24º Circuito de Vila Real 1982
José Luís da Silva
Volkswagen Golf GTI
Novamente em Vila Real, José Luís inscreve-se na prova do grupo 1 acima de 13OOc.c com um carro novo “ex. trofeu GTI Alemão” adquirido à Muller Tuning e está acompanhado por:
Luís Paiva Andrade
Pedro Vilar
Guilherme Silva
João Vilar
Alcides Henriques Petiz da Silva
e
João Manuel Faria Soares.
Nos treinos volta a melhorar os tempos dos anos anteriores (3. 17,64) (3 16,27) e faz 3. 15,89s onde é o melhor dos Golf presentes, antes de partir o motor.
Um tempo que o colocava entre BMW 528 i de Álvaro Parente e Mercedes Benz 450 SLC de Sande e Castro.
Como recorda José Luís...
“Nos treinos partiu a colaça, por terem metido o raport mais curto e eu ter levado o motor para além do limite”.
E assim terminou de uma maneira inglória a sua participação nesta edição do circuito.
Fotos incluídas na sua página pessoal de José Luís da Silva:
https://www.facebook.com/joseluis.silva.376
AutoSport Nº 202 de 9 de Julho de 1981 / preço 20$00
Circuito de Vila Real
Um trabalho de seis páginas de Adalberto Ramos, Pedro Roriz e fotos de Photo Slick em trabalhos cativantes e informativos.
XXII Circuito de Vila Real 1980
Corrida de grupo 1, acima de 1300cc
José Luís da Silva
Volkswagen Golf GTI
José Luís inscreve-se pela segunda vez no Circuito de Vila Real em 1980 para a corrida de grupo 1, acima de 1300cc, com o Volkswagen Golf GTI.
Em conjunto com Hélder Valente e Celestino Marques formavam um trio muito competitivo, mas que na prova transmontana foi reduzido a um duo, devido ao atraso no envio da sua inscrição deste último.
Durante os treinos efectua o seu melhor tempo 3. 17,64, o que lhe proporciona um lugar na 7ª linha de partida ao lado de José Meireles em Toyota Célica 3 17,43.
A sua volta mais rápida foi a 13ª, em 3 14,76, à média de 128,003 Km.
No final da prova é 8º da geral e 2º da classe 3, antes de Jorge Tenreiro no Triumph Dolomite Sprint e depois de Hélder Valente no GTI.
José Luís com o VW efectuou as 13 voltas ao circuito em 42m 54,88s a uma média de 125,866 Km/h.
Foto incluída na página pessoal de José Luís da Silva:
https://www.facebook.com/joseluis.silva.376
Museu dos Bombeiros de Vila Real
Na minha volta habitual pela cidade, nesta tarde de nevoeiro passei pelo Quartel da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Salvação Pública e Cruz Branca reparei na transferência iniciada no dia 27 de Dezembro dos serviços operacionais e administrativos para o Novo Quartel nas Flores.
Parei, olhei e vi os prontos-socorros Ford de 1946 e o Cadillac 1930, quase como os vi há 46 anos quando se encontravam no então recém-inaugurado aquartelamento na Rua D. Margarida Chaves, vindos do antigo quartel da Rua Direita ou seja a Rua Dr. Roque da Silveira, onde eram conhecidos pelos “Bombeiros de Baixo”.
.
Desde muito novo que me habituei a ver nos veículos dos bombeiros uma forma de acudir às mais variadas situações de emergência, mas era durante as suas festas que tínhamos oportunidade de nos aproximar um pouco mais e ao mesmo tempo deliciar-nos com estas verdadeiras relíquias do passado.
A minha cabecinha imaginou logo ali um excelente local para o museu de automóveis vila-realenses e já com duas raridades recentemente restauradas.
O 1º piso onde funcionou uma sala de cinema, um salão de baile e um bar, poderia ser aproveitado para recolher muito espólio que se encontra espalhado pelos coleccionadores da cidade , fazendo companhia às peças que por lá existem.
Espero e desejo que esta ideia possa contribuir, assim como outras, para ajudar a valorizar aquele espaço e seja uma mais-valia social patrimonial e cultural da nossa cidade.
