Opel Rekord - Um olhar sobre as minhas miniaturas
Modelo real
Opel Rekord A 1700 duas e quatro portas Coupe 1963-1965
O Opel Rekord A sucedeu ao Rekord P II como uma continuação com umas carrocerias completamente novas desenhadas no Michigan e não em Rüsselsheim, e inspiradas no Chevy II
O Rekord combinava uma carroçaria moderna e elegante com uma gama de motores que pouco tinham mudado desde 1937.
Alguns extras foram disponibilizados, travões de disco a frente com duplo circuito e caixa de quatro velocidades com o selector no chão em vez do selector no volante. Uma caixa de velocidades automática e uma de três velocidades semiautomática também eram opções.
Na Alemanha o seu preço era entre os DM 6,830 a 9,370; freios a disco dianteiros: + DM 200, quatro velocidades com mudança de piso: + DM 180. 885.292 unidades. Em números muito limitados, Karl Deutsch do Colônia vendeu uma versão conversível com motor 1700 S ou 2600 a DM 11.765 e 13.060
O coupé foi baseado no design norte-americano do sedan tinha um perfil mais elegante, foi o trabalho da equipa de desenvolvimento alemã da Opel e montado na linha de produção de Rüsselsheim em conjunto com a Sedan e a CarAVan.
O Rekord A coupé serviu de base a conversões descapotáveis para construtores de carrocerias como a Autenreith produzido até 1964 e, posteriormente, por Karl Deutsch. Essa abordagem os tornou muito mais caros do que os outros carros da linha, e a conversão cabriolet não foi oferecida com o motor menor de 1.488 cc. Muito poucos cabriolés Rekord A foram vendidos.
Depois de Março de 1964 o motor L-6 com 2605cc, com seis cilindros em linha e 100cv era uma nova opção mas este motor também não era novo pois era baseado no Super 6 de 1937. Para o motor caber dentro do compartimento do motor foi necessário remover o radiador frontal e colocar um radiador de lado.
Este seria também o primeiro carro de passageiros Opel a funcionar com 12V.
Devido ao peso do motor e a falta de direcção assistida era difícil de conduzir.
De Março de 1963 a Agosto de 1965 foram construídos 887304..
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Miniatura
Abre as portas, porta-malas e levanta o capô para ver o motor.
Os bancos são rebatíveis.
Motor e interior detalhado
Com suspensão.
As rodas têm pneus de borracha de acordo com as originais.
Fabricante Norev
Série Metal
Referencia nº 803
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está carrvada à carroçaria
Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.
País - França
Anos de fabrico a
143º Encontro de Clássicos Além Corgo parte 3
O encontro continuava animado, mas, agora vamos as novas máquinas dos nossos amigos clássicos.
Ford Cortina GT 1966 Mario Silva
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Jawa CZ de Paulo Andrade
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Casal Masac 1970 de Ângelo Ferreira
UMM alter 2 1992 Luis Fonseca
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UMM Alter 2 1989 Paulo Cabo 77 77
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Portaro Pick Up Campina de Joao Couto
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UMM Alter 2 1990 de Mariana Couto
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Fiat Barcheta 1995 de Valdemar Silva
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Range Rover TDI 1995 de José Matos
Famel Zumdap de Paulo Pereira
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Lotus Elan - Um olhar sobre as minhas miniaturas
Um Lotus Elan muito racing alargado.
Ideia inicial tendo por base uma foto do L´Auto Journal anual de 1971.
Modelo real
Muller Racing era um preparador francês de Lotus Elan que os alargava e o equipava de um traseira redesenhada.
O Lotus Elan um dos modelos mais desejados pelos pilotos que estavam sempre à procura de um bom carro de estrada para que pudesse ser transformado num carro de corrida. Um chassis tubular de backbone e carroceria de fibra de vidro pesava apenas 680 Kg. O seu baixo peso, o Elan era bastante potente e tecnologicamente muito avançado, recorrendo a um motor DOHC de 1,558 cc, travões de disco às quatro rodas, direção de pinhão e cremalheira e suspensão independente nas quatro rodas.
