Porsche Carrera RSR - Um olhar sobre as minhas miniaturas
E assim foi no Natal de 1975.
Ainda bem que acredito no Menino Jesus.
Um carro visto no Circuito Internacional de Vila Real em 1973 pelas mãos do americano nascido em New York, John Rulon Miller
Porsche Carrera RSR de Claude Ballot-Lena no Tour Auto de 1973.
Modelo real
Depois da FIA excluir o Porsche 917 do Campeonato Mundial ao limitar a cilindrada a três litros, a Porsche voltou-se novamente para ao 911 S.
Durante o seu desenvolvimento, a equipa do engenheiro Norbert Singer descobriram no túnel de vento, que um simples aileron aumentaria a aderência do eixo traseiro.
O seis cilindros de 2,4 litros com 190 cv, ia de 0 a 100 km/h em 7,8 s e chegava aos 228 km/h mas não era suficientemente potente, para isso Hans Mezger, aumentou o motor para 2,7 litros, com os cilindros a adotaram a tecnologia desenvolvida no 917, um revestimento interno em liga de níquel e carbeto de silício, mais tarde conhecido como Nikasil. Com injeção mecânica Bosch, o resultado final foi de 210 cv a 6.300 rpm e 26 mkgf a 5.100 rpm
Rodas maiores e outras mudanças, como os guarda -lamas alargados e o atraente spoiler traseiro que rapidamente recebeu o nome "Ducktail"
Os testes dinâmicos mostraram que o Carrera RS era um devorador de curvas.
Depois de eliminarem tudo o que fosse dispensável num carro de corrida, tais como, carpete, bancos traseiros e até o emblema no capô, substituído por um autocolante, o RS para homologação pesava 960 kg graças também a chapas e vidros mais finos, além de itens de fibra de vidro e alumínio.
A Porsche construiu o Carrera RS 2.7 para atender aos requisitos de homologação da classe do Grupo 4 de corridas, e para isso precisava construir 500 exemplares, mas acabou construindo 1.580, dos quais aproximadamente 1.300 eram “Touring”.
No Tour de France de a 22de Setembro de 1973 um dos mais belos Porsche Carrera RSR do GR 4 pilotado por Claude Ballot-Léna (F)/Jean-Claude Morénas (F) ainda disputou a liderança mas, não terminou por avaria.
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Miniatura
Abre as portas.
Motor e interior detalhado
Com suspensão.
As rodas têm pneus de borracha
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante Solido
Série
Referencia nº24 5/74
Material – zamac
Material da placa de base – zamac
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.
País - França
Anos de fabrico 1974 a
BMW 3.0 de circuito e não de Rallye - Um olhar sobre as minhas miniaturas
Dois modelos de grande interesse… um oferece o Pai o outro a Mãe.
Quando? No Natal de 1975.
O BMW 3.0 CSL Pilotado nas 24 horas de Le Mans em 1973 por Dieter Quester (A)/Toine Hezemans (NL) e se classificou em 11º e vencer o grupo TS, Turismo Especial.
Modelo real
Nos anos 70 algumas mudanças nas regras agradou à BMW mas, o Capri da Ford com um peso mais leve dominava a série, e venceram os campeonatos de 1971 e 1972.
O ponto de partida para o CSL foi uma atualização do 2800CS.
O 3.0 CSL cujas letras significavam Coupe Sport Leichtbau , e a BMW produziu 1096 exemplares de estrada um pouco mais do que o mínimo de homologação de 1000 carros necessário para correr.
Além do motor maior de 206 cavalos, o 3.0 CSL era construído em aço mais fino, ele vinha com capô de alumínio, tampa do deck e portas, sem amortecimento de som, sem acabamento, sem para-choque dianteiro, para-choque traseiro de fibra de vidro e janelas de acrílico.
Todas estas características eram de um carro que qualquer um poderia entrar no stand de Marca e comprar, não uma criação única feita para uma equipe profissional.
