Sábado, 17 de Novembro de 2012

XXII Circuito automóvel de Vila Real 1980

XXII Circuito automóvel de Vila Real 1980

 

Corrida do Agrupamento B – Grupos 2,3,4 e 5 

 

Alberto Manuel Freitas Sampaio

 

 Nas instalações da empresa Cabanelas...

 

 No Parque Fechado do Jardim da Carreira

 

 

 

Alberto Freitas 3º classificado Critério Nacional de Perícia de 1979 e também com a mesma classificação no Campeonato Regional de Iniciados, Zona Norte, do mesmo ano, inscreveu-se com o pequeno Morris 1275 GT para prova do Agrupamento B, a corrida principal do XXII Circuito Automóvel de Vila Real.

  

Nos treinos de Sábado, na única sessão para a prova dos grupos 2,3,4 e 5, participaram 32 carros, num circuito difícil e para quem o desconhecia, ainda era mais problemático, onde normalmente, os carros da frente, podiam atingiam grandes velocidades.

No seu baptismo em Vila Rea,l Alberto Sampaio efectuou a sua volta mais rápida a uma média de 3 25.97, em treinos que foram dominados por Robert Giannone, 2. 50,56  e António Barros, 2. 50,56.

Na corrida realizada na tarde de Domingo, partiu do meio da grelha, na nona linha, ao lado de Mário José Goncalves no seu belo VW 1500.

No final da corrida e concluídas as 20 voltas, corta a linha no sétimo lugar e menos 3 voltas que António Barros, o vencedor, no potente Porsche Aurora, o único que completou as 20 voltas ao circuito.

 

 

Alberto Manuel Freitas Sampaio - “Terminar Vila Real desta altura, já era um feito extraordinário, por isso parabéns! Lembro-me que foi António Barros vencedor depois de me dobrar três vezes nas 20 voltas e 140 e tal km por isso eu fiz cerca de 120 km e um depósito cheio com cerca de 30 L foi à vida... A minha classificação também foi à geral e com pneus radiais Dunlop SP70 foi para mim a melhor estreia e corrida em Vila Real".

 

Fotos amavelmente cedidas por Alberto Manuel Freitas Sampaio e incluídas na sua página pessoal:

https://www.facebook.com/albertomanuel.freitassampaio?fref=ts


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Terça-feira, 13 de Novembro de 2012

Magusto na Senhora de Lourdes

Magusto na Senhora de Lourdes - Monte da Virgem- Folhadela -Vila Real

 

 

Já lá vão alguns anos, ainda na Escola Primária, o nosso magusto era feito no dia de S Martinho ou, quando acontecia no Domingo, era antecipado. O seu anúncio era sempre recebido com muita alegria, pois era um dia que íamos passar ao ar livre e sem ter nada que estudar.

O local escolhido era sempre o santuário em honra da Senhora de Lourdes, naquela altura pertencente à freguesia de Folhadela.

 

A saltitar, trincando um trigo com marmelada e sem a pasta dos livros, mas com a lancheira e um saquinho de castanhas, eu e a minha irmã, íamos ter à Escola, na qual e naquele dia, podíamos brincar juntos, e não separados por aquele muro que nos dividia. Era uma escola novinha, estreada por nós, um belo edifício pertence ao Plano Centenário com aquela arquitectura típica, e da qual existe pelo menos um exemplar em quase todas as povoações do país. Com duas salas de aula, uma para meninos e outra para meninas, instalações sanitárias e um alpendre que servia de cozinha, onde se merendava e se brincava nos dias de chuva.

Deixávamos as instalações escolares, e no meio de enorme algazarra, lá íamos seguindo e brincando sob o olhar atento das professoras, que atentamente quando ouviam o motor de algum veículo motorizado que naquele momento pudesse por lá passar, nos mandavam encostar para a borda… - atenção para a borda, que aí vem um automóvel. Ordeiramente, encostávamo-nos a beira da estrada, às vezes caindo, e por vezes, empurrados pelos mais velhos e marotos, íamos às valetas. Entretanto procurávamos adivinhar a marca e o proprietário do veículo que passava. Eram tão poucos e tão raros que não era difícil adivinhar.

“ Um mais ronceiro e barrulhento, certamente seria o autotanque da Sacor ou da Mobil enquanto o camião era normalmente o do “Xastre”.

A chegada era saudada com entusiasmo, mas, pouco dava para brincar, imediatamente entravamos nas matas, (outrora limpas com muito cuidado para evitar os incêndios), à procura de lenha, de preferência seca e com pouco orvalho, proveniente dos ramos caídos dos pinheiros ou então dos pequenos arbustos, que escapavam à limpeza das matas, procurávamos as pinhas, próprias para acender mais facilmente a fogueira.

Em pouco tempo, formávamos um enorme monte de lenha, perante a alegria da pequenada, agora livre para poder brincar e jogar os seus jogos preferidos.