Modificação na miniatura
Feita a capota e a traseira resenhadas.
Alargamento das rodas e pintura.
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Miniatura
Levanta o capô para ver o motor.
Os bancos deslisam.
Motor e interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plásticos iguais aos modelos desta época no fabricante.
Fabricante Corgi Toys
Referencia nº
Material – zamac
Material da placa de base – Metal
Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.
País -
Anos de fabrico a
BMW 2002 com as letras Turbo ao contrário - Um olhar sobre as minhas miniaturas
Um pioneiro que nunca me apareceu no retrovisor. esteve na exposição miniaturas Vila Real 1990 acivr Associação Comercial e Industrial de Vila Real
A turbina, ao girar, empurra com mais pressão o ar a ser misturado ao combustível nas câmaras de combustão. Esse maior volume de ar converte-se em ganho de torque e potência presentes em rotações mais baixas. O motor girando menos, há menos injeção de combustível e isso converte-se em eficiência.
Modelo real
O BMW 1600 foi lançado em Março de 1966 por ocasião do cinquentenário da marca.
A versão duas portas sucede ao modelo de 1600 de quatro portas que substituiu a berlina 1500 saída em Setembro de 1961, com a distância entre eixos reduzido de 2,55 para 2,50 metros, 4 cilindros em linha e 1573cc e 85 cv Din.
Em 1968 a carroçaria de duas portas substituiu o 1800 passa a 2000 e recebe o motor de 1990cc.
Em 1974 a grelha frontal em preto mate e as luzes traseiras rectangulares caracterizavam a serie 02.
Depois do 2002 Ti injecção e Tii, a extrapolação continua com uma versão agora equipada de um turbocompressor KKK, é o mais desportivo e um modelo sugerido à BMW pelo importador americano Max Hoffman, o mesmo que pediu à Mercedes-Benz para criar a versão de rua do Asa de Gaivota e a versão desportiva do Porsche 356 Speedster,
O defletor na frente, os alargamentos das rodas e o spoiler traseiro aliado aos autocolantes laterais da marca com a inscrição de Turbo e um ganho no motor de 40cv Din graças ao turbocompressor e a um autoblocante montado de origem.
Na frente a característica inscrição ao contrário da palavra Turbo avisava pelo retrovisor o que ali vinha e quando era ultrapassado podia confirmar que era um turbo.
O modelo alemão foi o primeiro modelo de produção europeu a contar com um motor turbo, tendo sido produzidas apenas 1672 unidades entre 1973 e 1974.
O motor de 2.0 l é um quatro cilindros, com o código M10, a adição de um turbo KKK a 0,55 bar permitia-lhe debitar 170 cv às 5800 rpm que tinham como tarefa impulsionar menos de 900 kg. Do 0 aos 100 km/h demorava 6,9 s e a velocidade de ponta estava perto dos 220km/h.
O baixo peso e boa oferta de torque e potência permitiram ao carrinho acelerar de 0 a 100 km/h em 7,8 segundos e atingir a máxima de 214 km/h.
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Miniatura
Abre as portas.
Os bancos são rebatíveis.
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante Solido
Pat. App. Nº
Série
Referencia nº 28 10/75
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.
País – França
Anos de fabrico 1975 a
VW Dragster - Um olhar sobre as minhas miniaturas
Uma decoração fantástica
Modelo real
Klaus Reue, 28, assistente médico de Munster, foi infectado com o vírus dragster na Califórnia. De volta à Alemanha, ele decidiu construir o próprio bolide.