(… mas isto sou só eu a pensar em voz alta …)
40º Encontro de Clássicos Além Corgo 2013
Dia de Reis
O dia de Reis celebra-se a 6 de Janeiro, porque se pensa que foi neste dia que os Reis Magos chegaram a Belém junto do Menino Jesus para o homenagearem, oferecendo, ouro como Rei, incenso como Deus, e mirra enquanto Homem.
Belchior seria o representante da raça branca, Gaspar a raça amarela e Baltazar representaria todos os da raça negra. Pode dizer-se que a adoração dos Reis Magos ao menino jesus simboliza a homenagem de todos os homens da terra ao Rei dos Reis
Neste dia era habitual a rapaziada cantar os reis de porta em porta, comer o bolo-rei, esperando que não lhe saísse a fava, pois mandava a tradição que o contemplado pagasse o bolo.
O bolo com a sua forma de coroa, representa os presentes oferecidos pelos Reis Magos ao Menino Jesus. A côdea (a parte exterior) simboliza o ouro; já as frutas secas e as cristalizadas representam a mirra; por fim, o incenso está representado no aroma do bolo.
E foi precisamente neste dia que este ano se fez o 40º Encontro de Clássicos, o 1º de 2013.
A manhã estava muito agradável e os três primeiros chegaram cedo e começaram por ler o jornal. Pouco depois mais alguns se juntaram para tomar o pequeno-almoço, uma vez que não havia Bolo-rei. Entretanto na carrinha do pai, surge o Francisco Marrão a recordar a outra carrinha, entretanto oferecida pelo seu pai a um comerciante, num estado lastimoso.
Peugeot 404 4XD 1981 Francisco Marrão
Ao meio dia iniciou-se o passeio pela cidade perante a curiosidade de alguns e o incitamento de alguns amigos que por lá se encontravam.
Na zona da estação
Entrada da ponte
Avenida Carvalho Araújo
Victor Henry Elford " Quick Vic "
Victor Henry Elford, conhecido pelos seus amigos como " Quick Vic ", nasceu a 10 de Junho de 1935, em Peckham, nos arredores de Londres. Foi um dos pilotos mais rápidos e versáteis dos anos sessenta e setenta e elevado á categoria de herói Porsche.
O gosto pelos automóveis despontou quando o pai o levou a assistir ao primeiro GP de Inglaterra, no ano de 1949, tinha 13 anos, quando segundo se diz, teve esta saída: “era aquilo que queria fazer!”
Iniciou a actividade automobilista como co-piloto de David Seigle-Morris num Triumph TR3A. Mas foram as provas de pista e ao volante de um Mini que em 1961 o iniciaram no automobilismo. No ano seguinte passou para os ralis e utilizando um DKW Junior. Em 1964 passou a piloto oficial da Ford.
Na Porsche com David Stone, alcançou o titulo de Campeão de Europeu de Ralis GT em 1967,, depois das vitórias nos Ralis Stuttgart-Lyon-Charbonnières e Tulip, foi 3º em Monte Carlo, 2º no Tour de Corse , com o Porsche 911 S (190ch – 980 kg).
Na velocidade, conquistou o título de campeão britânico de velocidade na categoria 2 litros com um Porsche 911, e abandona com o 910 da equipa Porsche System Engineering nas 6 Horas de Brands Hatch com Lucien Bianchi, no Circuito de Mugello utiliza o Porsche 911 R também do Porsche System e com Gijs van Lennep ocupa o 3º lugar da geral e é o 1º nos protótipos até 2 litros.
Volta ao 910 para os 1000 Km de Nürburgring, com Jochen Neerpasch onde é terceiro, o mesmo resultado do Targa Florio.
O seu palmarés espalha-se na lendária e louca prova de estrada “Le Marathon de la Route”( prova de 84 horas realizada em Nürburgring) com Hans Herrmann e Jochen Neerpasch, num 911R Sportomatic. Entretanto experimenta os fórmulas e com um Protos 16 de F2 foi sétimo em Nürburgring e em Monza, com um Brabham BT23C, desistiu.