Foram quatro os carros usados pela BMW Motorsport durante o Campeonato Europeu de Carros de Turismo de 1973, este carro estreou nas mãos de Dieter Quester e Toine Hezemans em Monza, onde não conseguiu terminar. Quester e Hezemans foram segundos lugar nas 6 Horas de Nürburgring e para a vitória absoluta nas 24 Horas de Spa. No final do ano, a dupla austríaca / holandesa também venceu a corrida de 6 Horas em Paul Ricard, o que foi suficiente para Hezemans se sagrar campeão.
Além do ETCC, o carro também foi pilotado por Quester e Hezemans nos 1000 km de Nürburgring e nas 24 Horas de Le Mans, onde ficou em segundo e primeiro na classe, respectivamente.
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Miniatura
Abre as portas.
Os bancos são rebatíveis.
Motor e interior detalhado na versão turismo
Cm suspensão.
As rodas têm pneus de borracha
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante Solido
Série
Referencia nº 15
Material – zamac
Material da placa de base – zamac
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.
País – França
Anos de fabrico a
Mercedes Auto Union com reboque - Um olhar sobre as minhas miniaturas
A 25 de Novembro coincidência ou não um Jeep tão útil no exército, agora na versão civil
Ao fim do dia 25 de Novembro de 1975, as forças afetas ao VI Governo Provisório neutralizaram as unidades militares contestatárias, e o fim de uma época negra terminou.
As armas distribuídas aos civis não chegaram a sair dos caixotes e as restantes unidades militares não se movimentaram e terem evitado a guerra civil.
Modelo real
Auto Union M DKW Munga foi produzido entre 1954 a 1968
Desenvolvido no início dos anos 1950 como uma alternativa da Alemanha Ocidental ao Jeep do Exército dos EUA depois de vários fabricantes de automóveis, incluindo Borgward e Porsche, que produziram o Jagdwagen muito semelhante, para projetar um veículo militar pequeno e ágil.
O Auto Union DKW Munga 4 foi apresentado em 1954 é alimentado por um motor de dois tempos, 900 cc de 3 cilindros e uma caixa manual de 4 velocidades,
A transmissão era permanente nas quatro rodas.
O todo terreno “DKW Munga” foi construído para a DKW pela Auto Union em Ingolstadt para o exército alemão. A produção foi iniciada em outubro de 1956 e encerrada em dezembro de 1968. Nesse período, foram fabricadas 46.750 unidades. Sua enorme robustez, aliada a um peso muito contido, fizeram com que ganhasse a simpatia do exército alemão, que o utilizava para inúmeras funções.
Em 1959 a Auto Union inaugurou a sua fábrica em Ingolstadt, onde hoje é sede da Audi. Segundo dados da época, mais de 340 milhões de marcos alemães foram investidos pela Daimler-Benz na Auto Union.
Mas, num breve período da história uma união entre a marca da estrela e a fabricante que usa as quatro argolas como símbolo apensar numa nova marca e talvez a pensar no confortável G Wagem apresentado em 1979.
Bronco era o seu nome, o primeiro a usa-lo nos Estados Unidos, ainda a Ford não pensava no seu Bronco.
Apenas seis anos antes da estreia do Jeep DKW, uma parte da Auto Union que se tornaria uma parte da Volkswagen em 1968, fez planos para oferecer seu próprio 4x4 com o nome Bronco nos Estados Unidos, por meio das concessionárias Mercedes-Benz.
A partir de 1963, a Daimler- Benz ajudou na modernização e desenvolvimento dos produtos da Auto Union, que passaram a ser Audi.
O Munga, é um acrônimo de Mehrzweck Universal Geländewagen mit Allradantrieb, ou "carro off-road universal multifuncional com tração nas quatro rodas”. No Brasil ficou conhecido como Candango.e fabricado pela ultima fabrica da DKW Vemag.