Com o apoio de alguns amigos, durante um ano planeou e foi construindo o bólide. Num chassi de Fórmula V colocou uma gaiola de segurança feita de tubo de aço bem sólido. A motorização foi feita por um motor Vw Porsche de 2,4 litros, teveram que ser feitas mudanças profundas para atingir os cerca de 280 cv que o carro deveria atingir ás 7200 / mm. Vibrequim, válvulas e amortecedores de válvula substituídos por peças de alto desempenho. Mas o salto mis decisivo no desempenho foi conseguido com a instalação de um turboalimentador Rajay.
A carroceria de poliéster pesa apenas 45 kg, todo o carro 420 Kg com os 280 cv têm um jogo fácil: por um quarto de milha (42 metros) o carro com partida parada demora 10,38 segundos, nos quais chega a 208 km / h.
Modificação na miniatura
Feitas as entradas de ar no tejadilho no Volkswagen 1303 S da Mebetoys e arranjado o interior foi pintado.
Rodas Norev
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
Fabricante Mebetoys
Série Europa
Referencia nº A 70
Material – zamac
Anos de fabrico a
Rambler Javelin da American Motores - Um olhar sobre as minhas miniaturas
Um muscle car Americano desconhecido.
Modelo real
O Rambler Javelin é um automóvel americano com motor dianteiro, tração traseira, duas portas fabricado e comercializado pela American Motors Corporation (AMC) em duas gerações, 1968-1970 e 1971-1974.
A primeira geração do Javelin nasceu do projeto AMX, apresentado pela Americam Motors em Nova York e por Vignale em Turin.
Desenhado por Dick Teague, e construído sobre o chassis Rambler, o Javelin foi apresentado a 22 de Agosto de 1967, e como era normal o modelo era já o do ano seguinte, 1968, e postos à venda a partir de 26 de Setembro de 1967, com preços a partir de $ 2.743. o Javelin estava disponível em uma variedade de níveis de acabamento e motores, desde carros econômicos a muscle car.
O coupé Rambler e principalmente o AMX de vocação desportiva atrevia-se num mercado complexo onde proliferavam os Mustang, Camaro, Barracuda, Cougar, Charger, e Firebird.
A American Motors entrou no Javelin nas corridas de dragster e na Trans-Am Series.
Em 1968, a AMC contrata a Kaplan Engineering participar com dois AMC Javelins na Trans-Am da SCCA mas foram três os carros construídos sendo dois para corridas para Ron Kaplan e Jim Jeffords e um para shows e demonstrações.
No ano seguinte, Kaplan continua o desenvolvimento e constrói mais três carros, dois para AMC e um para si mesmo as suas custas.
A equipe iniciou a temporada de 1968 com dois motores da TRACO para Peter Revson e Lothar Motschenbacher.
No final de 1968, Dan Byer, um engenheiro aposentado da AMC, volta ao serviço para o desenvolvimento de um novo bloco.
Na temporada de 1969 na primeira prova em Jackson, Michigan. Kaplan equipa um dos carros mais antigos de 1968 com um novo motor, mas, como eles chegaram atrasados e não se haviam qualificado, a equipe teve que fazer um consenso entre os outros pilotos para permitir que eles corressem. A SCCA autorizou e eles largaram do último lugar, mas, em 10 voltas, eles já estavam perseguindo Donohue e a diferença de tempo estava diminuindo rapidamente.
Depois da corrida, o SCCA pediu para ver o motor, mas ele já os havia mandado para casa
Na temporada de 1970 a Penske Racing assume o programa AMC Javelin, deixando assim o programa Camaro Trans-Am para Jim Hall agora pilotados por Roger Penske e Mark Donohue.
Na temporada de 1970 do Trans-Am, Donohue conseguiu três segundo e terceiro lugares e venceu três vezes, incluindo Bridgehampton, Road America e St. Jovite. A equipe teve que se contentar com o segundo lugar no campeonato de 1970. A Penske construiu todos os carros novos para a temporada de 1971 e ganhou o campeonato sobre os Ford Mustangs.
