Peugeot 504 coupé - Um olhar sobre as minhas miniaturas
Safari Rally de 1981 Jean-Claude Lefebvre 15 Jean-Claude Lefèbvre - Christian Delferier Peugeot 504 Coupé V6 GR4
Um dia cheguei a casa e comecei a alterar este Peugeot na ansia de remodelar a minha colecção, somente com carros de corrida e exóticos
O número de miniaturas automóveis já era bastante e as quatro estantes já não eram suficientes para expor a colecção.
Na época e pensava em reorganizar a colecção e começei por readaptar os modelos existentes modificando-os e personalizando-os
Modelo real
O Safari Rally de 1981 ou seja o 29º Safari da África Oriental foi disputado de 16 a 20 de Abril de 1981
A Peugeot venceu a prova em 1975 e 1978, com o 504, um carro que era muito mais simples que os seus rivais. De uma certa forma, a Peugeot que foi ao Quénia era mais sofisticada que os próprios organizadores. Durante as longas noites de Nairoibi, era hábito os jornalistas ficarem à espera junto do Peugeot Marshalls, o importador local da Peugeot, para saberem o que tinha acontecido durante o rali. Na Marshalls, a informação era muito mais precisa e fidedigna do que aquela que os próprios organizadores eram capazes de dar.
Depois de não ter participado na corrida de 1980, a marca Sochaux reapareceu no Safari, com quatro coupés 504 V6 do grupo 4. Três estão equipados com o mais recente motor V6 de 2664 cm 3, com potência de 245 cv a 7500 rpm, e caixa de velocidades modificada, com melhores relações de transmissão. Calçados com pneus Michelin TRX ultra preformantes e RC-12, são confiados a Timo Mäkinen, Guy Fréquelin e Jean-Claude Lefebvre . O quarto coupé, nas mãos de Alain Ambrosino, não beneficia destes últimos desenvolvimentos, o seu motor desenvolve 230 cavalos de potência. Ambrosino mas utiliza também pneus Michelin. Com 1.300 kg, esses carros são os mais pesados de sua classe.
Na primeira etapa Le Febre é 7º e na 6ª etapa baixa para 6º
No final da prova o Peugeot 504 Coupé V6 foi 6º e 4º do Grupo com o #15 de Jean-Claude Lefèbvre - Christian Delferier foi o melhor á chegada, teve alguns percalços, um tanque de combustível furado, uma biela quebrada, cinquenta minutos em um pântano e no final do dia, nenhum furo, nem nenhuma preocupação sobre a embrearem,
Os outros Peuget de Timo Mäkinen/ Atso Aho e Fréquelin /Todt abandonam na.2ª etapa e Makinen /Aho enquanto ode Ambrosi /Fauchile abandonam na.3ª etapa
Modificação na miniatura
A miniatura é o modelo da Solido ao qual foram juntos os números que é o que agora me lembro.
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Miniatura
Abre as portas,
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante Solido
Série Kit
Referencia nº1055 12.80 preço
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.
País - França
Anos de fabrico a
Citroen DS curto - Um olhar sobre as minhas miniaturas
Dois protótipos estreados no Rali TAP 1972
Citroen DS Proto Coupé Francisco Romaozinho
Modelo real
O design desta parte traseira com formas coupé "fastback" deve-se às oficinas Pichon-Parat, O DS Prototype foi equipado com uns alargamentos na frente permitindo a instalação de novas rodas de resina Michelin RR, preparadas para o SM
Francisco Romaozinho treinou o rali de Portugal no novo Citroen DS23 de grupo 2, mas para o Rali a Citroen entregou-lhe um DS Proto coupé do grupo 5, um protótipo aparentemente mais competitivo mas pouco experimentado e era o seu primeiro rali e Romãozinho também não estava habituado ao carro, sem contar com os problemas de juventude.
Entre os 122 participantes, em 11 de outubro de 1972, estavam então três Citroën oficiais, Bochnicek com um DS 21 grupo 2 e Björn Waldegaard ao volante também de um Citroen proto SM, também a estrear-se em competições.
Os participantes vindos de sete cidades chegaram a Bragança na manhã de 11 de outubro de 1972 as 11horas para 15 minutos depois partirem rumo a Ofir.
Na segunda etapa Ofir - Estoril Bochnicek, após sair da pista, classifica-se á em 92º e Waldegaard estava no 93º lugar devido a problemas de suspensão.
No 5º Etapa Porto Estoril Francisco Romãozinho recupera até´ ao 6º lugar. Entretanto os seus companheiros de 92º e 93´lugar ficando em terceiro e quarto lugar na especial. O português também reforçou-se com um magnífico 4º tempo na 5ª especial, Romãozinho abandona devido a um incidente eléctrico, a mesma causa que mais tarde provocou a desistência do austríaco Richard Bochnicek.
