Volkswagen Fittipaldi-Bardahl 1968 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
1967 Volkswagen Beetle Bardahl Fittipaldi #87 equipe Fittipaldi
Modelo real
Um dos dos protótipos do Volkswagen Fuscas feitos pelos irmãos Fittipaldi preparado por Emerson Fittipaldi foi projetado pela sua equipa então composta pelo mecânico chefe Nelson Brizzi,o projeto da carroceria Ari Leber , projeto chassi e suspensão Ricardo Divila, Darci que foi mecânico dos irmãos Fittipaldi até a Formula 1 e José Deusdedith para a solda e chapa, que tinha como característica as duas entradas de ar pelo vidro traseiro.
Emerson e Wilsinho Fittipaldi já haviam dado provas de competência como construtores na Fórmula Vê e com o protótipo Fitti Porsche, o dos pilotos independentes que não se animavam com monopostos ou caros e pouco confiáveis protótipos.
O desenvolvimento do Fusca para competição era já um trabalho antigo da equipa mas agora com a ideia que pudesse ser produzido quase em série.
Em 1968 foi apresentado e o protótipo foi enquadrado como `Protótipo Experimental CBA´ e trazia como principais modificações externas os para-lamas, capô dianteiro, tampa do motor e portas moldadas em fibra de vidro.
Os vidros haviam sido substituidos por peças de acrílico transparente, a fim de uma radical redução de peso.
O motor era um 1300 cc aumentado para 1600 cc, por obra e graça do famoso kit Fittipaldi, dupla carburação Solex 32, comando especial copiado do Porsche 356, cabeçotes trabalhados do motor VW 1500 (Kombi e Karmann Ghia).
O câmbio era original VW mas retrabalhado para uso de relações especiais e diferencial da Kombi.
Estreado em 27 de outubro de 1968 na `Prova Santos Dumont´ no antigo autódromo de Jacarepaguá, com a dupla Luis Fernando Terra Smith / Nathaniel Townsend ohde foi quinto.
Um mês mais tarde na `Prova Levi Dias´, Emerson Fittipaldi / Nathaniel Townsend ocuparam o sexto lugar.
Nos 1000 Km da Guanabara de1968, o Fitti-Fusca apareceu bastante modificado, portando um sistema de lubrificação por cárter seco e as enormes mangueiras traseiras de refrigeração sobre a capota, visual que o consagraria e que ditaria a moda para os fuscas preparados em 1969.
Na corrida, a dupla Emerson Fittipaldi / Nathaniel Townsend levariam o Volks ao terceiro lugar, atrás dos Alfas GTA da Jolly Gancia, conduzidas por Chiquinho Lameirão / Wilsinho Fittipaldi e Piero Gancia / Mário Olivetti.
Os irmãos Émerson e Wilsinho Fittipaldi agora no Fitti-Volks 1600 venceram a 12 Horas de Porto Alegre em 1968
Modificação na miniatura
Á miniatura da Corgi Toys foi desbastada a mala traseira e uma outra miniatura foi retirada a mala traseira para poder ser colocada aberta.
O modelo foi pintado
As rodas são do Mini Marcos
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Miniatura
Interior detalhado
Fabricante Corgi Toys
Série
Referencia nº 383
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
País -
Anos de fabrico a
Ford T Lizzie - Um olhar sobre as minhas miniaturas
O modelo Runabout
Modelo real
O primeiro modelo de produção em série, o Ford T chegou a 1915 quando a maior parte dos exemplares eram pintados em preto. Entre 1909 e 1914, ano em que foi iniciada sua fabricação na Argentina, os modelos T estavam disponíveis em quatro cores: vermelho, verde, cinza e azul mas a popularidade do Modelo T aumentava e a Ford começava a ter problemas para acompanhar a demanda.
O chassis era constituído por uma estrutura de longarinas em “U” e a suspensão era de eixo rígido (à frente e atrás), sem amortecedores. A estrutura era de madeira, coberto com chapas de aço, com altura suficiente para transpor com facilidade as precárias estradas da época.
Os primeiros Ford T pesavam pouco mais de 500 kg e estavam equipados com um motor 2.9 l de quatro cilindros em linha e uma caixa especial de duas velocidades e marcha atras, onde foram adotadas engrenagens epicicloidais semelhantes as das transmissões automáticas, em que as suas duas marchas para a frente e uma atrás eram selecionadas por meio de pedais mas, para funcionar, o travão de mão deveria estar na posição correta.
