de Francfort em 1981 com uma semelhança exterior ao 924 Carrera GT da qual deriva.
A linha da carroceria dos dois carros é notoriamente semelhante, elas não são exatamente iguais, foi redesenhada com contornos consideravelmente mais marcantes, adicionam ainda mais agressividade, partilha a sua útil configuração interior de um 2+2, continua a ser um transaxle, ou seja, tem o motor colocado na frente, mas a caixa de velocidades montada na traseira, onde temos também a tração, aspetos que lhe conferem uma dinâmica muito interessante graças a uma boa distribuição de pesos.
O spoiler dianteiro pintado na cor exterior com amortecedores de borracha quadrados, bem como os guarda lamas muito mais largos e ligeiramente angulares distinguiam claramente o 944 do 924.
O 944 também apresentava um motor de quatro cilindros em linha de 2,5 litros, metade do V8 do Porsche 928, é bastante convencional, com injecção electrónica Bosch Jetronic, passou a ser o maior motor de 4 cilindros do mercado, a Porsche viu-se forçada a dotá-lo de veios balanceiros licenciados da Mitsubishi.
As primeiras versões debitavam cerca de 163 cv, com quase 220 cv para o Turbo, também conhecido como 951.
Em Maio de 1985, um restyling no 944 mostrava um novo tablier, novas motorizações e acima de tudo, o surgimento do 944 Turbo, com um para-choques frontal redesenhado em peça única, com faróis de nevoeiro e luzes de presença incorporados na mesma óptica e um spoiler traseiro tendo em vista aumentar a carga aerodinâmica traseira.
O Porsche para a competição monomarca, o Porsche 944 Turbo Cup não era muito diferente do 944 Turbo. um pouco mais de peso foi adicionado pela gaiola de alumínio Matter, economizado com a remoção da vedação inferior e a omissão de aparelhos elétricos desnecessários, como vidros elétricos. além de Fuchs dianteiros de oito polegadas de largura e traseiros de nove polegadas de largura envoltos em Pneus 245/45/16 e 255/40/16 respectivamente.
A transição do combustível com chumbo para o sem chumbo estava no horizonte, então a Porsche insistiu que os carros da Turbo Cup funcionassem com conversores catalíticos, uma tecnologia em sua infância na época, embora valha a pena notar que o 944 Turbo foi o primeiro carro a produzir uma potência idêntica com ou sem um catalisador instalado. Além de garantir que os carros participantes fossem ambientalmente aceitáveis, o objetivo era avaliar o desempenho de um escapamento catalisado em temperaturas plenas de corrida.
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Miniatura
Abre as portas.
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as opcionais BBS.
Fabricante Solido
Série Hi Fi
Referencia nº1502 preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.
País - França
Anos de fabrico a
Chevrolet Corvette Pace Car- Um olhar sobre as minhas miniaturas
Chevrolet Corvette C4 Cabriolet-Pace Car 1986
Uma visita que todos certamente terão feito.
Modelo real
Ao fim de dez anos de ausência. uma versão conversível voltou novamente para 1986, ao lado do coupé.
A GM, encontrou a oportunidade perfeita em 1986, quando colocou o Corvette para ser o Pace Car da 500 Milhas de Indianápolis daquele ano.
Pela primeira vez que o Corvette conversível seria feito pela própria GM, com um monobloco desenvolvido para ser conversível uma vez que os Corvette das duas gerações anteriores eram convertidos a partir dos coupês, e tinham baixa rigidez estrutural.
Uma joint venture entre a Chevrolet e a ASC, onde a estrutura monobloco do carro foi consideravelmente revista, em parte pela reengenharia de seções da estrutura original pela adição de rigidez com um suporte em X sob o piso da cabine,
O sistema de travagem antibloqueio derivado da Bosch, que agora é padrão em ambos os estilos de carroceria reduziu a distância de travagem a 70 mph é de apenas 164 pés, a segunda mais curta medida para um carro de produção. pela Car and Driver
O VATS, o novo Sistema Anti-Roubo de Veículos da Chevrolet, era uma nova tecnologia, antifurto passivo Pass Key I, em que cada chave continha um pellet especial que podia ser detectado e identificado. pelo sistema do carro, na resistência elétrica
O Corvette de 1986 foi o Pace Car das 500 Milhas de Indianápolis onde a GM não fez uma série limitada de réplicas do Pace Car da Indy 500, como o fizera em 1978.