A influência da equipe de Kraus ficou para a história e modelos como o Audi 100 e o Mercedes-Benz W 119, e o seu novo motor 4 cilindros ambos de porte médio, guardam várias semelhanças entre si e comprovam que, se hoje são concorrentes, Audi e Mercedes-Benz.
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Miniatura
Abre as portas, porta-malas e levanta o capô para ver o motor.
Os bancos são rebatíveis.
Motor e interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas têm pneus de borracha
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
As rodas são de plásticos iguais aos modelos desta época no fabricante.
Fabricante Solido
Série Les Militaires
Referencia nº 5/66
Material – zamac
Material da placa de base – zamac
A base está cravada à carroçaria
Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.
País - França
Anos de fabrico a
Porsche 550 Spyder - Um olhar sobre as minhas miniaturas
O meu primeiro Kit de resina em loja pré ON LINE
"A Boutique Auto Mundo Shoping “abre, hoje as suas portas” – exactamente nesta página – a nossa boutique AUTOMUNDO SHOPING" e lá estavam anunciados os modelos em resina da 3J e, disponíveis no para venda desde 1 de Outubro de 1975, através da Revista Auto Mundo
Porsche 550/4 Spyder de 1955, o Mercedes W196 F1 de 1954, o Ferrari 500F2 de 1953 e o Mercedes Avus de 1937.
Cada modelo em resina ao preço de 95$00
E o escolhido foi o Porsche,
A caixinha azul chegou e depois de analisar ao miniatura debrucei-me na foha de instruções metade de uma folha A4 fotocopiada, o que já era muito bom.
“ (…) o modelo apresentado refere-se a versão mais vulgarizada de 1955 e que colecionou triunfos desde as 24 horas de Le Mansa e ao III Circuito Internacional de Lisboa.
4º classificado Von Frankenberg /Pollensky nº 37
13º classificado Duntov/Veullet nº 49
III Circuito Internacional de Lisboa
Taça Governador Civil de Lisboa
1º Stirling Moss nº 3
2º Joaquim Filipe Nogueira nº1
Modelo real
O Porsche Type 550 Spyder obteve muito sucesso em diversas partes do mundo por tantos anos que deve ser o maior carro de corrida desportivo da história.
Dominando a sua classe de 1 ½ litro, corrida após corrida, os Spyders batiam carros bem acima de seu peso e por vezes rivalizar com carros muito maiores.
Tudo começou com a produção de Spyders em 1954 um modelo derivado do Coupé um exemplar exibido no Salão de Paris em Outubro de 1953.
O Type 550 era um carro novo a ser usado pela fábrica para corridas nas classes 1100 e 1500.
Depois de um tempo muito curto, o Porsche 550 Spyder provou ser um desenvolvimento inovador para a então incipiente empresa de carros esportivos de Stuttgart.
Leve, durável e confiável; esses eram os principais pontos fortes do Porsche 550 Spyder. Em pistas sinuosas e ruas estreitas, o carro estava em seu elemento. Tão importante quanto a força física do carro era a equipe que trabalhava nele em segundo plano. “Éramos todos quase da mesma idade”, lembra Egon Alber, agora com 85 anos.
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Modificação na miniatura
Miniatura em kit de resina, montada por min proveniente da Modelos 3J
Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas têm pneus de borracha
As rodas e penões são em resina de acordo com as originais.
Fabricante Modelos 3J
Série resina
Referencia nº 1 preço 95$00
Material – resina
Material da placa de base – presina
A base faz parte da carroçaria
Apresentado em caixa de cartão.
País - Portugal
Anos de fabrico 1975 a
Lola T 70 Mk3B - Um olhar sobre as minhas miniaturas
Compra troca e volta a comprar, foi o que aconteceu ao Lola T 70 Mk3B já em vermelho para fazer o de Vila Real o tal que na sua passagem deixava um leve aroma a Mateus Rosé.
