Domingo, 11 de Julho de 2021

Volkswagen Fittipaldi-Bardahl 1968 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Volkswagen Fittipaldi-Bardahl 1968 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

264ª – VW Fittipaldi Corgi Toys transformado  

1967 Volkswagen Beetle Bardahl Fittipaldi #87 equipe Fittipaldi

 Modelo real

Um dos dos protótipos do Volkswagen Fuscas feitos pelos irmãos Fittipaldi preparado por Emerson Fittipaldi foi projetado pela sua equipa então composta pelo mecânico chefe Nelson Brizzi,o  projeto da carroceria Ari Leber , projeto chassi e suspensão Ricardo Divila, Darci que foi mecânico dos irmãos Fittipaldi até a Formula 1 e José Deusdedith para a solda e chapa,  que tinha como característica as duas entradas de ar pelo vidro traseiro.

Emerson e Wilsinho Fittipaldi já haviam dado provas de competência como construtores na Fórmula Vê e com o protótipo Fitti Porsche, o dos pilotos independentes que não se animavam com monopostos ou caros e pouco confiáveis protótipos.

 O desenvolvimento do Fusca para competição era já um trabalho antigo da equipa mas agora com a ideia que pudesse ser produzido quase em série.

Em 1968 foi apresentado e o protótipo foi enquadrado como `Protótipo Experimental CBA´ e trazia como principais modificações externas os para-lamas, capô dianteiro, tampa do motor e portas moldadas em fibra de vidro.

Os vidros haviam sido substituidos por peças de acrílico transparente, a fim de uma radical redução de peso.

O motor era um 1300 cc aumentado para 1600 cc, por obra e graça do famoso kit Fittipaldi, dupla carburação Solex 32, comando especial copiado do Porsche 356, cabeçotes trabalhados do motor VW 1500 (Kombi e Karmann Ghia).

O câmbio era original VW mas retrabalhado para uso de relações especiais e diferencial da Kombi.

Estreado em 27 de outubro de 1968 na `Prova Santos Dumont´ no antigo autódromo de Jacarepaguá, com a dupla Luis Fernando Terra Smith / Nathaniel Townsend ohde foi quinto.

Um mês mais tarde na `Prova Levi Dias´, Emerson Fittipaldi / Nathaniel Townsend ocuparam o sexto lugar.

Nos 1000 Km da Guanabara de1968, o Fitti-Fusca apareceu bastante modificado, portando um sistema de lubrificação por cárter seco e as enormes mangueiras traseiras de refrigeração sobre a capota, visual que o consagraria e que ditaria a moda para os fuscas preparados em 1969.

Na corrida, a dupla Emerson Fittipaldi / Nathaniel Townsend levariam o Volks ao terceiro lugar, atrás dos Alfas GTA da Jolly Gancia, conduzidas por Chiquinho Lameirão / Wilsinho Fittipaldi e Piero Gancia / Mário Olivetti.

Os irmãos Émerson e Wilsinho Fittipaldi agora no Fitti-Volks 1600 venceram a 12 Horas de Porto Alegre em 1968

Modificação na miniatura

Á miniatura da Corgi Toys foi desbastada a mala traseira e uma outra miniatura foi retirada a mala traseira para poder ser colocada aberta.

O modelo foi pintado

 As rodas são do Mini Marcos  

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Miniatura

Interior detalhado

Fabricante  Corgi Toys

Série

Referencia nº 383

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

País -

Anos de fabrico  a

 


publicado por Manuel Dinis às 18:55
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Sábado, 10 de Julho de 2021

Ford T Lizzie - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Ford T Lizzie - Um olhar sobre as minhas miniaturas

263ª – Ford T Lizzie 1915 fechado Minialuxe

O modelo Runabout

 Modelo real

O primeiro modelo de produção em série, o Ford T chegou a 1915 quando a maior parte dos exemplares eram pintados em preto. Entre 1909 e 1914, ano em que  foi iniciada sua fabricação na Argentina, os modelos T estavam disponíveis em quatro cores: vermelho, verde, cinza e azul mas a popularidade do Modelo T aumentava e a Ford começava a ter problemas para acompanhar a demanda.