Somente 21 carros conseguiram terminar o Rally e a vitória foi para o BMW 2002 TI de Achin Warmbold e o SM protótipo de Björn terminou num honroso 3º lugar, o primeiro do grupo 5.
Modificação na miniatura
A miniatura da Norev foi cortada logo a seguir à porta da frente e novamente um pouco antes da porta traseira.
Abertos os guarda-lamas traseiro e cortado o para-choques foi feita a traseira em barro plástico.
As rodas foram substituídas por umas da Norev.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante Norev
Série Jet Car Metal
Referencia nº 356
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.
País - França
Anos de fabrico a
As equipas começam a apresentar-se, e a equipar-se…
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Enquanto Bennani regressa ao WTCR com a equipa Comtoyou Racing
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Nathanael Berthon novamente na Comtoyou DHL Team Audi Sport e Ton Coronel
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Gilles Magnus e regressando Mehdi Bennani representam a Equipa Comtoyou Audi Sport
Duesenberg Modelo SJ - Um olhar sobre as minhas miniaturas
Uma limousine que lembra dois descapotáveis juntos
Modelo real
Duesenberg Modelo SJ Lagrande Phaeton Dual-Cowl 1935
O Duesenberg.modelo J era vendido somente em chassis, e por isso destinado a uma clientela muito especial, como estrelas de cinema, a alta sociedade entre outros.
O piloto de aviões Reginald Sinclair o proprietário de um Duesenberg SJ, onde o 'S' significa 'Supercharged' como todos os outros proprietários, teve que pagar aproximadamente 20.000 dólares pelo seu carro novo, isto é, 8.500 para o chassis e o motor e 12.000 para a carroceria, neste caso um Legrande com para-brisa em forma de V da Rollston. Para fazer uma ideia aproximada, um Ford custava 500 dólares na época. O preço deste chassis dava para comprar 17 Ford já a andar.
O Duesenberg SJ, equipado com um supercharger centrífugo mecânico, foi lançado em 1932, para o motor produzir 320 cv e atingir uma velocidade máxima de 210 km/h.
O compressor ficava no caminho do coletor de escape, o que obrigou a todos os carros superalimentados a mostrar o sistema de escape por fora do capot. Isso deu ao carro uma aparência tão poderosa que esses tubos cromados foram posteriormente oferecidos como opção aos proprietários do Duesenberg J (sem supercharger), por 1.000 dólares.
Cerca de 35 exemplares do SJ foram produzidos. Este é o único exemplo com carroçaria da LaGrande, mas a Depressão causou o fim da marca e Duesenberg em 1937.
Na adaptação do romance de F. Scott Fitzgerald “O Grande Gatsby” na versão de 2013, o F. Scot Fitgerald descreveu-o a conduzir um Rolls-Royce de 1922, diretor Baz Luhrmann optou por ir com um Duesenberg 1934, na verdade um Duesenberg II, uma reprodução moderna do original usada por razões financeiras. O carro pode ser encontrado em exposição no Peterson Automotive Museum em Los Angeles, Califórnia.
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Miniatura
Abre o capô para ver o motor.
Os bancos são rebatíveis.
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante Rio
Série Automobili d´epoca
Referencia nº46
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.
País - Itália
Anos de fabrico
Porsche 917 10 Can Am - Um olhar sobre as minhas miniaturas
Um dos kits mais procurados eram os da Solido e os Porsche os mais desejados, embora já conhecidos dos catálogos de 1979/1980, só agora encontrei um.
Uma escolha errada num momento difícil
O Nº 13A foi o escolhido e pintado num verde de Riverside e não em Mosport.
Porsche 917/10 TC #015 - Porsche 912 F12 2v DOHC Turbo
Modelo real
Os 1000 cv debitados pelo motor turbo de 5 litros, o Porsche 917/10 vencedor de seis corridas em nove durante a temporada de 1972, ainda corria em 1976 na Can Am o Porsche 917/10 TC #015 - Porsche 912 F12 2v DOHC 4500 cc Turbo do Willi Kauhsen Racing-Team foi vendido ao piloto americano Randolph Townsend que o estreou em 1975 pelo Team Reno no US Champions Road Atlanta [ASR] Champion Spark Plug Road Racing Classic 1.11 e onde se classificou em 3º.
No ano seguinte no SCCA National Riverside [ASR+BSR+AP+BP+CP+AS] Regional and National Championship Races Riverside a 4.7.1976 e em verde não terminou .
No Player’s 200 Weekend, uma prova do World Sports Car Championship Mosport realizado a 22.8.1976 para carros de Sport grupo 6 e Can Am o Porsche 917/10 TC #015 e motor do Team Reno (USA) Andial Racing.
Pilotado por americano Randolph Townsend obteve o 7º tempo com 1:19.548, mas na prova não partiu, o motor não arrancou.