Inicialmente fabricados em Kenosha, Wisconsin, os Javelins foram montados sob licença na Alemanha, México, Filipinas, Venezuela, bem como na Austrália.
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Miniatura
Abre as portas, porta-malas e levanta o capô para ver o motor.
Os bancos são rebatíveis.
Motor e interior detalhado
Comm suspensão.
As rodas têm pneus de borracha
As rodas têm pneus de borracha de acordo com as originais.
As rodas são de plásticos iguais aos modelos desta época no fabricante.
Fabricante
Série M
Referencia nº 323
Material – zamac
Material da placa de base – metal
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em base em vitrine plástica.
País – Espanha
Anos de fabrico a
Porsche 907 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
O Porsche 907 #024 foi o modelo escolhido o nº 49 de Siffert/Herrmann vencedor em Sebring
O modelo foi recentemente restaurado e encontra-se em exposição no Revs Institute em Naples, na Flórida
Modelo real
Na década de 1960, os carros de corrida da Porsche evoluíam rapidamente e cada modelo eram frequentemente transformados no próximo.
A posição do piloto no Porsche 907 foi mudada da esquerda como nos carros de rua alemães para a direita, uma ideia de Ferdinand Piëch, uma vez que os circuitos eram no sentido dos ponteiros do relógio.
Apresentado nas 24 Horas de Le Mans de 1967 com Gerhard Mitter/Jochen Rindt o 907 foi que abandonaram por causa de um pistão à 9ª hora.
No ano seguinte a 3 e 4 de Fevereiro em Daytona estão presentes quatro Porsche oficiais onde o carro movido a Gaz -turbina o Howmet TX Continental era a sensação. Pilotado por Heppenstall / Lowther / Thompson abandonou á 76 volta.
No final os três Porsche 907 longos ocupam os três primeiros lugares
1º 54 Elford / Neerpasch / Stommelen / Siffert / Herrmann Porsche 907 LH 2.2
2º 52 Siffert / Herrmann Porsche 907 LH 2.2
3º 51 Schlesser / Buzzetta Porsche 907 LH 2.2P
A 23 de Marco a equipa Porsche vai a Sebring ocupa os dois primeiros lugares
1sº 49 Siffert / Herrmann Porsche 907 2.2 Porsche Automobile Co. 227 1983.356 kms 164.977 1st
2nº 51 Elford / Neerpasch Porsche 907 2.2 Porsche Automobile Co. 226 1891.301 kms
O 907 pesava 1300 libras e tinha um flat-8 refrigerado a ar de 2,2 litros.
Dos quatro exemplares presentes, o 024 foi vendido a Jaime Ortiz-Patiño, herdeiro de uma fortuna boliviana de estanho, que o emprestou ao afilhado, Dominique Martin, para as corridas. Em 1970, Ortiz-Patiño contratou Franco Sbarro para converter o carro para uso nas estradas que Sbarro fez o que pôde para civilizar a máquina básica, ensaboando a fibra de vidro extra e pintando a mecânica frontal de um preto uniforme, mas seus esforços não produziram o efeito desejado.
O 907 ficou parado por quatro décadas até que Miles Collier o comprou em 2014.
Collier é o fundador do Revs Institute em Naples, Flórida, uma organização e museu dedicado a aprofundar a compreensão e apreciação da história automotiva. A instalação principal foi inaugurada em 2009 e possui amplo espaço de restauração e uma biblioteca de pesquisa. Quando o 907 chegou, Collier e sua equipe sabiam que precisava de restauração, mas a pergunta que pairava sobre eles era, essencialmente, "Até que ponto você restaura o carro?"