O chassis era constituído por uma estrutura de longarinas em “U” e a suspensão era de eixo rígido (à frente e atrás), sem amortecedores. A estrutura era de madeira, coberto com chapas de aço, com altura suficiente para transpor com facilidade as precárias estradas da época.

Os primeiros Ford T pesavam pouco mais de 500 kg e estavam equipados com um motor 2.9 l de quatro cilindros em linha e uma caixa especial de duas velocidades e marcha atras, onde foram adotadas engrenagens epicicloidais semelhantes as das transmissões automáticas, em que as suas duas marchas para a frente e uma atrás eram selecionadas por meio de pedais mas, para funcionar, o travão de mão deveria estar na posição correta.

Os de 20 cv de potência às rodas traseiras eram suficientes para atingir velocidades de 70 km/h. Os consumos podiam chegar aos 18 l/100km.

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Miniatura

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Minialuxe

Série

Referencia nº 11

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está colada à carroçaria

Apresentado em vitrine transparente sob base de cartão.

País - França

Anos de fabrico  a

 

 

 


publicado por Manuel Dinis às 23:07
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Sexta-feira, 9 de Julho de 2021

Alpine Renault A 310 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Alpine Renault A 310 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

262ª – Alpine Renault A 310 Solido

Alpine Renault  A 310 1971

Um modelo de Rallycross que afinal era amarelo. e o azul do Rali TAP era azul e transformado, 

Modelo real

A Alpine, em Dieppe fazia os Renault mais rápidos até ser uma subsidiária da Renault atingindo a notoriedade com o Alpine A110 quando venceu o Rally de Monte Carlo e o Campeonato Mundial de Rally de 1973

A 8 de Março de 1971 a Alpine levanta o véu de um modelo inteiramente novo e o último projeto aprovado pelo fundador da marca Jean Rédélé e esperado já há muito tempo.

O design futurista da carroceria de Michel Beligond, apresentava nas primeiras unidades um design frontal inovador com seis faróis e era muito mais convencional do que o cockpit extremo do A110,

Apresentado no Salão Automóvel de Genebra de 1971 é um coupé 2+2 desenhado por Marcel. Beligond do centro de estilo da Renault. A frente é caracterizada pelo grupo ótico da Cibié, composto por seis faróis de iodo. A traseira estilo Miura do protótipo tinha persianas no para-brisa traseiro foi substituído por um vidro clássico por necessidade de homologação A carroçaria é realizada em polyester estratificado sob em chassis de viga central. O motor provém do Renault 16 TS e 17 TS

Enquanto muitos componentes do A310 eram provenientes de peças da Renault como esperado, a cremalheira da direção é do Peugeot 504, enquanto os indicadores de direção são unidades Simca 1301.

Mesmo assim o Alpine A310 exigia muita mão-de-obra, para uma produção artesanal de pequena escala uma unidade levava 130 horas para ser construído do início ao fim.

O Alpine A310, tipo VE com carburador, passou para uma configuração que não correspondia necessariamente à ideia original que os seus designers tinham concebido. O efeito seria sentido comercialmente: em 1973, dois anos após a sua introdução, foram produzidos 666 A310s, em comparação com 658 A110 Berlinettes, e no ano seguinte este último assumiu a liderança nas vendas. A razão era simples: com um motor semelhante, o A310 era mais de 120 kg mais pesado do que o seu antecessor, e os utilizadores criticaram o carro pela sua falta de potência e binário. A partir de 1974, o motor de 127 cv de combustível injectado do R17 Gordini (Tipo VF) estaria disponível, e dois anos mais tarde uma versão mais barata e menos potente (93 cv) com um motor de carburador de 1,647 cm3 derivado do R16 TX (Tipo VG).

 

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Miniatura

Abre as portas, e levanta o capô para ver o motor.

Os bancos são rebatíveis.

Motor e interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas têm pneus de borracha

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

As rodas são de plásticos iguais aos modelos desta época no fabricante.

Fabricante Solido

Série 100

Referencia nº 192 1 1972

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e posteriormente em vitrine plástica.

País - França

Anos de fabrico  a


publicado por Manuel Dinis às 23:06
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Quinta-feira, 8 de Julho de 2021

Unimog, o "burro do mato - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Unimog, o "burro do mato" - Um olhar sobre as minhas miniaturas

261ª – Mercedes Benz Unimog 406 Corgi Toys

Da vida militar para a civil sem ir ao Ultramar…

Modelo real

Em Janeiro de 1946 iniciaram-se os planos do Unimog, um veículo para trabalhos agrícolas e florestais.