Uma enorme fumarada, precedia o início da fogueira que iria assar as desejadas castanhas trazidas por todos, cultivadas nos soutos de uns, ou encontravam caídas ao longo dos caminhos por outros.

Estoiros e saltos da pequenada, sobre o crepitar do lume, decorriam, enquanto se assavam as castanhas, que de vez em quando, explodiam, e eram projectadas para bem longe.  Para terminar, era colocada uma camada de giestas que abafava e ajudava a assar as castanhas.

Chegada a hora, no meio de enorme alegria, todos procurávamos as deliciosas castanhas parcialmente escondidas na cinza, entre as brasas e tições que provocavam pequenas queimadelas, mas, nem mesmo assim, deixávamos de as disputar, entre alguns empurrões e umas tímidas trincas nas castanhas quentinhas, consolando-nos com tal pitéu.

 

As mãos já pretas por descascar as castanhas, faziam adivinhar o que muitos de nós sentiam vontade de fazer, sorrateiramente enferrotar as colegas e colegas que em sua defesa nos tentavam fazer o mesmo, enquanto outras, as mais tímidas, se agarravam as professoras entre inúmeros gritinhos como que a procurar salvaguardar a sua limpeza. A brincadeira continuava até ao regresso a casa, era o fim de um dia diferente e inesquecível.

 

 

 

Os anos foram passando e este dia sempre foi lembrado associada a uma lenda, a qual dizia que um soldado romano, mais tarde conhecido por Martinho de Tours, ao passar a cavalo por um mendigo quase nu, como não tinha nada para lhe dar, cortou a sua capa ao meio com a sua espada; estava um dia chuvoso e diz-se que, neste preciso momento, parou de chover, os raios de Sol inundaram a Terra de luz e calor e o bem tempo prolongou-se por cerca de três dias, derivando daí a expressão: "Verão de São Martinho"

 

Diz-se que Deus, para que não se apagasse da memória dos homens o acto de bondade praticado pelo Santo, todos os anos, nessa mesma época, cessa por alguns dias o tempo frio e o céu e a terra sorriem com a bênção dum sol quente e miraculoso." É o chamado Verão de São Martinho! 

A verdade é que neste dia o sol sempre raiou, não choveu e não me lembro de nenhum magusto com mau tempo.

 

Passei por lá nesta época e não vi nada, será que toda a gente já consome as castanhas que encontramos à venda prontas a comer?

Espero que não, seria bom manter esta tradição.

 

A primeira vista do santuário inacabado 

 

 

O antigo caminho 

 

 

 

 

A entrada norte, por aqui entrava-se para o recinto

O local do magusto

 

 

 

 

 

O espaço exterior foi limpo, cortado todo o arvoredo, terraplanado o terreno, erguidos os muros em ruína e fechados os portões. Foi aranjado o telhado , o tecto da capela-mor ainda inacabado e a sacristia. As paredes foram pintadas, bem como as portas e as janelas e procedeu-se às obras mínimas de protecção do espaço sagrado, trabalhos iniciados em 2008 e presentemente suspensos por falta de verbas, conforme me informou a amável zeladora que propositadamente foi buscar a chava do edificio.

 

 

 

A aniversariante cá de casa, também me acompanhou para recordar este dia, porque as meninas do Colégio de S. José, também faziam aqui o seu magusto.

Coincidências do destino… há muitos anos atrás, apenas duas crianças, hoje, dois seres que a vida uniu. 

 

 

 A recordar tempos vividos há mais de cinquenta anos e a relenbrar os que já partiram...

 

A avenida que liga ao portão sul

Portão sul

 

 

Portão oeste


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Domingo, 11 de Novembro de 2012

X Circuito Internacional de Motos Vila Real 1985

 

 

X Circuito Internacional de Motos Vila Real 1985

 

O Mundial de TT entusiasmou durante os três dias o muito público que se deslocou á capital transmontana para assistir a mais um Circuito Internacional de Motos.

Do programa faziam parte provas do Campeonato Nacional de Velocidade e as duas provas rainhas do Campeonato Mundial de Tourist Trophy, Fórmula 1 e Fórmula 2.  

Na F2, encontrávamos máquinas com motores a dois tempos com cilindradas até 350 c.c. e com quatro tempos onde a cilindrada podia ir até 600 c.c.

Os portugueses também se inscreveram na prova de TT F 2, e Joe Domingues utilizou a mesma máquina do ano passado, uma Yamaha YPVS 350, naquela que foi a sua segunda participação em Vila Real.

Nos treinos, 31 concorrentes procuraram realizar o melhor tempo e não ultrapassar os 120% em relação à média dos cinco melhores e lhe permitir um lugar na grelha de partida. Domingues alcançou o 24º tempo “3.10,54” enquanto o mais rápido foi de Padgatt em 2.49,59, enquanto o vencedor do ano passado e campeão mundial Tony Ruter, não foi além do terceiro tempo com 2.50,55.