Para não se repetir o sucedido em 1978, e evitar reproduções de fundo de quintal baseadas num Corvette qualquer, decidiu que todos os Corvette conversíveis de 1986 fossem réplicas do Indy 500 Pace Car. vendeu 7.315 unidades, 21% da produção anual do Corvette e todos eram “versões especiais”, com autocolantes “Official Indianapolis 500 Pace Car”. mesmo os que não fossem amarelos como o Pace Car oficial.
Em 1995 o Corvette voltou a ser o Pace Car oficial da Indy 500 e a GM novamente aproveitou para lançar uma série especial de réplicas como fez em 1978 e 1986. Voltando a um modelo com características próprias e exclusivas, em produção limitada, que agora não podia ser reproduzido usando um Corvette comum.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante Solido
Série Hi Fi
Referencia nº preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.
País - França
Anos de fabrico a
Chefe Artur 1932 2023
Mais um amigo que parte.., Na sua passagem por Vila Real
Artur Fernandes de Carvalho e Costa
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Presente em todos os Circuitos de Vila Real
Até um dia.
168º Encontro de Clássicos Além Corgo parte 2
A ameaça de chuva, mas o 168º Encontro de Clássicos Além Corgo, prosseguia com os mais destemidos.
Somente uma nova máquina esteve presente, o Toyota Starlet de 1982 do nosso amigo José Matos
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Dodge Pick Up Sun Club - Um olhar sobre as minhas miniaturas
Dodge Pick Up Truck Sun Club um dos modelos que estiveram á venda no Supermercado Mira Corgo.
Modelo real
No início de 1921, a Dodge havia contratado os três irmãos Graham para construir caminhões usando componentes Dodge.
A Chrysler Corporation adquiriu a Dodge em 1928, e os caminhões construídos pela Graham Brothers. Em 1930, os caminhões Graham Brothers passaram a caminhões Dodge. De 1933 em diante, os caminhões Dodge passaram a ser movidos por motores de seis cilindros usados nos Plymouth.
A Dodge produziu algumas picapes muito confiáveis e elegantes durante esses anos, como o modelo KC de 1/2 tonelada, em 1935.
A Chrysler abriu em 1938.a maior fábrica de caminhões do mundo, custou mais de US$ 6 milhões e estava localizada em Warren, Michigan.
O primeiro veículo totalmente novo da Dodge pós-Segunda Guerra Mundial foi uma carrinha com um novo design muito limpo, com um perfil aredondado e em conjunto com a Studebaker, iniciou a tendência de integrar os pára-lamas dianteiros como um componente conciso do caminhão, e a integrar os também os faróis
A Dodge deu à sua linha de caminhões uma grande remodelação 1939, e atualização em 1940 com apenas algumas pequenas alterações.
A série Dodge TC 1939 exibia chapas metálicas totalmente novas no modelo anterior de 116 pol. distância entre eixos. O sedã comercial, o Westchester Suburban e o painel elevado do teto se foram. A nova linha era composta por modelos captador, painel, capota e tela.
O equipamento incluía, amortecedores dianteiros e traseiros; pneu sobressalente e câmara de ar; pára-choque dianteiro; pára-choque traseiro nos modelos de painel; Ornamento do capô; vidro de segurança; buzina elétrica; combinação de luz de freio e lanterna traseira; suportes de matrícula; conjunto de ferramentas; velocímetro; medidor de combustível; medidor de pressão de óleo; amperímetro; indicador de temperatura do motor; acelerador de estrangulamento; faróis altos; porta-luvas; ventilação do capô; e limpadores de pára-brisa a vácuo. Os modelos de painel, capota e tela vieram com um único assento anatômico.
Em 1940, um ano após a grande reformulação, a série de meia tonelada continuou com alterações mínimas, mas a designação da série foi renomeada para VC. A potência do motor no seis cilindros em linha de 201 cilindradas foi aumentada de 70 para 79 e o torque máximo aumentou de 148 para 154 lbs.-ft. Os faróis selados também eram novos, assim como um gerador com capacidade de 35 A para alimentá-los. O peso bruto máximo foi aumentado de 4.000 para 4.200 libras.
A picape de meia tonelada tinha um preço base de US$ 590 e pesava 2.950 libras.
As vendas de caminhões Dodge aumentaram 13,1% em 1940, para 54.323, mantendo a Dodge em quarto lugar na venda de caminhões. As vendas governamentais também foram boas à medida que o Exército se preparava para a guerra na Europa. A Dodge vendeu mais de 10.000 modelos de meia tonelada e mais de 8.000 1 1/2 toneladas.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante. Solido
Série Age D´Or
Referencia nº 4421 preço 1080$00
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.