O primeiro protótipo surgiu no final do ano, equipado com um motor a gasolina e um aspecto já muito semelhante ao que ao modelo a apresentar em 1947 e já equipado com o motor diesel da Daimler Benz.

Fabricada pela Boehringer, pela interdição imposta pelos Aliados no pós-guerra à Mercedes-Benz de produzir veículos todo o terreno para o mercado interno. Só em 1951 quando a limitação foi levantada a Unimog começou as vendas fora da Alemanha.

Dada a versatilidade, e capacidade de circulação em todos os tipos de terreno, rapidamente a Unimog se tornou num dos veículos mais utilizados pelas forças armadas de vários países.

Portugal não fugiu a regrae o Unimog esteve no serviço activo em todas as frentes durante a Guerra Colonial e na metrópole, e ainda hoje equipa várias unidades onde é um dos mais utilizados.

O Unimog para terrenos muito difíceis é capaz de vencer quase todos os desafios graças às suas capacidades off-road, pelo qual  pode ser usado em florestas, montanhas e desertos

Tração integral e capacidade de torção extrema proporcionam a este robusto veículo utilitário um avanço notável em terrenos difíceis.

O conforto e reduzido mas é muito prático.

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Miniatura

Abre as portas, porta-malas e levanta o capô para ver o motor.

Os bancos são rebatíveis.

Motor e interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas têm pneus de borracha

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

As rodas são de plásticos iguais aos modelos desta época no fabricante.

Fabricante Corgi Toys

Série

Referencia nº 406

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.

País – Inglaterra

Anos de fabrico  a

 


publicado por Manuel Dinis às 19:27
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Quarta-feira, 7 de Julho de 2021

Ferrari 550 Squalo em Kit metálico - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Ferrari 550 Squalo em Kit metálico - Um olhar sobre as minhas miniaturas

260ª – Ferrari 550 Squalo 3J

O meu primeiro Kit e também o primeiro Modelos 3J em Vila real

Estávamos no Verão quente de 1975 as importações eram muito condicionadas. Em modelismo, havia os John Day, os G.P. Models da revista (Grand Prix Models), D.G. Models, Auto Replicas, e FDS e os Kits da Autódromo Estoril Modelos fabricados por John Day e de divulgação muito restrita.

Mas, foi este Ferrari 550 Squalo da Modelos 3J, o meu primeiro Kit em Metal.

Feio em “white metal” ou metal branco estão a ser muito utilizados em modelismo. Esta liga é composta por uma mistura de chumbo e ferro e se torna numa liga bastante mais mole para ser trabalhada convenientemente.

Já tinha lido e saboreado o artigo de Santos Carvalho no Jornal Motor e posteriormente o artigo de Jorge Curvelo em Lazeres de 12 de Julho de 1975 onde nos informava dos planos da 3J, a primeira marca Portuguesa de Kits em Metal e posteriormente em resina para os próximos meses.

O modelo apresentado era o Ferrari 555 squalo e eu fiquei encantado com o vencedor do Grande Premio de Espanha.

O anúncio da revista Auto Mundo, levou-me a pedir o modelo para o mini Shopping da AUTOMUNDO na Avenida Praia da Vitória,20, 3º D., acompanhado da Importância de 130$00 (120$00 + 10$00, correio registado) em cheque ou vale de correio.

João Campeão de Freitas, começa então a construir modelos artesanais para modelismo na escala 1:43, juntamente com mais dois modelistas, cria a marca de Modelos 3J – João Campeão de Freitas, Jorge Henrique e Jorge Campeão de Freitas.

Os modelos eram feitos numa oficina improvisada no quintal.

 Modelo real

Como dizia a folha de instruções, uma folha de papel A4 fotocopiado.

O Ferrari 555 Squalo é uma evolução que apareceu no Grande Premio de Monza em 1953, onde foi guiado por Maglioli Alteraçoes mecânicas, como sejam a passagem do motor de de 4 cilindros de 2 para 2,5litros na cilindrada e pequenas transformações na carroceria transformaram o modelo 553 no 555 que correu durante a temporada de 1954. Mais tarde, com a evolução do 555 Squalo, apareceu o Super-Squalo.