A prova foi vencida pelo Shadow DN4 - Chevrolet V8 8100 cc do Gr.7 pilotado por Jackie Oliver.
No US Champions Road Atlanta [ASR] Champion Spark Plug Road Racing Classic 30.10.1976 Randolph Townsend foi 6º e não terminou
Em 1977 no American Road Race of Champions - Classes ASR+BSR+FA Champion Spark Plug Road Racing Classic 29.10.1977 novamente com o Nº 13 Randolph Townsend (USA) depois de fazero o 2º melhortempo tambem se classificou em 2º na que seria a sua ultima prova com o carro
Modificação na miniatura
Depois de retiradas as imperfeiçoes do kit e montado, a miniatura foi pintada
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Miniatura
Levanta a mala e o capô para ver o motor.
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante Solido
Série Kit
Referencia nº 18 K
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.
País – França
Anos de fabrico a
Lola T 280 Jo Bonnier 1972 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
8/1972 Lola T 280 (Ecurie Bonnier Switzerland)Acidente fatal de Jo Bonnier, colisão com o nº 35 na 213ª volta .
Á saída do Café Clássico encontrei o Paulo com a família. - - -- -Tenho visto as tuas miniaturas?
Ao que lhe respondi,
- E eu vi a tua atuação na televisão…
E já agora lembras-te desta miniatura?
Hoje 10/04/2022 iniciaram a colocação dos railes na pista do Circuito internacional de Vila Real.
Modelo real
O sueco Joakim 'Jo' Bonnier a viver na Suíça, foi um dos melhores pilotos de Sport e Protótipos dos anos sessenta e setenta e que esteve inscrito par o Circuito de Vila Real em 1970.
Iniciou a sua carreira nos ralis e nos carros de turismo com um Alfa Romeo em 1955 e com o Alfa Romeo 1900 Ti participa na sua primeira prova internacional, as Mille Miglia.
Em 1957 adquire um Maserati 250F e estreia-se na Fóemula 1 no GP da Itália e que continua a utilizar em 1958 sem obter qualquer ponto. Obtém a primeira vitória da BRM no Campeonato Mundial de F1, pilotando um P25 no GP da Holanda de 1959 em Zandvoort
Em Sport com Hans Hermann num Porsche 718 RS60 vence o Farga Florio 1960.
Bonnier associou-se a Eric Broadley, da Lola, para desenvolver a nova Lola T-70 Mk 3, e vence a corrida de protótipos em Anderstorp, na Suécia.
Com um Lola T-70 Mk 3 da Equipe Filipinetti é segundo nos 1000 Km da Áustria, e com um carro da Ecurie Bonnier, venceu o GP de Paris, em Montlhéry. e torna-se o agente europeu do fundador da Lola, Eric Broadley
Foi campeão no Campeonato Europeu de Veículos Sport 2,0 Litros, com uma Lola T-210, vencendo quatro provas em : Salzburgring, Anderstorp, Hockenheim e Enna-Pergusa.
Em 1972, Jo Bonnier faz a sua última temporada, correndo no Mundial de Marcas com uma Lola T-280 e no Europeu de Sport de 2 Litros com uma Lola T-290.
A última vitória foi em Março nas 24 Horas de Le Mans, com a Lola T-280, e consegui para a sua equipa o apoio do conselho de marketing de queijos da Suíça, para Le Mans.
Depois de uma boa partida Bonnier assume o comando da corrida, que faz em parceria com Gijs Van Lennep e Gérard Larrousse. Jo Bonnier fez a volta mais rápida e foi a única ameaça real para os Matras mas na 19ª hora, Bonnier em Indianápolis a mais de 200 km/h e, ao ultrapassar a Ferrari de Vetsch pela direita, termina um pouco mais á frente a sua corrida quando o Lola T280 trepou para as árvores da floresta.
A equipa Bonnier e a sua e madame Bonnier vem a Vila Real para uma homenagem e ver o piloto da equipa Claude Swietlic vencer a corrida
Modificação na miniatura
Falta-lhe arranjar o nº8 entre outras .
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Miniatura
Abres as portas.
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante Solido
Série
Referencia nº 15 – 4/73
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.
País - França
Anos de fabrico a
51º Circuito Internacional de Vila Real 2022
51º Circuito Internacional de Vila Real Começou a ser instalada hoje de manhã, 19 de Abril , a estrutura de segurança para a realização das tradicionais provas automobilísticas.
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Porsche 930T "Meccarillos" MC´70 #23 Haldi/Sandoz- Um olhar sobre as minhas miniaturas
Porsche 930T "Meccarillos" MC´70 classificou-se no 23º lugar e tinha o.nº23 Claude Haldi - Bernard /Sandoz no 48. Rallye Automobile de Monte-Carlo 1980
Modelo real
O 930 foi a versão turbo do 911 surgiu para permitir que a Porsche tivesse a homologação para disputar a temporada de 1976 da FIA, tendo inicialmente sido feitos 400 exemplares, precisamente para cumprir com o requisito federativo.