Modelo real
Lola T70 MK3B SL76 / 146
O Lola T 70 MK3B Chassis SL76 / 146 foi vendido novo a John Woolfe. era um piloto britânico que com Arnold Burton, dirigia a John Woolfe Racing e que correu em Vila real com um Cobra em 1967 e um Lola T70 Mk3 GT (chassis SL73 / 102) no ano seguinte onde foi 6º .
John Woolfe em 1969 estreou um novo Lola T 70Mk3B chassis SL76 / 146 em Oulton Park Tourist Trophy a 26 de Maio.com as suas cores, o azul da Woolfe, duas listras centrais amarelas, Richard Attwood não terminou por falha de embraiagem.
Mas. John Woolfe é o primeiro cliente do Porsche 917 e ao que consta também de um McLaren M6B, vai estrear o Porsche nas 24 Horas de Le Mans de 1969a 14 e 15 de Junho e nós todos contentes por tê-lo em Vila Real.
Infelizmente, John Woolfe bateu fatalmente com o seu 917 logo na primeira volta.
O Lola ainda faz mais três corridas pelo John Woolfe Racing antes de ser vendido ao Racing Team VDS, uma equipa nossa conhecida do tempo dos Alfa Romeo T33, fundada em Novembro de 1964 pelo conde Rodolphe van der Straten Ponthoz, Serge Trosch e Lionel William, em que o Conde van der Straten é o herdeiro da cervejeira belga que criou Stella Artois que o vai pintar em vermelho uma faixa central branca e azul,
Os pilotos são Teddy Pilette e Gustave Gosselin que durante a temporada de 1970, disputam mais de 20 corridas com o Lola.
Um 4º lugar ao que corresponde uma vitória de classe Sport nos 1000 km em Buenos Aires, e a vitória nos 500 km de Vila Real.
Em 1971 volta a Le Mans em que lhe é atribuído o mesmo número 5 de Vila Real e uma decoração muito semelhante.
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Miniatura
Lola T70 MK3B 1970 1º Classificado no Circuito Internacional de Vila Real em 1970 com Teddy Pilette e Taf Gosselin
Abres as portas.
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante Solido
Série
Referencia nº 175 - 1/70
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.
País - França
Anos de fabrico a
Mini Marcos - Um olhar sobre as minhas miniaturas
Inicialmente uma foto não tinha alargamentos e a foto do L`Automobile era a preto e branco.
Posteriormente vi que a cor da faixa era amarela mas, nos planos de Jorge Curvelo e publicadas na Revista Auto Mundo, os alargamentos traseiros, se é que existem, também estavam pintados de amarelo.
Nos treinos em Le Mans 1966 não tem alargamentos e somente a faixa central está pintada de amarelo.
Modelo real
Em Janeiro de 1966, o Mini Marcos foi apresentado em Earls Court com ma carroçaria em fibra de vidro utilizando mecânicos Mini 850, incluindo o motor de tração dianteira, transmissão e outros elementos e como “feio como o inferno” pelo menos por um jornalista.
Com o motor de 1.300 centímetros cúbicos, 4 cilindros em linha e um peso total de apenas 476 quilogramas, o Mini Marcos parecia ser o melhor carro para o lançamento no mundo das corridas.
Le Mans 24h estreia em 1966
Ballot-Lena veio a Le Mans em 1965 para fazer uma estreia na maior corrida de 24 horas do mundo com um Abarth 1000 SP, dividindo o carro com Frank Ruata, mas não se classificaram para a corrida.
Um ano depois, Ballot-Lena voltou a Le Mans como parte do projeto Mini Marcos GT compartilhando o carro com Jean-Louis Marnat, terminou em 15º geral e em quinto na classe P1.3.