Todos estes carros tivera uma característica interessante, que consistia num entre-eixo curto e o uso de depósitos laterais, o que dava ao carro um aspecto bastante maciço.

A carreira desportiva deste modelo não foi dos mais brilhantes: ganha o Grande Prémio de Espanha, guiado por Hawthorn e o daly Express trophy, guido por Gonzalez. Exceptuando estas duas vitórias, apenas obtém mais alguns lugares secundários.

O modelo representado é guiado por Hawthorn no Grande Prémio de França, não se classificou. Pode-se reproduzir facilmente o modelo vitorioso em Espanha, bastando para isso substituir o círculo branco com o Nº6 a preto pelo nº 38 a branco e sem qualquer círculo.

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Miniatura

Só vinham os números 6 com a folha de instruções e tive de recorrer aos decalques da Solido.

Os números são da folha B de decalques da Solido

Interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas têm pneus de acordo com as originais.

Fabricante Modelos 3J

Série Metal

Referencia nº 1 preço 170$00

Material – zamac

Material da placa de base – zamac

A base está colada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão.

País - Portugal

Anos de fabrico 1975 a

 

 

 


publicado por Manuel Dinis às 23:20
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Terça-feira, 6 de Julho de 2021

Porsche 917 o protótipo - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Porsche 917 o protótipo - Um olhar sobre as minhas miniaturas

259ª – Porsche 917 Corgi Toys

O Porsche que usava materiais antes restritos aos aviões e a estreia foi no mesmo ano em que o homem chegou à Lua! Aqui numa das primeiras fotos do protótipo.

Actualmete ainda são feitas réplicas do 917

 Modelo real

Hans Mezger, “Depois da experiência com o Ford GT40 em 1968, acreditávamos que o 908 talvez não fosse capaz de vencer a competição de Le Mans. Em 1969, ele se mostrou um projeto mais acabado, mas o 908 ainda não era o suficiente.”  

Hans Mezger entrou para a Porsche em 1956 na melhoria do motor boxer de quatro cilindros.

Os trabalhos realizados nos modelos 906, 910, 907, 908 e 909 foram importantes para que a Porsche crescesse no cenário automobilístico a fábrica alemã entrasse vencesse de vez das 24 Horas de Le Mans. 

O  prefácio de Hanz Mezger, nada menos que o criador do fantástico motor 12 cilindros opostos do 917, para o livro oficial dos 50 anos da Porsche 917.

“O 917 era uma evolução do que vínhamos fazendo antes. O motor evoluiu dos boxers de quatro, seis e oito cilindros com um novo projeto de virabrequim e sistema de lubrificação de baixa pressão. O chassi evoluiu a partir dos coupês 907 e 908. Era apenas o próximo passo para o chassi, que teria mais força, rodas mais largas e assim por diante.”, Diz-nos Hans Mezger.

Em 1969 a Porsche utilizava o 908 que havia estreado no Mundial de Marcas de 1968, onde a equipa alemã perdeu o título para a Ford por apenas três pontos.

Em 1970 foi o primeira Porsche a ganhar Le Mans em 1970. Voltou a ganhar em 1971. Por força do regulamento foi para  a série CanAm em 1972 e ganhou. Acabou com a série CanAm em 1973 quando ganhou todas as corridas!...

Foi no início de 2017 que esta pequena empresa britânica apresentou oficialmente o seu projeto, uma elaborada réplica do Porsche 917K, cujo desenvolvimento levou cerca de uma década, mas pela exatidão deste protótipo e seu complexo esquema técnico, parece ser merecida a espera.Actualmente ainda há quem o fabrique A Icon Engineering oferece o chassis e a carroceria de fibra de vidro a partir de 95.000 libras Este projeto nasceu quando um dos fundadores da empresa descobriu à venda uma réplica da carroceria do chassi 917-010 do modelo, o Porsche 917K de 1969 pilotado por David Piper.

Este projeto nasceu quando um dos fundadores da empresa descobriu à venda uma réplica da carroceria do chassi 917-010 do modelo, o Porsche 917K de 1969 pilotado por David Piper.