País - França
Anos de fabrico a
Rolls Royce Corniche - Um olhar sobre as minhas miniaturas
O último Corniche construído em 1995 pela Rolls-Royce foi um Corniche IV descapotavel H J Mulliner, Park Ward Ltd Chassis no. SCAZD02C5SCH50170 e era azul
Modelo real
A construção pela Rolls-Royce do seu novo Silver Shadow 2 portas em conjunto com o Bentley Série T, exigiu a reorganização do construtor interno de carrocerias HJ Mulliner, Park Ward, para permitir-lhe produzir novos designs utilizando o chassis Shadow. esses modelos finais de carroceria foram limitados a apenas dois, um coupé de duas portas ou conversível semelhante, o primeiro chegando em março de 1966 e o último em setembro do ano seguinte. ano. Alguns dos painéis frontais foram compartilhados com o sedan de quatro portas, mas fora isso as novas carrocerias eram únicas, apresentando uma linha de asa superior inclinada distinta com vinco paralelo e parte posterior revisada e mais arredondada. A construção envolveu o transporte das carrocerias entre a fábrica de Crewe e a fábrica da MPW em Willesden, um processo necessariamente demorado que levou 20 semanas para o sedã e um pouco mais para o conversível mais complexo.
Esses carros exclusivos foram construídos à mão de acordo com as melhores tradições da construção de carrocerias britânica, usando apenas materiais da mais alta qualidade, incluindo carpetes Wilton, couro Connolly e folheados de nogueira. Sombra.
No entanto, a procura por estas alternativas mais glamorosas ao muito mais numeroso modelo de quatro portas foi forte desde o início, uma situação que resultou na atribuição do seu próprio nome de modelo 'Corniche' em Março de 1971. Na forma Corniche o V8 de 6,7 litros da Rolls-Royce produziu cerca de 10% mais potência do que o padrão e provou ser capaz de impulsionar o carro a uma velocidade máxima superior a 190 km/h com aceleração superior a um carro desportivo correspondente.
Apesar do preço altíssimo, o modelo foi um grande sucesso para a Rolls-Royce; periodicamente revisado e atualizado, permaneceu em produção sendo os últimos exemplares conversíveis entregues em 1995, época em que o carro estava sendo fabricado na forma Mark IV.
Este exemplar em azul, é um MkIV, o último da série Corniche produzido, foi colocado à venda pela Bentley Motors.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante Solido
Série Hi Fi
Referencia nº 1511 preço 1080$00
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.
País - França
Anos de fabrico a
Itala - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1º Targa Florio Alessandro Cagno 1º classificado
Modelo real
Vincenzo Florio, nasceu em Palermo em 18 de Março de 1883 e deu o seu nome à Coppa Florio em 1900 e também à Targa Florio onde se envolveu, implicando todo o seu empenho e contactos internacionais que a tornaram na mais importante prova automobilística europeia.
O percurso era de aproximadamente 150 quilômetros, em estradas não projetadas para automóveis. A rota levou os motoristas por estradas montanhosas traiçoeiras, com curvas fechadas e quedas acentuadas, em alturas onde ocorriam frequentemente mudanças climáticas severas. Como se isso não bastasse, os motoristas também tiveram que enfrentar lobos e bandidos. E a corrida seria de três voltas do percurso. Com uma distância total de corrida de 277 milhas,
Havia poucas regras para a corrida, onde pelo menos dez modelos idênticos foram construídos. 22 carros foram inscritos, mas, devido a uma greve nas docas de Gênova, as equipes Darracq e Mors foram retidas.
A 6 de Maio de 1906, foi a primeira corrida Targa Florio, com onze veículos na lista de inscritos.
Dez automoveis iniciaram a corrida depois do La Buire , de Paul Mottard , ficou danificado em um acidente nos treinos. Dos cinco Italas incritos, quatro eram carros de fábrica, eram dotados de motores de 5 cilindros de 7,3 e 8 litros respectivamente, os 35/40 CV eram dirigidos por Alessandro Cagno , Ettore Graziane , Victor Regal e Pierre de Caters . A Fiat relatou 20/40 HP para Vincenzo Lancia e Clément-Bayard para os irmãos Fournier. Hubert Le Blon , um Hotchkiss, o mecânico que viajava com ele era sua esposa. O co-piloto de Paul Bablot no Berliet de fábrica teve como piloto Jean Porporato .