Os de 20 cv de potência às rodas traseiras eram suficientes para atingir velocidades de 70 km/h. Os consumos podiam chegar aos 18 l/100km.
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante Minialuxe
Série
Referencia nº 11
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está colada à carroçaria
Apresentado em vitrine transparente sob base de cartão.
País - França
Anos de fabrico a
Alpine Renault A 310 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
Alpine Renault A 310 1971
Um modelo de Rallycross que afinal era amarelo. e o azul do Rali TAP era azul e transformado,
Modelo real
A Alpine, em Dieppe fazia os Renault mais rápidos até ser uma subsidiária da Renault atingindo a notoriedade com o Alpine A110 quando venceu o Rally de Monte Carlo e o Campeonato Mundial de Rally de 1973
A 8 de Março de 1971 a Alpine levanta o véu de um modelo inteiramente novo e o último projeto aprovado pelo fundador da marca Jean Rédélé e esperado já há muito tempo.
O design futurista da carroceria de Michel Beligond, apresentava nas primeiras unidades um design frontal inovador com seis faróis e era muito mais convencional do que o cockpit extremo do A110,
Apresentado no Salão Automóvel de Genebra de 1971 é um coupé 2+2 desenhado por Marcel. Beligond do centro de estilo da Renault. A frente é caracterizada pelo grupo ótico da Cibié, composto por seis faróis de iodo. A traseira estilo Miura do protótipo tinha persianas no para-brisa traseiro foi substituído por um vidro clássico por necessidade de homologação A carroçaria é realizada em polyester estratificado sob em chassis de viga central. O motor provém do Renault 16 TS e 17 TS
Enquanto muitos componentes do A310 eram provenientes de peças da Renault como esperado, a cremalheira da direção é do Peugeot 504, enquanto os indicadores de direção são unidades Simca 1301.
Mesmo assim o Alpine A310 exigia muita mão-de-obra, para uma produção artesanal de pequena escala uma unidade levava 130 horas para ser construído do início ao fim.
O Alpine A310, tipo VE com carburador, passou para uma configuração que não correspondia necessariamente à ideia original que os seus designers tinham concebido. O efeito seria sentido comercialmente: em 1973, dois anos após a sua introdução, foram produzidos 666 A310s, em comparação com 658 A110 Berlinettes, e no ano seguinte este último assumiu a liderança nas vendas. A razão era simples: com um motor semelhante, o A310 era mais de 120 kg mais pesado do que o seu antecessor, e os utilizadores criticaram o carro pela sua falta de potência e binário. A partir de 1974, o motor de 127 cv de combustível injectado do R17 Gordini (Tipo VF) estaria disponível, e dois anos mais tarde uma versão mais barata e menos potente (93 cv) com um motor de carburador de 1,647 cm3 derivado do R16 TX (Tipo VG).
![]()
![]()
![]()
![]()
Miniatura
Abre as portas, e levanta o capô para ver o motor.
Os bancos são rebatíveis.
Motor e interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas têm pneus de borracha
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
As rodas são de plásticos iguais aos modelos desta época no fabricante.
Fabricante Solido
Série 100
Referencia nº 192 1 1972
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e posteriormente em vitrine plástica.
País - França
Anos de fabrico a
Unimog, o "burro do mato" - Um olhar sobre as minhas miniaturas
Da vida militar para a civil sem ir ao Ultramar…
Modelo real
Em Janeiro de 1946 iniciaram-se os planos do Unimog, um veículo para trabalhos agrícolas e florestais.
O primeiro protótipo surgiu no final do ano, equipado com um motor a gasolina e um aspecto já muito semelhante ao que ao modelo a apresentar em 1947 e já equipado com o motor diesel da Daimler Benz.
Fabricada pela Boehringer, pela interdição imposta pelos Aliados no pós-guerra à Mercedes-Benz de produzir veículos todo o terreno para o mercado interno. Só em 1951 quando a limitação foi levantada a Unimog começou as vendas fora da Alemanha.