 …e quem o condiziu desde que o comprou e nos deliciou..., David Piper aos 85 anos

Porsche 917 Road Legal do Count-Rossi-Martini

 Ou então um dia em Monte Carlo poderá um 917 na estrada, sacudindo janelas com o som de seu monstruoso motor flat-doze de 600 cavalos de potência e as cores de corrida Martini da época e instilando medo no coração de qualquer supercarro que se atreva a tentar competir com ele em um semáforo.

É o chassis 037, uma história iniciada com outro carro, 917-030, um dos dois 917 registrados para rodar na década de 1970. Este carro foi registrado no Alabama e comprado pelo Conde Rossi, o falecido CEO da Martini and Rossi Vermouth Company e o homem responsável pelo patrocínio de Martini à Porsche.

Roddaro comprou o 917-037 em 2016 por US $ 22 milhões (estimado), que era apenas um chassi 917 até 2004, quando foi finalizado pela Gunnar Racing para a Rennsport Reunion em Daytona, Flórida. Para registrar seu carro para uso nas ruas, Roddaro precisava fazer o 037 o mais idêntico possível ao 917 da estrada do Conde Rossi para essencialmente roubar a identidade de 030. Isso envolveu dois meses de idas e vindas com o governo e muita papelada.

O fato de o carro de Roddaro nunca ter sido concluído na década de 1970, portanto, nunca correu e nunca bateu, foi uma grande ajuda para registrar seu carro. O 917-037 é feito de 95% das peças originais da Porsche e, portanto, o 917 mais original que existe, então a Porsche forneceu ao carro uma placa de autenticação oficial. Como uma homenagem ao dono do carro que deu vida ao 037, o carro de Roddaro agora usa um uniforme de corrida Martini da época.

Modificação na miniatura

A miniatura da Corgi Toys foi-lhe cortada a parte traseira e posteriormente tapado com barro plástico.

Os flaps traseiros são feitos com pedaços da lata da pasta de dentes e agora substituídos pelos metal da embalagem do Bepanthene plus.

Colocadas as aletas traseiras e as rodas substituídas pelas da 3J

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Miniatura

Levanta o capô para ver o motor.

Motor e interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas são de plásticos iguais aos modelos desta época no fabricante.

Fabricante Corgi Toys

Série

Referencia nº 385

Material – zamac

Material da placa de base – zamac

A base está cravada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.

País - Inglaterra 

Anos de fabrico  a


publicado por Manuel Dinis às 23:57
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142º Encontro de Clássicos Além Corgo parte 3

142º Encontro de Clássicos Além Corgo parte 3

Agora vamos aos novos amigos que tiveram a amabilidade de estar presentes nas novas máquinas…

IMG_20210704_104450.jpgRicardo Nascimento no UMM Alter II

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IMG_20210704_114724.jpgFamel Zumdap XF 17 Andrade

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IMG_20210704_105241.jpgFernando Teixeira na I Moto 125

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IMG_20210704_115942.jpgO UMM Alter 4x4D (B11D1L) e 1993 de Bruno Sousa

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IMG_20210704_121532.jpgO UMM Alter II Troféu 1992 de Marco Guedes, a histórica viatura oficial da UMM, do antigo Piloto João Vassalo.

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Um amigo que não tive o prazer de conhecer vindo de Puebla de Sanabria

Gorka Del Estal

No Seat Toledo de1993

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IMG_20210704_120530.jpgHoje, 4 de Julho é dia de aniversário, a UMM faz 44 anos e cinco exemplares estiveram presentes em sua homenagem.

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A tarde a tradicional volta ao Circuito Internacional de Vila Real

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... e a volta à Rotunda de Mateus nos 90 anos do Circuito de Vila Real

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publicado por Manuel Dinis às 21:10
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Alfa Romeo Giulia SS - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Alfa Romeo Giulia SS - Um olhar sobre as minhas miniaturas

258ª – Alfa Romeo Giulia SS Politoys

Giulietta é um modelo da Alfa Romeo que passou a Giulia sempre com a mesma carroçaria.

Modelo real

O Alfa Romeo Giulietta Sprint Speciale (Tipo 750 SS / 101.20, e Alfa Romeo Giulia Sprint Speciale (Tipo 101.21),são conhecidos como Giulietta SS e Giulia SS foram fabricados pela Alfa Romeo entre 1959 e 1966.