A vitória no mítico Rali de Monte Carlo de 1968 é obtida acompanhado por David Stone e uma semana depois, nas 24 Horas de Daytona com um Porsche 907 LH, vence, acompanhado por Jochen Neerpasch/Jo Siffert/Rolf Stommelen/Hans Herrmann, naquela que foi a primeira vitória da Porsche numa corrida de 24 horas. No Targa Florio é 1º com Umberto Magliol, segundo nas 12 Horas de Sebring, com o Porsche 907 e 3º nas 6 horas Brands Hatch com Jochen Neerspasch . Não termina os 1000 Quilómetros de Spa nem as 6 horas de Watkins Glen.
1968 no GP de França foi quarto na sua primeira corrida de F1 apenas a sua terceira corrida em monolugares.
1969, não termina as 24 Horas de Daytona no Porsche 908 fechado, em Sebring é 7º em Porsche 908 /02 com Richard Attwood e nos 1000 Km de Spa Porsche 908/02 Kurt Ahrens é 3º. Abandona nos 1000 km de Nürburgring e é 2º nas 6 Horas Watkins Glen, uma prova de Sport e Can-am, com Richard Attwood . Nas 6 Horas de Brands Hatch, foi segundo com Richard Attwood, o mesmo resultado no Targa Florio com Umberto Magliol. Estreou-se nas 500 Milhas de Daytona uma prova da famosa NASCAR onde foi 11º, com um Dodge.
Em 1970, dispõe do novo 917 K, mas a juventude do modelo obriga ao abandono em Daytona e Sebring. Volta às pistas do Mundial de Marcas depois do acidente no GP da Alemanha onde vence os 1000 km de Nürburgring, com Kurt Ahrens, Jr no Porsche 908/3, é segundo nos 1000 Km de Brands Hatch num Porsche 917 K do team Porsche Salzburg na companhia de Denny Hulme e com Kurt Ahrens, Jr e terceiro nos 1000 Km de Spa-Francorchamps num carro do mesmo team. Em Le Mans com Kurt Ahrens, abandona com o Porsche 917 LH depois de obterem o melhor tempo para a grelha de partida.
Na Trans-Am onde obtém uma vitória espectacular à chuva em Watkins Glen, com um Chevrolet Camaro.
Volta a Nürburgring para vencer os 500 Km de prova a contar para o Europeu de Sport 2 litros, num Chevron B16.
Nos Estados Unidos alinha em várias provas de Can-Am onde é quarto em Watkins Glen, com um Porsche 917K, é sexto em Road Atlanta, ao volante do revolucionário Chaparral 2J da Chaparral Cars Inc (o primeiro carro a adoptar o efeito solo, ao colocarem dois ventiladores, accionados por um pequeno motor, para sugar todo ar debaixo do carro e colá-lo na pista.
Em 1971 Abandona em Daytona com Gijs van Lennep e é primeiro em Sebring no Porsche 917 K do Martini & Rossi Racing Team com Gérard Larrousse , volta abandonar nos 1000 Km Brands Hatch, Monza e SPA. Agora com o Porsche 908/03 do Martini Team abandona novamente no Targa Florio e é primeiro com Gérard Larrousse nos 1000Km de Nürburgring, uma prova a contar para o Mundial de Marcas. Novo abandono em Le Mans com o Porsche 917 LH do Martini International Racing Team e em Hockenheim no Int.ADAC-Solitude-Rennen Stuttgart, Südwest-Pokale foi 3º com um Lola T 222 da Ecurie Bonnier.
Agora com um Alfa Romeo T33/3 da Autodelta S.p.A. abandona nas 6 Horas de Watkins Glen e na Can-Am e em Watkins Glen com um McLaren M8E é 6º.
No GP Alemanha volta a conduzir um Formula 1 do Yardley B.R.M Team, um P160 e com o qual obteve o 11º.