Dada a versatilidade, e capacidade de circulação em todos os tipos de terreno, rapidamente a Unimog se tornou num dos veículos mais utilizados pelas forças armadas de vários países.
Portugal não fugiu a regrae o Unimog esteve no serviço activo em todas as frentes durante a Guerra Colonial e na metrópole, e ainda hoje equipa várias unidades onde é um dos mais utilizados.
O Unimog para terrenos muito difíceis é capaz de vencer quase todos os desafios graças às suas capacidades off-road, pelo qual pode ser usado em florestas, montanhas e desertos
Tração integral e capacidade de torção extrema proporcionam a este robusto veículo utilitário um avanço notável em terrenos difíceis.
O conforto e reduzido mas é muito prático.
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Miniatura
Abre as portas, porta-malas e levanta o capô para ver o motor.
Os bancos são rebatíveis.
Motor e interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas têm pneus de borracha
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
As rodas são de plásticos iguais aos modelos desta época no fabricante.
Fabricante Corgi Toys
Série
Referencia nº 406
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.
País – Inglaterra
Anos de fabrico a
Ferrari 550 Squalo em Kit metálico - Um olhar sobre as minhas miniaturas
O meu primeiro Kit e também o primeiro Modelos 3J em Vila real
Estávamos no Verão quente de 1975 as importações eram muito condicionadas. Em modelismo, havia os John Day, os G.P. Models da revista (Grand Prix Models), D.G. Models, Auto Replicas, e FDS e os Kits da Autódromo Estoril Modelos fabricados por John Day e de divulgação muito restrita.
Mas, foi este Ferrari 550 Squalo da Modelos 3J, o meu primeiro Kit em Metal.
Feio em “white metal” ou metal branco estão a ser muito utilizados em modelismo. Esta liga é composta por uma mistura de chumbo e ferro e se torna numa liga bastante mais mole para ser trabalhada convenientemente.
Já tinha lido e saboreado o artigo de Santos Carvalho no Jornal Motor e posteriormente o artigo de Jorge Curvelo em Lazeres de 12 de Julho de 1975 onde nos informava dos planos da 3J, a primeira marca Portuguesa de Kits em Metal e posteriormente em resina para os próximos meses.
O modelo apresentado era o Ferrari 555 squalo e eu fiquei encantado com o vencedor do Grande Premio de Espanha.
O anúncio da revista Auto Mundo, levou-me a pedir o modelo para o mini Shopping da AUTOMUNDO na Avenida Praia da Vitória,20, 3º D., acompanhado da Importância de 130$00 (120$00 + 10$00, correio registado) em cheque ou vale de correio.
João Campeão de Freitas, começa então a construir modelos artesanais para modelismo na escala 1:43, juntamente com mais dois modelistas, cria a marca de Modelos 3J – João Campeão de Freitas, Jorge Henrique e Jorge Campeão de Freitas.
Os modelos eram feitos numa oficina improvisada no quintal.
Modelo real
Como dizia a folha de instruções, uma folha de papel A4 fotocopiado.
O Ferrari 555 Squalo é uma evolução que apareceu no Grande Premio de Monza em 1953, onde foi guiado por Maglioli Alteraçoes mecânicas, como sejam a passagem do motor de de 4 cilindros de 2 para 2,5litros na cilindrada e pequenas transformações na carroceria transformaram o modelo 553 no 555 que correu durante a temporada de 1954. Mais tarde, com a evolução do 555 Squalo, apareceu o Super-Squalo.
Todos estes carros tivera uma característica interessante, que consistia num entre-eixo curto e o uso de depósitos laterais, o que dava ao carro um aspecto bastante maciço.
A carreira desportiva deste modelo não foi dos mais brilhantes: ganha o Grande Prémio de Espanha, guiado por Hawthorn e o daly Express trophy, guido por Gonzalez. Exceptuando estas duas vitórias, apenas obtém mais alguns lugares secundários.
O modelo representado é guiado por Hawthorn no Grande Prémio de França, não se classificou. Pode-se reproduzir facilmente o modelo vitorioso em Espanha, bastando para isso substituir o círculo branco com o Nº6 a preto pelo nº 38 a branco e sem qualquer círculo.
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Miniatura
Só vinham os números 6 com a folha de instruções e tive de recorrer aos decalques da Solido.