A carroceria de madeira e plástico aliada a um trabalho experimental, movida por um motor de um Cooper s 1300 e uma equipa 100% francesa fez o público vibrar. O importador oficial da marca para a frança, um dos motivos pelo qual o carro foi inscrito e o apoio da BMC 1378,66Km separavam o Ford vencedor, com uma cilindrada 6982cc, com 112 voltas de atraso, o pequeno e único tracção a frente sem qualquer espécie de problemas graves, realizou uma media de 144,351Km/h e ficando apenas 700 metros da distância percorrida pelo Talbot de 4500cc vencedor em 1950
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Modificação na miniatura
Uma miniatura recuperada depois de ter limado na frente a entrada de ar e de não ter fotos a cores do Mini Marcos nº 64 de Peter Rapfael que não se qualificou em Vila Real.
Miniatura
Abre as portas, levanta o capô para ver o motor.
Os bancos deslizam.
Motor e interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas têm pneus de borracha de acordo com o original e o sistema Golden Jacks que agora já não funciona.
Fabricante Corgi Toys
Série
Referencia nº 341
Material – zamac
Material da placa de base – zamac
A base está cravada à carroçaria
Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.
País – Inglaterra
Anos de fabrico a
A referência nº 341 tem a rodas rápidas
Ford Capri 2600 RS De Bagration - Um olhar sobre as minhas miniaturas
E para o Príncipe Jorge de Bagration na corrida de Turismo Especial de 1973 em Vila Real nada melhor que o primeiro Capri da Solido
O ano de 1973 foi o abandono de Calvo Sotelo ao desporto motorizado, De Bagration conseguiu organizar a temporada centrando-se sobretudo no Campeonato Espanhol de Velocidade onde ganhou o seu segundo Campeonato Espanhol de Carros de Turismo no Ford Capri 2600 RS e também correu no Campeonato Mundial de Carros Desportivos no Chevron B23 - Ford pela Escuderia Montjuich, tendo José Mauro Juncadella como companheiro de equipa. A dupla sofreu avaria na caixa de velocidades e abandonou à 7ª hora das 24 Horas de Le Mans, depois de Bagration foi 3º em Vila Real e 4º em Montjuïc Park.
Modelo real
A prova contava para o campeonato espanhol, daí a presença vários pilotos daquele país em Vila Real. O já habitual Príncipe Jorge de Bagration, agora ao volante de um Ford Capri 2600 RS, ex. fábrica utilizado por Soler Roig na prova de Jarama em 1972, naquela que foi a última corrida da sua carreira.
Ao obter a pole-position, Bagration partiu à frente de Barrios e Uriarte, ambos em Ford Escort Broadspeed, que comandou categoricamente mas, uma avaria na embraiagem na 6ª volta obriga-o á desistência. Domingos Sá Nogueira, no Alfa Romeo GTA 1300 da Mocar venceu, já que Barrios e Uriarte e Sanz de Madrid no NSU Spiess, todos os espanhóis abandonaram a prova com problemas mecânicos.
Modificação na miniatura
Ao Ford Capri 2900 Injection da Solido, foi-lhe acrescentado um spoiler frontal diferente e as rodas substituídas pelas BBS da Luso Toys.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
Fabricante Solido
Série
Referencia nº 190 11/71
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.
País – França
Anos de fabrico a
Ford T 1908 - Um olhar sobre as minhas miniaturas
Um modelo preto que sempre o vi no palanque do lado esquerdo da Garagem Ford, em lugar de destaque.
Acidente, quando fotografava a miniatura o Lucke veio ao pé de mim, cheirou-o e deu-lhe um pomtapé mas, não estragou nada.
Modelo real
O modelo T foi apresentado a 1 de Outubro de 1908 e esteve em produção até 31 de Maio de 1927, em 19 anos o modelo T completava 15 milhões de unidades produzidas e encerrava a produção do modelo que iniciou a popularização do automóvel..
Motor de quatro cilindros em linha, com 2892cc onde o bloco e cabeça em ferro fundido eram separados. Um carburador simples, proporcionava 20cv às 1800 rotações por minuto. Transmissão nas rodas traseiras, e uma uma caixa de velocidades com duas velocidades.
Fabricado à mão até 1909 ano em que se iniciou a produção em linha de montagem.