Nas provas do Canpeonato da Europa de Sport protótipos 2 litros participa com o Lola T 212da Ecurie Bonnier - Scuderia Filipinetti com em Paul Ricard é segundo, Salzburgring é 5º na1ª manga, e vence a segunda, Hockenheim 3º na 1ª manga e 2º na segunda. Nos 500 km de Nürburgring é primeiro, (como curiosidade refira-se que Vic Elford partilha com Rudolph Caracciola o recorde de seis vitórias absolutas no mítico Nürburgring-Nordschleife, juntamente com Rudolf Caracciolo em 1920, John Surtees e Stirling Moss). Em Vallelunga 2º na 1º manga, e 3º na 2ªmanga, terminando em 2º o respectivo campeonato.
Na Trans-Am corre desta vez com um AMC-Javelin em Riverside e a contar para o Europeu de Sport 2 litros, com o Lola T212 da Ecurie Bonnier - Scuderia Filipinetti, chega em segundo em Paul Ricard.
Acompanhado por Max Kingsland participa no XVI Tour de France Automobile em que foi 4º com o Ferrari 365 GTB/4 da Scuderia Filipinetti.
A ligação á Porsche terminou e Elford transfere-se para a Alfa-Romeo (Autoelta Spa) para disputar o Mundial de Marcas de 1972 com o Alfa Romeo 33TT3 onde conquista o 3º lugar nas 6 Horas de Daytona com Helmut Marko e não termina em Sebring, Targa Florio e Le Mans.
Nas 24 Horas de Le Mans de 1972, é acompanhado por Helmut Marko e quando pilotava o Alfa Romeo T33/TT/3, depara – se com o Ferrari que após o despiste se incendiou e vitimou Jo Bonnier. Imediatamente pára para o socorrer, facto que foi registado pelas camaras de TV, acto pelo qual o presidente francês Georges Pompidou o tornou “Chevalier de l'Ordre National du Mérite” pela sua coragem e heroísmo. Elford desabafou mais tarde: "foi a primeira vez na minha carreira que estou feliz por partir a embraiagem”.
Em 1972, surge em Vila Real para delírio de todos os presentes, integrado na Ecurie Bonnier, com Mário Araújo Cabral e Claude Swietlik, o futuro vencedor da corrida.
A sua espectacular recuperação foi notória, pois poucas voltas demoraram para o Lola, com as cores da Ecurie Filipinetti chegar ao lugar cimeiro, após o abandono de José Maria Juncadella, até surgiram os problemas na refrigeração e consequente desistência.
No Europeu de Sport 2 litros é terceiro e segundo na 1 ª e 2ª manga em Enna-Pergusa e em Nürburgring, nos 500 Km, volta a abandonar com o Lola T 290 acabando o campeonato em 18º. No Europeu de Formula 2, participa ao volante de um Chevron B20 onde obtém o quarto lugar em Crystal Palace.
Vic Elford foi um dos pilotos contratados por Steve McQueen para conduzir os Porsche 917 e Ferrari 512 para fazer a alta velocidade, acção “close-up” para o filme "Le Mans"
No cinema, interveio como narrador director para o produtor Michael Keyser em "Os mercadores de velocidade".
Nas 24 Horas de Le Mans de 1973,pilota o Ferrari 365 GTB/4 da equipa Automobiles Charles Pozzi onde é acompanhado por Claude Ballot-Léna. No final é 6º e 1º dos GT.
Desta vez com a sua própria equipa, a Ecurie Vic Elford volta a Vila Real com os novos March S73 BMW, mas, acaba por não terminar, orientando de seguida a prova de Mário Araújo Cabral, seu colega de equipa.
Em 2004, aquando do Vila Real Revival é um dos convidados de honra no qual se fez acompanhar pela sua esposa Anita Elford. Durante a sessão de autógrafos conviveu com os presentes, enquanto autografa os mais diversos objectos que lhe são apresentados.
Durante o Circuito de Vila Real Revival, com um Porsche 356, reviveu e ajudou a reviver os tempos áureos do circuito vila-realense.
Foto em:
https://www.facebook.com/Vic.Elford
http://www.vicelford.com/now.html
…e o livro em:
http://www.bullpublishing.com/shop/item.asp?itemid=76#FullDescription
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