Os números são da folha B de decalques da Solido
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas têm pneus de acordo com as originais.
Fabricante Modelos 3J
Série Metal
Referencia nº 1 preço 170$00
Material – zamac
Material da placa de base – zamac
A base está colada à carroçaria
Apresentado em caixa de cartão.
País - Portugal
Anos de fabrico 1975 a
Porsche 917 o protótipo - Um olhar sobre as minhas miniaturas
O Porsche que usava materiais antes restritos aos aviões e a estreia foi no mesmo ano em que o homem chegou à Lua! Aqui numa das primeiras fotos do protótipo.
Actualmete ainda são feitas réplicas do 917
Modelo real
Hans Mezger, “Depois da experiência com o Ford GT40 em 1968, acreditávamos que o 908 talvez não fosse capaz de vencer a competição de Le Mans. Em 1969, ele se mostrou um projeto mais acabado, mas o 908 ainda não era o suficiente.”
Hans Mezger entrou para a Porsche em 1956 na melhoria do motor boxer de quatro cilindros.
Os trabalhos realizados nos modelos 906, 910, 907, 908 e 909 foram importantes para que a Porsche crescesse no cenário automobilístico a fábrica alemã entrasse vencesse de vez das 24 Horas de Le Mans.
O prefácio de Hanz Mezger, nada menos que o criador do fantástico motor 12 cilindros opostos do 917, para o livro oficial dos 50 anos da Porsche 917.
“O 917 era uma evolução do que vínhamos fazendo antes. O motor evoluiu dos boxers de quatro, seis e oito cilindros com um novo projeto de virabrequim e sistema de lubrificação de baixa pressão. O chassi evoluiu a partir dos coupês 907 e 908. Era apenas o próximo passo para o chassi, que teria mais força, rodas mais largas e assim por diante.”, Diz-nos Hans Mezger.
Em 1969 a Porsche utilizava o 908 que havia estreado no Mundial de Marcas de 1968, onde a equipa alemã perdeu o título para a Ford por apenas três pontos.
Em 1970 foi o primeira Porsche a ganhar Le Mans em 1970. Voltou a ganhar em 1971. Por força do regulamento foi para a série CanAm em 1972 e ganhou. Acabou com a série CanAm em 1973 quando ganhou todas as corridas!...
Foi no início de 2017 que esta pequena empresa britânica apresentou oficialmente o seu projeto, uma elaborada réplica do Porsche 917K, cujo desenvolvimento levou cerca de uma década, mas pela exatidão deste protótipo e seu complexo esquema técnico, parece ser merecida a espera.Actualmente ainda há quem o fabrique A Icon Engineering oferece o chassis e a carroceria de fibra de vidro a partir de 95.000 libras Este projeto nasceu quando um dos fundadores da empresa descobriu à venda uma réplica da carroceria do chassi 917-010 do modelo, o Porsche 917K de 1969 pilotado por David Piper.
Este projeto nasceu quando um dos fundadores da empresa descobriu à venda uma réplica da carroceria do chassi 917-010 do modelo, o Porsche 917K de 1969 pilotado por David Piper.
…e quem o condiziu desde que o comprou e nos deliciou..., David Piper aos 85 anos
Porsche 917 Road Legal do Count-Rossi-Martini
Ou então um dia em Monte Carlo poderá um 917 na estrada, sacudindo janelas com o som de seu monstruoso motor flat-doze de 600 cavalos de potência e as cores de corrida Martini da época e instilando medo no coração de qualquer supercarro que se atreva a tentar competir com ele em um semáforo.
É o chassis 037, uma história iniciada com outro carro, 917-030, um dos dois 917 registrados para rodar na década de 1970. Este carro foi registrado no Alabama e comprado pelo Conde Rossi, o falecido CEO da Martini and Rossi Vermouth Company e o homem responsável pelo patrocínio de Martini à Porsche.
Roddaro comprou o 917-037 em 2016 por US $ 22 milhões (estimado), que era apenas um chassi 917 até 2004, quando foi finalizado pela Gunnar Racing para a Rennsport Reunion em Daytona, Flórida. Para registrar seu carro para uso nas ruas, Roddaro precisava fazer o 037 o mais idêntico possível ao 917 da estrada do Conde Rossi para essencialmente roubar a identidade de 030. Isso envolveu dois meses de idas e vindas com o governo e muita papelada.