“Esses carros antigos são uma viagem com uma máquina do tempo”, diz Collier. “Você nunca pode voltar à originalidade absoluta. Nesse caso, tomamos a decisão de voltar ao evento mais importante do carro, a vitória em Sebring. ”
Os detalhes intocados da corrida de 1968 incluem os assentos, pedaços de um sistema de refrigeração com água gelada para o motorista, notas escritas à mão na parte de trás do conta-rotações e até mesmo a fita usada para prender o chicote de fiação. Tudo foi guardado, incluindo a fita, que foi removida, limpa e colada de volta no lugar. O frágil pára-brisa original tem um chip da corrida de Sebring, evidência que Collier acreditava ser essencial para salvar. “Fazer todo o trabalho sem danificar o pára-brisa foi de longe a parte mais assustadora”, diz ele. Jeremy Cliff
A Porsche precisou de cinco anos para reconstruir o oito cilindros de 2,2 litros. Extremamente complicado - a montagem exigiu cerca de 200 horas, cinco vezes mais que para o flat-six .
Modificação na miniatura
À partir do Porsche 908 Longo da Solido fui-o modificando, baseado nas poucas fotos da época que ainda possuo e que estavam coladas num dos meus primeiros arquivos, uma sebenta.
O Barro Plástico permitiram refazer a traseira do modelo e as rodas da 3J deram o toque final ao modelo.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
Fabricante Solido
Série
Referencia nº 174 11/69
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
País -
Anos de fabrico a
Restaurado em 2018 pode ser visto no Revs Institute em Naples, Flórida
https://www.hagerty.com/media/archived/sebring-winning-porsche-907-lost-for-40-years/
Ferrari Testa Rossa - Um olhar sobre as minhas miniaturas
A terceira miniatura da Solido
Um modelo antigo equipado com as novíssimas rodas Modelos 3j e agora uma relíquia estragada.
Modelo real
Ferrari 500 TRC Spider Scaglietti
A saída da Mercedes-Benz das corridas proporcionou ao 860 Monza e ao novo 290 MM na época de 1956 a vitória no campeonato mundial de carros de sport de volta a Modena e renovado nos dois anos seguintes.
500 TR
Como o 750 foi lançado em 1954, o 500 Mondial foi substituído por outro carro de dois litros, o 500 TR. A carroçaria uma obra da Carrozzeria Scaglietti foi o primeiro carro a levar o famoso nome Testa Rossa, a versão mais recente dos quatro cilindros de Lampredi apresentava os cabeçotes do cilindro vermelhos. o 500 TR diferia do Mondial em muitos detalhes. Entre as mais importantes estava uma suspensão de mola helicoidal, uma mudança radical para a Ferrari.
O único carro com motor de quatro cilindros disponibilizado aos clientes em 1956 foi o novo 500 TR na versão de dois litros, Desenvolvido sob a orientação do novo engenheiro-chefe da Ferrari, Vittorio Jano, o último modelo de dois litros apresentava uma estrutura tubular de aço simples. Triângulos duplos foram usados na frente, enquanto um eixo traseiro sólido substituiu a configuração DeDion mais pesada e muito mais complicada usada nos carros anteriores, bem como uma transmissão sincronizada com uma embraiagem de dois discos.
O motor 'Tipo 131' apresentava dois carburadores Weber, ignição de faísca dupla e sistema de cárter seco. Produzia formidáveis 180 cv, dez a mais do que o motor do 500 Mondial. Essa potência foi transferida para as rodas traseiras por meio de uma caixa de câmbio robusta de cinco marchas para um pe O 500 TR pesava apenas 680 kg so de apenas 680 kg
Um 500 TRC foi o 7º geral e a vitória na classe nas 24 Horas de Le Mans em 1957 e uma vitória na classe em 1958 no Targa Florio e um dos participantes no Grande Prêmio de Cuba de 1958 pela Scuderia Cuba Livre
19 unidades foram produzidas em1956 e 1957
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Modificação na miniatura
As novíssimas rodas Modelos 3J
Miniatura
Com bancos. e interior
Sem suspensão.
Fabricante Solido
Série 100
Referencia nº
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.