Ao longo dos anos, a Porsche sempre esteve entrelaçada no automobilismo, e como não podia deixar de ser os seus automóveis refletiram suas intenções de corrida com vários dispositivos especiais de homologação a serem constantemente lançados.
O Porsche 911T conduzido por Vic Elford e David Stone foi o primeiro sucesso da Porsche no Rali de Monte Carlo em 1968 e em 1978 um Porsche 911 Carrera 3.0 Grupo 4 “privado” venceu o Rali de Monte Carlo com Jean-Pierre Nicolas, batendo os carros as equipes oficiais da Lancia Stratos HF de Sandro Munari. um piloto privado a conseguir bater os carros oficiais, só aconteceu duas vezes na história do Rali de Monte Carlo.
O Rali de Monte-Carlo de 1980 (48º Rali de Monte-Carlo), realizado de 19 a 25 de Janeiro, a primeira etapa do Campeonato Mundial de Rally teve a partida a 19 de Janeiro de 1980 como habitualmente numa das nove cidades escolhida pelo concorrente e a chegada a 25 de Janeiro no Mônaco
Vários pilotos participaram com o Porsche 930 Turbo mas o mais bonito é o nº 23, pilotado por Claude Haldi e Bernard Sandoz que se classificaram no 23º lugar.
Modificação na miniatura
É um trans kit da Faster 43 para o Porsche 930 Nº 63 da Solido
Seguindo as instruções, a miniatura da Solido foi desbastada na parte restante do aileron traseiro a fim de adaptar o que vinha com o kit. Coladas as extensões das rodas traseiras e o extintor na frente do banco dianteiro direito, e colocados os projetores dianteiros.
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Miniatura
Abres as portas.
Os bancos são rebatíveis.
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante Solido Trans kit Faster 43
Série
Referencia nº D03
Material – zamac
Material da placa de base – metal
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado num saco plástico transparente.
País – França- Itália
Anos de fabrico a
151º Encontro de Clássicos Além Corgo parte 3
Foi um constante vai e vem de amigos que nos vinham fazer a visita mensal.
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Alpine Renault A 440/2l - Um olhar sobre as minhas miniaturas
Alpine A440 N°12 chassi 4400 durante os testes em Paul Ricard
Na Quinta-feira Santa, na explanada do Café Clássico encontrei o Jorge e ainda lhe perguntei. Vamos ver as tuas miniaturas?
Onde?
Riu-se, e olhou para cima…
Naquele tempo estávamos a começar a trabalhar, agora já estamos reformados e sem a contagem dos descontos da Segurança Social.
Tambem não viemos a minha casa ver as miniaturas.
Modelo real
Noveautes “Sport”
Várias sessões de ensaio iguais para a equipa Alpine Renault e a sua barquete Alpine Renault A 440/2l, tendo em vista uma participação mais completa do que o ano passado no Campeonato da Europa de viaturas até 2L, cuja primeira reunião está marcada para Misano nas fronteiras do Adriático. Aqui novamente, como Alfa Romeo e Ferrari, a essência deste programa de ensaios privados está relacionada aos testes aerodinâmicos ou, se preferir, ao suporte. É também que, em comparação com o modelo original, a carroceria recebeu um certo número de retoques em sua parte frontal, enquanto vários tipos de capotas traseiras também foram testados. Dada a relativa juventude deste protótipo de 2l cuja primeira volta remonta pelo menos a Abril passado, também é bastante óbvio que estes testes foram desde então acompanhados por um programa de desenvolvimento relativo ao motor, como o chassis e as suspensões.
Se no local onde escrevemos ainda não está decidido (sempre essa famosa conjuntura) podemos pensar que os dois carros serão inscritos oficialmente, um com Jean Pierre Jabouille, que já trabalhou muito neste modelo, o outro com Gérard Larrousse, pelo menos quando o programa do campeonato Mondial do Sport permitir que Gerad se liberte,
L´Automobile Fevereiro de 1974 pag 92
O Alpine A440 tem 3,918 m de comprimento, 1,94 m de largura e 0,98 m de altura. O peso está contido em 574 kg.
O motor V6 de 1.997 cc entregava cerca de 285 cv a 9.800 rpm, passando por uma transmissão Hewland de 5 velocidades.
A estreia nas corridas ocorreu durante a corrida de Magny-Cours em 1º de maio de 1973, o carro mostrou um bom desempenho desde o início, conquistando um belo 4º lugar. Sua segunda corrida foi em Croix en Ternois, onde Jabouille venceu.
Modificação na miniatura
Feitas as novas entradas de ar e refeita a frente foi pintado.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante Solido
Série
Referencia nº
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.
País - França
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