O Museu do Caramaulo tem um modelo em exposição. Certificado Veteran Car Club of Great Britain com o número 1146, o Ford T do Museu do Caramulo tem o motor número 11.340, da série de 1909, ano em foram produzidas mais de 15.000 unidades.
Importado em 1909, só a 27 de Novembro de 1911, devido à Lei, de Brito Camacho, que criava as Direcções de Viação Sul e Norte, é que o seu primeiro proprietário, António Augusto Correia, o matriculou com a chapa N-373.
Em 1927, o Ford T de 1909 foi trocado por Manuel Meneres ao seu moderno Ford de 1926 depois de o ter visto o automóvel na feira de Mirandela, e com ele participou no Rally dos Automóveis Antigos do Estoril, em Junho de 1932, no I Rali de Santo Tirso, em Julho de 1962, ou no Rallye Internacional do Estoril, em 1964.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante Eko
Série
Referencia nº 6001
Material – plástico
Material da placa de base – plástico
A base está colada à carroçaria
Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.
País - Espanha
Anos de fabrico a
Chevrolet Corvette Sting Ray - Um olhar sobre as minhas miniaturas
O Corvette enorme e belo.
Modelo real
O protótipo Sting Rey apresentado em 1953 no Motorama da General Motors originou o Corvette e apos nove anos de evolução o Stingrey voltou novamente com uma carrocaria em matéria sintética, quatro redas independentestravoes de disco e um motor de injecção, entretanto abandonado. Apresentado no salão de Francfort e m 1967 e directamente derivado do protótipo experimental Mako Shark visto em 1966.
O Chevrolet Corvette, serie C3, é a terceira geração do Chevrolet Corvette, é um carro desportivo produzido de 1967 a 1976 pela Chevrolet.
O Corvette Sting Ray é transformável em cabriolet dotado de um arco de segurança englobado na carroçaria.
O 427 tem um capot próprio e de um diferencial autoblocante montado em serie e recebe exclusivamente os motores de 7 litros.
Os motores e os componentes do chassi foram herdados principalmente da geração anterior.
Um record de 53.807 unidades foram produzidos no ano de 1969, onde a marca aplicou no Corvette o nome Sting ray, apenas para os anos modelo 1969-1976.
Agora Sting Ray em separado em oposição a palavra única Stingray usada na geração C2 de 1963 a 1967.
Modificação na miniatura
A cor foi alterada.
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Miniatura
Abre as portas, e levanta o capô para ver o motor.
Motor e interior detalhado
Com suspensão.
As rodas são de metal com pneu de borracha iguais aos modelos desta época no fabricante Speedwheels,
Fabricante Dinky Toys
Série
Referencia nº 221
UK Prov Pat nº 4637/68
Material – zamac
Material da placa de base – zamac
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em vitrine transparente sob dase opaca.
País - Inglaterra
Anos de fabrico a
Renault 17 TS - Um olhar sobre as minhas miniaturas
Berlina que virou a coupé
Modelo real
Enquanto o nome de Renault 15 designava o (Coach) esta palavra designa uma berlina de duas portas na terminologia clássica do automobilismo a designação de R 17 aplicava-se ao coupé, e exteriormente distinguia-se pela quase inexistência dos vidros laterais traseiros que se tornaram mais pequenos durante o restiling enquanto o volume do habitáculo é rigorosamente o mesmo.
Disponível em versão fechado ou cabriolet, neste caso o tecto move-se por um comando electrico.
Os faróis são duplos e o motor provem do Renault 15TS de 1565cc e 102 cv SAE enquanto no 17TS o motor é idêntico mas com 120 cv SAE provenientes do Renault 12 Gordini do qual recebeu as características rodas. A travagem é assegurada por quatro discos sendo os da frente ventilados.
Injecção indirecta eletrónica e caixa de cinco velocidades electronica.
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Miniatura
Abre as portas.
Interior detalhado
Com suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante Solido
Série 100
Referencia nº 196 4/72
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização.
País - França
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