Após 9 horas, 32 minutos e 22 segundos de pilotagem no tortuoso circuito, Alexandre Cagno venceu a corrida, com placa de ouro maciço. A vitória foi de foi alcançada a uma nedia de 29,07 mph. Ele foi seguido até o final por outros 5 carros, incluindo outros três Italas na segunda, quarta e quinta posições.
A Companhia Itala foi formada em 1904, em Torino, por Matteo Ceirano e Guido Bigio. Como muitos fabricantes de automóveis. Esses veículos tinham motores grandes, um modelo de 14,8 litros e 5 cilindros que venceu a Coppa Florio de 1905, um ano depois, vencendo a Targa Florio inaugural. 1907 viu o conde Scipione Borghese dirigindo um modelo de 7.433 cc, 35/45 cv, vencer a corrida motorizada de Pequim a Paris, por três semanas. Isso também foi apoiado por uma vitória na Coppa della Velocita.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante Rio
Série
Referencia nº 1 preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.
País - Italia
Anos de fabrico a
Chevrolet Camaro 1983 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
Chevrolet Camaro - 1982
Modelo real
A terceira geração do Chevrolet Camaro continuou com a plataforma F-body da General Motors.
O moderno design americano do Camaro incluía uma grande e complexa janela traseira a refletir os avanços recentes no design dos vidros dos automóveis. O para-brisas dianteiro reclinou-se em 62 graus e o banco traseiro rebatia-se para expandir a bagageira, que era acedida através de uma grande porta traseira.
Iniciada a produção em 12 de outubro de 1981 o Camaro foi posto á venda em Dezembro de 1981, como modelo de 1982. O primeiro Camaro com carroceria hatchback tinha como opções a injeção de combustível de fábrica e motor de quatro cilindros. O Camaro Z28 foi o Carro do Ano da revista Motor Trend em 1982.
Estavam disponíveis três modelos: Sport Coupe, Berlinetta e Z28. 173.000 Camaros foram vendidos nos Estados Unidos em 1982. onde 12 por cento dos compradores preferiram o quatro cilindros, 37 por cento o V6, enquanto 51 por cento optaram pelo V8.
O Sport Coupe estava equipado com o motor LQ9 de quatro cilindros de 2,5 L (151 pol. cúbicos). O LC1 V6 de 2,8 L (173 pol. cúbicos) e o LG4 V8 de 5,0 L (305 pol. cúbicos) eram opcionais. Calotas tipo prato para cachorro eram padrão; as tampas completas das rodas eram opcionais, assim como as rodas de rally de aço e cinco raios de 14 x 7 polegadas na cor da carroceria.
O Berlinetta veio com o 2.8 LC1 V6 padrão ou o 5.0 LG4 V8 opcional. Este pacote também ostentava rodas exclusivas de alumínio com aletas de 14x7 polegadas com detalhes dourados e uma tampa central 'Berlinetta'. Suas próprias listras na parte inferior do corpo, o emblema dourado 'Berlinetta' e os bolsos dos faróis foram pintados em uma cor de destaque.
O Z28 veio de fábrica com o 5,0 L LG4 V8 de 4 barris avaliado em 145 cv (108 kW) e estava disponível com uma transmissão manual de quatro velocidades ou uma transmissão automática TH200 lockup de três velocidades. O LU5 duplo TBI 'Cross Fire Injection' 5,0 L (305 pol. cúbicos) opcional com entradas de capô funcionais foi avaliado em 165 hp (123 kW) e estava disponível apenas com transmissão automática.
Os Z28s incluíam capôs SMC leves de fibra de vidro com abas funcionais de indução de ar no capô em carros RPO LU5. O Z28 tinha um nariz diferente, um spoiler traseiro de três peças e saias dianteiras, laterais e traseiras em prata ou ouro. Logo acima da saia havia uma faixa de três cores na parte inferior da carroceria que circundava o carro. Os bolsos dos faróis do Z28 eram pretos. O padrão eram as novas rodas de cinco raios em alumínio fundido de 15 x 7 polegadas com detalhes em prata ou ouro. Os emblemas do Z28 apareceram no para-choque traseiro direito e nas saias laterais.
No Salão Automóvel de Genebra de 1982, foi apresentada uma versão especial para a Europa, o Camaro Z28E. O "E" significava "Exportar" O Z28E recebeu o V8 de 5 litros com carburador DIN de 157 cv (155 cv; 115 kW), enquanto o V6 de 2,8 litros de 108 cv (107 cv; 79 kW) foi logo adicionado à linha.
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Miniatura
Abre as portas.
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante Solido
Série Hi Fi
Referencia nº 1503 03/83 preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
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País - França
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