O fato de o carro de Roddaro nunca ter sido concluído na década de 1970, portanto, nunca correu e nunca bateu, foi uma grande ajuda para registrar seu carro. O 917-037 é feito de 95% das peças originais da Porsche e, portanto, o 917 mais original que existe, então a Porsche forneceu ao carro uma placa de autenticação oficial. Como uma homenagem ao dono do carro que deu vida ao 037, o carro de Roddaro agora usa um uniforme de corrida Martini da época.
Modificação na miniatura
A miniatura da Corgi Toys foi-lhe cortada a parte traseira e posteriormente tapado com barro plástico.
Os flaps traseiros são feitos com pedaços da lata da pasta de dentes e agora substituídos pelos metal da embalagem do Bepanthene plus.
Colocadas as aletas traseiras e as rodas substituídas pelas da 3J
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Miniatura
Levanta o capô para ver o motor.
Motor e interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plásticos iguais aos modelos desta época no fabricante.
Fabricante Corgi Toys
Série
Referencia nº 385
Material – zamac
Material da placa de base – zamac
A base está cravada à carroçaria
Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.
País - Inglaterra
Anos de fabrico a
142º Encontro de Clássicos Além Corgo parte 3
Agora vamos aos novos amigos que tiveram a amabilidade de estar presentes nas novas máquinas…
Ricardo Nascimento no UMM Alter II
![]()
Famel Zumdap XF 17 Andrade
![]()
Fernando Teixeira na I Moto 125
![]()
O UMM Alter 4x4D (B11D1L) e 1993 de Bruno Sousa
![]()
![]()
O UMM Alter II Troféu 1992 de Marco Guedes, a histórica viatura oficial da UMM, do antigo Piloto João Vassalo.
![]()
![]()
Um amigo que não tive o prazer de conhecer vindo de Puebla de Sanabria
Gorka Del Estal
No Seat Toledo de1993
![]()
Hoje, 4 de Julho é dia de aniversário, a UMM faz 44 anos e cinco exemplares estiveram presentes em sua homenagem.
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
A tarde a tradicional volta ao Circuito Internacional de Vila Real
![]()
![]()
![]()
... e a volta à Rotunda de Mateus nos 90 anos do Circuito de Vila Real
![]()
![]()
![]()
![]()
Alfa Romeo Giulia SS - Um olhar sobre as minhas miniaturas
Giulietta é um modelo da Alfa Romeo que passou a Giulia sempre com a mesma carroçaria.
Modelo real
O Alfa Romeo Giulietta Sprint Speciale (Tipo 750 SS / 101.20, e Alfa Romeo Giulia Sprint Speciale (Tipo 101.21),são conhecidos como Giulietta SS e Giulia SS foram fabricados pela Alfa Romeo entre 1959 e 1966.
O protótipo do Giulietta SS foi apresentado em 1957 no Salão Automóvel de Turim e a imprensa o modelo a 24 de Junho de 1959 na pista de corrida de Monza
O número mínimo de 100 carros necessários para homologar o carro segundo os regulamentos da FIA tinham "nariz baixo" e a designação 750 SS.
O coupé Bertone, manteve o estilo aerodinâmico original projetado por Franco Scaglione para o SS em 1957 permaneceu praticamente inalterado, incluindo o nariz baixo e fino, o para-brisa traseiro inclinado conectando-se à tampa da bagageira e terminando com uma cauda quadrada. Outras mudanças foram feitas no interior, que se tornou menos espartano graças a alguns novos detalhes, como uma alça de passageiro. Um novo design de painel com instrumentação diferente também mudou a aparência do painel de instrumentos.
No Salão Automóvel de Genebra de 1963 foi apresentado a Giulia SS equipado com o motor maior da série 1.6 L
A maior diferença estava sob o capô: no lugar da unidade de 1290 cc, havia um motor de duas cames com cilindrada aumentada para 1570 cc. Ele liberou 113 cv a 6.500 rpm, graças a dois carburadores Weber 45 de dois cilindros, e ainda estava acoplado a uma transmissão de cinco marchas.