País - França
Anos de fabrico a
Ford Capri 3000 Gt - Um olhar sobre as minhas miniaturas
Chegou a vez do Capri 3000 GT de Ernesto Neves mas que ainda continua à espera dos decalques.
Modelo real
Os primeiros Ford Capri a correr e vencer em Vila Real foram os de Jorge de Bagration que utilizava um 2300 GT de Grupo 2 de Turismo Especial e Ernesto Neves num 3000 GT de Turismo de Série quando na mesma corrida chegaram ao final.
Jorge de Bagration venceu, Francisco Santos no Ford Escort TC foi segundo, Manuel Souto no Austin Cooper S terceiro e Ernesto Neves em 4º
No final, também o Jornal Motor ouviu Ernesto Neves
“Não estava nada á espera de ganhar o grupo 1, pois o Dino andava muito mais do que eu. Não percebi o sucedido com o piloto do BMW porque na primeira volta nunca mais o vi e depois quando o ultrapassei julguei que tivesse algum problema mecânico. Quanto ao meu carro, portou-se bem apesar de a certa altura andar pouco. (…).
Modificação na miniatura
Retirados os para-choques e tapados os buracos onde ainda se vê o barro plástico inicial.
As rodas foram substituída pelas da Solido
Interior detalhado
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Miniatura
Fabricante Corgi Toys
Série
Referencia nº 303
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
País - Inglaterra
Anos de fabrico a
Ford Escort - Um olhar sobre as minhas miniaturas
A primeira apresentação de um modelo automóvel em que estive presente foi a do Ford Escort no novíssimo Stande da Ford de A. Camilo Fernandes na Rua Dr. Roque da Silveira mais conhecida por Rua Direita e onde antes era o Quartel dos Bombeiros Voluntários da Cruz Branca e mais tarde o Café Pic Nic um dos locais de encontro da minha juventude.
Aí foi-me oferecido uma construção em cartão do carro apresentado e que podia ser colorido a nossa escolha.
Modelo real
O Escort foi apresentado na Irlanda e em Janeiro mostrado no salão de Bruxelas de 1967 a gama Escort destinado a substituir o Anglia que já acusava bem os seus oito anos. O Escort é um modelo inglês estudada em Dagenham e será contruída em Genk na Bélgica onde já foram construídos modelos alemães.
O Escort foi um automóvel criado pela secção da Ford Anglo-Germânica e apresentado na Europa como o primeiro automóvel de passageiros a ser desenvolvido pela fusão Ford of Europe em que a Transit foi o primeiro modelo.
A produção começou na fábrica de Halewood na Inglaterra durante os meses finais de 1967, e para os mercados com volante à esquerda durante setembro de 1968 na fábrica da Ford em Genk e que inicialmente, diferiam ligeiramente das construídas no Reino Unido. A suspensão dianteira e a caixa de direção foram configuradas de forma diferente e os freios foram equipados com circuitos hidráulicos duplos; também as rodas instaladas nas Escorts construídas com Genk tinham aros mais largos.´
No início de 1970, a produção em Glenk foi transferida para uma nova fábrica nos arredores de Saarlouis, na Alemanha Ocidental.
O MK1 foi produzida de 1968 a 1974, na Europa, com carroceria arredondada remetendo ao estilo da época.
Tração traseira e estava equipado com motores 1.100 nas versões normal e super e o mesmo acontecendo para o 1300
Escort GT 1300 e Escort Twin Cam 1556cc
Broadspeed depois de ter melhorado o Anglia volta-se agora para o Broadspeed Escort com a carroçaria alargada na frente, desprovida de para-choques e pintada nas cores Vermelho e branco.
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Miniatura
Abre as portas.
Motor e interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plásticos iguais aos modelos desta época no fabricante.
Fabricante Mebetoys
Série Europa
Referencia nº A 55
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.
País - Itália
Anos de fabrico a
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