A corrida para os 27 concorrentes que se conseguiram qualificar, decorreu durante a hora de maior calor, sob uma temperatura muito elevada que influenciou determinantemente a prova.

No final, Joe Domingues obteve um honroso 17º lugar, e foi o melhor português em prova.

 

Joe Domingues em Yamaha YPVS 350

 

Entretanto Joe Domingues recorda-nos:

"...pena foi este ano, tive muitos problemas com minha YPVS e gripei várias vezes nos treinos, e somente corri na prova do mundial, porque meu primo foi a Lisboa e tirou outros cilindros de duma de estrada, mas… nunca ficou boa, enfim mas terminei o mundial … pena e que em 84 e 85 estava a fazer quase mais 8 segundos que em 84 … corri e andei muito bem na Mundial e ganhei a f 750 com esta mesma mota"

 

Imagem de Joe Domingues e incluida na sua página do Facebook    

https://www.facebook.com/joe.domingues.315


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Quarta-feira, 7 de Novembro de 2012

27º Circuito Internacional de Vila Real 1985

 

27º Circuito Internacional de Vila Real 1985

Vila Real 1985.jpg

 

X Circuito Internacional de Motos 1985 

 

A HISTORIA QUE FALTAVA ...

Vai realizar-se mais uma edição do Circuito Automóvel que teve o seu começo como se sabe em 15 de Junho de 1931, por iniciática do seu grande impulsionador Aureliano Barrigas.

Desde então para cá as provas se efectuaram com a regularidade desejada.

Umas vezes por factores impeditivos ( segunda guerra e outaras obras). Outas por faltas dos necessários apoios financeiros já que as Comissões Organizadoras que generosamente se proponham, teria de suportar individualmente os respectivos custos o que constituía um risco como é evidente.

Entretanto, atribuído o galardão de (Capital do Automobilismo Desportivo), criava-se um compromisso de continuidade sob pena de subversão de um prestigio alcançado por direito próprio.

Daqui resultou a criação de uma COMISSÃO PERMANENTE que de 1966 a 1973 realizou, anualmente, provas internacionais com inscrição no competente ( Calendário Internacional da FIA ) .

Vila Real, passou assim a integrar-se no MUNDO DO AUTOMOBILISMO DE COMPETIÇÃO.

Presentemente, as provas tem sido levadas a efeito, regularmente pelo CLUBE AUTOMOVEL DE VILA REAL a quem pelo esforço desenvolvido e grande dinamismo os seus dirigentes, aqui expressamos ardentes votos de bons êxitos:

Junho/ 85

Rodrigo Araújo 

    

In Livro das Corridas


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Terça-feira, 6 de Novembro de 2012

Prova da Fórmula V

Prova da Fórmula V

Uma novidade, o Liege de Jorge Santos, um Aurora transformado na sua garagem .

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Com o nº 4 António Barros seguido do nº 5 - Robert Giannone Aurora V e atrás pode ser o Olympic V de Manuel Nogueira Pinto.

 


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Segunda-feira, 5 de Novembro de 2012

38º Encontro de Clássicos Além Corgo

38º Encontro de Clássicos Além Corgo

 Com uma previsão de 11º / 9º para o norte e o céu de um cinzento carregado, a ameaçar chuva a qualquer momento, com alguma indecisão, lá parti eu para mais um encontro de Clássicos Além Corgo, sob o olhar atento do Mico e do Cid. Como sempre, o Cid a dirigiu-se imediatamente para o  portão para dar a sua habitual escapadinha à rua, o Mico, esse ficou traumatizado, quando ouve o barulho dos motores, raspa-se, nem parece que foi encontrado ainda bebé no motor do Audi…

E como vem acontecendo, vamos ver as novas máquinas que por cá apareceram. 

Citroen Dyane 1979 Alberto Dias

 Austin Cooper 1973 Francisco Matos

 

 Lambretta 126 LD 1954 João Costa

Mini 1000 1982 Fernando Pinheiro

 Mercedes Benz 300 1978 António Magalhães

 Nissan Suny GTI 1988 Costa Paulo


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Domingo, 4 de Novembro de 2012

Rally de Portugal Histórico 2012 parte 10

Rally de Portugal Histórico 2012 

As últimas …

52 Giovanni Romano  Patrick Louche Alfa Romeo Alfetta GT (1976)

 

79 Benoit Pujol-Dorey  Guillaume Lefrançois MG C GT (1969)

 

23 Patrick Pujol Dorey Eric Lataste Alfa Romeo 1750 (1970)

 

 

54 Hervé Malbert  Veronique Marty Opel Kadett GTE (1976)

 

 

 

34 Jean-Marie Servant  Dauxerre Renault 12 Gordini (1973)

 

 

31 José Grosso  João Sismeiro BMW 2002 Tii (1972)

 

E assim terminou a passagem dos concorrentes no VII Rally de Portugal Histórico na rampa dos Remédios


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