A produção terminou em 1965, com um último Sprint Speciale concluído em 1966 sendo 1.366 Giulietta Sprint Speciale e 1.400 Giulia Sprint Speciale foram produzidos dos quais 25 carros foram convertidos para volante à direita pela RuddSpeed.
Os carros permaneceram populares nas corridas entre os "cavalheiros condutores", que apreciavam seu alto torque em baixas rotações.
Usados principalmente em numerosas edições do Targa Florio (de 1967 a 1970), também se destacaram em circuitos como Monza na Coppa Intereuropa, em Mugello e até nas 24 Horas de Daytona em 1969, bem como Vila Real em 1966.
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Miniatura
Abre as portas, porta-malas e levanta o capô para ver o motor.
Os bancos são rebatíveis.
Motor e interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas têm pneus de borracha de acordo com as originais.
Fabricante Politoys
Série
Referencia nº 506
Material – zamac
Material da placa de base – zamac
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.
País -
Anos de fabrico a
142º Encontro de Clássicos Além Corgo parte 2
Os participantes iam chegando e enquanto Daniel Gouveia se deliciava a subir a Rampa de Santa Marta e outros tentavam assistir, a conversa era posta em dia,
Pouco depois da saída de um UMM, surge de surpresa a chegada de um outro exemplar semelhante.
Por outro lado. o entusiasta da UMM, Nuno Moutinho, tentava movimentar os UMM.
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Peugeot 104 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
Modelo real
O Peugeot 104 foi projetado por Paolo Martin e produzido pela Peugeot entre 1972 e 1988.
É uma berlina compacta como um fastback embora a traseira curta e inclinada que sugeria um hatchback, foi a primeira viatura de pequenas dimensões criada pela Peugeot e o primeiro modelo produzido em Mulhouse e também o primeiro novo Peugeot introduzido desde 1955 a não estar disponível em diesel.
O motor transversal de 4 cilindros em linha e 954c.c. montado inclinado para trás, num um ângulo de 72 graus, denominado PSA X, uma liga totalmente de alumínio, came suspenso acionado por corrente, com caixa de câmbio no cárter, compartilhando óleo do motor, desenvolvido em conjunto com a Renault em cooperação técnica iniciada em 1966.
Foi produzido pela Peugeot entre 1972 e 1988
![]()
![]()
![]()
Miniatura
Abre as portas da frente.
Interior detalhado
Com suspensão.
As rodas têm pneus de borracha
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante Solido
Série
Referencia nº 12 11/72
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.
País - França
Anos de fabrico 1972 a
A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.
. Peugeot 206 WRC Miguel Ca...
. Aston Martin DB7 Zagato D...
. Ferrari 250GT SWB - Ferra...
. Fiat 124 - Um olhar sobre...
. Ford Escort RS Cosworth -...
. 197º Encontro de Clássico...
. Alfa Romeo GT Dream cars ...
. Ferrari 512 BB Ferrari Co...
. Minerva Type AL40CV 1930 ...
. Ford Sierra RS Cosworth -...
. Porsche 911 GT1 Dream car...
. Ferrari F 355 Berlinetta ...
. Hispano Suiza J12 - Carro...
. 197º Encontro de Clássico...
. 1700ª Ford Fiesta 1972 – ...
. Subaru Impreza - Os Nosso...
. Lotus Seven - Dream cars ...
. Cord 812 Phaeton cabriole...
. Lancia Delta HF 4WD - Os ...
. 196º Encontro de Clássico...
. Panoz Esperante CTR-1 - D...
. Ferrari 512S Longo - Ferr...
. Mercedes- Benz SSK 1929 -...
. Peugeot 203- 1948 - Um ol...
. Renault 5 Turbo “Tour de ...
. Pagani Zonda C12 S 2002 D...
. 196º Encontro de Clássico...
. Voisin C28 Ambassade 1936...
. Citroen C2 S 1600 Rali de...
. Lotus Exige S2 2004- Um o...
. Daimler Double Six Conver...
. Saab 96 V4 1973 - Um olha...
. 196º Encontro de Clássico...
. Ford Focus WRC Rui Madeir...
. Ferrari 330 P4 - Ferrari ...
. Packard V12 Speedster Le ...
. Renault 8 1964 - Um olhar...
. BMW 645i Coupé - Um olhar...
. 196º Encontro de Clássico...
. Ferrari 400 Superamérica ...