O protótipo do Giulietta SS foi apresentado em 1957 no Salão Automóvel de Turim e a imprensa o modelo a 24 de Junho de 1959 na pista de corrida de Monza

O número mínimo de 100 carros necessários para homologar o carro segundo os regulamentos da FIA tinham "nariz baixo" e a designação 750 SS.

O coupé Bertone, manteve o estilo aerodinâmico original projetado por Franco Scaglione para o SS em 1957 permaneceu praticamente inalterado, incluindo o nariz baixo e fino, o para-brisa traseiro inclinado conectando-se à tampa da bagageira e terminando com uma cauda quadrada. Outras mudanças foram feitas no interior, que se tornou menos espartano graças a alguns novos detalhes, como uma alça de passageiro. Um novo design de painel com instrumentação diferente também mudou a aparência do painel de instrumentos.

No Salão Automóvel de Genebra de 1963 foi apresentado a Giulia SS equipado com o motor maior da série 1.6 L

A maior diferença estava sob o capô: no lugar da unidade de 1290 cc, havia um motor de duas cames com cilindrada aumentada para 1570 cc. Ele liberou 113 cv a 6.500 rpm, graças a dois carburadores Weber 45 de dois cilindros, e ainda estava acoplado a uma transmissão de cinco marchas.

A produção terminou em 1965, com um último Sprint Speciale concluído em 1966 sendo 1.366 Giulietta Sprint Speciale e 1.400 Giulia Sprint Speciale foram produzidos dos quais 25 carros foram convertidos para volante à direita pela RuddSpeed.

Os carros permaneceram populares nas corridas entre os "cavalheiros condutores", que apreciavam seu alto torque em baixas rotações.

Usados ​​principalmente em numerosas edições do Targa Florio (de 1967 a 1970), também se destacaram em circuitos como Monza na Coppa Intereuropa, em Mugello e até nas 24 Horas de Daytona em 1969, bem como Vila Real em 1966.

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Miniatura

Abre as portas, porta-malas e levanta o capô para ver o motor.

Os bancos são rebatíveis.

Motor e interior detalhado

Sem suspensão.

As rodas têm pneus de borracha de acordo com as originais.

Fabricante Politoys

Série

Referencia nº 506

Material – zamac

Material da placa de base – zamac

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.

País -

Anos de fabrico  a


publicado por Manuel Dinis às 01:03
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Segunda-feira, 5 de Julho de 2021

142º Encontro de Clássicos Além Corgo parte 2

142º Encontro de Clássicos Além Corgo parte 2

Os participantes iam chegando e enquanto Daniel Gouveia se deliciava a subir a Rampa de Santa Marta e outros tentavam assistir, a conversa era posta em dia,

Pouco depois da saída de um UMM, surge de surpresa a chegada de um outro exemplar semelhante.

Por outro lado. o entusiasta da UMM, Nuno Moutinho, tentava movimentar os UMM.

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Domingo, 4 de Julho de 2021

Peugeot 104 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Peugeot 104 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

257ª – Peugeot 104 Solido

Modelo real

O Peugeot 104 foi projetado por Paolo Martin e produzido pela Peugeot entre 1972 e 1988.

É uma berlina compacta como um fastback embora a traseira curta e inclinada que sugeria um hatchback, foi a primeira viatura de pequenas dimensões criada pela Peugeot e o primeiro modelo produzido em Mulhouse e também o primeiro novo Peugeot introduzido desde 1955 a não estar disponível em diesel.

O motor transversal de 4 cilindros em linha e 954c.c. montado inclinado para trás, num um ângulo de 72 graus, denominado PSA X, uma liga totalmente de alumínio, came suspenso acionado por corrente, com caixa de câmbio no cárter, compartilhando óleo do motor, desenvolvido em conjunto com a Renault em cooperação técnica iniciada em 1966.

Foi produzido pela Peugeot entre 1972 e 1988

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Miniatura

Abre as portas da frente.

Interior detalhado

Com suspensão.

As rodas têm pneus de borracha

As rodas são de plástico de acordo com as originais.

Fabricante Solido

Série

Referencia nº 12 11/72

Material – zamac

Material da placa de base – plástico

A base está aparafusada à carroçaria

Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.

País - França

Anos de fabrico 1972 a


publicado por Manuel Dinis às 22:54
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